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Jorge Mattoso: A Caixa estaria a caminho da privatização?
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Jorge Mattoso: A Caixa estaria a caminho da privatização?


05/01/2015 - 10h25

alckmin

Alckmin disse que não faria o que Dilma, por caminhos tortos, pode fazer

05/01/2015 00:03

A Caixa continuará sendo a Caixa com a abertura de seu capital?

Para que o Brasil continue a assegurar crescimento com distribuição de renda e seja capaz de enfrentar crises internacionais e de crédito, é preciso manter um banco público forte e competitivo como a Caixa, capaz de dar conta tanto da concorrência bancária quanto de suas responsabilidades sociais

por Jorge Mattoso*, no Brasil Debate, sugerido pelo Breno Altman

Colocar ações da Caixa Econômica Federal no mercado poderia ajudar o processo de ajuste fiscal de curto prazo proposto pelo novo Ministério da Fazenda. Cerca de R$ 20 bilhões seriam destinados ao Tesouro Nacional – como inicialmente aventado. Mas poderia ser mais, dependendo dos resultados de novos estudos e da efetiva proporção do banco a ser destinada às ações.

Em contrapartida, a abertura de capital da Caixa levaria ao seu fim como banco público, até agora capaz de gerar políticas inovadoras, criar novos mercados, favorecer ações sociais e alavancar políticas anticíclicas quando do agravamento da crise econômica no mundo.

E tudo isso mantendo ao longo dos últimos doze anos bons níveis de lucratividade e assegurando significativos repasses de dividendos ao Tesouro Nacional.

Não seria irônico que isto ocorresse justo agora, quando vários países no pós-crise lamentaram não dispor de agentes capazes de alavancar políticas anticíclicas?

Caixa ontem e hoje

Para quem não se lembra, vale a pena recordar que, depois da incorporação do BNH em 1986 e durante os anos 1990, a Caixa foi mantida aos trancos e barrancos.

O resultado foi uma reestruturação financeira e patrimonial realizada em 2001 com o intuito de privatizá-la.

Formou-se uma “cultura de privatização” por meio de várias decisões tomadas, tais como: a venda da Datamec – empresa da Caixa que tratava da informática, a entrega dos serviços lotéricos a uma empresa privada (Gtech), a separação das atividades bancárias daquelas próprias às áreas de desenvolvimento urbano e de pagamento de benefícios sociais, a ampliação do número de empregados terceirizados, o desmantelamento da estrutura interna e da capacitação e treinamento dos empregados.

Neste período de hegemonia neoliberal, a Caixa deixou de ser utilizada como instituição financeira capaz de executar políticas públicas e perdeu espaço em um mercado bancário crescentemente competitivo, dado o descaso com a parte física – agências superlotadas, lotéricos desmotivados e escassos correspondentes bancários – e com a geração de produtos e serviços com tecnologia e qualidade.

Com isso, teve sua imagem comprometida junto à população, que passou a vê-la apenas como uma instituição destinada a depósitos de poupança e que sempre ocupava os primeiros lugares na lista de reclamações do Banco Central.

E mais, depois do ajuste patrimonial em 2001, a Caixa concentrou seus recursos em operações de Tesouraria direcionadas ao carregamento de títulos públicos, gerando daí quase todo o seu resultado líquido.

Assim, não apenas as políticas públicas foram abandonadas, mas o negócio de crédito comercial era visto como secundário – ou até mesmo desnecessário – nas operações da instituição.

A partir de 2003 este quadro foi amplamente revertido. A Caixa passou novamente a agir como banco público e participou de forma exemplar de um conjunto de políticas como a criação do crédito consignado, a ampliação do crédito para PF e PJ além do financiamento habitacional (mesmo antes do Minha Casa Minha Vida), a bancarização e ampliação do acesso aos bancos, os pagamentos mensais aos beneficiários do Bolsa Família, a realização de Feirões e as políticas de redução do spread bancário e de sustentação do crédito no País, quando do agravamento da crise internacional.

Mas buscou sempre assegurar, ao mesmo tempo, a sua rentabilidade e o desempenho econômico financeiro. Ampliou o crédito mantendo baixas taxas de inadimplência, e seu lucro líquido e os dividendos pagos ao Tesouro dispararam.

Apoiando as políticas públicas, mas de forma eficiente e como indutora do desenvolvimento do País, a Caixa cresceu nos últimos doze anos e se tornou a terceira maior instituição em ativos no Brasil – atrás apenas do Banco do Brasil e do Itaú.

Para termos uma ideia, em 2002 o ativo da Caixa era de R$ 128,4 bilhões e em setembro de 2014 seu ativo alcançou mais de R$ 1 trilhão. O lucro líquido obtido pela Caixa foi três vezes maior, se comparado a 2002.

Já os repasses ao Tesouro como dividendos eram inexistentes em 2002, mas foram de mais de R$ 4 bilhões em 2013, tendo alcançado o maior repasse da história em 2012 (cerca de R$ 7,7 bilhões).

A Caixa hoje e amanhã

Num primeiro momento, políticas destinadas a alterar lógicas de curto prazo do mercado bancário, efetivar políticas sociais visando a reduzir a desigualdade, ampliar o acesso a bens públicos e privados ou adotar medidas anticíclicas temporárias, podem exigir algum ajuste da lucratividade no curto prazo de um banco público como a Caixa.

Com o tempo, porém, a consolidação dessas políticas e a dinâmica da concorrência interbancária fortalecida – sobretudo quando outros bancos passavam a reconhecer e também participar dessas ações -, o ajuste era até mesmo transformado em maior lucro, como atestam os números apresentados pela Caixa ao longo dos doze últimos anos.

Para que o Brasil continue capaz de assegurar crescimento econômico com distribuição de renda e enfrentar crises internacionais e de crédito, precisamos continuar com um banco público forte e competitivo como a Caixa, capaz de enfrentar – ao mesmo tempo e em pé de igualdade – a concorrência bancária e suas responsabilidades sociais.

No entanto, na hipótese de efetivação de um IPO, como recentemente foi aventado, tornar-se-ia inevitável o domínio da lógica dos acionistas privados, mesmo que minoritários, no futuro da Caixa – que não poderia mais agir como o importante banco público que foi na maior parte de sua longa história de quase 154 anos.

De fato, considerando que a lógica do curto prazo se tornaria dominante, dificilmente a Caixa poderia continuar como instrumento de implementação de políticas públicas (sejam sociais, de incentivo ao mercado ou anticíclicas).

Se confirmada a abertura de capital, a Caixa deixaria de ser um banco público para se transformar apenas em mais um banco, funcionando plenamente na lógica das outras instituições bancárias.

Assim, a Caixa viveria um novo tempo, crescentemente desnecessária enquanto banco de propriedade majoritária do Estado, dado que deixaria de atuar como agente de políticas públicas.

Como consequência, muito possivelmente deixaria de existir enquanto Caixa, pois seria incorporada pelo Banco do Brasil ou vendida a algum banco privado.

*Professor do Instituto de Economia da Unicamp (aposentado), foi secretário municipal em São Paulo (2001-2002) e S.B.C. (2009) e presidente da Caixa Econômica Federal (2003-2006).

Leia também:

O “três em um” do Lula no Guarujá, 25 anos depois





18 comentários

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ricardo

08 de janeiro de 2015 às 10h50

nada mais direitista do que um esquerdista no poder.

a caixa será privatizada, mesmo que o PT chame isso de flexibilização, aumento de participação, ou qualquer outro eufemismo, e diga que não fez.

o pt se parece cada vez mais com o partido trabalhista inglês. de esquerda, de social, só o nome e o programa(lá, nem isso mais). o resto, já viu.

Dilma é um FHC de saias, e o PT um partido de traidores. quem sempre votou no PT, como eu, fica revoltado vendo isso.

Ricardo.

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M

06 de janeiro de 2015 às 12h27

Não concordo muito com o Mattoso não. Acho que abertura de capital não é igual a “take over” ou troca de controle. Eu seria contra um take over da Caixa, mas acho que seria bom a venda de parte das ações da Caixa (e ainda deixar um free float leve, talvez) pra ajudar o governo a cumprir a meta de superávit primário, mas desde que a governança corporativa da empresa não mude (digamos, uma venda de 40% das ações = isso ia ajudar o governo no curto prazo com a venda no mercado primário; e a longo prazo pode ajudar a “bombar” o mercado financeiro com as trocas no mercado secundário – se bem que muita gente, inclusive eu, não são simpatizantes do capital especulativo…) Mas o controle obviamente tem que continuar com a União, já que a “trindade bancária” (Caixa, BB e BNDES) são de suma importância no modelo petista neo-desenvolvimentista.

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Elias

06 de janeiro de 2015 às 11h59

Tivesse eu que apostar se ‘abertura de capital’ da Caixa vai ser mesmo implantada ou não, apostaria em “não”. Por intuição creio que até 2016 essa ideia vai evaporar. Supondo que eu perca a aposta, não vejo tal medida levar a Caixa à privatização. Ela continuará sob o comando do Estado assim como o Banco do Brasil que, é bom lembrar, entre os bancos de capital aberto é o dos mais rentáveis. Em 2013 foi o 1º, em 2014 o 2º com maior faturamento. Os carteis de mídia conspiram antes e depois de qualquer ação do governo federal. Acredito que até prova em contrário devemos seguir a comandante desse novo mandato. Ela foi eleita para governar e por circunstância está também a fazer história. Óbvio que seu intuito é governar para todos. Mas convenhamos, há uma quantidade de “todos” muito maior do que “alguns”. O problema é convencer “alguns” que “todos” merecem mais atenção.

Observação: No final, sem querer mudei o foco principal, qual seja, a Caixa não será privatizada.

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Giordano

05 de janeiro de 2015 às 23h37

Também pudera, o quadro funcional da Caixa tá contaminado de coxinhas.

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Mailson

05 de janeiro de 2015 às 19h05

Fora de Pauta e sobre o programa Mais Médicos

https://www.youtube.com/watch?v=YpvQBrXvg9c

Publicado em 05/01/2015
Mais Médicos zera
mortalidade infantil no Piauí
Médicos do Sírio Libanês vão cortar os pulsos em frente à Globo.

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O Conversa Afiada reproduz matéria do portal Meio Norte:

PROGRAMA ‘MAIS MÉDICOS’ ZERA A MORTALIDADE INFANTIL EM MUNICÍPIOS DO PIAUÍ

Os médicos cubanos Olívia Rodriguez Gonzalez e Omar Diaz, professores da Universidade Che Guerava, em sua cidade natal, Pina del Rio, em Cuba, estão trabalhando há um ano no do Posto de Saúde de Barras, na região Norte de Piauí, e sorriem quando falam da conquista em vida que obtiveram no trabalho da atenção básica.

“Há um ano não registramos nenhuma morte de criança e de gestante. Estamos sem mortalidade materna e infantil”, afirmam Olívia Rodriguez Gonzalez e Omar Diaz, no Posto de Saúde de Barras, atuando no Programa Mais Médicos, do Governo Federal.

Esta realidade de redução com a capacidade de zerar a mortalidade infantil e materna se espalhou nos municípios onde o Programa Mais Médicos foi implantando para oferecer atenção básica de saúde onde era difícil a permanência de médicos ou de número suficientes de médicos brasileiros para atender a população.

“Tem sido uma experiência muito boa. Encontramos uma comunidade muito carente, mas acolhedora, pessoas muito sensíveis, muito boas e necessitadas”, relata Olívia Rodriguez.

Segundo ela, as doenças mais frequentes são doenças respiratórias, doenças parasitárias, hipertensão, diabetes. Olívia Rodriguez e Omar Diaz fazem visitas domiciliares aos pacientes de Barras, que são programas e os pacientes atendidos são pessoas que não podem ir ao posto de saúde. São crianças com hidrocefalia, puérperas (mulheres que tiveram bebês recentemente), gestantes, hipertensos e idosos.

“Nós não temos mortalidade infantil, nem mortalidade materna. Temos registros de crianças e mães doentes, mas nenhuma chegou a óbito”, enfatiza Olívia Rodriguez, de tem 30 anos trabalhando como médica. “Isso é uma vitória”, comemora Omar Diaz.

Olívia Rodriguez e Omar Diaz afirmam que trabalhar é diferente de onde trabalharam antes com atenção básica na Venezuela, Paraguai e Paquistão, que não tinham uma rede constituída de atenção primária. “Na Venezuela não tínhamos nada, tudo era precária.

No Paraguai igual, não tinha rede implantada. No Brasil, nós temos uma rede de atenção básica de saúde, não temos médicos, mas temos uma rede criada. Nos outros países foram nós que criamos a rede de atenção primária”, falou Olívia Rodriguez.

Omar Diaz, 23 anos de formado em Medicina, sendo que oito anos trabalhando na Venezuela, avalia como muito boa a sua experiência de um ano em Barras.

“Temos encontrado uma população muito necessitada de atenção médica e todos são muito receptivos porque a população é muito receptiva com os médicos cubanos, fica muito contente com o nosso trabalho, muito compreensiva porque nós estamos ajudando a melhorar a saúde dessa população que estava carente de atenção”, falou Omar Diaz, que encontra crianças com baixo peso e desnutrição, mas não com desnutrição extrema.

ABRAÇOS E ATENÇÃO AJUDAM NA CURA DOS PACIENTES

Omar Diaz percebeu que muitos pacientes ficam curados mais rápido com um abraço, um cuidado mais afetuoso e fraterno. As pessoas ficam muito agradecidas.

Omar Diaz afirma que quando estão fazendo visitas domiciliares, os pacientes dizem que nunca um médico foram em suas casas. Pedem desculpas porque não podem oferecer refeição melhor, mas Omar Diaz e Olívia Rodriguez avisam que as famílias estão se alimentando com as mesmas refeições com que se alimentam.

“São pessoas muito carentes e quando vemos as pessoas acamadas e não podem caminhar, elas ficam muito contentes porque elas falam dos problemas de saúde que têm e nós também falamos muitas coisas. Essas pessoas ficam muito agradecidas”, fala Omar Diaz.

Omar Diaz afirma que abraçar e ouvir o paciente ajuda psicologicamente os doentes e em sua cura.

“As pessoas que estão acamadas ficam depressivas. A gente fala com elas, falamos que vão melhorar a saúde. Essas pessoas ficam psicologicamente animadas, é a palavra do médico animando o paciente. Isso ajuda na cura”, diz Omar Diaz.

“Tem pacientes que dizem que bastou o médico olhar e já melhoraram. Dizem: ‘esse médico me olhou e eu já me senti bem”, afirma Olívia Rodriguez.

“Quando o médico fala, conversa é muito importante para o paciente e também é muito importante o médico escutar o que o paciente fala. Isso é muito importante para a recuperação e melhorar ao paciente”, falou Omar Rodriguez.

MÉDICA CUBANA FAZ TERAPIA CONTRA VÍCIO EM MEDICAMENTOS
A médica cubana Olívia Rodriguez Gonzalez iniciou um trabalho com 42 mulheres de uma comunidade da periferia de Barras com atividades fisioterápicas com 42 mulheres para que rompam o ciclo fármaco, vício de medicamentos para dormir, medicamentos ansiolíticos usados como tranquilizantes e contra ansiedade.

O ciclo fármaco é formado por medicamentos como o diazepan, rivotril, contra insônia, antidepressivos e ansiolíticos.

“O resultado é que as mulheres não tomam mais cinco medicamentos que tomavam, estão mais alegres, perderam peso. São 42 mulheres integradas nas atividades fisioterápicas”, falou Olívia Rodriguez.

O trabalho é realizado com mulheres do bairro Residencial Morada de Barras. São realizadas atividades físicas com as mulheres. A coordenadora de Atenção Básica de Barras, Saara Serafim, disse que o trabalho dos médicos cubanos é muito positivo no município.

“Foram muito bem recebidos pela comunidade. Hoje nós temos médicos pela manhã e tarde de segunda-feira a quinta-feira atendendo os pacientes da maneira adequada e a população está muito satisfeita.

Já estamos até ampliando a rede de atenção básica. Nós começamos com 17 equipes e nós estamos com 19. Graças a Deus estamos conseguindo isso porque, antes, nós tínhamos dificuldades com médicos porque eles só atendiam duas vezes na semana”, falou Saara Serafim, adiantando que chegou a ficar seis meses sem médicos para atender a população na atenção básica. Hoje Barras tem seis equipes do Programa Mais Médicos.

“A MÉDICA PERGUNTA, FALA E SORRI”, DIZ VENDEDORA EM PIRIPIRI
A lavradora e vendedora Maria Aparecida Ferreira, de 48 anos, estava sendo atendida no Posto de Saúde João Mariano dos Santos, no bairro Caixa D´Água, em Piripiri.

Ela vinha sendo atendida por um médico cubano que viajou de volta para Cuba e foi substituído por outra médica cubana, Maritza Duquen Labore.
Maria Aparecida Ferreira diz que os médicos cubanos dão atenção ao paciente, fazem perguntas, ficam ouvindo o que o paciente tem a dizer e sorriem.

“O médico cubano é melhor, ele dá atenção a gente, pergunta, fica ouvindo, o explica o o que gente deve fazer, orienta os exames. Eu achei melhor do que os outros, já fui atendido por vários médicos.

Os outros médicos não falavam, nem olhavam para a gente, não dava atenção, só escrevia no papel. O médico cubano ouve a gente, fala, sorri. Foi melhor, eu adorei”, falou Maria Aparecida.

A estudante do curso de Administração na Universidade Estadual do Piauí (Uespi) Laiana Moreira, de 25 anos, faz acompanhamento e controle de sua diabetes no Posto de Saúde no bairro Caixa D´Água, em Piripiri, e é atendida por médico cubano do Programa Mais Médico.

“O tratamento é mais adequado, o médico cubano dá atenção, avalia o nível de glicemia (taxa de açúcar no sangue), faz exames. A diferença entre os médicos cubanos e os outros é grande.

Eles são mais atenciosos. Dão mais atenção, perguntam o que a gente está sentindo, já os outros não, só passam os exames. Os médicos cubanos perguntam antes de pedir e autorizar os exames”, fala Laiana Moreira.

O VÍDEO QUE NÃO ME DEIXA MENTIR: https://www.youtube.com/watch?v=YpvQBrXvg9c

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Francisco

05 de janeiro de 2015 às 18h59

Cof!Cof!Cof! Disse a vaca…

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Zilda

05 de janeiro de 2015 às 16h16

Contra esse plano devemos nos insurgir. Não deve fazer essa abertura de capital da CEF. Sou petista e contrária a essa medida.

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jota jota

05 de janeiro de 2015 às 16h08

pois é, mas quem vai comprar ações de um banco com tanto crédito podre com oa caixa? o governo pode até abrir mas se não for de fundos relamente não vai não…..
Mas, sou favorável a abrir o capital, o banco ficará mais funcional, com maior produtividade e prestará contas com seus balanços. pior que está não fica.

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lulipe

05 de janeiro de 2015 às 14h22

A vaca tossiu e os malabarismos para defender o governo estão ficando cada ve

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Leo V

05 de janeiro de 2015 às 13h23

É o PT no governo que vai privatizar a Caixa, para fazer superavit primário, e sem ter FMI pra mandar.

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Lucas

05 de janeiro de 2015 às 12h58

Dilma e o PT parece que apenas pensam no curto prazo, talvez uma imposição do péssimo sistema politico…fico me perguntando o que vão fazer quando o longo prazo chegar!

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Mancini

05 de janeiro de 2015 às 11h58

Ensandeceram, vão os dedos e ficam os anéis! http://refazenda2010.blogspot.com

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roberto

05 de janeiro de 2015 às 11h48

Lukas, voce não leu o texto, se leu, não entendeu nada , para falar a M.. que falou, peça para Azenha fazer uns desenhos para ajuda-lo a sintetizar, afinal voce tem um “alto nível”.

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    Lukas

    05 de janeiro de 2015 às 12h35

    Para que ocupar o Azenha que já tem tanto trabalho. Parece-me que você entendeu profundamente. Explique-me você.

    roberto

    07 de janeiro de 2015 às 14h51

    NÃO SEI DESENHAR

Eduardo Lima

05 de janeiro de 2015 às 11h29

ANO NOVO, BRASIL NOVO! Precisamos de reformas estruturais profundas, que reduzam as desigualdades, que se volte mais à Classe C, espelho atual do país, e que torne o Estado acessível a todos, e não apenas a alguns endinheirados.

Informação Independente: o Governo precisa substituir os “atravessadores da informação”, ou seja, a mídia tradicional, como canal para informar o povo. Fortalecer a internet, investir nos jornais e boletins de classe, jornais de igrejas, associações, etc. Enfim, pulverizar os meios de se dirigir ao Brasil. O texto abaixo reflete sobre o tema. Recomendo a leitura!

http://reino-de-clio.com.br/Pensando%20BR2.html

Saúde: diminuir as filas de espera e melhorar o atendimento. Não há problemas mais urgentes que estes. A criação de grandes centrais de exames e consultas especializadas nas regiões metropolitanas vai atender melhor a demanda. O texto abaixo reflete sobre o tema.

http://reino-de-clio.com.br/Pensando%20BR3.html

Educação: Cursinhos Pré-ENEM públicos, PROUNI para o ensino médio, Pós, Mestrado e Doutorado à distância, Mestrado e Doutorado à noite, para os trabalhadores. A Classe C deve poder dar a seus filhos a melhor educação com o menor custo. O texto abaixo reflete sobre o tema. Recomendo a leitura!

http://reino-de-clio.com.br/Pensando%20BR4.html

BANDEIRAS DA DIREITA. Algumas delas encontram eco nos medos e anseios da Classe C, que precisa ser reconquistada pelo governo, especialmente a do Centro-Sul do país. O governo pode se apossar de algumas delas como já fez antes? Como fazê-lo? É importante debater a questão? É o que o texto do link abaixo procura fazer: refletir a respeito.

http://reino-de-clio.com.br/Pensando%20BR5.html

LEI DE IMPRENSA JÁ!
A reforma mais urgente para o Brasil é a reforma dos meios de comunicação. A versão tupiniquim da Ley de Medios dos hermanos argentinos. Como deve ser essa reforma? Em nossa opinião, deve ser radical. Desconcentrar a posse da mídia, realizar concorrências públicas para concessão, exigir conteúdo local ou regional em 60% da grade, garantir o imediato direito de resposta, punir rigorosamente as falsas reportagens e acusações, etc. E você? O que acha? Nossa reflexão sobre o tema está no texto do link abaixo:

http://reino-de-clio.com.br/Pensando%20BR7.html

REFORMA JUDICIAL: O que mais precisa de reforma neste país, depois da mídia, é a “justiça”. É preciso reduzir o número de recursos, acelerar os processos judiciais, eliminar as manobras jurídicas, confinar os juízes a seus papéis, restringir sua ação aos autos. Juízes, promotores e procuradores devem ser punidos severamente se atuarem de forma seletiva, atrasarem ou impedirem investigações. Toda essa sensação de impunidade, discriminação e seletividade que emanam da “justiça” brasileira atinge em cheio a Classe C e mudar isso é um dos passos que mais vai garantir a reconquista dessa parcela da população pelo governo. É sobre isso a nossa reflexão desta semana no link abaixo.

http://reino-de-clio.com.br/Pensando%20BR6.html

A REFORMA CRUCIAL: Reforma Política. Como deve ser? A nosso ver, radical. Poucos partidos, financiamento público. Não ao voto distrital em qualquer de suas formas. Voto nos partidos, com as vagas no legislativo atreladas à eleição majoritária. Listas partidárias e fidelidade. Fim da reeleição ilimitada para o legislativo, etc… O texto do link abaixo reflete sobre o tema:

http://reino-de-clio.com.br/Pensando%20BR8.html

Responder

    Clara

    08 de janeiro de 2015 às 09h45

    Em, resumo, conrole total do Estado, que afinal é competentíssimo, incorruptível e acima de qualquer suspeita, e sabe melhor do que qualquer cidadão o que ele quer e precisa. Pra quê pensar? Deixa, nós pensaamos por você… Já leu “A Revolução dos Bichos”? Não, é claro, está muito ocupado aprendendo a recitar os mandamentos que seu mestre mandou!

Lukas

05 de janeiro de 2015 às 10h35

Qual o louco que colocaria seu suado dinheirinho em ações da Caixa? Aposto que virá tudo de fundos de pensão controlados pelo PT.

Responder

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