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Médico brasileiro: Que eles ajudem no “resgate do raciocínio clínico”

publicado em 27 de agosto de 2013 às 18:37

por Luiz Carlos Azenha

Que diabos é “resgate do raciocínio clínico”?

É ter, diriam os médicos, uma atitude mais holística, completa, em relação ao paciente.

É pedir exames e receitar remédios só quando forem estritamente necessários.

É servir primeiro ao paciente, não às indústrias farmacêutica, de laboratórios clínicos e de equipamentos médicos.

Ajudar os colegas brasileiros a resgatar o raciocínio clínico. É a consequência esperada pelo médico Marcelo Coltro da passagem de 4 mil médicos cubanos pelo Brasil.

Diferentemente de muitos colegas, ele dá boas vindas aos cubanos. Fruto, talvez, de ter estado recentemente em Cuba.

Marcelo é especializado em Medicina de Família e Comunidade. Concursado, trabalha na Prefeitura de Florianópolis. Em fevereiro deste ano, esteve em Cuba com um grupo de médicos brasileiros para trocar experiências no setor. Viveu outra particularidade: depois de formar-se na Universidade Federal de Pelotas, foi o único médico residente em Protásio Alves, na serra gaúcha, experiência que muitos cubanos viverão agora, em cidades do Norte e Nordeste brasileiros.

Sem a histeria que tem caracterizado a reação de alguns médicos à chegada dos cubanos, Marcelo conta como foi sua experiência. Fala das similaridades e diferenças entre os dois sistemas de saúde, sobre o que o Brasil pode ensinar a Cuba e vice-versa.

Ciego de Ávila, na província de mesmo nome, cidade visitada pelo dr. Marcelo Coltro (wikipedia)

Trechos da entrevista, em que Marcelo fala também sobre o que Cuba pode aprender com o Brasil no setor e conta a história de um provável erro de médico brasileiro corrigido em Cuba, que ele testemunhou:

“Como o número de médicos [em Cuba] é maior em relação médico/habitante do que no Brasil, eles conseguem ter uma capacidade de cuidado muito melhor do que os médicos brasileiros aqui no sistema público. Por exemplo, a cidade que eu visitei, onde eu estive, tinha um médico dentro do sistema de saúde para cada 800 habitantes. Então, eles conseguiam organizar através da sua área de atuação a população de uma forma muito melhor estruturada do que a gente consegue organizar aqui no Brasil em que cada médico de família é responsável por 4 mil, 6 mil, 7 mil habitantes e tem cidades onde o médico de família é responsável pela cidade inteira”.

“Eu acho que se fosse uma força de trabalho médica para vir para o Brasil e permanecer para sempre eles deveriam fazer o Revalida. Mas eu entendi que no programa Mais Médicos eles vem para o Brasil não com interesse de substituir a mão-de-obra médica brasileira, que o programa Mais Médicos traz médicos estrangeiros para o Brasil até que o Brasil consiga se adequar à sua própria formação médica, enquanto isso vai acontecendo esses médicos estrangeiros seriam temporários e por isso talvez não precisem fazer o Revalida, que eles tem experiências em outras missões internacionais”.

“Quanto à formação médica dos médicos cubanos, me pareceu que eles tem uma formação médica muito semelhante à formação médica brasileira, e eu diria que é bem rígida por eles serem militarizados e super-estruturados. Eles tem o mesmo número de anos que a gente tem aqui na formação médica. Eles também tem especialidades lá, mas todos os médicos formados inicialmente tem de ser médicos de família, de comunidade. Precisam ter experiência médica para depois passarem para as especialidades. São muito bons cirurgiões, são bons oftalmologistas, são bons ortopedistas, mas principalmente são bons médicos de família e de comunidade”.

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“Talvez os médicos cubanos possam ensinar para a gente como usar melhor a tecnologia. Talvez a gente use a tecnologia muito precocemente quando cuida das pessoas. Ao andar pelas ruas de Ciego de Ávila, em Cuba, você não encontra farmácias como encontra aqui no Brasil. Quando você encontra farmácias em Cuba você tem muitas medicações que são fitoterápicas, medicações que a gente encontra aqui no Brasil numa quantidade um pouco menor. Assim como aqui no Brasil nós temos dificuldades de ter concentração de tecnologia por exemplo nos postos de saúde, por conta de ser muito caro, eles tem uma otimização de tecnologia muito maior. Quando uma pessoa lá em Cuba é submetida a uma tomografia é porque realmente ela tem necessidade de fazer essa tomografia”.

“Lá não é frequente a questão de você fazer check-up como é muito comum aqui no Brasil. Ou fazer exames laboratoriais de rotina para as pessoas ficarem medindo colesterol quando tem queixas de dor-de-cabeça ou tem queixas super inespecíficas para exames que são muito difundidos na mídia. Então eu vi que lá talvez tenha uma racionalização do uso da tecnologia que por conta da influência da indústria farmacêutica e da indústria dos insumos de saúde no Brasil desde a década de 60 nós perdemos, a questão do ampliado raciocínio clínico que os médicos tem lá e uma otimização da tecnologia”.

“Aqui a gente vê cada vez a mercantilização da medicina. Eu diria que os médicos brasileiros são bons médicos, mas existe dentro da formação médica, nas escolas de medicina, uma grande inclinação para você fazer uso de muita tecnologia, exames laboratoriais, exames de imagem e também uso de medicamentos de uma forma talvez um pouco mais precoce de que se a gente pudesse avaliar esses pacientes com um pouquinho mais de um olhar holístico, ou humanista, e com uma percepção de poder compreender um pouquinho antes de usar tecnologia, antes de usar um medicamento precoce, antes de pedir um exame laboratorial que muitas vezes a gente sabe que vai dar normal e tá pedindo porque tem uma orientação protocolar para isso”.

“Talvez os médicos cubanos possam trazer para nós um resgate do raciocínio clínico que as escolas de medicina e as profissões ao longo dos anos foram perdendo por conta de um adensamento tecnológico muito grande”.

“A gente tem alguns estudos que mostram que 75% dos médicos brasileiros recebem visitas de laboratórios, para medicamentos. São pessoas que visitam os consultórios médicos com frequência. Ao visitar estes consultórios existe muita informação dos laboratórios para estes profissionais. Alguns outros estudos mostram que até 41% dessas pessoas visitadas tem como referência essa visita da indústria para prescrever as medicações. Você tem uma grande influência da indústria farmacêutica dentro da prática médica no Brasil. Isso também se expande para o uso da tecnologia, como exames laboratoriais”.

“Você tem muitos professores de faculdade de medicina no Brasil que tem vínculo empregatício com indústrias farmacêuticas ou com indústrias que produzem tecnologia em saúde. Isso acaba influenciando seguramente a formação médica e o uso de tecnologia. Necessária, que bom que a gente tem essa tecnologia, mas muitas vezes precoce e diria até que de certa forma indiscriminada, sem uma boa indicação, sem um raciocínio clínico adequado”.

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113 Comentários para “Médico brasileiro: Que eles ajudem no “resgate do raciocínio clínico””

  1. qua, 26/02/2014 - 22:50
    Harlei Cursino Vieira

    O melhor comentário aqui é o seguinte:

    O médico e o paciente ficam entre o rochedo e o mar, todos querem economizar, mas quando um paciente com uma doença grave senta em frente a um médico ele quer e tem o direito de receber o melhor e mais avançado tratamento.
    É dever do médico disponibilizar todos os meios para diagnóstico e o tratamento do seu paciente.

    Seria bom se isso acontecesse no Brasil!

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  7. seg, 02/09/2013 - 15:39
    Renato

    Deixa perguntar o que é raciocínio clínico?
    Como diagnosticar um enfarto, para um paciente que chega no posto de saúde queixando de dor no peito, falta de ar, formigamento nos membros superiores e inferiores do lado esquerdo? Que raciocínio clinico vai me levar a dizer que estou com uma gastrite ou com um enfarto sem um eletrocardiograma?

    • ter, 03/09/2013 - 23:10
      J Souza

      E o diálogo com o técnico de enfermagem (se houver!):

      - Dr., o que eu faço?
      - Instala uma nitroglicerina (para os que não são médicos, é um medicamento para angina instável, um pré-infarto) intravenosa.
      - Não tem, Dr.
      - Então vai dando o que tem ai. Tem isossorbida sublingual?
      - Tem.
      - Então dá isso mesmo. Vai dando enquanto eu “aprofundo” meu raciocínio clínico…

      Depois de alguns minutos.

      - Eu acho que é infarto mesmo. Aplica uma estreptoquinase nele. Corre em uma hora.
      - Dr., não tem estreptoquinase.
      - Então vamos mandá-lo para o cateterismo de urgência.
      - Você sabe que não há serviço de hemodinâmica no município, Dr.
      - A única opção que surge do meu raciocínio clínico é transferi-lo para um hospital que tenha pelo menos um aparelho de eletrocardiograma. Chama a ambulância.
      - Dr., o município está sem ambulância.
      - Sem ambulância!? Que absurdo! Temos médicos competentes na cidade, até cubanos, e não tem ambulância? Ligue para o prefeito agora!
      - Dr., o paciente é o PREFEITO!

      • qua, 11/09/2013 - 9:48
        Renato

        Ué, a minha dúvida a esquerda mentirosa brasileira não vai responder?

      • sáb, 13/09/2014 - 20:09
        Maria Calixta

        Este relato não fosse trágico seria cômico.

        Minha mãe veio em uma ambulância de Coluna -Mg até Belo Horizonte, após ter tido uma parada respiratória, ao chegar em Itabira, acabou o oxigenio, minha irmã é quem acompanhava, então a mesma se dirigiu a uma unidade de saúde e pediu a troca do oxigenio, teve que brigar para conseguir. Moral da história, minha mãe chegou viva em BH, ficou em coma induzido por uma semana no hospital Mater Dei. Hoje mamãe tem 80 anos, esta história se passou faz 02 anos.
        Minha irmã era enfermeira na cidade, pediu demissão do cargo e atualmente é supervisora em um hospital daqui de São Paulo.
        O triste é que no Brasil não existe política pública para a promoção da saúde, se existe não se divulga, pois a doença da mais lucro e a industria farmacêutica precisa vender. Quanto a história do prefeito é o feitiço contra o feitceiro!

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  23. qui, 29/08/2013 - 13:15
    Luís Carlos

    De fato, a clínica (cuidado) foi esvaziada pela dependência tecnológica. Esperamos que os cubanos possam contribuir na recuperação e fortalecimento do método e processo clínico na medicina. Esta é uma das superações necessárias na saúde pública brasileira.

  24. .
    .
    A maioria dos médicos braZileiros

    pratica o ‘Reaciocínio Cínico’…
    .
    .

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  26. qua, 28/08/2013 - 20:54
    Urbano

    Ainda bem que existem os altamente sóbrios de juízo; embora raros, hein? Isso ocorre em qualquer profissão. Uma boa parte quando não vem a ser de berço, passa a ser com a entrada na Universidade ou ao abiscoitar o diploma.

  27. qua, 28/08/2013 - 20:05
    J Souza

    Alguns médicos ganhem um percentual (que varia de 20 a 50%) dos exames de imagem, a maior parte do lucro com os exames vai para os donos de hospitais e clínicas que são as donas do capital.
    Em relação aos exames laboratoriais, embora existam alguns que sejam de propriedade de médicos, em geral são de grandes empresas ou até mesmo de bioquímicos. Nestes casos, o médico não ganha nada solicitando tais exames.
    TODO O DINHEIRO QUE VAI PARA OS EXAMES, DEIXA DE IR PARA OS MÉDICOS!

    Então, por que os médicos solicitam tantos exames, você deve estar se perguntando.

    A resposta é que, PARA EVITAR PROCESSOS JUDICIAIS, os médicos tentam se cercar de todas as formas de confirmações do diagnóstico, para que fiquem respaldados. Isto porque, se o diagnóstico clínico não estiver correto, o médico pode sofrer processo por não ter solicitado o exame complementar que faz parte das diretrizes para aquele determinado problema de saúde.
    Isto o doutor da família e da comunidade não lhe diz, né? Talvez ele não cuide de pacientes com doenças graves… Talvez ele os encaminhe para outro especialista…

  28. qua, 28/08/2013 - 19:17
    AlvaroTadeu

    Viva Barcellos – Bolivarianismo e comunismo. Você, como analista de Ciências Sociais, deve ser um excelente vendedor de carros usados. Você não sabe o que é uma coisa nem outra. Olha, sou ignorante em 90% das coisas, mas me calo e não dou palpite errado. Tenho muita vergonha na cara. Quem não tem, não sente o rosto avermelhar ao recitar tanta asneira. Vade retro!

  29. qua, 28/08/2013 - 19:00
    Attila Louzada

    Há muitos anos, eu morava em Ohio e um amigo fazia residência na Case Western University. Aparece no hospital um menino com febre alta e sintomas estranhos. Preceptor reúne residentes, expõe o caso, levanta opções, propõe exames mil, etc etc. Vai a turma visitar o doente. Perplexidade geral, que é isso, essas manchas vermelhas, será doença tropical, intoxicação, e por aí foi. Meu então jovem amigo, meio sem graça, solta curto e seco: Guys, this is measles! (Gente, isso é sarampo!). A matéria fala de coisas assim.

  30. qua, 28/08/2013 - 18:57
    silvio

    alguém já pensou quanto a Unimed paga para propaganda no uniforme dos times de futebol? De onde vem este dinheiro? Oque o Ministério Público faz?

  31. qua, 28/08/2013 - 18:51
    wilson correa de moura

    Desde de os anos setenta que a indústria dos exames complementares vem crescendo assustadoramente, graças a conduta dos médicos de abandonar a anaminese e apenas solicitar exames para um simples diagnóstico. Segundo os grandes clínicos do mundo, os exames complementares são necessários apenas para confirmar o prognóstico, e, aí sim, termos confirmado o diagnóstico. Sem um exame físico minucioso, sem a escuta do paciente,sem o acolhimento e o acompanhamento e a percepção e a verdadeira arte de auscultar, ouvir e interpretar a linguagem do indivíduo, o visão clínica fica prejudicada e os resultados disso têm sido desastrosos para nossa medicina e triste para os doentes. Falta, portanto, uma visão holística necessária à compreensão das queixas que envolvem os componentes psicoemocionais de cada indivíduo.Afinal, ninguém é totalmente sábio para se julgar o dono da verdade.

  32. qua, 28/08/2013 - 18:09
    João Carlos

    Decisão da Justiça Federal em MG impedirá ridículo presidente do CRMMG de chamar a polícia:

    http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=10&id_noticia=222581

  33. qua, 28/08/2013 - 17:47
    J Souza

    “Quanto à formação médica dos médicos cubanos… eu diria que é bem rígida por eles serem militarizados…”
    “… eles tem experiências em outras missões internacionais”.

  34. qua, 28/08/2013 - 17:40
    Malvina Cruela

    o mais irônico é que o tratamento que as Doutoras Mayara Petruso deram aos cubanos é o mesmo que receberiam se, sendo o país dividido com sul e sudeste formando nação independente, como querem muito desses “sulistas”, esse novo país resolvesse importar médicos do…Ceará.

  35. qua, 28/08/2013 - 17:32
    J Souza

    “Viés é uma tendência a apresentar ou possuir uma perspectiva parcial em detrimento de outras alternativas (possivelmente igualmente válidas). Vieses podem existir de várias formas.

    Em estatística, é um termo usado para expressar o erro sistemático ou tendenciosidade.

    Por extensão de sentido, usa-se a palavra viés para designar qualquer comentário ou análise que seja tendenciosa, isto é, que não respeite os princípios da imparcialidade.”

  36. qua, 28/08/2013 - 17:24
    Bernardino

    SR ROBSON,vai a resposta:Votei no sr LULA e D DILMA pra começar,odeio Tucanos,porem nao sou cego e burro pra defender PETRALKAS e FROUXOS que no poder nao tiveram coragem de fazer uma lei dos Medios pra peitar a imprensa Bandida que temos que bate todo dia em voces e nada fazem porque sao reito FROUXOS.FASCISTAZIMHO é VOcê que defende um governo que entrega o PETROLEO do campo de LIBRA ou meljhor entregará em outubro,traindo o Grande GETULIO VARGAS,esse sim o Maior estadista que tivemos!!

    JUNta toda esquerda Brasileira,teu PT e PCs e nao darão a MEIA Direita de GETULIO VARGAS até porque o sr LULA existe porque Getulio fez as leis Trabalhista e os SINDICATOS!!
    COMUNISMO É COCAÍNA IDEOLOGICA -ESSA é pra VOCÊ!!!

  37. qua, 28/08/2013 - 17:02
    Arthur Araújo

    Só dizer parabéns ao “resgate do raciocínio clínico” diante de tanta demostração de ignorância e preconceito contra os médicos cubanos.

  38. qua, 28/08/2013 - 16:56
    renato

    Parabens!

  39. qua, 28/08/2013 - 16:49
    bherta

    As farmácias vendem remédios exatamente na quantidade que o paciente precisa tomar, diferente do Brasil onde vc é obrigado a comprar uma embalagem com 21 drágeas, quando seu médico receita apenas 8. Os remédios, além disso, são subsidiados, muito baratos em relação aos salários. Se vc tem uma receita de um médico em Cuba, vc compra um remédio, mas não consegue tomar um remédio sem receita. Por outro lado, os hotéis têm médicos e se vc está participando de atividades que reunam um número grande de pessoas, é necessário que ali esteja um médico, para que a atividade seja autorizada. Saúde da população (e dos visitantes) levada muito a sério.

  40. qua, 28/08/2013 - 16:29
    Rose PE

    Esse é um verdadeiro patriota, gosta de seu povo e seu país. Nota 10 para o Dr. Marcelo Coltro. o Brasil precisa de gente como ele.

  41. qua, 28/08/2013 - 15:58
    rodrigo

    Os médicos Cearenses mostraram a formação que tem.

  42. qua, 28/08/2013 - 15:45
    Moraes

    Nao sei se vao resgatar o raciocínio clínico. Nem se vao resgatar algum raciocínio. Por enquanto, o que apareceu foi um ‘raciocínio’ cínico.

  43. qua, 28/08/2013 - 14:21
    Damastor Dagobé

    recentemente estava com dores de coluna quase insuportáveis; quase não podia me mexer de tanta dor..o ortopedista do convenio fez umas radiografias e me mostrou o tanto que alguma vértebras tinham se “desgastado”, perdendo o tecido esponjoso entre elas, comprimindo o nervo e causando a dor…prognostico?? operação complicada, intermináveis sessões de fisioterapia, remédios…o diabo. Pensei, pensei: comprei uma cadeira de plástico de 25 reais, (muito mais ergonômica que a que usava horas a fio no computador) nunca mais senti nada; absolutamente nada.

    • qua, 28/08/2013 - 16:11
      M. S. Romares

      Damastor, aconteceu algo parecido que um amigo que iniciou um tratamento a base de losartana para estabilizar a pressão. Dias depois ele se queixou de dores bastante fortes principalmente nas costas. Consultou alguns médicos e adivinha: só cirurgia mesmo. Como ele é bom observador, e costuma ler a bula, suspendeu temporariamente o uso de losartana e operou-se um milagre. As dores desapareceram completamente. Nesse episódio constata-se um duplo erro: o primeiro, foi não ter sido alertado sobre esse desconforto causado pelo medicamento. Definitivamente, médico não lê bula de coisa alguma, mas receita com total segurança. O segundo, o frenesi de se sugerir a uma cirurgia desnecessária. Ou talvez fosse muito necessária, não pra ele, mas para o médico.

  44. qua, 28/08/2013 - 13:53
    Ted Tarantula

    A ultima vez que fui a um médico (IPSEMg MG que é muito conceituado aqui em BH) minha mulher estava grávida de nosso primeiro filho que hoje tem 28 anos: ela passava muito mal com náuseas, vômitos e como era o primeiro não sabíamos direito se era assim mesmo; mas eu já conhecia médicos: sabia o que esperar; a brutalidade e indiferença de um “gravidez não é doença minha senhora” mas mesmo assim o desgraçado conseguiu nos surpreender com sua grossura e ideia de gerico..disse o maluco de branco pra ela, na minha frente: “vc está assim pq seu marido não te ama”. Supostamente era um gabinete médico e não um consultório sentimental. Ela nunca mais quis saber de médico por essas razões.

  45. qua, 28/08/2013 - 13:46
    Elias

    “É um imenso preconceito sendo externado contra os cubanos. É importante dizer que os médicos estrangeiros, não só cubanos, vêm ao Brasil para trabalhar onde médicos brasileiros formados aqui não querem trabalhar” Dilma Rousseff

    É algo extremamente constrangedor o que estamos vendo e ouvindo nos meios de comunicação. As entidades de classe (médicas) e a mídia de modo geral estão bombardeando o programa Mais Médicos por motivos grosseiramente políticos. Estão contra um ato racional de um governo que deseja, se não sanar, ao menos remediar uma situação de urgência qual seja a saúde pública. A mídia mostra a impossibilidade de atender infinitos casos deste ou daquele doente, principalmente em regiões onde não há médicos, e ao mesmo tempo rechaça a iniciativa de mandar médicos a esse lugares. Só uma coisa resume essa contradição: A oposição (e a mídia) não aceita que se faça o que ela não fez quando devia fazer.

  46. qua, 28/08/2013 - 13:28
    Everson Marca

    Quero deixar aqui meu testemunho de que o Dr. Marcelo Coltro é bem isso que está posto: simples, amigo, digno, competente e muito humano.

  47. qua, 28/08/2013 - 13:08
    Julio Silveira

    Quando digo que tem gente para tudo e SAFADEZA em todos os partidos. Hoje vi o SBT prestando um grande favor ao PT, mesmo que o partido possa não entender assim, mostraram o padrão de funcionamento de um hospital no município de Araruama. Mostraram diversos “profissionais” em sua pratica usual de bater o cartão é irem embora logo após, mas o que mais me marcou foi um vereador medico do município, do PT no mesmo procedimento e na maior cara de pau. Cada vez que olho discursos inflamados, expostos mesmo aqui neste espaço que para mim é cívico, e vejo, no lado das ações, a postura idêntica a que se fez modelar nesse tipo de instituição nacional fico pensando pobre Brasil e cidadania ética nacional por ter que conviver com uma minoria culturalmente tão podre e convincente que já estão alcançando maioria.

  48. qua, 28/08/2013 - 12:58
    Maxwell

    “A gente tem alguns estudos que mostram que 75% dos médicos brasileiros recebem visitas de laboratórios, para medicamentos.” – Eu já vi um caso assim em um HU. Como não frequento mais o local há uns 6 anos, não sei se continua assim.

  49. qua, 28/08/2013 - 12:41
    ricardo silveira

    Parabéns a esse médico brasileiro! E parabéns por estar preocupado com os pacientes, por criticar o saco sem fundo do custo da saúde para os brasileiros, apenas, para alimentar a indústria médica, parabéns, portanto, por não se alinhar a uma visão mercantilista que emporcalha essa profissão tão digna e bonita que é a profissão de médico.

  50. qua, 28/08/2013 - 12:33
    Helio Filho

    Sou médico formado em 1987. Aprendi então que todo paciente conta uma história de sua doença, que deve ser ouvida. Meus professores pediam que justificasse cada exame que pedia (o que você pretende achar ou que doença você pretende descartar). Representantes de laboratório eram proibidos de ultrapassar o saguão do Hospital Universitário.
    Acontecia assim na Faculdade de Medicina da UFBA (Bahia) e na maior parte das faculdades Brasil afora. Sou psiquiatra há 23 anos, mas ainda sei examinar um paciente e, no mínimo, encaminhá-lo a um especialista quando tenho a mínima suspeita de ter deixado passar um transtorno mais grave.
    Pois bem, entre 1991 e 2000 trabalhei na França como psiquiatra, fiz mestrado, doutorado e voltei para a Bahia.
    Que susto!
    Hoje ninguém examina nem escuta o paciente, não dá diagnóstico sem pedir uma série de exames, quase todos desnecessários, e prescreve quase sempre a medicação sugerida pelos laboratórios, cujos representantes são recebidos como reis. E tome convite pra restaurante, final de semana em Sauipe ou Trancoso (na Bahia), passagens para congressos no Brasil e exterior, presentinhos (oferecem com frequência caixas de vinhos) cujo valor varia em função da importância e do grau de parceria do médico.
    Pouco importa o preço dos medicamentos (em geral os mais caros são os que geram mais vantagens para o médico) ou dos exames e procedimentos (os planos de saúde, como todos sabem, são o que são) geralmente pagos do bolso do paciente, porque segundo o Dr. são imprescindíveis – na grande maioria das vezes são em verdade dispensáveis.

    Não me surpreende, pois, a histérica reação por parte destes médicos contra qualquer mudança neste conluio. Estes médicos não estão desinformados, sabem exatamente o que estão fazendo. São gananciosos, arrogantes, preconceituosos – não gostam de ter pobres nem negros como
    pacientes.

    A vinda dos cubanos revelou que, além de tudo, são xenófobos e reacionários.

    EM TEMPO: trabalhei em Paris como psiquiatra, por 10 anos, SEM revalidar meu diploma. Nunca fui hostilizado por médicos franceses que sempre me tratavam, sem condescendência nem menosprezo, de igual para igual como colegas que éramos.
    Hoje trabalho como profissional liberal, ganho bem e nunca aceitei benesses de laboratórios. Sei muito bem o que significa conflito de interesses. Não pretendo deixar Salvador, mas torço para que bons médicos, cubanos ou não, atendam pacientes em Serrinha, Conceição do Coité, Ipirá, etc, etc.

    E que venham os cubanos!

  51. QUEM PRECISA DE SAÚDE TEM PRESSA.
    Talvez com tal paráfrase, inspirado em célebre ativista, imploda o núcleo duro da insensibilidade dos meus colegas, que tem flertado com o sectarismo corporativo.
    Na área da saúde há uma crise humanitária secular no Brasil. Milhões de compatriotas têm sido deserdados do mais elementar direito à saúde, determinado constitucionalmente como dever dos governantes.
    Não só porque faltam condições dignas permanentes de atendimento neste país de muitos rincões e periferias. Faltantes até no coração de bairros abastados das metrópoles, a exemplo do que ocorre no Rio de Janeiro nos Hospitais Municipais Miguel Couto e Lourenço Jorge.
    Por falar em rincões e periferias, é lastimável ver que entre os manifestantes da hora sobressaem colegas que nunca viveram e trabalharam ali. Manifestam-se em nome de quem? Que legitimidade possuem para agredir quem vai lá cuidar da saúde dos excluídos e demitidos da vida?
    Na verdade – me perdoem- portam-se como prima donnas ao caçoar dos profissionais que fizeram a opção de abraçar o atendimento da gente que habita o Brasil profundo. Ato contínuo, proclamam como axioma que a nobre medicina está na doença, não na prevenção desta ou suas complicações, cuja atenção seria “coisa de médicos fracassados”. Talvez, se conhecessem a saga do Dr. Eugenio, personagem do romance “Olhai os lírios do campo” do Veríssimo pai, ficariam mais corados antes de jactarem-se.
    O papel(ão) que alguns colegas exerceram histrionicamente em Fortaleza hoje (27/08/13) provocaram a indignação que ora manifesto. Foi justamente em Camocim, no querido Ceará, que meus ossos começaram a trajetória de trinta anos de ofício atendendo no Brasil abandonado, onde trabalhei por 4 anos. Dali migrei para as periferias de São Paulo, SBC e Santo André por mais quatro anos, até voltar ao Rio de Janeiro, para atuar na capital, Niterói, Baixada e zona oeste.
    Com passagem pela Fundação SESP do MS, Médicos Sem Fronteiras, PMF de Niterói e outros PSF, penso estar legitimado para participar deste debate. Assim como para exercer crítica ao governo federal pela forma açodada como implantou esta iniciativa de justiça social. E ainda, para cobrar das corporações médicas coerência: se querem fazer a hora e não esperar acontecer o SUS, carreira de Estado para o médico, etc não podem se abster de contrapor-se à distopia neoliberal na área da saúde.
    Sem mais tergiversações, fica o dito pelo dito: quem precisa de saúde tem pressa!
    Flavio Wittlin, médico, professor e pesquisador

    • qua, 28/08/2013 - 12:53
      ricardo silveira

      Muito bom, mas, um problema, apenas, não vejo açodamento, ao contrário, vejo medo do governo em enfrentar essa casta, demorou demais para tomar medida importante em favor dos brasileiros.

  52. qua, 28/08/2013 - 12:01
    O DOUTRINADOR

    Fui a a um Cardiologista a aproximadamente 06 meses, de cara me receitou um medicamento para Pressão, outro para combater o Colesterol e um terceiro para Afinar o Sangue, e me pediu uma série de exames. Estes medicamentos de uso continuo são caros, custam em torno de R$ 220,00, ao mês. Durante a consulta o mesmo me disse que fazia pesquisas e viajava muito, só depois descobrir que os laboratórios dos respectivos remédios é que bancam suas viagens. Fui a outro médico que não viaja por conta de laboratórios me receitou medicamentos manipulados que tem o mesmo principio ativo dos do Laboratório, e hj gasto aproximadamente R$ 47,00, por mês com os três medicamentos. Esta conversa da Qualidade dos Médicos Estrangeiros, digo o seguinte: O Pior deles é muito superior a grande maioria dos que estão armando toda esta CELEUMA.

  53. qua, 28/08/2013 - 11:58
    Verônica Soares da silva

    Dr. Marcelo Coltro!

    Meus parabéns!
    Deve ser um privilégio ser atendido por vc.
    Cuide-se.
    Não dá prá prescindir de um médico de seu calibre.
    O espírito de corpo de sua categoria é uma temeridade.
    Desejo-lhe muita sorte e muito sucesso.

  54. qua, 28/08/2013 - 11:40
    edir

    28 de Agosto de 2013•08h13 • atualizado às 08h20

    RJ: médicos da rede pública ‘fogem’ para atender em clínicas privadas
    Profissionais que deveriam atender no hospital público Cardoso Fontes dificilmente são encontrados no local

    Um grupo de médicos e enfermeiros raramente é visto atendendo no hospital público Cardoso Fontes, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. Praticamente desaparecidos da emergência e dos ambulatórios, onde deveriam trabalhar todas as semanas e têm salários de até R$ 16 mil, os profissionais passam o dia cumprindo extensa agenda de clientes em hospitais e clínicas particulares das zonas sul e oeste da cidade, segundo o jornal O Dia. Na hora de marcar consultas com os profissionais no Cardoso Fontes, a desculpa é sempre a mesma. “Não há vaga e nem previsão” de quando o médico estará disponível. Um dos casos é do urologista André Guilherme Lagreca da Costa Cavalcanti, que no dia 28 de junho atendeu 36 pessoas que esperavam no ambulatório. Foi a única vez naquele mês que os pacientes viram o médico no hospital, onde ganha R$ 9 mil por mês.

    Outro exemplo é o do geriatra Paulo Roberto Fernandes, diretor da unidade até outubro. De acordo com o jornal, a agenda de atendimento fica trancada na mesa da enfermeira Vera Lúcia e ninguém consegue marcar uma consulta com o profissional, onde deveria trabalhar 40 horas por semana para ganhar R$ 11 mil. Outro desaparecido é o ex-diretor do hospital, o oncologista José Francisco Ferrão, que recebe quase R$ 16 mil. O nome do médico nem aparece entre os servidores do hospital e os pacientes da unidade não conseguem consulta. Para achá-lo, somente em sua clínica particular, onde a consulta sai por R$ 150. Outra médica com a agenda lotada é Mauricea de Santanna, com carga de 40 horas por semana e salário de R$ 8 mil. Seus colegas mais novos do Cardoso Fontes não a conhecem e os antigos se assustam quando alguém quer saber dela. A ginecologista Magali Luppo Cordeiro, com status de chefia no hospital de Jacarepaguá, onde recebe R$ 16 mil por mês, tem duas matrículas no Ministério da Saúde e total de 60 horas semanais – ou 12 horas por dia, já que não trabalha nos fins de semana. Com a agenda no consultório particular duas vezes por semana, fica difícil atender nos dois lugares.

    Terra

  55. qua, 28/08/2013 - 11:27
    alício

    Os vagabundos com espírito de parlamentar ficarão com raiva ao ler essa entrevista. Que explodam!!!

  56. qua, 28/08/2013 - 11:03
    Matheus

    As críticas deste médico à saúde no Brasil correspondem exatamente ao que eu passei como usuário de serviço de saúde, na maioria das vezes.

  57. qua, 28/08/2013 - 10:57
    Bernardino

    OPINIAO lÚCIDA e verdadeira do Colega.É este tipo de profissional que temkos aos milhares e o INcompetente Ministro da SAude,sr PADILHA e seu ministerio deveriam selecionar,afinal temos 380.000 medicos no pais em atividade.SERÁ que nao temos desses 10 por cento o que dariam 38.000 pra serem selecionados? Claro que sim!!

    Porém o PT seus Esquerdinhas preferiram a SAIDA demagogica e IDEOLOGICA pra chamar atençao e posarem de preogressistas ajudando CUBA e seu governo FALIDO! OS esquerdinhas que frequentam esse BLOG dirão: AH,o governo colocar edital e nao apareceram medicos para o Programa!PURA FANFARRONICE o tempo foi EXIGUO e nao houve empenho por parte do Ministerio em contato com as associaçoes de CLASSE pra proceder uma boa seleçao,Claro foi tudo TEATRO pra justificar a vinda de medicos de outro País o que denota uma atitude de COLÔNIA E REpubliqueta de Bananas que somos.
    Outro exemplo de INcompetência dos Petistas no Poder:DEU asilo a um Pilantra senador da BOLIVIA e deixa o sujeito um ano na Embaixada e nao resolve o problema,dando margem a um pilantra embaixador sem consultar os superiores e agir por conta Propria o que mostra que a Presidente e o Itamarati nao tem um atomo de autoridade no PAÍS,ISSO É PT e Esquerdinhaas!!

    • qua, 28/08/2013 - 13:08
      Robson

      Sr. Bernardino

      Por que não usou seu fascismo contra a contratação de cubanos por seu amado e saudoso FHC em 1998?

      Essa medida tomada pelo Planalto em conjunto com o ministro Padilha (FUTURO GOVERNADOR DE SÃO PAULO PÓS TRENSALÃO TUCANO foi revolucionária e isso é só o começo. Foi-se o tempo em que seus coleguinhas coronéis de jaleco ditavam os valores de consulta aos descamisados.

      Sua “revoltazinha” é típica de hitleristas ciosos de que o tribunal de Nuremberg está próximo e rodam a baiana para alegar sua defesa.

      Vá para blogs fascistas como o de seu amado REINALDO AZEVEDO fascistóide ou a meretriz da folha ELIANE CATANHEDE.

  58. qua, 28/08/2013 - 10:53
    Francy Granjeiro

    Oi a carinha dessa médica Mauricea termina expediente em empresa particular.A hora da saída é exatamente a mesma que deveria entrar no plantão da enfermagem do Hospital Cardoso Fontes.
    Médicos recebem até 16 mil do estado, mas raramente aparecem em hospitais públicos
    Procura-se: Médicos ‘fogem’ de expediente em hospital público…….http://esquerdopata.blogspot.com.br/2013/08/medicos-recebem-ate-16-mil-do-estado.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+OEsquerdopata+(O+Esquerdopata)

  59. qua, 28/08/2013 - 10:29
    Paulo Roberto

    Assinem o desagravo aos médicos cubanos:
    http://www.blogdacidadania.com.br/2013/08/desagravo-aos-medicos-cubanos/

  60. qua, 28/08/2013 - 10:23
    FRANCES

    PEQUENA HISTÓRIA

    Já estou chegando à casa dos 60 anos e consequentemente na idade do condor.
    Recentemente, comecei a sentir umas dores nos ombros e fui a um Ortopedista que atende pelo meu plano de saúde. Ao relatar em poucas palavras o que estava sentindo, obtive um diagnóstico imediato:
    -Tem que fazer cirurgia. Vou encaminhá-lo para fazer uma ressonância magnética e após este exame, vamos marcar a data da operação.
    Fiquei assustado. Submeti-me a tal ressonância magnética, dentro de uma máquina diabólica por mais de 45 minutos. Logo após esta avaliação cibernética, comecei a falar com os meus botões os quais me aconselharam a consultar outro Ortopedista, de preferência com mais experiência. Atendendo ao aconselhamento, marquei a consulta e no ato da mesma fui solicitado para que ficasse de pé e retirasse a camisa. Então o doutor me examinou e declarou:
    - O senhor esta empenado, é problema de coluna. Fui encaminhado para fazer um raio X do corpo inteiro e foi constatado um pequeno encurtamento na perna direita.
    Receitou uma simples palmilha e os meus problemas acabaram. A dor sumiu sem tomar doril.

  61. qua, 28/08/2013 - 9:34

    É um conflito de paradigmas muito bem vindo, que joga luz sobre a forma como nos entregamos, que nem produto, a uma linha de montagem (ou de desmontagem, dependendo do caso) de uma fábrica da cura (mas também de doenças), onde a reação dos médicos brasileiros é apenas a ponta de um iceberg.
    O sistema privado de saúde – que cresce a olhos vistos, e para onde a suposta classe C anseia (e vai) migrar – não é o mais perfeito exemplo disso que o doutor (e os cubanos) denuncia?
    Há alguma perspectiva de que essa tendência à privatização/mercantilização/”tecnologização”/”comodificação” da saúde e da doença vá mudar?
    O setor de saúde privada ds americanos e de outros países desenvolvidos já se apercebeu do “novo mercado” em potencial que têm aqui, e já faz as suas aquisições (Amil vendida para a UnitedHealth americana)
    Quanto às comparações com o sistema cubano, por mais simpatia que possamos ter pelas opções políticas desse país, seria bom ter acesso a números que comprovem a eficácia do paradigma cubano, sem os quais depoimentos como os do Dr. aqui na entrevista terão pouca serventia.

  62. Ó, juro por Mim, em Japeri conheço uma senhora que vai ao médico apenas para conversar com ele. Diz ela que sai de lá renovada, se sentindo uma menina. Coxinha faria isto?

  63. Se não fosse o apoio luxuoso da grande (pequena) mídia, os médicos brasileiros não berravam tanto. Muito outros grandes problemas acontecem, por causa do espaço dado por essa mesma “pequena” mídia. Isso acontece especialmente e quase sempre, quando o lado oposto é comandado por alguém do PT, e/ou de um governo trabalhista

  64. qua, 28/08/2013 - 8:54
    J Souza

    Aos médicos brasileiros agora só resta torcer para abrirem vagas em novos programas “mais médicos”… Na Europa, na América do Norte, e em outros países onde se faz medicina “péssima” como no Brasil…

  65. qua, 28/08/2013 - 8:42
    Mardones

    O CFM vai expulsar esse médico por não ser xenófobo. Não ser um reacionário de jaleco. k k k k

  66. qua, 28/08/2013 - 8:40
    trombeta

    Ouvindo depoimentos dos médicos cubanos sobretudo a grande virtude deles que não se aprende na faculdade mas se nasce com ela que é o amor e respeito ao próximo ficou claro como nós brasileiros nos transformamos em máquinas insensíveis e mercantis.

    Felizmente, estamos despertando!

  67. VEJA NESTA MATÉRIA O QUE REPRESENTA UMA NOVA CONCEPÇÃO DE FORMAÇÃO E QUE DIGA-SE,NÃO É NADA DE NOVO NAS RELAÇÕES HUMANAS E NAS RELAÇÕES DAS PROFISSÕES. NAS ESCOLAS DE MEDICINA TADICIONAIS, APESAR DE JÁ TER ACONTECIDO REFORMAS CURRICULARES, ESTA IMPREGNADO AINDA MUITO CONSERVADORISMO PELOS PROFESSORES E ISTO É REPASSADO AOS “NOVOS PROFISSIONAIS”. JÁ EM MEDICINA DE FAMILIA ISTO NÃO ACONTECE.

  68. qua, 28/08/2013 - 8:23
    anac

    Ao acompanhar minha mãe idosa para consulta fiquei estupefata com a procissão dos representantes da industria farmacêutica com suas indefectíveis malinhas a sala do medico enquanto os pacientes com hora marcada esperavam a vez de serem atendidos. Minha mae saiu com varia receitas de remédios para comprar alem de inúmeros exames para fazer, alguns que só poderiam ser feito em determinado laboratório.

    • qua, 28/08/2013 - 8:35
      anac

      Vejo nas manifestações contrarias dos médicos vários sintomas alguns crônicos sem cura e para alguns mortal:
      1) Incompetência generalizada no exercício da profissão;
      2) Síndrome do pavor de passarem fome caso desmascarado pela doença acima;
      3) Infecção mental causada pelo vírus pig tucanis;
      4) Síndrome da reservitis de mercadus que atinge o órgão mais importante do indigitado paciente de jaleco: o bolso.

      Meu tratamento: aposentadoria compulsória com remuneração de 1 salario minimo e meio.

  69. [...] de Cuba, Marcia Cobas. Enquanto isso, o melhor a fazer é acalmar os ânimos e esperar para ver qual a contribuição que esses profissionais deixarão ao Brasil, sem se deixar contaminar por qualquer tipo de [...]

  70. qua, 28/08/2013 - 8:20
    Sergio

    Mudando um pouco. O Afeganistão foi invadido para eles poderem explorar o ópio, heroína. O Iraque foi invadido para tomarem o petróleo. A Líbia foi invadida como vingança, para matar o Kadhafi. Agora a Síria vai ser invadida por território, querem construir um país que pegue parte da Síria, Jordânia, Iraque e Arábia Saudita com diversos enclaves dentro dele, projeto de 100 anos.

  71. qua, 28/08/2013 - 8:19
    Ted Tarantula

    aos espantados:
    uai sô…se não viram como eles fazem (ou não fazem) com os pobres nos postos de saúde já devem ter visto o que eles fazem com os próprios colegas no trote ou na festa de formatura..afogar um japonês (não é duplo sentido) é só uma das coisas..então o que me espanta mesmo é ingenuidade e credulidade dos brasileiros em geral sobre o seu próprio caráter..parece que vivem em outro planeta e não sabem que é aqui mesmo no Brasil que brasileiros matam 100.000 conterrâneos por ano todo ano…metade com facas, revolveres e porretes e a outra metado com seus carros..brasileiro é o negocio mais pernicioso do mundo. Cuidado com eles..

  72. qua, 28/08/2013 - 8:07
    edson silva

    Muitas vezes ao entrar em consultórios, particular ou custeado por plano de saúde, tem médico que já esta com a pg do google aberta. Não quer nem se dar ao trabalho de raciocinar.

  73. qua, 28/08/2013 - 7:57
    De Paula

    A diferença entre a medicina brasileira e a cubana é que a brasileira não enfrentou os desafios de um bloqueio de 53 anos.

  74. qua, 28/08/2013 - 7:01
    Pafúncio Brasileiro

    Acabamos de ver a matéria com um VERDADEIRO MÉDICO, o DR. Marcelo Coltro. Que ele sirva de inspiração aos da sua profissão. A sociedade agradeceria !

  75. [...] por Luiz Carlos Azenha Que diabos é “resgate do raciocínio clínico”? É ter, diriam os médicos, uma atitude mais holística, completa, em relação ao paciente. É pedir exames e receitar remédios só quando forem estritamente necessários.  [...]

  76. [...] Médico brasileiro dá boas vindas aos cubanos: Que eles ajudem no “resgate do raciocínio clínic… [...]

  77. qua, 28/08/2013 - 1:03
    Ronaldo Santos

    MAIS MÉDICO x REVALIDA

    Isso é briga para grandes discussões e apoiados em dois pontos de vista:

    De um lado um grupo elitista, preconceituoso e capitalista, que defende acima de tudo interesses próprios, esquecendo sempre da saúde e da vida como bem maior, o que não condiz com o juramento da profissão.

    O que dizer de alguém que bate no peito e até, como nunca antes, vai para as ruas em protesto, rejeitando um suporte de ajuda, não para si, mas, sobretudo para quem realmente precisa (o povo, as pessoas que de fato carecem do tão disputado serviço).

    Do outro lado profissionais com formação semelhante conhecimentos semelhantes porem, com uma visão holística e conceitos humanístico, que não pensa apenas no dinheiro mas que tem amor ao que faz.

    Falo de Médicos que não prescrevem, dos medicamentos a marca; Médicos que não preferem uma intervenção cirúrgica, quando há possibilidade de uma conduta conservadora; Médicos que não intensifiquem a estadia em Unidades de Terapias Intensivas apenas por que são mais caras; Falo de profissionais que não prescrevam sem se quer ouvir ou olhar nos seus pacientes.

    Por tão pouco e um pouco mais, em nome de toda nação carente de cuidados médico, eis uma nota de repudio ao REVALIDA.

    Não se deve permitir que continuem esbanjando a supervalorização dos que se permitem ser comprados pelas indústrias; Farmacêuticas; Laboratoriais, de equipamentos médicos e outros. Por isso o meu repudio a esse ato REVALIDA.

    O MAIS MÉDICO sim, o nosso povo precisa, a nossa nação está carente sobretudo o Norte e Nordeste e seus cidades interiores que sofrem descriminação pelos “promotores” da vida e da saúde.

    Médicos Cubanos, sejam bem vindos e ajudem-nos no resgate do raciocínio clínico.

    Abraço a todos.

  78. qua, 28/08/2013 - 0:39
    sandro

    Olhem isso
    ter, 27/08/2013 – 23:50
    Dani
    farsa1

    Como se desmonta uma farsa de jaleco27 de agosto de 2013 | 13:36

    farsaEstá rodando na internet uma farsa apelativa.

    O Dr. Rogério Augusto Perillo, que acha que as pessoas são burras, postou uma foto segurando um cartaz dizendo que “não faltam médicos” e denunciando ter sido demitido pelo prefeito da cidade de Trindade, próxima a Goiânia, “para dar lugar a um médico cubano”.

    Com a repercussão nas redes, o prefeito teria “reconsiderado” a decisão e mandado readmitir Rogério.

    Conversa.

    Rogério é amigo e correligionário do prefeito da cidade, Jânio Darrot, do PSDB, com quem aparece sorridente na foto postada há 15 dias.

    E, pelo sobrenome Perillo, você deve imaginar de quem ele é parente.

    Claro, do governador Marconi Perillo, também do PSDB,

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  79. ter, 27/08/2013 - 23:09
    Denise

    Este sim, me representa como cidadã brasileira

  80. ter, 27/08/2013 - 23:07
    Tereza Cristina

    Nossa !! Aida bem que alguns pesam assim por isso que o SUS funciona… Seria muito melhor se tivéssemos mais médicos que agem de maneira humana…

  81. ter, 27/08/2013 - 22:52
    Regina Braga

    Uhuuuuuu…sempre prefiro a exceção do que a regra.Mas para o povo brasileiro é regra querer os cubanos.Fico com o povo e com as exceções.Parabéns ao Médico.

  82. ter, 27/08/2013 - 22:50

    Dr. Coltro no Viomundo me acalantou: nem tudo está perdido…rsss

  83. ter, 27/08/2013 - 22:49
    hc

    O bom do médico Cubano é que eles não estarão a mercê dos Planos de Saúde. Até que enfim o povo será atendido.

  84. ter, 27/08/2013 - 22:17
    Scan

    Ainda existem médicos no Brasil.
    Bom, pelo menos lá pras bandas de Floripa, tem um.

  85. ter, 27/08/2013 - 22:07
    José BSB

    Esses coxinhas acham que a vida de médico é ser igual ao António Fagundes na novela das 21h: proprietário de clínica particular, pegar secretária ninfeta, e por ai vai…

  86. ter, 27/08/2013 - 22:04
    Alencar

    Parabéns ao colega pela abordagem sensata do seu enfoque sobre a crise política e ideológica que se instalou na saúde.
    Esse é um problema central que poucos tem coragem de abordar.
    No pós guerra os estados transferiram para a iniciativa privada a geração de tecnologia na área farmacêutica.
    E a industria de medicamentos fez uma grande revolução tecnológica.
    Cabe salientar que a presidente Dilma só está viva devido a um medicamento desenvolvido e comercializado pela Roche.
    Entretanto os estados perderam o controle do processo e hoje apenas regulam o mercado e a inclusão de novas tecnologias.
    Naturalmente esse poderio econômico influencia a conduta médica e a elaboração dos protocolos de tratamento.
    O médico e o paciente ficam entre o rochedo e o mar, todos querem economizar, mas quando um paciente com uma doença grave senta em frente a um médico ele quer e tem o direito de receber o melhor e mais avançado tratamento.
    É dever do médico disponibilizar todos os meios para diagnostico e o tratamento do seu paciente.
    Por isso que a medicina deve ser uma profissão liberal, onde o patrão do médico é o paciente e não o governo ou uma operadora de saúde.
    Tanto o governo como a iniciativa privada pressionam o médico para reduzir custos em detrimento da saúde coletiva.
    A medicina se tornou uma profissão liberal para preservar a isenção do médico.
    O mais belo da profissão é que paciente e médico decidem de maneira consensual o tratamento e a remuneração do serviço prestado, sem a ingerência governamental ou privada.
    A livre escolha do médico deve ser um direito dos pacientes

  87. ter, 27/08/2013 - 22:03
    Fabio Passos

    A medicina de Cuba tem por objetivo a saúde da população.
    No Brasil o objetivo é fazer lucro para corporações e juntar uma grana preta para comprar privilégios.

  88. ter, 27/08/2013 - 21:24
    Gerson Carneiro

    Um exemplo da mercantilização da medicina no Brasil: não muito distante havia pessoas auferindo pressão arterial nas ruas, ou comumente era possível fazer isso em farmácias. Hoje não é mais possível. Quem é portador de problemas de pressão arterial fica obrigado a comprar o aparelho medidor de pressão, ao custo de não menos que R$ 100.

    Tive a curiosidade de perguntar para um proprietário de farmácia o motivo de não mais se auferir pressão arterial em farmácias. Ele me disse que era lobby das grandes redes de farmácias em conjunto com os fabricantes dos aparelhos.

  89. ter, 27/08/2013 - 20:52
    Ceiça Araújo

    Que bom ouvir um médico brasileiro colocando as coisas às claras.

  90. [...] Médico brasileiro dá boas vindas aos cubanos: Que eles ajudem no “resgate do raciocínio clínic… [...]

  91. ter, 27/08/2013 - 20:44
    Aroeira

    IMPERDÍVEL!

    Bob Fernandes / “Médico Cubanos” provocam fígado e alma do Brasil
    http://www.youtube.com/watch?v=0EWIdGwNJ88

  92. ter, 27/08/2013 - 20:18
    Ary

    Eu conheci um médico que, ao entrevistar um paciente (senhor de idade) que estava muito mal – dores de cabeça constantes, depressão, falta de apetite, emagrecendo, com gastrite etc. – descobriu que a causa era o comportamento do neto que morava com ele. O médico encaminhou o menino para tratamento especializado (psicologia e terapia…) e o avô, tempos depois, estava curado. Me parece que isso é visão holística.

    • qua, 28/08/2013 - 8:50
      J Souza

      De que país era esse médico?
      Pelos comentários do site, com certeza não era brasileiro… Só prestam os médicos estrangeiros!

      • qua, 28/08/2013 - 11:16
        Guilherme Silva (Guirma-Cps)

        Haja simplismo! Para não gostar dos comentários do site você precisa, primeiro, entende-los.

  93. ter, 27/08/2013 - 19:33
    Aline C Pavia

    Na ortopedia o quadro é horroroso, com um monte de “médicos” recebendo comissão para encher o paciente de próteses e pinos.
    Uma simples fratura de tornozelo vira um drama e um entorse de joelho que poderia ser tratado com fisioterapia e educação física em academia vira caso para cirurgia, placas e parafusos.
    Nem queiram saber como está o quadro de pós-trauma, pós-cirurgia e pós-implante no Brasil. Só entrem no google e busquem tecnovigilância e metalose. E tem gente ganhando rios de dinheiro em cima disso.
    Assim como os GOs e convênios ganhando rios de dinheiro em cima de desnecesáreas.
    Assim como a máfia tucana de transplante de órgãos em MG, ganhando também rios de dinheiro.
    E o problema são os médicos cubanos.

  94. ter, 27/08/2013 - 19:25
    Maria Efigênia Costa

    Não podemos generalizar. O pensamento deste médico brasileiro deve representar o de muitos.

  95. ter, 27/08/2013 - 19:06
    M. S. Romares

    Gostaria muito que esse tipo de médico fosse a regra e não a exceção, mas pelas declarações de outros “colegas” estamos longe disso.

  96. ter, 27/08/2013 - 18:58
    Maria Thereza

    Aleluia! Uma luz no fim do túnel, com mais lucidez e menos preconceito.

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