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Tratamento distinto para duas Mirians: FHC negociou cala boca de dentro do Planalto

18 de fevereiro de 2016 às 22h13

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Miriam Cordeiro, no programa eleitoral de Fernando Collor, também apareceu repetindo denúncias sem provas no Jornal Nacional;  o dia da despedida de FHC (ao lado de Ruth) e Mirian Dutra no Globo Repórter, em 1994,  uma de suas raras aparições como repórter em Portugal, depois do exílio

por Luiz Carlos Azenha

As últimas horas foram tragicômicas, pelo esforço dos fãs do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em desqualificar Mirian Dutra e o próprio debate que ela gerou ao dar entrevista para a revista Brazil com Z, da Espanha — mais tarde, acrescentou detalhes falando à Folha.

Isso, ainda que FHC tenta admitido a existência do contrato fictício da empresa Brasif.

Que eu tenha lido, disseram que ela recebeu dinheiro do PT para mentir, que é uma tentativa de tirar o foco do triplex e do sítio respectivamente visitado e frequentado por Lula, que ela age movida pelo ódio típico de uma ex. Num país machista como o Brasil, eu não estranharia nem se dissessem que Mirian seduziu FHC e enredou o pobre senador, 30 anos mais velho do que ela, numa armadilha com o objetivo de extorquí-lo continuamente.

Triste, né? FHC, um sociólogo que se dizia de esquerda e foi casado com a antropóloga Ruth Cardoso, defendido pela turma que culpa mulher pelo estupro.

Os dois — FHC e Mirian — tiveram um relacionamento duradouro, cujos detalhes são assunto estritamente privado. Mirian apresentou o seu lado da moeda e FHC está certo ao não travar um debate público sobre isso.

Podemos deixar a hipocrisia de lado?

Quantos homens e mulheres — de poder ou não — têm seus flings, casos, namorados, amantes e assim por diante?

Não foi um orgulho para os franceses o fato de o presidente François Miterrand ter sido enterrado na presença da mulher e da amante?

Hillary Clinton, nos Estados Unidos, um símbolo feminista para parte do eleitorado, não engoliu as patéticas escapadas do Bill para preservar sua própria carreira política? Quem somos nós para julgar?

Porém, não me parece “assunto pessoal” quando um homem poderoso, um senador que tem ao seu lado o PIB e a mídia do Brasil, decide comprar o silêncio de uma ex-namorada.

Mirian decidiu ter o filho (pouco importa de quem).

Vocês já se colocaram no papel dela, uma jornalista que estava prestes a ter o segundo filho? Que mãe não sacrificaria sua vida pessoal — que foi o que ela fez — para ter condições de dar o melhor aos filhos? Enquanto isso, FHC preservou sua carreira!

Espantoso, na verdade, é a conspiração de silêncio que, em nome da candidatura de FHC ao Planalto, ocorreu. Com a conivência pessoal e, pior, institucional, daqueles que mais tarde se beneficiariam das políticas de FHC.

Mirian denunciou que foi levada a dar uma entrevista falsa à revista Veja. E ela não mentiu. Leiam que coisa patética a nota publicada pela coluna Gente da revista Veja, segundo a jornalista engendrada por FHC com o diretor da Veja Mário Sergio Conti, aquele que “entrevistou” o Felipão:

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Sim, sim, eu sei: Mirian poderia ter se negado a mentir. Mas, com uma filha de 8 anos — e grávida — quem era a parte frágil na história?

A Globo divulgou hoje, no Jornal Hoje, uma nota:

A TV Globo não interfere na vida privada de seus colaboradores. Esclarece, porém, que jamais foi avisada por Miriam Dutra sobre o contrato fictício de trabalho e que, se informada, condenaria a prática. A emissora informa ainda que em junho de 2004 (e não em 2002) o contrato de colaboradora de Miriam Dutra foi alterado, com mudanças em suas atribuições, o que acarretou nova remuneração, tudo segundo a lei vigente no país em que trabalhava. Por último, a TV Globo jamais foi informada por Miriam Dutra sobre seu desejo de regressar ao Brasil. Ao contrário, ela sempre manifestou o interesse de permanecer no exterior. Durante os anos em que colaborou com a TV Globo, Miriam Dutra sempre cumpriu suas tarefas com competência e profissionalismo.

Tudo, de fato, é discutível, menos a afirmação de que a empresa “não interfere na vida privada de seus colaboradores”.

Sem mais, nem menos, Mirian foi despachada para Portugal? Ela assume que pediu a transferência, mas a Globo não sabia o motivo?

Não faz sentido a emissora abrir mão de uma repórter em Brasília e continuar pagando o salário dela sem que ela ralasse tanto quanto os outros correspondentes. Isso não existe!

Depois, Mirian foi transferida para Barcelona, segundo Palmério Dória por influencia de Alberico Souza Cruz, o todo-poderoso do jornalismo da Globo na época.

Mas, vamos combinar? A Globo NUNCA teve escritório, nem correspondente na Espanha. Criou um, de repente, para acomodar Mirian? Pagou a ela 7 mil dólares mensais de salário até 2004 (na versão da Globo) sem que ela tivesse uma presença constante, quase diária, no ar?

Eu fui correspondente da Globo em Nova York. Todo dia tinha trabalho, muito trabalho.

Palmério Dória, em artigo anterior, já havia estimado o “custo do exílio”:

FHC, quando era ministro da Fazenda, isentou de CPMF todos os meios de comunicação. Em 2000 houve o Proer da mídia, que custou entre US$ 3 e US$ 6 bilhões aos cofres públicos. Ele também mudou a Constituição para permitir que a mídia brasileira, então falida, pudesse contar com 30% de capital estrangeiro. E autorizou que o BNDES fizesse um empréstimo milionário à Globo.

Sobre abortos: sim, é um assunto pessoal.

Mas, que fique o registro: muita gente da classe média para cima torce o nariz para o tema por causa da culpa de ter feito ou bancado o aborto alheio. Enquanto isso, mulheres pobres morrem por causa da hipocrisia dos que falsamente se dizem engajados em “preservar a família”.

FHC nunca foi hipócrita neste assunto. Ele perdeu uma eleição para prefeito de São Paulo para o carola Jânio Quadros entre outros motivos por não dizer claramente, em um debate, que acreditava em Deus. Se fez algo incomum em campanhas, como montar num jegue e dizer que tinha “um pé na cozinha”, não foi muito além do que fazem outros políticos para ganhar votos.

O mesmo, no entanto, não se aplica à hipocrisia da Globo.

Em 1989, Roberto Marinho apoiou abertamente a candidatura de Fernando Collor de Mello contra Lula. Dedicou até um Globo Repórter ao “caçador de marajás”.

Na reta final, Miriam Cordeiro apareceu na propaganda oficial de Collor, acusando Lula — que na época do namoro não era casado — de ter pedido a ela que abortasse a filha Lurian e sugerindo que o candidato do PT era racista (ver vídeo abaixo).

No dia seguinte, o Jornal Nacional “repercutiu” o assunto, ou seja, deu asas a um tema que favorecia Collor, ainda que com a suspeita de que o depoimento tivesse sido comprado. Na descrição da própria Globo:

No Jornal Nacional do dia seguinte, os dois lados foram ouvidos. A jornalista Maria Helena Amaral, ex-assessora de Collor, denunciou que Miriam Cordeiro havia recebido dinheiro do PRN para aparecer no programa eleitoral do partido. Mas a ex-namorada de Lula disse que participou do programa espontaneamente e confirmou as denúncias contra o candidato do PT.

Uma forma tinhosa de promover o assunto com “equilíbrio”.

Miriam Cordeiro negou ter recebido 200 mil cruzeiros novos para fazer a denúncia, mas confirmou ao jornalista Luiz Maklouf Carvalho que estava por conta da campanha de Collor, 45 dias depois dele ter sido eleito!

Captura de Tela 2016-02-18 às 20.21.36A Globo ainda defendeu, em editorial de O Globo, no dia do debate final entre Collor e Lula, que os brasileiros tinham o direito de saber detalhes da vida pessoal dos candidatos.

O jornal dos Marinho apresentou Collor, que usara o depoimento de Miriam Cordeiro no programa eleitoral, como vítima de Lula!

Confiram um trecho:

Nos Estados Unidos, por exemplo, com freqüência homens públicos vêem truncada a carreira pela revelação de fatos desabonadores do seu comportamento privado. Não raro, a simples divulgação de tais fatos os dissuade de continuarem a pleitear a preferência do eleitor. Um nebuloso acidente de carro em que morreu uma secretária que o acompanhava barrou, provavelmente para sempre, a brilhante caminhada do senador Ted Kennedy para a Casa Branca – para lembrar apenas o mais escandaloso desses tropeços. Coisa parecida aconteceu com o senador Gary Hart; por divulgar-se uma relação que comprometia o seu casamento, ele nem sequer pôde apresentar-se à Convenção do Partido Democrata, na última eleição americana. Na presente campanha, ninguém negará que, em todo o seu desenrolar, houve uma obsessiva preocupação dos responsáveis pelo programa do horário eleitoral gratuito da Frente Brasil Popular de esquadrinhar o passado do candidato Fernando Collor de Mello. Não apenas a sua atividade anterior em cargos públicos, mas sua infância e adolescência, suas relações de família, seus casamentos, suas amizades. Presume-se que tenham divulgado tudo de que dispunham a respeito. O adversário vinha agindo de modo diferente. A estratégia dos propagandistas de Collor não incluía a intromissão no passado de Luís Inácio Lula da Silva nem como líder sindical nem muito menos remontou aos seus tempos de operário-torneiro, tão insistentemente lembrados pelo candidato do PT. Até que anteontem à noite surgiu nas telas, no horário do PRN, a figura da ex-mulher de Lula, Miriam Cordeiro, acusando o candidato de ter tentado induzi-la a abortar uma  criança filha de ambos, para isso oferecendo-lhe dinheiro, e também de alimentar preconceitos contra a raça negra.

Um salto de 1989 para 2012.

A vida privada de Lula foi considerada “noticiável” pela revista Época, dos irmãos Marinho, que escalou sete repórteres — SETE! — para fazer uma denúncia baseada em suposições.

Rosemary de Noronha nunca assumiu ter tido um caso com Lula, nem divulgou documentos comprometedores. Ainda assim, virou notícia em toda a mídia!

epoca

Voltem comigo, agora, no tempo.

Vejam como FHC descreveu o dia em que deixou o poder, em 2003, numa entrevista a Mário Sabino, da Veja:

Depois da cerimônia, rumamos, eu e Ruth, para o aeroporto, onde muita gente amiga nos esperava para a despedida. Foi aí que a emoção mais pessoal começou. Abracei assessores que haviam trabalhado comigo durante oito anos seguidos, que faziam parte do meu cotidiano. Embarcamos, então, para São Paulo, ainda no avião presidencial. Ao chegar, troquei de roupa e seguimos para o avião comercial que nos levaria a Paris. Nesse momento, relaxei, tive uma sensação boa de dever cumprido – tanto no plano institucional como no individual. (…) Dormi, então, a minha primeira noite de mortal comum. No dia seguinte, eu e Ruth fomos a Chartres sozinhos, para visitar a esplêndida catedral gótica – um passeio maravilhoso em todos os aspectos, mas principalmente pelo fato de não estarmos mais acompanhados de comitiva, seguranças e repórteres.  Recuperei, enfim, minha privacidade. Em Paris, também dispensei os serviços que a embaixada queria me prestar e voltamos a andar de metrô, como sempre fizemos. Uma delícia – e com um efeito muito didático. Porque uma coisa é o Planalto; outra é a planície. Na planície, você é promovido a povo.

Ou seja, FHC aproveitava Paris na condição de “povo”, acreditando ter um filho — um filho! — exilado na Europa.

A essa altura, Mirian era bancada pelo salário da Globo.

Mais tarde, conta, precisou de um complemento, pago por um empresário.

O empresário a que Mirian Dutra se refere é Jonas Barcellos, que mais recentemente deu caronas em seu avião para Lula — e foi denunciado por isso.

Numa entrevista à revista Veja, publicada em abril de 1999, Jonas admitiu que seus amigos eram “um ativo oculto”.

Dentre eles, Jorge Bornhausen, que foi vice-presidente da Brasif e comandou o PFL durante o governo FHC.

Segundo Mirian Dutra, o pefelista Antonio Carlos Magalhães, aliado de Bornhausen, ligado à Globo e todo-poderoso nos bastidores do governo FHC, recomendou a ela que não voltasse ao Brasil.

Conhecendo os bastidores do poder como ela, Mirian, conhecia — tinha sido repórter de política em Brasília –, como enfrentar um presidente da República, a emissora mais poderosa do Brasil — que dava a ela um salário  — e o trator ACM, ainda mais tendo dois filhos para criar?

O fato documentado e inescapável é o seguinte: FHC acreditava ter tido um filho com Mirian, que por sua vez assinou um contrato de fachada com a Eurotrade/Brasif para receber pagamentos via paraíso fiscal.

FHC disse a ela que era dinheiro pessoal, dele. Foi remetido do Brasil, via Banco Central? Ou saiu de uma conta no Exterior? A conta, que ele admite ter em Madri, foi declarada ao imposto de renda?

O documento divulgado por Mirian reforça a versão segundo a qual um presidente da República, no exercício do poder, negociou com uma empresa que detinha uma concessão do governo, a Brasif, o pagamento de um salário falso para a ex-namorada. Um cala-boca.

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O contrato entre Mirian Dutra e a Eurotrade/Brasif foi assinado no dia 16 de dezembro de 2002.

Faltavam duas semanas para o presidente FHC deixar o Planalto.

Se a versão de Mirian é verdadeira, FHC teve de pedir o favor a Jonas Barcellos, o dono da Brasif, algum tempo antes de o contrato ter sido assinado.

Com um detalhe importante, mencionado pelo Luís Nassif: os negócios de Jonas Barcellos floresceram nos dois mandatos de FHC.

Por muito menos, Bill Clinton quase sofreu impeachment nos Estados Unidos.

Como o caso de Mirian Dutra só aflorou agora, mais de 25 anos depois do namoro, obviamente não terá impacto retroativo.

O fato é que, com a ajuda da Globo, uma das Mirians derrotou Lula em 1989; e, com a omissão e/ou acobertamento da Globo — e da mídia em geral — FHC se elegeu presidente em 1994.

Leia também:

Advogados de Lula vão denunciar campanha de O Globo à OAB

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Messias Franca de Macedo

20/02/2016 - 16h21

Os negócios milionários do BNDES em Cuba, Caracas, Equador e… com a Globo

POR FERNANDO BRITO · 20/02/2016

A Época volta a fazer carga contra os empréstimos do BNDES a países latino americanos, especialmente os “esquerdistas”, agora para induzir os leitores que isso ocorreu por “tráfico de influência” de Lula.
Então, fui buscar num documento do Banco, oficial, os fatos e números deste “descalabro”, citando literalmente o texto:
(…)
Você se animou, repetidor de bobagens da grande mídia na internet?
Pois tire o cavalinho da chuva, porque estes são trechos do relatório do BNDES, sim, mas de fevereiro de 2002, último de mantado do presidente Fernando Henrique Cardoso, que pode ser lido aqui.
Porque o Banco vive de fazer negócios – emprestar dinheiro – e este banco, por definição, deve apoiar a exportação de mercadorias e serviços brasileiros. E um dos principais serviços exportáveis pelo Brasil é, não sei se você sabem, a construção pesada, onde temos um padrão competitivo em qualquer parte do mundo.
Ou tínhamos, antes que o Doutor Sérgio Moro misturasse empresários corruptos (que novidade, hein? E curioso é que é só nas empreiteiras que há!) com empresas capazes e as atirasse fora, como o menino e a água do banho.
Desculpem a ironia do início do post, mas é preciso, para mostrar o ridículo do comportamento de nossa mídia e dos idiotas que maquinalmente repetem tudo o que ouvem dela.

FONTE [LÍMPIDA!]: http://tijolaco.com.br/blog/a-canalha-bolivariana-e-os-negocios-do-bndes-em-cuba-caracas-equador-e-globo/comment-page-1/#comment-255914

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jose fernandes

19/02/2016 - 23h45

caro Azenha comentei hoje com amigo,PSDB, sobre as duas Mirian, a mirian do Lula e a do fhc…o tratamento que seda de ambas ….

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Messias Franca de Macedo

19/02/2016 - 19h33

A BRASIF ACABA DE MATAR O DEMoTUCANO FHC
A defesa atabalhoada de FHC feita pela Brasif é a pá de cal no [mega]escândalo!
Entenda
$$$$$$$
Brasif diz que FHC ‘não teve participação’ na contratação de ex-amante
19/02/2016 16h19
(…)
A Brasif , no entanto, diz que “o ex presidente Fernando Henrique Cardoso não teve qualquer participação nessa contratação, [atente, leitor(a)] tampouco fez qualquer depósito na Eurotrade ou em outra empresa da Brasif”.
(…)
FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2016/02/1741123-brasif-diz-que-fhc-nao-teve-participacao-na-contratacao-de-ex-amante.shtml
$$$$$$$$$$$$$$$$
***
… Pra que Diabos o FHC “ficou esperando as explicações da Brasif para somente depois se pronunciar à nação brasileira [estarrecida!]”?!
“‘Tá’ vendo”, Fernando, os antigos mais velhos (sic) já diziam: “mentira, meu ‘fi’, mentira tem pernas curtas”!
Viu, estropício/energúmeno desalmado &$ [mega]corrupto?!…

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JOHN

19/02/2016 - 18h30

FHC, que foi o pior presidente do Brasil em todos os tempos, continua livre, sem nenhum processo, muito falador e com apoio total da mídia corrupta nacional, pois com ele no governo todos corromperam e foram corrompidos e ninguém se deu mal.
• E a FAZENDA “Córrego da Ponte” em BURITIS (MG) “comprada” por FHC e seu sócio, o Sergio Motta, denunciado como corrupto na Lava Jato, e que pagaram o VALOR DE FUSQUINHA USADO com mais de 3 anos de uso na época? – http://limpinhoecheiroso.com/2013/10/22/recordar-e-viver-a-historia-da-fazenda-de-fhc/
http://tijolaco.com.br/blog/a-historia-da-incrivel-fazenda-de-20-dolares-de-fhc-e-seu-aeroporto-de-empreiteira/comment-page-1/#comment-255748
• E o AEROPORTO construído pela empreiteira CAMARGO CORREIA na fazenda para uso do FHC? – https://www.facebook.com/francicorcosta/posts/1723090467911200
• E a EMPRESA agropecuária GOYTACAZES PARTICIPAÇÕES LTDA em OSASCO, cidade que não tem zona rural, de FHC e seus filhos? – http://www.opalheiro.com.br/a-fazenda-de-fhc-no-centro-de-osasco-e-a-hipocrisia-nacional/
• E o APARTAMENTO de 450 m2 do edifício CHOPIN, em HIGIENÓPOLIS, “comprado” pelo tucano FHC, DO banqueiro do PROPINODUTO (conta “Marília”), Edmundo Safdié? http://www.conversaafiada.com.br/economia/2013/08/26/bomba-banqueiro-do-trensalao-vendeu-ape-a-fhc
• E o APARTAMANTO de 150 m2 na Av. Angélica, que FHC comprou para sua nova namorada? – http://www.brasil247.com/pt/colunistas/renatorovai/216739/A-nova-esposa-de-FHC-e-um-im%C3%B3vel-de-950-mil-reais-em-Higien%C3%B3polis.htm
• E O APARTAMENTO de FHC na Avenida Foch, 51 em que também era do Jovelino Mineiro, seu ex-sócio na fazenda Córrego da Ponte, em Buritis (MG)? http://www.contextolivre.com.br/2012/12/fhc-admite-ser-dono-de-apartamento.html
• E a RÁDIO DISNEY do filho do FHC? http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/25178/PHC-filho-de-FHC-%C3%A9-laranja-da-Disney-no-Brasil.htm
• E a filha do FHC que era FUNCIONÁRIA FANTASMA no gabinete do aliado senador HERÁCLITO FORTES do DEM? http://noticias.uol.com.br/escandalos-congresso/filha-fhc.jhtm
• E a PRIVATARIA TUCANA, feita por FHC, que sucateou o BRASIL, desempregou milhões de brasileiros, e aumentou todos preços dos produtos e serviços? – https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Privataria_Tucana
• E a SARLAT EMPREEND. E PARTICIP. LTDA, empresa do ramo imobiliário de FHC e seus ex-ministros? http://valdirizidorosilveira.blogspot.com.br/2013/06/fhc-pode-lula-nao.html
http://democraciapolitica.blogspot.com.br/2013/06/beatificacao-dos-milagres-imobiliarios.html
• E o famoso escândalo do BANESTADO, executado pelo governo de FHC? – http://www.rebelion.org/hemeroteca/brasil/030613jornal.htm
• E a escandalosa venda do BAMERINDUS ao HSBC, feita por FHC? – http://limpinhoecheiroso.com/2015/08/05/melhor-negocio-do-mundo-fhc-pagou-para-o-hsbc-ficar-com-o-bamerindus-e-agora-ele-o-vende-por-r52-bilhoes-para-o-bradesco/
• E as doações de empreiteiras para o INSTITUTO do FHC? – http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDR53647-6009,00.htm
• E onde foi parar toda grana dos empréstimos do FMI ao FHC? – http://www.pt.org.br/fmi-o-fantasma-do-passado-que-nao-assombra-o-brasil-ha-12-anos/
• FEVEREIRO/2016 – Mirian Dutra delata FHC. Ele a usou e abusou como um político sem a mínima vergonha na cara.
E QUAIS FORAM AS GRANDES OBRAS E SEUS BENEFICIOS AO PAÍS QUE O CORRUPTO FHC FEZ PARA CONTINUAR SENDO TÃO FALADOR E TÃO VENERADO PELA MÍDIA CORRUPTA QUE CONTINUA DANDO APOIO TOTAL A ELE E AO PARTIDO DELE?

Responder

    Braul77

    20/02/2016 - 20h21

    Desculpe mais gostaria de discordar! FHC não pode ser considerado presidente do Brasil, pois, em minha opinião, não passou de um garoto de recado a serviço da Águia do Norte!

Urbano

19/02/2016 - 16h03

Obviamente que a parte mais bandida dos quatro poderes da oposição ao Brasil vem a ser o pig, pois além de cometer os mais sórdidos crimes de todas as espécies, engana das formas mais vis a milhões e milhões de seres humanos. Sem o pig, os demais poderes bandidos da oposição ao Brasil não fariam nem a quarta parte do que fazem. O mais vil e o mais comum dos crimes da oposição ao Brasil é o latrocínio, pois milhões de seres humanos morrem anualmente, em decorrência das práticas ilícitas perpetradas pela corja.

Responder

    Urbano

    19/02/2016 - 16h08

    Como era de se esperar, o comentário acima recebeu o sinete… Estou @#& e andando.

Lukas

19/02/2016 - 15h12

Aprendam: NINGUÉM presta.

Responder

Felizardo

19/02/2016 - 10h29

A guerra midiática e econômica contra o Brasil e Venezuela constitui-se nova cruzada da Águia do Norte, com vistas a derrubar os regimes vigentes que se opõem sua doutrina. Não é de se estranhar que tal animosidade seja irradiada para os integrantes do BRICS, mais especificamente, a China e Rússia – apoiados pelo Brasil – estão por desafiar o monopólio do dólar como moeda de reserva internacional.
Por aqui, o novo rebaixamento do grau de crédito proferido pela Standard & Poor’s, escândalos de corrupção envolvendo políticos e empresas nacionais, funcionamento combalido das instituições, e grande mídia nativa cujo papel é de confundir a consciência coletiva, dão os ingredientes para criação de uma atmosfera negativa propicia ao surgimento de uma primavera tropical.
Do mesmo modo como fora no Mundo Árabe, uma aguda crise econômica naquela região, promoveu a garantia dos interesses econômicos e geopolíticos do potentado das oligarquias financeiras de Wall Street com a derrubada dos governantes da Tunísia, Líbia, Iêmen e Egito que deram fôlego necessário a águia para voar mais longe, especificamente para Síria, porém não vem conseguindo o mesmo êxito de outrora, o regime de Bashar al-Assad está sendo mantido com apoio da aviação russa possibilitando a entrada das forças fiéis para retomada da cidade de Aleppo, até então sob controle dos terroristas patrocinados pelo Deus Ares. Caso isso se confirme, a Rússia – integrante do BRICS – poderá assumir uma participação ativa na área de política internacional projetando as negociações do cessar-fogo, bem como limitar a influência ocidental na região.
Traçar experiências vividas no Mundo Árabe é importante para entender o nosso desafio contemporâneo: o controle sob as reservas de Petróleo. O Brasil detém imensos campos, opõe-se as normas impostas por agentes externos no que tange a política econômica, agora sob o agravo de ser um representante do BRICS localizado no Hemisfério Sul.
O Petróleo que produz manufaturado, também põe em marcha um exército, tem a capacidade de projetar poder além da fronteira pelos que anseiam protagonismo global, as grandes potências não só buscam controle destas regiões , mas negar seu acesso aos desafiantes limitando a capacidade de projeção de poder. Nosso dilema é uma questão puramente GEOPOLÍTICA.
Estamos pagando o preço das escolhas do passado quando interrompemos nossa industrialização com fim do governo de Getúlio e uma década depois com a queda de Jango.
Hoje, pelos mesmos argumentos, os sabotadores internos buscam encerrar o ciclo político de quem na última década apontou para um projeto desenvolvimentista. A Campanha presidencial de 2018 já começou com a caça a LULA. Talvez seja tão infrutífera quanto fora a tentativa de derrubada do Bashar al-Assad? Isto só o tempo dirá.

Responder

Cristiano Pacheco

19/02/2016 - 10h04

Muitas tramas e enredos que entrecruzam

http://blogscarpelli.blogspot.com.br/2016/02/globo-e-fhc-superam-netflix.html

Há que se perguntar ainda se o ilustríssimo Fernando Henrique pagou devidamente o imposto de doação (ITCDM) nas várias vezes que transferiu somas consideráveis ao filho.

Responder

Vicente

19/02/2016 - 10h01

Incrível a coincidência, ao mesmo tempo em que o cerco a Lula e sua família começa a se fechar, sabe-se lá quem desenterra essa velhaca, lá na Europa, para atacar FHC. Que nojo de tudo isso…

Responder

    Marcos Marques de Sousa Trindade

    19/02/2016 - 13h03

    Para atacar não, já que ela apresentou o documento que comprova a trama. Foi para expor esse hipócrita, nefasto.

    Marcos

    20/02/2016 - 00h36

    Olhem uma viúva do FHC aí, gente!
    Para as viúvas do FHC (o qual para mim não passa de um entreguista, um vendilhão da pátria e um lambe-botas corrupto da plutocracia), contra o Lula qualquer suposição, por mais ridícula que seja, vira fato incontestável ou um escândalo a ser investigado e denunciado!
    Contra FHC, o bom serviçal da casa grande, várias denúncias documentadas, envolvendo inclusive trapaças bilionárias, como a privataria tucana, por exemplo, passam a ser armações ou intrigas do PT!
    Isso é que é fanatismo político-partidário! E ainda são capazes de dizer que são contra a corrupção. Só rindo desse pessoal!

marcio ramos

19/02/2016 - 09h51

O PCC é um partido politico criminoso legitimo que se organizou em reação ao partido politico criminoso PSDB que é ilegitimo, ou seja, criminoso até a medula e com imunidade total pela casta reacionária do Judiciário que é igualmente criminoso.

Responder

Joselito

19/02/2016 - 08h11

Onde há maracutaia esse povo do PSDB está envolvido. Não duvido que eles não ajudaram Judas a entregar Jesus ao poder romano.

Responder

Midionauta

19/02/2016 - 03h19

Azenha neles!

Responder

Marat

19/02/2016 - 00h03

É por isso que eu adoro conversar com os evangélicos (muito poucos se salvarão – rsrsrsrsrs) e os demais falsos-beatos: Todos são pilantras…

Responder

Marat

18/02/2016 - 23h58

Que os amigos me desculpem os termos chulos, mas estou puto da vida de ter contribuído (via impostos) com o Bolsa Trepada do finado FHC

Responder

Jair Fonseca

18/02/2016 - 23h58

Procurando há pouco umas fotos de FHC presidente olhando pras bundas de garotas índias baianas quando da festa dos 500 anos do “descobrimento” (aquele vexame com agressões aos índios) na antiga revista “Bundas”, vi uma notinha assinada pelo já veterano Joel Silveira, intitulada “Perigo”: “Fazer sexo com o sr. Fernando Henrique Cardoso, Senador Antônio Carlos Magalhães? Vossência corre o risco de ser desterrado pra Barcelona”. Só 16 anos depois, entendi isso. Primeiro, porque não se divulgava o caso na época, e só agora Mirian citou o papel de ACM na história.

Responder

Cesar

18/02/2016 - 23h44

Não quero ser realista, mas não vai dar em nada! Quem conhece o Janot, a Justiça brasileira e essa tal mídia marrom, o que eles querem é apenas um … o Lula, apenas e nada mais…

Responder

Messias Franca de Macedo

18/02/2016 - 23h17

MAIS UM ESCÂNDALO DENTRO DO [MEGA]ESCÂNDALO!

Jornal ‘Estadão’ entra em campo na prorrogação para anular o gol contra da ‘Folha’!
Entenda ‘as mãos invisíveis da máfia do PIG’!

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[O gol contra dos Frias!]

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Em resposta à ‘Folha’ nesta quarta (17), o ex presidente Fernando Henrique Cardoso de que teria bancado Tomás por meio de uma empresa, como Miriam Dutra afirmou.
(…)

em
‘FHC diz que vai esperar manifestação da Brasif sobre contrato fictício’

De São Paulo
18/02/2016, 18h21

FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/02/1740841-fhc-admite-contrato-com-brasif-mas-diz-esperar-manifestacao-da-empresa.shtml

[No desespero o jornal ‘O Estado de São Paulo’ entra em campo na prorrogação!

18 Fevereiro 2016, 21h 35, pasme, dileto(a) leitor(a),
somente neste momento o jornal ‘Estadão’ publica a primeira menção acerca do [mega]escândalo que envolve o ‘Príncipe da Privataria DEMoTucana’!]

FHC admite ter pago mesada no exterior a jornalista

Ex-presidente diz que contrato com a empresa Brasif foi usado para repassar valores a Mirian Dutra, segundo ele, com recursos próprios

PEDRO VENCESLAU – O ESTADO DE S. PAULO

18 Fevereiro 2016 | 21h 35

(…)

CACHOEIRA – perdão, ato falho -, FONTE: http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,fhc-admite-ter-pago-mesada-no-exterior-a-jornalista,10000017153

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    Messias Franca de Macedo

    18/02/2016 - 23h26

    ajuste:

    [O gol contra dos Frias!]

    (…)
    Em resposta à ‘Folha’ nesta quarta (17), o ex presidente Fernando Henrique Cardoso negou a informação de que teria bancado Tomás por meio de uma empresa, como Miriam Dutra afirmou.
    (…)

Messias Franca de Macedo

18/02/2016 - 22h35

Empresa monopoliza free shop no Brasil
Folha de S. Paulo
24/10/2004

Com a concessão da Infraero e da Receita, grupo Brasif domina rede de duty-frees no Brasil e fatura US$ 280 mi

[FONTE: Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil
http://www2.unafisco.org.br/publicar/principal/texto_noticias.php?ID=3899 ]

Há quase 30 anos, o grupo Brasif, dono de um faturamento anual de US$ 280 milhões, domina praticamente sozinho e explora no Brasil os duty-frees -lojas francas instaladas nos aeroportos para vender produtos importados isentos de impostos- com a concessão da Infraero…
Esse monopólio -só em Salvador há outra empresa que explora o serviço- é marcado por informações divergentes sobre concorrência, cifras que o negócio movimenta, valores dos repasses para o governo e por rumores de favorecimento político. O senador Jorge Bornhausen (PFL-SC) já foi apontado como um dos sócios da empresa. Ele nega.
(…)
O mineiro Jonas Barcellos Corrêa Filho, dono da Brasif S.A. Exportação e Importação, abriu sua primeira loja em 1978, no Rio de Janeiro, em parceria com a empresa inglesa Allder…
Por meio de licitações e prorrogações de contratos, o empresário conseguiu expandir o negócio para oito Estados brasileiros, onde possui hoje 23 lojas francas.
Concorre praticamente sozinho nas licitações abertas para os aeroportos, já que detém o know-how. E, nos locais onde já está, consegue prorrogar contratos na Justiça apoiado em portarias que regulam o negócio no Brasil.
É o caso do seu contrato com a Infraero e a Receita Federal para manter seus free shops no aeroporto de Cumbica, em Guarulhos.
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Amigos

O poder de fogo da Brasif vai além de sua infra-estrutura comercial e logística, montada desde a década de 70 no Brasil e no mundo. Com amigos influentes em Brasília, Corrêa Filho conseguiu, por exemplo, derrubar medida criada no governo FHC para limitar a US$ 300 por pessoa (eram US$ 500) o gasto nos free shops, segundo a Folha apurou.
De um pacote fiscal de 51 medidas lançado em 1997 para salvar o Plano Real, a primeira a cair foi essa -apesar da necessidade do país de reduzir a saída de dólares.
Sua loja no aeroporto de Confins (MG) é mantida pela política da boa vizinhança, como ele diz.
(…)

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