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Kátia Abreu quer liberação mais rápida dos agrotóxicos pela Anvisa


19/10/2011 - 15h00

Assessoria de Comunicação CNA

A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, pediu nesta terça-feira (18/10) ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, agilidade no processo de liberação de agrotoxicos

A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, pediu nesta terça-feira (18/10) ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, agilidade no processo de liberação de agroquímicos, cuja análise é feita pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), subordinada ao Ministério da Saúde. O registro de um novo agrotóxico leva, em média, sete anos para ser aprovado. “Essa morosidade é insuportável para o setor agropecuário”, afirmou. Esse prazo, considerado muito longo, gera impactos diretos no custo da produção agropecuária. Só no caso do algodão, os defensivos representam 50% do custo de produção. “Quanto mais defensivos melhor, porque a tendência é os preços caírem em função do aumento da oferta”, afirmou a senadora Kátia Abreu.

Um dos motivos apontados pela CNA para a demora no registro de agrotóxicos é a falta de técnicos suficientes para atender à demanda das empresas na Anvisa. De acordo com a senadora Kátia Abreu, 850 técnicos trabalham nesse tipo de análise nos Estados Unidos. Na Anvisa, 23 pessoas avaliam os pedidos de liberação. A senadora Kátia Abreu explicou que, até agora, foram concluídos 253 processos de registros. Outros 139 estão em análise e 239 estão esperando para ser analisados. O pedido de registro desses agrotóxicos é feita depois de anos de pesquisas, que custam entre US$ 12 milhões e US$ 20 milhões.

Outro problema lembrado pela presidente da CNA, durante a audiência com o ministro da Saúde, é a demora das empresas em iniciar o processo de produção e comercialização de novos agrotoxicos após a liberação do registro dos produtos. Por esse motivo, informou ao ministro Alexandre Padilha que apresentou um projeto no Senado estabelecendo prazo de dois anos para o início da produção e da comercialização dos agrotoxicos, com a finalidade de garantir maior rapidez na oferta dos produtos aprovados pela ANVISA.

A senadora Kátia Abreu também destacou a necessidade de maior rapidez na liberação de defensivos para hortifrutigranjeiros. A Anvisa avalia 10 pedidos de liberação de agrotóxicos específicos para frutas e hortaliças. “Esse é um mercado pequeno e de produtos de valor mais baixo. As empresas têm pouco interesse na pesquisa e no registro de produtos direcionados para essas culturas”, afirmou a presidente da CNA. Explicou que, nesse caso, os produtores têm duas alternativas. A primeira é usar agroquímicos de alto custo, o que encarece o preço final dos alimentos. A segunda é usar, nessas lavouras, produtos liberados para outras culturas, prática que pode prejudicar as exportações brasileiras, pois resíduos de um determinado agroquímico podem ser encontrados em produtos para os quais essas substâncias não foram liberadas.

A presidente da CNA também pediu ao ministro da Saúde que sejam implementadas todas as regras previstas em uma instrução normativa publicada em janeiro de 2010, que permite o uso de defensivos já registrados para uma cultura em outra, desde que as culturas sejam compatíveis. A instrução normativa foi elaborada pela Anvisa, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

Defendeu, ainda, a necessária “transparência” no processo de reavaliação dos processos de liberação de agrotoxicos, prerrogativa permitida à Anvisa. Um dos produtos que está em processo de reavaliação é o glifosato. “Não há nenhum problema em reavaliar, mas esse processo precisa ser transparente”, afirmou a senadora. Para a presidente da CNA, especialistas das universidades deveriam participar da etapa de reavaliação dos processos de iberação dos agrotoxicos Padilha disse que vai conversar com a ANVISA sobre essa solicitação e avaliar as demais demandas.

PS do Viomundo: Atualmente, o Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo.  Usa 1 bilhão de litros por ano para uma área cultivada de 50 milhões de hectares. É muito do utiliza a Índia, por exemplo. Lá para uma área de cultivo de mais de 400 milhões de hectares são utilizados ao redor de 100 milhões de litros por ano.  Considerando que o Brasil já é campeão mundial no uso de agrotóxicos, a que “taça” será que a senadora Kátia Abreu quer que o Brasil “ganhe”?  Ministro Alexandre Padilha, o senhor vai contribuir para o brasileiro consuma ainda mais venenos? (Conceição Lemes)

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49 comentários

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Henrique

02 de novembro de 2011 às 12h02

Não questiono a validade do pedido de celeridade no processo da senadora, mas a constatação de que uma congênere nos USA trabalha com 850 funcionários contra 23 no Brasil, só ressalta a pervesidade do nosso Governo na precarização dos resultados das análises prejudicando aos grupos defendidos pela senadora. De forma que os resultados apresentados pela ANVISA são uma temeridade para a Saúde Pública, já que eivados da ausência de tempo necessário para uma análise abalizada e segura. Ela deveria defender a instituição alocando mais recursos materiais e humanos.

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priscila presotto

20 de outubro de 2011 às 17h42

Faça desta forma Sra Abreu ,coloque todos os seus familiares para degustar alimentos com seus venenos.
Depois peço a gentileza, que a sra ,os submeta a exames periódicos, logo após , faça um relatório para a população ….

Muito agradecida ….

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Eduardo Raio X

20 de outubro de 2011 às 14h15

Enquanto em várias partes do mundo esses venenos são proibidos por lei e quem descumpre é processado e toma uma cadeia pesada, aqui temos essa PFL DEM PSD que deseja poluir nossos corpos com venenos ruim para a nossa saúde e o meio ambiente. Não podemos permitir que a oportunista ganhe a frente dessa batalha, pois, quem vai pagar e muito caro somos nós o povo brasileiro. Não vai demorar muito e os compradores de produtos agrícolas internacionais dar o grito de proibição.

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Klaus

20 de outubro de 2011 às 10h27

Kátia Abreu ainda será ministra no governo Dilma.

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Nilberto

20 de outubro de 2011 às 07h43

Mudando um pouco de assunto, gostaria de saber dos eventos no país referentes à Semana Internacional pela Democratização da Mídia (17/10 a 21/10) e a lavagem da calçada em frente à Rede Globo, planejada para ontem (19/10).
O evento é organizado pelo RioBlogProg, Fale-Rio, UNE, UEE-RJ, DCE Facha, DCE Uezo, DCE UVA, UJS, CTB, Unegro, UBM, Dacos Leonel Brizola, Dadir João Cândido e Datur João Amazonas.

Alguém sabe como foi?

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alfredo

20 de outubro de 2011 às 07h18

sou agricultor. esta provado ao longo dos anos que os agrotoxicos só sao bons no inicio e depois tem q aumentar a dose e por consequencia o custo. pondo em risco a saude. esta claro que agrotoxico mata. o brasil nao precisa mais agrotoxicos, muito pelo contrario, tem que reduzir deixando so os imprescindiveis, si é q isso existe. tudo nao passa de um grande negocio para os laboratorios. é uma vergonha uma pessoa tao ignorante ocupe um cargo de influencia. quando vamos ter gente compentente? essa pessoa so visa interesses de poucos. nao sirve para o brasil. FORA KATIA ABREU!!!!, o melhor vai la plantar katia

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Marat

20 de outubro de 2011 às 07h01

Kátia Abreu é uma espécie de coronela, que faz o que quer e manda em muita gente. Ela tem também o respaldo do poderoso e sujo PIG;
O Brasil é um dos maiores produtores mundiais de transgênicos (sabe-se lá se essas porcarias transgênicas são testadas o suficiente…);
A Embrapa, ao que tudo indica, é financiada pela máfia internacional dos transgênicos.
Justiça por estas plagas, não existe. Existem amizades, grandes negócios (ou negociatas) e apadrinhamentos!
O que podemos esperar?

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Raphael Tsavkko

20 de outubro de 2011 às 02h36

Taí o que faltava pra Katia Abreu virar governista. Só ela pedir pra Dilma agilizar, aceitar e pronto, mais uma "aliada" de qualidade pra juntar com Garotinho, MAgno Malta, Collor, sArney…

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ricardo silveira

20 de outubro de 2011 às 02h11

Não tenho idéia da dimensão dos problemas que os agrotóxicos trazem à saúde, mas tenho certeza que não trazem nenhuma redução de preço dos produtos para o consumidor.

Responder

Elias SP SP

20 de outubro de 2011 às 01h21

O agrotoxiconegócio produz células cancerígenas até mesmo em forma de gente.

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Sr.Indignado

19 de outubro de 2011 às 23h02

Ah é… A Senadora tem "razão". Ela quer" inchar" a máquina com mais funcionários públicos, e que a máquina pública seja mais rápida.
Também quero mais funcionários nos hospitais públicos (bem pagos), rapidez na análise das multas ambientais (tem que cobrar mesmo), punição aos crimes ambientais … e aproveitando… limite de propriedade de terras no Brasil.

Responder

Cibele

19 de outubro de 2011 às 20h12

Conceição, gostei demais da pergunta direta para o ministro. Esse assunto é muito sério, devemos fazer alguma coisa. Que tal encher a caixa de e-mails do senhor Padilha com essa mesma pergunta? Vamos lá, leitores do Viomundo! A comparação com a Índia é para assustar qualquer um. Parabéns ao site por manter o tema dos agrotóxicos no Brasil sempre em pauta.

Responder

Rogério

19 de outubro de 2011 às 20h11

Além de Miss Desmatamento, quer ser também Miss Agrotóxico?

Documentário – O Veneno Está na Mesa
Contesta este modelo agrário perverso, baseado no agronegócio – http://is.gd/8Ta4uE

Responder

Tetê Sanches

19 de outubro de 2011 às 19h58

Ninguém merece esta senhora! E ainda estão falando que ela irá compor a base aliada do governo

Responder

    Nilberto

    20 de outubro de 2011 às 07h25

    Ela não só vai compor a base aliada deste governo, como vai ser eleita presidente do Brasil em 2014.

    Aguardem.

jairo santos

19 de outubro de 2011 às 19h38

Ela não defende a produção agrícola e a saude dos brasileiros. Esta defendendo os interesses dos laboratórios produtores. Que cara de pau essa grileira de terras.

Responder

EUNAOSABIA

19 de outubro de 2011 às 19h30

Quem é que vai gerar 6 BILHÕES de dólares (disso vocês gostam não é lulistas??), mas quem vai gerar 6 Bilhões de dólares em superávit comercial só em exportação de soja?? o João Pedro Stedile ou o Zé Rainha????

Ninguém…. essa é a verdade….. fosse por vocês estaríamos como na Irlanda quando foi alvo de uma teoria econômica que deu origem ao "Bem de Gifen", algo tão grostesco que quase não existe mais na prática, esse fenômeno ficou conhecido na literatura econômica como "Fome das Batatas", coisas dos anos de 1840.

A gente iria comer o que se dependesse do MST e seus congêneres?

Responder

    Elton

    19 de outubro de 2011 às 21h20

    Ou seja, veneno, veneno e mais veneno…..tudo em nome da "produção" e das "divisas"………vale tudo né senhor defensor dos "fracos e oprimidos"……..

    Lu_Witovisk

    20 de outubro de 2011 às 07h11

    Não acredito que esse povo que defende os ruralistas nunca sentiu a coceira no braço escolhendo tomate! ahhh vai ver são desses que mandam a "secretaria" e só vê o tomate no macarrão ao sugo. :P Já saiu ate aqui a noticia do leite materno contaminado, será que nem assim esse povo se convence que a chave para o futuro será uma agricultura limpa?? o que adianta produzir tanto e ter seu povo caindo doente?? (bom, pra quem não gosta de pobre, talvez essa seja uma solução, ingenuidade minha)

EDUARDO COTLIAR

19 de outubro de 2011 às 19h02

ESTA MULHER É ATERRORIZANTE. DESFAÇATEZ, GANÂNCIA E SEDE DE PODER DESMEDIDOS.

Responder

    Conceição Lemes

    19 de outubro de 2011 às 20h19

    Eduardo, por favor, letras minúsculas nos próximos comentários. abs

Kátia Abreu quer liberação mais rápida dos agrotóxicos pela Anvisa

19 de outubro de 2011 às 18h35

[…] Do Viomundo. […]

Responder

Luciano Mendonça

19 de outubro de 2011 às 18h24

Essa cidadã deveria experimentar como cobaia todos os agrotóxicos antes deles serem liberados. Seriam dois favores que ela nos prestaria.

Responder

Francisco

19 de outubro de 2011 às 18h23

A preocupação dela é baixar o preço dos agrotóxicos pelo estimulo da concorrência. Entrando mais marcas o preço cairia. Ok.

Mas, eu nunca vi nela qualquer veemência (ainda mais desse porte) pelo desenvolvimento de estratégias que substituam o uso de agrotóxicos. Fico me perguntando se ela já tentou (tentou…) algum dia virar para alguém da sua base e dizer: "Fulano, tome aqui esse folheto desse órgão público, eles têm lá umas maneiras de produzir com controle natural…".

Naturalmente ela vai dizer que isso não é obrigação dela. Dela não é, mas de um verdadeiro líder politico…

Responder

eunice

19 de outubro de 2011 às 18h19

Ela deve estar unida aos mafiosos do Planeta para extinguir os pobres. Quem tem um mínimo de olfato já não se sente bem em atravessar uma feira-livre, ( ou visitar o Mercado Municipal de Pouso Alegre MG ) de tanto agrotóxico que está contido nas hortaliças e frutas. Achei um escárnio que o Governo concedeu tempo para banir do Brasil os agrotóxicos malditos em outros países. Certamente essa senhora se alimenta de produtos orgânicos. Precisamos de Leis.

Responder

Nilberto

19 de outubro de 2011 às 18h08

Kátia Abreu será eleita presidente do Brasil em 2014.

Responder

    Elton

    19 de outubro de 2011 às 21h20

    Esqueceu do gardenal hoje, queridinho?

    P Pereira

    20 de outubro de 2011 às 17h09

    Cara, essa é uma piada idiota.
    Grandes personagens como Dostoievski, Flaubert, Machado de Assis, Van Gogh, Lenin, Eric Clapton, Neil Young etc, poderiam ser usuários desse medicamento.

Cleverton_Silva

19 de outubro de 2011 às 17h52

Grande observação, Conceição! A miss motoserra mal saiu do DEMo e já quer dar carteirada no governo federal. E pra quê? Para envenenar ainda mais os alimentos que chegam às nossas mesas. Numa era em que se discutem a reforma agrária, agroecologia, agricultura orgânica, sistemas agroflorestais e sustentabilidade, a senadora atenta contra o meio ambiente com esse tipo de proposta à Anvisa, contra a sociedade ao tomar terra de pequenos proprietários, como num relato feito há meses atrás e postado aqui no Viomundo e à economia mundial, fazendo lobby para um modelo de agricultura que ignora boas alternativas de produção.

Responder

Luiz Carlos

19 de outubro de 2011 às 17h16

Sou totalmente contrário ao uso excessivo de agrotóxicos. Mas exite um erro de informação no ps do Viomundo, pois é impossível que aíndia tenha 400 milhões de hectare agricultáveis, já que seu território é de aprox. 3,29milhões de quilometros quadrados ou 329 milhões de hectares.

Responder

Lu_Witovisk

19 de outubro de 2011 às 17h01

É bom espalhar a noticia e ver se essa Katia Abreu não se elege mais… como pode?? Já vi muita cara de pau, mas essa ai tá merecendo o prêmio. ao invés de lutar pelo povo que a colocou no senado, luta a favor da indústria. Deve estar levando uma nota…

Responder

    Nelson

    19 de outubro de 2011 às 17h39

    Creio que não é questão de "estar levando uma nota", Lu. É questão de classe; a Sra Abreu pertence à classe dos proprietários, grandes proprietários, que, quase que invariavelmente, só pensam em otimizar seus lucros.
    Então, a Sra Abreu age na defesa dela mesma e da "turma" dela.

    Elton

    19 de outubro de 2011 às 18h16

    Muito difícil a Kátia Abreu não se eleger pois o domicílio eleitoral dela é em Tocantins, um estado eminentemente agrário. Aliás, em TODOS os estados da federação os representantes "de peso" do agronegócio invariávelmente são eleitos. todos infelizmente muito poderosos.

    ANDRE

    19 de outubro de 2011 às 23h56

    Você tem razão Elton, o agronegócio tem um poder muito grande principalmente no congresso e até em parte de nossa mídia.

Garapuvu

19 de outubro de 2011 às 16h47

Pelo que entendi, o objetivo não é aumentar o consumo de defensivos, mas sim de termos mais opções, barateando o preço que, como foi dito no caso do algodão, chega a 50%. Só aumentaríamos o consumo caso os fornecedores atuais não estivessem produzindo o suficiente, não é este o caso. A quantidade de produtos consumida independe do número de fornecedores, apenas trocaria-se um pelo outro.

Responder

Gustavo Pamplona

19 de outubro de 2011 às 16h36

Leiam este artigo do PHA (na reaildade do Valor)
http://www.conversaafiada.com.br/economia/2011/10

Como tenho problemas para comentar lá… 50% de meus comentários não são publicados… mas também não comento muito também…. então segue aqui o que eu comentei agora a pouco.

—-
Quais economias avançadas? Europa e EUA? Não são estas economias "avançadas" que estão totalmente quebradas?

Responder

Glauco Lima

19 de outubro de 2011 às 16h35

Essa mulher é pior do que as pragas que atacam a lavoura.
Para ela o que interessa é o dinheiro, o meio ambiente é que se [email protected]#@#@da.
Com certeza ela não tem a mínima preocupação com o futuro de seus netos, quem dirá com os demais seres humanos!
Fora Katita!!!!!!

Responder

Polengo

19 de outubro de 2011 às 16h35

"Kátia Abreu quer liberação mais rápida dos agrotóxicos pela Anvisa"

ou seja, ela poderá ser enquadrada na lei que combate o nepotismo.

Responder

    Klaus

    20 de outubro de 2011 às 12h20

    Polenguinho, você sabe o que é nepotismo? Os cinco que positivaram o comentário dele podem ajudá-lo.

    Polengo

    20 de outubro de 2011 às 13h32

    Eu sei, e muito bem.

    Vou precisar desenhar ou nem assim adianta?

    Klaus

    20 de outubro de 2011 às 14h37

    Pode só escrever, dispenso o desenho. Vamos lá!!!!

Nelson

19 de outubro de 2011 às 16h32

Façamos, então, a vontade da Sra Abreu.
Que tudo seja realmente transparente, como ser requer em uma democracia verdadeira. E que os órgãos da mídia hegemônica e seus (de)formadores de opinião, que sempre se arvoram em defensores intransigentes do interesse público, informem, à exaustão, cada detalhe relativo às deletérias consequências do uso de agrotóxicos na produção de alimentos.
Duvido muito que seja esta a transparência a que se refere a Sra Abreu.

Responder

Eudes H. Travassos

19 de outubro de 2011 às 16h26

Pois é, isso é que chamo de interesse de classe. Fiquemos em casa e não lutemos não, pra ver uma coisa.

Responder

Nelson

19 de outubro de 2011 às 16h25

“Esse é o nosso mundo: o que é demais nunca é o bastante”, vaticina Renato Russo na canção Teatro dos Vampiros.
Empanturrado em lucros, auferidos graças a uma montanha de subsídios públicos, à destruição da biodiversidade pela monocultura, ao envenenamento da terra, das águas e dos corpos – via alimento servido em nosso prato de cada dia –, o latifúndio agrícola crê que ainda não “é o bastante”.
Insanidade que parece não ter fim.

Responder

sonia

19 de outubro de 2011 às 16h20

Sonho em ver esta senhora, atolada e afogada num tanque de agrotoxicos ,daqueles brabos, proibidos no mundo inteiro e que são comprados no Paraguai e os frascos jogados nos rios…o
Esta senhora quer matar todos os brasileiros que não podem comprar comida organica. Alem de ser invasora de terras da União…

Responder

    Paulo Correa

    19 de outubro de 2011 às 17h31

    Que comentário idiota. É típico de quem não conhece nada de agricultura.

    Os maiores poluidores não são os agricultores e sim as cidades.

    Elton

    19 de outubro de 2011 às 21h21

    Outra afirmação falsa, além do que, não é nas cidades que se planta o que o mundo come.

Alexandre Felix

19 de outubro de 2011 às 16h06

Que loucura! Então a senadora quer que o ministério da saúde agilize os interesses do grupo dela, sendo que ele é que vai pagar a conta do tratamento dos doentes, nas próximas gerações. Bem…vai pagar com os nossos impostos…e atender mal…

Responder

Marcos C. Campos

19 de outubro de 2011 às 15h53

Além de latifundiária a senadora agora é do lobby dos agrotóxicos e produtos quimicos para monocultura ? Tem gente só vê cifrão na frente …
Quer dizer que se o produto faz mal a saúde não tem importância, o importante é liberar o uso logo, para as Bayer da vida faturarem …
o mundo tá maluco mesmo …
Aviso a anvisa, se os produtos causam males a saúde podem ter certeza que os trabalhadores vão bater na porta dos postos de saúde para serem atendidos … compensa os custos a liberação destes produtos ?

E senadora o que que tem a ver os EUA terem dez vezes mais tecnicos para estudarem o assunto ? o deficit orçamentário deles é enorme.
Estes produtos tem que tem um teste de uso restrito e análise detalhada na saúde do trabalhador antes de ser aprovado para uso em escala.

Responder

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