VIOMUNDO

Diário da Resistência


Denúncias

Como nós somos bonzinhos, eles nos vendem o Super Hornet


15/03/2011 - 20h30

C O N F I D E N T I A L SECTION 01 OF 03 BRASILIA 001094

SIPDIS

STATE FOR T, WHA AND PM. OSD FOR USD AT&L

E.O. 12958: DECL: 08/15/2019
TAGS: PREL MASS BR
SUBJECT: BRAZIL FIGHTER COMPETITION: UNDER SECRETARIES, VISIT BUILDS MOMENTUM FOR BOEING

REF: A. BRASILIA 795
¶B. BRASILIA 659
¶C. BRASILIA 34

Classified By: Charge d’Affaires Lisa Kubiske. Reason: 1.4(d)

¶1. (C) Resumo. Ao mesmo tempo em que o assessor de segurança nacional Jones destacou a importância da parceria entre Estados Unidos e Brasil (reported septel), a subsecretária de Estado para Segurança Internacional e Controle de Armas Ellen Tauscher e o subsecretário de Defesa para Aquisições, Tecnologia e Logística Ashton Carter tiveram extensas reuniões de 4 a 6 de agosto com lideranças brasileiras, inclusive os ministro da Defesa e das Relações Exteriores, o assessor presidencial para Assuntos Internacionais e o comandante da Força Aérea, em defesa da proposta dos Estados Unidos para fornecer ao Brasil a próxima geração de aviões caças.

U/S Tauscher entregou uma carta da secretária [de Estado Hillary] Clinton às suas contrapartes brasileiras garantindo o apoio do Departamento de Estado. Como notado em ref e outros telegramas, o Brasil faz tempo está preocupado com a disposição dos Estados Unidos de transferir tecnologia.

A visita das duas autoridades do USG responsáveis por decisões sobre transferência de tecnologia veio numa época oportuna, no momento em que o GOB prepara  uma decisão final. Como resultado, o chefe da Força Aérea Saito anunciou que a decisão seria adiada para a metade de setembro, uma data-chave, já que o presidente francês Sarkozy planeja visitar o Brasil em 7 de setembro, quando o conventional wisdom espera uma decisão favorável às aeronaves francesas. Embora a visita dos subsecretários tenha dado impulso em favor dos Super Hornet da Boeing, ainda há considerável apoio político aos franceses, e um grande lobby associado à visita de Sarkozy é esperado. Levar o F18 à linha de chegada vai requerer continuado esforço do USG. O post recomenda tentativas adicionais de contato de alto nível com brasileiros-chave no processo de decisão — inclusive o presidente Lula — e a preparação de uma estratégia de relações públicas para enfrentar possível desinformação no momento em que a decisão se aproximar. FIM DO RESUMO.

¶2. (C) De acordo com contatos brasileiros, a discussão de 9 de julho entre os presidentes Obama e Lula sobre a compra de caças pelo Brasil energizou a proposta dos Estados Unidos. Enquanto o Brasil tinha previamente mostrado ceticismo sobre o apoio dos Estados Unidos à transferência de tecnologia , as garantias do presidente abriram a porta para o USG apresentar sua proposta. Enquanto [James] Jones do NSA [assessor de segurança nacional] ofereceu uma visão ampla da parceria Estados Unidos-Brasil, os subsecretários Tauscher e Carter levaram adiante a tarefa da defender a proposta da Boeing. O papel da U/S Tauscher foi vital já que foi a primeira vez que autoridades brasileiras que tomarão a decisão sobre qual avião comprar ouviram de uma autoridade senior do Departamento de Estado que o USG tinha aprovado a necessária transferência de tecnologia (veja em ref b a discussão sobre as dúvidas do Brasil sobre o Departamento de Estado).

¶3. (C) Em suas reuniões com líderes brasileiros, a mensagem de Tauscher e Carter foi consistente: os Estados Unidos estão interessados em uma parceria com o Brasil. A venda dos caças é apenas um aspecto dela, embora a maior interoperacionalidade resultante da venda dos caças dos Estados Unidos vá fazer avançar a cooperação. Tauscher destacou o ponto de que os Estados Unidos valorizam sua relação com o Brasil, como evidenciado pela natureza sem precedentes de algumas decisões em relação ao Super Hornet, em particular a autorização para integrar armas manufaturadas no Brasil.  Como a autoridade responsável pela palavra final sobre controle de exportações, Tauscher disse que futuras decisões relativas ao Brasil receberiam cuidadosa consideração em termos de como ajudar um governo amigável.

Sobre a decisão dos Estados Unidos de negar a retransferência de peças controladas pelo USML do Super Tucano brasileiro para a Venezuela, ela indicou que a decisão tinha sido tomada pelo governo anterior para negar as aeronaves à Venezuela, mas sem considerar os efeitos no Brasil. Ela afirmou que futuras decisões relativas ao Brasil levariam mais em conta os interesses do Brasil e incluiriam consultas com o GOB quando apropriado. Tauscher notou que a segurança nacional e a segurança econômica são inseparáveis e que um acordo entre o Brasil e a Boeing não apenas aumentaria a segurança do Brasil mas resultaria em importantes benefícios econômicos. O Super Hornet, ela disse, é o melhor caça multitarefa no mundo e atende ou excede os requerimentos do Brasil, ao mesmo tempo dando uma base segura para a parceria chave dos Estados Unidos com o Brasil.

¶4. (C) USD/ATL Carter destacou a crescente proximidade das indústrias de defesa dos Estados Unidos e do Brasil. Com as indústrias se tornando mais interdependentes, tais parcerias trazem benefícios adicionais para todos os lados. Notando que a estratégia de defesa do Brasil (ref c) liga modernização da defesa com desenvolvimento nacional, Carter disse que a parceria com os Estados Unidos ajudaria o Brasil a atingir seus objetivos estratégicos. Carter disse aos brasileiros que ele dirigia o comitê que toma as decisões-chave sobre tecnologia. Porque o Brasil é um país amigável, com um setor de aviação bem desenvolvido e um bom histórico de segurança tecnológica, não havia motivo para não aprovar transferências para o Brasil. A Boeing está oferecendo um grande compartilhamento do projeto que criaria uma oportunidade para o Brasil participar do desenvolvimento do F18, criando empregos para a indústria brasileira durante o ciclo de vida das aeronaves. Finalmente, Carter notou que as transferências de tecnologia se tornariam mais fáceis com o passar do tempo e a experiência.

¶5. (C) O ministro da Defesa Jobim disse que informações dadas pela equipe Tauscher/Carter eram importantes e mereciam consideração cuidadosa, ao mesmo tempo repetindo sua visão (see ref a) que a transferência de tecnologia seria chave para a decisão brasileira.  Jobim disse a Tauscher privadamente que ele acredita que a Boeing deveria ter first refusal na venda e que ele via os Estados Unidos como principal parceiro do Brasil.  Ele também lembrou que uma decisão final seria tomada pelo presidente Lula e que ele não sabia qual será a posição de Lula, um ponto que ele destacou em sua conversa de 7 de agosto com o embaixador Sobel.

¶6. (C) O comandante da Força Aérea Saito chamou as garantias de alto escalão sobre a transferência de tecnologia de “música para meus ouvidos”. Seu objetivo na competição é posicionar a Força Aérea Brasileira (e a indústria de aviação do Brasil) para um “salto tecnológico”. Saito elogiou os esforços do presidente Obama com o presidente Lula para dar garantia de apoio do USG. Ele também deixou claro que o Brasil espera que uma quantidade significativa do trabalho de integrar armas brasileiras no FX2 seria feita no Brasil, uma exigência que vai criar dificuldades práticas para qualquer fabricante.

COMENTÁRIO DA EMBAIXADA: Saito é um ex-piloto e está crescentemente claro que ele vai favorecer o avião mais capaz — o Super Hornet. FIM DO COMENTÁRIO.

¶7. (C) Durante o encontro com o ministro das Relações Exteriores Celso Amorim, U/S Tauscher entregou em mãos uma carta da Secretária garantindo que o Departamento de Estado tinha aprovado todas as transferências de tecnologia necessárias à proposta de venda. Em resposta às preocupações de Amorim sobre o banimento da revenda dos Super Tucanos brasileiros, ela assegurou a ele que não havia banimento, que o governo anterior tinha cometido uma “gafe” ao não considerar os interesses do Brasil quando rejeitou a venda para a Venezuela, e que no futuro tais decisões seriam feitas caso-a-caso, com um olho no significado das vendas para nossa crescente parceria bilateral.

U/S  Tauscher também se encontrou com o presidente da Embraer Frederico Currado e o informou sobre a carta da Secretária e o compromisso do USG de atender às demandas brasileiras de transferência de tecnologia. Currado foi claro de que acreditava que a parceria com a Boeing era de interesse da Embraer e teria significativos benefícios de longo prazo para a compania.

O senador brasileiro Heráclito Fortes, um apoiador da proposta da Boeing e segundo na liderança do Senado, também acredita que as garantias do USG sobre transferência de tecnologia serão importantes mas se negou a especular sobre as chances da Boeing na decisão final, notando que havia pouca confiança nos Estados Unidos entre os assessores do presidente Lula

¶8. (SBU) A visita da U/S Tauscher recebeu cobertura fortemente positiva da mídia brasileira. Uma reportagem do Estado de S. Paulo em 6 de agosto destacou a importância da parceria Estados Unidos-Brasil e as garantias de transferência de tecnologia dadas pela Secretária.  Estes pontos foram destacados por outros meios, embora a cobertura tenha de alguma forma sido encoberta por notícias sobre as supostas bases dos Estados Unidos na Colômbia. Continua a existir grande interesse da mídia em no texto da carta da Secretária. Ao mesmo tempo, estamos vendo o início do contra-ataque dos competidores da Boeing na imprensa, em duas frentes: primeiro que o Super Hornet, embora altamente capaz, seria muito caro’; segundo que, como o F18 está em operações atualmente, sua tecnologia está “congelada”, não dando ao Brasil a oportunidade de participar do desenvolvimento tecnológico.

COMENTÁRIO:

¶9. (C) A combinação da intervenção do presidente [Obama] com Lula, a carta da Secretária e a visita dos subsecretários Tauscher e Carter criaram um forte impulso em favor do Super Hornet. Como notado pelo MOD Jobim, no entanto, a decisão final será política e será tomada pelo presidente Lula, provavelmente em setembro. Com a prevista visita do lobby de uma equipe sueca e a visita de Sarkozy no início de setembro no horizonte, novos esforços do USG serão necessários para uma conclusão bem sucedida. Post recomenda continuar aproximações de Saito, Jobim e Lula para destacar a mensagem de Tauscher/Carter da importância de nossa parceria e dos benefícios mútuos de uma venda de caças.

Esta mensagem poderia ser reforçada da Casa Branca, quando apropriado.  Nós também devemos estar preparados para ver nosso compromisso com a transferência de tecnologia questionado. A Folha de S. Paulo já imprimou um editorial  (provavelmente inspirado pelo Ministério das Relações Exteriores) sugerindo que, apesar da carta da Secretária, o Departamento de Estado pode bloquear a transferência de tecnologia. Em 12 de agosto, o Valor Econômico citou o texto da carta da Secretária e seu apoio categórico à transferência. Apesar desse acontecimento, que ajuda, o governo dos Estados Unidos precisa ser capaz de responder às dúvidas sobre a sinceridade da Secretária. Post também vai continuar a informar líderes brasileiros quando apropriado sobre a aprovação do USG à transferência de tecnologia. Líderes da Boeing reforçaram a mensagem em uma visita a Brasília em 12 e 13 de agosto.

¶10. (U) Under Secretaries Tauscher and Carter have cleared  this message.

KUBISKE

PS do Viomundo: A lei dos Estados Unidos obriga os lobistas a se declararem oficial e abertamente. Como acredito que o que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil (not), acho que o senador Heráclito Fortes deve cumprir a lei.

Aqui para ler o que o Mainardi, o Merval e o Itagiba disseram ao gringos

Aqui para saber quem foi o jornalista que garantiu a existência de um acordo Serra-Aécio

Aqui para o festival de balulação explícita de tucanos de alta e baixa plumagem

Aqui sobre como todo mundo falava mal da então candidata Dilma para os americanos





84 comentários

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S. Heller

16 de março de 2011 às 20h56

Assange alerta para Internet: tecnologia.uol.com.br
Internet é a maior ‘máquina de espionagem’ já inventada, diz fundador do Wikileaks Em discurso no Reino Unido, Julian Assange chamou a internet de "máquina de espionagem":
O fundador do Wikileaks criticou redes sociais populares como o Facebook. Segundo ele – que já foi hacker – esses tipos de site dão mais ferramentas para que os governos consigam tomar conta da vida das pessoas.
Eu tentei fazer um Blog sobre os protestos nos EUA, com notícias da mídia de lá, mas estou com medo também do rastreamento americano! Desativei o meu SeekLeaks, depois de apenas 1 postagem!
O BIG BROTHER é real e se chama WEB BOT, o que fazer?

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    Alexandre de Sousa

    16 de março de 2011 às 21h49

    Rapaz, desde a implementação do projeto Echelon, pela National Security Agency (NSA), no final dos anos 90, não existe mais privacidade nenhuma.

    A NSA controla tudo, no mundo inteiro. Não apenas internet, como também telefonia fixa e celular. Tudo o que você fala no celular aqui no Brasil é interceptado por satélites espiões americanos e estações de interceptação secretas em solo. Os computadores da NSA monitoram tudo, e reconhecem até o timbre da sua voz (se você estiver no banco de dados dos "indivíduos monitorados").

    Portanto, não tem jeito. Relaxa e goza. Não dá mais pra se preocupar com isso.

    Klaus

    16 de março de 2011 às 22h40

    Cara, vc se dá uma importãncia que… Pelamordedeus!

    Wildner Arcanjo

    23 de março de 2011 às 23h43

    Eu tinha um amigo que pensava desta forma.Acabou doidin doidin!!!

Wanderson Aguilar

16 de março de 2011 às 19h38

Sobre ir lé ver o Obama discursar – ele gosta bastante de ouvir a propria voz – resguardada as devidas proporções eu já vi o finado Pitta chega ilusões…

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marcosomag

16 de março de 2011 às 19h33

Espero que o nosso Governo não caia no conto da falsa transferência de tecnologia. Os EUA controlam com mão-de-ferro tudo o que é relacionado à tecnologia militar e não vão deixar nem que os caças decolem se isto ir contra seus interesses. Exatamente por este fato eles não estão nem um pouco preocupados com seus caças estacionados na Arábia Saudita, por exemplo. Por software, eles controlam os aviões e nenhum devaneio de xeque árabe tentando atacar Israel terá conseqüência.

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Elton Ribeiro

16 de março de 2011 às 18h08

Tambem acho que ninguem deveria ir ver o Obama tagarelar eloquencia parecendo estar preocupado com brasileiros. Deveriam estar lá apenas os jornalistas e nós assistindo em casa com toda mordomia. Mas é sem duvida impossivel, a maioria das pessoas gostam de sentir emoções, de se fazer importantes e essa é oportunidade de dizer: " Eu estive lá e isso marcou minha vida". Só não sei como, o negão vai embora e as coisas continuam como sempre foram: Trabalho, faculdade, casa, lazer, igreja… trabalho, faculdade, casa…

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Elton Ribeiro

16 de março de 2011 às 17h57

Primeiros eles mandam seus artistas, depois os comissários do governo e agora o presidente. O Perigoso de tudo isso é nos tornarmos tão influenciáveis novamente ao ponto da população voltar a aceitar um governo favorável "exclusivamente" a interesses estrangeiros. Se a transferencia de tecnologia for aceita como valida pelo governo brasileiro e o negocio fechado, então a mídia e principalmente o PIG fara de tudo pra que o negocio pareça um ato de bondade americana, uma dadiva divina, misericordia proveniente do "deus" EUA e não apenas como um negócio favorável aos brasileiros e conquistado por aqueles que nos representam.

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Kid Prado

16 de março de 2011 às 16h52

Já vimos estes tipos (merdal, bolsonardi, waaka, e etc.) em inúmeros filmes americanos. É quando o mocinho-detetive faz uma pergunta a um porteiro de hotel de terceira ou a uma prostituta e quando esses se recusam a responder, surge uma nota verde dobrada na mão do X-9 e este resolve a questão…

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Evaristo

16 de março de 2011 às 16h39

Os Estados Unidos, de olho no nosso petróleo tentarão implantar um governo fantoche no Brasil, como foi o de FHC, e o do Mubarack no Egito. Se o Serra tivesse sido eleito seria um governo fantoche, aliás já tinha até conversado com a diplomacia estadunidense o grau de vassalagem. A única diferença entre o governo de FHC e o do Mubarack, é que aqui, não havia presos políticos e falta de eleições, mas o aumento da desigualdade social, do desemprego e a aplicação da cartilha do FMI foi a mesma.

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Evaristo

16 de março de 2011 às 16h38

Esse F 18 é um caça ultrapassado. O ideal seria o Brasil comprar o SU 35 russo que só perde para o F 22 estadunidense, mas por um preço muito menor. Os Estados Unidos negaram a venda do F 22 a todos os países que tentaram a sua aquisição, inclusive ao Japão. O avião que fará frente a esse será o PAK FA 50 da Rússia, por isso é importante que o Brasil entre nesse programa ao lado da Índia. Um país só é soberano quando domina todas as tecnologias, inclusive a militar; dessa forma, o Brasil deve seguir o caminho que facilita a aquisição dela e ele passa com uma relação maior com a Rússia e não com os Estados Unidos. País bonzinho no mundo não há, mas os estadunidenses veem a América Latina como o seu quintal e fazem de tudo para que o continente permaneça subdesenvolvido. Eles não são confiáveis, tentaram o golpe na Venezuela e ajudaram em Honduras.

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    Alberto Cordeiro

    16 de março de 2011 às 17h32

    Apoiado. Vamos comprar o SU 35 russo, e quem sabe com esse gesto nós somos convidados a participar do projeto do PAK FA 50 junto com a Índia. É o "BRI" do BRIC se unindo para vencer a dependência tecnológica que o mundo infelizmente ainda tem dos Estados Unidos.

    Multilateralismo tecnológico é a única base real e sustentável para o mutilateralismo econômico e político.

Blackline

16 de março de 2011 às 16h32

Cultura
Hoje às 13h51 – Atualizada hoje às 13h53
Iron Maiden lança coletânea 'From Fear To Eternity' em maio
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O Iron Maiden vai lançar uma coletânea no dia 23 de maio com o nome From Fear To Eternity: The Best Of 1990-2010, informou o site da revista musical NME.

Como sugere o título, o CD traz músicas dos últimos 20 anos de carreira da banda formada em 1975 pelo baixista Steve Harris. Este é o quarto álbum "greatest hits" do Iron Maiden, que lançou seu 15º CD de estúdio, The Final Frontier, no ano passado.

Confira as músicas da coletânea

Disco 1The Wicker ManHoly SmokeEl DoradoPaschendale Different WorldMan On The Edge (Live)The Reincarnation of Benjamin BreegBlood BrothersRainmaker Sign of the Cross (Live)Brave New WorldFear Of The Dark (Live)

Disco 2Be Quick Or Be DeadTailgunnerNo More LiesComing HomeThe Clansman(Live)For the Greater Good of GodThese Colours Don't RunBring Your Daughter… To The SlaughterAfraid to Shoot StrangersDance of DeathWhen the Wild Wind Blow

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ZePovinho

16 de março de 2011 às 16h13

Vamos fazer a discussão sobre o F22 e Su35 usando um site que todo mundo conheça,Carmem Leporina:
http://www.aereo.jor.br/2010/07/30/comparacao-ent

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ebrantino

16 de março de 2011 às 15h56

Conceição, por engano mandei comentário aquí, que não tem nada a ver, cancele, por favor. Ebrantino.

Responder

Conceição Oliveira

16 de março de 2011 às 15h41

Azenha qual é o numero deste cable naquele pacote enviado pela natália que disponibilizei aqui? https://docs.google.com/document/d/1tnC9ojPJ57YMv
É que estou linkando lá também os posts relativos a cada cable.
E atualizando no post com a lista de links sobre este pacote em especial.
bjs

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Carmem Leporace

16 de março de 2011 às 15h04

Zé Povinho:

Ei velho, o F22 é a última palavra em avião de caça, você deve estar se referindo a capacidade de manobra quando cita o SU33 e tascalhe a bobajada de """desempenho pouco inferior""" ao F22.

Velho, o SU33 tem que ligar os pós combustores para alcançar o F22, enquanto este está em velocidade de cruzeiro, é um avião muito superior, quando ao seu tal de ""desempenho pouco inferior" aí você mesmo confirma que o F22 é superior ao Sukoi, outra coisa velho, a capacidade de manobra tem um certo limite e mesmo como leiga no assunto, supunho que esse limite já tenha sido alcançado, já que isso é dado pela capacidade humana de suportar a força G.

Você é muito esforçado, mas claramente um amador.

Vou lhe dar um exemplo, você sabia que um velho F5, "derruba" um F15 no combate mano a mano?? num Dog Fight, um F5 sempre abate um F15, ocorre que hoje o combate aéreo não é feito só disso, faz tempo que não é mais assim, você parece ser da geração do Barão Vermelho ainda.

Olha, você sabe por que o F5 é usado como avião agressor na escola Top Gun?? pelo fato de que ele é muito manobrável, um F15 sozinho tem que chegar ao limite para se contrapor ao F5, mas num combate real mesmo, o F5 jamais abateria um F15, sabre porquê??? o F5 nem chegaria perto do F15, seria abatido muito antes, entendeu???

Eu suponho que num Dog Fight, os aviões Russos, o SU27 ou 33, até possam encarar um F22, isso num mano a mano, quem sabe até um F5 faça isso, mas sabe o que vai acontecer na real? os Sukoi se quer chegaram perto do F22, e tem mais um agravante, o F22 é invisível aos radáres, além do que suas armas, estão muito além do alcance visual.

Não é a toa que Rússia e China estão ralando atráz dessa tecnologia.

OBS: os americanos usam o conceito de "guerra integrada" um caça americano nunca está sozinho no espaço aéreo, aviões AWACKS e satélites em tempo real, informam tudo o que acontece a seu redor a centenas de Km de distância, como eu disse, os Sukoi seriam abatidos muito antes e nem veriam o que os derrubou.

Responder

    ZePovinho

    16 de março de 2011 às 16h08

    Você comeu a isca,"Carmem Leporace", e mostrou que é um homem.Que tal comparamos o f22 com f35?,dado que o f33 foi usado como isca para expor você???

    Carmem Leporace

    16 de março de 2011 às 17h40

    Como foi desmontado, sem argumentos para me contrapor, volta com mais bobajadas.

    Não jogaste isca alguma, és apenas um amador.

    Passe bem amigo, se informe melhor e volte.

    Alexei Alves

    16 de março de 2011 às 18h12

    :-)))))
    O "Carmem" é um cara que "se veste de mulher" huahahaha

    l gonzales

    16 de março de 2011 às 23h06

    Uma drag queen militarista. Eu já vi tudo que é tipo de troll mas este realmente é inusitado.

    Exmo. Sr. Conde d'Eu

    16 de março de 2011 às 21h28

    Oh (novo) grande troll dos trolls!
    Juntai-vos a nossas hostes, em benefício do Brasil Grande!!!
    Com tua sabedoria seremos imbatíveis e facilmente chegaremos ao Pacífico…

    Louis Philippe Marie Ferdinand Gaston d'Orléans et Saxe-Cobourg et Gotha

    Carmem Leporace

    16 de março de 2011 às 18h02

    Pobre zé, que F35 é esse??? que eu saiba, o F35 concorreu com o F22 no mesmo programa, ocorre que o F22 Raptor venceu a disputa, é muito superior, o F22 não é da Boing??? sim é. O F-35 Joint Strike Fighter é da mesma que fabricava o SR71, Black Bird, Lockheed Martin, em associação com Northrop Grumman, a que fabricou o F14 Tom Cat. Ambos são stealth.

    Os Russos sempre tiveram excelência na produção de aviões de combate, mas hoje com a derrocada do comunismo e falta de recursos, ficaram pra trás.

    Tanto os Sukoi quando os Migs são máquinas formidáveis, mas estão um degrau abaixo do F22 e F35.

    Competem com os F18, com os outros dois, não.

    Conde d'Eu

    16 de março de 2011 às 16h46

    Sensacional!!!
    Vamos voltar a pôr nossos vizinhos bugres de joelhos!
    Mais verba para o armamento!

    Louis Philippe Marie Ferdinand Gaston d'Orléans et Saxe-Cobourg et Gotha

    fernandoeudonatelo

    16 de março de 2011 às 17h04

    Velho, o conceito de guerras centradas em redes é padronizado pela OTAN, mas desenvolvido há muito tempo pela Suécia e URSS quando passaram a integrar seus vetores aéreos por datalink a estações terrestres de transmissão.

    O SU 33 é o flanker naval, baseado em porta-aviões para o cumprimento de defesa avançada da esquadra e supressão de mísseis cruzeiro, capitaneada pelo NAe russo.

    O SU 27 foi a primeira versão do Flanker, baseado em instalações militares, para o cumprimento de superioridade aérea em ambientes eletrônicos de baixa intensidade, ainda no início da década de 80.

    O F-22 é uma aeronave de 5ª geração, de conceito tecnológico não-convencional (stealth) e de diferente conceito de combate operativo, entrando em serviço operacional no século XXI.

    Hebert Cruz

    16 de março de 2011 às 17h35

    E daí?

    Mesmo que o F-22 seja o melhor do mundo, ele não está a venda. Os EUA não vendem, nem alugam, nem emprestam. É exclusividade americana.

    O que eles querem nos vender é outro modelo bem mais mequetrefe.

    priscila presotto

    16 de março de 2011 às 18h34

    Carmem Leporace:

    Não é homem tampouco mulher : é híbrido.

    Digger

    16 de março de 2011 às 20h01

    Você deve se mudar para os USA… Aproveita e arrebanha o maior número possível de demos-tucanos e congêneres, e leva junto. Vai ser bajuladora e subserviente assim lá onde o diabo perdeu as botas. Muda-se logo futuro(a) cucaracha.
    Vem com esse copia e cola, de propaganda enganosa dos yankees. Essa gente não é confiável!
    Será que não deu para perceber ainda?

João

16 de março de 2011 às 14h40

O F-18 não é mais o avião mais moderno nos EEUU: e os caças invisíveis (aviões morcego)????
Acho que estão nos querendo vender "carroças que voam"…

Responder

Phorasteiro

16 de março de 2011 às 14h28

O "x" da questão sobre a proposta americana está na palavrinha "necessária".
Os EUA estão de acordo em transferir a "tecnologia necessária".
Faltou definir quem decido o que é ou não necessário.
O contrato só deveria ser fechado com quem propuser transferir toda a tecnologia, sem restrições, inclusive aquelas que forem desenvolvidas ao longo do processo.
Talvez seja querer demais…

Responder

fernandoeudonatelo

16 de março de 2011 às 14h18

Um debate pouco travado, é a quase inexistência de baterias de mísseis anti-aéreos guiados por radar ou IR (SAM's na nomenclatura militar).

Hoje no Brasil, os sistemas de defesa anti-aérea são nada integrados, pesadamente baseadas em artilharia de metralhadoras e canhões anti-aéreos balísticos. Pra piorar, os foguetes de saturação Astros 2, estão disponíveis em pouquissimas unidades, sem modernizações consistentes.

Já o FX-2 se tornou uma ladainha, falta prioridade política, para o que parece ser uma extensão dos cortes de gastos fiscais que atingiram o Ministério da Defesa, já que a realização do programa e organização gerencial não tinham um fundo de financiamento seguro.

Isso só atrasa a entrada em operação de vetores de 4.5 geração, que em breve começarão a perder a fronteira tecnológica para a escala de produção dos de 5 geração, nos países desenvolvidos. Sem contar que a industria de defesa nacional perde cada vez mais ganhos de capacitaçã, por reduzido investimentos em P&D.

Responder

    Robério Arlindo

    16 de março de 2011 às 14h56

    Defesa anti-aérea no Brasil é piada. Qualquer potência estrangeira de segundo escalão (França, Inglaterra, Rússia) que quiser bombardear as grandes cidades brasileiras, faz isso sem problemas. Podem não conseguir invadir o Brasil por terra, mas bombardear é a coisa mais fácil do mundo. Ilusão é acreditar no contrário.

    fernandoeudonatelo

    16 de março de 2011 às 16h45

    Robério, os IADS (sistemas de defesa anti-aerea integrados), são a alternativa mais financeiramente compatíveis com países de baixa dotação orçamentária no setor de defesa como o Brasil, e ainda por cima de mais rápida doutrinação no uso desses armamentos, e de logísitca dinâmica.

    São como barreiras de fogo, complementares aos caças de alta performance na defesa de um espaço aéreo, cobrindo zonas extensas na negação do ar.

    Muito me admira, o Exército e a FAB fazerem jogo de empurra na definição de quem será responsável pela compra e gerenciamento desses artefatos.

    E que as próprias discussões atuais em torno do FX-2, pouco ou nada informem sobre a importância de se fechar as lacunas de defesa anti-aérea, dentro da estrategia nacional de defesa.

Tomudjin

16 de março de 2011 às 13h52

A única garantia que já vem embutida nesses contratos é a certeza de que esses materiais são exaustivamente testados e aperfeiçoados, graças ao imenso campo de provas que as empresas bélicas envolvidas têm, disponivel por todo o planeta.

Responder

Antonio Carlos

16 de março de 2011 às 13h11

A Presidenta Dilma deve ter lido no wilkleaks como os EEUU bloquearam o programa espacial brasileiro, impedindo a Ucrânica de transferência de tecnologia. Não foram só os aviões tucanos. Faz algum tempo que foi publicada a entrevista do Briagadeiro Ferola denuciando "oficialmente" a política norte-americana de impedir o desenvolvimento tecnológico brasileiro no setor de aramamento. A Boeing vendeu os aviões para o Chile, mas o Gov US impediram de enviar peças de reposição dos aviões – eles sempre arranjam um meio de romper os acordos. Não adianta dizer que foi o governo anterior – ELES NÃO SÃO CONFIÁVEIS!

Responder

ZePovinho

16 de março de 2011 às 12h56

´Brigadas do ditador disparam contra civis'

(Estadão on-line', sobre o avanço linear das tropas oficiais da Líbia em territórios tomados por opositores, que pedem o fim do regime, empunham a bandeira da antiga monarquia e querem Kadafi fora do poder; 16/03)

"Bahrein declara estado de emergência por 3 meses"

(Estadão, on-line, sobre a lei marcial decretada pelo Rei de Bahrein, já ocupada por tropas sauditas, palco de manifestação de 10 mil pessoas ontem, quando mais quatro civis foram mortos pelo regime e 200 feridos ; 16/03)
(Carta Maior; 4º feira, 16/03/2011)
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMos

Republicanos declaram guerra à radiodifusão pública nos EUA

Agora que os republicanos têm a maioria na Câmara de Representantes dos Estados Unidos, uma das primeiras medidas que tomaram foi reduzir a zero o atual financiamento da Corporação de Radiodifusão Pública. Como se isso não bastasse, um deputado republicano apresentou um projeto de lei para acabar definitivamente com o financiamento à radiodifusão pública e às rádios comunitárias. Nas regiões rurais dos EUA e nas reservas indígenas norte-americanas, as emissoras comunitárias de rádio dependem de 25 a 50% dos fundos públicos para o seu funcionamento. O artigo é de Amy Goodman.

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ZePovinho

16 de março de 2011 às 12h50

Ô mizifio Azenha!!!Essa mulher que aparece na frente do viomundo é quem???O Babyssauro?????

[youtube q4BmW1r_paA http://www.youtube.com/watch?v=q4BmW1r_paA youtube]

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Baixada Carioca

16 de março de 2011 às 11h37

Caro Azenha, Conceição e amigos

Off toppic
Queria informa-los e não sabia onde postar, por isso deixo aqui o comentário:

Ta acontecendo e eu acompanhei as primeiras publicações do Seminário Liberdade em Debate, Democracia e Liberdade de Expressão, promovido pelo Instituto Millenium, aquele mesmo que levou Jabor a propor uma democracia pra varrer o presidente Lula e seus simpatizantes da face da terra.

Já vimos que liberdade de expressão só serve se for liberdade para eles, mas quando se trata do outro, a liberdade será restrita ainda que nos tribunais, como no caso recente da cidadã que teve que tirar do ar o site e todos as demais páginas de relacionamento [Orkut, Facebook etc] do Meu Carro Falha sob pena de pagar multa diária de R$ 100 por dia, caso os mantivesse no ar.

Mais no baixadacarioca.wordpress.com

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PAULO ANGELO (B. H)

16 de março de 2011 às 11h31

Quando leio sobre "promessas"dos americanos, lembro de uma öutra promessa", essa feita pelo FHC aos petroleiros, quando era ministro do Sarney. A promessa ässinada"em documento garantia aos petrleiros reajuste de salários conforme combinado.
Ao assumir a presidencia o reajuste nao foi concedido. Cobrado sobre o compromisso assumido, o FHC alegou que na época tinha assinado como ministro, e que tal documento nao valia, uma vez que quem tinha autoridade para assina-lo era o entao presidente da Petrobras! No caso dos cacas vale a fábula do escorpiao e o sapo!

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Hudson Barreto

16 de março de 2011 às 11h16

Atenção, gostaria que fosse discutido em profundidade pelos leitores do Viomundo o TECA (Trade and Economic Cooperation Agreement) que vai ser assinado entre o Brasil e os EUA na visita de Obama a Dilma.

Para quem não sabe dessa história do TECA, aqui vão dois links de notícias, o primeiro deles em inglês, tirado do site da Agência Brasil:

http://agenciabrasil.ebc.com.br/new-in-english/20

http://www.vitrinedotocantins.com.br/index.php?op

Alguém está sabendo os termos desse acordo? Esse acordo vai fazer com que o Brasil tenha superávit ou déficit nas transações comerciais com os EUA?

É sabido que a tática atual de Obama para salvar a economia dos EUA é estimular as exportações, e tentar reduzir o déficit da balança comercial americana.

Para que o déficit deles diminua, nós é que vamos ter déficit?

Alguém conta essa história direito!

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    ZePovinho

    16 de março de 2011 às 14h23

    Não estou acompanhando,Hudson,mas que deve ter relação com o tema "propriedade intelectual",com o TRIPS e com o ECAD isso tem.

Henrique de Carvalho

16 de março de 2011 às 11h09

Se o Brasil fizer negócios com os EUA em relação aos aviões, levará uma rasteira tremenda. O Chile levou a dele. Na hora de enviar mísseis, o Senado dos EUA brecou.

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Jeremias Nascimento

16 de março de 2011 às 11h05

Comprem o Sukhoi da Rússia. É a melhor opção.

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ZePovinho

16 de março de 2011 às 10h43

Desde que esse processo começou,há mais de 10 anos,já poderíamos estar no fim da primeira fase de desenvolvimento de um caça totalmente nacional.

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Clovis

16 de março de 2011 às 10h40

Não duvido que dentre todo o aparato tecnolígico que virá dentro dos caças americanos existirá alguma back door (porta dos fundos) para acesso deles em situações de emergência. Por exemplo,ao se tentar usar o caça para defender uma plataforma do pré-sal que esteja sendo de alguma maneira importunada por um navio ou submarino americano, o governo americano da um comando para o caça simplesmente não funcionar, ou seja, desabilita a nossa defesa arérea, os seremos ingenuos ao ponto de acreditrar que não virá nenhuma caixa-preta dentro do avião, que não poderá ser aberta por brasileiros??????

Americano pode ser tudo, menos burro na defesa de seus interesses.

Imagina na hora de disparar um missil contra outro f18 americano, será que o míssil não tem chance nenhuma de dar defeito?

Clovis

Responder

henrique de oliveira

16 de março de 2011 às 10h16

Os yankes não vão transferir tecnologia nenhuma para nós , já fizeram isso antes , o certo é comprar da França ou da Russia.

Responder

Douglas O. Tôrres

16 de março de 2011 às 10h11

Esta visita tem a intenção de no mínimo tumultuar o processo de compra dos caças,sabe-se da preferncia pelos caças franceses,que atenden em quase tudo que os especialistas,e até leigos ,sobre boa tecnologia e tranferencia que servirá de base para o avanço da industria nacional nesta area,até a aeroespacial.O presidente françes virá em setembro,certamente,raposa como ele é virá com o staff técnico,militar e poilitico para reforçar a tendencia pró Rafale.Eu gostaria muito do caça russo feito em conjunto com a India,mais avançado que o supr caça de ultima geração americano(e este não esta a venda,lógico),mas seu preço e manutençãosãoastromicos.

Responder

    Carmem Leporace

    16 de março de 2011 às 10h58

    Qual é o ""super caça"""" Russo mais avançado que o F22 Raptor??? pode nos informar???

    ZePovinho

    16 de março de 2011 às 13h38

    PAK-FA.Voou pela primeira vez em janeiro de 2010 e está na segunda versão de testes que voou nesse mês.
    Enquanto isso,o F-35 JSF amarga defeitos e problemas de projeto em função de falta de verbas e da falta de renovação nos quadors de engenheiros americanos.Afinal,hoje em dia as melhores cabeças da América querem trabalhar em bancos.
    O Su 33 Flanker tem desempenho um pouco inferior ao F22 Raptor,mesmo sendo um projeto antigo. http://pt.wikipedia.org/wiki/Sukhoi_Su-33
    Aprendeu ou quer que eu desenhe,Carmem Leporina????

    ZePovinho

    16 de março de 2011 às 15h10

    Alguém aí pode confirmar que o F22-Raptor,para cada hora de vôo, passa 16 horas em manutenção e,além disso,custa uma enormidade por hora no ar??

    valdeci elias

    16 de março de 2011 às 14h03

    Os EUA , não querem ceder a tecnologia do F18 que é ultrapaçado, quanto mais a do F22. Aliaís nem sem ceder tecnologia, os EUA venderiam o F22 ao Brasil.

@fscosta

16 de março de 2011 às 09h53

Olha, dois pontos:

i) É uma ilusão criminalizar o lobby. Lobistas existem desde que o mundo é mundo. O que precisamos é que isso seja feito da maneira mais transparente possivel.

ii) A grande verdade nos FX e FX-2 é que nem caras da estatura de FHC e de Lula (lá vem o #mimimi…) conseguiram sobrepor ao poderoso lobby dos vendedores de armamentos. Não é uma questão de transferência, não é uma questão de soberania, não é uma questão econômica.

A verdade é que ainda estamos engatinhando nisso, e por isso ficamos paralisados.

Precisamos mudar de nível. Parar de ficar analisando os sintomas e procurar as causas. Pq entramos num processo complexo desse sem um grande debate, "think-tanks" ou acadêmico que seja, sobre aonde queremos chegar? Que dificuldades enfrentaríamos? Que antídotos teríamos que desenvolver para inocular esse poderoso lobby?

Queremos jogar na primeira divisão, com mentalidade de segunda. Ou numa metáfora mais precisa, queremos jogar a Champions League com cartolas do Brasileirinho.

Responder

SILOÉ

16 de março de 2011 às 01h16

Aquele boca de caçapa é tão sórdido, que por mais que tente não consegue disfarçar.

Responder

beattrice

16 de março de 2011 às 00h20

Será que o WIKILEAKS não poderia prestar este imenso serviço à democracia brasileira e ceder em caráter urgente e imediato os cables sobre a visita do OBAMA e seus "preparativos"…?
Algum contrato rascunhado e não divulgado na bagagem?

Responder

    brz

    16 de março de 2011 às 10h29

    Eu imagino que tenha um contrato muito bonito, com diversos agrados a autoridades-chave, todos os tipos de mimos e encantos.

Antonio Alves

16 de março de 2011 às 00h15

Temos que lembrar que a França desde logo aceitou a transferência de tecnologia. E essa coisa aí de ficar discutindo se transfere ou não, e logo com quem, com um imperialista, que tem longa história de atrocidades, invasões e desrespeito à tantos povos e nações. Com quem o Brasil pensa que está falando? Com os guardiões da democracia e da liberdade? Um estado bandoleiro, que ignora a ONU quantas vezes quiser e nada acontece, que põe a 4ª frota próxima as costas brasileira, e tá tudo bem? Que relação "amistosa" é essa??!!!

Responder

    Carmem Leporace

    16 de março de 2011 às 06h58

    Mais de 30% da tecnologia do Rafale é externa. sai dessa rapaz, ninguém transfere segredos frutos de décadas e décadas de estudo e altíssimo investimento. FIM DO COMENTÁRIO.

    augusto

    16 de março de 2011 às 11h00

    Trinta por cento em que item, dondoca? Mostre de onde tirou isso. Eh no item peso?
    A frança transfere, nós copiamos e desenvolvemos a partir dai.
    Aviao caça dura 10 ou 12 anos e até la quem mandará nisso no mundo serão os chineses. e a Conversa será outra.
    Se voce entende alguma porcaria de EUA, se informe. quem resolve isso la na hora H é o congresso. E dentro dele é o Foreign Affairs comittee.E la dentro deste faz tempo que quem grita mais alto
    sao falcoes republicanos. Se na hora um lobby interno do pais opta pelo NAO é nao, nao importa quantas assinaturas e promessas tenha havido antes.
    Mas essa fase de burrice credula, nós ja passamos por mais que tua americanice nao creia.

kalango Bakunin

15 de março de 2011 às 22h40

se o Brasil comprar a sub-sucata de f16 ou f18, ou fdp do kukluxklanistão (USA) eu juro que deixarei de pagar o imposto de renda ou qualquer imposto federal
o chile comprou sucata de 2a mão da holanda e sucata de 1a dos KKK, mas os armamentos não foram entregues, ficaram estocados no kkknistão
o chile deveria solicitar a entrega dos armamentos, quando precisassem deles
como dizia meu avô: "quem é burro reza para Deus que o mate e ao Diabo que o carregue"
mubarak obama vai tentar vender esse 171 pro Brasil, com certeza
e depois os supersônicos ficarão tentando derrubar aviões na base de peidorreia

Responder

    Marat

    16 de março de 2011 às 00h08

    Prezado Kalango, "kukluxklanistão" superou tudo: MARAVILHOSO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Você é D+++++ rsrsrsrs

    FrancoAtirador

    16 de março de 2011 às 00h58

    .
    O Kalango Bakunin é um anarquista formidável.

    Um abraço libertário.
    .

    Marat

    16 de março de 2011 às 11h24

    Ele é sensacional!!!! Outra tirada fantástica que passara despercebida foi o Mubarak Obama – rsrsrs

Francisco

15 de março de 2011 às 22h01

Falem o que quiserem essa ausência do submarino nuclear (pelo menos um, meu pai!), essa ausência dos aviões novos, isso me dá uma apreensão danada. E se o "cara" chegar aqui como quem chega no supermercado? – Quero isso, quero aquilo…

Responder

    SILOÉ

    16 de março de 2011 às 01h13

    Pode ficar tranquilo. Esse tempo Já passou.

beattrice

15 de março de 2011 às 21h58

A respeito do Heráclito Fortes me lembro de dois fatos muito relevantes na sua carreira, foi ele quem detonou em meio à CPI dos Correios o "affair" Jenny Corner que assombrou certos personagens que conseguiram infelizmente voltar ao Planalto "à la Krueger".
E também foi ele quem patrocinou aquele jantarzinho em que o Cardozo e o Dantas se encontraram não foi?

Responder

    rodrigo.aft

    16 de março de 2011 às 07h53

    beattrice,

    caso vc não tenha gostado das minhas "tiradas", seja aqui, seja no Nassif, por favor, avise, pois eu faço isso só pra dar um toque de bom humor no dia-a-dia. absolutamente nada de pessoal.
    considerando q seu avatar chama a atenção, faço um "trocadilho" com isso. nada mais, nada menos.

    resumindo, gostou do novo avatar proposto no Nassif? rsrs (pode deixar, vou conter meu ímpeto "tiradista" – não chega a ser piadista). inté!

ZePovinho

15 de março de 2011 às 21h05

Já dizia a Kate Lyra,em 1977: "Brasileiro é tão bonzinho!"

Responder

    Marat

    16 de março de 2011 às 00h09

    Rsrsrsrs – Kate Lyra sabia das coisas – rsrsrsrs e coooooomo sabia

Klaus

15 de março de 2011 às 21h04

A palavra de Heráclito Fortes deve ser decisiva na decisão de Lula e Dilma. Inteligentes estes estadunidenses, hein?

Responder

P A U L O

15 de março de 2011 às 21h03

O BRASIL DEVE ADQUIRIR O 'SUKJOI'-SU47, O CAÇA DE QUINTA GERAÇÃO, MAIS MODERNO QUE EXISTE. http://www.youtube.com/watch?v=Wyl1jpbCF8A

Responder

    Carmem Leporace

    16 de março de 2011 às 06h55

    Esse manja horrores sobre O tema. FIM DO COMENTÁRIO.

Gustavo Pamplona

15 de março de 2011 às 21h00

É pessoal… o jornalismo de fato morreu na Globo… 30 inacreditáveis minutos falando do Japão no JN

E o que será que anda acontecendo no Brasil?

Responder

    Carmem Leporace

    16 de março de 2011 às 06h54

    Melhor ninguém ficar sabendo o que acontece no Brasil, não acha??? muda de canal. FIM DO COMENTÁRIO.

    Daniel

    16 de março de 2011 às 08h59

    No que depender da Globo, a única coisa que acontece no Brasil é Big Brother.

FrancoAtirador

15 de março de 2011 às 20h57

.
Graças ao bom povo do Piauí,

é EX-senador Heráclito Fortes.
.

Responder

    Marat

    16 de março de 2011 às 00h11

    Bem lembrado!!!!!!!!!!!!!!!!! Agora espero que ele volte a ser um mero bufão paranóico…

    Carmem Leporace

    16 de março de 2011 às 06h53

    Aprendeu com Lula, ser um Bufão Paranóico???

    Marat

    16 de março de 2011 às 11h25

    Acho que não, pois no caso do Heráclito, é DNA…

    João

    16 de março de 2011 às 14h42

    Quer para de ser grosso(a), mal educado(a)!!!
    Paciência tem limites! Ser democrata é uma coisa, suportar alguém como você é outra completamente diferente.
    Azenha, nunca achei que pediria isto, mas pode nos fazer o favor de não publicar mais os comentários da tal Carmem Leporace

    Renato Lira

    17 de março de 2011 às 23h36

    Não carmita, aprendeu contigo, com o Mainardi e com o Heráclito

    sergio mario

    16 de março de 2011 às 09h16

    Nunca deixou de ser um bufão paranóico!

    Carmem Leporace

    16 de março de 2011 às 06h51

    Graças ao bom povo de São Paulo, vocês nunca governaram o estado, e NUNCA, vão governar. FIM DO COMENTÁRIO.

    Marcelo Fraga

    16 de março de 2011 às 12h14

    Que rancor é esse, Carmela?

    João

    16 de março de 2011 às 14h43

    Não fale por todos os paulistas! Basta olhar para a última eleição no estado e ver com quantos por cento o Picolé de Xuxu venceu.


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