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Domínio Público: A construção da cidade despolitizada


20/09/2012 - 16h56

Via Telêmaco Montenegro, no Facebook

Link para contribuir com o filme: aqui.

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14 comentários

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Pedro Ribeiro

29 de outubro de 2012 às 14h36

Azenha,

Conseguiu apurar algo novo a respeito deste assunto ?
Que tal fazer um novo post com um título mais interessante, caso o assunto realmente seja sério.

Responder

Apavorado por Vírus e Bactérias

23 de setembro de 2012 às 12h25

Aqui em São Paulo a situação é mais trágica. Eles botam fogo nas comunidades e pessoas morrem e pessoas perdem tudo. E o povo acha que pega fogo devido à precariedade. O analfabetismo político cresce cada vez mais e o PT, o único partido que poderia mudar esse estado de coisas só quer ganhar eleição. A periferia está ao deus dará. É por isso que Russomano vence. As pessoas, como não sabem quem são os partidos, não entendem de ideologia e nem conhecem os candidatos, votam experimentando esse e depois aquele. E assim vão sendo dizimadas gerações de meninos e meninas, jogadas nos braços do tráfico de drogas. Enquanto a direita permanece no poder, tratando o povo como lixo, empurrado para buracos, a mercê da violência policial, do tráfico, da ignorância e miséria.

Responder

    Log

    24 de setembro de 2012 às 10h44

    Retrato mais perfeito de São Paulo que eu já li!

    Estou prestes a me mudar.

abolicionista

21 de setembro de 2012 às 14h30

Muito bom! vou divulgar!

Responder

Laura e Julio Silveira: A despolitização da periferia « Viomundo – O que você não vê na mídia

21 de setembro de 2012 às 13h47

[…] por Laura, em comentário no blog […]

Responder

Julio Silveira

21 de setembro de 2012 às 12h01

A despolitização é um processo marqueteado dia a dia, pelos intrumentos da ignorância, nominados como midia corporativa.
Eles religiosamente pregam o afastamento dos cidadãos, os principais agentes da mudança, pintando quadros negros e apocaliticos da politica nacional. Dissociando o cidadão de sua representação como se não fossem uma coisa só. É uma estratégia muito bem sucedida, que muitas vezes parece articulada com elementos da propria politica, que parecem ter que fazer prova para torna-la coisa para amorais e aéticos. O que atende aos interesseiros desse sistema, que conduzem opiniões. Apesar de terem sido diagnosticados com um mal a ser combatidos para o bem da sociedade a tempos, continuam a perpetuar , com ajuda.

Responder

laura

21 de setembro de 2012 às 08h17

Despolitizada é apelido.
Durante a ditadura militar a periferia era politizada, havia a igreja e os partidos de esquerda que agiam clandestinamente.
Era o que se chamava “trabalho de base”. a esquerda estava enfronhada e distribuida em redes micro-espraiadas no país. E a população tendo espaços para pensar a sí mesma. Assim também ans fábricas, nos sindicatos.
Isso acabou. O PT hoje é um partido “eleitoral”.
A dita militância é uma palavra vazia.
Quem faz hoje “trabalho de base” nas periferias metropolitanas e no país- nas pequenas cidades, alastrado- e organiza a população- são as igrejas evangelicas.
É isso o que dfaz o sucesso do Russomano nas eleições paulistanas.
Ou seja, há que ter esquerda e esquerda atuante no mundo do real, não nas estruturas administrativas ( apenas). Cadê os movimentos sociais. Há alguns expontaneos, que começam a crescer. Organização só tem MST e UNE . Sindicatos- cindidos entre governismo e PSTus e Psois da vida . E olhe lá.

Responder

Marcelo Teixeira

21 de setembro de 2012 às 07h31

Começo dizendo que sou absolutamente cotrário as remoções a escessão dos imóveis em áreas de risco e que esses moradores devem lutar sim por isso..
O que me deixa dúvidas?
Francamente, usar entrevista feita pelo Augusto Nunes?
Esse Facistão é uma das muitas faces do Jornalismo de direita.
Usar um estrangeiro que quer defender que onde conseguirá comprar algo “com esse visual”?
E o Romário?
Excelente jogador mais não podemos esquecer que essa preocupação social que é recente não foi adotada com as ex-esposas com quem tem filhos na partilha durante as separações.

Acho que a Prefeitura devia e podia ter discutido e apresentado `as comunidades envolvidas.
Curioso:
Porque antes das Criticadas UPPs essas pessoas não produziram esse filmete nessas áreas?
Certamente porque o Tráfico impedia.
Acho legítimo o sentimento de que há outras formas de se fazer. Mas da forma como está posta a questão me parece mais que essa é uma peça publicitária da Campanha de Freixo.
Acho que ele tem uma boa formação mas tem contra si ter feito aquela saída espetacularizada qdo “demonstrava medo das milícias”, que passou uma sensação de medo aos eleitores e não ter massa crítica de vereadores para sustentar seu governo numa situação de ser eleito; ficaria dependente de compor para governar, o que me parece contra o DNA do PSOL.
Acho que pegaram uma causa legítima mas infantilizam o entendimento dos eleitores.
Repare que esses lideres comunitários jamais foram para a frente das Cameras qdo essas áreas eram dominadas pelo Tráfico, Trafico esse fortemente armado e extremamente Violento.
Sugestão ao Freixo:
Trabalhe e se prepare mais para no Futuro ocupar o Palácio da Cidade.
Se concentre em fazer vereadores para em futuro breve começar a influenciar na Politica e na administração do Rio.

Responder

    Daniel Faria

    21 de setembro de 2012 às 09h56

    Acho que ninguém é contra as UPPs. O que o Freixo critica (não só nesse vídeo, mas sempre que pode) é o mapa das UPPs, e ele também diz que as UPP tem que ser mais que mera ocupação policial.

    As UPPS não são ruins. Mas podiam ser muito melhores.

    PS: Pena que o Romário (que é um ótimo deputado) ficou só no discurso e está apoiando o Paes…

Lu Witovisk

21 de setembro de 2012 às 07h07

É isso ai, não tem empresario bonzinho… é o Eike com a especulação imobiliaria e o Bill Gates com vacina no Brasil, na Africa….

Querem acabar mesmo com o povo, escravizam e matam.

Divulgado!! Galera daqui do Rio tem obrigação de repassar esse video, eleição tá ai na porta.

Responder

    Mariac

    21 de setembro de 2012 às 12h21

    Que é isso de Vacina? Fiquei curiosa.

Porco Rosso

20 de setembro de 2012 às 22h43

O povo carioca só tem uma saída.

“Não ataca, não abusa, não sufoca que eu não deixo…”

Responder

MdC Suingue

20 de setembro de 2012 às 19h37

Higienismo é higienismo, quer seja em Sao Paulo, quer seja em São José dos Campos, quer seja no Rio.

Responder

    Luís

    20 de setembro de 2012 às 20h22

    No Nordeste também?

    Em especial aquelas feitas pelo queridinho dos “progressistas”, Eduardo Campos.


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