VIOMUNDO

DNA tucano do petista Delcídio Amaral fala mais alto sobre o pré-sal

13 de junho de 2015 às 17h29

delcídio, serra e fhc

O bom filho à casa torna. A volta do tucano pródigo

por Conceição Lemes 

O deputado federal Fernando Marroni (PT-RS) denunciou em artigo publicado no Viomundo“DNA do entreguismo está no sangue dos tucanos”.

É sobre o pré-sal. Marroni trata de dois projetos — um do deputado federal Jutahy Júnior (PSDB/BA) e outro do senador José Serra (PSDB-SP) –, que propõem o fim da obrigação de a Petrobras participar com, no mínimo, 30% na exploração do pré-sal  e de atuar como operadora única no setor.

“Dos entreguistas tucanos é o que espera”, observa nos comentários o leitor Francisco de Assis.”E quando essa postura é de um energúmeno do PT, o senador Delcídio Amaral (PT-MS), líder do governo Dilma, quando deixa aflorar o seu passado tucano?”

Assis denuncia:

Foi o que aconteceu em plena sessão do Senado de quarta-feira, 10 de junho, denuncia Assis. Nosso leitor detalha:

Delcídio tomou o microfone para elogiar José Serra e se disse “pessoalmente” de acordo com a proposta do representante paulista dos interesses da Chevron & Cia, no sentido de retirar a participação obrigatória de 30% da Petrobras na exploração do pré-sal.

Numa tremenda canalhice, Delcidio Amaral faz isto enquanto a Chefe do Governo, do qual ele é líder, está no exterior, com o mesmíssimo argumento de Serra de ‘ajudar’ a Petrobras.

Não à toa, recebeu em seguida os elogios fervorosos de Serra.

Lembrando que a situação no Senado foi criada pelo energúmeno Renan Calheiros, que pôs em votação diretamente no PLENÁRIO a proposta de Serra, sem encaminhá-la às comissões.

Será que alguém no V Congresso do PT vai denunciar o senador Delcídio Amaral?

Um tucano enrustido? Um quinta coluna do PSDB dentro da bancada do PT?

No início da carreira como engenheiro, Delcídio foi diretor da Shell na Holanda. De 1999 a 2001, no governo Fernando Henrique Cardoso, por indicação do senador Jader Barbalho (PMDB-PA), ele ocupou o cargo de diretor de Energia e Gás da Petrobras . Foi bem na época em que os tucanos pretendiam transformar a Petrobras em PetroBrax.

O fato é que:

1) Delcídio Amaral foi filiado ao PSDB. Chegou a gabar-se de sua ficha de inscrição ter sido abonada pelo então todo poderoso Sérgio Mota, ex-ministro das Comunicações do FHC.

2) Ele foi filiado ao PSDB de 1998 a 2000 inteiro, informou-nos a assessoria do senador, e parte de 2001.

3) Em outubro de 2001, ele deixou a diretoria de Energia e Gás da Petrobras para assumir a Secretaria de Infraestrutura e Habitação no governo de Zeca do PT. E filiou-se ao PT.

4) Em 2005, circulou a informação de que Delcídio sairia do PT e iria para o PSDB:

A decisão teria sido tomada após reunião com o prefeito de São Paulo, José Serra (PSDB), no fim de semana. Pela estratégia traçada até o momento, Delcídio deverá ser candidato ao governo do Estado pelo PSDB em uma aliança com o PFL. A notícia sobre a mudança ainda não foi confirmada pelo senador que, segundo sua assessoria, deverá falar sobre a decisão até o fim desta semana.

5) Delcídio, no entanto, ficou no PT, onde está desde o final de 2001.

7) Curiosamente, é só o que consta na sua biografia. Delcídio omite no seu site, assim como na Wikipedia, o seu passado de  filiado ao PSDB.

De qualquer forma, esta repórter foi atrás do pronunciamento feito pelo senador Delcídio Amaral em 10 de junho. Ele confirma a denúncia do leitor Francisco de Assis. Reproduzo abaixo alguns trechos da nota taquigráfica (na íntegra, ao final) publicada no portal do Senado:

Com relação ao requerimento do Senador Serra, eu quero aqui dizer o seguinte: existem divergências no que diz respeito à Petrobras atuar como operadora exclusiva e ter 30%. Eu vou ser muito sincero, Presidente. Eu sou Líder do Governo, mas, como Senador da República e como engenheiro, eu vou confessar a V. Exª que esses 30% apareceram faltando uma semana, ou dez dias, para encaminhamento do projeto da partilha. Nem na Petrobras há consenso com relação ao operador exclusivo, e acho – mas esta é uma opinião pessoal como Senador, e não como Líder do Governo – fundamental a gente debater.

Pergunto a V. Exª, Sr. Presidente: quando a Petrobras está revisando o seu plano de negócios, quando o dinheiro está curto, quando a Petrobras está fazendo ajustes internos importantes, se vier um leilão, a Petrobras vai ter que entrar com 30% em todos os leilões? Será que nos blocos que vão ser leiloados, a Petrobras tem um interesse tão importante quanto outras petroleiras?

E, Sr. Presidente, quero aqui registrar: operador exclusivo de campo – eu sei que Senadores e Senadoras aqui conhecem bem isto, mas não custa lembrar – faz a exploração, ele detém a tecnologia, ele contrata a engenharia, ele faz o procurement de equipamentos, ele contrata os equipamentos, ele faz o construction – por isso que é EPC, ele faz a construção – e ele opera, produz, explora.

Eu pergunto a V. Exª: outras grandes petroleiras do mundo, Shell, Chevron, Exxon – e eu acho que o Brasil precisa ter parceiros aqui para fazer frente aos desafios do pré-sal –, V. Exª acha que empresas como essas vão querer entrar atuando como investidores passivos e deixando a operação exclusiva com a Petrobras?

Eu acho muito pouco provável isso, e quem sai prejudicado é o País, porque nós precisamos, mais do que nunca, de empresas que detêm tecnologia para nos ajudar na exploração e na produção do pré-sal.

“É um absurdo, uma afronta, que o senador líder do governo venha a público a defender em público a perda de soberania energética do Brasil”, condena João Antônio de Moraes, diretor de Relações Internacionais da Federação Única dos Petroleiros (FUP). “A retirada da Petrobras como operadora única desfigura o regime de partilha.”

“Mais importante que o mercado e o petróleo que temos é o conhecimento que, através da Petrobras, o Brasil detém”, prossegue Moraes. “Se a Petrobras não for a única operadora, nós estaremos abrindo mão desse conhecimento para petrolíferas estrangeiras e da soberania energética.”

Outra questão crucial em jogo é o conteúdo local, que as petroleiras estrangeiras não têm cumprido. Mesmo assim, os tucanos são contra a obrigatoriedade do conteúdo local.

“Não tem nenhum navio ou plataforma encomendados por empresas estrangeiras no Brasil”, denuncia Moraes. “Só tem da Petrobras. Isso só reforça a importância da Petrobras como exploradora única do pré-sal. Se deixar com as outras petroleiras, elas não vão encomendar aqui. E não cumprindo o conteúdo local, elas não vão desenvolver o Brasil.”

– No seu pronunciamento, o senador diz que ‘nós precisamos, mais do que nunca, de empresas que detêm tecnologia para nos ajudar na exploração e na produção do pré-sal’.

Moraes rebate: “Não tem empresa nenhuma no mundo em condições de produzir no pré-sal como a Petrobras. Isso é consenso mundial. As outras empresas querem entrar justamente para aprender com a Petrobras”.

Aqui, é sempre bom lembrar o caso da Argentina, para não seguirmos o mau exemplo.

A Argentina transferiu os ativos e o conhecimento detido pela sua petrolífera estatal, a  YPF, principalmente para a espanhola Repson, que fez exploração predatória das reservas do país. Hoje, o nosso vizinho é obrigado a importar petróleo e tem um problema energético muito grave por conta da abertura paras empresas estrangeiras.

“Essa fala do senador é mais uma afronta, pois não considera o problema que está sendo para o nosso vizinho a transferência do controle da produção para uma estrangeira”,  enfatiza Moraes. “Se quisermos o pré-sal como promotor do desenvolvimento nacional, o regime tem de ser o de partilha e a Petrobras como única empresa na exploração do petróleo.”

Ou seja, apesar de no PT, o DNA do senador Delcídio Amaral é tucano. Pior é que de vez em quando ele “aflora”, como observou o nosso leitor Francisco de Assis, e dá bicadas no PT para regozijo da tucanada.

Foi o que fez na última quarta-feira, 10 de junho, no plenário do Senado, quando engrossou o coro de Serra e demais oposicionistas, embora seja líder do governo de Dilma.

“Candidamente”, Delcídio disse: “Esta é uma opinião pessoal como Senador, não como líder do governo”.

Primeiro: Com um líder de governo como ele, para que a presidenta Dilma precisa de oposição?

Segundo: “Como senador”, sim. Tucano e não petista.

Em abril deste ano,   a revista de Joyce Pascowitch publicou uma nota dizendo que o senador Delcídio está “insatisfeito no PT” e que “teria tido conversas políticas recentes em São Paulo com Fernando Henrique Cardoso”.

Será que o pronunciamento no Senado sobre o pré-sal seria um sinal de que ele estaria regressando ao velho ninho?

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A íntegra do pronunciamento

O SR. DELCÍDIO DO AMARAL (Bloco Apoio Governo/PT – MS. Sem revisão do orador.) – Eu queria só fazer um registro, Sr. Presidente [Renan Calheiros].

Em relação ao requerimento de minha autoria, que diz respeito ao sistema de contratação simplificado da Petrobras, eu entendo – e há um consenso com relação a essa questão – que nós precisamos aprimorá-lo.

Agora, é importante registrar, Presidente, que essa proposta surgiu ainda na época em que foi quebrado o monopólio do petróleo. Por quê? Porque a Petrobras, trabalhando num sistema competitivo com outras companhias de petróleo, teria que ter agilidade para contratar, até porque o mercado é competitivo e aberto.

Portanto, esse processo não nasceu agora. Esse processo vem lá de trás, inclusive na época em que fui diretor da Petrobras. Agora, se há distorções, problemas – e eu concordo com as ponderações que foram apresentadas –, é fundamental que a gente qualifique esse debate, porque, sendo uma questão de tamanha relevância para uma empresa do tamanho da Petrobras, nós não podemos ser simplistas nessas discussões.

Sr. Presidente, eu quero fazer aqui um registro muito tranquilo com relação a isso. Eu tenho uma preocupação com relação aos debates nas comissões permanentes e no plenário. Para mim, as comissões permanentes, Presidente, são de extrema relevância, porque elas trabalham os textos. Quando a matéria vem para o plenário, o texto tem começo, meio e fim. Não estou dizendo que isso está acontecendo no Senado, mas nós temos verificado alguns projetos que têm sido votados, inclusive na outra Casa, que, quando se vota em plenário, acaba-se votando um Frankenstein! As coisas não se juntam. Portanto, o papel das comissões permanentes é muito importante.

Por isso, respeitando até a iniciativa do Senador Ferraço e as críticas que ele fez – e não tenho dúvida de que nós podemos aperfeiçoar esse sistema –, nós precisamos usar as comissões do Senado para qualificar ainda mais os textos que vêm para o plenário da nossa Casa. É essa a intenção, Sr. Presidente. Eu não estou questionando a iniciativa do Senador Ferraço. Portanto, entendo e compreendo a importância desse tema, mas nós precisamos ter mais tempo para trabalhar, e não procrastinar uma decisão, que é mais do que relevante, em função dos acontecimentos que nós temos vivenciado.

Com relação ao requerimento do Senador Serra, eu quero aqui dizer o seguinte: existem divergências no que diz respeito à Petrobras atuar como operadora exclusiva e ter 30%. Eu vou ser muito sincero, Presidente. Eu sou Líder do Governo, mas, como Senador da República e como engenheiro, eu vou confessar a V. Exª que esses 30% apareceram faltando uma semana, ou dez dias, para encaminhamento do projeto da partilha. Nem na Petrobras há consenso com relação ao operador exclusivo, e acho – mas esta é uma opinião pessoal como Senador, e não como Líder do Governo – fundamental a gente debater.

Pergunto a V. Exª, Sr. Presidente: quando a Petrobras está revisando o seu plano de negócios, quando o dinheiro está curto, quando a Petrobras está fazendo ajustes internos importantes, se vier um leilão, a Petrobras vai ter que entrar com 30% em todos os leilões? Será que nos blocos que vão ser leiloados, a Petrobras tem um interesse tão importante quanto outras petroleiras?

E, Sr. Presidente, quero aqui registrar: operador exclusivo de campo – eu sei que Senadores e Senadoras aqui conhecem bem isto, mas não custa lembrar – faz a exploração, ele detém a tecnologia, ele contrata a engenharia, ele faz o procurement de equipamentos, ele contrata os equipamentos, ele faz o construction – por isso que é EPC, ele faz a construção – e ele opera, produz, explora.

Eu pergunto a V. Exª: outras grandes petroleiras do mundo, Shell, Chevron, Exxon – e eu acho que o Brasil precisa ter parceiros aqui para fazer frente aos desafios do pré-sal –, V. Exª acha que empresas como essas vão querer entrar atuando como investidores passivos e deixando a operação exclusiva com a Petrobras?

Eu acho muito pouco provável isso, e quem sai prejudicado é o País, porque nós precisamos, mais do que nunca, de empresas que detêm tecnologia para nos ajudar na exploração e na produção do pré-sal.

Sr. Presidente, acho que são temas relevantes, mas, como tentamos encaminhar o acordo, e não houve essa possibilidade, eu acho que nós temos que sobrestar essa votação, até pelas iniciativas das Senadoras e dos Senadores aqui, para que a gente busque, dos dois requerimentos, uma solução até a próxima semana.

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Estamos investigando a hipocrisia de deputados e senadores que dizem uma coisa ao condenar Dilma Rousseff ao impeachment mas fazem outra fora do Parlamento. Hipocrisia, sim, mas também maracutaias que deveriam fazer corar as esposas e filhos aos quais dedicaram seus votos. Muitos destes parlamentares obscuros controlam a mídia local ou regional contra qualquer tipo de investigação e estão fora do radar de jornalistas investigativos que trabalham nos grandes meios. Precisamos de sua ajuda para financiar esta investigação permanente e para manter um banco de dados digital que os eleitores poderão consultar já em 2016. Estamos recebendo dezenas de sugestões, links e documentos pelo [email protected]

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KLEBER TOMAZ

27/11/2015 - 14h52

Cúpula do PT e o auto escalão (Senadores ) se tornaram extremamente corruptos. E estão focados apenas em poder e dinheiro. Além do mais a muito essa gente perdeu a crença em militantes de rua que foram paulatinamente ao longo do tempo sendo substituídos pelo dinheiro oriundo de corrupção e doações de grandes empreiteiras. Os Senadores honestos estão deixando o Partido Paulo Paim e Walter Pinheiro. Triste fim para o Partido que teve oportunidade de representar significativa parcela da população honesta do Brasil, escolheu se tornar apenas mais uma quadrilha como as que já existiam no corpo do poder publico.

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Enrico

17/06/2015 - 20h15

A anomia política produzida pela não ação política da Dilma abre espaço para estes pulhas: Cardoso, Delcídio, Rosa Weber, Cunha et caterva.
Haja coração e fígado para continuar aturando esrtas maluquices de oportunistas. É melhor ser oposição porra louca do que ser um bovino a mascar chiclete morrendo de medo de ter câncer devido ao ódio represado.

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Urbano

16/06/2015 - 18h50

O que tem de corretor nos três poderes da oposição ao Brasil…

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Wladimir

16/06/2015 - 10h03

Senador “Cavalo de Tróia” do PSDB!

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Nelson

15/06/2015 - 23h50

Não é preciso que passemos um “pente fino” para descobrirmos que tem mais gente de “bico grande” dentro do PT do que o execrável senador do Mato Grosso do Sul.

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FrancoAtirador

15/06/2015 - 13h52

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Senador PTucano “Vira o Côcho”:
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“ANTES DE A PETROBRAS DECIDIR ELE JÁ SABE”
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UOL – O sr. foi Diretor de Gás e Energia da Petrobras no final do Governo Fernando Henrique [PSDB-SP], 2000, 2001.
Recentemente, o Senador José Serra (PSDB-SP) disse que a Petrobras
deveria ser preparada para ter algumas áreas entregues à Iniciativa Privada.
Seria bom para a Petrobras que ela fosse enxugada um pouco?
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D.A.G. – A tendência da Petrobras é valorizar a exploração e produção. Não tenho dúvida.
O presidente (Aldemir) Bendini está organizando o portfólio da companhia nesse sentido.
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UOL – Seriam no futuro vendidos alguns pedaços da empresa
para ela não ter que ficar se preocupando com áreas que não são as principais?
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D.A.G. – Sem dúvida nenhuma. O plano de desinvestimento é muito claro nesse sentido.
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UOL – Tem alguma área ou subsidiária da Petrobras que no futuro
seria bom que fosse para a Iniciativa Privada?
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D.A.G. – Não fiz essa análise mais aprofundada.
Mas a Petrobras tem que se desvencilhar de determinadas áreas
que não estão no seu core business.
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UOL – O sr. não tem medo de falar isso sendo petista?
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D.A.G. – Não. A Petrobras precisa olhar para aquilo que dá mais rentabilidade e é o grande negócio da companhia. E o grande negócio da companhia é exploração e produção de petróleo.
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UOL – O sr. foi no passado diretor de Gás e Energia da Petrobras.
A estatal lançou a chamada NPP, Nova Política de Preços, em 2011
e passou a aplicar um desconto no preço do gás natural.
Agora, o desconto está sendo retirado.
É possível que neste ano isso represente um aumento de 12% no preço do gás natural,
que é monopólio da Petrobras.
Está correta essa política da Petrobras?
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D.A.G. – Houve uma distorção dos preços de gás natural em função do [gasoduto] Bolívia-Brasil.
É um projeto que foi estruturado na forma de “take or pay”. Ou seja, você tem todo um aumento do volume exportado da Bolívia para o Brasil em milhões de metros cúbicos e o contrato é assim.
Você tem um determinado “take” de gás. Ou você consome. Ou você paga do mesmo jeito.
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UOL – Mas empresários reclamam que a Petrobras não tem política de preços definida. Quem se estrutura para ter aquela fonte de energia barata se surpreende de manhã com um preço totalmente diferente. Isso num momento em que a economia está em desaceleração. E a inflação em alta. Foi uma decisão desastrada fazer agora e dessa forma o aumento do preço do gás natural?
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D.A.G. – A Petrobras tinha uma regra de seguir preço internacional.
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UOL – Não tem mais.
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D.A.G. – Não tem mais. Então o que que aconteceu? Isso traz uma série de distorções.
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UOL – Como resolver?
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D.A.G. – No caso do gás natural vai ter que acompanhar a tendência dos outros combustíveis.
A Petrobras vai ter que se adaptar.
Os industriais, os consumidores, não podem ficar à mercê de oscilações
ou de mudanças de políticas em cima de uma regra estabelecida.
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UOL – UOL – Mas é exatamente o que está acontecendo agora.
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D.A.G. – Lamentavelmente. Na verdade, também tivemos um despacho de usinas termelétricas intenso. E aí você tem uma necessidade forte, com o suprimento de energia do país.
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UOL – E vai continuar a ter.
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D.A.G. – Vai continuar tendo. E usina termelétrica a gás operando na base.
Do ponto de vista de produção de gás, o Brasil não tem uma situação confortável.
Enquanto não tivermos o gás que vem do Espírito Santo, o Gás do Pré-Sal, vamos estar importando gás.
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UOL – Nesse caso atual, foi inevitável para a Petrobras aumentar o preço do gás natural?
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D.A.G. – Foi inevitável. Mas não há ninguém do setor de gás, competentes [SIC] como eles são,
que é surpreendido por alguma mudança de uma hora para outra na Petrobras.
Antes de a Petrobras decidir ele [SIC] já sabe.
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(http://fernandorodrigues.blogosfera.uol.com.br/2015/06/12/planalto-liberara-r-1-bi-em-emendas-para-agradar-congresso-diz-delcidio)
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Responder

Mário

15/06/2015 - 13h39

Eu concordo que a Petrobras tem que ser a operadora única. Quem poderia ser que não seja uma empresa pública ou o próprio Estado a fim de controlar quanto foi investido, qual é a vazão dos poços etc…

Mas eu pergunto porque a participação mínima tem que ser 30%? Não pode ser 25% ? No momento em que a Petrobras reduz seu plano de investimentos impor uma cota mínima que a empresa não tenha condição de suportar é o mesmo que postergar todos os benefícios que virão com a maturidade da exploração no pré-sal.

Se a ideia é manter os 30% o governo precisa dar um sinal claro que irá aportar os recursos que faltarem (com aumento da participação acionária na companhia. Esta sim, pode ser uma boa alternativa.

Responder

FrancoAtirador

15/06/2015 - 13h35

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O CORONELISMO SUBSISTE COM EMENDAS PARLAMENTARES
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UOL – O que se diz é que nesse período o vice-presidente, Michel Temer [PMDB-SP],
vai resolver as pendências de nomeações da base aliada. É isso?
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D.A.G. – A responsabilidade do presidente Michel é essa.
A base aliada tem que participar do governo.
E o governo efetivamente está trazendo a base aliada para o Executivo.
Para consolidar a base na Câmara e no Senado.
E também trabalhando a questão das emendas parlamentares.
Tem muitos restos a pagar de 2013, de 2014.
E a gente sabe muito bem o que é que isso representa para os municípios.
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UOL – Qual valor poderia ser liberado desses restos a pagar nas próximas semanas?
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D.A.G. – A intenção é R$ 1 bilhão.
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UOL – Estamos falando das emendas ao Orçamento propostas por senadores e deputados.
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D.A.G. – É. Mas não estamos falando ainda de 2015. Estamos falando de 2013, 2014.
A documentação estando em ordem, os municípios comprovando a execução das obras,
já foi colocado esse R$ 1 bilhão.
Isso é absolutamente fundamental e causa insatisfações dentro do Congresso.
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UOL – Começa já em junho esse pagamento?
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D.A.G. – A ideia é começar já em junho.
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UOL – O sr. é do PT. No passado, o PT chamaria pagamento de emendas,
nomeações para cargos no executivo, de fisiologia. Isso é fisiologia?
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D.A.G. – Não. Uma coisa é você ser oposição. Aí quando você senta na cadeira…
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(http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2015/06/12/planalto-liberara-r-1-bi-em-emendas-para-agradar-congresso-diz-delcidio.htm)
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Responder

Leo F.

15/06/2015 - 11h22

Toda soberania nacional, é inegociável e portanto, intransferível.
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As questões levantadas pelo suposto Senador “petista”, são das mais fajutas levantadas para fazer valer sua posição de derrubada do modelo de Partilha.
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A Petrobras se torna operadora exclusiva, dada sua imensa qualificação técnica offshore, reconhecida mundialmente .. e ao mesmo tempo, por ser uma solução para internalização do máximo de desenvolvimento tecnológico, advindo do processo de exploração em águas profundas como no pré-sal durante tanto tempo.
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Deter 30% de participação, é o mínimo que a empresa (e o Estado) deve ter pelo fato de estar numa área de elevadíssimo volume de reservas já comprovadas, de baixíssimo risco exploratório de não encontrar nada.
Perfurou, achou.
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Ainda achava que esse percentual deveria ser maior, dados os pesados investimentos na cadeia produtiva ao longo do processo, mas, aí já é um tema para outro debate por aqui.
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Opositores, têm seu papel definido, faz parte do jogo democrático.
Já a trairagem, a quinta-coluna, tem que ser defenestrada.

Responder

Marcos Faria

14/06/2015 - 21h53

Infelizmente, isso não me surpreende. O PT para chegar ao poder teve de mudar. Mudar é importante,mas desde que isso seja feito mantendo a coerência. Desde que Lula chegou ao governo, não ao poder, muitos oportunistas entraram no partido e o partido não selecionou. E por estas atitudes, teve de colocar petistas natos em segundo plano. Muitos petistas históricos foram excluídos e o partido foi se descaracterizando. Esta não é a primeira vez que o tucano Delcídio tira a máscara. Mas também o que dizer do ajuste da Dilma que pune os pobres beneficia os ricos com os juros aumentando?

Responder

FrancoAtirador

14/06/2015 - 17h43

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SENADOR X9
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Delcídio Amaral foi Diretor de Gás e Energia da Petrobrás, entre 1999 e 2001,
no segundo mandato do Governo Fernando Henrique Cardoso=FHC (PSDB-SP)
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Delcídio era o responsável pela área que elaborou os contratos com as termoelétricas
Eletrobolt e Macaé Merchant, controladas pelas companhias americanas Enron e El Paso,
que causaram um prejuízo de pelo menos R$ 2 bilhões à Petrobrás.
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Na época Nestor Cunet Cerveró era Gerente da área.
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http://www.jornali9.com/media/images/1895/18279/55747253459de38ef67beaabf518791db0a0edd60dea2.png
http://www.jornali9.com/media/images/1896/18280/55747264631fcbb3605be32766374c30f70d281ef864e.png
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Responder

Petroleiro

14/06/2015 - 17h15

“Nem na Petrobras há consenso com relação ao operador exclusivo”. Isso acontece porque muitos funcionários em posição gerencial na Petrobras possuem posições políticas de oposição ao governo. Em um setor que conheço, dos 6 gerentes, cinco votam com o PSDB e bradam abertamente contra o PT, Lula e Dilma.

Responder

Gerson

14/06/2015 - 17h03

A cara de pau dos tucanos é muito grande. Eles só não privatizaram a Petrobras porque não deu tempo, mas agora posam de defensores da empresa. Para quem não conhece, até parece que eles estão muito preocupados mesmo com a saúde financeira da empresa.

Responder

C.Paoliello

14/06/2015 - 16h41

O PETRÓLEO É NOSSO!

PS- A falta que faz um ministro da justiça:

http://jornalggn.com.br/fora-p

Responder

Bacellar

14/06/2015 - 15h31

Inimigo interno.

Responder

FrancoAtirador

14/06/2015 - 15h30

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.
A VERDADE SOBRE A PETROBRAS E O PRÉ-SAL
(https://youtu.be/VmUAkMFhM1Q)
.
1) A Petrobras é a Única Petrolífera em todo o Planeta
com Know How para Produção do Petróleo no Pré-Sal,
em Águas Ultraprofundas: (https://youtu.be/MB_WB53ZDds).
.
“Mais importante que o ‘Mercado’ e o Petróleo que temos
é o Conhecimento que, através da Petrobras, o Brasil detém”
.
“Não tem empresa nenhuma no mundo em condições de produzir no pré-sal como a Petrobras.
Isso é consenso mundial. As outras empresas querem entrar justamente para aprender com a Petrobras”
.
“Se a Petrobras não for a única Operadora, nós estaremos abrindo mão
desse conhecimento para petrolíferas estrangeiras e da soberania energética.”
.
2) A Petrobras é a única empresa de petróleo atuando no Brasil
que faz aquisição de Bens preferencialmente de Conteúdo Local
.
“Não tem nenhum Navio ou Plataforma encomendados por empresas estrangeiras no Brasil”
.
(http://www.petrobras.com.br/fatos-e-dados/defendemos-conteudo-local-como-base-para-o-desenvolvimento-sustentavel-das-nacoes.htm)
.
3) A Petrobras atingiu, no mês de Maio de 2015,
2 Novos Recordes de Produção no Pré-Sal:
.
A produção total da Petrolífera Brasileira (com as Parceiras),
somente no Pré-Sal, alcançou 726 mil barris por dia (bpd),
com um aumento de 1,6% em relação ao mês anterior.
(http://imgur.com/5i9gCVY)
Desse total, a parcela exclusiva da Petrobras
atingiu nova marca histórica: 519 mil bpd (71,5%)
superando em 3,2% o patamar de abril/2015.
.
Saiba mais no Blog Fatos & Dados: (http://ow.ly/Oemu9).
.
Acesse também:
(https://www.facebook.com/petrobras)
(https://twitter.com/petrobras)
(https://www.youtube.com/playlist?list=PLJGZ8X1mZTR8OLeW_u3Kvw-BVicIB6Ap4)
.
Leia ainda:
.
(http://www.petrobras.com.br/fatos-e-dados/home/categoria/esclarecimentos.htm)
(http://www.petrobras.com.br/fatos-e-dados/home/categoria/respostas-a-imprensa.htm)
.
.

Responder

Francisco de Assis

14/06/2015 - 14h42

O CONGRESSO BRASILEIRO PREPARA UM PRESENTE PARA A CHEVRON: DILMA ENTREGARÁ?
.
Em 10/06/2015, em vergonhoso comportamento (c) no plenário do Senado, ninguém menos que o líder do Governo Dilma, senador Delcídio Amaral (PT-MS), aprovou explicitamente a proposta do PSDB que visa iniciar a liquidação do regime de partilha e de conteúdo local do pré-sal, tão duramente aprovados pelo Governo Lula em 2009.
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Como mostrou o Wikileaks (a,b), na campanha presidencial de 2010, o senador José Serra (PSDB-SP), notório entreguista do patrimônio nacional (vide a “Privataria Tucana”), em relato de Patrícia Padral, diretora da Chevron, garantiu e comprometeu-se, caso eleito, a mudar as regras, a favor do interesse das petroleiras estadunidenses, dizendo-lhe o seguinte sobre a lei do pré-sal: “Deixa esses caras (do PT) fazerem o que eles quiserem. As rodadas de licitações não vão acontecer, e aí nós vamos mostrar a todos que o modelo antigo funcionava… E nós mudaremos de volta”.
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Pois bem, José Serra não foi eleito em 2010, e o PSDB foi derrotado também em 2014, pela quarta vez. E no entanto, em 2015, no Governo Dilma, do PT, não é que ele está prestes a cumprir o que prometeu à Chevron?
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Como se dará esta façanha do PSDBraX?
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Na continuidade da referida sessão do senado, o presidente Renan Calheiros (PMDB-AL), atropelando a Comissão de Constituição e Justiça e outras comissões, avocou diretamente à pauta do plenário, da semana de 15 a 19 de junho, a discussão e votação da proposta entreguista do PSDB, de autoria de José Serra. Pelo número de apoios ao requerimento para tratar dessa questão, não será surpresa que José Serra, Delcídio Amaral, Renan Calheiros e tantos outros “defensores do interesse nacional …” aprovem a proposta do PSDB.
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Como se sabe, o senador Renan Calheiros é investigado pela Justiça por suspeita de ter roubado a Petrobras, em conjunto com quadrilhas de bandidos que subtraíram bilhões da empresa. Por este motivo, deveria ser mais discreto e não se utilizar das prerrogativas de presidente do Senado para patrocinar o entreguista José Serra, na sua promessa a agentes estrangeiros para subtrair mais riquezas do Brasil. Infelizmente, agindo como agiu, em sessão do senado e contra a Petrobras, Renan Calheiros só faz aumentar a sua suspeição.
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Prosseguindo Renan Calheiros no seu comportamento suspeito, e aprovada no senado a proposta de José Serra, na semana seguinte, de 22 a 26 de junho, alguém duvida que a Camara dos Deputados, sob a batuta a jato de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), aprovará e embrulhará o presente para a Chevron? Ainda mais quando o o deputado Eduardo Cunha, também investigado pela Justiça por suspeita de ter roubado a Petrobras, em conjunto com quadrilhas de bandidos que subtraíram bilhões da empresa, poderá até dizer, na habitual cara de pau, que apenas está seguindo Renan Calheiros.
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E então, na semana seguinte, em 29 e 30 de junho, a presidente Dilma estará visitando os Estados Unidos, para tratar de ofertas comerciais, culturais e de outras naturezas, supostamente recíprocas e para o bem de ambos os países.
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Não é difícil imaginar o nível de constrangimento, pressão e chantagem, a que estarão submetidos o governo e a presidente nos próximos dias, pelos que querem cometer este assalto de trilhões de dólares ao tesouro do pré-sal brasileiro, dispondo, como dispõem, da formidável máquina de tortura, injúria, calúnia e difamação, na mídia, na justiça, no ministério público e na polícia.
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Fica a pergunta: negar-se-á Dilma a entregar a Obama o presentaço do Congresso dito brasileiro à Chevron & Cia?
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(a) http://wikileaks.ch/cable/2009/08/09RIODEJANEIRO288.html
(b) http://wikileaks.ch/cable/2009/12/09RIODEJANEIRO369.html
(c) http://www.viomundo.com.br/denuncias/dna-tucano-do-petista-delcidio-amaral-fala-mais-alto-sobre-o-pre-sal-uma-afronta-representa-perda-da-soberania-energetica-do-brasil-denuncia-petroleiro.html

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    FrancoAtirador

    14/06/2015 - 15h40

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    Se o Projeto do Serra (PSDB-SP)
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    for aprovado e Dilma não vetar,
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    entrega a rapadura pros gringos.
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    O Pré-Sal é Essencial à Soberania.
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Julio Silveira

14/06/2015 - 13h33

Tenho que reconhecer, esses Tucanos são bons quando se trata de manter sua doutrina entreguista, enfiar um ovo de serpente desses dentro do PT é de tirar o chapéu.

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Gerson

14/06/2015 - 13h18

Depois que o ministro (com m minúsculo mesmo) das Minas e Energias defendeu nos EUA exatamente a mesma coisa (mudança no regime de exploração, redução da participação da Petrobras e fim da participação nacional) e não aconteceu nada com ele, não é de se surpreender.

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Caracol

14/06/2015 - 09h43

Trata-se, evidentemente, de um Dissídio Amoral.

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Fernando Santos de Aquino

14/06/2015 - 08h36

Como já diria o Barbosa Lima Sobrinho: “em nosso país, só há dois partidos, o dos Tiradentes e o dos Joaquins Silvérios dos Reis”

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Kenndel Zuanazzi

13/06/2015 - 22h57

Ele também é o maior entusiasta do projeto de abertura de capital da Embrapa. Indefensável.
Difícil encontrar um único traço petista nele.
Quem é petista aqui no MS vive envergonhado das tucanices do Senador.

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Jurandir Bahiense

13/06/2015 - 21h41

este FDP deveria ter sido destituído como líder de governo, imediatamente.Dilma e PT encontra-se na inércia e, nós militantes sendo chacoalhado.

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Lopes

13/06/2015 - 21h04

Nao devemos esquecer que o presidente da CPI do mensalão foi mesmo Delcídio.

Há muito tempo já deveria ter sido expulso do partido!

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Marat

13/06/2015 - 20h32

Será que sempre precisaremos de ridículos tiranos??? Seremos sempre capacho do capitalismo internacional??? Seremos sempre 4º mundo???

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    Liberal

    14/06/2015 - 13h57

    Se depender da esquerda, sim.

Iara M Gomes

13/06/2015 - 20h32

No site da sabesp (link abaixo) que mede o nível diário das represas, há a indicação de que hoje (13/06/2015) o do sistema Cantareira está com 20% de sua capacidade.

– Se retroagirmos (o site permite que você escolha dia/mês/ano) em exato um ano (13/06/2014) verás que à época, o nível do Cantareira estava em 23,3%.

PARECE POUCO?

– Não se esqueça que nesta medição a sabesp desonestamente, só relembra se você se detiver no texto de que entre este período de um ano, foram usados dois “volumes mortos” que eles deram o sugestivo nome de “reserva técnica” e o que técnicos de verdade disseram que, para proteção do futuro do sistema, não deveria ser usado.

– Como os volumes mortos somam cerca de 29% da capacidade do sistema, o correto/honesto (inclusive para fins educativos e de cautela da população) seria dizer que estamos em déficit de -8% (já que usamos do “cheque especial” e temos de zerar este saldo negativo, para voltar a contar reserva).

– O sistema Tietê (que não tem volume morto para usar) também está bem abaixo do nível de um ano atrás. 29% de antes a 21% de hoje.

– Em mais uns dias entraremos no inverno, que costuma ser seco e de baixa umidade, fatores que “roubam” mais água do ambiente e vejo os meios de comunicação, principalmente as TVs, mal informando a população. Quando vier o pior, serão no mínimo omissos.

http://www2.sabesp.com.br/mananciais/DivulgacaoSiteSabesp.aspx

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Wendel

13/06/2015 - 20h00

É por estas e outras, que a Dilma tem que tomar as rédeas da condução politica, senão será picada pelas mesmas cobras que infestam o PT !!!!

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Rafael F T

13/06/2015 - 18h23

Tem como vocês confirmarem uma informação? Segundo ouvi dizer, o Delcídio era assessor do ACM.

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FrancoAtirador

13/06/2015 - 17h49

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“Esta é uma opinião pessoal como Senador,
e não como Líder do Governo”
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Mas Suficiente para ser afastado da Liderança!
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