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Assessor detido com R$ 102 mil e 16 cheques em branco de Bruno Covas

02 de outubro de 2014 às 10h59

welber facebook

Página de Mario Welber no Facebook faz campanha pelo candidato a deputado federal Bruno Covas

Welber e Alckmin

 Geraldo Alckmin, Bruno Covas e Mario Welber: relação de mão dupla com os tucanos de alta plumagem

por Conceição Lemes

No sábado passado 27, por volta das 15h, o jornalista e suplente de vereador de São José do Rio Preto, Mario Welber, foi detido pela Polícia Federal no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, quando embarcava para a sua cidade, no interior paulista.

O sistema de raios-X de Congonhas descobriu que Welber carregava R$ 102 mil em dinheiro vivo, além de dezesseis cheques assinados em branco. Ele não conseguiu explicar aos policiais a origem do dinheiro.

Detalhe 1: Welber é do PSDB de Rio Preto e os cheques são do deputado estadual Bruno Covas (PSDB-SP), ex-secretário do Meio Ambiente do governo Geraldo Alckmin.

Detalhe 2: Quase cinco dias após o flagrante, a PF não vazou o caso, ao contrário do que fez imediatamente em casos semelhantes envolvendo petistas. Também não distribuiu para a mídia fotos do dinheiro, como já fez em outras situações.

A PF se recusa até a confirmar os nomes dos tucanos em foco.

A resposta da Superintendência da Polícia Federal em São Paulo, via sua assessoria de imprensa, aos questionamentos do Viomundo comprova isso:

A Polícia Federal não divulga nomes de pessoas físicas e jurídicas envolvidas em suas ações. No entanto, confirmamos que houve uma apreensão de cerca de R$ 100.000,00 — em espécie — no sábado. Tal quantia se encontrava com um homem que embarcaria no Aeroporto de Congonhas. Não houve prisão, mas o viajante, bem como seus pertences, foram encaminhados à Superintendência Regional da Polícia Federal em São Paulo.

Por não haver comprovação documental de origem, o numerário foi apreendido e foi instaurado inquérito policial pela Delegacia de Repressão a Crimes Financeiros. Caso se comprove origem lícita, ele será devolvido.

Curiosidade 1: Na sua resposta ao Viomundo, a assessoria de imprensa da PF “se esqueceu” dos cheques em branco assinados por Bruno Covas.

Curiosidade 2: A PF em São Paulo mudou tanto que, diante das conexões do caso com o PSDB e a campanha política, registrou o flagrante como crime financeiro e não como crime eleitoral.

Resultado: O suplente de vereador tucano foi indiciado apenas no âmbito da Delegacia de Crimes Financeiros (Delefin/PF) e responderá o processo em liberdade. Os R$ 102 mil e os cheques foram apreendidos. O caso foi registrado na Polícia Federal como IPL (Inquérito Policial) 245/2014-11.

Certamente, a esta altura, muitos devem estar se perguntando:

— Foi uma operação-abafa da PF paulista?

— Afinal, quem é Mario Welber para ser blindado?

— Ou foi mais para  blindar o deputado tucano Bruno Covas, neto do falecido Mario Covas?

Mario Welber, 31 anos, já foi repórter da TV Tem (retransmissora da Globo), em Rio Preto.

Mas o que mais salta à vista é seu bom relacionamento com os grão-tucanos.

Em 30 de setembro de 2009, Mario Welber foi nomeado como agente de segurança parlamentar na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp).

Nessa função, o funcionário pode ficar lotado em gabinete de deputado, liderança partidária, secretarias ou da presidência da Casa. Em 19 de outubro de 2011, ele foi exonerado.

Em 4 janeiro de 2011,  Bruno Covas assumiu a Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo.

Entre janeiro e outubro de 2011, Welber, embora lotado na Alesp, se apresentava como assessor do então secretário Bruno Covas, segundo informação de fonte de São José do Rio Preto, interior de SP.

Seria então Welber funcionário fantasma da Assembleia, já que assessorava Bruno Covas na condição de Secretário do Meio Ambiente?

Matéria publicada na Jornal Folha Noroeste de 14 de maio de 2011, sobre reunião na Secretaria do Meio Ambiente, não deixa dúvida. Lotado na Alesp, Welber atuava na Secretaria dirigida por Bruno Covas:

Welber -- Cetesb-001

Atualmente, segundo o seu perfil no twitter, ele é apresentador das rádios Canção Nova e Interativa.  Também aparece como assessor da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. O seu contrato, porém, é com a Cetesb.

O twitter e o Facebook escancaram que Welber é carne e unha com os tucanos de alta plumagem.

Nas redes sociais, Welber gosta de falar sobre ética, moralidade pública, “nova política”. Mas a prática é outra.

Telefonamos várias vezes para o celular de Welber (017 98120-****), para saber o que tinha a dizer sobre a detenção em Congonhas, os R$ 102 mil em grana viva e os cheques em branco de Bruno Covas.

Na primeira ligação, assim que esta repórter começou a explicar o motivo do contato, ele disse:

— Não estou escutando direito, não estou escutando direito…

Desligou.

Na segunda ligação, cheguei a ouvir a voz dele, de novo:

—  Não estou escutando…

Desligou.

Do terceiro telefonema em diante, só deu caixa postal. Deixei recado. Mandei torpedo detalhando o meu questionamento:

— Mario, aqui é Conceição Lemes, editora do Viomundo. Preciso falar urgentemente com você. É sobre a sua detenção em Congonhas com dinheiro e cheques em branco de Bruno Covas. O que você tem a dizer? Aguardo retorno urgente. Estou fechando matéria sobre isso. Sds

Mario Welber respondeu:

— Boa tarde. Tentei te retornar. Ligue para o dr. Carpano: 11 99480-****

Liguei para o “dr. Carpano”. Ele se limitou a dizer:

— Alô, alô…

— Dr. Carpano, aqui é Conceição Lemes, repórter, o Mario Weber pediu para que eu falasse com o senhor…

Nem terminei de falar,  “dr. Carpano” desligou, dando a impressão de que talvez estivesse ao lado de Welber, acompanhando tudo.

Tentei outras vezes, claro. Silêncio. Caixa postal. Deixei recados no celular. Mandei torpedos. Nada.

Contatei também várias vezes o gabinete do deputado Bruno Covas na Alesp. Depois de me apresentar, explicava:

— Preciso falar com o deputado ou com a assessoria de imprensa de imprensa dele.

— Para que matéria?

— Soubemos que o Mario Welber foi detido em Congonhas com cerca de 100 mil reais e cheques em branco assinados pelo deputado Bruno Covas.

— O deputado não está.

— E o assessor de imprensa?

— Também não está.

— Poderia me passar o celular dele, para eu contatá-lo?

— Não estou autorizada, mas vou passar o seu telefone e o seu recado.

Como não houve retorno, insisti. A secretária era a mesma. Expliquei tudo de novo.

Ela reconheceu a minha voz e eu a dela:

— Eu já dei o seu recado para a assessoria de imprensa.

— Por favor, reforce então a minha solicitação.

Nada.

Última cartada. Liguei para o gabinete do deputado e pedi o telefone do escritório de campanha:

— Não estou autorizada a dar, mas vou passar, de novo, o seu recado. O seu telefone é o 999**-****?

Estou esperando, sentada, até agora o retorno.

Se Mario Welber e Bruno Covas fossem do PT, seria o maior estardalhaço. Com direito a “furo” de reportagem, exclusivo no Jornal Nacional ou no Fantástico.

Curiosamente, Welber deu uma entrevista.

Foi ao Estadão, que publicou hoje o que poderíamos chamar de “vacina”. Em jornalismo, é a reportagem que esvazia o balão de outras e conta o caso pela metade.

Vejam o título:

Captura de Tela 2014-10-02 às 10.23.48

“Apoiador”? Não seria “assessor”?

Segue o texto:

Em Congonhas, agentes descobrem dinheiro, além de 16 cheques da campanha de Bruno Covas com suplente de vereador do interior

02.10.2014 | 02:00

FAUSTO MACEDO E DIEGO ZANCHETTA – O Estado de S.Paulo

Colaborador de campanha do deputado estadual Bruno Covas (PSDB), que concorre a uma cadeira na Câmara, o radialista e suplente de vereador tucano em São José do Rio Preto Mário Welber foi flagrado sábado no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, levando na pasta de mão R$ 102 mil em dinheiro vivo e um envelope com 16 cheques e um cartão de campanha do neto do ex-governador Mário Covas.

Welber foi interceptado pela Polícia Federal (PF) no aparelho de raio X que identificou o dinheiro. Ele não chegou a ser preso, mas a PF abriu inquérito para investigar a origem dos valores. Segundo a PF, o apoiador do tucano, que também é mestre de cerimônias da Câmara Municipal de Rio Preto, não explicou a procedência do dinheiro.

Nessa época de eleições a PF redobra a vigilância nos aeroportos porque políticos e assessores costumam circular com recursos em espécie. Welber foi barrado quando embarcava com destino a Rio Preto. “O dinheiro é meu, não tem nada com a campanha do Bruno. Esse dinheiro é de um trabalhador anônimo, uma pessoa que está na batalha. Eu não tenho como andar com meu imposto de renda debaixo do braço, mas afirmo que tenho como comprovar a origem do dinheiro, tenho renda e caixa. Sou um microempresário na área de mídia.”

Ele disse que veio a São Paulo para “fazer um negócio”, a compra de um carro, mas não deu certo e retornava a Rio Preto.

Sobre o material de campanha de Covas, ele afirmou. “Eu estava apenas transportando o envelope com os cheques, se eu soubesse que ia dar tudo isso não teria me comprometido a levar. Se não existissem algumas anotações pessoais e o cartão (de Bruno Covas) jamais iriam me parar. É uma leviandade até com ele (Covas), na véspera das eleições. Isso vai acabar com a minha vida. Vão achar que eu estava com dólares na cueca.”

Covas, ex-presidente da Juventude do PSDB, atual secretário-geral estadual do partido, foi eleito deputado da Assembleia Legislativa paulista pela primeira vez em 2006. Em 2011, foi nomeado pelo governador Geraldo Alckmin para o cargo de secretário do Meio Ambiente. Em abril entrou em campanha por uma vaga na Câmara.

Welber disse que não é assessor do tucano, mas colabora com a campanha de Covas no interior. Em seu perfil nas redes sociais ele se identifica como “assessor da Secretaria do Meio Ambiente do Estado”.

Despesas. Ele afirma que ia entregar o envelope para um certo “sr. Ulisses”. “Ele (Ulisses) mora em Severínia, trabalha diretamente com o Bruno na Assembleia. Eu sou apenas um colaborador da campanha. Eu também colaboro com outras campanhas. Foram apreendidos vários cartões lá. Não trabalho na assessoria dele (Covas), não sou coordenador, nem tesoureiro de campanha. Conheci o Bruno da política, todo mundo hoje conhece o Bruno. Essa história só está dando tudo isso porque ele é um político em ascensão.”

Segundo ele, os cheques seriam destinados ao pagamento de despesas da campanha com fornecedores e “pessoas que trabalham na campanha”. “Eu não sei exatamente quais despesas, me entregaram cheques num envelope, eu separei e guardei no compartimento da pasta.”

Welber disse que vai justificar rapidamente à PF a procedência do dinheiro. “Vou me antecipar. O delegado deu 15 dias, mas na segunda-feira que vem eu já apresento a documentação, as notas todas. Se eu não comprovar essa renda no prazo legal podem acabar com a minha vida. Estamos a poucas horas das eleições. É muito fácil falar. Encontraram cartões de outros políticos!”

A “reportagem” do Estadão é quase que totalmente baseada na versão dada por Welber. São sete aspas dele, ou seja, sete declarações do detido. Por que ele carregava R$ 102 mil em dinheiro, quando poderia simplesmente transferir a quantia entre contas bancárias? É uma das perguntas que faríamos a Welber se o celular dele funcionasse direito. O estranho é que dois repórteres de um jornal tão conceituado não tenham tido a mesma curiosidade.

“Vão achar que eu estava com dólares na cueca”, disse Welber ao Estadão. Não, Welber não estava com dólares na cueca. Não, Welber não será alvo da mídia como foi aquele assessor do PT, também detido em Congonhas, cuja vida foi devassada a partir do dia da apreensão, com direito a fotos da “Divulgação” da Polícia Federal e reportagens no Jornal Nacional.

No Estadão, Mario Welber teve direito, para se defender, a 27 linhas de um texto de 45. Isso dá 60% da reportagem!

É a famosa blindagem tucana.

Dois pesos, duas medidas.

[Trabalho investigativo como este e todo o conteúdo exclusivo do Viomundo são bancados por nossos assinantes. Torne-se um deles clicando aqui]

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NaMaria: Veja dirigiu a educação pública brasileira nos governos tucanos

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47 Comentários escrever comentário »

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Jorge Batoré

08/10/2014 - 19h41

Muita safadeza , rapaz . Estamos a dias de , talvez , ficar nas mãos dessa gente . Esse povo merece sofrer .

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Abelardo

03/10/2014 - 18h28

O que a Polícia Fedemal está ganhando em vazar informações contra o PT e tudo mais, que possa prejudicar a candidatura de Dilma? O que a Polícia Fedemal está ganhando em proteger e não vazar informações que possam prejudicar os candidatos do PSDB, como por exemplo: Bruno Covas + seus 16 cheques “em branco” + os R$ 102.000,00 em espécie? Se nada ganha, o que pode ser? Preconceito? Perseguição? Blindagem a quem lhe interessa? Porque já amancebou-se? Porque o Zé mandou? …

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paulo bueno

03/10/2014 - 16h11

Dilma precisa reformular a PF e tomar redeas da instituição
deixar comliberdade como está dá merda
a PF paulista é controlada por tucanos ……..acorda DILMA.

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Luís CPPrudente

03/10/2014 - 15h23

Por que noticiários tendenciosos como do BandNews não divulgam as notícias sobre o Bruno Covas e seus cem mil reais em dinheiro vivo?

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clodoaldo

03/10/2014 - 14h06

Como o suspeito não é do PT ninguém vaza para o JN da Grobo e se vazasse não seria dada a devida relevância. Ah se fosse ligado ao primo, do vizinho, do tio distante, do amigo de alguém ligado ao PT, enviavam logo um repórter para investigar.

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Ana Clara Gouveia

03/10/2014 - 13h25

Gente, a Canção Nova não é a a rádio do Chalita? E pensar que Mário Welber e o Chalita vivem falando de Deus…

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Ana Clara Gouveia

03/10/2014 - 13h22

Mais lamentável que o crime eleitoral envolvendo o Bruno Covas e o Mario Welber é o comportamento da PF. É tucana, mesmo!

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Ana Clara Gouveia

03/10/2014 - 13h19

Parabéns, Conceição Lemes! Parabéns, Viomundo. É um prazer imenso ler todos os dias vcs. abs

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Pedro Henrique Sampaio

03/10/2014 - 13h13

NaMaria, adorei o duas Cuecas, duas medidas. Vou repassar, dando crédito pra vc. Ah, amei muito também PF 45. Agora falando sério. Tenho vergonha de ser paulista. Os tucanos estão acabando com o Estado e os paulistas batem palma. Muito triste. abs

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    Luiz Moreira

    04/10/2014 - 09h45

    PEDRO!
    Agora, na semana que vem, quando toda a PAULICEIA (infelizmente entram todos), estiver bebendo URINA e água mineral(os bons da boca), vão esbravejar contra o governo federal. e o PASTOR MALAFAIA dirá que é castigo pelos desvios de conduta perante o criador. E o pior, vão acreditar nisto.

Eduardo

03/10/2014 - 11h49

Conceição, a Globo e seus asseclas não vão falar nada até sábado antes da eleição! Os desdobramentos deste crime podem ser muitos, inclusive eleitoral do PSDB. Penso que TV’s e jornais não submetidos pela Globo, como TV Record, poderiam dar repercussão devida a este crime!

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Marat

02/10/2014 - 22h35

Isso é caso de exoneração!!!!!!!!!!!!
Que porra é essa??????????
Um judiciário que só ajuda o PSDB, um ministro do STF que é totalmente parcial, uma polícia federal que faz de tudo pra ferrar com um partido e esconde o que o outro faz, e um PIG que só noticia o que quer???? Isso é coisa de briga, de briga feia… tem que botar pra quebrar!!!!!!!

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luiz

02/10/2014 - 21h51

Simples assim. ..

Responder

NaMaria News

02/10/2014 - 21h45

Brilhante denúncia!
Só acho que deveriam arrumar um trecho aí no texto: coloquem DUAS CUECAS, DUAS MEDIDAS.
Mesmo pq a cueca do Mário W. é Louis Voatton, modelo PF.45 – pra tucanos quem voam melhor.

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    NaMaria News

    02/10/2014 - 22h06

    E o tal advogado, que procuro, procuro e nada acho? Deve ser o Vermouth Carpano Punt e Mes. Porque não há nada parecido com o nome na WEB, a não ser coisas que deusmelivreguarde. Cada vez mais estranho, muito estranho.Estranho mesmo. Muito.

Marat

02/10/2014 - 21h33

Conceição, isso é um absurdo… TODA a PF está podre!!!

Responder

Luís Carlos

02/10/2014 - 19h29

Para grande mídia tucano pode tudo. O que um tucano faz nunca é crime, só pessoas comuns ou filiados do PT cometem crimes para esse “órgãos” de imprensa.

Responder

    Pedro Henrique Sampaio

    03/10/2014 - 13h17

    Luis, o PIG deita e rola, porque o PT nesses 12 anos não construiu uma alternativa na comunicação. Assim como a Dilma. Torço pra que ela vença e tenha coragem de enfrentar a PIG. Pode começar pelo bolso.

Maria Paula

02/10/2014 - 18h58

Coitado, ele levava dinheiro para dar esmolas.

Responder

Gersier

02/10/2014 - 17h30

Vejam o que escreveu em um mural um tal de Marcelo que diz ser Delegado da Polícia Federal.
Será que esse senhor se lembra de como era a PF nos tempos dos tucanos?
Será que ele se lembra da penúria em que viviam?
Será que esse senhor é um dos que só vazam quando o político pertence ao PT?
“Embora forças do atraso teimem em querer segurar a dinâmica inexorável do tempo, o Brasil será melhor. Mas essa evolução sempre dependerá de nossas escolhas. Sem pestanejar, temos que tomar posição e repelir, com firmeza, todos aqueles que tanto mal têm feito à coisa pública de nossa nação. A imprensa livre divulga, dia após dia, quem eles são e onde estão. Vários deles são líderes nas pesquisas eleitorais. A bíblia nos ensina que “tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu” (Ec, 3, 1). Abra os olhos Brasil! Abra os olhos”
Será que ele desconhece os que ocorreu e ainda ocorre em São Paulo e em Minas?

Responder

Gerson Carneiro

02/10/2014 - 16h54

O Estadão informa tratar-se de um “suplente de vereador do interior”.

Ah bom, então deixa pra lá. Tem nada não.

Responder

João Ghidetti

02/10/2014 - 16h39

Infelizmente o nosso Brasil, ainda,te m um ministro da justiça sem coragem de enfrentar o PIG.

Responder

    Esmael Leite da Silva

    02/10/2014 - 18h18

    O que o Ministro Da Justiça José Eduardo Cardoso tem a ver com isto?

    olivires

    02/10/2014 - 19h31

    A PF é subordinada ao Ministério da Justiça, e responde ao ministro da pasta.

    Mas José Eduardo Cardoso não questiona o comportamento desviante desta instituição, que vaza informação quando é PT, e blinda quando é PSDB.

Fabiano

02/10/2014 - 15h55

Isso não sai com aquele destaque todo no JN né rede Globo??

Responder

Fabio

02/10/2014 - 15h26

eu roubo
tu roubas
ele/ela rouba
nós roubamos
vós roubais
eles/elas roubam

Responder

L@!r [email protected]+e5

02/10/2014 - 14h34

A melhor definição da imprensa no governo do PSDB vem da Argentina: “Nos mean y la prensa dice que lueve”.

Responder

Vicente

02/10/2014 - 14h19

Isso é pra querer abafar o caso dos Correios?

Responder

Sidnei Brito

02/10/2014 - 14h03

“Vão achar que eu estava com dólares na cueca.”
Não estava?
Ah, então tudo bem!

Responder

Francisco Afonso Gongora

02/10/2014 - 13h43

Vai sair na capa da VEJA? Dificilmente.

Responder

Valmont

02/10/2014 - 13h33

Crime financeiro uma ova! Isto é crime eleitoral, também!

Com a palavra o Ministério Público Eleitoral. Ou não?

Será que também vão ficar mudos como o PIG?

Vejamos como as nossas instituições republicanas funcionam neste caso…

Responder

Silvano

02/10/2014 - 13h02

Os tucanalhas e demos podem fazem tudo. Como eles compram os vagabundos do pig, ficam totalmente brindados. O tucanalha mor colocou um ovo de serpente em cada órgão do judiciário e da PF em todo Brasil. Veja o gilmar dantas no Stf , imaginem nas estância inferiores? Temos que fazer uma limpeza nesta corja tanto no judiciário quanto na PF.

Responder

elizabeth pretel

02/10/2014 - 12h55

O que mais me revolta é a atitude da “polícia federal de sp” (e do resto do país também). Não dá para confiar numa “políça” dessa. É uma pena, misturam suas funções com “politicagem”.

Responder

José

02/10/2014 - 12h28

Com esse ministro da justiça, a milícia tucana instalada nos subterrâneos da pf continuará atuando impunemente. E ainda falam em mandar o sujeito para o STF.
Acorda, presidenta Dilma!
Lembre-se do que aconteceu com a Roseana Sarney…

Responder

Flavio de Oliveira Lima

02/10/2014 - 12h27

Hahah… pena que o pig vai tentar abafar. E essa PF do zécardoso ein..
Então, compartilhar no FB!

Responder

Homero Mattos Jr.

02/10/2014 - 12h25

“…se eu soubesse que ia dar tudo isso não teria me comprometido a levar.”
*gargalhadas*

Responder

José

02/10/2014 - 12h19

O sujeito é assessor do ex secretário do governo Alckmin e ex empregado da globo?
Com certeza não vai vazar selfie do dinheiro no jornal nacional.
Se fosse do PT, a notícia já estaria bombando nos “grandes” portais. Dinheiro do estado islamico em caixas de rapadura para a campanha petista? Mais detalhes sobre o caso, só nos blogs sujos.

Responder

FrancoAtirador

02/10/2014 - 12h16

.
.
O MJ deu tanta ‘autonomia’ à PF, que o PSDB tomou conta nos estados onde governa:

São Paulo, Paraná, Goiás… Sem falar no Rio de Janeiro que é governado

pelas Organizações Mafiosas Globo dos filhos Sem-Nome do Bob Marinho.
.
.

Responder

Jonas Silva

02/10/2014 - 11h44

Será que vai ser capa da Veja nesse final de semana? Aquele mundo de dinheiro em cima de uma mesa com o título de “Caixa 2 do PSDB”. Será que vai ser notícia no JN, com a manchete “Os aloprados tucanos”?
http://www.platodocerrado.blogspot.com.br

Responder

    FrancoAtirador

    02/10/2014 - 12h31

    .
    .
    O PSDB não faz Caixa 2: Faz ‘Reserva de Mercado’.

    E Tucano não é Corrupto: É Empreendedor de Voto.
    .
    .

Gilson

02/10/2014 - 11h34

Cambada de Tucanos Bandidos.Tem a proteção do PIG e assim vira pizza.

Responder

Alemao

02/10/2014 - 11h19

Para vcs verem, até na hora de serem desmacarados num evidente caixa 2 o PSDB é mais civilizado…

Infelizmente, no Brasil, há que se votar no menos pior.

Responder

    Valmont

    02/10/2014 - 13h42

    Que história é essa, Alemão?
    Civilizado?
    Estranho conceito de civilidade, esse seu…
    Civilizado é o Estadão, por divulgar apenas a versão do tucano suspeito?
    Ou é o suspeito que você acha “civilizado” por ter a pele e o colarinho brancos?
    Não entendi…
    Esse aspecto da cultura brasileira precisa ser estudado. Daria um bom livro.

    Julio Silveira

    02/10/2014 - 20h41

    Que laje em meninão.

antonio

02/10/2014 - 11h03

Bruno Covas é filho de Mario Covas!

Responder

    Eduardo

    02/10/2014 - 14h37

    ele é NETO do Mario Covas

    Luizth

    02/10/2014 - 14h38

    Neto.

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