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Fabio Venturini: No golpe dos empresários, a “mais beneficiada foi a Globo”

27 de março de 2014 às 11h56

por Luiz Carlos Azenha

Fabio Venturini fez o mestrado na Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo sobre os empresários e o golpe de 64. Está concluindo o doutorado sobre os empresários e a Constituição de 1988.

Ele esmiuçou os detalhes de “como a economia nacional foi colocada em função das grandes corporações nacionais, ligadas às corporações internacionais e o Estado funcionando como grande financiador  e impulsionador deste desenvolvimento, desviando de forma legalizada — com leis feitas para isso — o dinheiro público para a atividade empresarial privada”. Segundo ele, é isto o que nos afeta ainda hoje, já que os empresários conseguiram emplacar a continuidade das vantagens na Carta de 88.

Venturini cita uma série de empresários que se deram muito bem durante a ditadura militar, como o banqueiro Ângelo Calmon de Sá (ligado a Antonio Carlos Magalhães, diga-se) e Paulo Maluf (empresário que foi prefeito biônico, ou seja, sem votos, de São Paulo).

Por outro lado, apenas dois empresários se deram muito mal com o golpe de 64: Mário Wallace Simonsen, um dos maiores exportadores de café, dono da Panair e da TV Excelsior; e Fernando Gasparian. Ambos eram nacionalistas e legalistas. A Excelsior, aliás, foi a única emissora que chamou a “Revolução” dos militares de “golpe” em seu principal telejornal.

Sobre as vantagens dadas aos empresários: além da repressão desarticular o sindicalismo, com intervenções, prisões e cassações, beneficiou grupos como o Ultra, de Henning Albert Boilesen, alargando prazo para pagamento de matéria prima ou recolhimento de impostos, o que equivalia a fazer um empréstimo sem juros, além de outras vantagens. Boilesen, aliás, foi um dos que fizeram caixa para a tortura e compareceu pessoalmente ao DOI-CODI para assistir a sessões de tortura. Foi justiçado por guerrilheiros.

Outros empresários estiveram na mira da resistência, como Octávio Frias de Oliveira, do Grupo Folha, que apoiou o golpe. Frias e seu sócio Carlos Caldeira ficaram com o espólio do jornal que apoiou João Goulart,  Última Hora, além de engolir o Notícias Populares e, mais tarde, ficar com parte do que sobrou da Excelsior. Porém, o que motivou o desejo da guerrilha de justiçar Frias foi o fato de que o Grupo Folha emprestou viaturas de distribuição de jornal para campanas da Operação Bandeirante (a Ultragás, do Grupo Ultra, fez o mesmo com seus caminhões de distribuição de gás). Mais tarde, a Folha entregou um de seus jornais, a Folha da Tarde, à repressão.

[Ouça Ivan Seixas explicando o motivo do Octavião, da Folha, ter medo de ser fuzilado]

[Clique aqui para ouvir a entrevista do pesquisador que investigou o papel da Folha e do Estadão no golpe]

“Se uma empresa foi beneficiada pela ditadura, a mais beneficiada foi a Globo, porque isso não acabou com a ditadura. Roberto Marinho participou da articulação do golpe, fez doações para o Ipes [Instituto de Pesquisas Econômicas e Sociais, que organizou o golpe]. O jornal O Globo deu apoio durante o golpe. Em 65, o presente, a contrapartida foi a concessão dos canais de TV, TV Globo Canal 4 do Rio de Janeiro e Canal 5 São Paulo”, diz Fabio Venturini.

“Porém, na década de 70, a estrutura de telecomunicações era praticamente inexistente no Brasil e foi totalmente montada com dinheiro estatal, possibilitando entre outras coisas ter o primeiro telejornal que abrangesse todo o território nacional, que foi o Jornal Nacional, que só foi possível transmitir nacionalmente por causa da estrutura construída com dinheiro estatal”, afirma o pesquisador.

“Do ponto-de-vista empresarial, sem considerar o conteúdo, a Globo foi a que mais lucrou”, continua, já que em 1985, no ocaso da ditadura, “Roberto Marinho era o dono da opinião pública”.

Segundo Fabio Venturini, na ditadura imposta a partir de 1964 os militares se inspiraram na ditadura de Getúlio Vargas.

Lembra que, naquela ditadura, o governo teve vários problemas para controlar um aliado, o magnata das comunicações, Assis Chateaubriand.

“No golpe de 64 o Assis Chateaubriand já estava doente, o grupo Diários Associados estava em decadência. O Roberto Marinho foi escolhido para substituir Assis Chateaubriand. Tinha o perfil de ser uma pessoa ligada ao poder. Tendo poder, tendo benefício, ele estava lá. A Globo foi pensada como líder de um aparato de comunicação para ser uma espécie de BBC no Brasil. A BBC atende ao interesse público. No Brasil foi montada uma empresa privada, de interesse privado, para ser porta-voz governamental. Se a BBC era para fiscalizar o Estado, a Globo foi montada para evitar a fiscalização do Estado. Tudo isso tem a contrapartida, uma empresa altamente lucrativa, que se tornou uma das maiores do mundo [no ramo]”, conclui.

Venturini fala em pelo menos dois mistérios ainda não esclarecidos da ditadura: os dois incêndios seguidos na TV Excelsior, em poucos dias, e a lista dos empresários que ingressaram no DOI-CODI para ver sessões de espancamento ou conversar com o comandante daquele centro de torturas, Carlos Alberto Brilhante Ustra.

[Para ver a lista dos que entraram no DOPS, clique aqui]

Na entrevista abaixo, o pesquisador também fala do papel central no golpe desempenhado por Julio de Mesquita Neto, do Estadão [leia aqui reportagem da revista Fortune, de setembro de 64, que deixa isso claro].

Comenta a tese, muito comum na Folha de S. Paulo, de que houve um contragolpe militar para evitar um regime comunista, o que chama de “delírio” [leia aqui como o PCB havia assumido, na época, compromisso com a via eleitoral].

Venturini também fala do papel de Victor Civita, do Grupo Abril, que “tinha simpatia pela ordem” e usou suas revistas segmentadas para fazer a cabeça de empresários, embora não tenha conspirado.

Finalmente, explica a relação dos empresários com as nuances da ditadura pós-golpe. Um perfil liberal, pró-americano, em 64; um perfil ‘desenvolvimentista’, mais nacionalista, a partir de 67/68.

[O Viomundo só é capaz de produzir todo o conteúdo exclusivo linkado nesta página por conta da colaboração de nossos assinantes. Junte-se a eles!]

Compareça ao evento deste sábado, TV Globo: Do golpe de 64 à Censura hoje para saber muito mais sobre o papel da mídia na quartelada do primeiro de abril.

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20 Comentários escrever comentário »

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Santiago

25/08/2014 - 17h23

Olá,com o objetivo de usar em minha dissertação, gostaria de informação sobre a dissertação e tese de Fabio Venturini. Ele disponibilizou em algum site? Obrigado.

Responder

Noé

11/05/2014 - 07h00

Do bolsa golpe ninguém tem coragem de questionar
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Responder

MARIO NIVA

03/04/2014 - 11h38

AZENHA

Para uma tese de mestrado, esta citada aqui está muito estranha. O mais óbvio de ser constatado, a parte cronológica das concessões de tv, não bate nenhuma data, e não é por pouco. Os erros são de muitos anos, e nem os governos citados são os mesmos da época real das concessões. Basta ver o banco de dados da PUC-RJ.

Responder

NILSON LAGE

29/03/2014 - 10h31

Uma contribuição.
No início da década de 1970, a instalação de uma rede nacional de televisão era objetivo estratégico do governo.
Para isso, expedições militares foram distribuídas pela Amazônia para instalar estações repetidoras de microondas e emissoras regionais que iriam constituir a Rede Amazônica.
Os jovens oficiais envolvidos no projeto, nacionalistas, pretendiam que começasse ali a instalação de uma rede nacional de TV, com papel integrador semelhante ao outrora exercido pela Rádio Nacional.
O argumento utilizado para frustrá-los foi que os empréstimos externos obtidos no Banco Mundial impunham a privatização. Roberto Marinho tentou, na época, apossar-se das emissoras amazônicas, mas houve resistência e elas acabaram sendo entregues a um empresário local.
Marinho iria beneficiar-se com esse projeto da rede nacional. Foi graças a ele que arrancou o empréstimo da Caixa Econômica, casado com longo e generoso contrato publicitário do Banco do Brasil (programas inteiros em séries como “Amaral Neto Repórter” cobrados por segundo a preço de tabela), em troca do compromisso de transmitir em cores no sistema PAL-M (o PAL, Phase Alternative Line, alemão, modificado e adaptado para a frequência de 60 Htz), investir em engenharia de TV e extinguir os programas popularescos que caracterizavam a programação introduzida por força do acordo Globo-Time Life, de 1965 (programas como Seu Sete da Lira, Dercy Gonçalves e até o Chacrinha).

Responder

FrancoAtirador

29/03/2014 - 00h00

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UMA GRANDE PARCELA DA DÍVIDA EXTERNA,

CONTRAÍDA NO PERÍODO DA DITADURA MILITAR,

FOI PARA INVESTIMENTO NA REDE GLOBO.
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A Dívida Externa adquiriu proporções astronômicas
durante o Regime da Ditadura Militar (1964-1985)

Apesar da ausência de empréstimos externos e das condições desfavoráveis do comércio exterior,
nos anos 30 a economia brasileira se expandiu em ritmo maior que na década de 20, época de maciço ingresso de capital externo.

No período posterior ao golpe militar os empréstimos voltam a aumentar substancialmente, devido a política econômica desenvolvida então, particularmente no período que ficou conhecido como “milagre econômico”, quando a indústria brasileira cresceu a taxas elevadíssimas graças ao ingresso maciço de capitais estrangeiros,
fazendo com que a dívida saltasse de 4 para 12 bilhões de dólares.

O endividamento pós 64 tem dois estágios.
O primeiro é o dos governos Costa e Silva e Médici, nos anos 68-73, do “milagre econômico”.

Nesse período, os empréstimos foram usados para, ao cabo de tudo, realizar operações de crédito na compra de geladeiras, secadores de cabelo, automóveis e outros bens supérfluos
e também para financiar grandes obras urbanas tais como estradas, viadutos e redes de energia elétrica [e a construção e instalação das torres de retransmissão de sinal da TV Globo em todo o território nacional].

No final de 1983, em depoimento na CPI da Dívida Externa, Celso Furtado, economista que fora ministro do Planejamento antes do golpe,
mostrou como o Brasil pòs-64, graças a mudanças de política financeira e cambial – nas regras de conversão do dólar em cruzeiros -,
acabou na prática pagando, através do Banco Central, para os capitais estrangeiros, parte do preço de automóveis e secadores de cabelo comprados a crédito obtido por dólares emprestados.

A Segunda fase do endividamento começa no governo do general Ernesto Geisel (1974-79).

A partir de 74, a indústria de bens de consumo duráveis, com a produção de automóveis à frente, começa a encalhar, em grande parte devido a crise mundial do petróleo, que repercute na elevação nas taxas de juros, que somadas aos gastos dos grandes projetos de geração de energia.

Em 1982 temos o ano da falência declarada do modelo brasileiro de desenvolvimento e o país recorre ao FMI, e ao final do governo Figueiredo, que encerra a ditadura militar, a dívida externa chegava a casa de 100 bilhões de dólares.

(http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=211)
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Livro

A história secreta da Rede Globo

Por Daniel Heiz

(http://www.academia.edu/4442898/HERZ_Daniel_A_historia_secreta_da_rede_globo)

Responder

    FrancoAtirador

    29/03/2014 - 00h26

    .
    .
    E O MONOPÓLIO GLOBAL CONTINUA A CRESCER

    PATROCINADO POR GENEROSAS VERBAS ESTATAIS

    E EM ASSOCIAÇÃO COM AS TELES APÁTRIDAS

    Publicado em 26/03/2014 – 20:23
    Diário do Nordeste

    Oi, Globo e Globosat firmam parceria

    Contrato válido até 2021 amplia distribuição de sinal da Oi TV;

    A Oi assinou nesta quarta-feira, 26, um contrato com Rede Globo e a Globosat que tornará a Oi TV a operadora com mais canais da emissora distribuídos em TV por assinatura via satélite no Brasil.

    A iniciativa, viabilizada com o lançamento do satélite SES-6, permitirá que o serviço de TV paga da operadora alcance todo território nacional.

    A parceria foi firmada esta manhã no Rio de Janeiro.

    (http://blogs.diariodonordeste.com.br/robertomoreira/oi-globo-e-globosat-firmam-parceria)
    .
    .

Karlo Brigante

28/03/2014 - 18h18

Interessante é que os militares além de doarem uma “Bolsa Comunicação” ao “Dr.” Roberto, Ferraram com a TUPI e a EXCELSIOR!!! Pra onde foram os excelentes profissionais desempregados ???

Na boa, até eu faria da globo a 4° emissora do mundo!!!

Responder

Malú

28/03/2014 - 17h51

A cínica da Globonews, hoje faz resenhas, documentários, sobre a ditadura como se ela estivesse estado do outro lado a vida toda. É uma cínica contumaz.

Responder

joao romano

28/03/2014 - 13h40

Em qualquer regime sempre vai ter alguém se beneficiando. O empresário metido a esperto sempre está atento. Vamos fazer uma lista dos que estão se aproveitando no momento atual? Quanto o governo hoje, “no regime democrático” paga para os meios de comunicação?

Responder

Julio Silveira

28/03/2014 - 12h43

A Globo faz o serviço do Cristóvão Colombo o genovês, que serviu a corte espanhola, a forte de seu tempo, para desbravar novos mundos onde eles pudessem converter, catequizar, para garantir para si o ouro, a prata e as especiarias, o território, alem da alma do infiéis.

Responder

Francy Granjeiro

28/03/2014 - 10h24

Zé Agripino também!!
MP quer fim da boquinha de 11 mil por fora de José Agripino

O Ministério Público do Rio Grande do Norte ingressou com uma ação civil pública para cassar a pensão vitalícia de dois ex-governadores do Rio Grande do Norte. José Agripino Maia recebe 11 000 reais mensais desde abril de 1994, quando renunciou ao segundo mandato. O benefício de seu padrinho político, o primo Lavoisier Maia, é ainda mais antigo, desde 16 de março de 1983. (a propósito, Lavoisier nem eleito foi; era governador biônico). O MP descobriu que o estado sequer tem arquivado documentos do processo administrativo que tenham concedido o benefício.
http://www.robsonpiresxerife.com/notas/mp-quer-fim-da-boquinha-de-11-mil-por-fora-de-agripino/

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Alberto

27/03/2014 - 22h13

E o Aloisio Mercadante diz que “o seu Frias” foi um democrata. Não é por acaso, que o governo federal e a presidente Dilma, estão sob ataque cerrado dos mesmo grupos citados acima (Globo, Folha, Veja etc…). E, para espanto geral, o Aloisio Mercadante, é o chefe da Casa Civil.

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fernando

27/03/2014 - 19h36

AZENHA TENHO MUITO CUIDADO COM INTERNET MAS MI CHAMO ATENÇÃO ESSA INFORMAÇÃO PELOS DETALHES DELA PODERIA VERIFICA ISSO PODE SER MENTIRA MAS SI FOR VERDADE E CHOCANTE

Bomba: pesquisa Ibope de hoje é a mesma da semana passada onde Eduardo Campos e Marina caíram
Manipulação à vista com a pesquisa do Ibope. Mesmo que não se trate de manipulação estatística, houve uma manipulação na forma de usar a informação.

A pesquisa Ibope sobre popularidade de Dilma divulgada só hoje (27) é a mesma da divulgada exatamente há uma semana atrás, dia 20, quando publicaram apenas as intenções de votos.

A mesma amostra, os mesmos 2002 entrevistados, os mesmos 141 municípios, e a mesma data de ida a campo (entre 13 e 17 de março).

A diferença é que os relatórios foram separados. No dia 20 divulgaram a parte de intenções de votos, onde Dilma não perdeu nenhum voto, Aécio continuou empacado (oscilou 1 ponto apenas), e Eduardo Campos caiu, chegando a situação de empate técnico com o Pastor Everaldo (PSC).

A outra parte do relatório é este que foi divulgado hoje pela CNI (Confederação da Indústria) sobre popularidade da presidenta Dilma e de seu governo.

Agora fica a pergunta: porque sete dias separam a divulgação de um relatório e outro da mesma pesquisa?

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augusto2

27/03/2014 - 17h32

Tentativa de golpe e operaçao de “falsa bandeira” por parte da TURQUIA na Siria – para provocar uma invasao turca ali, foi frustrada. Pelo vazamento do dialogo no Youtube . Dialogo entre altos funcionarios do governo turco.
O youtube foi tirado do ar e da rede no pais logo depois do vazamento…

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lukas

27/03/2014 - 15h06

Na novilíngua, o que é justiçamento?

Responder

    Gabro

    27/03/2014 - 17h02

    justiçar

    v. (sXIV cf. FichIVPM) 1 t.d. punir aplicando uma forma de suplício corporal, em especial condenar à morte 2 t.d. ant. aplicar a justiça com extremo rigor a ¤ gram a respeito da conj. deste verbo, ver -içar ¤ etim justiça + -ar; ver jur-; f.hist. sXIV justiçado, sXV justiçar ¤ sin/var ver sinonímia de punir ¤ ant ver antonímia de punir ¤ hom justiça(3ªp.s.), justiças(2ªp.s.)/ justiça(s.f.) e pl.

    justiçamento

    s.m. ato ou efeito de justiçar ¤ etim justiçar + -mento; ver jur-

    Fonte: Dicionário Houaiss

    abs :)

    natália

    03/04/2014 - 16h07

    esses pasquales ignorantes são uma merd… mesmo

eudete

27/03/2014 - 14h42

muito bom

Responder

Urbano

27/03/2014 - 13h01

O grande centro fascista estava lá pra isso mesmo…

Responder

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