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EUA preparam lei marcial pós-colapso de Wall Street?
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EUA preparam lei marcial pós-colapso de Wall Street?


09/10/2013 - 18h02

7 de outubro de 2013

O Departamento de Segurança Interna está se preparando para o colapso de Wall Street?

Por Ellen Brown*, no Counterpunch

Relatos dão conta de que o Departamento de Segurança Interna (DHS) está empenhado na preparação de uma operação militar massiva e secreta.

Um artigo da Associated Press em fevereiro confirmou a compra de U$ 1,6 bilhão em munição por parte do Departamento de Segurança Interna.

De acordo com um artigo publicado na Forbes, essa quantidade é suficiente para sustentar uma guerra do tamanho da guerra do Iraque por um período de vinte anos.

O DHS também comprou tanques fortemente armados que foram vistos circulando nas ruas. Evidentemente, alguém no governo está prevendo distúrbios civis sérios. A pergunta é: por que?

Declarações do primeiro ministro britânico Gordon Brown no auge da crise bancária de 2008, reveladas recentemente, oferecem esclarecimentos sobre essa questão.

Um artigo na BBC News, no dia 21 de setembro de 2013, baseado na autobiografia explosiva “Power Trip”, de Damian McBride, o marqueteiro do Brown, diz que o primeiro ministro estava preocupado que a lei e a ordem poderiam desmoronar durante a crise financeira. McBride cita Brown:

— Se os bancos fecharem as portas e os caixas não  estiverem funcionando, e as pessoas forem ao Tesco (uma cadeia de mercadinhos) e os cartões delas não forem aceitos, vai tudo explodir. Se não for possível comprar comida ou gasolina, ou remédio para os filhos, as pessoas vão começar a quebrar as janelas para se servir. E assim que as pessoas virem isso na TV será o fim porque todo mundo vai pensar que agora isso é o que todos devem fazer. Será a anarquia. É o que pode acontecer amanhã.

Como lidar com essa ameaça? Brown disse: “Nós teremos que pensar: recorremos ao toque de recolher, colocamos o exército nas ruas, como restauramos a ordem?”.

McBride escreveu no livro “Power Trip”:

— Foi incrível ver Gordon totalmente tomado pelo perigo do que estava prestes a fazer, mas igualmente convencido de que era preciso tomar uma atitude decisiva imediatamente.

Ele comparou a ameaça à crise dos mísseis em Cuba.

O medo dessa ameaça foi ecoado em setembro de 2008 pelo secretário do Tesouro norte-americano Hank Paulson, que supostamente alertou que o governo norte-americano poderia ter de recorrer à lei marcial se Wall Street não recebesse socorro para o colapso do crédito.

Nos dois países o uso da lei marcial foi evitado quando os políticos se dobraram à pressão e salvaram os bancos. Mas muitos arautos estão dizendo que um novo colapso é iminente; e dessa vez muitos governos podem não estar dispostos a oferecer socorro.

Da próxima vez será diferente

O que detonou a crise de 2008 foi uma corrida, não a tradicional ao sistema bancário, mas no chamado sistema financeiro “das sombras”, uma coletânea de intermediários financeiros não-bancários que fornecem serviços semelhantes aos dos bancos comerciais tradicionais, mas não são regulamentados.

Entre eles, fundos hedge, fundos money market, fundos de investimento em crédito, fundos de exchange-trade, fundos de private equity, corretores de securities, empresas de securitização e finanças. Bancos de investimento e bancos comerciais também podem conduzir boa parte de seus negócios neste sistema das sombras, não regulamentado.

O casino financeiro das sombras só cresceu desde 2008, e no próximo colapso do estilo Lehman, os socorros financeiros do governo talvez não estejam disponíveis.

De acordo com as declarações do presidente Obama na assinatura da Lei Dodd-Frank, no dia 15 de julho de 2010, “por causa dessa reforma… não haverá outro socorro com dinheiro do contribuinte – ponto”.

Governos na Europa também estão se distanciando desses socorros financeiros. O Conselho de Estabilidade Financeira (FSB) na Suíça exigiu dos bancos mais expostos ao risco que criem “testamentos em vida”, esclarecendo o que farão em caso de insolvência.

O modelo estabelecido pelo FSB exige que eles socorram seus credores, e os depositantes, ao fim e ao cabo, formam o maior grupo de credores de um banco.

Quando os depositantes não conseguirem ter acesso a suas contas bancárias para tirar dinheiro e comprar comida para seus filhos, podem muito bem começar a quebrar as janelas para se servir.

Pior ainda, eles podem tramar a derrubada do governo controlado pelos financistas. Observem a Grécia, onde a desilusão crescente com a habilidade governamental de socorrer os cidadãos na maior depressão desde 1929 precipitou protestos e ameaças violentas de derrubada do governo.

O medo de um resultado semelhante pode explicar a espionagem massiva dos cidadãos norte-americanos autorizada pelo governo, o uso domésticos de drones e a eliminação do direito ao processo e ao “posse comitatus” (lei federal que proíbe as forças armadas de imporem a lei e a ordem em propriedades que não são do governo federal). As proteções constitucionais estão sendo jogadas pela janela em favor da proteção à elite no poder.

A crise do teto da dívida se aproxima

A crise do momento parece ser o prazo de 17 de outubro para um acordo sobre o orçamento federal ou o risco de calote nas dívidas do governo. Pode ser apenas coincidência, mas dois exercícios de larga escala foram marcados para este mesmo dia, o “Exercício para o grande terremoto” e o “Exercício para a aurora quântica do ataque cibernético aos bancos”.

De acordo com uma coletânea de artigos da Bloomberg sobre o exercício bancário, os preparativos são para ataques de hackers, espionagem patrocinada por governos e crime organizado (fraude financeira).

Uma entrevista começa: “seu banco online pode ficar fora do ar… Você pode se dar conta que não consegue acessar o sistema”. Soa como um ensaio para o Grande Socorro Bancário Americano.

Nefasto como é, isso tem um lado positivo. Socorro bancário e lei marcial podem ser vistos como os espamos finais de um dinossauro.

O golpe financeiro e explorador, que deixou milhões de pessoas sem emprego e sem moradia, chegou ao fundo do poço.

Crises na situação corrente significam oportunidades para soluções mais sustentáveis, que aguardam nos bastidores.

Outros países que enfrentaram o colapso de suas dívidas baseadas em moedas emprestadas sobreviveram imprimindo a própria moeda.

Quando a moeda equiparada ao dólar despencou na Argentina, em 2001, o governo voltou a imprimir seus próprios pesos; governos municipais pagaram compromissos com “títulos de cancelamento de dívida” que circularam como moeda; e vizinhos fizeram trocas com moedas comunitárias.

Depois do colapso da moeda alemã nos anos 20, o governo recuperou a economia nos anos 30 com o lançamento dos “MEFO”, títulos que circulavam como moeda.

Quando a Inglaterra ficou sem ouro, em 1914, o governo lançou os “Bradbury pounds”, similares aos Greenbacks lançados por Abraham Lincoln durante a Guerra Civil norte-americana.

Hoje nosso governo poderia evitar a crise do teto da dívida fazendo algo semelhante: poderia simplesmente imprimir uns trilhões de dólares e depositar em uma conta.

Essa alternativa poderia ser perseguida pelo governo imediatamente, sem pedir autorização do Congresso ou mudar a lei, como discuti em artigo anterior. Não seria uma medida necessariamente inflacionária, já que o Congresso poderia autorizar o gasto apenas do que já estava previsto no orçamento.

E se o Congresso expandisse o orçamento para investir em infraestrutura e na criação de empregos, isso seria na verdade bom para a economia, já que acumular dinheiro vivo e pagar dívidas reduz significativamente a oferta de dinheiro em circulação.

Trocas diretas entre pessoas e bancos públicos

Em nível local, precisamos estabelecer sistemas alternativos que ofereçam segurança aos correntistas, financiem pequenos e médios negócios e atendam às necessidades da comunidade.

Já houve muito progresso nessa área das trocas diretas na economia.

Em um artigo do dia 27 de setembro, intitulado “A economia direta floresce enquanto os ativistas esvaziam o sistema”, Eric Blair contou que o movimento Occupy está engajado em uma revolução pacífica na qual as pessoas estão abandonando o sistema estabelecido em favor de uma “economia compartilhada”.

As trocas acontecem entre indivíduos, sem impostos, regras ou licenças, e em alguns casos, sem dinheiro impresso pelo governo.

As trocas diretas acontecem em grande parte na internet, onde a vigilância dos clientes mantém a honestidade dos vendedores — não os regulamentos.

Isso começou com o eBay e o Craigslist e desde então cresceu exponencialmente.

O Bitcoin é a moeda privada que vive longe dos olhos predadores das autoridades. Alguns programas de computador estão sendo desenvolvidos para escapar da espionagem da NSA.

Os empréstimos bancários estão sendo evitados em favor do crowdfundig. Cooperativas locais de comida também são uma forma de ficar fora do sistema corporação-governo.

Trocas diretas funcionam localmente, mas nós também precisamos proteger nossos dólares, tanto públicos quanto particulares.

Precisamos de dólares para pagar ao menos parte de nossas contas, e as empresas precisam deles para adquirir matéria-prima. Também precisamos de uma forma de proteger a receita pública que atualmente está depositada e investida nos bancos de Wall Street, que têm uma forte exposição aos derivativos.

Para atender a estas necessidades podemos criar bancos estatais seguindo o modelo do Banco de Dakota do Norte (BND), atualmente nosso único banco estatal.

O BND é obrigado, por lei, a receber todos os depósitos do estado e servir aos interesses do público.

Idealmente, todo estado deveria ter um desses “mini-Feds”. Condados e cidades poderiam ter seus bancos também. Para maiores informações, veja http://PublicBankingInstitute.org.

Os preparativos para a lei marcial tem sido mencionados há décadas, mas ainda não aconteceram. Talvez possamos evitar esse perigo adotando um sistema mais são e sustentável, que torne desnecessária a ação militar contra os cidadãos norte-americanos.

*Ellen Brown é advogada, presidente do Public Banking Institute, autora de 12 livros, entre eles os best-seller Web of Debt. Em The Public Bank Solution, seu último livro, ela explora modelos de bancos estatais bem sucedidos histórica e globalmente.

Leia também:

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45 comentários

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eric

11 de outubro de 2013 às 23h32

se os eua quebrarem͵o mundo inteiro incluindo o Brasil vai junto! Simples

Responder

    Snowmeow

    13 de outubro de 2013 às 15h30

    Os EUA não são o Centro do Mundo, colega. Podemos sobreviver com a queda do dinossauro. Na verdade, será até vantajoso para nós, que teremos menos com o que nos preocupar. Pois, o que sobrar dos EUA não vai poder ameaçar a mais ninguém.

    Com a queda dos EUA, os BRICS e a Europa assumem o posto de sustentáculos da economia do mundo. Uma responsabilidade melhor distribuída, para um mundo mais igualitário.

andre

10 de outubro de 2013 às 23h37

já que na internet vale todo tipo de teoria maluca vou lançar mais uma: o Obama não estaria se preparando para um golpe da extrema direita, liderada pelo braço político(tea party)com apoio das milícias racistas e do braço cibernetico(leakers e anonymous) e da inteligência (infiltrados na CIA) para colocar Ron Paul no lugar dele? enfim como valem UFOS, cometas , e todo tipo de besteira na internet, aqui vai mais uma teoria da maluca da conspiração.

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Thomas Drake: Nos EUA, espionagem sustenta "tirania suave" - Viomundo - O que você não vê na mídia

10 de outubro de 2013 às 20h04

[…] Lei marcial para conter protestos num eventual colapso de Wall Street? […]

Responder

Bonifa

10 de outubro de 2013 às 19h32

Todo o pensamento dos economistas neoliberais brasileiros de projeção midiática, baseia-se na crença fundamental de que os Estados Unidos são um rochedo eterno e inabalável. Tirando um ou outro mal intencionado, podemos afirmar que se trata de um grupo de ingênuos.

Responder

    Henrique Arreguy Hachmann D'Agostini

    11 de outubro de 2013 às 02h09

    tem coerência e se você sair lendo um pouco mais sobre os acontecimentos de wall street vai começar a juntar peças de um quebra-cabeças que se encaixam… http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/2997536/que-acontecera-eua-entrarem-default?fb_action_ids=579308685469489&fb_action_types=og.recommends&fb_source=aggregation&fb_aggregation_id=288381481237582

Urbano

10 de outubro de 2013 às 18h54

Agora vai ser para valer, mesmo. Antes nas ruas, nas escolas, universidades, nos parques tratavam-se apenas de treinamento… A fita já passou da metade, e agora é para embostonar de verdade.

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marcio gaúcho

10 de outubro de 2013 às 17h31

Esses americanos do norte são todos malucos. Essa compra de armas e equipamentos em excesso serve para manter a poderosa indústria bélica funcionando. Se vão usar ou não, não interessa. Vencendo o prazo de validade, põe fora e compram outra remessa. Assim é o capitalismo selvagem.

Responder

    Carlos Cruz

    10 de outubro de 2013 às 19h51

    Desculpe, mas colocam fora não! Criam mais uma guerra pra despejar milhoes em bombas e armas, pra depois justificar a compra de mail bilhoes de dolres em armas. “Comprar armas significa abarrotar a elite americana em bilhoes de dolares, manter ditaduras, derrubar governos. São uns imbecis. Se tivessem gasto todo dinheiro rasgado desde o fim da 2nda guerra, o mundo seria um paraiso. “Why we fight?”

Fernando Garcia

10 de outubro de 2013 às 15h24

Desculpa pessoal, mas acho que vocês estão confundindo alhos com bugalhos. A eminência de uma catástrofe social foi a peça de propaganda montada pela elite financeira para aprovar os pacotes de salvamento e consolidar a ideia do “to big to fail”. Acompanhando esta ideia, veio o “to big to jail”, e a maior parte dos processos para investigar a malandragem dos operadores do setor financeiro foram engavetados.
Compras governamentais sempre foram usadas em tempos de crise e o que vocês estão olhando é apenas um recorte, dentre várias outras ações que foram feitas pelo governo americano, e que parecem justificar um quadro de preparativos para “algo grande” e inédito.
O mais sério paralelo que se pode fazer entre a situação atual dos EUA é com a Alemanha de 30. Mesmo assim, o paralelo não é de todo sólido, uma vez que os EUA ainda possuem uma quantidade razoável de movimentos sociais, os sindicatos estão voltando a ativa e nunca se confiou no governo central para ter soluções mágicas naquela terra. Entre apostar na recuperação dos EUA ou da Europa, aposto nos EUA.

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    Mário SF Alves

    10 de outubro de 2013 às 22h21

    É sério que eu não gostaria de concordar com você. Mas, lutar contra a lógica não faz o menor sentido. A não ser assim, por que eles, os EUA, teriam ido às raias da loucura na tentativa de invadir a Síria? Por que perderiam tempo tão precioso preparando e municiando inimigos do regime de Bashar al-Assad, se a casa estivesse na iminência de pegar fogo?
    _______________________
    Então…

    Aproveitando a ocasião faço um apelo ao prezado ZePovinho:

    Reconsidere amigo, reconsidere.

renato

10 de outubro de 2013 às 14h57

Um artigo da Associated Press em fevereiro confirmou a compra de U$ 1,6 bilhão em munição por parte do Departamento de Segurança Interna.
Eu entendo que se eles estão comprando agora, é porque está faltando no estoque, então acho que já atiraram em alguem…
Agora em quem, ai não sei…

Responder

Djijo

10 de outubro de 2013 às 13h44

SE o governo Obama pode imprimir trilhões e acabar com a crise e não faz, então está tudo combinado. Chegaram a conclusão que têm americanos demais e querem reduzir esse índice, ou seja, não tem espaço para os pobres e os especuladores. Com as novas tecnologias e os drones, inclusive F16 como tal, daqui a pouco, porta-aviões, fragatas, tanques e etc. controlados por controle remoto ou autônomos, não será mais necessário soldados de campo.

Responder

Guanabara

10 de outubro de 2013 às 13h18

Na prática, eu vejo a reversão da sequência de evolução econômica, voltando-se a uma era em que havia várias moedas diferentes em circulação. E, depois, que tudo voltar ao “normal”, começarão a questionar por quê não ter apenas uma única moeda ao invés de várias, e tudo irá se repetir…

Quero saber como o americano médio irá lidar com isso. Aqui, a classe média bota culpa no Lula. E lá? Culpa do Obama fraco?

Responder

FrancoAtirador

10 de outubro de 2013 às 13h03

.
.
Crepúsculo Boreal.
.
.

Responder

Gil

10 de outubro de 2013 às 11h55

Aqui no Brasil, o que mais preocupa é a capacidade do pensamento neoliberal espalhar seus tentáculos no campo da esquerda

Mesmo tendo uma preferencia natural pelos tucanos, se infiltraram no PT com Antônio Palocci e Paulo Bernardo, e abriram mais uma frente com Marina Silva e Eduardo Campos. E se perderem 2014, vão tentar de alguma forma se infiltrar no governo Dilma, tendo já conseguido enquadrar o BC.

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augusto2

10 de outubro de 2013 às 11h06

Eles, os banksters esperavam – e tinha gente no calculos – q a questao da Siria desse em uma III guerra…
Tinha duas vantagens – podia matar uns bilhoes de gente:coisa boa pra eles e podiam deletar suas giga-dividas em papeis,derivados, sub-derivativos e hedges dos hedges dos futuros dos IOUs etc.
Russos e chineses nao deixaram.
Agora vem o fechamento do governo e a cortina de fumaça do teto da divida.
O dia deles vai chegar.

Responder

ZePovinho

10 de outubro de 2013 às 10h27

Aqui está,Hugo Oliv:

O impacto da chegada “cometa” de ISON pode ser visto mais cedo do que você pensa. Se você examinar os prazos do governo dos EUA para os preparativos da FEMA e DHS mandatos, você vai ver que tudo parece girar em torno de um importante 01 de outubro de 2013, o prazo!

Aqui está uma lista de prazos compilados por Peter Kling, que também aparece no vídeo da entrevista abaixo chamado “How to Survive Armageddon ‘. Isso é coisa amedrontadora!

82% das nossas forças de combate e seus elementos de abastecimento fora do território continental dos EUA até 1 º de outubro.

Ordens de compra FEMA para mais de 14,2 milhões dólares para MRE e refeições a serem entregues à Região III – 01 de outubro.

Ordens de compra FEMA para 22 milhões de bolsas de água de emergência a serem entregues para a região III – 01 de outubro.

Ordens de compra FEMA para 13.600 mil dólares para MRE e refeições a serem entregues para Austin até 1 º de outubro.

Assim, a FEMA está obviamente, se preparando para algo grande como as estatísticas mostram.

E sobre os militares dos EUA e as forças armadas de vários outros países das Nações Unidas?

Curso de formação de nove semanas de paz da ONU no território continental dos EUA para aprender Urban Warfare, Inglês e sistemas de armas dos EUA para 386.000 tropas para ser concluída até 1 º de outubro.

Sem licença será permitido para militares dos EUA a partir de 28 setembro – 5 novembro.

Todos os agentes DHS devem estar qualificados com pistola, espingarda e AR15 até 28 de setembro. Nenhuma menção de qualificação menos letal.

Todas as unidades da Guarda Nacional completará controle de distúrbios e treinamento assistência a desastres durante este ano anual de treinamento de duas semanas. Todas as unidades devem ter sua formação completa em 30 de setembro

Testes diários do Sistema de Transmissão de Emergência começaram em 25 de setembro.

Unidades da Guarda Costeira Oriental para realizar treinamento em grupo maciço, normalmente realizados no Golfo, nas áreas de Virgínia e Delaware. Esta é uma missão de treinamento de 10 dias para começar a 26 de Setembro.

Com Comet ISON se aproximando, não achamos que devemos estar mais preparado para lidar com qualquer coisa que possa estar vindo em nossa direção? Se sim, então por que isso?

01 de outubro os EUA fecha o nosso “Cerca Space” sistema de detecção….http://www.verdademundial.org/2013/09/estados-unidos-se-preparam-para-o-pior.html

Responder

    ZePovinho

    10 de outubro de 2013 às 10h29

    http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/mensageiro-sideral/2013/10/04/cometa-ison-ao-vivo-de-marte.htm

    ZePovinho

    10 de outubro de 2013 às 10h37

    http://www.apolo11.com/ison.php

    davidreno

    11 de outubro de 2013 às 18h30

    Impressionante como algumas pessoas passam a vida inteira esperando o hercolobus. Cada ano transvestido de algum cometa novo.

Leandro_O

10 de outubro de 2013 às 08h54

Olha, posso estar enganado, mas acho que a coisa é mas embaixo. Não ficaria contida nos EUA. É para se preparar para o que eles não estão conseguindo segurar mais: o cenário de declínio dos EUA enquanto outros o confrontam, com moedas diversas ao dólar, com interrupção dos saques aos campos de petróleo mundo afora.

Responder

Paulo César

10 de outubro de 2013 às 08h48

mas com certeza os eua vão atacar e saquear outros países, como o próprio Brasil, por isso o BRASIL deve possuir a BOMBA ATÔMICA, para proteção e garantia de vida do proprio povo brasileiro.

Responder

    José Souza

    10 de outubro de 2013 às 20h52

    Paulo, não resolve o país ter a bomba A se não tem a tecnologia para lançá-la. Também não tem defesa contra um ataque de mesma envergadura. Não temos túneis urbanos equipados para acomodar a população em caso de ataque. Caso possuíssemos esse artefato já seríamos alvos das nações possuidoras dessas armas. Outra coisa, onde construí-la, onde guardá-la? Quer combater uma nação seja mais desenvolvida que ela, mostre sua independência comercial, financeira e tecnológica. Investir dinheiro em educação é melhor que em uma bomba. Afinal, bomba A nós já temos, basta andar pelas ruas de nossas cidades e observar o que está faltando, o que está errado e o que está precisando mudar. Se tivermos a capacidade de resolver nossos próprios problemas já estará de bom tamanho. Entendeu ou vou ter que desenhar?

Luís Carlos

09 de outubro de 2013 às 23h32

É a queda do Império autoritário do mercado? Os terroristas reais estão em solo estadunidense e não fora, e estão saqueando o povo dos EUA e do mundo todo, permanentemente. Esses terroristas assassinam pessoas em todo mundo especulando, apostando, jogando viciadamente para saciar prazer doentio, regado a muita mentira vendida pelos meios de comunicação, tanto lá como aqui.

Responder

Syk4Ryo

09 de outubro de 2013 às 22h49

Finalmente os EUA quebraram! Eu sabia que isso um dia aconteceria, mas não imaginava que estaria vivo para ver!

Responder

    lukas

    10 de outubro de 2013 às 13h10

    Você brasileiro, que mora no interior do Piauí, ligue pros americano dá aquela sacaneada pela falência do país.s

Gil

09 de outubro de 2013 às 22h01

Se o Chaves estivesse vivo, com certeza mandaria alimentos para o povo abandonado dos EUA, e não sei se o Nicolás Maduro teria esse desprendimento.

Muitas famílias dos EUA recebem óleo para seus aquecedores fornecido pela Venezuela para não morrerem de frio, uma iniciativa do saudoso comandante.

Responder

    lukas

    10 de outubro de 2013 às 13h12

    Acho que mandaria papel higienico, que é o que está sobrando na Venezuela.

    Luiz Moreira

    10 de outubro de 2013 às 13h36

    Pelo que escreves, será o maior consumidor do produto.

Mário SF Alves

09 de outubro de 2013 às 21h57

“Exercício para o grande terremoto” e o “Exercício para a aurora quântica do ataque cibernético aos bancos”.
____________________________________
Aurora quântica??? Quântica??? Êpa! Tem coisa aí. Olha o vírus aí, gente!
________________________________________
“O capitalismo trás em si vírus de sua própria destruição”. K. Marx.
____________________________________________
Tá bem que não era exatamente esse o tipo ou a estirpe de vírus ao qual Marx se referia, no entanto… êta virusinho danado.
______________________________________________________

Nada, nada a informática [a pré-quântica, mesmo] serviu de motor e possibilitou à ambição desmedida [que move não apenas os ideólogos do capitalismo] ir aos píncaros da inconsequência. Deu no que deu: capitalismo financeiro, neoliberalismo, austeridade germânica, e outras desumanidades mais.
_________________________________________________________
Por essa e por outras, aguarda-se ansiosamente a aurora quântica como contrabalanço e supressão definitiva daquela outra aurora [a extrema direita grega] subproduto da referida “austeridade”.

Responder

Gil

09 de outubro de 2013 às 21h55

Idealmente, todo estado deveria ter um desses “mini-Feds”. Condados e cidades poderiam ter seus bancos também.

Pois é né, que saudade do Banerj, Banespa, Bemge, Banestado, e outros que foram doados para o Itaú (da Marina), Bradesco, e Santander

Não chegavam a ser “mini-Feds”, mas poderiam dar uma força

Se não fossem o BNDES, BB, e CEF, a vaca teria ido pro brejo, e ainda iam culpar o Lula e o PT

Responder

    Mário SF Alves

    10 de outubro de 2013 às 09h49

    E que inexoravelmente seriam privatizados pela C O M P E T Ê N C I A da direita neoliberal. E ensaios é o que não faltou. Na CEF, por exemplo, dizem, o governo à época andou infernizando a vida dos bancários como quem caça pato praticando tiro ao alvo.
    ____________________________________
    Afinal, a ordem era instituir o Estado Mínimo, custasse o que custasse, mesmo que para tanto se tivesse de chegar ao extremo de se usar como estratégia (ou tática?) o boicote e a desacreditação pública do serviço estatal bancário e outros.
    _______________________________________________
    Mas, dizem, houve coisa ainda bem mais escabrosa.

Gil

09 de outubro de 2013 às 21h49

Departamento de Segurança Interna (DHS), operação militar, lei marcial, drones, etc

Distribuir comida e remédios, nem pensar.

Recordando o tratamento dado ao povo após o Furacão Katrina

E para o pig este é o grande exemplo de Nação

Afinal como a famosa frase: o que é bom para eles é bom para nós.

Responder

ZePovinho

09 de outubro de 2013 às 21h44

Vou parar de brincar com bancos.Estou com medo dessa bandidagem peso-pesado:

http://hypescience.com/os-5-bancos-mais-crueis-de-todos-os-tempos/

1. O Hong Kong e Shanghai Banking Corporation e sua impunidade crônica
2. O banco Castel & Trust, que roubou as economias do dono da Playboy, dos hotéis Hyatt e da banda Creedence Clearwate
3. BCCI, o banco internacional que tinha até equipe de execução própria
4. O “banqueiro de Deus”, que financiou o terrorismo e uma guerra civil
5. O banco australiano Nugan Hand, que financiava o tráfico e ameaçava matar sua família

Responder

Gil

09 de outubro de 2013 às 21h37

OUTUBRO VERMELHO!?

A crise do teto da dívida se aproxima

A crise do momento parece ser o prazo de 17 de outubro

Nefasto como é, isso tem um lado positivo. Socorro bancário e lei marcial podem ser vistos como os espasmos finais de um dinossauro.

um dinossauro!!!
CAPITALISMO, ou apenas o capitalismo selvagem, mas há algum que não seja?

Finalmente: a merda no ventilador chega aqui quando?

Responder

    Mário SF Alves

    10 de outubro de 2013 às 09h54

    Prezado Gil,
    Foi o ZePovinho que levantou essa lebre aqui no Viomundo, tem de perguntar a ele.

    Henrique Arreguy Hachmann D'Agostini

    11 de outubro de 2013 às 02h12

    Se depender do PT nem chega, porque os babacas aqui instauram a ditadura de qualquer ideal camuflado na intempérie do beneficio próprio… o Brasil só depende dele para evoluir, crescer e desenvolver-se, seres de boa vontade e fazer acontecer, mas tá dificil com essa sociedade mesquinha que temos aqui… falta pouco, 6 dias para saber se repúblicanos e democratas farão mais uma guerra civil entre estados do norte e sul, http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/2997536/que-acontecera-eua-entrarem-default?fb_action_ids=579308685469489&fb_action_types=og.recommends&fb_source=aggregation&fb_aggregation_id=288381481237582 kkkkkkkkkk

lukas

09 de outubro de 2013 às 20h15

Vou começar a estocar água.

Responder

Zilda

09 de outubro de 2013 às 19h55

O difícil é saber se podemos confiar na autora do artigo. Quem me garante que não é mais uma caça-níquel que usa do artificio de gerar pânico para ganhar dinheiro? Essa gente é capaz de qualquer negócio!

Responder

Fabio Passos

09 de outubro de 2013 às 19h29

Assustador.
Segurança interna gastando U$ 1,6 bilhão em munição… tá com toda a cara que o 1% está se preparando para controlar os 99% na brutalidade.

É a “democracia” dos ianques. rsrs

Responder

Regina Braga

09 de outubro de 2013 às 19h25

O país que mais ostentou a democracia corre o risco de perde-la.Mas até o New York Times,pede que o povo, fique ao lado do Obama!Período de inquietações na América e no mundo!

Responder

QueDelícia!

09 de outubro de 2013 às 19h05

Que Delícia!

Responder

Patricio

09 de outubro de 2013 às 18h34

“Talvez possamos evitar esse perigo adotando um sistema mais são e sustentável…..”

Ô Ellen, fala a verdade. Não há outro. Ou é o socialismo ou é a barbárie.

Responder

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