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Cartas de Minas

Governo paulista diz que fim de aulas de História, Geografia e Ciências foi “mal entendido”

23 de março de 2013 às 10h46

Não há compensação de aulas no novo programa do governador Geraldo Alckmin

Governo paulista põe fim a aulas e quer aumentar qualidade de ensino

do Hora do Povo, sugestão de Gerson Carneiro 

O governo do Estado de São Paulo retirou o ensino de História, Geografia e Ciências nos anos iniciais do Ensino Fundamental. A nova modalidade faz parte da primeira reformulação curricular que inicialmente seria aplicada nas escolas em tempo integral.

A retirada das aulas da grade curricular vale para as 297 escolas que estão no suposto programa de ensino integral implantado a partir de 2006 e exclui as 21 escolas que não migraram para o novo modelo de ensino integral – criado em 2012 para o ensino médio e estendido para o fundamental neste ano.

Mesmo permanecendo na escola por 8 horas todos os dias, os alunos dessas 297 escolas não terão aulas de Ciências Físicas e Biológicas, História e Geografia, onde até o ano passado tinham sete aulas semanais dessas matérias até o 3º ano do Ensino Fundamental. Segundo a Secretaria de Educação, os horários serão preenchidos por aulas de Língua Portuguesa e Matemática.

Os alunos do 1º e 2º, 3º ano terão 15 aulas semanais de Língua Portuguesa que corresponde a 60% da carga horária semanal, seis aulas de matemática (25%) e Educação Física e Artística ficam com 4 aulas semanais (15%).

No 3º ano a carga de Matemática sobe para 40% e cai a de Língua Portuguesa (para 35%). Só nos 4.º e 5.º anos os alunos passarão a aprender ciências, história e geografia, o equivalente a 7 aulas, ou seja, a mesma carga que se aplica hoje, num modelo em que desde o 1º ano se tem essas matérias. Portanto, existe uma diminuição do conteúdo aplicado ao longo de todo E.F. Não há compensação de aulas no novo programa do governador Geraldo Alckmin (PSDB). A Secretaria de Educação argumenta que “o objetivo é tornar o currículo mais atraente”.

A professora Maria Izabel Noronha, Bebel, presidente do Sindicato dos Professores do Estado Oficial do Estado de São Paulo (APEOESP), criticou as mudanças. “Tem de haver um fortalecimento em português e matemática, mas não retirar totalmente outras disciplinas. As crianças precisam ter acesso ao conhecimento geral, senão a escola fica só para habilitar”, destacou Bebel.

Já a Secretaria estadual de Educação emitiu nota apontando que estas matérias seriam aplicadas de forma “transversal” dentro de outras matérias, ou em oficinas no decorrer do dia.

QUALIDADE DE ENSINO

Com o aumento das aulas ministradas, o governo estadual tenta melhorar os índices de avaliação dos alunos dessas escolas em seus exames. Já que provas como o Saresp (Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estado de São Paulo) avaliam somente as disciplinas de Português e Matemática.

Há anos os índices patinam, apresentado números pífios de desempenho e demonstrando o que, na prática, se vê na maioria das escolas paulista.

No último dia oito a Secretaria de Educação divulgou os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo (Idesp) de 2012, onde nos anos finais do Ensino Fundamental (8º e 9º ano) o rendimento dos alunos regrediu de 2,57 em 2011 para 2,50. E na média geral, entre EF e Ensino Médio também houve redução do desempenho. De 2,61 em 2011 para 2,59 em 2012.

O resultado apresentado pelos alunos na prova do Saresp para avaliar o desempenho do ensino nos mostra que com 18 anos de governo tucano ainda temos 55,9% dos estudantes do 8º e 9º ano, com nível básico na aprendizagem de Língua Portuguesa, 28,5% abaixo do básico, apenas 14% em nível considerado adequado e míseros 1,6% com nível avançado.

Em Matemática os índices da Secretária de Educação do Estado são ainda piores. 53,2% dos alunos dos anos finais do EF estão no nível básico, 36,6% abaixo do básico. Menos de 10% dos alunos de toda a rede estão em nível adequado, apenas 9,1%. E só 1% de todos os alunos do 8º e 9º ano do Estado mais rico da federação são considerados nível avançado em Matemática.

Quando a amostragem se dá pelos alunos do Ensino Médio a situação é a mesma. Em Língua Portuguesa 38,8% dos estudantes estão em nível básico e 34,4% abaixo do básico. 26,3% se encontram em nível adequado e apenas 0,5% em nível avançado.

Já em matemática a situação é ainda pior do que no E.F. 55,8% dos alunos estão abaixo do básico e 39,4% em nível básico. Em nível adequado somente 4,5% dos alunos alcançaram a faixa e em nível avançado apenas 0,3%.

*****

Secretaria de Educação nega retirada de matérias do ensino fundamental

por Sarah Fernandes, da Rede Brasil Atual

São Paulo – A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo negou que vá alterar o currículo dos três primeiros anos do ensino fundamental nas escolas de educação integral da rede. A notícia tem sido divulgada desde janeiro em veículos de comunicação e redes sociais, afirmando que o governo retirou da grade conteúdos de História, Geografia e Ciências, com o intuito de fortalecer o ensino de Português e Matemática.

A assessoria de imprensa do órgão explicou que o mal entendido começou com a publicação de um regulamento no Diário Oficial da União, em 19 de janeiro, que divulgava uma tabela com a proporção que cada disciplina deve ocupar na carga horária das 297 escolas de tempo integral do estado. Nela, os espaços referentes a Ciências Física e Biológicas, História e Geografia não estavam preenchidos.

No entanto, o esquema significa, de acordo com a secretaria, que os conteúdos das chamadas Ciências Humanas e da Natureza são ministrados de forma transversal, sem horário fixo, e que muitas vezes servem de base para estudos das disciplinas de Português e Matemática. O esquema é adotado desde 2007, quando foi implantado na rede o programa Ler e Escrever, que visa fortalecer a alfabetização das crianças.

“Não houve mudança na base regular do Ensino Fundamental, portanto no caso dos 1º, 2º e 3º anos o conteúdo relativo a essas áreas de conhecimento já era e continuará sendo abordado de forma transversal nas disciplinas estabelecidas, sem ferir o que diz a Lei de Diretrizes e Bases [da Educação Brasileira]”, aponta nota enviada pela Secretaria de Educação à RBA.

O órgão esclarece que o decreto divulgado em janeiro estipulava que os conteúdos de Ciências Humanas e da Natureza também serão trabalhados nas oficinas oferecidas aos alunos de educação integral no contraturno das aulas, diferente do que ocorria até então, quando as atividades oferecidas eram relacionas apenas a Português, Matemática ou Inglês. De acordo com a nota, a medida “propicia o aprofundamento destes temas”.

A polêmica começou em 22 de janeiro, quando a notícia da suposta alteração no currículo do ensino fundamental foi divulgada pelo jornal O Estado de S. Paulo e na sequência replicada por uma série de portais de notícias. Nesta semana, o tema voltou a ser amplamente divulgado nas redes sociais.

PS do Viomundo: Diante da contínua repercussão deste post nas redes sociais, ele foi atualizado para incluir o desmentido do governo paulista sugerido por internautas nos comentários. Obrigado.

Leia também:

Capitalismo à brasileira: Estado garante lucro privado no Mineirão

 

170 Comentários escrever comentário »

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Pessoa estudada

22/09/2016 - 21h31

#fora temer#temer lixo …é tem otário que ainda concorda..esse povo burro do…governo ruim,ja não tem emprego e ainda querem tirar mais ,a educação está baixa e querem diminuila …aposto q quem concorda já se formou ou n tem filho pequeno…se isso for aprovado ,tomara q esse país se …mesmo..#temer lixoooo

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Júlia Ana Luz Vieira

02/08/2015 - 10h40

É um absurdo excluir essas disciplinas tão eficientes das aulas.As disciplinas de Português e Matemática são essenciais na vida do aluno que queira fazer Vestibular.
Minha sugestão è excluir as disciplinas de Pesquisa de leitura e repôr com Redação e excluir Sociologia e repôr com Atualidades.

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ldr

27/07/2015 - 11h30

Português e matemática têm utilidade prática para a maioria das profissões. Quem sabe português e desenvolve o raciocínio matemático pode compreender o mundo e estudar qualquer matéria que quiser. Quem se interessa por história ou geografia que leia um texto sobre isso. As ciências, que sejam ensinadas nas faculdades. Obrigar todos os alunos a aprenderem uma porção de nomes e fatos não desenvolve a inteligência, só torna o aprendizado enfadonho e inútil. E coisas inúteis estão fadadas ao esquecimento. A escola deveria só ensinar português e matemática, o resto deveria ser ensinado na prática, com foco no desenvolvimento de habilidades (trocar um chuveiro, fazer uma horta, compreender os aparelhos eletrônicos, erguer um muro, fazer um desenho, serrar, martelar, costurar, etc). Chega de encher as mentes dos estudantes com teorias e conceitos descolados da prática e da realidade.

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cleide

27/06/2014 - 08h19

concordo plenamente nilson
é vergonhoso esse tipo de atitude
reivindiquem por outra atitude professores
nao votem nesses corruptos

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Francisco

23/06/2014 - 14h01

Não acho a proposta de todo mal. Mas poderia ter uma aula de “estudos sociais”, como eu tive nesta mesma faixa escolar. Segregação das salas de alunos por competência seria interessante também para evitar alunos ruins corrompendo as aulas.

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Juliana

23/06/2014 - 04h17

Vivi na pele o descaso com a educação. Com muito custo, consegui acesso ao ensino superior. Porém, como tive um péssimo ensino, quase peguei reprovação em algumas matérias

Sou a favor da escola em tempo integral. Mas não adianta nada colocar o aluno la dentro e encher de matéria chata. No mínimo tem que ter um lazer decente ou aulas de educação física todos os dias.

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Angelica

22/06/2014 - 20h53

É uma pena que um governante faça isso com seu próprio povo. Com futuros eleitores que alijados dos conhecimentos históricos, geográficos e da ciência (que colaboram com o conhecimento geral, com a criatividade, pensamento lógico)teremos um exército de adultos falando bem (assim espero) português e fazendo contas certas, porém sem saber situar esses saberes dentro de um contexto social, dentro de um contexto geográfico e ate mesmo discernir como poderiam colaborar com a ciência, pois não terão base de conhecimento para isso. Sinceramente, espero que não façam isso por mera necessidade de terem boas estatísticas, trocando alunos com conhecimentos que os ajude a serem melhores profissionais e que traga mais conhecimentos e fortalecimento do Brasil.Espero que o Governante repense esse absurdo!

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Cristina Locatelli

21/06/2014 - 21h12

No tempo em que fiz o primário, a sala tinha por volta de 30 crianças. Apenas uma professora. Já no primeiro ano eu sabia ler, escrever, tabuadas, verbos, coisas que hoje as crianças ignoram.
Pagar melhor os professores é fundamental. Se a carga horária está sendo aumentada, que sirva de reforço para português e matemática e não para a exclusão de matérias como Geografia, Ciências e História.
As crianças precisam ampliar seus horizontes e não limitá-los como vem fazendo o governo do PSDB. Criança precisa de nota e se necessário, de reprovação. Se não aprendeu, não tem porque passar de ano. Que estude. Que seus pais lhes ajudem, como faziam os meus.
Claro que, vendo a reação dos paulistanos e paulistas diante de tantas barbaridades no Estado, sem nenhuma reclamação, ele vai continuar desmandando enquanto puder, e dando chumbo, cádmio e mercúrio, pra ajudar o cérebro a ficar cada vez mais atrofiado.
Fora PSDB, fabricante de mortos-vivos-ignorantes.

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LANDO CARLOS

21/06/2014 - 13h01

Considerando a necessidade de atualizar o ensino às exigências de um mundo que sofreu grandes transformações, não há nada demais em procurar criar uma grade curricular que atenda a formação de nossas crianças buscando atender a isso. Porém não se aceita que isso seja feito com intenção mais eleitoral do que com base num amplo debate que envolvesse a participação dos professores, acadêmicos e de todos os atores da sociedade envolvidos no processo. Essas medidas devem ser tomadas tendo sempre em mente, que devem ser medidas permanentes representando uma política de Estado e que portanto não podem ser mudadas a toda hora. Ações desse tipo tem de ter como motivação central o interesse público, já que devem orientar não apenas a educação pública mas também os modelos da educação privada.
Salientar o ensino de matérias que são o suporte para a estruturação do raciocínio lógico, como a matemática e a língua portuguesa, deve trazer uma melhor condição para o aprendizado de outras matérias com maior facilidade, ampliando a capacidade de adquirir e produzir conhecimento. Fazer isso de forma bem orientada, com a aplicação de atividades complementares adequadas, estabelecendo um paradigma para o ensino básico e fundamental para o desenvolvimento do ensino no Estado de São Paulo, seria uma medida que deveria obrigatoriamente estar acima de interesses de qualquer outra natureza, privilegiando apenas a sociedade de São Paulo.
Ao longo de um governo de quase 20 anos, nenhum dos governadores deu a devida atenção e importância para esse tema tão importante. Um Estado com um nível de industrialização como São Paulo, não ter produzido uma política para a educação capaz de atender as necessidades de uma população que produz um terço do PIB nacional, que aumentasse a capacidade de agregar valor e lhe desse maior dinamismo não é aceitável. Como medidas de tanto interesse não podem prescindir da sociedade que é a maior interessada no alcance e nos efeitos que serão causados por ela.
O interesse menor fica acima do interesse coletivo, impedindo que se faça algo que atenda o interesse de toda a população interessada no assunto.

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    josé vítor

    21/06/2014 - 20h23

    com licença mas, por que esta discussão foi retomada? afinal, esta notícia é de março de 2013, estou curioso sobre o motivo

Aldenor

20/06/2014 - 17h08

Gozado, as pessoas ficam nessa ideia fajuta de que aprender tantas disciplinas ensinam os delinquentes a serem pensantes. Adolescente não quer nada. Basta simplesmente fazer uma visita à uma escola pública e visualizamos uma variedade de pessoas que, em sua maioria, não sabe pra quê e nem por quê estão lá e nem pra quê aprender História, Geografia, Ciências e o escambau. Pra mim tinha que abrir circos, dar para os alunos um monte de atividades divertidas, afinal de contas, em geral as pessoas são tão toscas o suficiente para viver pequenos esforços para alcançar grandes avanços que preferem o imediatismo da alegria do momento do que a prevalência do esforço para alcançar um bem maior…ou não!

Responder

    Guilherme

    20/06/2014 - 23h53

    Pelo o que vc escreveu, concluo que você deve fazer parte de circo que propõe que coloquemos esses adolescentes. Cara se toca né.

    Thiago

    22/06/2014 - 14h27

    E os outros alunos que querem aprender, pois ainda a uma grande parcela de estudantes que querem aprender, e não tem condições de pagar um colégio particular, esse tipo de comentário é pertinente para quem tem dinheiro. me desculpe, mas esse é o ponto de vista em relação à essa espécie de discurso!

João

20/06/2014 - 17h04

Parque de diversões, galera. Corta português e matemática e fiquemos felizes.

Responder

Cláudio

20/06/2014 - 09h04

Sou professor de Geografia, e há muito percebi que o ensino de História e Geografia se tornou ideológico. Para os mais radicais, até a linguagem é atacada, como coisa burguesa, capitalista. Do jeito que as novas gerações de professores dessas disciplinas estão sendo (de)formadas nas Federais, não é de modo algum de se espantar que as crianças tenham dificuldades em outras matérias, já que são doutrinadas mais que ensinadas.

O problema maior da educação brasileira atual é a maldita ideologia, sobretudo a de esquerda. Ela prega a revolta, o conflito, o ódio, a miséria. É o que tem de mais nefasto como obstáculo de uma educação de qualidade.

Responder

    Márcio Kopchinski

    21/06/2014 - 00h23

    Concordo plenamente com seu comentário. Também sou formado
    Geografia e passei e consegui resistir a este processo de doutrinação.
    Mas muitos colegas de classe estão hoje em sala de aula repetindo a “papagaiada”
    de esquerda. Uma atitude covarde e desonesta. Por favor veja meu perfil no facebook.
    Postei algumas coisas a respeito desta política que aí está é a educação.

Carlos

19/06/2014 - 23h35

Pior que pessoal ve só o título da matéria e não se interessa nem um pouco de ler o seu conteúdo. Me corrijam se eu estiver certo, cancelaram essas matérias para alunos até o terceiro ano, na minha época (possuo 25 anos) a quarta série era equivalente a tal ano , que foi quando comecei a ter o primeiro contato com essas matérias, nada de anormal. As aulas que foram ‘tiradas’ serão substuídas por aulas de português e matemática que são fundamentais para o aprendizado das outras. Todos dizem, estão deixando todos analfabetos (não discordo que o ensino está ruim), mas se aumentarem aulas de língua portuguesa, consequentemente o analfabetismo tende a diminuir. Ou vocês não sabem o significado da palavra analfabeto. Não vejo mal nenhum na medida…

Responder

    Carlos

    19/06/2014 - 23h38

    Errei ali… inves de certo é errado na frase ‘me corrijam se eu estiver certo’…

    Bruno Pereira

    20/06/2014 - 02h55

    Ele está querendo “mascarar” a qualidade de ensino, uma vez que está dando ênfase nas matérias que caem nas provas do Saresp. Bela porcaria. Depois vai fazer propagandas dizendo que a qualidade do ensino aumentou…. Puff… Pra inglês ver…

    Marcela

    20/06/2014 - 17h15

    Falando em inglês, onde ficam as aulas da segunda língua nessa história? quero dizer, concordo que a pessoa tem que aprender o português bem, mas por favor, hoje em dia não se vive sem falar o básico do inglês (além do mercado de trabalho, que logo logo estará “cobrando” o espanhol também!).
    Estou no começo do EM e já acho que falar apenas três línguas é pouco, pois não há nenhum diferencial, imagine não falar nem duas! Admito que nem todos tem a possibilidade de estudar em escolas particulares ou ter aulas extras de língua, mas o mínimo deveria ser ensinado na escola, já que é cobrado no vestibular.
    Se é para haver uma mudança na grade curricular das escolas então façamos algo que aumente as possibilidades para todos e aumente o interesse pela educação. Vamos fazer com que haja a possibilidade de alterar o curriculum de acordo com sua preferencia, como em vários países desenvolvidos, permitindo que o estudante foque, a partir de uma certa idade, em determinadas matérias, ou que apenas diferencie uma grade de “Humanas” de uma grade de “Exatas”. Convenhamos, um físico não precisa de um curso extenso de história da arte, tal qual um pintor não precisa se aprofundar nas aulas de física. É apenas lógico que haja uma diferenciação por afinidade com determinadas matérias.

    solange

    20/06/2014 - 09h23

    essas matérias não são culpadas , as crianças estão aprendendo a ler apenas letras de forma, pensem nisso.O que se escreve no quadro negro fica um mistério. Ciências ensina sobre higiene e as lombrigas estão procriando…aprendi na escola a importância em lavar as mãos e outros lugares ….usar sapatos e muito mais.Será possível que isso não tem mais importância?

    cleide

    27/06/2014 - 08h35

    O aumento de aulas de português não vai alfabetizar ninguém, depende do interesse do próprio aluno, ele precisa realmente é de senso crítico para analisar as coisas e não votar nesses corruptos que ai estão

ELIDE SANTOS ALEGRE

17/06/2014 - 16h48

EU NÃO SEI SE ESSA NOTÍCIA É PRA RIR OU CHORAR…O QUE O NOSSO GOVERNO QUER É UM POVO ANALFABETO FUNCIONAL SOMENTE PARA VOTAR (ERRADO) E NÃO QUESTIONAR OS DESMANDOS DESSE GOVERNO HIPÓCRITA QUE TEMOS EM TODOAS AS ESFERAS:FEDERAL, ESTADUAIS E MUNICIPAIS, EM TODOS OS ESTADOS DO BRASIL. NOSSO PAÍS VEM SENDO SUCATEADO A ANOS, NÃO POR UM PARTIDO MAS POR TODOS QUE SE APRESENTAM COMO GOVERNANTES, É UMA POLÍTICA SUJA DO CRONÉLISMO QUE INSISTE EM PISAR NO POVO BRASILEIRO QUE SOBREVIVE SEM SAÚDE, EDUCAÇÃO, TRANSPORTES E SEM MORADIA.SENHORES BRASILEIROS VAMOS DEFENDER NOSSO PAÍS DESSES CORRUPTOS, DIGAM NÃO NAS URNAS PARA ESSES POLÍTICOS QUE ENVERGONHAM NOSSO PAÍS.SE VIVEMOS NUMA DEMOCRÁCIA,ELE NOS OBRIGAM A VOTAR,ENTÃO ANULEMOS NOSSOS VOTOS…

Responder

Ana Emilia

31/03/2014 - 19h15

As disciplinas de história, geografia e ciências sao essenciais para a formação de um cidadão crítico.
Modificar a grade curricular retirando essas disciplinas e intensificando Portugues e matemática é uma grande manobra de busca de alienação.
Aumentar os salários dos professores, diminuir o número de alunos por sala de aula, capacitar melhor os coordenadores das escolas para o efetivo papel de gestor, aumentar a carga horária dos alunos e manter as escolas com estrutura adequada para o funcionamento também são investimentos efetivos para a melhoria de resultados nas Escolas.

Responder

    Rafael

    20/06/2014 - 23h13

    Cuma? Alienar?? Não são crianças de 8 a 9 anos? Vc quer que uma criança aprenda salto com vara antes de engatinhar?

Marta

21/02/2014 - 12h54

Mais uma péssima notícia, a educação brasileira e seus índices chega a ser grotesco!!!
A culpa de um sistema ignorante e irresponsável de educação continuada… Vou fazer uma perguntinha aos nossos governantes? Se vocês fossem crianças ou jovens, vocês iriam estudar para passar de ano, sabendo que você seria, ao final do ano letivo aprovado automaticamente? O que é necessário hoje para ser aprovado nas séries finais da educação básica? Saber ler e escrever ( mesmo que o aluno não entenda o que escreve e nem interprete o que lê).
Não é a retirada das disciplinas que farão nossos alunos mais estudiosos, mas a mudança do sistema. Salas com menos alunos, escolas equipadas, remuneração justa para os professores… etc… etc…
Em pleno séc. XXI, o professor ainda com o giz na mão… a espera de um milagre.

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Aguinaldo Wechesler Dinazio

13/02/2014 - 23h47

Um dos grande problemas do baixo índice da alfabetização em São Paulo é a superlotação das salas de aulas! Nunca se pode colocar 30 ou mais alunos em uma sala para serem alfabetizados, uma vez que eles necessitam de assistência individual do professor, sendo que em média nos países desenvolvidos 20% das crianças tem problemas de aprendizagem, imagine aqui então com a omissão da família e a falta de infra estrutura. Praticamente, não há equipe de apoio como psicólogos, assistentes sociais, etc. Tem um psicopedagogo que só atende problemas de deficiência intelectual, se for for ordem neurológica e psicológica não há nada! O PSDB tente novamente resolver problemas sérios se investimento como ocorre em países desenvolvidos. e tenta vender a imprensa e a população que tudo se resolve por uma mágica pedagógica e que a culpa dos professores! No ensino fundamental e médios a situação é bem pior, tanto que o estado paulista caiu de 4o. para 7o. lugar no Brasil, no Pisa.

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Célia

01/09/2013 - 13h30

Isto é coisa do PSDB em Minas o Governador Anastasia está retirando os Professores de Ed. Fisica habilitados do Ens. Fundamental das Escolas Estaduais de MG
O Governador Anastasia é um pão duro, fica fazendo economia porca ás custas da Educação de nossos filhos. Com a desculpa de estar dentro da lei ,leva a educação mineira a andar para trás.
Os Professores regentes não tem nenhuma formação sobre o desenvolvimento físico, certamente a hora da aula de Ed. física se transformará em recreação. Além do mais em plena época de copa , o governo mineiro demonstra total falta de compromisso com o esporte e com a preparação dos futuros esportista.
Professores irão fingir ministrar aulas de Ed. Física e nós Pais, vamos fingir que acreditamos? Será que os pais ficarão calados diante deste retrocesso na educação de nossos filhos? Eu certamente não me calarei pois não fiquei feliz com esta decisão infeliz e truculenta do nosso governador e Secretaria Estadual da Educação.

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anselmo

05/08/2013 - 23h05

O Governador deveria acrescentar e não retirar! Eu trabalhei em uma escola com turno integral no Estado de Minas Gerais, na ocasião tornaram-se expostas mazelas como: falta de espaço de convivência; falta de sala de informática ativada, apesar de ter computadores e o choque entre professores pela disputas de espaços na escola. Percebia-se um grande desgaste e uma verdadeira tortura para os professores. A questão é…? O período integral jamais será a salvação da educação, pois, esta modalidade é cara e necessita de uma escola melhor equipada, com professores experientes em projetos educativos, isto é, com domínio de outras linguagens e possibilidades de expressões que possam ir além de sua disciplina e estejam abertos para o diálogo com grupos correlatos, comunidade e a uma postura transdisciplinar. O grave é que por falta de estrutura física, capacitação entre outros fatores já levantados, o que de fato ocorria era o peso da carga horária sobre os alunos que apenas geravam e influenciavam situações de conflitos, agressividades e a fadiga do professor que acabava mesmo se tornando bode expiatório de um a modalidade que já nascera falida.

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Giordana

04/08/2013 - 17h53

Olá, paulistas! Só peço uma coisa a vocês: acabem logo com essa dinastia do PSDB, num estado que costuma servir de exemplo para o restante do país. Tanto é, que no Paraná, infelizmente foi eleito BETO RICHA, que está trabalhando, e bastante, para acabar com nossa educação. Esvaziamento da Formação continuada, indiferença pelas Diretrizes Curriculares Estaduais, aliás, de concepção Materialista História Dialética, burocracia mais burocracias, fichas e mais fichas inúteis, diminuição de disciplinas em prol de Português e Matemática, sistema de avaliação meritocrátic!o, concurso público fraudulento e em vias de cancelamento e controle absoluto por programas como registro de classe online! O pouco que conquistamos nos oito anos anteriores está sendo perdido. Acordem povo e quem sabe, os paranaenses acordarão também!

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Antonio

18/07/2013 - 15h52

O povo reclama, mas, votarem no Dr. e ele está aí fazendo das suas. Adianta protestar, levar multidões às ruas e depois votarem nos mesmos?

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Eduardo

17/07/2013 - 19h35

Devido tantos erros cometido por esses políticos devemos entender, que nós somos a força, e com ela derrubamos muralhas, entretanto todos esses discursos deve ser pautado em verdades inovadoras,e não em inverdades. Então assim eles nos mostrará que são democráticos e sabem o verdadeiro significo de ser um político.
Mas se nós quisermos dar uma resposta da nossa insatisfação é através da eleição, com o voto em branco devolveremos todos todo o descaso.

Responder

Thiago Augusto

03/07/2013 - 08h05

Povo esclarecido pra que?? povo sem cultura é muito mais facil de enrolar, enganar e roubar! pq só matematica e Lingua Portuguesa?? só pra nossas crianças terem raciocionio logico e nao falar como o bosta do Lula! eles querem acabar com o senso critico que a nossa historia da. sem senso critico nao tem questionamento, vira passe livre sobre tudo a ser mal feito.

Responder

Rui Wagner

29/06/2013 - 22h58

É muito simples – não votem mais no PSDB

Responder

    Natalice

    04/07/2013 - 10h56

    Sugestão: que tal passarmos uma eleição sem votar em ninguém. Talvez assim sintam que estão fazendo só besteira para o povo engolir como é o caso desse governador ai. Onde já se viu subtrair disciplinas como história, geografia e ciência biológicas? Só no Brasil mesmo!

    sandra cristina fernandes

    25/01/2014 - 20h44

    Finalmente uma decisão de bom senso. Apoiado 100%. Muita gente reclama, reclama. Na hora de votar faz merda.

Lucas

29/06/2013 - 19h31

Ele tem é que pagar melhor os professores, pois as aulas dessas matérias são muito interessantes e os alunos adoram. Pena que não dão recursos e só sabem roubar dinheiro do povo! É realmente triste ler esta notícia!

Responder

Gerson Ferreira

28/06/2013 - 22h37

Olha, não querendo criar polêmica e tal, tem até um certo sentido ele deixar pra 4 e 5 ano essas matérias, porque são mais complexas e não tem tanta importância quando comparado com português e matemática, apesar de ter uma importância muito grande. Eu penso que pelo menos a base dessas 3 matérias deveriam ter, o que é de mais importante, história do país é vergonhoso não aprender desde cedo, e não conhecer as capitais (pelo menos) do seu país, é outra informação que é muito importante, e as funções básicas do corpo humano, dos animais e das plantas. Creio que partes mais pesadas dessas três matérias sejam mesmo mais válidas lá pros 10, 11 anos de idade, mas TAMBÉM, certas partes na matéria de português e matemática são pesadas pra crianças de 7, 8 anos, que sempre fui contra. Acho que uma reformulação é bem vinda, mas não a retirada total. O que é básico e importante deve ser colocado na infância, e o que é um pouco mais complexo na pré-adolescência, o que não seria nem o que é adotado hoje e nem o que ele está querendo adotar.

Responder

    Patrícia

    28/06/2013 - 23h27

    Reforçar o ensino de matemática e português será sempre bem-vindo, porém anular aulas tão importantes como História e Geografia é querer um aluno letrado (para suprir as necessidades do mercado) e não pensante, sem uma opinião crítica. Tudo bem, de fato ele poderá ver todas essas coisas lá na 4ª série, mas será que terá tempo para ver tudo sendo que já perdeu 3 anos? Nunca é cedo demais para saber a história de seu país, quanto antes despertarmos esse interesse na criança de modo atrativo, melhor.

    Ethel

    17/07/2013 - 22h40

    Precisamos enxergar a riqueza do entendimento que toda criança tem.
    Observe mais atentamente quando um bebê olha o mundo a sua volta, absorve o conteúdo e tenta imitá-lo. É surpreendente. As crianças tem toda a capacidade para aprender mais do que é passado.
    Se as crianças são o futuro do país, como não prepará-las para o futuro?
    Todos falam que a nova geração de crianças está mais esperta e inteligente, “pega as coisas com mais facilidade”.
    Se aumentarmos o acesso das crianças ao conhecimento e tecnologia, o avanço de suas mentes será maior do que de um adulto. E isto já é comprovado,pois, em países preocupados com o futuro da nação, as crianças desde o maternal inicia-se o conhecimento com música, natureza e tudo relacionado ao meio ambiente em que vive. Devemos preparar nossas crianças, não somente, para um cargo público de alto escalão, mas para desenvolver nosso país e colocá-lo num patamar de progresso constante.
    Devemos ser melhores e melhorar o nosso meio. Se for passado valores e conhecimentos valorizados, estaremos incentivando a criança a ter uma educação sólida como base e haverá uma real mudança na nossa sociedade.
    A tv e outros meios de comunicação como a internet, tem muito conteúdo impróprio aberto para todos. Quero dizer: “Se dermos o correto incentivo as crianças vão buscar por tudo que é inteligente e não por coisas fúteis. E isso tem que ter nas escolas, para o ensino despertar interesse nas crianças. Se esperar até os 10 anos, vão querer apenas o tchumtcha, tchumtchumtcha.

Daniel Gomes

19/06/2013 - 12h55

O Governo paulista está certo.Pela primeira vez acertou em cheio na tomada de decisão para reformulação do ensino. Para que estudar essa história mentirosa que mais adiante o aluno verá tudo diferente? A história é calcada em fatos, na maioria das vezes distorcidos propositalmente. A História tem sido tendenciosa.Em todos os âmbitos… É política!
Nossos alunos precisam mesmo é do conhecimento matemático. Aprimorar o raciocínio. Um pouco de português vai bem, mas nosso idioma só serve para uso interno, enquanto a Matemática é UNIVERSAL. Vamos estudar mais Matemática que tudo o mais será facilmente ABSORVIDO…

Responder

    Lia

    28/06/2013 - 10h21

    Meu Caro Daniel, eu sou formada em Estatística (que apesar de não ser Matemática, tem ela como fundamento) e História, e te garanto que ambas são importantes. Se uma me deu conhecimento lógico, a outra me deu conhecimento social. Quanto a História ser mentirosa, acho que você esta pensando na época da ditadura, que realmente distorcia a História para gerar um amor ufanista sem critica. Realmente não há como distorce a Matemática, mas ela é apenas uma parte de todo o conhecimento que deveríamos ter, pois se não conhecermos os erros ou acertos do passado, como podemos modificar ou melhorar o presente?

    pedro

    28/06/2013 - 11h44

    faz 30 anos q terminei a escola e posso dizer por experiência própria, historia, ciência, inglês, ensino religioso foi tempo perdido não me serviu e nem me serve pra nada tempo gasto que poderia ser utilizado em matematica e portugues estuda essas materias quem escolher seguir uma profissão q elas fara parte, quem aprendeu ingles na escola normal
    pra mim são materias inuteis

    Flávio

    29/06/2013 - 15h10

    Ao ler o comentário do Pedro, só me restam duas perguntas:
    1 – Qual sua profissão?
    2 – Se tivesse que iniciar novamente do zero, conseguiria esta profissão no mercado de trabalho em 2013?

    Robin

    17/07/2013 - 23h39

    É exatamente isso, Pedro, que esses governos do PSDB querem. Que você veja a utilidade prática, ou não, do que você aprende. Estude Português, pois, ajudará, muito, no preenchimento dos currículos. Estude matemática, tendo em vista que terá que contar o quanto de salário ganhará. Estude inglês, afinal, além de ser a língua do dominador, ajudará muito na hora de entender os termos técnicos da máquina em que terá de produzir, muito, ao seu patrão, ao seu país (mas você não reclamará o quanto eles lhe pagam, pois seu salário está garantido). Enquanto isso, você, que não teve acesso a informações, exatamente essas matérias que o fazem pensar, não saberá quando estará sendo enganado, em que momento estará sendo manipulado.

    vanessa

    15/02/2014 - 23h01

    Daniel, sou professora de História e não conto mentiras nem afirmo verdades. Meus alunos são estimulados a refletir sobre seu presente. Um papagaio pode decorar uma tabuada,mas nunca vai compor uma música, escrever um poema. Meus alunos não decoram…eles se posicionam criticamente acerca de temas que fazem parte do seu cotidiano. Todas as disciplinas de Humanas tem esse objetivo.Todas são importantes e diminuir o conteúdo é um erro grave que está na contramão do resto do mundo.Todas tem capacidade desde que tenham apoio das famílias, da escola e principalmente dos governantes.

    Marcos Ely (Bicho papão)

    07/06/2013 - 22h38

    acho que pode ser por ai, mas devia incluir aulas de musica para que tenhamos um pais com melhor cultura e a musica ajuda a aprender mais

mateol

31/05/2013 - 17h19

Qual será o verdadeiro motivo dessa decisão pra lá de paranóica? o futuro nos mostrará a realidade dos fatos. Acho que sua excelência, deveria ir para uma clínica de reabilitação ou psiquiátrica, e ser avaliado por uma junta médica.

Responder

Gabriele Cassiano

30/05/2013 - 12h20

Sou aluna do ensino público e tenho certeza que essa nova proposta vai acabar com o ensino. O governo finge que inssentiva, os professores que ensinam e os alunos que aprendem!

que droga de Governo é esse? que não pensa no melhor dos outros???

Responder

Fernanda

29/05/2013 - 09h17

~* aonde vooçs estao com a cabeça?!!!

Responder

Luana

28/05/2013 - 22h45

De uma amiga professora da Rede Municipal de Ensino de São Paulo:

“Faz um tempo já [que Geografia e História não fazem parte do currículo]. Eles estão priorizando as avaliações externas que solicitam conhecimentos apenas em Lingua Portuguesa e Matemática. Agora me pergunta se tem alguma manifestação docente contra? Uma posição do sindicato? Não. Aliás, o sindicato e a categoria foram coniventes com o desmonte em nome da grana. Maior número de alunos aprovados, maior gratificação. A educação em São Paulo precisa de uma revolução. Vergonha total. Por isso, fui contra a greve. Quase apanhei.”

Concordo plenamente!

Responder

    maria

    01/07/2013 - 18h48

    Luana, duvido que o sindicato esteja conivente com essa barbárie…vc deve estar muito mal informada,deve ser daquelas que só ficam na escola sem lutar por sua categoria, alheia ao que se passa, às lutas que os sindicatos que representam a Educação nesse país fazem.Moro em outro estado, mas acompanho as lutas sindicais e vc está totalmente enganada…Governo desvia verba p/ outras coisas, não paga propinas a sindicatos.

Maria Luiza

28/05/2013 - 22h15

Se com as aulas na grade, as coisas já estão assim. Imagine sem!
Apesar da diferença na relevância de cada matéria, geografia e história não são menos importantes do que Português ou Matemática. Se querem qualidade, que arrumem uma forma mais sensata.

Responder

augusto2

28/05/2013 - 09h29

uma pequeno lembrete e abertura de uma picada (caminho).
Quando e se, nós paulistas derrubarmos a dinastia tucana toda do conforto do palacio e tirarmos seu alpiste.
Quando entao uma filosofia diferente na educaçao EF do estado puder ser aplicada…
Um dos pontos que de cara mudam é a ignorancia continuada -como a chamava o quercia, de desinfeliz memoria.
Na ocasião bastara aplicar a MUDANÇA nos nove anos do EF e para isso
chamar os pais no comecinho do ano numa sala, por turmas, e explicar
que vai haver algumas repetencias, sim.
E que repetencia nao doi, as vezes precisa e não é porque o menino e burro. Ele recupera e garante melhor base para o futuro.
Do jeito q está, alunos de outros estados que se transferem para escolas de SP no meio do curso, riem na nossa cara da moleza que encontram. COmo eu mesmo ja vi.

Responder

Lu Witovisk

28/05/2013 - 08h19

SE o governo de SP tivesse boa vontade, poderia ter como diretriz a execução de projetos nas escolas multi disciplinares. Por temas, todas as disciplinas integradas em temas por ano (série). Assim, as crianças trabalhariam Ciencias, História, Geografia em conjunto com Matematica e Portugues, todos sairiam ganhando.

Mas quem quer GADO, tem que tirar do povo o direito de pensar mais amplo. Pobre só precisa ler e fazer contas. Interpretar textos dentro de um contexto amplo, isso é pra quem pode pagar educação. Pobre tem que ser peão! E viva o PSDB!

Responder

Lu Witovisk

28/05/2013 - 08h11

É o PSDB, no Paraná o governador tucano bem que tentou fazer semelhante, mas teve que recuar pela pressão da comunidade:

“O recuo do governador significa uma importante vitória dos professores paranaenses, que se opuseram à redução de disciplinas como filosofia, sociologia, educação física, artes, dentre outras, para ampliar as de matemática e português. Eles acusam o governo de planejar uma “jogada de marketing a custas da qualidade do ensino público”.
http://www.esmaelmorais.com.br/2012/12/pressionado-richa-recua-e-desiste-de-mudar-a-matriz-curricular-das-escolas-do-parana/

Só que em SP, o Alckmin é fascista mais severo e o povo tá lascado.

Responder

Zé Capiau

28/05/2013 - 01h17

A ignorância é a maior inimiga da humanidade e a maior aliada da direita.

Responder

Mateus

27/05/2013 - 23h05

Eita! Tem jeito mesmo não. Enquanto o resto do Brasil tem integrar ao máximo as disciplinas, fazendo estudos interdisciplinares, São Paulo vai na contra mão eliminando justamente esse ponto chave. A molecada de SP vai ficar doida de tanto estudar matemática sem saber pra que serve.

Responder

anderson

27/05/2013 - 22h24

ligaçoes entre joaquim barbosa e psdb:

Começam a aparecer as ligações de Azeredo com Joaquim Barbosa
Ministro Joaquim Barbosa não esclarece o porquê mesmo advertido pelo TCU mantêm um contrato irregular do STF com a Fundação Renato Azeredo

Os jornais costumam repercutir na segunda-feira com grande destaque as matérias que são publicadas pelas revistas semanais. Pois sábado saiu uma seríssima reportagem na Carta Capital e não houve um pio de quem quer que seja.

Conta os bastidores da luta Serra x Alckmin em torno da substituição de João Sayad da presidência da Fundação Padre Anchieta, mantenedora da TV Cultura, de São Paulo. Que, segundo a revista, respinga sobre o Supremo.

Sayad publicou um artigo, um tanto cifrado, na Folha, intitulado “A taxonomia dos ratos”, para dizer que, ao lado dos grandes casos de corrupção, havia outros, menores mas constantes, que “sangra a organização (pública), faz favores a seus superiores e enche-se de queijo de maneira paulatina e continuada”.

Diz a revista que a história tem relação comum negócio ocorrido “meses antes da eleição de em que Alckmin seria candidato à Presidência da República, (quando)a (TV) Cultura contratou a Fundação Renato Azeredo por R$ 18 milhões a Fundação Renato Azeredo“, para operar seu próprio contrato com o Supremo Tribunal Federal na manutenção da TV Justiça.

A Fundação Renato Azeredo leva o nome do pai do tucano Eduardo Azeredo, que a criou, em 1996, quando era Governador de Minas Gerais. Desde então, e até hoje, tem como esmagadora maioria de seus clientes secretarias, empresas, universidades e órgãos estaduais e municipais de Belo Horizonte, além de diversas prefeituras mineiras.

E, como jóias da coroa, o Supremo Tribunal Federal e o Conselho Nacional de Justiça, agora como titular dos contratos, não mais terceirizada, de prestação de serviços.

Carta Capital diz que o ministro Joaquim Barbosa “está incomodado com a presença da Fundação”, quem sabe por suas ligações umbilicais com Eduardo Azeredo, réu no Supremo pelo chamado “mensalão mineiro”, que todos esperam que, finalmente, possa ser julgado.

O Tribunal de Contas da União considerou, em 2009, irregular o contrato e foi comunicado pelo STJ de que a fundação paulista seria a mineira.

Segundo a Folha publicou em fevereiro, a Fundação Renato Azeredo foi “contratada em março de 2010, com dispensa de licitação, por R$ 1,6 milhão. A vigência era de seis meses. Seis meses depois, um aditivo prorrogou o contrato por 12 meses. Serviços foram ampliados e o valor passou para R$ 4,2 milhões. O acréscimo de 24,93% foi no limite do percentual permitido por lei”.

Numa nova licitação, a Fundação José Paiva Neto, ligada à Legião da Boa Vontade, ganhou a licitação para cuidar do CNJ e, segundo Carta Capital, também a do STF, embora ambas as instituições ainda apareçam como clientes da Renato Azeredo em seu site.

No CNJ, já com Joaquim Barbosa, o contrato com a Paiva Neto foi cancelado e administração assumida diretamente pela TV Justiça. No STJ, segundo CartaCapital, a Paiva Neto venceu, mas foi inabilitada e a contratação recaiu sobre a Renato Azeredo. O contrato segue para incômodo do ministro Joaquim Barbosa, diz a revista.

Não é possível crer que o ministro Joaquim Barbosa tenha o domínio sobre o fato de poder estar existindo alguma irregularidade e se limite a ficar desconfortável.

Sua Excelência, se a imprensa não os busca, haverá de dar todos os esclarecimentos sobre o assunto, inclusive sobre as contratações feitas antes de sua gestão, mas já com sua presença no Supremo, que as aprova de forma colegiada.

Afinal, não é possível imaginar que possa haver mais compromisso com a transparência do que na administração da mais alta Corte brasileira, não é?

Matéria “A taxonomia dos ratos” de João Sayad

Responder

Julio Silveira

27/05/2013 - 21h03

Para a população paulista basta continuar sabendo votar na tucanada, e a tucanada que não é boba nem nada vai garantir que a inteligência da paulistada não melhore a ponto de pensar em outras possibilidades. Afinal essa perda da capital pode ter sido um sinal de alerta para centrar a baterias no ensino.

Responder

Attila Louzada

27/05/2013 - 20h59

Além de aumentar a carga horária de português e matemática, o que vai ser feito para tornar o ensino dessas matérias mais atraente e efetivo? Por que mais do mesmo não vai mudar coisa alguma. O resultado dos alunos nessas matérias é reflexo de metodologia e enfoque teórico inadequado, ou mesmo equivocado, e falta de atualização de conteúdo e pedagógica dos docentes.

Responder

ANA (@anabellbar)

27/05/2013 - 20h59

A Gestão Pedagógica da Secretaria de Educação do estado de São Paulo é o maior cabide de empregos que existe.

Por serem incompetentes, acreditam que para não mais passarem vexames na Prova Brasil e no Saresp a solução é treiná-los para as provas. Qual a solução: aumentar a carga horária de Português e Matemática, como um ensino mitigado, sem criatividade e repetitivo.

Aliás, “método revolucionário” em muitas prefeituras no estado. Esses exames passam a ser o objetivo do Ensino e não uma consequência natural de sucesso de uma Educação de Qualidade.

Responder

Marat

27/05/2013 - 20h34

Acabar com aulas? Estão criando eleitores para o PSDB!

Responder

Pedo

27/05/2013 - 16h45

acho que para uma criança entender melhor história, geografia e ciência, saber português e matemática primeiro só vai ajudar a criança o que um professor de história vai ensinar pra alguém que nem sabe ler o nome, decorar quem foi pedro alvares cabral ?
considero uma medica correta, embora acho que, toda a grade deve ser aumentada no decorrer dos anos, uma criança na 3ª série pode estar começando a interpretar o texto com domínio de português e matemática, e na 4ª série já vai ter maturidade interpretar um texto do livro de história, geografia e ciências.
Não adianta nada ensinar qualquer matéria no primeiro ano, para quem mal sabe ler e interpretar um texto.

Responder

rose

27/05/2013 - 08h59

Absurdo mesmo!! Será que ninguem vai reagir a isso? Precisamos acordar BRASIL!!

Responder

Rosicler Dal Pozzo

26/05/2013 - 22h48

Sou professora de Ensino Fundamental (4º e 5º ano) e o que gosto de fazer é ensinar História, Geografia, Ciências, incluindo Português e Matemática. É óbvio que dá para fazer as duas coisas, trabalhando parágrafos, ortografia e gramática em qualquer disciplina e pode-se incluir gráficos e estatísticas no estudo da Geografia. Mas o professor precisa estar bem comprometido com o currículo. De qualquer forma, não adianta o aluno chegar nessas séries, sem boa bagagem de leitura e escrita e isso precisa ser alterado com reprovação sim, se necessário, recuperar esse alunos nas séries de alfabetização, com maior participação familiar e com turmas em menor número de alunos, para que se possa dar o devido atendimento e recuperação em sala ou recuperação paralela, mas isso onera os Governos, então é mais fácil assim. Deixar as crianças ignorantes, sem senso crítico e sem conhecimento de Cidadania é muito mais fácil para o governo. É uma atitude castradora e não há dúvida: Querem tentar resgatar aquilo que já está perdido: aprendizagem com qualidade.

Responder

valter machado

26/05/2013 - 10h01

Constatado o fracasso que é de responsabilidade do Governo Federal, a culpa é do PT, se é no de São Paulo a culpa é do PSDB, o ponto central da questão é a gestão ineficiente, pois o nosso modelo premia a mediocridade, a leniência, a preguiça de todos os atores, todos cuidando de pegar o seu, assegurar o seu espaço e o seu dindin. Não se preocupam com os indicadores, e quando estes demonstram o fracasso é mais fácil suprimir conteúdo do que atuar com indução sistemática de tecnologias avançadas de educar. Sou por 24 h aula dia, maciçamente com todo o conteúdo, pois tirar geografia, história e outras coisas mais do ensino, ou retardar esse, é desorientar o indivíduo no tempo e no espaço. Dizem que temos que conhecer nossa história, para sabermos construir nosso futuro.

Responder

    Ana

    26/05/2013 - 14h48

    A culpa é de toda uma sociedade que não está nem aí para a educação,a culpa é dos pais que não educam seus filhos e veem a escola como um deposito para as suas crianças e assim o governo as recebem, como pacotes. Fica fácil culpar o Estado, quem é o Estado? É invisível! Não reage, vamos jogar todas as desgraças na conta do estado, desta forma nós aliviaremos a nossa consciência, nos eximindo da responsabilidade de contribuir para a construção d euma sociedade d efato.

    Gilson

    27/05/2013 - 19h55

    Concordo. Literalmente, jogam os filhos, na escolha esperando que a escola eduque e faça o papel deles, os pais.

José SILVA Neto

25/05/2013 - 12h09

Caros,
O site Vi o mundo trabalha com jornalistas sérios, mas tem grande viés anti-psdb! Nesse caso, cometeram falha grande! A informação é falsa! O jornal O Estado de S.Paulo foi o primeiro a dar esse assunto errado, que foi replicado indefinidamente! Porém, a correção da matéria, dada um dia depois, ninguém replica! Precisa haver seriedade até na oposição, para não perder credibilidade!
Pena que isso tenha acontecido nesse portal de respeito!
Abs,
j.

Responder

    Camila Helena Praxedes

    26/05/2013 - 08h46

    José Silva Neto, você poderia, por favor, passar o link da matéria em que em que o governo desmente esta notícia. Obrigada.

    Fernandes

    27/05/2013 - 22h06

    É por isso que o leio.

Cristina Mullins

24/05/2013 - 23h00

O que me espanta é que a incompetência do adulto penaliza e condena crianças ao atraso. Criança não é idiota, tem crítica sim, da forma delas, história insere-a na sua cultura no seu passado e de seu pais, a geografia faz reconhecer onde mora, ciências são a base do conhecimento e da produção de toda tecnologia e descobertas, de como o mundo existe e funciona. Saber falar e escrever e mexer com números não é suficiente, enquanto o mundo desenvolvido produz alunos criativos, inventores inseridos na sociedade nós criamos operários básicos. Não vão melhorar os índices de matemática e português enquanto não valorizarmos a cultura e não sairmos de ideias ultrapassadas em salas de aula. Todos têm culpa inclusive professores, ninguém está isento. Agora mais essa ideia de jerico, estão dizendo que nossas crianças não têm capacidade de aprender. Eu acho que as pessoas é que não têm capacidade para ensinar!

Responder

Beatriz

24/05/2013 - 22h24

O que mais me chama a atenção é justamente esta separação das áreas do conhecimento. Nas séries iniciais quem é habilitado a lecionar são pedagogos, e os mesmos podem trabalhar o currículo de forma mais ou menos interdisciplinar. É um disparate já iniciar a separação em disciplinas nas séries iniciais, contra td a pesquisa em ensino que defende uma abordagem mais interdisciplinar. O que eu quero aqui não é defender a suspensão das aulas de ciências, geografia etc. Pelo contrário! Estas áreas do conhecimento devem ser contempladas no currículo sim. O que eu questiono é a organização em disciplinas estanques.

Com a postura adotada pelo governo de SP, talvez tenhamos mais crianças alfabetizadas, mas com uma visão de mundo tão limitada que a atividade de leitura será um procedimento mecânico de juntar letras.

E que crime privar as crianças do ensino de ciências, por exemplo. Justo elas que são tão curiosas e encantadas com o mundo natural.

Uma lástima!

Responder

CPF

24/05/2013 - 21h31

Incrível!

como é interessante ver um bando de pessoas “cultas e inteligentes” não sabem pensar nenhum pouco frente a uma manchete sensacionalista.

Aposto que a maioria nem se quer leu o texto todo.
E os que leram provavelmente não colocaram o tico e o teco pra funcionar.
Alegando alienação do povo com a retirada de história e geografia.

agora vamos raciocinar?
alkimin pretende tirar as respectivas matérias até o 3o ano do ensino fundamental (crianças de 9 anos mais ou menos) . Crianças com ate 9 anos de idade tem alguma capacidade concreta de formar um senso crítico relevante?

a maioria tem a mesma capacidade dos “pensadores” que estão se rebelando contra a uma proposta sem pensar em nada. Pq a maioria não sabe nem interpretar o que está lendo. Quem sabe se eles tiverem mais aulas de português eles teram a sorte de ler uma reportagem como esta e ter pensamento critico sobre o assunto?

Responder

    M Reis

    26/05/2013 - 11h07

    se vc ja leu os pcns ou qualquer outro documento sério sobre educação, saberia da importancia das outras disciplinas nos anos iniciais.O senso crítico nao esta em questão, mas sim de que se trata de um saber que lhes é de direito.

    Marta

    04/06/2013 - 18h27

    Concordo com vc, porém, acho que o problema é bem mais complexo. Envolve questões ideológicas, políticas salariais, valorização do professor, entre outras. Por exemplo, se não tiver aulas de História, Geografia e Ciências nesses 3 anos iniciais, e os professores de Português e Matemática, envolvidos com o ensino, comprometidos com sua ideologia e recompensados com uma boa carreira e salário digno, derem conta do recado e conseguirem fazer com que essas crianças cheguem ao segundo ciclo do Ensino Fundamental letradas, alfabetizadas tanto em Português como em Matemática, ok. Mas se isso não acontecer, de nada adianta tirar as aulas para ter mais espaço à alfabetização e ao raciocínio lógico. É questão de compromisso, de ambas as partes, governante e governado. Estou nos dois lados. Dou aulas no Ensino Fundamental ciclo I e sou diretora no En. Fundamental ciclo II e Ensino Médio. Sinto a importância de se alfabetizar completamente a criança antes de enviá-la ao Ciclo seguinte pois estão chegando ao Ensino Médio sem estarem letradas. Apenas conhecedores e decifradores da escrita, o que não é o suficiente. Se houver condições dignas de trabalho e de salário e formas práticas e efetivas de cobrança do rendimento aos professores envolvidos nele, repito, formas práticas e efetivas de cobrança, a coisa vai funcionar. Mas hoje isso não acontece.

Sandra

24/05/2013 - 20h31

Isso vai distanciar mais ainda o nível de educação de um aluno da escola pública com um da particular. Já que na particular desde as série iniciais, pelo menos as melhores tem em sua grade: Filosofia, Espanhol, Música e Inglês.

Responder

monte rebouças

24/05/2013 - 18h20

A educação no Brasil está fálida e todo mundo sabe disso ! A solução, o caminho, todo mundo conhece. Mas ao invés de implementá-lo recorrem a paliativos baratos.Um exemplo do conhecido caminho, é a instalação de IFs em todo país. Por que não implanta o modelo do IF nas escolas públicas, com as devidas adequações temáticas ? por que não fazem cópia da infraestrutura ? do modelo de plano de cargos e carreiras ? Por que ?, eu vou dizer! porque não querem e pronto ! Enquanto isso, a escola Brasileira se resume ao professor, que com sua “guéla” dedica sua vida e morte a educação.A escola brasileira é medieval, é uma tortura, tanto para o aluno,que se vê em um cubículo fechado,com conteúdos aterrorizantes, quanto para o professor, que se vê oprimido por uma carga horária humanamente insurportável, baixos salários e falta de infraestrutura……… tenho dito…………..governo federal intervenha nesta situação, já que paga a conta, tome de conta da escola no Brasil, não deixe o futuro desse país nas mãos desses governantes estaduais e municipais sem escrúpulos………

Responder

Valter

29/03/2013 - 07h52

Vamos lá, já lecionei, História, para alunos no sexto ano e apoio totalmente a exclusão para os primeiros anos. Tente dar uma aula de qualidade para alunos que não sabem ler e escrever, tente dar aula para alunos que além de ler e escrever aprenderam História e Geografia com uma Pedagoga, sem senso crítico e que odeia essas disciplinas. Entrei em diversas discussões à época e praticamente todas não gostavam da disciplina, a criança já vem com medo.

Responder

    marcia

    11/04/2013 - 00h33

    Caro Valter

    Pelo que vc alega o problema então são os professores que não sabem dar aulas. Também sou professora e acho que o que precisa melhorar é a qualidade de todo o ensino e não ficar retalhando disciplinas

    Raphael

    12/04/2013 - 14h21

    Olha o ensino na Europa/Japão, veja desde que idade as crianças começam a aprender lá.

    A maneira de lecionar é que está errada, investimentos no setor que está errado, resumindo Brasil e educação não andam juntos.

    É possível sim dar essas matérias para as crianças, temos exemplos fora do Brasil que provam isso.

    Vanessa

    26/04/2013 - 12h49

    Sim Walter, mas a solução não é acabar com História e Geografia. Se as crianças não estão bem alfabetizadas nos primeiros anos do Ensino Fundamental, o que se deve fazer é melhor o ensino, não só de Português e Matemática, mas de TODAS as disciplinas.

    Os alunos saem perdendo duplamente! Agora não terão mais História, Geografia e Ciências, e, com o aumento da carga horária de Matemática e Português, não necessariamente serão melhor alfabetizados, pois quantidade não é qualidade e nada garante que a qualidade do ensino irá melhorar.

    Leandro

    26/05/2013 - 14h52

    Meu caro, se um educando está no 6° ano e não foi alfabetizado a culpa não é dos professores do Ensino Fundamental II (História)e sim dos professores e principalmente dos gestores que foram pernicioso com a formação deste humilde cidadão, deixando ele progredir sem nenhum avanço escolar. Reter não é a aolução, mas o que foi feito para este ser esta nesta situação?
    Por a culpa nos professores de História por não ter aulas atraentes não é a escolha mais inteligente meu caro.

ARLINDO REIS

28/03/2013 - 05h41

SOU PAULISTANO.
SEMPRE DIGO QUE O POVO DE SÃO PAULO É JUNTO COM O MARANHENSE, É O POVO QUE MENOS SABE VOTAR NESSE PAÍS. CONSIDERANDO QUE O POVO DO MARANHÃO VIVE AINDA UM REGIME CORONELIANISTA, EXISTE A POSSIBILIDADE DO PAULISTA SER AINDA MAIS BURRO POLITICAMMENTE. SÓ ELEGEM PORCARIAS.

Responder

    Lu Witovisk

    28/05/2013 - 09h42

    Adorei a sua sinceridade e me solidarizo com seu desabafo.

Wilma Cortez

27/03/2013 - 18h53

Tenho até vergonha de dizer que conheço e moro em Pindamonhangaba-SP, terra do Governador…me pergunto, será que não estou doida, eu estou lendo mesmo o que li…que triste

Responder

Dinha

25/03/2013 - 18h49

Quero saber se na escola dos filhos, sobrinhos e netos do Alckmin eles não tiveram ou não tem geografia, história e ciências no primeiro ano. Os filhos da elite continuarão tendo tais disciplinas.

Responder

kalifa

25/03/2013 - 18h24

O problema não é o número de aulas mas a política educacional do alkimin e do psdb que são contra a escola pública d qualidade!Se forem 100 aulas de português e matemática com a política do psdb de alunos analfabetos eles permanecerão analfabetos!Parece ser esse o destino da educação com o psdb no poder!

Responder

O aluno não sabe fazer “O” com o copo? | Aquela Deborah

25/03/2013 - 13h07

[…] são os motivos para que talvez você não veja boa parte deles nos anos que seguem. Recentemente, Alckimin acabou com aulas de Geografia, História e Ciências no Ensino Fundamental. O que isso significa? Que os índices de desempenho estão baixíssimos. A […]

Responder

Gerson Carneiro

25/03/2013 - 12h45

Recentemente o Jornal da Cultura exibiu propaganda elogiosa da padaria da esposa do governador, dona Lu. Ela acha importante mesmo é que as pessoas aprendam fazer pão.

Responder

    Rafael

    25/03/2013 - 16h41

    Basta de fanfarronices Sr. Gerson Carneiro! Trate o assunto EDUCAÇÃO com o mínimo de seriedade que ele merece.
    Repito aqui um dos meus comentários anteriores:
    É estelionato você discutir um assunto tão sério de forma totalmente superficial e parcial. É muito fácil apenas ser “do contra”pelo projeto ser de governo A ou B, sem que haja uma discussão aprofundada sobre o assunto. Leia com atenção alguns comentários que foram escritos, como aquele de Fernando Garcia e principalmente a proposta de Lafaiete de Souza Spínola.
    E já que está falando de reformulação curricular com o objetivo de “tornar o currículo atraente reduzindo disciplinas”, seria interessante que você emitisse a sua opinião sobre a proposta de reformulação curricular do ensino médio em discussão no MEC.

    Como disse o Paulo: “Infelizmente até a educação (…) está impregnada deste viés político partidário que cega.”

    Willian

    25/03/2013 - 17h19

    Calma, Rafael, o Gérson é o Tiririca de Viomundo. Sem graça mas inofensivo.

Davy

25/03/2013 - 11h28

Gnet, ei gente!!!
Pra que discutir entre si se o inimigo maior ta aí na frente!!
Tem muita gente certa brigando com gente certa nesses comentários cara!

Responder

Wanderson Brum

25/03/2013 - 11h13

Geográfia!

Pra quê? O que importa é vc está aki em SP, a única coisa vc saber é pra que lado fica, a Zona leste, a oeste, a sul e a norte! O resto é filosofia, e isso a escola não ensina mesmo…

Hitória!

Puf! Não importa! o que passou, passou, vamos seguir em frente, rumo ao faturo…Que dizer, futuro! Aliás quem gosta de passado é museu.

Ciências fisícas e Biologicas!

Meu Deus pra quê! Essas crinças não vão trabalhar no CSI! Isso só vai diminuir o tempo delas de contato com as Histórinhas de Monteiro Lobato público na integral e sem censura da Editora Abril.

Bem. Ver os absurdo que acontecem na Capital do Sul faz até com que eu me esqueça, mas não muito, dos absurdos que acontecem aqui na minha Bahia.

Responder

    Wanderson Brum

    25/03/2013 - 11h56

    No meu caso faltaram algumas aulas de ortografia e me sobrou pressa que fez comer algumas letras e acentos…f

    Ana

    24/05/2013 - 22h45

    Wanderson, voce é engraçado… :)

Rafael

25/03/2013 - 11h12

Educadores, por favor, emitam a sua opinião!
Três considerações sobre a matéria:
1º) O título diz: “Governo Alckmin acaba com aulas de Geografia, História e Ciências”. Um tanto quanto sensacionalista, lembra o comportamento do PIG; dá a entender que em nenhum nível de ensino serão lecionadas aulas de geografia, história e ciências. Criticamos tanto o comportamento pernicioso da grande mídia, mas se age de da mesma forma no texto em questão: sem chances para o contraditório, sem consultas a especialistas, apenas crítica pela crítica. É muito fácil apenas ser “do contra”pelo projeto ser de governo A ou B, sem que haja uma discussão aprofundada sobre o assunto.
2º) Concordo plenamente com o que escreveu Fernando Garcia: Darcy Ribeiro e Anísio Teixeira (que se removem nos seu túmulos com a situação da educação no Brasil) sempre defenderam que o indivíduo deve ser, antes de tudo, plenamente alfabetizado. Também não vejo necessidade de se estudar geografia, história e ciências nos primeiros do ensino fundamental. Além disso, conhecimentos relativos à essas disciplinas podem ser inseridos em um contexto de aprendizagem de Língua Portuguesa.
3º) Dentro da mesma temática, seria muito relevante também analisar a proposta de reformulação curricular do ensino médio em discussão no MEC, que organiza as matrizes curriculares em quatro grandes grupos: linguagens, matemática, ciências humanas e da natureza.

Responder

    Paulo

    25/03/2013 - 15h08

    Infelizmente até a educação, como função do estado e direito constitucional, está impregnada deste viés político partidário que cega.

HAMIL MT

25/03/2013 - 08h35

Penso que tem que fortalecer muito o português e a matemática, com aulas mais dinâmicas. As demais matérias se aprende depois. É preciso conhecer a fundo o projeto,não podemos criticar só porque é do PSDB. O PT, em quem votei, NÃO É DIFERENTE DO PSDB, SÓ JOGA MIGALHAS PARA O POVO (o que diga-se de passagem é melhor que não dar nada).
O PT está “privatizando” tudo: as OSS (Organizações sociais na saúde) são um exemplo. Logo estarão na educação. E nós não estamos combatendo, com nossos comentários as OS; isso sim é uma porcaria só para roubar.
Enfatizo, a educação básica tem QUE PRIORIZAR PORTUGUES E MATEMÁTICA, depois se aprenderá mais fácil história e geografia.

Responder

    Lafaiete de Souza Spínola

    25/03/2013 - 10h30

    Não devemos aceitar migalhas, venham de onde vier.

    Você leu UM PROJETO PARA A EDUCAÇÃO NO BRASIL?

    Está publicado, aqui.

Gerson Carneiro

25/03/2013 - 01h03

E mais, a tal “progressão continuada” serve unicamente para expirar o aluno do sistema de ensino público estadual o mais rápido possível.

Resultado prático: o governo estadual se livra do aluno, e entrega um analfabeto funcional “formado”.

Responder

    Lu Witovisk

    28/05/2013 - 09h47

    Aí eles entram nas faculdades privadas, sonhando com um diploma. Trabalham, pagam mensalidade, se formam. São vítimas de estelionato 2x.

lidia virni

24/03/2013 - 17h14

Depois, vem os detratores das cotas dos governos Lula e Dilma, urrando que o que é necessário é melhorar o ensino básico e fundamental para que os etiudnte de escolas públicas possa disputar em igualdade de condições uma vaga para a Universidade. Pela realidade atual, isso jamais acontecerá no Rio e São Paulo, se depender de governos do PSDB e PMDB. Enquanto em São Paulo se suprimem matérias, como na época da Ditadura, no Rio se quer terceirizar totalmente a Educação. O exemplo das OS na Saúde são uma pequena amostra da totalização do desmonte já em curso que virá junto com mais essa privatização disfarçada.

Responder

    Lafaiete de Souza Spínola

    25/03/2013 - 10h59

    Leia UM PROJETO PARA A EDUCAÇÃO NO BRASIL.

    Sem isso, estaremos discutindo os problemas na educação a perder de vista.

    É a prioridade das prioridades!

Fernando Garcia

24/03/2013 - 16h10

Bem, estudei em escola privada, de tempo integral e a distribuição da carga didática era mais ou menos assim desde 1970. A única diferença é que tinha mais tempo dedicado à aulas de artes e menos para português. O currículo segue basicamente as direções das escolas experimentais de Anísio Teixeira e Darci Ribeiro.

Não há nenhuma necessidade de se estudar ciências, história e geografia nos primeiros anos do ensino fundamental. O caminho que me parece mais interessante é o de justamente buscar uma educação mais livre e interdisciplinar nos primeiros anos. As disciplinas especializadas devem aparecer mais tarde. Aliás, isso não é nenhuma novidade e pode-se aprender este tipo de coisa lendo Khun, por exemplo.

Acho “bola-fora” criticar a mudança apenas por conta disso. Tem que se conhecer o projeto de forma mais ampla, caso contrário é só “jogar pra torcida”. Não digo que apoio o projeto, até porque nem o conheço, apenas que criticar o projeto apenas por este aspecto não é razoável. Em princípio vejo que a ideia é muito boa.

Responder

    Lafaiete de Souza Spínola

    25/03/2013 - 11h11

    Os projetos do Anísio Teixeira e do inesquecível Darci Ribeiro foram lançados ao lixo.

    A escola privada de razoável qualidade custa muito alto, é inacessível para a maior parte da classe média.

    Leia UM PROJETO PARA A EDUCAÇÃO NO BRASIL.

    Sem algo assim, essa discussão não tem fim e o Brasil continuará sendo um grande exportador de matérias primas, controlado pelas multinacionais.

Ozzy Gasosa

24/03/2013 - 15h10

Esse é o “Pinóquio” Alckmin.
Sempre contra o povo, longe dos holofotes.
Em um universo de quase 5.400 escolas da rede estadual.
297 escolas em período integral não é nada.
Só de propaganda gasta no PIG, pelo demotucano enganador, dava para custear no ano mais umas 1.000 escolas em período integral.
O povo paulista merece isso, infelizmente!

Responder

Lafaiete de Souza Spínola

24/03/2013 - 13h08

FAZ MAIS DE ANO QUE DEFENDO, ONDE POSSO PUBLICAR, UMA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE, INVESTINDO, PELO MENOS, 15% DO PIB COMO DESCRITO NESSE TÓPICO QUE PASSEI A ENVIAR PARA TODOS OS PARLAMENTARES E SENADORES.

MUITO ESTRANHO ESSE AVISO, ao passar para a Liderança do PT:

Cuidado! Este remetente foi reprovado em nossas verificações de detecção de fraude.

Quem já viu uma mensagem como essa?
Só pode partir de psicopatas que são incomodados pelo tema Educação.
Parece-me que a MATRIZ está fora do Brasil! Aqui, estão os seus representantes!

Liderança do PT no Senado ([email protected])
16:29

Para: [email protected]

De: Liderança do PT no Senado ([email protected]) Você moveu esta mensagem para o local atual.
Enviada: sábado, 23 de março de 2013 16:29:50
Para: [email protected]
Cuidado! Este remetente foi reprovado em nossas verificações de detecção de fraude.
Mostrar conteúdo

Este é um e-mail de pedido de informações via http://www.ptnosenado.org.br/ de:
Lafaiete de Souza Spinola

Minha nota: Passei para a liderança, pois, para alguns membros do congresso eu não consegui transmitir a mensagem, como, por exemplo, o Senador Walter Pinheiro, não sendo possível nem pelo blog individual, nem pelo Senado, nem pelo Partido. Muito estranho!
Para a Senadora Lídice da Mata, foi transmitido sem problemas (PSB).

O tópico censurado:

UM PROJETO PARA A EDUCAÇÃO NO BRASIL

São inaceitáveis as seguintes afirmações:

1.É uma sobrecarga o grande número de matérias obrigatórias no currículo escolar.

2.O Brasil vai quebrar, caso haja um grande aumento do investimento público na educação.

Na INFOERA; com o avanço exponencial dos componentes integrados, em consequência da miniaturização, já alcançando o nível atômico, ao lado do vasto uso da nanotecnologia, do vertiginoso desenvolvimento do software e das comunicações; passa a ser mais importante, cada vez mais, o ser humano pensante, com um amplo conhecimento geral que permita o seu desenvolvimento, quando estiver fora da tradicional cadeira escolar. O trabalho rotineiro será, então, executado pelas máquinas e robôs, como está acontecendo, até no Brasil. O mundo da WEB tende a ser incomensurável.

Precisamos preparar nossas crianças para esse mundo que se avizinha a uma velocidade alucinante, com mais e mais competição, em qualquer tipo de sociedade que se apresente. No futuro que se avizinha as pessoas passarão a ter suas atividades em casa ou viajando. Quem não estiver preparado, sofrerá as consequências do ócio.

A verdade mostra que a nossa educação é, faz décadas, pífia! O Brasil necessita de uma escola pública, em tempo integral, de qualidade que permita fornecer o básico às nossas crianças, para que elas se encaixem nesse mundo que se descortina.

Observem que poucas foram as escolas a obter um nível de avaliação razoável no IDEB. Quase todas, inclusive, as orientadas para o atendimento de áreas específicas, de muito difícil acesso, praticamente impossível, à maioria dos nossos jovens.

Outra observação é que os piores índices, em geral, foram verificados nas regiões onde predominam altos níveis de violência. Quanto maior índice de violência, tanto menor o IDEB!

Guardo cerca de 1000 testes aplicados, nos últimos 10 anos (redação de pelo menos 15 linhas, matemática e conhecimentos gerais), em jovens entre 18 a 25 anos, todos com secundário completo, muitos já frequentando faculdades particulares. É uma calamidade!

O caminho para resolver os problemas estruturais e amenizar as injustiças sociais do Brasil está, basicamente, atrelado à EDUCAÇÃO. Precisamos, com urgência, investir, pelo menos 15% do PIB no orçamento da educação. Deve ser disponibilizada escola com tempo integral às nossas crianças, oferecendo, com qualidade: o café da manhã, o almoço, a janta, esporte e transporte, nas cidades e no campo. Como é uma medida prioritária, inicialmente, faz-se necessária uma mobilização nacional. Podemos, por certo tempo, solicitar o engajamento laico das Igrejas, associações, sindicatos e das nossas Forças Armadas (guerra contra o analfabetismo e o atraso) para essa grande empreitada inicial.

Outros investimentos de grande porte, concomitantemente, devem ser realizados, ajudando, inclusive, a movimentar a economia de todo país: a construção civil seria acionada para a construção de escolas de alta qualidade, com quadras esportivas, espaços culturais, áreas de refeição e cozinhas bem equipadas etc. Tudo isso exigindo qualidade, porém sem luxo. Durante o período de mobilização, concomitantemente, o governo deve investir na preparação de professores para atender à grande demanda.

Como esse projeto é de prioridade nacional, os recursos deverão vir, entre outros: de uma nova redistribuição da nossa arrecadação; de uma renegociação da dívida pública, com a inclusão do bolsa família etc. Em vez dessas exonerações de impostos, toda essa verba, já poderia estar sendo direcionada para esse projeto.

Para a construção inicial dos centros educacionais e formação de professores, sugiro que se invista cerca de 40% das nossas reservas. Esses grandes centros escolares poderiam ser construídos 03 em cada estado, imediatamente, como protótipos, sendo 01 na capital, 01 no interior e 01 no campo, escolhendo as áreas mais carentes.

Não temos tempo para ficar aguardando a época do pré-sal.

Observações e consequências previsíveis:

1. O tráfico perderá sua grande fonte de recrutamento, pois todas as crianças estarão, obrigatoriamente, em tempo integral, das 07 às 19 horas, na escola. A segurança pública ficará agradecida. Serão desnecessários tantos investimentos em presídios e no efetivo policial. É uma fonte de recursos que migrará para a educação. Mais educação, como proposta, significa menos delinquência, menos tráfico de drogas, menos usuários, mais saúde.

2. Para aqueles adolescentes que já participam de contravenções graves, podem ser planejadas escolas albergues, dando mais ênfase ao esporte e à cultura.

3. A saúde pública será, também, uma grande beneficiária, pois teremos crianças bem alimentadas, sinônimo de saúde para elas e seus pais. Toda escola deverá ter um posto de saúde. Os pais despreocupados terão mais tempo para seus afazeres, menos despesas com alimentação, uma saúde melhor, necessitando de menos atendimento médico. Haverá menos gasto público com acidentes e com viciados em entorpecentes. É mais dinheiro que poderá migrar para a educação.

4. O setor financeiro deve entender que isso levará o país, em médio prazo, a outro nível de bem estar. Será bom para todas as atividades que desejam uma nação economicamente forte. Os bancos irão ter menos gastos com a segurança, pois, esses assaltos a caixas eletrônicos tenderão a desaparecer. Com a educação em constante avanço, poderão aperfeiçoar a automação do setor.

5. Considero que esse projeto, para ter êxito, necessitará de uma coordenação centralizada,inclusive para evitar os privilégios nas diversas de regiões do Brasil. A educação deve ter o mesmo nível em todo país. A educação básica deve ser federalizada.

6. Os recursos, atualmente, aplicados pelos estados e municípios, deverão ser alocados nesse projeto. Tudo passa para o controle da União. Para diminuir custos, poderá haver padronização em determinadas atividades. A edição de livros em escala, por exemplo, será necessária.

7. Deverá ser criada uma fiscalização rigorosa, prevista em lei, controlada pela sociedade; com a participação de: pais, professores e sindicatos, com poderes e recursos para denunciar erros, desvios de verba e de rumo etc.

8. Recursos adicionais: os pais pagarão 5% do salário / entradas pela mensalidade de cada filho matriculado. Isso é muito menos do que arcam, hoje, nas escolas particulares que, na sua maioria, não adotam o tempo integral. Muitas, inclusive, com qualidade duvidosa. Todas as famílias serão beneficiadas nas despesas de casa, pois: o café, o almoço, a janta e o transporte serão gratuitos.

9. O pequeno agricultor terá prioridade no fornecimento dos produtos alimentícios dessas escolas. Surgirá, então, um mercado pujante, nesse vasto Brasil, aumentando nosso mercado interno. Tornando-se, também, numa importante política para manter o homem no campo. A formação de pequenas cooperativas agrícolas deve ser incentivada para permitir a aquisição de maquinário destinado ao cultivo da terra, armazenagem da colheita e entrega dos produtos nas escolas. Surgirá, então, um promissor mercado para os fabricantes de máquinas.

10. A EMBRAPA deverá receber recursos adicionais para dar todo apoio a essa gente do campo, aproveitando para ensinar como praticar uma agricultura sustentável e como cuidar das matas ciliares. As escolas estabelecidas no campo devem ter no currículo aulas teóricas e práticas de como recuperar as áreas degradadas. O governo, por intermédio da Embrapa, fornecerá mudas e orientação de como proceder. As escolas localizadas dentro do perímetro urbano adotariam a sistemática de, uma ou duas vezes por mês, participar, em conjunto com suas irmãs do campo, de mutirões para recuperar áreas degradadas. Isso proporcionaria uma maior integração da cidade com o campo. As crianças da cidade não ficariam tão alienadas, quanto à vida do interior.

11. O Brasil passará a ser um país admirado e respeitado. Deixará de ser o país só das “comodities”, esse anglicismo usado para substituir “produtos primários”. Mesmo no campo da agricultura, teremos uma maior diversidade e qualidade. A cada dia, temos menos variedades de frutas e verduras, pois ao grande produtor não interessa essa variedade. Como está, muitas espécies desaparecerão!

12. Com o advento dessa geração bem educada, passaremos a ter produtos manufaturados, desenvolvidos e produzidos, aqui, com alta tecnologia. Nossa indústria crescerá, em função do mercado interno e da exportação de produtos com melhor qualidade.

13. O futuro da energia não poderá ficar dependente da contínua destruição de grande parte da nossa AMAZÔNIA. Precisamos desenvolver tecnologias. Pequenas usinas de energia solar, eólicas e hidroelétricas devem proliferar para atender às novas exigências dessas escolas e dos pequenos agricultores. A sobra dessa energia será integrada à rede nacional, evitando os apagões. Alguns projetos de grande porte poderão, talvez, ser adiados. Com mais educação e cultura teremos melhores condições de analisar nossas prioridades e tecnologias aplicáveis. Será o fim das aventuras! Tudo será planejado!

14. A energia nuclear, ainda, é cara e perigosa. Devemos pesquisá-la. Não podemos importar tudo a preço de ouro. Temos que investir na pesquisa e desenvolvimento de outras fontes. Com esse projeto de educação haverá proliferação de centros de pesquisa.

15. Outras fontes de energia, como a eólica, a solar e a biomassa poderão aumentar a nossa independência. Sem um projeto de educação, como o proposto, não iremos alcançar os avanços dos países mais desenvolvidos.

16. Não é com a devastação da Amazônia que vamos abastecer o mundo com carne. Precisamos desenvolver tecnologia para multiplicar as cabeças de boi por metro quadrado. Um povo educado e culto saberá combinar o desenvolvimento com a preservação ambiental. Ocuparemos a Amazônia, sem devastá-la.

17. Com a devastação de nossas florestas e matas ciliares, seremos as principais vítimas. Os psicopatas, sempre olham o presente; não se importam com o futuro! Estudos bem elaborados confirmam que no meio da sociedade há cerca de 3% a 5% dessa praga. Num país com uma população de 190 milhões, temos, assim, pelo menos, 5.7 milhões praticando todo tipo de ato daninho à sociedade; inclusive contra a educação. Quanto mais permissivo o ambiente, mais esses traficantes e corruptos abastecem a lavagem de dinheiro. Com um povo educado essa gente não desaparece, porém o grau de atividade será bem menor. Eles estarão, com certeza, na linha de frente, em oposição a um plano como este!

18. Para alcançarmos tudo isso, vamos necessitar, possivelmente, de uma nova forma de fazer política: mandato único em todos os níveis, partidos sem caciques, país unitário seria o ideal, lei única, câmara única e, consequentemente, deputados estaduais e vereadores só para a fiscalização. Os incomodados dirão: Que blasfêmia! Quem não dá a devida atenção à educação, deseja o status quo. Surgirão com uma infinita quantidade de argumentos contra, lançados pelos psicopatas e por muitos que não se dão conta que estão adotando os argumentos dessa gente. Muitos irão dizer que só precisamos melhorar a gestão, num faz de conta que não estão vendo os milhões de crianças perambulando pelas ruas ou trabalhando para ajudar no sustento familiar. Não querendo, ainda, tomar conhecimento dos milhares que estão sendo recrutados pelo tráfico. Muitos ou estão dominados pela propaganda ou simplesmente têm receio de contrariar banqueiros, construtoras, empreit
eiras e grandes empresas com potencial de participar do execrável financiamento privado para as eleições.

19. A nossa federação tem sido o berço esplêndido dos caciques, dos modernos coronéis, alojamento de mafiosos, fonte das guerras fiscais e muitas outras mazelas. Dentro desse quadro federativo a educação, praticamente, não terá guarida. Assim, surgirão promessas vãs, enganosas, como prometer as famosas cotas, tirando o cobertor de pobres injustiçados para cobrir outros tão pobres. Tudo isso numa manobra, sem propor um projeto que transforme profundamente a nossa educação. Falam em educação sem investimentos pesados. Sabem mobilizar para a copa do mundo e para outros projetos onde o dinheiro jorra pelo ralo, descontroladamente. Lutam desesperadamente pelos royalties do petróleo. Planejam implantar o Trem Bala num país que não possui uma rede ferroviária para escoar sua produção. Para a educação sobra o engodo.

20. Tudo, portanto, por uma educação de nível, para que possamos, pacificamente, revolucionar esse nosso Brasil. As áreas de tecnologia passariam a ter disponibilidade de pessoal com preparo.

21. As nossas Forças Armadas, assim, repensariam seus projetos de importação, voltando sua atenção para o desenvolvimento tecnológico próprio. Não temos ameaças de vizinhos. Importar tecnologia militar de ponta é dar continuidade à nossa dependência. Um alto índice de educação será a base da nossa segurança. Daqui, sairão nossos pesquisadores, jovens que dedicarão seu tempo ao estudo, sem os desvios e vícios dessa sociedade doentia. Jovens que terão orgulho do pedaço de torrão onde nasceram e daqueles que pensaram neles. Só, assim, seremos um país forte, respeitado e admirado. Isso é utopia? Para quem não pensa em tal futuro, sim.

22. Proponho que esse tipo de escola acolha as crianças a partir dos 04 anos de idade com o objetivo de termos um bom nivelamento. Poucos são os pais, dentro dessa vida estressante, que têm condições de educar seus filhos durante os 04 aos 07 anos. Há uma tendência de deixarem essas crianças na frente da televisão, mesmo quando sob o cuidado de algum adulto. Dentro da classe média isso acontece, também. Pense que alternativa sobra para as camadas menos favorecidas que, muitas vezes, necessitam usar os precários meios de transporte, já antes do sol nascer. Há estudos que comprovam ser essa faixa etária a mais importante como base para o aprendizado futuro. Observemos que os pais ficariam menos estressados e teriam mais tempo para serem produtivos e desfrutarem do tempo livre para o estudo, a leitura e o lazer.

23. As atuais escolas de pequeno porte serão reformadas e usadas como creches.

24. Para os serviços gerais dessas novas escolas; como limpeza, cozinha e outros; serão contratadas pessoas que estavam usufruindo do Bolsa Família.

25. Lendo um artigo sobre a escola na China, chamou-me à atenção o fato de 02 crianças; filhas de brasileiros, que lá estão estudando; externarem o desejo de retornar à escola brasileira, alegando que a prof, no Brasil, passava uma folha para o dever de casa e que na escola chinesa ela recebia quatro folhas, com a obrigação de entregar o trabalho de casa totalmente feito. Para as crianças chinesas, aquele procedimento era normal. Elas não cresceram sentadas ou deitadas no sofá, só vendo desenhos animados e novelas. Já morei num condomínio, com 108 apartamentos, onde havia uma quadra de futsal que, praticamente, não era usada. Nos fins de semana, quando encontrava um menino solitário no playground e perguntava onde estavam os coleguinhas que não desciam para brincar um pouco; a resposta não era que estavam estudando e sim que a meninada gostava mesmo era do videogame, estavam jogando, por isso não desciam. É por isso que o entrevistador obteve aquela respo
sta na China. Estamos criando uma geração de futuros obesos!

26. Há um programa internacional de avaliação de estudantes (PISA), no qual, em teste recente, entre 65 participantes, o Brasil obteve o desagradável 54° lugar. A China, representada por Xangai, foi a primeira colocada. Existe um projeto para expandir o sistema adotado em Xangai, com cerca de 15 milhões de habitantes, para todo país. É, apenas, um exemplo, mas precisamos saber o que acontece no mundo para facilitar imitar o lado bom e evitarmos o negativo.

27. Imaginem o salto quantitativo e qualitativo que teríamos nos esportes. Em todas futuras olimpíadas estaríamos nas primeiras colocações. Em Londres, obtivemos desempenho inferior a países infinitamente menores em dimensões territoriais e populacionais.

28. Estão disponíveis na internet uma grande gama de informações, muito bem fundamentadas e algumas foram comprovadas com os vazamentos de informações sigilosas pelo Wikileaks, de que nosso desenvolvimento tecnológico sofre sabotagens de todo tipo, daqueles que não desejam ver o nosso país no cenário internacional como um grande produtor de produtos com alto índice tecnológico. Vejam, só, como exemplo, os revezes e sabotagens praticados ao PROJETO ESPACIAL BRASILEIRO, tendo seu ápice na explosão da base de Alcântara, quando tudo foi destruído e as vidas de 21 cientistas fora ceifadas, em 22 de agosto de 2003.
Até nossos satélites para uso nas telecomunicações, na vigilância ao desmatamento, no monitoramento do clima estão sendo lançados no exterior, apesar de Alcântara ser um local privilegiado para essa atividade. Os interesses mesquinhos entrelaçam-se. A sabotagem indireta é um ataque silencioso e muito perverso que o Brasil e o seu Programa Espacial vêm sofrendo, sem tréguas, já faz mais de 20 anos. Tudo isso acontece porque recebem a cooperação dos mesmos que lutam contra a educação no Brasil.

Responder

    assalariado.

    24/03/2013 - 15h09

    Caro Lafaiete, li com atenção seu comentário. Esse tipo de educação que você propõe, tem pontos muito interessantes para serem analisados e colocados em pratica.

    Será este seu comentário um complemento ao meu? Ou seja, enquanto vou na raiz do problema (CAUSA), de onde está a origem das mazelas do serviço publico na educação e tals. Enquanto isso, você vai nos (EFEITOS), ou seja, o não aplicar 15%, numa educação de primeira para nosso povo, quer dizer, faz uma longa explanação mas, não explica aonde o bicho pega. Sim, estou abordando (causas/ efeitos), faces de uma mesma moeda política ideológica dos donos do capital que, ao meu entender, é o que trava o avanço e a socialização do conhecimento, a que temos de direito, todos da nação. Porém, não podemos esquecer que toda essa “ampla democracia” que vivemos, a cota que nos é permitida pela classe burguesa que é quem, na real, controla o Estado e, por consequência, a educação e tudo mais, é quem determina, o que nosso filhos devem aprender ou não.

    Só que, tem uma pedra no caminho, no caminho há uma pedra. Então lhe pergunto: Você acha que esse modelo de educação publica (sua proposta), se dará em uma sociedade de luta de classes?

    Saudações Socialistas.

    Lafaiete de Souza Spínola

    24/03/2013 - 19h37

    Olha, parece que você não considera o item 18 como causa. Estou mostrando o que precisa e o povo possa entender.

    Há poucos dias, conversando com um pedreiro, tratei desse assunto. Ele estava indo para a igreja e, levantando a Bíblia, me disse: Sua maneira de pensar é boa, mas o caminho está está aqui, mostrando-me a bíblia. Só Jesus salva. Só ele pode transformar o homem. Você sabe quantos milhões pensam como ele?

    Nós temos que transformar essa sociedade! Não adianta querermos, uns poucos, mudar bruscamente a sociedade sem a participação majoritária da população. Pode-se até, eventualmente, mudar por um período. E depois? E a participação?

    Proponho uma coisa difícil, mas viável, caso esse foco possa aglutinar as pessoas. O futuro deixo com essas crianças bem educadas.

    EU PEDI QUE OBSERVASSE ISSO:

    Cuidado! Este remetente foi reprovado em nossas verificações de detecção de fraude.
    Mostrar conteúdo

    VOCÊ NÃO SE DEU CONTA? ESTÁ LOGO NO INÍCIO!

    Davy

    25/03/2013 - 11h24

    Lafaiete, a tua idéia é realmente ótima, mas nas condições atuais da mentalidade de TODO o povo brasileiro, é praticamente utópica.É triste dizere isso, mas é fácil constatar que a população em geral segue a lei do menor esforço.Inclusive como você exemplificou com a história da quadra de futsal. Um projeto desse seria totalmente rechaçado pelo governo, não importando sua denominação.O governo, a classe dominante, quer o povo burro, e está conseguindo..Isso todo mundo já sabe mas, o que fazer quanto a isso?
    A minha resposta é revidar, mas com classe.
    Os hackers e vândalos da internet poderiam, em vez de apenas tirar sites do ar, colocar notícias neles.Se uma notícia como esta aparecesse num jornal como a Folha, esse tipo de governante não seria eleito tão facilmente.Imagina se aparecesse do JN então!!
    As estruturas das sociedades seguem a lei da inércia.Se está melhorando vai continuar a melhorar, se está estúpida vai continuar assim.É preciso uma força externa pra mudar isto.Sejamos esta força externa, como pudermos.

    Lafaiete de Souza Spínola

    25/03/2013 - 11h47

    DAVY,

    Eu sei dessa inércia. Os políticos, inclusive, muitos carimbados como progressistas são refratários ao tema.

    Quantos estão dependentes do financiamento privado?

    Porém, quem sabe que o Brasil necessita de algo, tem que brigar por isso, como puder. Como não consigo lutar por tudo, luto pela prioridade, a educação.

    Já pensou o que seria uma posição unânime em torno do tema na internet?

    Devemos trilhar pelo caminho da utopia para que cheguemos o mais próximo possível dela.

Fabio Passos

24/03/2013 - 13h07

Assim como a cidade de Sao Paulo foi resgatada, tambem o Estado precisa de socorro urgente.

psdb = terra arrasada

Responder

assalariado.

24/03/2013 - 11h29

O que é a educação formal (e informal, via PIG), numa sociedade de luta de classes, senão produzir e reproduzir, os valores pedagógicos do “conhecimento”, que nos é imposto, via Estado (leia -se ensino publico), que a classe (HEGEMÔNICA), impõe ideologicamente sobre a classe (NÃO HEGEMÔNICA), dominada?

Agora, mais do que nunca, os desdobramentos dessa luta de classes, entre (CAPITAL X TRABALHO), de interesses políticos e econômicos opostos nessa sociedade baseada, no modo de produção capitalista, os valores do “mundo” burgues de educar, tem a necessidade pragmática e ideológica, de priorizar a (ciências exatas) em detrimento da (ciências humanas).

Mas por que isso? Ora, numa sociedade dividida entre (exploradores x explorados), como sabemos, a (ciência exata) tem ligação direta/ umbilical, com a sobrevivência e longevidade do sistema capitalista e suas necessidades de produção, logística e, por tabela, maximizar os lucros, planeta afora.

Enquanto isso, o aprendizado das ciências humanas (história, geografia, sociologia, filosofia, …), é colocada num segundo, terceiro plano pelo Estado e seu governo burgues da vez, como aprendizado formal para o povo, justamente para não desenvolver o seu, o nosso, lado critico e as contradições históricas dessas relações. Ensino esse que, nos mostraria, não como ela é, e sim, como os humanos vivem e sobrevivem na linha do tempo através de relações sociais de porque os desníveis sociais da sociedade, e que, o mundo não gira em torno de nossos umbigos. Cada palavra do nosso vocabulário, tem um significado politico e histórico de esconder ou clarear os porques das mazelas da sociedade tal como funciona e está organizada, de um lado o dominador/ do outro os dominados.

Saudações Socialistas.

Responder

    Lafaiete de Souza Spínola

    24/03/2013 - 13h12

    Leia meu tópico. Há coisas estranhas acontecendo!

    Lafaiete de Souza Spínola

    24/03/2013 - 19h57

    VEJA, LOGO NO INÍCIO DO MEU TEXTO ESSA MENSAGEM:

    Cuidado! Este remetente foi reprovado em nossas verificações de detecção de fraude.
    Mostrar conteúdo

    É isso o estranho! Entendeu?

    assalariado.

    24/03/2013 - 21h05

    Entendi! Esse filtro de mensagens, acredito eu, é uma barreira criada pelos próprios parlamentares (auto censura), igual aos que existem nos blogs “sujos” e “progressistas”, quando internautas fazem comentários mais ardidos, politicamente falando. A atitude receptiva da senadora Lídice da Mata (PSB), sugere está minha opinião de desconfiança, quanto as boas intenções de mandatários a “serviço do povo”.

    Faltou você abordar sobre minha pergunta em outro comentário. Por isso, vou repetir: Você acha que esse modelo de educação publica (sua proposta), se dará em uma sociedade de luta de classes?

    Saudações Socialistas.

Marat

24/03/2013 - 11h11

Daqui a pouco o prestigioso governador pessedebista vai exigir que as aulas de português sejam trocadas por aulas de inglês, e nestas aulas serão lidas e discutidas as obras de Paulo Coelho e E. L. James…

Responder

ANA

24/03/2013 - 10h23

Quando, quando???? esta Secretaria de Educação vai aprender que ensinar língua Portuguesa passa por experimentar diversas leituras que estão contidas em histórias e estórias das Ciências, da Geografia e da História???? Além de burocratas são uns incompetentes, confiram os PCN’s que essa mesma “turma” criou no MEC do FHC/Paulo Renato

Responder

Jorge R

24/03/2013 - 09h53

Até entendo o que o Alckmin quer fazer na educação retirando história, geografia e ciências: fortalecer a língua portuguesa e as noções de matemática (obviamente).O que não entendo é o porque de retirar COMPLETAMENTE essas disciplinas, pois, ao meu ver, as mesmas poderiam ser aplicadas pelo menos em nível prático (em vez de muita teoria) aos pequenos, já que nessa idade, o florescimento da curiosidade poderia despertar um grande vínculo entre os alunos e os conhecimentos gerais.Assim, contribuindo para o nascimento de uma primária moral socioeducativa.

Responder

Murdok

24/03/2013 - 09h45

Essa é a forma de atucanar a educação. Podemos até imaginar esse PSDB no governo federal atucanando a educação brasileira.

Responder

Mário SF Alves

24/03/2013 - 09h38

Alckmin… peraí, deixa ver… não é aquele governador paulista que foi, pessoalmente, cuidar daquele sequestro no mansão do S.S. Abravanel, em 21 de agosto de 2001?
_________________________________

Em tempo:

Relatório elaborado pela ONG Comissão Teotônio Vilela de Direitos Humanos aponta que o sequestrador Fernando Dutra Pinto morreu em consequência de tortura e negligência. Dutra Pinto participou do sequestro de Patrícia Abravanel, filha do apresentador Silvio Santos, que também foi mantido como refém em sua casa. Dutra Pinto estava detido no CDP (Centro de Detenção Provisória) do Belém, zona leste de São Paulo, e morreu no dia 2 de janeiro/2002.

Responder

    Lafaiete de Souza Spínola

    24/03/2013 - 13h20

    Observe que meu tópico sobre a educação começa a ser censurado!
    Publico o assunto,aqui. Você já viu isso? Eu, ainda não!

    Conceição Lemes

    24/03/2013 - 13h30

    Lafaiete, menos, menos. Não veja fantasmas, conspirações & cia onde não existe. De ontem pra hj já liberamos três vezes esse seu mesmo comentário, sendo que num deles vc postou metade. SE observar bem, aqui no Viomundo, nós só publicamos uma vez o comentário, justamente pra evitar repetições. Os leitores mais antigos do Viomundo sabem disso. Temos de pensar em todos. sds

    Lafaiete de Souza Spínola

    24/03/2013 - 19h54

    Conceição,

    Se ler o meu aviso, sem ler pelo menos parte do meu tópico, pode parecer que estou acusando VIOMUNDO.

    O QUE DESEJO QUE NOTEM É ISSO:

    Cuidado! Este remetente foi reprovado em nossas verificações de detecção de fraude.
    Mostrar conteúdo

    Postei, aqui, o e-mail que foi, também, para minha caixa de entrada. Chegou com essa estranha mensagem! Notou?

    Lafaiete de Souza Spínola

    25/03/2013 - 11h29

    Estou calmo, pois sei que todas essas coisas acontecem.

    Agora, por que só aconteceu, quando tentei passar para os parlamentares do PT?

    Tenho computador para Backup.

    Tenho o antivírus sempre atualizado.

Marat

24/03/2013 - 00h13

Em contrapartida, creio que o prestigioso, ativo e genial Governador vai sugerir os cursos de empreendedorismo, economia para jovens e subserviência ao Tio Sam…

Responder

    Maris

    26/05/2013 - 23h44

    Em Caraguatatuba prefeitura do PSDB já há projetos na carga horária de aulas de emprendedorismo.

Apavorado por Virus e Bacterias

23/03/2013 - 22h49

Os desgovernos do PSDB são o lixo. Jogaram os meninos nos braços do tráfico de drogas e nas mãos da polícia que mata na periferia. E por que vão querer ensiná-los a pensar? Sem ensiná-los, estes e seus pais colocaram um Lula no meio do caminho fácil da corrupção e do entreguismo dessa direita maldita. Já imaginou se eles os ensinam a pensar, serão extintos. Cerra o estúpido, será somente motivo de chacota.

Responder

    Mário SF Alves

    24/03/2013 - 09h44

    Então, o negócio deles é desnortear de vez. Imagine, com a supressão do ensino de Geografia, daqui a pouco, nem será possível saber o zoneamento urbano de São Paulo. Zona Norte? Onde? Zona Oeste? Pra lá? Pra cá?

Djijo

23/03/2013 - 20h06

Que me desculpem, mas minha filha aqui no RS não teve essas disciplinas no currículo. Agora na 4ª série é que estão vendo isso, e não achei nada de mais. Nessa fase do ensino, há coisas mais importantes do que receber conhecimentos mais âmplos, que é a interação entre elas, ou seja, a socialização, lidar com o lúdico, ler, escrever, fazer contas básicas. Os pais que quiserem podem implementar isso em casa, se o filho(a) tiver estofo.

Responder

    marcia fernandes

    24/03/2013 - 00h05

    Amplo não tem circunflexo. Estofo é algo que se coloca em sofás e poltronas.

    Maria Antonia

    06/06/2013 - 23h36

    Me desculpe se vc acha isto normal e preza pela ignorância. Provavelmente vc não deve nunca ter esutdado História e Geográfia, e por isso seus filhos não aprenderão também se for depender deste teu pensamento medíocre!

Fabio Passos

23/03/2013 - 19h59

Os resultados da educacao em SP sao desastros.
E fato inquestionavel: O psdb destruiu SP.

Responder

Fernando

23/03/2013 - 19h28

Ciências é desenvolvimento.

Geografia e História é comunismo.

O tucanato não quer uma coisa nem outra.

Responder

Heitor

23/03/2013 - 19h26

Coitados dos alunos paulistas. Não terão a mínima chance no ENEM.

Responder

    John

    23/03/2013 - 20h41

    É POSSIVEL LAVAR DINHEIRO COM CERVEJA?
    QUEM LAVA DINHEIRO COM SORVETE PODE TER LAVADO COM CERVEJA? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
    A mesma edição da revista deu 2 notícias alvissareiras: a fusão das cervejarias e o enriquecimento notável da garota mais genial do Brasil. . . . . . . . . . . . . . ..REVISTA ISTOÉ DINHEIRO . . . . . . . . . . . . .
    Capa da revista ISTOÉ DINHEIRO nº 136. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
    Nº EDIÇÃO: 136 | PERFIL | 05.ABR.00 – 10:00 | Atualizado em 23.03 – 19:42 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/14457_VERONICA+SERRA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
    Nº EDIÇÃO: 136 | 05.ABR.00 – 10:00 | Atualizado em 23.03 – 10:17 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/14404_GUERRA+DAS+CERVEJAS

FrancoAtirador

23/03/2013 - 19h14

.
.
Mais uma razão para federalizar a Educação Básica.

A grade curricular deve ter um padrão nacional

adaptada às peculiaridades locais e regionais.

O piso remuneratório dos professores já é nacional.

O plano de carreira do magistério também deve ser federal,

e a remuneração, portanto, de responsabilidade da União.

O orçamento para a Educação, que é repassado pela União

para estados e municípios, não está sendo bem executado.

A municipalização e a estadualização do ensino público

fracassaram de forma lastimável em todo o País. É o caos.

PELA FEDERALIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO EM TODOS OS NÍVEIS!
.
.
Editorial do Programa Educação em Debate

Coordenação Sindicato – APEOC*

Não basta somente o piso nacional de salário dos professores da Educação Básica.
A educação e educadores na rede pública de ensino necessitam de muito mais.
Necessitam de políticas públicas definitivas pelo Estado Federativo e não pelos governantes transitórios.

A Educação Básica não deveria ser responsabilidade de Estados e Municípios, e, somente ter, como coadjuvante, a União em casos de comprovada necessidade, a exemplo do fazer complementações financeiras, através do FUNDEB, para pagamento de salários dos profissionais educadores.

A Educação Básica necessita de um projeto nacional de federalização do ensino e de salário.

Com a federalização do ensino sobe a responsabilidade do Ministério da Educação, as Secretarias Estaduais e Municipais de Educação participariam como órgãos auxiliares na execução desse projeto nacional, sem diversificação de conteúdo pedagógico, ou seja, com ensino igualitário em todo o país.

Portanto, sem diferença de um ensino ofertado no Sul ou Norte.

Essa federalização seria e será fundamental ao equilíbrio no aprendizado de todos os brasileiros na escola pública.

A federalização dos salários de professores da Educação Básica, que hoje reúne educação infantil e ensinos, fundamental e médio, proporcionaria à criação de políticas públicas definitivas sobre salário e carreira funcional no magistério, do nível inicial ao final de carreira em todos os municípios brasileiros. Isto poderia e pode ser implantado em médio prazo, com salários dignos e professores selecionados através de concursos públicos, de provas e títulos, num prazo máximo de 10 a 15 anos.

A federalização salarial já ocorre em diversas categorias de servidores públicos, na Polícia Federal, no Banco do Brasil, no Poder Judiciário e nas Forças Armadas. Não há diferença de salário.
Todos percebem igualmente e independente do domicílio residencial, do nível inicial ao final de carreira.
Então porque não dar certo no Magistério da Educação Básica?

O Sindicato – APEOC levanta esta bandeira de luta em defesa da Educação Básica e dos seus educadores, prometendo defender com a CNTE, em âmbito nacional, a aprovação de um projeto que trate da federalização da Educação Básica.
E o momento é este, quando das discussões do novo Plano Nacional da Educação que hoje tramita no Congresso Nacional.

A bandeira é dos educadores cearenses e dos que defendem a Educação como prioridade nacional de governo.

Federalizar a Educação Básica é pensar num Brasil desenvolvido e com bem-estar social.

A Educação é a única coluna desse novo Brasil que surge no horizonte.

*APEOC = Sindicato dos Professores e Servidores em Educação do Estado do Ceará

(http://www.apeoc.org.br/nossa-opiniao/4632-federalizacao-da-educacao-basica-deve-ser-prioridade-de-governo.html)

Responder

    Lafaiete de Souza Spínola

    24/03/2013 - 13h28

    Não sei se você já notou que meu tema preferido é pleitear maior investimento na educação.

    Hoje, estou publicando esse tópico, aqui, onde aparece uma clara censura ao tema.

    Leia, pelo menos as primeira linhas, e comente se isso é algo corriqueiro, pois é a primeira vez que vejo, nesses termos.

    FrancoAtirador

    24/03/2013 - 17h31

    .
    .
    Caríssimo Lafaiete Espíndola.

    Li a sua proposta para implementação da Educação Pública no Brasil.

    É verdadeiramente revolucionária.

    O senador Cristóvão Buarque tem um projeto de Emenda Constitucional

    que vai, em diversos pontos, ao encontro do que você idealizou.

    (http://www.cristovam.org.br)

    Lafaiete de Souza Spínola

    24/03/2013 - 20h18

    ESCLARECENDO:

    LOGO NO INÍCIO DO MEU COMENTÁRIO CONSTA ESSA ESTRANHA MENSAGEM:

    Cuidado! Este remetente foi reprovado em nossas verificações de detecção de fraude.
    Mostrar conteúdo

    Esse meu comentário é o retorno para a minha caixa de entrada do e-mail que enviei para a Liderança do PT no senado, pois não consegui enviá-lo para o Senador Walter Pinheiro, nem pelo blog, nem pelo partido e nem pelo Senado. Surgiram estranhos bloqueios em todos.
    Consegui enviá-lo pela Liderança, mas retornou com esse aviso!

    Gostaria que você desse uma olhada, pois considero muito estranho!

João Paulo Ferreira de Assis

23/03/2013 - 18h52

Colegas, aprendam uma coisa, com a devida vênia pela caixa alta, digo:

EDUCAÇÃO PÚBLICA DE QUALIDADE PARA ALUNOS POBRES E GOVERNO DO PSDB SÃO COMO ÁGUA E ÓLEO, NÃO SE MISTURAM.

Em Minas a Prova de História do PAAE (uma avaliação das turmas do primeiro ano do ensino médio)teve na questão cinco um mapa errado do Brasil. Onde estava Roraima, colocaram Amapá.

Responder

Frank

23/03/2013 - 18h24

Se ele vão acabar com as aulas de Ciência, Geografia e História, então não precisam comprar mais as assinaturas de Veja e Folha pois as crianças não terão a mínima Ciência ou mesmo senso Geográfico de localização para entender as Histórias contidas em tais jornais/revistas.

Responder

Valcir Barsanulfo

23/03/2013 - 18h13

Se depender da TUKANALHA o ensino público irá desaparecer.
Começa com história, geografia, depois as outras disciplinas vão de roldão.

Responder

Gerson Carneiro

23/03/2013 - 17h38

Se bem que é melhor acabar mesmo com as aulas de Geografia do que ficar ensinando que na América do Sul tem dois Paraguais.

Responder

    Suellen

    27/05/2013 - 20h33

    exemplo idiota que você deu pois, que monta um mapa é um cartógrafo e não um professor de Geografia… outra coisa, exemplos de erros em todas as disciplinas é fácil de dar… esqueceu da correção das redações do enem.

    ana ruth

    10/12/2014 - 01h06

    Erros acontecem porém precisamos nos conscientizar do mal que fazemos a esse pequenos ajudando na exclusão , na possibilidades do saber , mas o que fazer se tem gente pensando que todo mal de São Paulo, Brasil foi cometido pelo PT, vamos abrir o olho e verificar desde o passado não muito longe as atitudes do PSDB. e o envolvimento de toda a sociedade corrupta “todos entrando na lei do GERSON” Vamos acordar as aulas de historia , geografia e outras fazem parte do quebra cabeça do conhecimento, fiquem sem depois o governo abre as pernas e pede para ensinar-mos como antigamente aeeeeEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE. , pague para ver daqui a pouco seremos levados a forca em praça pública .

Yuri Ismael

23/03/2013 - 16h49

Como diz um ditado anglófono, esse troço tá errado em tantos níveis que é difícil saber por onde começar.

Primeiro, temos o velho fetiche reducionista do quantitativismo. Apenas sobrecarregar o aluno com mais aulas de uma mesma disciplina não garante que o conteúdo seja melhor aprendido – muito pelo contrário. O Português, o aprendizado da língua materna, é que tem um caráter essencialmente interdisciplinar, ao contrário das disciplinas que foram cortadas, e uma das coisas mais importantes à serem ensinadas é justamente lidar com o idioma contextualizado nas outras matérias.

Segundo: se esse modelo do ensino fundamental fosse tão falho (com o ensino de ciências, geografia e história), o Brasil todo apresentaria os resultados pífios de SP. Agora, vão lá conferir o IDEB pra ver a colocação das escolas de SP e do resto do Brasil, e depois vejam quais sistemas educacionais adotam essa proposta maluca de Geraldinho e cia. emplumada.

Terceiro: Ciências, História e Geografia. Disciplinas que visam desmistificar o mundo, apresentá-lo em sua materialidade. A quem isso não interessa? Xuxuzin Opus-Dei sabe muito bem.

Quarto: isso vai é destruir a qualidade do ensino de vez. Diminuir os conteúdos pode, isso sim, limitar de forma profunda o desenvolvimento intelectual das crianças, podando a possibilidade de interiorização de novas formas – ferramentas – de raciocínio. Isso é sabido desde Vigotski, e até Piaget, com todo seu viés inatista, deu o braço a torcer no fim da vida.

Quinto: isso vai atingir, majoritariamente, os filhos das classes menos favorecidas. O que eles querem é, requentando ideologias educacionais que já deviam a muito estar superadas, acabar de vez com a possibilidade de formar uma geração futura consciente de suas possibilidades e crítica em relação as propostas educacionais cujo único objetivo é habilitá-las tão somente a assinar o contrato com seus futuros e “nobres” patrões.

Responder

silvio

23/03/2013 - 16h26

A avaliação diagnóstica realizada na rede pública estadual é realizada apenas com conteúdo de matemática e língua portuguesa. A quantidade de aulas das diciplinas de matemática e língua portuguesa já é em número maior, em relação as demais disciplinas. As aulas de reforço são apenas para matemática e língua portuguesa.
Estão propondo um pouco mais do mesmo como soluçao, além de se recusarem a remunerar adequadamente os profesores e desviarem dinheiro da educação para pagar oficineiros.
Também já é tempo de sepultar este discurso de que os conteúdos serão trabalhados de forma transversal ou interdisciplinarmente, pois é fato que as condições de trabalho não possibilitam que isso ocorro. Escolas sem estrutura mínima para atender seus alunos no que concerne às questões básicas de acesso, permanência e sucesso, não garantirão proposta pedagógica que dê conta de se trabalhar conteúdos, como já disse, de forma transversal ou interdisciplinar.
Em tempo: trabalho como professor na rede estadual de ensino de São Paulo, na zona leste da cidade de São Paulo, e já registramos cinco casos de violência contra professores, com total descaso do senhor Alckmin.

Responder

    Lafaiete de Souza Spínola

    24/03/2013 - 13h41

    Peço que leia pelo menos as primeiras linhas do tópico que está sofrendo censura, quando tento transmitir para o Congresso. Está publicado, aqui, desde as 13h8min.

    Lafaiete de Souza Spínola

    24/03/2013 - 20h24

    ESCLARECENDO:

    LOGO NO INÍCIO DO MEU COMENTÁRIO CONSTA ESSA ESTRANHA MENSAGEM:

    Cuidado! Este remetente foi reprovado em nossas verificações de detecção de fraude.
    Mostrar conteúdo

    Esse meu comentário é o retorno para a minha caixa de entrada do e-mail que enviei para a Liderança do PT no senado, pois não consegui enviá-lo para o Senador Walter Pinheiro, nem pelo blog, nem pelo partido e nem pelo Senado. Surgiram estranhos bloqueios em todos.

    Consegui enviá-lo pela Liderança, mas retornou com esse aviso!
    Gostaria que você desse uma olhada, pois considero muito estranho!

    Conceição Lemes

    24/03/2013 - 20h53

    Lafaiete,vc mora em que cidade? Um caminho seria ligar para o gabinete da liderança pra saber por que está acontecendo isso. Acredito que o problema esteja acontecendo não devido ao conteúdo, mas em decorrência do sistema de segurança do portal do Senado e da Câmara. sds

Nedi

23/03/2013 - 16h25

Eu embarco nessa canoa do picolé de chuchu se ele conseguir convencer os diretores do pueri domus, colégio rio branco e etc a embarcarem também.

Responder

Panino Manino

23/03/2013 - 15h41

Eu poderia chegar aqui xingando mas… muita gente defende uma mudança TOTAL no modelo de ensino.
Não sei se esse modelo ai será eficiente, depende dos educadores, porém é uma boa ideia sobrecarregar os alunos com português e matemática desde o início, colocando o fundamental antes.
História, Geografia e Ciências tem várias áreas, várias abordagens, muitas opcionais. Português e Matemática não, é imutável, é bom que aprendam desde cedo os fundamentos.

Responder

    Weudys

    31/05/2013 - 12h53

    Excelente abordagem. Português e matemática são a base para o que virá adiante. O que se percebe, afinal, é uma revolta sem fundamentação, apenas porque se trata de uma proposta de partido X. E convenhamos, não é nada razoável acreditar que isso será capaz de impedir a formação de cidadãos esclarecidos. Estamos falando de crianças em tenra idade. Primeiro precisam aprender noções básicas. O senso crítico vem com o tempo.
    Eu, particularmente, não possuo condições técnico-científicas para criticar ou apoiar o projeto, mas o fato é que nossa educação está às tralhas. Tudo quanto é medida adotada foi em prol de interesses políticos, enquanto nós, sentados em frente de nossos computadores, apenas defendemos ou atacamos. Será que isso ajuda?

    Nicoleta Rebel

    02/06/2013 - 12h08

    Penso que é uma solução emergencial.Não adianta criança de 4, 5, 6 e 7 anos ficarem estudando história, geografia e ciências para finas de reflexão, pois ainda, segundo pIAGET,não em idade de fazer tantas abstrações.Lembrem-se que o ensino fundamental, agora se inicia aos 4 anos. Saber matemática e portuguÊS é essencial como base para os demais estudos, que entrarão, se compreendi, na 3ª série.

    Shirley

    07/08/2013 - 17h20

    Deixe eu contribuir com a minha ignorância também!
    Me lembro que até a 5ª sério (quarto ano) nós não tínhamos essas matéria no currículo escolar!
    Vamos relembrar…
    A grade era – Matemática/Português/Estudos Sociais/Cidadania
    calma! Não sou tão velha não! A grade foi essa até 96 se eu bem me lembro.
    E agora vamos pensar mais um pouco. Quem os senhores professores acham que ensinam os filhos a pesquisarem para os trabalhos de escolas? Acha que as crianças de 8 e 9 anos chegam em casa tendo como trabalho escolar uma biografia de Borba Gato, Raposo Tavares e etc. Quem os senhores professores acham que ajudam as crianças com o Atlas?
    A minha filha precisou fazer esses trabalhos aos 9 anos, acreditam mesmo que vai melhorar a formação política dela?
    Não quero defender e nem agredir nenhum ideal político.
    Mas acredito que o que precisamos mesmo é mais comprometimento, e como disse uma amiga minha, é difícil ter comprometimento com a educação no Brasil porque os governantes acham que os professores têm que dar aulas por amor!
    Não existe político honesto, porque não existe eleitor exigente!
    o governo Alckmin em problemas, assim como vários outros governos têm. Seja PT, PSDB, PMDB, PV, me digam qual governo é o ideal?

Urbano

23/03/2013 - 15h37

Os tunganos estão fazendo coisas que nem o pintor conseguiu imaginar…

Responder

Gerson Carneiro

23/03/2013 - 15h19

Isto é estelionato.

Governo Alckmin acaba com aulas de Geografia, História e Ciências e a Secretaria de Educação argumenta que “o objetivo é tornar o currículo mais atraente”.

Tornar currículo atraente reduzindo disciplinas!

Responder

    Rafael

    25/03/2013 - 14h01

    Estelionato é você discutir um assunto tão sério de forma totalmente superficial e parcial. É muito fácil apenas ser “do contra”pelo projeto ser de governo A ou B, sem que haja uma discussão aprofundada sobre o assunto. Leia com atenção alguns comentários que foram escritos, como aquele de Fernando Garcia e principalmente a proposta de Lafaiete de Souza Spínola.
    E já que está falando de reformulação curricular com o objetivo de “tornar o currículo atraente reduzindo disciplinas”, seria interessante que você emitisse a sua opinião sobre a proposta de reformulação curricular do ensino médio em discussão no MEC.

Alemao

23/03/2013 - 11h29

Fico imaginando, se SP está assim imagina com não estarão os estados comandados pelo PT. Na realidade não entendo pra que tentar melhorar o ensino pois para passar no vestibular, vulgo ENEM, só precisa decorar umas receitas de miojo e vomitar um politicamente correto, o mérito no Brasil nunca esteve em tamanha baixa, viva o PT.

Responder

    Ary

    23/03/2013 - 11h48

    ALEMÃO, pode ser que você tenha razão. Veja o seu caso por exemplo: Certamente você teve aulas de história, geografia e ciências. E daí? Deu nisso! Pouco mais do que nada; pouco menos do que um traste. Alguém que, quando partir, deixará apenas um enorme débito ambiental e emocional para as futuras gerações.

    Gerson Carneiro

    23/03/2013 - 15h10

    Alemão,

    Isto é desonestidade intelectual de tua parte?

    Tentar encobrir o estelionato tucano denunciado no post com a gaiatice de um estudante no ENEM.

    E esse “se SP está assim”. Como assim?

    É a prova de que você desconhece mesmo a realidade da Educação pública no estado de São Paulo. O que pode te livrar de agir com desonestidade intelectual.

    Em tempo: o INEP – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais, que cuida do ENEM, já tomou providências para punir alunos debochados.

    Alemao

    24/03/2013 - 05h13

    Desonestidade intelectual? Olha para o IDEB no site do INEP. SP é um dos melhores estados da federação no ranking das escolas estaduais. Claro que isso não quer dizer que esteja uma maravilha, o que me indigna aqui é essa malhação constante à SP como se nos outros estados tudo estivessse as mil maravilhas.

    Vai dizer que a culpa do fracasso do ENEM é dos estudantes agora? O ENEM é uma vergonha nacional, reclamavam dos vestibulares chamando-os de elitistas. O que fizeram? Criaram um…VESTIBULAR. E o pior ainda é que esse “vestibular” não é nem capaz de selecionar os melhores candidatos, o futuro dos alunos fica nas mãos da sorte, o que adianta eu ter estudado mais que um zé mané que coloca receita de miojo na prova?

    Nedi

    23/03/2013 - 16h32

    Meu, vcs falam umas coisas que deixam a gente sem entender se é desinformação, ou, é maldade mesmo. SP é governado por tucano a quase 20 anos e perde pra vários estados em olimpíadas escolares. Como é possível desenvolver um país sem ciência, cara? Presta atenção no que dizes!!!

    Luís Carlos

    23/03/2013 - 16h58

    SP está assim justamente pela ação deletéria da administração do PSDB que você defende e não tem coragem de assumir. Sua frase aponta preconceito com a presunção de que os demais estados são inferiores a SP? SP ficou para trás de outros estados em diversas políticas públicas, não apenas na educação. Fruto do “modernismo” tucano que “vende” ou poderia dizer doa tudo para parceiros privados e lava as mãos de suas atribuições. A grade curricular não poderá ficar “atraente” com menos matérias da riqueza de história, geografia e ciências, apenas mais massante.

Nilson

23/03/2013 - 11h06

Voto de cabresto, é isso que esse povo quer, eles tem medo de pessoas esclarecidas!

Responder

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