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Diário da Resistência


Lula: Mesmo punida pela Justiça por reportagens falsas, a Veja mantém o padrão de mentir, distorcer e caluniar
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Lula: Mesmo punida pela Justiça por reportagens falsas, a Veja mantém o padrão de mentir, distorcer e caluniar


12/06/2015 - 22h32

Lula fome 2

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

NOTA À IMPRENSA

Resposta pública do Instituto Lula à revista Veja

São Paulo, 12 de junho de 2015, 

O Instituto Lula foi procurado hoje (12/06) pela reportagem da revista Veja, a propósito de contribuições de empresas para o Instituto e das palestras realizadas pelo ex-presidente. Além de enviar e-mail com perguntas à assessoria de imprensa, a reportagem falou por telefone com o presidente do Instituto, Paulo Okamotto.

A abordagem da revista revelou claro intuito de colocar as atividades do ex-presidente, legais e legítimas, em mais um dos enredos fantasiosos, mistificadores e caluniosos que têm caracterizado aquela publicação.

A revista Veja tem um histórico de capas e reportagens mentirosas sobre o ex-presidente Lula e o Partido dos Trabalhadores. Já estampou fraudes notórias sobre contas inexistentes em paraísos fiscais, falsas remessas de dinheiro do exterior, calúnias sobre relações com guerrilhas estrangeiras e com o narcotráfico.

Por estas e outras mentiras, Veja foi condenada duas vezes pelo Tribunal Superior Eleitoral a publicar direitos de resposta do PT, em 2010 e 2014. Mesmo punida pela Justiça, a revista mantém o padrão de mentir, distorcer e caluniar.

Diante dos péssimos antecedentes da revista, de seu evidente descompromisso com a verdade e com os fatos e da sórdida campanha de difamação que move contra Lula e o PT, a assessoria do Instituto Lula esclarece publicamente:

1) O Instituto Lula foi criado pelo ex-presidente em 2011, depois que ele deixou o governo, para trabalhar pela erradicação da fome no mundo, aprofundar a cooperação com os países africanos e promover a integração latino-americana, entre outros objetivos.

2) Como tantas instituições ligadas a ex-chefes de governo – tanto no Brasil como nos demais países do mundo – o Instituto Lula recebe contribuições de empresas privadas para manter suas atividades. Tais contribuições são registradas e declaradas ao Fisco.

3) Diferentemente de outras instituições ligadas a ex-presidentes brasileiros, o Instituto Lula não recebe contribuições de empresas públicas, estatais ou de governos nem oferece deduções fiscais sobre as contribuições que recebe, seja por meio da Lei Rouanet, seja por outros mecanismos governamentais de incentivo a patrocínios. Não há dinheiro público, nem direta nem indiretamente, no Instituto Lula.

4) Para exercer o legítimo direito de trabalhar, o ex-presidente criou a empresa LILS Palestras e Eventos, por meio da qual são contratadas palestras e conferências para empresas e entidades privadas no Brasil e no exterior.

5) Essa é uma atividade exercida legalmente por ex-chefes de governo, no Brasil e em todo mundo, bem como por pessoas de grande projeção pública, como jornalistas, artistas, cientistas, desportistas etc.

6) Lula não cobra nada para fazer palestras para entidades sindicais, movimentos sociais, ONGs, governos, partidos políticos e grupos da sociedade civil.

7) Os contratos da LILS são registrados regularmente e declarados ao Fisco. Não existe relação financeira entre a empresa e o Instituto Lula. São atividades distintas, com contabilidades, fontes de receita e despesas também distintas.

8) Nem o Instituto Lula nem a LILS prestam qualquer tipo de consultoria, assessoria, intermediação de contatos etc. Nem o Instituto Lula nem a LILS fazem negócios.

9) Tanto a criação do Instituto Lula e sua forma de manutenção como a criação da empresa LILS são fatos públicos, divulgados pela imprensa e objeto de ampla reportagem, por exemplo, na edição de 3 de abril de 2011 do jornal O Globo.

10) Também foram divulgadas pela imprensa, há mais de dois anos, em reportagem da Folha de S. Paulo, as contribuições da empresa Camargo Corrêa e outras para o Instituto Lula e a contratação de palestras. Não há novidade no recente noticiário a respeito desse fato já conhecido.

11) As contribuições recebidas pelo Instituto Lula e as palestras contratadas por meio da LILS não têm relação com contratos da Petrobras, feitos pela Camargo Corrêa ou por qualquer outra empresa.

12) Os compromissos públicos e a intensa agenda internacional do ex-presidente são divulgados pela assessoria de imprensa e pelo site institutolula.org. Não procedem as  alegações, feitas por alguns jornalistas, de falta de transparência. A imprensa brasileira ignora sistematicamente a agenda de Lula, especialmente quando se trata de homenagens prestadas a ele ao redor do mundo e de participações nos mais importantes fóruns internacionais de debates, sempre em defesa do Brasil.

13) O Instituto Lula sempre esteve à disposição das autoridades para prestar informações pertinentes a suas atividades — tanto ao Ministério Público como ao Poder Judiciário ou ao Congresso Nacional.

14) Qualquer tentativa, por parte da revista Veja ou de outros veículos, de associar o Instituto Lula e a LILS a atos ilícitos ou suspeitos com base nestas informações, estará incursa na legislação que protege a honra e a imagem das pessoas e instituições.

15) Estamos assistindo ao início de uma ofensiva midiática contra a imagem e a honra do ex-presidente Lula, com evidente motivação político-partidária. Como tem se tornado comum, infelizmente, em nosso País, tal ofensiva não poupará pessoas e instituições de reconhecida probidade e seriedade, no intuito de desmoralizar e até criminalizar as atividades do mais importante líder popular do Brasil. A revista Veja é um dos instrumentos dessa ofensiva.

Assessoria de Imprensa do Instituto Lula

Leia também:

Lula, em Salvador: Ação da mídia para acabar com o PT vai completar dez anos





31 comentários

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FrancoAtirador

15 de junho de 2015 às 12h22

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Ex-Editor da revista Época condena ‘Obscurantismo Estúpido’ da Globo
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“O texto é de um tempo em que ainda havia vida e jornalismo nas redações.
Apuração boa, mais substantivos e histórias do que adjetivos.
Agora, tirar o texto dos arquivos eletrônicos da revista
é de um obscurantismo estúpido e isso atende por um nome:
Partidarismo”,
escreveu o jornalista Luis Costa Pinto (*), ex-editor de Época,
sobre a decisão da revista de tirar de seus arquivos uma reportagem
que apontava como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso
levantou recursos para seu instituto, o iFHC, quando ainda era presidente.
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Aparentemente, a decisão foi tomada pelos editores do Grupo Globo
com a intenção de se atacar o financiamento ao Instituto Lula,
apagando registros históricos de doações ainda maiores,
e em circunstâncias condenáveis, feitas ao iFHC.
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[*] Luís Costa Pinto é jornalista.
Foi Editor e Chefe da Sucursal de Veja no Recife e em Brasília;
Repórter de O Globo e da Folha de S. Paulo; e
Editor de Época e editor-executivo do Correio Braziliense.
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(http://boainformacao.com.br/2015/06/costa-pinto-condena-obscurantismo-estpido-da-revista-poca)
(http://portaldacomunicacao.uol.com.br/graficas-livros/noticias/artigo195076-1.asp)
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Responder

FrancoAtirador

14 de junho de 2015 às 13h03

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Entrevista: FERNANDO MORAIS
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Por Emerson Gasperin do Diário Catarinense [EG/DC]
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Aos 69 anos, o escritor mineiro Fernando Morais tem uma história
(http://www.candido.bpp.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=111)
que renderia um livro tão bom quanto os dos personagens que já biografou.
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Em 1976, causou furor no mercado editorial nacional ao lançar “A ILHA”
(http://trove.nla.gov.au/work/11219023),
livro em que falava (bem) de Cuba em uma época na qual a simples menção de Fidel Castro
causava arrepios na Ditadura Militar que governava o Brasil.
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A partir daí, elegeu-se deputado estadual por São Paulo e foi secretário da Educação daquele Estado, até largar os gabinetes e passar a se dedicar à literatura.
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Nessa área, tornou-se um dos maiores nomes do país como o autor dos best-sellers
“Olga”, “Chatô” e “O Mago”, sobre a mulher do líder comunista Luiz Carlos Prestes,
o magnata das comunicações Assis Chateubriand e Paulo Coelho [respectivamente].
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Morais recebeu a reportagem do Diário Catarinense em Florianópolis,
onde esteve para dar uma Palestra sobre o Futuro do Jornalismo
[Assista aos vídeos sobre o assunto, acessando a página ao final linkada].
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Entre baforadas no charuto – “feito na Flórida, pelo inimigo”, brincou –, revelou seus projetos atuais, contou algumas das inúmeras passagens que presenciou com figuras ilustres da política e da cultura e refletiu a respeito dos desafios da mídia tradicional perante a Internet.
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Confira a entrevista completa:
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EG/DC: No que o senhor está trabalhando atualmente?
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FERNANDO MORAIS: Por favor, não me chame de senhor (risos). Estou envolvido em dois projetos. Há quatro anos estou pesquisando para fazer um livro sobre o Lula – não uma biografia, e sim um livro que conta um período da vida dele que vai da prisão em abril de 1980 até o fim de seu segundo mandato na presidência.
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EG/DC: É um trabalho sob encomenda?
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FERNANDO MORAIS: Não, foi iniciativa minha! O personagem Lula é um presente para qualquer autor. E eu não sou do PT, o que me dá uma vantagem: tenho um certo distanciamento em relação a ele. Quando ele surgiu como liderança operária, sindical, eu era deputado estadual pelo MDB (que viraria o PMDB) de São Paulo. A primeira greve no ABC paulista, se não me engano na Mercedes, estourou no dia em que tomei posse, 15 de março de 1979.
Dali em diante, a movimentação no ABC foi se ampliando, a ditadura já estava banguela e surge o Lula como uma liderança fortíssima na região. Acompanhei muito isso, porque passava noites na porta de fábrica com outros deputados. Eu ia de terno e gravata, carro oficial, chapa preta, para usar a “autoridade” parlamentar para impedir a violência da PM contra os piquetes. Foi aí que o conheci e me aproximei dele.
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EG/DC: Ele mudou muito com o poder?
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FERNANDO MORAIS: Nada, é o mesmo cara. Fala do mesmo jeito, trata as pessoas do mesmo jeito, não importa se preto ou branco, rico ou pobre.
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EG/DC: Como surgiu a ideia desse livro?
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FERNANDO MORAIS: Quando ele se elegeu presidente pela primeira vez, propus fazer o que Pierre Salinger (ex-secretário de Imprensa da Casa Branca nos governos de John Kennedy e Lyndon Johnson) fez com Kennedy: ficar grudado no pé dele durante o mandato e, ao final dos quatro anos escrever sobre um operário presidindo um país de (à época) 180 milhões de habitantes. Ele não topou. Quando se reelegeu, tentei de novo. Nova recusa.
Ao terminar o segundo mandato, insisti, aí diretamente com ele. Ele disse que esse negócio de biografia era para quem já estava com o pé na cova (risos). Em 2012, eu estava passando férias na França com minha neta, me ligou um assessor dele dizendo que talvez fosse o momento de retomar a ideia.
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EG/DC: Tem alguma revelação no livro?
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FERNANDO MORAIS: Tem, mas não posso adiantar.
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EG/DC: Quando será publicado?
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FERNANDO MORAIS: Não sei, pode ser que eu consiga terminá-lo nesse ano, mas ainda há muita gente para ouvir.
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EG/DC: E o segundo projeto?
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FERNANDO MORAIS: É um argumento para Hollywood que me encomendaram recentemente, sobre o traficante que sucedeu Pablo Escobar no comando do tráfico. É um mexicano que está preso há um ano. Será um filme, não um documentário. Já era para eu ter ido ao México, mas vou ter que embarcar para Caracas para participar de uma manifestação de apoio ao (presidente da Venezuela) Nicolás Maduro.
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EG/DC: Como assim?
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FERNANDO MORAIS: Eu virei um ativista político depois que deixei a política. Me aproximei muito de grupos de esquerda da América Latina inteira – e, em muitos desses lugares, as pessoas que conheci 15, 20 anos atrás hoje são presidentes. Quando conheci o Maduro, ele era deputado.
Eu já era muito próximo do (ex-presidente venezuelano) Hugo Chávez. Quando ele foi candidato a reeleição pela primeira vez, organizei um manifesto com personalidades no Brasil cujo mote era: “Se eu fosse venezuelano, votaria em Hugo Chávez.” Na entrega do manifesto, o conheci pessoalmente.
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EG/DC: O fato de você ter escrito um livro sobre Fidel Castro ajudou nessa aproximação?
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FERNANDO MORAIS: Ah, sem dúvida! Muitas dessas pessoas a quem me referi eu conheci em Cuba. Por exemplo, Salvador Cerén (presidente de El Salvador), quando ele era dirigente da Frente de Libertação Nacional Farabundo Martí (partido pelo qual foi eleito em 2014). O (presidente da Bolívia) Evo Moralez, quando ele era deputado. Então isso me aproxima muito dessa “onda vermelha” que tomou a América Latina.
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EG/DC: Você ainda tem contato com Fidel Castro?
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FERNANDO MORAIS: Tenho, inclusive voltei de Cuba agora. Dessa vez não estive com Fidel nem com Raúl (Castro, irmão e sucessor de Fidel), foi uma viagem a passeio com minha neta e um casal de amigos. Mas nas duas vezes anteriores, no ano passado, almocei na casa do Raúl e tomei um café com Fidel. Ele está lúcido, mas muito velhinho, encarquilhado.
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EG/DC: O que você achava da cobertura da imprensa brasileira sobre Chávez?
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FERNANDO MORAIS: A pior possível. Parece outro país, não a Venezuela. Isso é um dos traços ruins da grande mídia brasileira, com uma ou outra exceção. Com Fernando Lugo (ex-presidente do Paraguai) foi assim e é assim com Rafael Correa (do Equador), Maduro, Cristina (Kirchner, presidente da Argentina) e Evo, às vezes com um componente racista mais forte do que o ideológico.
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EG/DC: A que você atribui isso?
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FERNANDO MORAIS: Tenho convicção de que a imprensa, em qualquer lugar do planeta, está a serviço dos interesses da ideologia de quem paga as contas. Então esses jornais sempre foram assim. Só que surgiu um fenômeno que é a internet. Na hora em que emergem as redes sociais, você tem um contraponto à grande imprensa. Daqui a não sei quantos anos, você vai poder contar a seus netos que trabalhou em um jornal impresso em papel. Porque não vão existir mais jornal, revista, livro e, depois, a televisão.
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EG/DC: O que não quer dizer que vá acabar o jornalismo, certo?
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FERNANDO MORAIS: Claro que não, vão mudar apenas os suportes! Minha geração achava que a democratização dos meios eletrônicos de comunicação – não os impressos, que são propriedade privada –, que são concessões públicas, ia ser conquistada nas barricadas, nas passeatas.
Mas a tecnologia andou mais depressa do que a ideologia e surgiu esse negócio maluco chamado internet, em que de uma hora para outra se compra um notebook em 60 prestações e, com uma linha telefônica, você é o seu próprio Roberto Marinho. Se você tiver o que dizer, vai ter gente querendo ouvir. Se você for um leviano, um superficial, um mentiroso, você vai morrer.
Eu brinco dizendo que na internet vai haver um processo de “darwinismo”, uma evolução da espécie. Quem tiver credibilidade vai sobreviver
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EG/DC: Sim, a biografia de David Nasser, Cobras Criadas, conta muito bem essa história.
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FERNANDO MORAIS: Tem uma passagem que eu acho muito eloquente sobre isso que estou falando. Chatô dá uma bronca no David Nasser dizendo: “Como é que você escreve um artigo esculhambando com o presidente JK por causa da construção de Brasília?” No que o Nasser responde: “Mas doutor Assis, é uma coluna assinada, é a minha opinião!” E o Chatô: “O dia em que você quiser ter opinião, você que compre uma revista. Na minha, você defende a minha opinião!”
Em todos os lugares é assim – e seria um absurdo se não fosse, se os Marinho, os Frias, os Mesquita ou os Civita me contratassem para defender ideias contrárias às deles. No tempo da censura, havia matérias cortadas pelo censor que, muito provavelmente, seriam censuradas também pelo patrão.
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EG/DC: E a autocensura?
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FERNANDO MORAIS: Ah, isso é horrível. Vivi um conflito parecido quando estava escrevendo a biografia do Paulo Coelho. Desencavei coisas escabrosas da vida dele, e às vezes eu travava quando estava escrevendo por que não sabia se tinha o direito de publicar esse tipo de coisa sobre um cara que abriu não somente sua casa para mim, mas sua alma, eu fiquei quatro anos convivendo com ele.
Comentei com minha mulher, que disse o seguinte: “Você está querendo impor aos seus leitores uma censura que o Paulo não te pediu.” Realmente, ele não fez nenhuma restrição. Então a autocensura é um veneno. A pessoa começa a pensar que se escrever tal coisa o patrão não vai aprovar. Ora, o problema não é seu, é do patrão!
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EG/DC: Você tinha uma imagem diferente de Paulo Coelho antes de o biografar?
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FERNANDO MORAIS: O Paulo é um cara com talentos indiscutíveis em um monte de coisa, foi um bom jornalista, um grande compositor. Eu nunca tinha lido nada dele, li tudo para fazer a biografia.
Comecei pelo primeiro, O Alquimista, e não é minha praia. Umberto Eco falou uma coisa que é muito certa: ele escreve não para a cabeça das pessoas, e sim para a alma. Como eu sou materialista, não tenho alma nem fé, sou ateu… (interrompendo)
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EG/DC: Mas você é ateu de verdade ou daqueles que quando a coisa aperta começa a rezar?
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FERNANDO MORAIS: Sou um materialista místico, um ateu que bate na madeira (risos).
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EG/DC: Algum outro projeto em vista?
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FERNANDO MORAIS: Depois desse livro do Lula, quero me meter na internet e escrever para cinema. Essa experiência com o traficante do México pode ser uma experiência que me balize para isso.
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EG/DC: Como um jornalista vira deputado?
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FERNANDO MORAIS: Como jornalista, eu convivi muito com o doutor Ulysses [Guimarães, ex-presidente do PMDB] e, certo dia, na casa dele, ele perguntou se eu já havia pensado em me candidatar a deputado. Eu já era filiado ao MDB desde 1972.
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EG/DC: Era comum jornalistas serem filiados a partidos políticos?
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FERNANDO MORAIS: Era a única porta! Se você subisse num caixote de goiabada na rua para fazer um discurso, a polícia prendia. Você sendo militante de um partido, havia pelo menos uma salvaguarda. Isso certamente contou para eu me filiar. E aí acabei saindo candidato, sem nenhum tostão para fazer campanha. Para minha surpresa, fui o quinto mais votado do Estado.
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EG/DC: Qual era a sua plataforma?
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FERNANDO MORAIS: O PSTU não tinha uma plataforma tão radical quanto a minha,
eu era um maluco-beleza absoluto (risos): estatização da rede bancária, reforma agrária em todos os latifúndios, inclusive os produtivos…
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EG/DC: O que você achou do governo FHC?
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FERNANDO MORAIS: Embora não tenha votado nele, eu achava que um sujeito com a trajetória de esquerda – moderada,
mas de esquerda – como a dele, ia começar a tentar fazer transformações importantes no Brasil.
E foi o oposto: ele embarcou no Neoliberalismo com gosto.
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EG/DC: E de Lula?
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FERNANDO MORAIS: Claro que podia ter avançado mais em muita coisa, mas acho que a inclusão social, a política externa e a democratização da distribuição das verbas publicitárias do governo federal foram grandes feitos. Devia ter tirado ainda mais dinheiro dos grandes grupos, e pulverizar por todo o país.
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EG/DC: Isso não ia ser encarado como represália?
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FERNANDO MORAIS: Deixa encarar! Na política você tem que correr riscos, senão não vai fazer nada.
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EG/DC: Aconteceu algo parecido com você quando foi secretário da Educação em São Paulo?
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FERNANDO MORAIS: Sim. Quando fui secretário no governo de (Luiz Fernando) Fleury (Filho, governador de 1991 a 1995), defendi que fosse cumprida a promessa de campanha de transformar a Educação na bandeira da gestão dele, e para isso precisava de dinheiro para pagar bem os professores, reformar e construir escolas. O recurso não veio e eu peguei meu boné e fui escrever meus livrinhos.
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EG/DC: E o governo Dilma?
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FERNANDO MORAIS: Pedi voto para ela, gosto dela, confio nela, ela é uma mulher que tem lado na vida e sei que não vai nos trair. Mas eu não teria feito este ajuste fiscal, porque está sangrando demais o trabalhador em vez dos bancos. Tenho esperança de que ela agora tire o avião do chão.
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(http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/variedades/noticia/2015/06/o-personagem-lula-e-um-presente-para-qualquer-autor-diz-fernando-morais-sobre-livro-em-fase-de-desenvolvimento-4781067.html)
(http://tvbrasil.ebc.com.br/espacopublico/episodio/espaco-publico-recebe-fernando-morais)
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Leia também:
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(http://www.midiaindependente.org/en/green/2005/05/316127.shtml)
(http://expresso-noticia.jusbrasil.com.br/noticias/136417/tj-libera-livro-na-toca-dos-leoes)
(http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2014/12/1564079-e-o-fim-da-guerra-fria-diz-fernando-morais.shtml)
(http://zh.clicrbs.com.br/rs/entretenimento/noticia/2015/05/obstinacao-em-terminar-o-chato-da-um-livro-diz-fernando-morais-4756432.html)
(http://www.portalimprensa.com.br/noticias/brasil/72303/fernando+morais+divulga+primeiro+trailer+de+chato+e+defende+diretor+do+filme)
(https://www.facebook.com/fernando.morais.1612/posts/1076419205708682?pnref=story)
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Responder

Rpepino

13 de junho de 2015 às 21h24

“Acuse os adversários do que você faz, chame-os do que você é!”
Lênin

Responder

    FrancoAtirador

    14 de junho de 2015 às 14h18

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    Os Cavaleiros do Templo Medieval continuam Soltos
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    espalhando a Mentira e Manipulando a Ignorância.
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    (http://cavaleirodotemplo.blogspot.com.br)
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    FrancoAtirador

    14 de junho de 2015 às 14h21

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    http://pt.wikipedia.org/wiki/Cavaleiros_Templ%C3%A1rios_(ma%C3%A7onaria)
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    Julio Silveira

    14 de junho de 2015 às 14h28

    Rpepino, agora me responda, como grande conhecedor de Lenin que você parece querer mostrar ser, aonde está escrito? Me fale do contexto.
    Frases soltas é uma irresponsabilidade, ou pior uma canalhice, o Brasil já tem canalhas e entreguistas demais.

    abolicionista

    14 de junho de 2015 às 20h18

    Lênin nunca escreveu isso, você é jornalista da revista Veja?

FrancoAtirador

13 de junho de 2015 às 18h35

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“A Postura da Imprensa em relação a todas as iniciativas do Executivo
já não se configura como ação contra o Partido Governista:
a Imprensa atua como Oposição ao País,
com Atentados Diários ao Interesse Comum”
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Jornalista Luciano Martins Costa
Observatório da Imprensa, via GGN
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(http://jornalggn.com.br/noticia/os-atentados-de-todos-os-dias-por-luciano-martins-costa)
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Responder

FrancoAtirador

13 de junho de 2015 às 18h31

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O Nó do PT
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Como fica um partido fundado para expressar os interesses
da classe trabalhadora em um sistema dominado por empresas?
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Por André Singer, via Portal GGN
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(http://jornalggn.com.br/noticia/o-no-do-pt-por-andre-singer)
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Responder

FrancoAtirador

13 de junho de 2015 às 18h20

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TV BraSil, dia a dia, melhora a Programação:
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(http://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar)
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Responder

C.Paoliello

13 de junho de 2015 às 17h39

FACHIN PÕE ORDEM NA ESCULHAMBAÇÃO: “DELAÇÃO NÃO É PROVA”.

http://www.plantaobrasil.com.br/news.asp?nID=90992

Responder

jose carlos lima

13 de junho de 2015 às 15h41

Enquanto isso Portugal se preocupa com a estagnaçào economica do setor das comunicaçoes e adota o CLUSTER para modernizar-se e competir
O fenômeno cluster chegou a Portugal em 2005, sendo adotado recentemente no meio das midias

http://jornalggn.com.br/blog/spin-ggnauta/em-portugal-a-midia-adota-o-cluster-para-modernizar-se-e-competir

Responder

FrancoAtirador

13 de junho de 2015 às 14h27

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O Sistema de Poder é montado para não alterar o Status Quo.
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Em Essência, Mudanças Profundas nunca ocorrerão por Consenso.
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É preciso quebrar os Paradigmas Sociais supostamente consolidados.
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Para tanto, é Pré-Condição possuir um amplo Sistema de Comunicação.
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Foi o que a Direita Radical construiu para esfarelar a Esquerda Caviar.
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Os NeoLiberais utilizaram os Conceitos de Gramsci em Causa Própria,
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enquanto os ‘socialistas’ preocupavam-se em conciliar com o Capital.
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Para a ‘Lei do Mercado’, não importa se um Capitalista é Desonesto,
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basta que, através de seu Aparato de Propaganda, pareça ser Honesto.
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Antes de Cristo, o Imperador Julio César já entendia de Psicologia de Massas.
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(https://dariodasilva.wordpress.com/2012/11/30/antonio-gramsci-e-o-conceito-de-hegemonia1)
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Responder

Julio Silveira

13 de junho de 2015 às 13h43

É Lula, a Veja na verdade não está nem aí para justiça, pelo menos a brasileira, que só é dura se for contra o povo ou seus defensores. Na verdade a Veja usa os instintos mais primitivos do homem, a sobrevivencia. E, caro ex-presidente, a sobrevivencia, esse sentimento que deturpa as mentes, que nos nivelando aos animais irracionais faz da Veja um animal feroz, que olha o PT com ódio, por que a sua sobrevivencia com ele corre risco. A base petista aspira ao fim da sua bolsa mídia, de uma lei de médios ao modo do primeiro mundo, se conseguir, quem sustentara grupos como esse? Como essa revista e seus congêneres sobreviveriam sem essa dependencia? se com a bolsa ainda acontecendo estão sofrendo as perdas da incompetencia e falta de seriedade? Sabe, cidadão Lula, a começou a entender que estão no meio de uma guerra e é contra seus interesses. Guerra deflagrada por sobrevivencia dela e de seus congeneres, e por isso dane-se as leis, lei é para quem tem chance de sobrevivencia e quem está vivo.

Responder

lulipe

13 de junho de 2015 às 13h11

E a campanha pela canonização do lula???

Responder

    Julio Silveira

    13 de junho de 2015 às 16h36

    Cidadão vc pode não gostar, mas tem que reconhecer que o mundo gosta. Eu mesmo tenho algumas criticas a ele, mas eu perdôo afinal é sem pompa, é humano, e dá um orgulho danado, pra mim, que estou acostumado a ver brasileiro ser tratado por macaquito mundo afora, ver esse, um brasileiro que saiu de sua origem e chegou até o mais alto posto eletivo do país. E ainda ser tratado com respeito pelo mundo todo, inspirando até outros paises, inclusive nas Oropa. E dando um banho politico e de patriotismo nesse trupe de entreguistas, comandados pelo entreguista mor, bom de cola, que o antecedeu.

Urbano

13 de junho de 2015 às 11h44

O principal lema fascista é repetir incansavelmente a mentira, a fim de que a mesma se plasme de forma indelével no juízo mambembe dos cretinos.

Responder

Romanelli

13 de junho de 2015 às 10h42

Então cobre a CPMF
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Claaaaaro que a CPMF foi de longe, de TODOS, o nosso melhor tributo
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O mais barato de ser implantado e fiscalizado, “insonegável” e menos regressivo, o mais universal
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..com ele BANDIDO, sonegador, corrupto, e traficante, político e até algumas CLASSES de iluminados e “predestinados”, de religiosos a funcionários (ou agentes) públicos, de barão a João, davam o seu quinhão.
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Agora ..daí a pedir a sua volta pra AUMENTAR a carga tributária ? tô fora
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Aliás, como tenho dito há anos, sua volta se justificaria se, e somente se, a ela fosse atrelado A GARANTIA duma igual DESONERAÇÃO por outros tributos menos sofisticados, vulgares ..tributos incidentes em alguns outros insumos que, por seus custos, arrastam a eficiência de inúmeros setores ao chão (tipo energia, água, combustíveis, alimentos e medicamentos, ou material de construção por exemplo)
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E mais, mesmo que assim o fosse, pelo nosso passado de “governo menino travesso”, quem garantiria que tal desoneração seria mantida ? ..difícil
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Mas e a saúde, onde fica, alguns pensam ? oras, aonde sempre esteve
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– com projetos atrasados
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– com equipamentos comprados e nunca instalados
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– com ambulâncias estocadas e/ou sem peças, paradas em páteos a céu aberto
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– com a rede centrada em algumas capitais
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– com estoques de insumos e remédios superdimensionados e vencidos
.
– com médicos VAGABUNDOS ganhando e não prestando serviço
.
– com compras e investimentos superfaturados, fantasmas e/ou desnecessários
.
– com hospitais sem GESTÃO, nem sistema, acompanhamento, avaliação, METAS de desempenho e/ou ciência
.
– com paciente que precisa de tratamento urgente tendo que esperar por meses e meses
.
– com excesso de chefia e multiplicidade de sobre funções (tipo com a distribuição de medicamentos populares e a divisão de alçadas repetidas entre a rede municipal e/ou estadual sem que nenhuma das 3 atenda satisfatoriamente)
.
enfim ..fica aonde sempre esteve ..impune e inconsequente ..fingindo que trata, quando em verdade TORRA recursos e tortura o pobre carente ..isso enquanto a classe média pensa que tem um plano até que fica doente e tem que ir pra justiça ..ou
.
..ou enquanto o modelo continua desviando pro gatuno e agradando o barão, a ele e a quem pra ele prestar continências e favores políticos ..claro que com todos estes abençoados, condenados a se tratarem sem fila em Albert Einsteins ou em Sírio Libaneses da vida.

Responder

    lulipe

    13 de junho de 2015 às 13h10

    Mas o PT foi contra quando foi criado, engraçado não???

Messias Franca de Macedo

13 de junho de 2015 às 08h53

[Desvio de função, no mínimo!
Cadê o ‘miniSTRO’ ‘Zé Tucano’ da Justiça?
Justiça?
Qual Justiça?]

##########################

DELEGADO ANTI-LULA FEZ CAMPANHA PARA AÉCIO

“A imprensa se posicionar contra Lula, Dilma e o PT é um fato da democracia. São empresas privadas e podem ter a posição política que quiserem. Contudo, esse consórcio antipetista é integrado por membros do Ministério Público e da Polícia Federal. Uma dessas autoridades partidarizadas é o delegado Igor Romário de Paula, que acaba de anunciar que ‘muito provavelmente’ as doações da Camargo Correa ao Instituto Lula serão objeto de uma nova investigação da Polícia Federal”, escreve Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania; “Romário de Paula é um dos delegados da Operação Lava Jato citado em matéria do jornal o Estado de São Paulo de 13 de novembro de 2014 que revelou que ‘Delegados da Lava Jato’ exaltaram o candidato Aécio Neves e atacaram o PT durante a última campanha eleitoral para presidente da República”

13 DE JUNHO DE 2015 ÀS 07:42

(…)

FONTE [LÍMPIDA!]: http://www.blogdacidadania.com.br/2015/06/delegado-que-quer-investigar-lula-fez-campanha-para-aecio-ano-passado/

Responder

Liberal

13 de junho de 2015 às 04h38

Vamos lá pessoal, repitam comigo:

O Lula nunca soube de nada.
O Lula nunca soube de nada.
O Lula nunca soube de nada.
O Lula nunca soube de nada.
O Lula nunca soube de nada.
O Lula nunca soube de nada.
O Lula nunca soube de nada.

Responder

    bira

    13 de junho de 2015 às 17h23

    tá certo , lula é santo. e no PT só tem gente honesta.

    Vaccari foi preso, Delúbio foi preso.

    é tudo culpa da Veja.

    conta outra.

    bira.

    Rpepino

    13 de junho de 2015 às 21h23

    “Acuse os adversários do que você faz, chame-os do que você é!”
    Lênin

Cláudio

13 de junho de 2015 às 04h13

:
Ouvindo As Vozes do Bra♥S♥il e postando:
* 1 * 2 * 13 * 4
*************
Um poema (acróstico) para Dilma Rousseff, a depenadora de tucanus :
.
D ilma, coração valente,
I magem de todo o bem em que se sente
L ivre o amor maior pela brasileira gente
M uito humana e inteligente
A PresidentA do nosso Lula 2018 de novo Presidente
.:.
D uas vezes contra o espectro atro
I nscreveu já seu nome na história
L utando contra mídia venal & Cia e seu teatro
M ulher forte de mais uma vitória
A deixar tucanus na ó-posição de quatro ! ! ! ! de quatro ! ! ! ! de quatro ! ! ! ! DE QUATRO ! ! ! !
.:.
* * * * * * * * * * * * *
Ley de Medios Já ! ! ! ! * * * *
* * * * * * * * * * * * * Lula 2018 ! ! ! !

Responder

Emanuel Cancella

13 de junho de 2015 às 03h56

Lava Jato – a milícia nacional

Não seria a operação lava Jato uma milícia nacional? A operação Lava Jato é constituída de delegados da Polícia Federal que fizeram a campanha de Áecio Neves, do PSDB. Até aí tudo bem! Mas esses delegados montaram um blog de apoio à campanha do tucano e chegaram a postar que “Lula e Dilma eram uma anta”.
E tem mais, do lava a Jato saiu a denúncia na capa da revista Veja de que Lula e Dilma sabiam da corrupção na Petrobrás. Isso na véspera da eleição e a Globo também replicando no Jornal Nacional, favorecendo Aécio Neves. Depois o advogado do delator disse que seu cliente Alberto Youssef nunca disse isso. Mas a mentira produziu efeito! Mesmo se fosse verdade não poderia ser divulgado pois a delação só é válida depois de o processo transitado em julgado. Será que o juiz não sabe disso?
A mulher do juiz Sérgio Moro, chefe da operação lava Jato, trabalha para o PSDB do Paraná e para multinacionais de petróleo . Lembrando que o candidato Aécio Neves é do PSDB, mesmo partido para qual trabalha a mulher do juiz Sérgio Moro. Como também o Lava Jato investiga a Petrobrás e seus maiores inimigos são justamente as multinacionais de petróleo.
A mesma Globo que, ao arrepio da lei, botou no ar através do JN a denúncia mentirosa de que “Lula e Dilma sabiam” deu titulo de personalidade do ano ao juiz Sérgio Moro. A Globo botou no ar a farsa, mesmo sabendo que o TSE já havia determinado a suspensão da propaganda da revista Veja.
Agora novamente a milícia Lava Jato/Globo ataca Lula: É publico que o presidente Lula constituiu um instituto que, entre outras coisas, intermédia contratos de palestras, coisa rotineira na vida de ex-presidentes, nacionais e internacionais. A denuncia é tão absurda que a própria empresa que dou para o instituto Lula doou também para o Instituto de FHC, em quantia bem superior. Veja a manchete principal de o Globo de 12/6 sobre o tema: “ Itamaraty propõe burlar a lei para proteger Lula” e em dobradinha , segundo o blog Brasil 247 “Delegado de Lava jato anuncia ação contra Lula”.
Veja o que é milícia para o wikipédia: “Recentemente, no Rio de Janeiro, o termo Milícia foi associado a práticas ilegais, geralmente são grupos formados em comunidades urbanas de baixa renda, […] As milícias podem ser organizações oficiais mantidas parcialmente com recursos do Estado e em parceria com organizações de caráter privado, muitas vezes de legalidade duvidosa. Podem ter objetivos públicos de defesa nacional ou de segurança interna, ou podem atuar na defesa de interesses particulares, com objetivos políticos e monetários […]
As milícias aqui no Rio são combatidas pelo Secretário de Segurança Pública do Rio que inclusive criou as UPP’s.
Pergunta que não quer calar, quem vai combater a “Milícia Nacional” constituída principalmente pela Lava Jato e a Globo?

OBS.: Artigo enviado para possível publicação para o Globo, JB, o Dia, Folha, Estadão, Veja, Época entre outros órgãos de comunicação.

Emanuel Cancella é coordenador do Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ) e da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP).

Rio de Janeiro, 16 de junho de 2015

http://emanuelcancella.blogspot.com.br/

Responder

Messias Franca de Macedo

12 de junho de 2015 às 23h23

A Zelotes e os ladrões blindados

09/04/2015 02h00

FONTE, pasme: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/guilhermeboulos/2015/04/1613556-a-zelotes-e-os-ladroes-blindados.shtml

Nada parece ser tão compensador quanto ser empresário ladrão no Brasil. Organizam um saque sistemático aos cofres públicos, são pegos com a boca na botija e recebem de troco incrível blindagem midiática.
(…)
O mais impressionante é que, no final de março, há menos de quinze dias, explodiu um escândalo de proporções maiores que o da Petrobras, mas alvo de cuidadosa blindagem. A operação Zelotes da Polícia Federal descobriu um esquema de desvio de recursos públicos por grandes empresas.
Operado através do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais), com a mediação de escritórios de advocacia, empresas conseguiam anular ou reverter multas bilionárias com o poder público, mediante propinas a conselheiros. Estão sob investigação mais de 70 companhias, totalizando um desvio de R$ 19 bilhões. Quase dez vezes o valor desviado da Petrobras.
(…)
Somente os 12 casos em que a Polícia Federal detém provas mais conclusivas –incluindo os dois bancos citados– representam um rombo de R$12 bilhões aos cofres públicos.
Um deles é o do grupo de comunicação RBS, a maior afiliada da Rede Globo, investigada na Zelotes pela fraude num processo de R$ 671 milhões.
(…)
São ladrões blindados. Saem da lama limpinhos e cheirosos. E se, por descuido, vier algum respingo à marca, nada que a próxima campanha publicitária –quiçá paga com dinheiro desviado da Receita– não possa resolver.
Denúncias seletivas, indignação seletiva e acusados seletivamente blindados. Essa é a turma que fala em limpar o Brasil da corrupção?

Por Guilherme Boulos – Formado em filosofia pela USP, é membro da coordenação nacional do
MTST e da Frente de Resistência Urbana.
Escreve às quintas na ‘Folha de São Paulo’

Responder

Carlos

12 de junho de 2015 às 23h18

E o Lula tem que perder tempo com essa revista decadente é reconhecidamente manipuladora. Ai, ai, meu Brasil brasileiro…

Responder

Messias Franca de Macedo

12 de junho de 2015 às 23h07

FHC recebeu R$ 1,7 mi da Camargo Corrêa

Por Helena Sthephanowitz, na Rede Brasil Atual

sexta-feira, 12 de junho de 2015

(…)

FONTES [LÍMPIDAS!]:

http://www.redebrasilatual.com.br/blogs/helena/2015/06/instituo-fhc-recebeu-r-1-7-milhao-da-camargo-correa-em-2011-6718.html

e aqui

http://altamiroborges.blogspot.com.br/2015/06/fhc-recebeu-r-17-mi-da-camargo-correa.html

Responder

    Helena/S.André SP

    13 de junho de 2015 às 09h40

    Pois é, Messias Macedo, e essa doação da Camargo Correa de R$ 1,7 milhão ao Instituto do FHC foi feita em 2011, através da empresa VBC Energia SA, que pertence ao grupo da empreiteira desde 2009, quando ela comprou a totalidade do controle acionário da Votorantim Participações. E esse delegado Igor de Paula, não vai investigar isso?

Messias Franca de Macedo

12 de junho de 2015 às 22h49

… Escroto folhetim fascigolpista e terrorista ‘veja’ da MARGINAL:

o esgoto do esgoto do esgoto…

Responder

    Messias Franca de Macedo

    12 de junho de 2015 às 23h01

    A serpente fascista já furou a casca
    Por Roberto Amaral

    Os liberais, democratas e esquerdistas que estiverem tranquilos porque ódio só persegue Dilma e o PT, que ponham as barbas de molho

    (…)

    FONTE: http://ramaral.org/?p=10843


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