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Aécio controla mídia para evitar críticas ao “choque de gestão”, diz autor

publicado em 11 de novembro de 2013 às 17:19

por Luiz Carlos Azenha

O lançamento será nesta quarta-feira no Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, em São Paulo.

Desvendando Minas, Descaminhos do projeto neoliberal é uma coletânea de 13 artigos sobre os governos Aécio Neves-Antonio Anastasia em Minas Gerais, um contínuo de quase 11 anos de poder marcado pelo que se convencionou chamar de “choque de gestão”.

Os organizadores são Gilson Reis e Pedro Otoni.

A ideia por tras do “choque de gestão” é que o Estado é perdulário, lento e incompetente para lidar com a maior parte de suas atribuições. Deve ser “enxuto, eficiente e gastar bem”, tirando o peso da carga tributária dos ombros dos empresários e soltando as amarras do espírito animal dos capitalistas. Estes, livres do peso do Estado, produzirão tanta riqueza que, eventualmente, haverá um efeito “trickle down” — de que tanto falava o ex-presidente Ronald Reagan. Ou seja, aquela riqueza acumulada no topo eventualmente irrigará toda a sociedade. Acompanhei de perto o governo Reagan, como correspondente nos Estados Unidos, a partir de 1985.

O problema do discurso de Reagan é que o Estado nunca foi de fato reduzido. Ele cortou impostos dos ricos, mas promoveu uma gigantesca corrida armamentista, deslocando investimentos sociais para a indústria bélica. Washington continuou injetando bilhões e bilhões de dólares em subsídios na agricultura, em torno dos quais se articularam as grandes corporações do setor. Ou seja, apesar de todo o discurso, o intervencionismo estatal continuou intacto.

Houve uma intensa onda de terceirização e precarização do trabalho, com a perda de direitos sociais que acompanhou o combate aberto aos sindicatos e a criminalização de movimentos sociais como a ACLU, a American Civil Liberties Union, uma entidade dos direitos civis que, no discurso de Reagan e dos republicanos, era muito “liberal”, ou seja, “esquerdista” (ficava feio usar esta palavra por estar associada à caça às bruxas promovida pelo senador Joseph McCarthy nos anos 50. Mas, o espírito foi o mesmo).

Na avaliação de Gilson Reis, vereador em Belo Horizonte pelo PCdoB e um dos organizadores da coletânea que faz o raio xis da gestão Aécio-Anastasia, também se deu em Minas Gerais uma dissociação entre o discurso e a prática.

Segundo os dados de Gilson, o governo triplicou a dívida — hoje em R$ 80 bilhões — e consumiu parte dela em projetos sem retorno social, como o novo centro administrativo em Belo Horizonte, uma obra de R$ 2 bilhões.

A carga tributária de empresários, comerciantes e mineradoras foi relativamente reduzida, mas sem que isso resultasse na dinamização da economia local, que ainda depende eminentemente dos setores agrícola e minerador de exportação. O PIB de Minas registrou queda de 0,1% no segundo trimestre de 2013 em relação ao mesmo período do ano anterior (enquanto crescia 1,5% no Brasil), o que foi atribuído à queda no preço das commodities.

Por outro lado, os investimentos sociais se concentraram em “focos”: escolas ou hospitais de referência, com objetivos propagandísticos — segundo Gilson.

Na educação, por exemplo, Minas não paga o piso salarial nacional, os professores não tem plano de carreira e cerca de 500 desistem de dar aulas no setor público por mês. Os investimentos se concentraram em 400 escolas de referência, quando a rede toda tem 5.000.

Não é bem o que dizem os admiradores de Aécio (veja aqui o site com o discurso oficial).

Para Gilson, os bons resultados que de fato foram obtidos por Minas em alguns testes oficiais estão relacionados ao foco estrito em português e matemática e na herança de uma rede pública que antecedeu Aécio e que resiste sustentada pelo empenho da população de pequenos municípios — são mais de 800 no Estado.

O livro também aponta a precariedade do setor público em outras áreas, especialmente Saúde e segurança pública.

Em vez de promover concursos públicos, Minas optou por assumir o papel de indutor da terceirização, através da empresa pública MGS, que segundo Gilson controla mais de 300 mil “precarizados” que cumprem funções de servidores públicos.

Na avaliação do organizador do livro, o “choque de gestão” teve o efeito de transferir renda da população em geral para os grandes empresários, no chamado “estado empresarial”.

Mas, e os bons resultados eleitorais de Aécio no Estado?

Segundo Gilson, o hoje senador conseguiu isso às custas de propaganda (aliás, Reagan era chamado de O Grande Comunicador e se reelegeu com o mote propagandístico “É manhã de novo nos Estados Unidos”).

De outra parte, através do estrito controle dos meios de comunicação — o que merece um capítulo especial no livro. Segundo Gilson, existe uma estrutura no governo, com mais de 30 jornalistas, cuja função é exercer o controle sobre a mídia local.

A importância da publicação está em oferecer um contraponto ao discurso unificado que o Brasil ouve sobre Minas Gerais sob Aécio-Anastasia.

[Quer mais conteúdo exclusivo como este, que não se vê por aí? Assine o Viomundo]

Ouçam, abaixo, a entrevista na íntegra.

 

45 Comentários para “Aécio controla mídia para evitar críticas ao “choque de gestão”, diz autor”

  1. sáb, 28/06/2014 - 6:41
    carlos

    O Humberto ou é doido ou se faz, ele fez com a midia DE MINAS O QUE SÃO PAULO FEZ COM A MIDIA EM SAMPA, COMPROU, SIMPES ASSIM SEU humberto vá se informar.

  2. qua, 13/11/2013 - 21:23
    JACÓ

    É a velha idiotia do aócio never, midia é feita para enganar.

  3. qua, 13/11/2013 - 20:03
    Vicente

    Exatamente isso. Os estados que mais dependem do setor externo foram os que mais cresceram no governo Lula: Minas, Maranhão, Pará, Espírito Santo. Como a conjuntura virou virou no governo Dilma, esses estados tendem a crescer menos.
    Aliás, o cidadão justifica os melhores índices índices no IDEB a políticas anteriores. Ok pode ser, e isso vale também para o Brasil como um todo . Mas será que os prêmios e bônus dados às melhores escolas não são um incentivo?

  4. qua, 13/11/2013 - 10:56
    Euler

    Aecio e Anastasia destruíram a carreira dos educadores de MG. Burlaram a Lei do Piso, para não pagá-lo, confiscaram todas as gratificações e vantagens conquistadas pelos professores ao longo de muitos anos. Para a polícia, foi dado reajuste de 100 por cento, enquanto que os educadores, apenas 5 porcento no final do mandato. Resultado: um PM receberá em 2015 Rs 4.000,00 de salário inicial, enquanto um professor receberá Rs 1.400,00 de salário total. Mais repressão, menos educação, esta é uma das características do choque de gestão.

    Além disso, praticamente todas as instituições em Minas são compradas. A começar pela mídia, que consegue a proeza de ser pior até do que a de SP. São 11 anos blindando o governo Aecio-Anastasia e atacando o governo federal. Na propaganda, Minas é o paraíso; na prática a realidade é outra.

  5. qua, 13/11/2013 - 9:19
    laura

    Muito bom!

  6. qua, 13/11/2013 - 2:09
    Adriano Medeiros Costa

    Não por acaso, Aécio sempre é mostrado pela grande mídia como alguém com pinta de estadista…

  7. ter, 12/11/2013 - 21:57
    anderson

    http://www.novojornal.com/politica/noticia/estelionato-do-psdb-desvia-3-bilhoes-de-fundo-previdencia-06-11-2013.html
    Estelionato do PSDB desvia R$ 3 bilhões de fundo previdenciário
    Manobra do Governo na ALMG retira condicionante para extinção do FUNPEMG permitindo desvio de R$ 3 bilhões pertencentes aos aposentados
    O Governo de Minas vem amparado em interpretações e acordos políticos celebrados com o Tribunal de Contas do Estado e em modificações legislativas, claramente inconstitucionais, aprovadas devido a sua ampla maioria na ALMG praticando estelionato nas contas públicas que somados os ocorridos na área de saúde, educação e agora previdenciária já ultrapassam R$ 30 bilhões de reais.

    Neste cálculo não se inclui o valor da “área de sombra orçamentária”, nem o acúmulo da dívida pública, ambos criados com o midiático “Choque de Gestão”. O hoje senador, ex-governador Aécio Neves responde atualmente a processo por este ilegal comportamento em relação ao desvio de R$ 4,5 bilhões da área da saúde.
    Existem ainda outros inquéritos em função desta prática em andamento, e novas ações fatalmente virão, porém isto pouco importa ao governo do PSDB, que se sente acima do bem e do mal, pois está amparado pela gritante cumplicidade da Procuradoria Geral de Justiça e do TJMG.

    Nessa terça-feira (5) o funcionalismo público mineiro foi informado de mais um estelionato praticado pelo governo do PSDB, desta vez, através da utilização indevida pelos deputados da base do governo do PSDB na ALMG dos mandatos populares a eles conferidos, para ao contrário de representá-los e defendê-los, retirar seus direitos, permitindo que o Executivo aproprie-se de seu patrimônio previdenciário através de manobras imorais.

    Evidente que vivemos em um período de total anomalia representativa, onde os detentores de mandato conseguidos através do voto popular desprezam seus eleitores e debocham da opinião pública, tendo em vista que em sua grande maioria foram eleitos através de acordos que envolvem outras obrigações que não a defesa dos interesses dos eleitores.

    A previdência em Minas é composta de dois fundos:

    Fundo Financeiro de Previdência – FUNFIP, ao qual compete prover os recursos necessários para garantir o pagamento dos benefícios dos servidores cujo provimento tenha ocorrido até 31 de dezembro de 2001.

    Fundo de Previdência do Estado de Minas Gerais – FUNPEMG ao qual compete prover os recursos necessários para garantir o pagamento dos benefícios dos servidores cujo provimento tenha ocorrido após 31 de dezembro de 2001.

    O FUNFIP, para cumprir com suas obrigações exige um aporte de recursos do tesouro da ordem de 700 milhões de reais mensais. Já o FUNPEMG, por ser mais recente tem em caixa mais de 3 bilhões de reais.
    Entenda a manobra que viabilizou o estelionato no FUNPEMG

    A Assembléia legislativa de Minas Gerais analisava o Projeto de Lei nº 37 para alterar as Leis Complementares nºs 64, de 2002, e 100, de 2007, para incluir, no Conselho de Administração, no Conselho Fiscal do Fundo de Previdência do Estado de Minas Gerais e no Conselho Estadual de Previdência, representante da Defensoria Pública do Estado de Minas Gerais.

    Na votação de segundo turno, foi apresentada emenda pelo Deputado Zé Maia (PSDB), a emenda nº 2 que pretendia dar nova redação ao art. 53 da Lei Complementar nº 64. O que não foi percebido pelos presentes, nem sequer informado pelo autor, é que a redação deixava de transcrever o parágrafo único do artigo, o que na prática significa sua supressão.

    A pauta de votação deste dia havia sido acordada entre a situação e a oposição, razão pela qual ninguém supunha a utilização indevida de um dispositivo legislativo.

    O parágrafo suprimido impedia a extinção do Fundo de Previdência de Minas Gerais – FUNPEMG a menos que fosse realizado um plebiscito entre o conjunto de contribuintes.

    A má fé da prática fica evidente devido à rapidez com que a matéria foi sancionada no Executivo (aprovada no dia 30 e sancionada no 01) o golpe foi bem executado. Para evitar qualquer reação em flagrante ilegalidade a emenda somente foi publicada no dia 05 de novembro, ou seja, quatro dias depois de ser sancionada, mesmo dia em que foi lido no plenário da Assembléia o Projeto de Lei Complementar que extingue o FUNPEMG e revertem todos os seus recursos ao FUNFIP.

    Na prática isto significa que o governo deixará de aportar ao FUNFIP os 700 milhões de reais mensais para utilizá-los para tampar o rombo das contas públicas e utilizará os recursos do Fundo extinto para o pagamento das obrigações previdenciárias escondendo da sociedade mineira as dificuldades financeiras que o choque de gestão trouxe ao Estado de Minas Gerais.

    De conformidade com o Código Penal brasileiro o estelionato é capitulado como crime econômico (Título II, Capítulo VI, Artigo 171), sendo definido como “obter, para si ou para outro, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil ou qualquer outro meio fraudulento.”

  8. ter, 12/11/2013 - 15:18
    leandro

    Se o cara é tão ruim, como ganha todas no estado e sem segundo turno?

    • ter, 12/11/2013 - 17:01
      Francisco Antonio da Silva

      Infelizmente, meu querido estado de Minas Gerais não passa de um grande “curral eleitoral ou glotões eleitorais”, meu caro. Esta é a razão mas isso não vai durar muito mais tempo.

      • ter, 12/11/2013 - 18:53
        Leandro

        SP também? Porque pela lógica de vocês, todo estado que não é governado pelo Pt é curral. E os estados que o Pt governou e o povo não quis repetir a dose?

      • ter, 12/11/2013 - 23:16
        Sagarana

        Hoje o grande curral eleitoral se chama Bolsa Família. Por isso a proposta apresentada no Senado, por Aécio, para institucionalizar o programa. O PT vai ter que explicar porque é contra essa institucionalização. Se possível for.

    • dom, 17/11/2013 - 12:33
      Humberto

      Tente encontrar no Jornal “Mineiro” algo sobre o Senhor Aécio.

    • qui, 21/11/2013 - 17:48
      Ary

      Ele ganha todas porque tem as empresas de comunicacão que faz a cabeca das pessoas que não pensam e passam pela vida como maria vai com as outras. Vai na internet e procure saber o rombo que ele deu em MG e ai eu tenho certeza que vc não vai mais votar nele. PENSE E PESQUISE….

  9. ter, 12/11/2013 - 14:29
    Edno Lima

    São dez anos que Aécio está enganando os meneiros somente na base da propaganda? Será que os mineiros são tão distraídos assim?

    • ter, 12/11/2013 - 14:51
      Edno Lima

      Digo, mineiros….

    • qua, 13/11/2013 - 8:05
      Maria Mor

      Ora, ora, caríssimos aecistas. Vocês apresentam perguntas e comentários muito simplórios , o texto fala de projetos maquiavélicos, preparados , arquitetados minuciosamente pela nobreza, que ainda não entendeu que a idade média já se foi , e assim tenta a todo custo impor e controlar seus desvarios. E sabemos todos que é no espaço do público é que eles iram mamar. Ainda temos uma população desviada dos interesse políticos e maquiavelicamente induzidas a vivenciar outras questões como prioridades na vida. O poder da mídia, e não só entendida como a jornalística, mas tudo que for inventado para deter a atenção dos sujeitos e assim dispensar a participação social em tudo que diz respeito a existência humana. Vocês negam o poder da mídia? Da mídia católica, da evangélica, da jornalistica, do besteirol…Só se vocês forem tolos para denegar a força que tem a repetição , forçada da mesmice… todo dia , toda hora em todo o tempo e lugar….sempre a mesma coisa , assim , com o tédio e a descrença aceita-se qualquer coisa e ai´a cara de quem está espalhada por todos os lugares e com alguns dizeres que expressa o ideal , uma mudança… é a do tolo do aécio. Se não entenderam, talvez vocês conseguem compreender idealizando os efeitos do marketing? Aí voc~es dão conta de entender.

    • qua, 27/11/2013 - 18:49
      Clodoaldo Massardi

      Infelizmente os mineiros acreditam nas propagandas que, mostra uma realidade destorcida ea maioria dos mineiros continuam votando nesses enganadores. mas acho que, nas eleições de 2014 a coisa será diferente.

  10. ter, 12/11/2013 - 14:24
    RicardãoCarioca

    É só ler o http://www.novojornal.com/ para entender melhor.

  11. ter, 12/11/2013 - 13:17
    Eduardo

    Trimtrimtrim!Acorda Bruce! Falconi é consultor do Governo Mineiro (PSDB).

  12. ter, 12/11/2013 - 12:56
    simonebh

    Finalmente uma oportunidade de divulgação da verdadeira situação do nosso estado sob o (des)governo Aécio/Anastasia. O tal livro sobre o choque de gestão foi pura propaganda desde aquela época, para justificar as aposentadorias compulsórias, a limitação do estado e sua desconstrução, características do neoliberalismo que assolou o País. Parabéns e obrigada ao Viomundo por esta divulgação.

  13. ter, 12/11/2013 - 11:12
    Flugzeug Abwer Kanonen

    Não existe “blindagem” midiática que resista à “munição sabot” chamada VERDADE.

    Mas, só enxerga a verdade quem quer.

    Os demais sambam o samba do crioulo doido:

    “me engana, me engana, me engana que eu gosto, me engana…”

  14. ter, 12/11/2013 - 9:20
    Fábio Gomes

    O sujeito surra duas vezes o petista Nilmário Miranda, vencendo as eleições para o Estado em primeiro turno; elege o sucessor, elege-se senador e tudo é fruto de propaganda! Propaganda boa, hein!!

    • ter, 12/11/2013 - 10:20
      Luiz (o outro)

      Assim como muitos paulistas, tem muitos mineiros extremamente conservadores e reacionários… mas um dia essa gente ainda vai evoluir…

  15. ter, 12/11/2013 - 7:48
    Carlos

    Galera, este sujeito não decolou e nem decolará. Candidatura nati-morta! Talvez eu me engane muito, mas ao sacar que a população não adere às suas mentiras, este cidadão deverá conceder a “honra” de ser candidato pelo partido deles a triste figura do Serra.

  16. seg, 11/11/2013 - 23:54
    Walter

    Choque de Gestão?
    O ICMS ST que esse sujeitinho introduziu no estado, aumentou a carga tributária, aumentou o custo administrativo do comércio ao ponto de que hoje é mais barato comprar o mesmo produto em outro estado pela internet.

  17. seg, 11/11/2013 - 23:28
    Sagarana

    Se a verdadeira intenção do missivista fosse fazer uma análise da economia mineira durante os governos Aécio-Anastasia seria esperado que ele apresentasse dados do período 2003 para cá. Ele preferiu pinçar dados de um único trimestre de 2013. Desonestidade primária. Aécio surfou a mesma onda da expansão econômica que Lula. Os resultados eleitorais em Minas indicam que ele surfou bem melhor. Ganhou TODAS, no primeiro turno. Olé!

    • ter, 12/11/2013 - 10:16
      Luiz (o outro)

      E desde quando resultados eleitorais tem necessariamente a ver com boa administração? É cada raciocínio ridículo dessa tucanalha…

      • ter, 12/11/2013 - 15:33
        sagarana

        Tem a ver mas não necessariamente. No caso do “governo” Lula não tem nada a ver! Talvez por isso ele nunca ganhou no primeiro turno, apesar de ter mais de 100% de aprovação, segundo o vox popoli.

  18. seg, 11/11/2013 - 23:05
    Fabio Passos

    Triplicou a dívida, aumentou os privilégios ao capital e deixou a área social abandonada… aécio é uma fotocópia de fhc! rsrs

    Em 2014 o psdb-PiG será varrido do mapa!
    E o povo de Minas, SP e de todo o Brasilserá muito mais feliz.

    • qua, 13/11/2013 - 9:32
      Nelson

      FHC foi mais além, Passos.

      A dívida pública brasileira, no início do mandato dele era de R$ 64 bilhões. Quando ele entregou o poder ao Lula, oito anos depois, a mesma dívida já era de R$ 687 bilhões.

      Detalhe importante. FHC privatizou quase 70% do nosso patrimônio – democraticamente, sem nos consultar, é claro – dizendo que ia utilizar os recursos arrecadados com as privatizações para a amortização dessa dívida.

      Que grande administrador esse FHC e sua turma de especialistas em tudo.

  19. seg, 11/11/2013 - 22:48
    pai

    Vemos comentários de todo o tipo e de todo o lugar. Similarmente, Lulla e Dilma tem seus fracassos magnificados por qualquer texto.
    Mas a melhor parte é o início. O estado é ineficiente e perdulário. É SIM!!
    Materia interessante sobre a explosão de servidores públicos:
    http://dinheiropublico.blogfolha.uol.com.br/2013/10/24/proporcao-de-servidores-publicos-na-populacao-ocupada-e-recorde/

    “Ahhhhh mas é do PIG”. Não importa.
    Quanto mais governo, mais ineficiência e mais fracasso.
    Devemos sim privatizar o que for possível, para o bem dos usuários.

    • ter, 12/11/2013 - 9:54
      Ulisses

      O que o Pai espertamente esquece é que comparado aos demais países do mundo, a relação servidor publico x população ainda é muito baixa, principalmente se pensarmos nos programas sociais, educacionais e econômicos desenvolvidos no Brasil. O Brasil tem o maior programa de distribuição de renda do planeta, escolas publicas em todos os níveis, 1º, 2º e 3º grau, programa publico de saúde SUS que a maioria dos países não tem (EUA). Exemplo: Relação servidores/1000 habitantes. Alemanha 6,10; Áustria 20,84; Canada 10,97; Coréia 11,75; a quebrada Espanha 19,15; EUA 9,82; França 38,47; Hungria 27,22; Irlanda 54,86; o supostamente eficiente para a Mídia México 8,46 e o Brasil 5,52! O PAI esquece que não estamos no tempo do FHC de desmobilização do serviço público e sem internet. Hoje com a internet qualquer mentiroso discurso neoliberal fajuto tem pernas curtíssimas e é desmistificado. Vai cuidar da prole PAPAI!

    • ter, 12/11/2013 - 17:28
      JoãoP

      Peço licença para uma correção: o autor se enganou na última frase, o correto é
      “Devemos sim privatizar o que for possível, para o bem dos empresários”.

  20. seg, 11/11/2013 - 21:10
    Bruce Guimarães

    É muito blá blá blá!!! Minas tem a melhor educação do Brasil, isso é fato, quem diz é o MEC, não é militante de sindicato não! No mais, leiam o livro Choque de Gestão em Minas Gerais, da editora UFMG, que tem um dos autores Vicenti Falconi, e verão os resultados da gestão mineira na era Aécio Neves/Anastasia!

    • ter, 12/11/2013 - 7:25
      Luís Carlos

      Vicente Falconi é o que recomenda cortar recursos de vigilância em saúde no choque de gestáo? No RS fizeram isso pela consultoria dele, e o RS viveu seu pior momento com a dengue e febre amarela na época do governo Yeda.

      • ter, 12/11/2013 - 12:40
        Ítalo Agra

        Lógico que Vicente Falconi vai referendar os governos que a consultoria dele faturou. Lógico que se todo o sistema escola foi ajustado para produzir indicadores, que os resultados das escolas vão melhorar. O milagre de Pernambuco também é uma farsa.

    • ter, 12/11/2013 - 13:22
      Leandro_O

      Óh céus, ó vida. Esse fulano citado é justamente um dos que encabeçam a implantação de procedimentos típicos de empresas privadas (que visam lucro – sobre qualquer outra coisa, virtude ou princípio) na administração pública. Ele, junto a certas ONGs (como MBC e Brava) que são patrocinadas por grandes empresas e detentores de capital, como a família Marinho, Lemann, Moreira Salles (aquela mesma que monopoliza a exploração do polêmico nióbio), etc. etc. E depois acham estranho que falam em redução de carga tributária.

  21. seg, 11/11/2013 - 20:40
    taxista

    Até que enfim uma divulgação verdadeira de como são as coisas aqui em MG!
    Fico feliz em saber que ainda temos como sair das garras desta quadrilha!
    As coisas aqui em MG vão começar a pegar, tem varios movimentos se organizando e breve breve as ações irão acontecer. Aqui em BH o prefeito, cria de Aécio e Pimentel(Pimentécio)anda aprontando horrores!
    É só vcs olharem no face o movimento Salve Santa Tereza, é um trdicional bairro de BH que o prefeito quer descracterizar com a sua ouc operação urbana consorciada!

  22. seg, 11/11/2013 - 19:28
    Leleco

    Ta´morrendo de medo de não ganhar nem voltando a tentar em Minas . No Link ” http://www.barbacenaonline.com.br/noticias.php?c=12081&inf=11” , fica uma dúvida : As Patrulhas mecanizadas sendo distribuidas em Minas , com Logotipo do governo de Minas , para várias pequenas cidades aliadas aos tucanos , representam outro programa , paralelo ao Federal , ou seria caridade com chapéu alheio , misturado a desespero pré eleitoral ? Vai ter Caçamba dando trombada em Retro e Patrol por Minas afora. Seria o tal choque de Gestão ? ou seria para um túnel até a praia do Leblon ?Sugestão para que a Blogosfera apure isso melhor. Esse quebrou Minas e ninguém diz nada.

  23. seg, 11/11/2013 - 19:15
    Luís Carlos

    É isso. Choque de gestão é reduzir políticas sociais e ampliar desonerações fiscais para muito ricos ficarem ainda mais ricos, pagando menos impostos que sustentariam as políticas sociais. Dinheiro para “amigos e comparsas” fundamentado na “técnica” e “sem política e ideologia”.

  24. seg, 11/11/2013 - 18:41
    hc.coelho

    O aécio falou tanto no pibinho do país e agora o seu governo com o anastasia, choque de gestão para inglês veer, etc, apresenta o pior desempenho do país, com pib negativo, NEGATIVO, NEGATIVO. O tal choque de gestão só valeu enquanto o governo federal ajudou, mas quando dependeu do governo do estado aécio/anatasia só definhou. E isto pioroando e abandonando a segurança pública que era uma das melhores o pais e não é mais. Mas eles tem o pig(zinho) do estado nas mãos e só aparece o que querem.

  25. seg, 11/11/2013 - 18:36
    Marcos Antonio Silva

    Todo governo tucano anuncia e cumpre quando diz que promoverá um choque de gestão. Basta que o cidadão tenha coragem de enfiar o dedo na tomada em qualquer prédio público…serve fio desencapado também. Essa é a verdade!

    • qua, 23/04/2014 - 11:09
      Célia Maria

      MARCOS, APESAR DA GRAVIDADE DA SITUAÇÃO, VOCÊ CONSEGUIU ME FAZER RIR COM SUA OBSERVAÇÃO ESPIRITUOSA, CRÍTICA,PORÉM MUITO VERDADEIRA.

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