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Equador: “Não somos uma colônia britânica”


16/08/2012 - 12h22

Internacional| 16/08/2012 | Copyleft

Equador rechaça ameaças e concede asilo a Assange

O governo do Equador anunciou oficialmente na manhã desta quinta-feira, por meio de um comunicado do ministro de Relações Exteriores, Ricardo Patiño, que aceitou o pedido de asilo apresentado pelo fundador do Wikileaks, Julian Assange. Além disso, reafirmou que as ameaças do governo britânico de invadir a embaixada equatoriana em Londres para prender o ativista australiano são inaceitáveis.

Esquerda.net, na Carta Maior

O ministro das Relações Exteriores do Equador, Ricardo Patiño, anunciou nesta quinta-feira (16) que o país aceitou o pedido de asilo apresentado há cerca de dois meses pelo fundador do Wikileaks, Julian Assange.

“Há sérios indícios de retaliação por parte de um país ou países que se sentem afetados pela divulgação de informação confidencial [pelo site WikiLeaks], que pode pôr em causa a integridade de Julian Assange ou a sua vida”, disse o responsável pela diplomacia equatoriana.

Patiño afirmou que se fosse extraditado para os Estados Unidos, na sequência da extradição para a Suécia, Assange não teria um julgamento justo e poderia inclusive enfrentar a pena capital. “O sr. Assange não teria um julgamento justo nos EUA e não é inverossímil que lhe fosse aplicado um tratamento cruel e degradante”, disse ainda o ministro.

Patiño reafirmou que as ameaças do governo britânico de invadir a embaixada para prender o australiano são inaceitáveis e explicou que o Equador convocou os diferentes organismos regionais para estudar o que qualificou de ameaça. “Em caso algum se podem aceitar esta chantagem, estas ameaças”, enfatizou.

Londres já tinha comunicado que a concessão do asilo não muda nada, e que o governo britânico tem a obrigação de extraditar Assange para a Suécia. Por outro lado, no documento ameaçador entregue às autoridades equatorianas, o governo britânico afirmou que não daria salvo-conduto ao australiano para sair da embaixada, o que faz prever que a sua permanência no prédio londrino, que à luz da lei internacional é considerado território do Equador, pode eternizar-se.

Na manhã desta quinta-feira, houve incidentes com ativistas britânicos da Wikileaks, que foram retirados de volta da embaixada, quando a polícia reforçou o cerco ao prédio.

As ameaças do governo britânico

A ameaça apresentada pelo governo do Reino Unido de invadir a embaixada do Equador em Londres para prender o fundador da Wikileaks, Julian Assange, é oficial e consta de uma carta entregue ao Ministério dos Negócios Estrangeiros em Quito.

“Recebemos a ameaça expressa e por escrito”, afirmou o ministro dos Negócios Estrangeiros do Equador, Ricardo Patiño, numa conferência de imprensa realizada na noite de quarta-feira, acrescentando considerar esta atitude imprópria de um país democrático, civilizado e que respeita o Direito.

“Se as medidas anunciadas na comunicação oficial britânica se materializarem, serão interpretadas pelo Equador como um ato hostil e intolerável e também um ataque à nossa soberania, que exigirá uma resposta com grande força diplomática”, disse Patiño, acrescentando que uma ação como essa seria um flagrante desrespeito da convenção de Viena sobre as relações diplomáticas e das regras da lei internacional nos últimos quatro séculos.

“Seria um precedente perigoso porque abriria a porta à violação de embaixadas como um espaço soberano declarado”, afirmou o responsável pela diplomacia equatoriana. Sob a lei internacional, as instalações diplomáticas são consideradas território da nação estrangeira.

A decisão do governo do Equador sobre o pedido de asilo apresentado por Assange ao refugiar-se na embaixada será conhecida nesta quinta-feira.

Por seu lado, o presidente da Assembleia Nacional do Equador, Fernando Codero Cueva, convocou uma sessão extraordinária do parlamento para tomar posição sobre a comunicação britânica. No portal da Assembleia, Cueva recorda que “a Constituição da República do seu país condena a ingerência dos Estados nos assuntos internos de outros Estados e qualquer forma de intervenção, seja incursão armada, agressão, ocupação ou bloqueio económico ou militar”. E conclui: “Com base nos princípios constitucionais, Fernando Cordero Cueva, titular da legislatura, qualificou este facto como uma intolerável ameaça britânica”.

O portal da Assembleia disponibiliza um resumo da carta britânica, onde se afirma, entre outras coisas, que, diante da possibilidade de o presidente Rafael Correa conceder asilo a Assange, as autoridades britânicas negarão qualquer salvo-conduto para permitir a saída do australiano da embaixada. Mas as passagens mais significativas da carta são as que se referem a uma possível invasão da embaixada:

• Devemos reiterar que consideramos o uso contínuo de instalações diplomáticas desta maneira incompatível com a Convenção de Viena e insustentável, e que já deixamos claro as sérias implicações para as nossas relações diplomáticas.

• Devem estar conscientes de que há uma base legal no Reino Unido – a Lei sobre Instalações Diplomáticas e Consulares de 1987 (Diplomatic and Consular Premises Act 1987) – que nos permitiria tomar ações para prender o sr. Assange mas instalações atuais da embaixada.

• Sinceramente esperamos não ter de chegar a este ponto, mas se os senhores não podem resolver o assunto da presença do sr. Assange nas instalações, estará o caminho aberto para nós.”



“Não somos uma colônia britânica”

O ministro dos Negócios Estrangeiros do Equador reafirmou que “a entrada não autorizada na embaixada do Equador seria uma violação flagrante da Convenção de Viena”. E sublinhou: “Não somos uma colônia britânica. Esses tempos são passado.”

Julian Assange, fundador do site Wikileaks pediu asilo à embaixada do Equador em Junho para evitar a extradição para a Suécia, onde teria de responder como testemunha a um processo de agressão e violação sexual, de que não foi ainda acusado formalmente. O australiano de 41 anos, que nega os crimes, quer evitar a extradição para a Suécia por considerar que esta seria apenas um pretexto para depois o extraditar para os Estados Unidos.

Em reação às declarações de Patiño, o governo britânico disse que apenas “chamou a atenção do Equador sobre as disposições da legislação britânica, entre elas as garantias sobre os direitos humanos” nos processos de extradição no país e o “status legal das sedes diplomáticas”.

Num comunicado emitido já nesta quinta-feira, a Wikileaks condenou a ameaça britânica. “Uma ameaça desta natureza é um ato hostil e extremo, que não é proporcional às circunstâncias, e é um ataque sem precedentes aos direitos dos cidadãos que procuram asilo por todo o mundo”, afirma a organização.

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75 comentários

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Almir

18 de agosto de 2012 às 10h19

Ô Rodrigo Leme,

No dia em que você for a New York, bater continência pra Estátua da Liberdade, tome cuidado, hein?

Vai que de repente algum agente da imigração lhe confunde com um paquistanês “infiltrado”…ihhhh…

Sabe o que isso significa? No mínimo, uma bela temporada na única “porção livre” da ilha caribenha de Cuba, o campo de concentração de Guantânamo, bebendo água numa privada.

Daí quem finalmente você vai descobrir para que diacho servem os famigerados Direitos Humanos.

Responder

Roberto Locatelli

17 de agosto de 2012 às 13h27

Mas… mas… por que Assange, um jornalista a favor da democracia e da transparência, foi pedir asilo ao Equador? Eu li na Veja que o presidente Rafael Correa é um ditador malvado…

E por que Obama, um homem que é muuuuuito democrático, mandou bloquear as contas bancárias do Wikileaks, na esperança de sufocá-lo?

Responder

    Jose Mario HRP

    18 de agosto de 2012 às 12h46

    Sensacional!

Jorge Vieira

17 de agosto de 2012 às 10h40

Todos estão esquecendo da Austrália. Um país que larga um cidadão australiano à própria sorte não merece ser caracterizado como um país soberano.

A Austrália continua uma colônia britânica.

Se a Inglaterra é o poodle do Império Americano, a Austrália é o carrapato nojento do poodle.

E a Suécia ? Bem, por esse episódio, não passa de um país de prostitutos.

Responder

    MARCELO

    17 de agosto de 2012 às 11h48

    Na Austrália,a primeira-ministra é mulher e de esquerda.
    Igualzinho a Dilma,Bachelet e Cristina Kirchner.

    Mário SF Alves

    17 de agosto de 2012 às 12h13

    E o que tem isso a ver com o imperialismo, com a real politik(de fato)?

    Roberto Locatelli

    17 de agosto de 2012 às 13h23

    Realmente, Cristina Kirchner é de esquerda. Ela é.

RicardãoCarioca

17 de agosto de 2012 às 10h20

Miro Teixeira, estão querendo prender um jornalista, para entregá-lo à Suécia para que esta o entregue aos EUA para que este, por fim, o trancafie e joge a chave fora. Cadê as organizacões jornalísticas para repudiar esse atentado à liberdade de imprensa e de expressão?

Responder

Antônio

17 de agosto de 2012 às 07h57

A Folha, UM JORNAL A SERVIÇO DAS TREVAS, aposta no pior, como sempre:

Episódio Assange faz Equador levantar ‘bandeira anti-imperialista’

Rodrigo Buendia/AFP
O chanceler equatoriano, Ricardo Patiño, disse que o que vinha sendo um “diálogo amistoso” sobre o caso Assange se transformou em “chantagem explícita”

O chanceler equatoriano, Ricardo Patiño, disse que o que vinha sendo um “diálogo amistoso” sobre o caso Assange se transformou em “chantagem explícita”

Quando Julian Assange pediu asilo pela primeira vez na embaixada do Equador, há dois meses, ele havia faltado a audiências na Justiça e tentava postergar o dia em que seria extraditado para a Suécia para responder a acusações de crime sexual.

Naquele momento, o governo de Quito tinha o cuidado de afirmar que não desejava deteriorar suas relações diplomáticas com a Grã-Bretanha. A chancelaria britânica insistiu que desejava uma saída negociada para a saia-justa.

Matéria completa:http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2012/08/17/episodio-assange-faz-equador-levantar-bandeira-anti-imperialista.htm

PS: Eu sei que a matéria não foi produzida na redação da Folha, mas a Folha procura aquelas análises que “defendem o uso da bomba atômica, contra o Equador, óbvio. Leiam a matéria completa e entendam o que eu estou dizendo.

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2012/08/17/episodio-assange-faz-equador-levantar-bandeira-anti-imperialista.htm

Responder

Gilberto

17 de agosto de 2012 às 07h20

Situação interessante essa…

Enquanto as embaixadas dos países “desenvolvidos” davam asilo aos fugitivos perseguidos por países “subdesenvolvidos” TUDO BEM…

Quando a a situação se inverte e o perseguidor são os “de olhos azuis”…

e o protetor tem feições america-precolombina

Responder

carlos dias

17 de agosto de 2012 às 00h41

Diguinho Leme… Menos!!!! pára de ser lambe saco!!! Crime??? transar sem camisinha??? kkkkkkkkkkk quem viu??? tem provas??? kkkkkkkkkk

Bom, se aqui no brazil fosse crime, eu já teria sido condenado a morte!!!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Responder

lucy

17 de agosto de 2012 às 00h36

OEA, cadê vc? Pinheirinho. E aí, OEA?

Responder

lucy

17 de agosto de 2012 às 00h35

Free Assange – Free Bradley Manning

Responder

Gerson Carneiro

17 de agosto de 2012 às 00h16

Logo a Inglaterra que deu guarida a Augusto Pinochet.

É a moral dos Lordes ingleses.

Responder

    Gilberto

    17 de agosto de 2012 às 07h03

    O wiki deveria pesquisar e publicar, quem está ou esteve asilado em embaixadas britanicas e que britanicos ja estiveram sobre asilo em embaixadas…

    lamentável a sensação de impotencia que toma conta de nós…

    é uma luta desigual, uma pessoa contra um pool de intresses que envolve nações, industrias petroleiras, imperios midiaticos…

    “De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.” RB

Urbano

17 de agosto de 2012 às 00h15

Depois enchem a boca para falar em democracia, mas só se for mesmo para inglês ver.

Responder

Tiago Tobias

17 de agosto de 2012 às 00h14

Vejam o documentário sobre o Wikileaks, WikiRebels:

http://www.youtube.com/watch?v=W3p62tAq84M

Tá mal legendado, mas vale a pena ver!

Responder

Marat

16 de agosto de 2012 às 23h45

1) As suecas não são tolinhas (os jogadores de futebol que o digam!), portanto, as duas mocinhas se divertiram com o Assange! O grande problema é que pelo dinheiro sujo dos EEUU muitos até se prostituem!
2) EEUU, Suécia, Inglaterra, França et caterva, sempre falam de governos perigosos, do medo que certos presos possam sofrer maus tratos etc e tal. Vide o caso emblemático do terorista Posada Carrilles, que vive numa boa nos EEUU.
3) Ora, o Equador tem todo o direito de zelar pela vida de uma importante pessoa, que escancarou a hipocrisia de vários governos ocidentais!
Falando em julgamento justo, os terroristas Bush (pai e filho), Tony Blair, Berlusconi, Aznar, Cameron etc., terão algum tipo de julgamento pelos genocídios no Oriente Médio e na África?

Responder

Lukas

16 de agosto de 2012 às 21h16

Ir para uma prisão sueca ou para o Equador? Escolha difícil…

Responder

Wagner

16 de agosto de 2012 às 21h14

Não vão ter culhões de invadir a embaixada. É blefe.

Responder

Gerson Carneiro

16 de agosto de 2012 às 20h52

Nesse momento a situação é a seguinte:

Da Embaixada ao aeroporto de Heathrow, pode ocorrer com Assange o que ocorreu com Jean Charles.

Responder

    Rodrigo Leme

    16 de agosto de 2012 às 21h07

    O duro é o cara falar isso e nem corar de vergonha. Tem hora que é melhor ser cego a ler certas coisas.

    João Paulo Ferreira de Assis

    17 de agosto de 2012 às 19h05

    Você compra integralmente a versão britânica? Eu não compro. Eles são capazes do jogo mais sujo. Exemplo: no Rio de Janeiro havia um secretário da embaixada da Alemanha nazista no Brasil que era impotente. O serviço secreto britânico descobriu isso e espalhou para o Rio de Janeiro todo que o cara não podia manter relações sexuais. E isto, quando a guerra já havia começado, e o Brasil ainda estava neutro. Está no livro do Stanley Hilton, A Guerra Secreta de Hitler no Brasil.

Fabio Passos

16 de agosto de 2012 às 20h20

Injustificável o comportamento da inglaterra fazendo ameaças estúpidas contra uma nação soberana.

É a inglaterra bancando mais uma vez o poodle dos ianques.

Responder

    Rodrigo Leme

    16 de agosto de 2012 às 21h08

    A Itália do Cesare Batisti era sobreana tbm qdo o Brasil decidiu ser revisor de corte internacional, igual aos ingleses…

    Moacir Moreira

    17 de agosto de 2012 às 09h16

    O Brasil é o paraíso dos bandidos e terroristas internacionais, assim foi com Cesare Baptiste e assim também acontece com o senador boliviano acusado de corrupção que está asilado na embaixada brasileira à espera de um salvo-conduto negado pela Justiça da Bolívia.

    João Paulo Ferreira de Assis

    17 de agosto de 2012 às 19h12

    A Itália fez um carnaval danado com o Battisti por causa de quatro mortes, duas delas realizadas no mesmo momento e a quilômetros de distância. Mas já que criminoso tem que ser entregue, porque a Itália não entregou o criminoso de guerra Rodolfo Graziani, responsável pela morte de centenas de milhares de etíopes durante a ocupação italiana daquele país soberano (entre 1936 e 1941)? Graziani era vice-rei da Abissínia (nome da Etiópia na época) e uma das suas proezas foi matar duzentos monges coptas por acusação de que estariam escondendo membros da resistência.

Avelino

16 de agosto de 2012 às 19h15

Assange condenado lá, Zé Dirceu aqui, Lugo no Paraguai, quer dizer a direita está mais que unida.

Responder

    Mário SF Alves

    17 de agosto de 2012 às 13h44

    Unida?!! A direita nunca esteve desunida. Todos falam a mesma língua: o lucro acima de tudo. Só uma motivação. Nada de ideal; nada de altruísmo; nada de idealismos; nada de nada. A direita é só propósito! Suas crises, se necessário, se resolvem ou, com mais crise, ou com engodo ou com repressão. As concesões feitas aos que lhe são opostos são apenas para alívio de pressão, nada mais.
    A esquerda, por sua vez, via de regra – e infelizmente – movida pelas contradições inerentes à praxis da direita, é a eterna Torre de Babel. Seu tecido é colcha de retalhos, constituído por um sem número de grupos, correntes ou facções. E, pior, não tem teoria que dê jeito nisso. É a vida sob eterna controvérsia. Nem Marx – que abriu as entranhas do capitalismo – teve como garantir-lhe uniformidade de ação. E, pasme, ainda assim, a esquerda (retocada/amansada/civilizada/corrompida ou coisa que o valha), conquista governos. Até no Brasil. Esse gigantesco, riquíssimo e subdesenvolvido país, historicamente construído para ser eterna repetição da velha matriz Elite-Casa-GrandexPovo-Senzala.

Bernardino

16 de agosto de 2012 às 19h03

Ele deveria ter se asilado na embaixada Chinesa aí sim queria ver os piratas ingleses ameaçarem invadir a grande china Lembro-me em 1981 o DEng Xiao Ping presidente Chines se encontrou com a Cadela TATCHER,metida a valente e disse:Vamos querer HONG KONG de volta,uma princesa com colar de diamantes,a cadela se estrebuchou e DENG falou é terriotorio nosso,damos um prazo a vocês de 15 anos para nos devolver,caso contrario ocuparemos a ILHA.A PERUA pediu um prazo pra resposta e acabou cedendo,sabia que o DRAGAO Chines ia acabar engolindo e desmoralizando eles.
POR uma fazenda de BODES,as Malvinas,eles vieram guerrear aqui simplismente devido Argentina nao possuir armas Nucleares e no Brasil viriam tambeem,pois aqui a MILICADA covarde se entregariam rapidinho a eles fiel ao DNA portugues fraco.Algumas exceçoes como o PRES GEISELapesar de alemao patriota e guerreiro,Getulio estadista,Brig MOntenegro e outros que fundaram o ITA.

Responder

ZePovinho

16 de agosto de 2012 às 18h51

http://ponto.outraspalavras.net/2011/01/18/wikileaks-a-vez-dos-paraisos-fiscais/

Wikileaks: a vez dos paraísos fiscais?
By
Antonio Martins
– 18 de janeiro de 2011

Diretor de banco entrega a Assange dados de evasão de impostos que podem comprometer autoridades e multinacionais

“O homem comum precisa saber como funciona o sistema [que permite aos ricos e às grandes empresas livrar-se do pagamento de impostos]. Sei como ele funciona. Estive ali e conheço o dia a dia do negócio”. Com estas palavras, o suíço Rudolf Elmer, ex-diretor do banco Julius Balmer, entregou ontem, a Julian Assange, um vasto acervo arquivos eletrônicos que podem comprometer autoridades e grandes empresas.

O ato, celebrado no Front Club de Londres e aberto à imprensa, pode recolocar em foco um dos aspectos mais sombrios da globalização: os paraísos fiscais, territórios utilizados pelo grande capital e por grupos criminosos para ocultar operações ilegais e sonegar tributos. Elmer atuou num destes pontos. Entre 1995 e 2002 ele foi o responsável pelas operações do Balmer nas Ilhas Caiman. Desde então, procura debater com governos, universidades e centros de estudos econômicos maneiras de enfrentar tais “paraísos”. Criou um site pessoal dedicado ao tema. Mas enfrenta enormes obstáculos. Em 2005, a justiça suíça obrigou-o a cumprir 30 dias de cárcere, por revelar segredos bancários. No final do mês, deverá voltar a uma corte em seu país, sob idêntica acusação.

Elmer enxergou no Wikileaks uma forma de dialogar diretamente com a opinião pública. Embora o site de que Assange é referência tenha se notabilizado em 2010 por revelar relatórios diplomáticos norte-americanos, ele não se limita a isso. É uma plataforma protegida, na qual detentores de sigilos que incomodam o poder podem fazer revelações (veja nossa matéria). Antes de publicadas, as informações são verificadas exaustivamente, por uma equipe de redatores e um batalhão de voluntários. Por isso, Assange não quis adiantar nada, ontem, sobre o conteúdo dos arquivos que recebeu.

Os paraísos fiscais caracterizam-se por cobrar impostos reduzidíssimos sobre as operações financeiras lá realizadas; e por protegê-las de investigações. Existem há décadas, mais multiplicaram-se com a globalização financeira. Como são territórios minúsculos, com populações muito pequenas, mantêm padrão de vida elevado, mesmo tributando muito pouco. A luta contra eles cresceu em todo o mundo ao longo da última década. Movimentos como o ATTAC e o Tax Justice International passaram a questionar o motivo de as sociedades permitirem sua existência, quando sabe-se que suas finalidades básicas são acobertar atos ilegais. Na Biblioteca Diplô há um dossiê sobre eles. http://diplo.org.br/+-Paraisos-Fiscais-+

Responder

Pitagoras

16 de agosto de 2012 às 18h47

La loi c’est moi! Lei, ora a lei…Na atualidade tenebrosa, o governo corporativo norte-americano, seja republicano ou democrata, segue somente esta cartilha: a lei só é respeitada se for ao encontro de seus interesses, no que é secundado pelas nações-fantoches, no caso presente, Grã-Bretanha, Suécia.
Por falar em Suécia, insisto em que Julian Assange e Bradley Manning sejam indicados para o Prêmio Nobel da Paz, já!

Responder

E. S. Fernandes

16 de agosto de 2012 às 18h11

Força Correa; força Assange

Ambos são estupradores: estupram continuamente a hipocresia do império.

O pig não defende a liberdade de imprensa se a imprensa estiver ao lado da humanidade e contra os 1%, como a imprensa de Assange está.

A América não é o espaço da liberdade. O sonho americano é uma fraude. um blefe. Aquilo é uma ditadura.
É, antes, o ponto máximo, o paraíso de um tipo de neofascismo.
Artimanhas, mentiras ventriculadas aos 4 cantos do mundo desde a guerra contra a Espanha, no fim do século XIX, até a mais recente guerra, contra a Líbia e Síria. Mentira e/ou manipulação do império para suas guerras permanentes.

Força Assange!

Responder

Caracol

16 de agosto de 2012 às 16h51

E a tal liberdade de imprensa, ninguém vai defender nesse caso? Nem os USA, nem os ingleses e suecos, nem o PIG e nem o Miro Teixeira? Cadê os “defensores” da liberdade de imprensa? A imprensa só pode ser livre quando defende seus interesses? Para o Wikileaks não tem liberdade de imprensa?
Vão ser hipócritas assim na PQP.

Responder

Renato

16 de agosto de 2012 às 16h39

Para que Assange possa sair da Inglaterra em direção ao Equador precisará de salvo-conduto para poder sair da sede da embaixada do Equador até o Aeroporto. OS Britânicos recusarão o pedido do Equador no SalvoConduto.
Eu espero que invadam a Embaixada. Que a Unasul use as forças militares para tomar as Ilhas Falkland e daí leva uma surra dos Ingleses e Americanos.

Responder

    João Paulo Ferreira de Assis

    16 de agosto de 2012 às 19h29

    Torcer pelos bandidos norte-americanos e ingleses é típico dos tucanos de papo auriceleste.

Rodrigo Leme

16 de agosto de 2012 às 16h35

Julian Assange tornou-se inimputável de qualquer crime. Esse é o resumo da ópera. Caminho perigoso esse…

Responder

    Almir

    16 de agosto de 2012 às 19h49

    Se algum dia você for a Londres, torça, mas torça mesmo, pra que a Scotland Yard não lhe confunda com algum paquistanês “vinculado à Al-Qaeda”.

    altemar

    16 de agosto de 2012 às 20h07

    Até que parece mesmo…
    e essa olhadela pra cima?

    Rodrigo Leme

    16 de agosto de 2012 às 21h10

    No dia que cometerem um crime contra você, torça pra que o criminoso não seja alguém protegido por interesses políticos.

    O Policarpo ser protegido pela liberdade de imprensa ao cometer crime comum é “um absurdo”. usar a mesma para proteger Assange é “progressismo”. Aí sim, hein?

    Jair de Souza

    16 de agosto de 2012 às 21h17

    Estimado Almir, não dá para ter a mínima ideia de qual é a verdadeira cara dos trolls que atuam em defesa das oligarquias e do imperialismo por aqui e nos demais blogs progressistas. Via de regra, os rostos que eles colocam ligados a seus comentários não têm nada a ver com o que eles são em realidade. Eles têm verdadeiro pavor a serem reconhecidos, por isso, é muito provável que o troll em questão possa passear tranquilo por Londres ou Nova Iorque. Ou seja, é muito possível que seja portador do característico biotipo dos povos originários das nações ditas “superiores”. Do contrário, teríamos de considerar que tais elementos estão dotados de forte sentimento de autoflagelação.

    Rogério

    16 de agosto de 2012 às 21h56

    Você tem razão: com a cara que esse sujeito tem, vão manda-lo tirar até as cuecas na imigração. Ele merece.

    Scan

    16 de agosto de 2012 às 22h21

    Confundir isso aí com um paquistanês?
    Com um pequinês, pode até ser. Alem disso, com essa cara, um pequinês meio abestado.

    Marcelo Rodrigues

    16 de agosto de 2012 às 23h19

    Qual foi o crime mesmo?

    Vamos resumir de verdade a ópera, pedindo perdão aos demais leitores pelo que vier de chulo: duas malandras tiraram as calcinhas e o que se desvelou foi a cara de cu da Inglaterra, EUA, Suécia e Austrália.

    Mário SF Alves

    17 de agosto de 2012 às 14h17

    Quase sempre leio seus comentários. Talvez porque eu ainda alimente alguma esperança na força da dialética na superação de certos engaços ideológicos. Argumentação por argumentação, às vezes é mera perda de tempo, ou, quem sabe, distração para acéfalos do PiG. Mas, convenhamos, essa coisa de comparar o Assange ao Policarpo, passou dos limites. É fazer tábula rasa demais. É ser tendencioso demais. Ou não?
    Em tempo: sobre a força da dialética, claro, tal poder apenas se concretiza quando seu exercício, de fato, se torna possível. O que pressupõe a existência de sujeitos e interesse recíproco. O problema é que, nessa medida, a relação tem de ser entre iguais. Mas…

abolicionista

16 de agosto de 2012 às 15h34

Nossa, pensei que esse tipo de perseguição só ocorresse em regimes totalitários de esquerda? O que aconteceu com a democracia? (As perguntas, vale observar, são meramente retóricas…).

Responder

Teco

16 de agosto de 2012 às 15h20

A rainha Elizabeth, e seus principes, sempre tão acostumados a vassalagem, novamente na posição de quatro para os (des)mandos
norte americanos.Que vergonha.

Responder

    Gersier

    16 de agosto de 2012 às 18h59

    E por acaso ousariam desfiar o dono do canil,que alguns abestalhados chamam de “a maior democracia do mundo”?
    Cadelinhos domados que são “pela maior potência” do planeta,segundo outros abestalhados,fazem de tudo para agradar o tal “tio”.
    Nao viu o que escreveu um deles aí em cima sobre a UNASUL?

Alice

16 de agosto de 2012 às 14h33

Se o Assange é culpado ou não dos crimes que é acusado, não tenho condições de avaliar, mas certamente é um perseguido político.

Copiando um comentário que vi em um blog de uma mulher que trabalha em uma ong que dá assistência a vítimas de estupro:

“Nunca vi tanto empenho para prender um estuprador”

Responder

    João Paulo Ferreira de Assis

    16 de agosto de 2012 às 19h36

    No comentário do senhor Maurício Campos, que foi feito utilizando Facebook, consta que na Suécia o ato de praticar sexo sem o uso de preservativos é equiparado a estupro. É um caso de estupro presumido, como o que temos no nosso ordenamento jurídico. Aqui o estupro presumido se caracteriza quando a paciente da relação tem 14 anos ou menos,não importando se foi consensual. Na Suécia é quando se faz sexo sem proteção.

Ailson Lima

16 de agosto de 2012 às 14h27

Se invadirem a embaixada do Equador, deve ser interpretado como um ataque a todos os países da UNASUL.

Juntos nós resistimos, separados nós caimos.

Responder

Julice

16 de agosto de 2012 às 13h41

Meu, Deus. Esse Assange está colocando o pobre Equador numa situação perigosa. O Equador vai ter que enfrentar os imperialistas pra defender alguém que não tem nada a ver com o eles?

Assange não tinha o direito de colocar o Equador nesse fogo cruzado.
Porque não pede asilo no Japão, na Rússia ou na China que são países poderosos? Espero que não venha pra cá. Já temos problemas demais.

Responder

    Jair de Souza

    16 de agosto de 2012 às 15h18

    É verdade, temos inúmeros problemas. Um dos piores é ter gente com mente colonizada que acha que devemos aceitar toda e qualquer ofensa para não desagradar aos senhores do Império.

    Julice

    16 de agosto de 2012 às 16h34

    Eu sabia que ia aparecer um “joão-sem-braço” pra me agredir.
    O que o Equador tem a ver com as denúncias contra o Tio Sam?
    Porquê colocar um país pobre nessa sinuca de bico?
    Porque os grandes não quiseram se envolver?
    Porque não pediu asilo em seu próprio país?

    Assange infringiu a lei, invadiu, hakeou e se meteu onde não devia. Então ele tem de assumir as consequências e parar de envolver outros países no joguinho dele. Quem brinca com fogo acaba se queimando.

    Se você não percebeu por que não quis, estou defendendo o Equador que está comprando briga de arianos e se metendo em briga de cachorro doido.

    Eles que são grandes que se entendem.

    José Ruiz

    16 de agosto de 2012 às 16h09

    Brasil não tem terremoto, maremoto, vulcão.. mas o povinho..

    Jair de Souza

    16 de agosto de 2012 às 19h09

    Novamente, é verdade. É muito difícil para um defensor dos interesses dos imperialistas entender que a solidariedade faz parte do dever de todo ser humano. E não venha com esse papo furado de que quer defender o Equador. Você quer mesmo é defender o império e tentar condenar alguém que revelou ao mundo muitos dos crimes miseráveis cometido contra a humanidade por esse império. E não tem nada de “joão-sem-braço”, a coisa éstá muito clara.

    Julice

    16 de agosto de 2012 às 20h25

    Pior que um reaça burro, é um esquerdista cego.
    Defensora de imperialista deve ser a sua imagem no espelho.

    Estou defendendo o Equador.
    Tem que desenhar, zifio?

Geysa Guimarães

16 de agosto de 2012 às 13h17

Julian Assange estuprou, sim: a caixa-preta dos EUA.

Responder

Leo V

16 de agosto de 2012 às 13h15

O caso do Assange guarda muitas semelhanças com o de Cesare Battisti. Sempre a perseguição política é feita com base em supostos crimes comuns.
Porém do caso de Assange é o Estado mais poderoso do mundo que o persegue. E nesses casos os EUA não costumam levar em conta manifestações contrárias a seus atos.
É preciso muita mobilização no mundo inteiro.

Esse caso deixa mais do que claro, se preciso fosse, que liberdade, acesso a informação e direitos civis e humanos são palavras mortas no Ocidente.

Responder

RicardãoCarioca

16 de agosto de 2012 às 12h51

Mas olha que o poodle dos americanos é raivoso, rapá! Que abacaxi, heim, Correa?

Responder

José Balbino Almeida

16 de agosto de 2012 às 12h50

O Reino Unido não vai inavadir a Embaixada do Equador, vai apenas prender e extraditar Julian Assange para que ele responda por seus crimes caso ele tente sair de lá.

Não vejo nada de mais nesta atitude.

Responder

    RicardãoCarioca

    16 de agosto de 2012 às 13h07

    Ele cometeu crime (que aqui não seria, mas tudo bem, lá é) na Suécia e está claro que este país irá entregá-lo para os EUA, que esse sim, quer trancafiá-lo e jogar a chave fora sob a justificativa ‘mil-e-uma-utilidades’ da segurança nacional.

    Portanto, Reino Unido e Suécia já dão sinais de abertura de pernas para os EUA. Típico.

    Fred

    16 de agosto de 2012 às 16h50

    Não há sequer acusação formal contra Assange na Suécia, cujo sistema judiciário para fazer uma acusação formal,que no caso dele onde há muitas dúvidas… tem antes que tomar o depoimento de Assange, acontece que a Suécia exige tomar seu depoimento em território sueco.

    E porque assange não vai? como dizem, “quem não deve não teme”…

    Digo porque Assange não quer ir a Suécia:

    1- Autoridades do Equador conversaram com as da Suécia, pedindo que Assange fosse questionado na Inglaterra , na embaixada, os suecos se negaram…

    2- Em face disto, a diplomacia equatoriana, para poder mandar Assange para a Suécia, pediu garantias de que ele não seria extraditado pra o EUA, a Suécia se negou a dar estas garantias!

    3- A mulher (só uma , a outra retirou a queixa..) que acusa Assange, tem claras ligações com a CIA, através de envolvimento com os “contras”, cubanos de Miami…

    4- A Suécia já tem precedentes, violando seu próprio sistema, sem o devido processo legal, já mandou pessoas procuradas pelo governo estadunidense, de forma oculta e ilegalmente, para o EUA, para Guantânamo…

    Assange é sem sombra de dúvidasa um jornalista, DOS BONS…Sofrendo perseguição política do império.

    André Dantas

    16 de agosto de 2012 às 13h25

    Não é isto que está escrito pela Chanceleria inglesa endereçada a Chanceleria equatoriana. Os termos do documento já foram revelados e a ameaça é clara de invasão.

    Maria Libia

    16 de agosto de 2012 às 14h05

    José Balbino, nem pode. Para isso existe o termo internacional que vc deve ter lido no comentário acima. Deixe de ser entreguista. Pense se o Equador fizesse o mesmo, ameaçando a Inglaterra? Eles iriam usar o pretexto para invadir o Equador, pois os EUA e a Europa jamais permitiriam isso. Entenda que, por ex.:, a Embaixada do Brasil é território Nacional. Não pode ser invadida. Pessoas como vc me dão medo, pois acham normal uma atitudes como essa da Inglaterra. A 3a.frota americana está baseada no Sul do Atlântico. Por que isso? Será que é por causa do Pré-Sal. Se vc acha que os invasores iriam lhe tratar bem é só ver o exemplo da África do Sul, no tempo dos boers, de Portugal que nos roubou, e mesmo o da Inglaterra que fez a guerra do ópio contra a China, porque o Imperador não queria mais que se traficasse o ópio. Estude história, pois quem não tem história volta a repetir o mesmo erro.

    Lucas Parente

    16 de agosto de 2012 às 15h45

    Falou e disse.

    O que acontece com Assange é o retrato perfeito daquilo que está reservado para quem desafia o poderio norte americano.

    Um circo armado para tentar destruir o “inimigo” da nação estadunidense.

    Deixemos de ser hipócritas: Invasão de embaixada é ato de agressão e ponto final.

    Ou então, rasguemos a lei e voltemos à barbárie.

    Parabéns, Maria.

    Parabéns, Equador.

    Liberdade a Assange.

    Jotace

    16 de agosto de 2012 às 16h36

    Prezada Maria Líbia,

    Brilhante o seu comentário. Parabéns! Cordial abraço, Jotace

    Gersier

    16 de agosto de 2012 às 19h10

    Quem assistiu o filme Avatar vai lembrar da frase do brutamontes:
    Se não concordarem,(no caso os nativos entregarem as riquezas das suas terras), “inventamos” um problema para torna-los nossos inimigos e aí partirmos pra guerra.

MARCELO

16 de agosto de 2012 às 12h35

Nessas horas,o Roger Abdelmassih deve estar levantando as
mãos pro céu e dizendo:ainda bem que eu não sou sueco!!!!

Responder

Jose Mario HRP

16 de agosto de 2012 às 12h32

De forma firme e sem medos o chanceler equatoriano deixou claro que o Equador não admitirá atitudes por parte da Grã Bretanha que infrijam o direito internacional!
Os europeus jamais aprendem?
Hoje já não podem fazer oque quiser e ficar impunes!
VIVA Julian Assnge!
LIBERTEM JULIAN ASSANGE!

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