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Diário da Resistência


Tarso Genro: Judiciário é o caminho da direita para “escapar” da política
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Tarso Genro: Judiciário é o caminho da direita para “escapar” da política


26/12/2012 - 10h43

Política| 23/12/2012 | Copyleft

Alfred Döblin faz lembrar nosso glorioso PT e outros tantos anos novos

O fim da miséria, que já está no horizonte, é impulso para exigências mais complexas e isso exige um partido capaz de reestruturar a democracia brasileira, com mais democracia, mais participação e transparência e mais combate às desigualdades. Se o nome “refundação” ainda fere, por equívoco, ouvidos mais sensíveis, falemos em renovação de fundo e de forma. Não para fugir das nossas raízes, mas para ancorá-las no presente das novas classes trabalhadoras, das novas classes médias, das novas formas de produzir e distribuir riqueza. O artigo é de Tarso Genro.

Tarso Genro (*), na Carta Maior

Na introdução ao seu “Berlim Alexanderplatz” (1929) o grande escritor Alfred Döblin, da mesma estatura intelectual — artística e moral — de Thomas Mann, disse que escrevia um livro sobre o personagem Franz Biberkopf, que representava os que habitam uma pele humana e com os quais acontece “querer mais da vida do que pão e manteiga”.

Lembro esta passagem lapidar da introdução de Döblin, porque sendo parte do grupo de dirigentes históricos minoritários no PT — desde a época que ocorreram os fatos que originaram a Ação Penal 470 — e tendo assumido a presidência do Partido num momento difícil da sua existência afirmei, em diversas oportunidades, que nenhum partido era uma comunidade de anjos. O que era afirmar o óbvio num momento em que dizer o óbvio parecia uma agressividade contra o meu próprio Partido.

Passados vários anos daquele fato e quase terminado o julgamento daquela Ação Penal, é bom retomar o fio da história presente para refletir, no período que se convenciona planejar o “ano novo”, sobre o futuro da esquerda e do PT. Pensar também sobre o futuro do nosso país, que nos últimos dez anos vem sofrendo grandes transformações econômico-sociais.

Brasil novo sujeito político no cenário mundial; Brasil tirando da miséria 40 milhões de pessoas; Brasil com os sindicalistas, os “sem-terra”, “sem teto”, “sem emprego”, sentados na grande mesa da concertação e da democracia; Brasil do Prouni, do Fundeb, da reestruturação das funções públicas do Estado; Brasil do baixo desemprego, inflação baixa e juros baixos; Brasil da nova Política de Defesa; Brasil da classe média ampliada e de melhores salários no setor público e privado; Brasil da Polícia Federal que age — em regra — segundo a Lei e a Constituição.

Brasil em que todas as instituições do Estado cometem seus erros e acertos dentro das regras do jogo constitucional.

É ingenuidade perguntar qual o Brasil que transita no debate político: este, descrito acima, ou o Brasil da Ação Penal 470? Ou melhor, porque o Brasil que se debate é predominantemente o da Ação Penal 470 e não o Brasil legado, até agora, pelo centro progressista e pela esquerda, sob a hegemonia do Partido dos Trabalhadores? Quem compôs esta agenda e por que ela é agenda hegemônica? As respostas a estas perguntas serão a base da compreensão dos partidos sobre o que ocorrerá bem além de 2018.

Aponto dois motivos básicos, que são fortes para manter a Ação Penal 470 — e a manterão por muito tempo — como o centro de todas as estratégias políticas da direita, em geral, e da oposição midiática, em particular. O primeiro motivo é que, através da judicialização do processo político, poder-se-á criar a ilusão que é possível escrever um novo Brasil — mais decente e mais democrático — por fora da política, logo, principalmente através de decisões do Poder Judiciário, que é pouco influenciável pelos movimentos sociais populares e muito influenciável pela “opinião pública” da mídia conservadora.

O segundo motivo, ligado ao primeiro, é que este “deslocamento” da luta política para o âmbito do Judiciário poderá funcionar como uma alternativa à hegemonia do PT e da esquerda no âmbito eleitoral, já que a oposição conservadora, que sucateou o Brasil quando esteve no poder (representada pelo demo-tucanato) não ofereceu, até agora, nenhuma esperança de poder nos próximos anos. Assim, o Poder Judiciário, erigido — como está sendo proposto — à condição de grande menestrel da moral pública e da ética política, poderá transformar-se no centro político da vida política nacional, esvaziando a luta ideológica, programática e política, entre os partidos, nos movimentos e no Parlamento.

É construída, desta forma, a substituição dos Partidos, do Parlamento e dos movimentos sociais, pelo Poder Judiciário, através deste processo de “judicialização da política”. Sobre esta judicialização, o voto popular não pode exercer nenhuma influência direta ou visível, pois sobre o Poder Judiciário os jogos de influência são absolutamente restritos, totalmente elitizados e manipuláveis por poucos grupos sociais, o que, aliás, é normal em todas as democracias do mundo, como sempre analisava e reconhecia o mestre Norberto Bobbio.

Assim, a Ação Penal 470 continuará sendo — se o Parlamento e os Partidos não reagirem com reformas sérias que deem mais dignidade ao fazer político democrático — o centro do debate pautado pela mídia e pela direita anti-Lula. A oposição partidária não conseguiu — ao longo destes oito anos — configurar um projeto alternativo convincente em torno da hegemonia do capital financeiro, pois os interesses empresariais que lhes davam sustentação plena — tanto locais como internacionais — não estão mais unificados pela pauta neoliberal.

O surto de crescimento e desenvolvimento das forças produtivas no país, durante os governos Lula, e a crise aguda do modelo neoliberal na Europa, que prosseguiram com o governo da Presidenta Dilma, abalaram esta unidade.

A unidade foi possível até a situação de crise que levou o país ao Plano Real, cujo resultado no desenvolvimento econômico, foi marcar regras mais claras para que os agentes econômicos pudessem planejar o futuro em torno de uma moeda estável, também retirando do Estado as condições de manipular o seu planejamento financeiro, utilizando a inflação. Como o PT e a esquerda foram protagonistas essenciais do período pós-real, no qual ocorreram formidáveis mudanças sociais e econômicas, é natural que tanto o Partido como os seus dirigentes sejam alvos de uma forte tentativa de neutralização dos seus méritos, através da exacerbação de seus defeitos ou limitações.

Mas estes, como se sabe, não são somente originários de condutas individuais estimuladas pelo sistema político atual e pela história pouco republicana do Estado brasileiro, mas também fazem parte, em maior ou menor grau, das “regras do jogo” de qualquer democracia. Refiro-me, aqui, às condutas que são formas não transparentes de promoção de políticas de estado, não aos delitos que sejam cometidos em qualquer época. Estes, os delitos, são normalmente de conta de Poder Judiciário, mas é costumeiramente depois do seu julgamento que passam a integrar, com maior ou menor intensidade, os debates eleitorais e as críticas que os partidos assacam, uns contra os outros, para ressaltar a sua própria autenticidade.

Os partidos democráticos e republicanos, independentemente da sua ideologia específica, devem compartilhar da luta para reduzir ao máximo estes aspectos perversos de qualquer democracia, sem criar a ilusão cínica que um processo judicial — seja ele qual for e contra quem for — terá a capacidade de iniciar uma “era de fim da impunidade”. Criar a ilusão de que iniciaremos, com qualquer processo judicial, uma era de “fim da impunidade”, é criar condições políticas para que, se a oposição atual chegar ao poder, por exemplo, ela não seja punida pelos seus erros e delitos, porque a Ação Penal 470, afinal, já fez “a limpeza necessária no país”, o que é uma supina fraude informativa.

Vou mencionar dois fatos midiáticos típicos, que simbolizam todo um período de luta política no país, que certamente serão arrolados aos milhares em teses acadêmicas futuramente apresentadas a bancas especializadas, o que ocorrerá certamente nos próximos dez anos. O primeiro, apoia-se numa entrevista concedida pelo meu especial amigo, ministro Ayres Britto — diga-se de passagem, ministro honrado e qualificado intelectualmente — que diz (Zero Hora 23.12.12 pg. 8): “O que estamos aqui julgando é um modo espúrio, delituoso, de fazer política. A política é mais importante atividade humana no plano coletivo.”

A afirmativa constante nas declarações do ministro Britto, que sintetiza muito bem a posição do Supremo na Ação Penal 470, elege um ponto de partida perigoso para orientar julgamentos numa Corte Suprema que é sim, também, uma Corte política.

É uma Corte, porém, que não tem poderes para julgar “o modo de fazer política”, logo a própria política — que é feita de diferentes modos em distintos contextos históricos — e que é uma “atividade humana coletiva”, como bem diz o ministro Ayres Britto. Os poderes que são dados ao Supremo pela Constituição, em processos criminais, são para julgar comportamentos devidamente individualizados pelo Ministério Público, como determina a Constituição.

Aceitar que o Supremo possa julgar a “política” é promover a possibilidade de incriminações em abstrato de toda uma comunidade partidária ou de governos, como é comum em regimes de força. A Suprema Corte é uma corte política, porque seus julgamentos têm, muitas vezes, largos efeitos políticos sobre vastos períodos históricos e porque, na análise e na aplicação das normas, sempre pendem coordenadas políticas e convicções ideológicas.

O Supremo não é uma Corte política porque seja o julgador da esfera da política, pois esse tipo de julgamento, no Estado Democrático de Direito, é prerrogativa do povo, em eleições periódicas. E do Parlamento em procedimentos regulados. A conveniência política, por exemplo, em liberar uma emenda parlamentar (destinada a promover um investimento público numa região do país) visando uma votação da Câmara Federal, é uma política encravada na formação da nossa República. É hábito (negativo) do nosso sistema político, mas não constitui qualquer delito, se a liberação for feita dentro das regras vigentes. Fisiologismo parlamentar não é da órbita do Supremo: isso é política, em sentido negativo, é má política; mas é política, usada por todos os governantes para governar dentro da democracia.

Isso só pode ser desmontado por uma reforma política, não por decisões judiciais.

O Ministro afirmou, portanto, que “estamos julgando um modo de fazer política”, o que implica em dizer que os fatos eventualmente delituosos passam pelo juízo preliminar sobre o “modo de fazer política”. Isso é um rotundo equívoco. Quem julga o “modo de fazer política” é o parlamento e o povo: o parlamento em procedimentos regrados pela Constituição e pelo Regimento Interno das Casas Legislativas e o povo em eleições periódicas. Ou seja, posicionar-se o Juiz, no caso concreto, sobre a “política que está sendo feita” — já tida pelo Magistrado como “espúria” e “delituosa” — é restringir a ampla defesa.

A partir daquela convicção, o exame do comportamento individualizado dos réus passa a ser secundário, pois eles são agentes “de um modo espúrio e delituoso” de proceder: criminosos previamente identificados.

Assim, o indivíduo, como réu, subsome-se na criminalização da política presumidamente feita pelo governo e não tem saída nem defesa. O julgamento passa a ser principalmente o julgamento de um “modo de fazer política”, que tanto envolve os réus — integrantes do coletivo político considerado como espúrio e delituoso — como também todos os que estiveram ligados, direta ou indiretamente, às políticas de governo. Todos são culpados: inculpação em abstrato, que foi obrigada a buscar algum tipo de sentido na interpretação ampliada do “domínio funcional dos fatos”, para tentar justificar racionalmente as condenações.

O adequado às funções de uma Corte Superior em julgamentos desta natureza é apanhar os fatos e atos (individualizados na denúncia do Ministério Público) e contrastá-los com as normas que regulam as funções dos agentes públicos. Este contraste é que possibilita a criminalização, ou não, das condutas políticas dos indivíduos, através do sistema de direito. Este é o sistema que dá ordem, materialidade e previsibilidade ao sistema político e que pode promover tanto julgamentos políticos nas esferas pertinentes, como consolidar juízos públicos sobre partidos e indivíduos, com influência nos processos eleitorais.

A partir deste percurso, da quantidade das pessoas envolvidas nos delitos, da gravidade das violações legais e dos efeitos destas, sobre as funções públicas do estado, é que uma política de governo, no seu conjunto, pode ser taxada como “espúria” e “delituosa” e daí julgada pela soberania popular.

O que se constata, em contradição com os fundamentos da sentença da Ação Penal 470, é que o “modo de fazer política” do governo Lula (que na verdade não estava formalmente em julgamento na ação referida) levou o Brasil a um formidável progresso social e econômico, a um avanço democrático extraordinário, a um prestígio internacional inédito, que coloca o cidadão comum na velha disjuntiva: é melhor ter um governo que tenha um modo “espúrio” e “delituoso” de fazer política, que nos consiga tudo isso, ou um governo inepto, mas sério, no qual nós continuamos na marginalidade histórica e social?

Como a disjuntiva promovida pela decisão do STF é falsa, o cidadão comum — que é o principal objeto da manipulação midiática em torno do julgamento — responde por instinto de classe e pelo princípio da aparência imediata (“de onde vêm estes ataques?”): “prefiro o Lula e agora a Dilma, pois alguém está certamente me enganando nesta história toda”. E assim começam as pessoas a prestar atenção em quem serão os beneficiados pela eliminação da memória popular dos governos do Presidente Lula e do seu suposto modo de fazer política.

A razão histórica de caráter udenista do Supremo, julgando uma política “espúria” e não os réus, torna-se uma contribuição para uma razão cínica imediata, erguida sob premissas falsas (“prefiro” — pensa o povo — “quem rouba, mas faz”), mas a seguir se refaz como autoconsciência do protagonismo democrático do povo: “vamos reeleger a nossa Dilma, porque ela é uma boa continuadora do nosso Lula”.

Uma oposição sem rumo e sem propostas recebeu de presente um processo de judicialização da política, feito dentro da ordem jurídica e política atual, compartilhado pelo esquerdismo travestido de UDN pós-moderna. Não tinha como aproveitar, pois estava envolvida demais com o fetichismo neoliberal, com suas divisões internas, com a sua ausência de compreensão do país e do seu povo.

O segundo fato, ao qual quero referir, merece menos reflexão, mas não é menos significativo. Num dia desses, às 7h34 da manhã, na Globo News, a simpática Cristiana Lobo anunciava o seguinte, literalmente: “A CPI do Cachoeira não termina, enquanto isso o bicheiro ganha liberdade”. Atenção, a “culpa” do suposto delinquente ter saído da prisão não é decorrente de uma decisão do Poder Judiciário, que já estava condenando dirigentes petistas a pesadas penas, num processo altamente politizado. A culpa, sugere a notícia, foi da CPI, que é dirigida por um petista, que ainda não terminara certamente o seu trabalho “espúrio”.

A culpa é, pois, da política e dos políticos, parece badalar o oposicionismo sem rumo.

Em todo este contexto, a Ação Penal 470, que poderia ser um grande marco de afirmação do Poder judiciário e de ressignificação da política em nosso país, tornou-se predominantemente uma arena de desgastes tentados contra Lula, a esquerda e o PT, como partido que lidera este formidável processo de mudanças no país: a judicialização da política despolitizou a oposição e empobreceu, ainda mais, nosso sistema político já falido.

É certo, porém, que esta ação penal não é apenas fracasso, o que poderá ser testado com os próximos processos que já estão em curso, que certamente não terão o mesmo interesse midiático que esta ação despertou. Mas ela incidiu largamente sobre o futuro do país e reorganizou a pauta dos partidos e da mídia: hoje a questão já é “o que faremos em 2018?” O “esquema” visivelmente não deu certo: Dilma, Lula e o PT, vão ganhar as eleições em 2014 pelo que já legaram ao país. Com isso, não estou dizendo que o Poder Judiciário entrou em algum esquema previamente concebido, mas que foi devidamente instrumentalizado e “aceitou” esta instrumentalização ora falida.

Trata-se, agora, nós da esquerda e do PT, de nos prepararmos para as próximas eleições de 2014 com Dilma, mas inaugurando uma nova estratégia. Descortinando — já a partir das próximas eleições presidenciais — os traços largos e os largos braços de um programa destinado a reestruturar a democracia brasileira, para mais democracia com participação cidadã, mais transparência com as novas tecnologias infodigitais, mais combate às desigualdades sociais e regionais. Sobretudo partindo da compreensão que todos “querem mais da vida do que pão e manteiga”, como dizia Döblin do seu personagem.

O fim da miséria, que já está no horizonte, é impulso para exigências mais complexas por parte de todo o povo e isso exige, também, um partido dirigente que supere os velhos métodos de direção tradicionais, que normalmente são apenas reativos às conjunturas às vezes difíceis, que atravessam os seus líderes: um partido que trate o cotidiano como tal, mas pense no processo e na História. Pensar em 14 pensando em 18. Neste ano de 2018, independentemente da qualidade dos nossos governos, o sentimento de renovação já estará em pauta no Brasil, face às próprias transformações que engendramos nos quatro governos seguidos, que provavelmente já teremos protagonizado no país.

Pensar assim é tarefa do Partido, não é tarefa de governo. A menos que abdiquemos da nossa função de sujeito político e passemos a ser um escritório de explicações sobre o passado. Se o nome “refundação” ainda fere, por equívoco, ouvidos mais sensíveis, falemos em renovação de fundo e de forma. Não para fugir das nossas raízes, mas para ancorá-las no presente das novas classes trabalhadoras, das novas classes médias, das novas formas de produzir, prestar serviços e distribuir riqueza, dos novos mundos da economia criativa, das novas formas de produção da inteligência, dos novos estatutos de relacionamento global, das novas demandas que não são necessariamente de classe, mas ingredientes básicos de uma sociedade justa e, sobretudo, mais e mais feliz.

O nome disso é “novo socialismo” ou “nova social-democracia”: isso quem decide não é o partido.



(*) Governador do Estado do Rio Grande do Sul

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41 comentários

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Sul 21 » A direita brasileira e o sadomasoquismo

03 de janeiro de 2013 às 10h10

[…] o ano, quando dois excelentes artigos vieram arrancar-me do merecido repouso.

Refiro-me a Uma proposta de reflexão para o PT, do amigo e governador Tarso Genro, e Pacto adversativo x Pacto progressista, do também amigo e […]

Responder

Flávio Aguiar: A direita brasileira e o sadomasoquismo « Viomundo – O que você não vê na mídia

02 de janeiro de 2013 às 21h11

[…] para o ano, quando dois excelentes artigos vieram arrancar-me do merecido repouso.

Refiro-me a Uma proposta de reflexão para o PT, do amigo e governador Tarso Genro, e Pacto adversativo x Pacto progressista, do também amigo e […]

Responder

FrancoAtirador

27 de dezembro de 2012 às 23h54

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Genoino assume mandato dia 2 de janeiro de 2013:

“Cumpro a Constituição, respeitando 92 mil eleitores”

Ex-presidente do PT afirma à RBA que respeita aquilo que ajudou a construir na Constituinte, e recorda que decisão do STF sobre cassação de mandato só vale após esgotamento de recursos

Por Eduardo Maretti, da Rede Brasil Atual

São Paulo – O ex-presidente do PT José Genoino assumirá na próxima semana, provavelmente em 2 de janeiro, uma vaga na Câmara dos Deputados.
Ele é suplente do deputado federal Carlinhos Almeida (PT-SP), que no dia 1° toma posse como prefeito de São José dos Campos, no interior paulista.

Condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na Ação Penal 470, o julgamento do mensalão, a 6 anos e 11 meses de prisão em regime semiaberto, Genoino afirma que sua posse é amparada legal e constitucionalmente.
“Eu lutei pela Constituição [de 1988] e ajudei a fazê-la. Fui constituinte. Cumprirei a determinação constitucional a partir do comunicado oficial”, disse à RBA.
“Ao receber o comunicado da Mesa da Câmara, me apresentarei com os documentos para tomar posse, porque estarei cumprindo a Constituição e respeitando os poderes constituídos.”

Neste mês, o Supremo decidiu pela cassação dos mandatos dos deputados condenados, mas apenas depois que o caso transite em julgado, ou seja, depois que se esgotarem os recursos. A decisão, encabeçada pelo relator da Ação 470, ministro Joaquim Barbosa, abriu uma frente de atritos com o presidente da Câmara, Marco Maia, que entende que a Constituição dá apenas ao Legislativo o poder de cassação.

Para Genoino, não há impedimento de nenhuma ordem para assumir a vaga. “A aplicabilidade da decisão do STF se dá com a sentença transitada em julgado. A decisão só vale depois disso”, lembra. Ele ressalta que seus advogados continuarão trabalhando nos recursos cabíveis nos autos da ação penal.

Afirma também não temer que sua decisão pareça uma provocação, nem legal, nem politicamente. “Não, porque para não assumir eu primeiro teria de renunciar à condição de suplente. E legalmente eu não posso fazer isso, porque eu sou o primeiro suplente. Eu assumir é uma determinação constitucional e legal, e respeitando os 92.200 votos dos eleitores que tive em 2010, mesmo em plena campanha que fizeram contra mim.”

O ex-presidente petista reafirma ainda o que já disse em outras oportunidades:
“Respeitarei as decisões dos poderes, concordando ou mesmo discordando delas”.

http://www.redebrasilatual.com.br/temas/politica/2012/12/genoino-assume-mandato-dia-2-cumpro-a-constituicao-respeitando-92-mil-eleitores

Leia também:

Revista do Brasil
– Chegam os tricampeões, embarcam os guerrilheiros
(http://www.redebrasilatual.com.br/revistas/78/entrevista-genoino-parte-1)

Política é uma arte de risco
– “Assim como era arriscado pegar em armas nos anos 1970, é arriscado também mudar um país pela via eleitoral. E estamos mudando”
(http://www.redebrasilatual.com.br/revistas/78/entrevista-genoino-parte-2)

Mão que bate esquece, cara que apanha não
– “Miruna e eu temos uma relação telepática. O que acontece com ela reflete em mim. A gente se alimenta dessa substância”
(http://www.redebrasilatual.com.br/revistas/78/entrevista-jose-genoino-parte-3)

Responder

J Claudio

27 de dezembro de 2012 às 23h30

Está totalmente errado o STF querer mudar a constituição, afinal para tal é preciso 2/3 terços do congressistas ou seja mais de trezentos votos. Como pode apenas 10 pessoas decidir pelos representante do povo. É SIM UM TRIBUNAL DE EXCEÇÃO.

Responder

Ronaldo Silva

27 de dezembro de 2012 às 19h32

Me lembro do fiasco de Tarso Genro como ministro da justiça. Fundamental no apoio ao extermínio da operação satiagraha. O PT virou o partido dos medrosos, resta saber pq.

Responder

Coutinho

27 de dezembro de 2012 às 18h30

A direita conseguiu dar golpes através do judiciário em Honduras e no Paraguai. Tudo sob a propaganda da mídia. É bom estar alerta.

Responder

paulo roberto

27 de dezembro de 2012 às 13h53

Antes de mais nada, é necessário que o PT se livre dos traíras e dos covardes, só então voltará a ser um grande partido.

Responder

Josete Medeiros

27 de dezembro de 2012 às 13h36

Senti uma imensa satisfação ao ler esse artigo, sobretudo, porque precisamos de pessoas com conhecimento de causa para defender a política realizada em nosso País a partir do Governo Lula. É muito importante compreender que o povo não é tolo e com a Internet e o acesso dos pobres à universidade, promovidos por Lula, muitos se informam adequadamente. Os jornalões, a TV não são mais as principais fontes de informação. Ninguém quer ser manipulado. Todos querem ser respeitados e esclarecidos. O PT precisa se renovar para acompanhar esse País recriado por Lula. Viva Lula, Viva Dilma, Viva nosso amado Brasil!

Responder

Carta Maior: Até quando a sabotagem conservadora poderá resistir? « Viomundo – O que você não vê na mídia

27 de dezembro de 2012 às 13h25

[…] Tarso Genro: Judiciário é o caminho da direita para “escapar” da política […]

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FrancoAtirador

27 de dezembro de 2012 às 10h54

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A POLITICAGEM NO PODER JUDICIÁRIO

“A politicagem que os juízes são forçados a exercer para conseguir uma promoção é excruciante”

(Joaquim Barbosa, Presidente do STF, em entrevista coletiva*, 20/12/2012)

Íntegra da entrevista concedida por Joaquim Barbosa:

(http://www.radiojustica.jus.br/radiojustica/exibirHome!downloadArquivo.action?downloadConteudo=227224)

*a partir de 38m15s

http://www.radiojustica.jus.br/radiojustica/noticia!visualizarNoticia.action?entity.id=227224
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O mérito. Ou não…

Por Janio de Freitas, na Folha, via Luis Nassif OnLine

O CHAMADO ‘julgamento do mensalão’ remexeu com mais mentes e corações do que apenas os dos réus.

Encerradas as sessões julgadoras, as ideias e posições continuam dando cambalhotas que fazem as surpresas do governo com o ministro Luiz Fux parecerem insignificâncias.

Em entrevista sem razão de ser -entrevista-vitrine, digamos- entre o pedido de prisão dos condenados e sua decisão a respeito, o ministro Joaquim Barbosa encaixou uma revelação perturbadora: é contrário ao sistema de promoção de juízes por mérito. O fundamento dessa originalidade:

“A politicagem que os juízes de primeiro grau são forçados a exercer para conseguir uma promoção é excruciante”.

E o mérito é o culpado? Ou é ele o vitimado?

O que o ministro diz ser o usual para a promoção dos juízes já é a exclusão do mérito. Logo, sua proposta é excluir o que está excluído.

Mas, sendo “a politicagem” um método que “denota violação ao princípio da moralidade”, esse método é que deveria acabar.
Para restabelecer-se, e não para excluir, o valor do mérito. E ver-se o ministro Joaquim Barbosa satisfeito com as promoções por merecimento, e não por picaretagem social e política.

Mas reconheço a originalidade da insurgência contra o mérito exposta pelo presidente do Supremo Tribunal Federal.
Pode até servir para me dar uma sobrevida aqui, considerada a influência que outras atitudes originais do ministro lhe conferiram.

Mas é verdade que nunca li, ouvi ou imaginei uma condenação do mérito.
Ainda mais em nome da Justiça.

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-merito-ou-nao-por-janio-de-freitas

Responder

    FrancoAtirador

    27 de dezembro de 2012 às 11h15

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    ESQUEÇAM O MENSALÃO DO PSDB… HA, HA, HA…

    Aos 46m11s da entrevista coletiva acima referida:

    Repórter: – Só pra concluir, ministro, como é que o Sr. vai, a partir do ano que vem…, como é que o Sr. vai fazer pra acelerar a tramitação dos processos que ficaram aí parados durante este ano de 2012 ?

    JOAQUIM BARBOSA: – É SIMPLES… EU VOU TORCER PARA QUE OS MINISTROS NÃO COLOQUEM EM PAUTA NENHUMA AÇÃO PENAL PARECIDA COM A AÇÃO PENAL 470… HA, HA, HA, HA, HA…

    (http://www.radiojustica.jus.br/radiojustica/exibirHome!downloadArquivo.action?downloadConteudo=227224)

    FrancoAtirador

    27 de dezembro de 2012 às 17h20

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    Ainda sobre a coletiva de imprensa concedida por Joaquim Barbosa.

    UMA DEMONSTRAÇÃO DO PREJUÍZO À DIVERSIDADE DA INFORMAÇÃO
    CAUSADO PELA PROPRIEDADE CRUZADA NOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO

    No curso da entrevista, quando da identificação dos repórteres
    que formularam perguntas ao Presidente do Supremo Tribunal Federal,
    através da menção às empresas jornalísticas por eles representadas,
    ficou claramente demonstrada A FALTA DE PROPORCIONALIDADE NA PARTICIPAÇÃO de cada uma DESSAS EMPRESAS DE MÍDIA, notadamente em favor do monopólio da informação a que arrogou-se o direito a Rede Globo.

    AS ORGANIZAÇÕES GLOBO SIMPLESMENTE PAUTARAM A ENTREVISTA,
    procurando, via de regra, fazer intrigas entre o presidente do STF e o presidente da Câmara dos Deputados, e, portanto, tentando colocar o Poder Judiciário contra o Poder Legislativo.

    É gritante o nº desproporcional de repórteres do CONGLOMERADO GLOBO (http://pt.wikipedia.org/wiki/Organiza%C3%A7%C3%B5es_Globo),
    em relação aos demais órgãos de mídia informativa que participaram
    da coletiva de imprensa com o presidente do STF Joaquim Barbosa:

    *ORGANIZAÇÕES GLOBO:

    1) André de Souza (GLOBO on line)

    2) Giuliana Morrone (TV GLOBO);

    3) Carolina Brígido (Jornal ‘O GLOBO’);

    4) Basília Rodrigues (Rádio CBN/GLOBO);

    5) Débora Santos (TV GLOBO);

    6) Juliano Basile (Valor Econômico = Globo + Folha).
    .
    .
    GRUPO A.F.E.* :

    1) Larissa Borges (VEJA On Line/EDITORA ABRIL);

    2) Robson Bonin (Revista Veja/EDITORA ABRIL);

    3) Felipe Seligman (Folha de S.Paulo/GRUPO FOLHA);

    4) Eduardo Bresciani (O Estado de São Paulo/GRUPO ESTADO);

    *Grupo A.F.E.= Grupo de Apoio ao Factóide de Esgoto
    .
    .
    GRUPO BANDEIRANTES:

    1) Caiã Messina (TV Bandeirantes).
    .
    .
    GRUPO SILVIO SANTOS:

    1) Luciana Marques (SBT?)
    .
    .
    GRUPO RECORD:

    1) Christina Lemos (TV Record)
    .
    .
    GRUPO DIÁRIO ASSOCIADOS:

    1) Diego Abreu (Correio Braziliense).
    .
    .
    CENTRAL NACIONAL DE TELEVISÃO:

    1) Angélica Coronel (TV CNT)
    .
    .
    CONSULTOR JURÍDICO:

    1) Rafael Baliardo (Sítio ConJur)
    .
    .
    INTERNET GROUP:

    1) Wilson Lima (Portal iG)
    .
    .
    REUTERS (Privada Estrangeira):

    1) Hugo Bachega (Reuters Brasil)
    .
    .
    BBC (Pública Estrangeira):

    1) João Fellet (BBC Brasil)
    .
    .
    EBC (Pública Nacional):

    1) Débora Zampier (Agência Brasil)
    .
    .

Cleber

27 de dezembro de 2012 às 10h26

Prezado Azenha.

Uma única pergunta me vem à cabeça e gostaria de uma simples resposta :
Se os mensaleiros em questão fossem do PSDB/DEM ( acredito que a hora deles vai chegar logo) , o STF seria satanizado pelos petistas e esquerdistas?

Responder

    Marcelo de Matos

    27 de dezembro de 2012 às 16h52

    A justiça brasileira só é rápida para condenar petistas. O processo do mensalão mineiro, na justiça estadual, deverá arrastar-se ad eternum. Aqui em Sampa o presidente da assembleia legislativa, deputado Barros Munhoz, é acusado num processo judicial sigiloso de participar do desvio de R$ 3,1 milhões dos cofres da Prefeitura de Itapira (SP), município que administrou até 2004. Esse processo, porém, corre em banho-maria, como aquele de outro tucano, o ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado, Eduardo Bittencourt Carvalho. Essa é a razão pela qual “satanizamos” essa justiça.

    FrancoAtirador

    28 de dezembro de 2012 às 15h17

    .
    .
    O maior equívoco do STF foi haver aceitado, sem prova alguma,

    a premissa midiática que se incorporou ao imaginário popular.

    Os termos ‘Mensalão’ e ‘Mensaleiro’ foram as maiores mentiras

    já criadas no Brasil para incriminar um Partido e um Governo.

    Vem daí a parcialidade em todos os procedimentos do julgamento.
    .
    .

Marcelo de Matos

27 de dezembro de 2012 às 10h13

Agora que Kassab está mais ligado à Dilma virou saco de pancadas da grande mídia. A manchete do UOL é: “25% das metas de Kassab nem saíram do papel”. “Hoje, 42% dos eleitores consideram sua gestão ruim ou péssima”, diz o blog 247, ligado ao PIG. Por que falam de Kassab e não de Alckmin? Claro que para blindar Sua Excelência, a última reserva moral do tucanato. A popularidade de Alckmin também anda mal, mas, o PIG fica na miúda. A tábua de salvação de sua possível candidatura à reeleição seria a duplicação do porto de Santos. Isso sim daria grande visibilidade ao pindamonhangabense. A PF republicana (ou do PT, segundo as más línguas) fez a maldade de interromper as obras. Que será de Alckmin? Parece que a blindagem, por si só, não irá salvá-lo.

Responder

sonia

27 de dezembro de 2012 às 09h11

Que piada esse artigo vindo de quem está constantemente ingressando no Supremo para impedir a implantação do Piso ao Magistério, desqualificando a histórica luta política dos professores. E antes de receber uma saraivada de opiniões nos acusando de corporativistas, digo política no sentido de visão de mundo, aquela que coloca a educação como prioridade real. Mas o temos do governador é um piso virtual.

Responder

Sérgio

27 de dezembro de 2012 às 02h11

A direita raivosa e sem votos resolveu apelar para a Corte.
Ora, senhores, apresentem uma proposta alternativa, coerente e tratem de convencer a população.
Na base de golpe judiciário ou midiático não dá!

Responder

Mário SF Alves

27 de dezembro de 2012 às 00h38

É isso, perfeita a síntese: julgamento da AP 470 e o judiciário acima de tudo, inclusive da CF de 88, a Constituição Cidadã. E não é que tem precedente:

1- “A Alemanha acima de tudo”, 1939, regime nazista;
2- “Um povo escolhido por deus”, hebreus, A.C.;
3- “Destino manisfesto”, ideologia norte-americana;
4- “O judiciário acima de tudo”, Brasil, julgamento do mensalão tudo [só] contra o PT.

Responder

João Vargas

26 de dezembro de 2012 às 22h46

Quando um ministro do STF dá um canetaço e impede a votação do orçamento, que é uma peça essencial para o país, algo de muito errado está acontecendo. Já não existe mais harmonia e independência entre os poderes. O Parlamento brasileiro não tem mais moral para se impor às interferências do executivo e do judiciário. Com as alianças expúrias e a compra de partidos anões o legislativo se prostituiu (nada contra as prostitutas que vendem o que é seu). Sem uma profunda reforma política não há salvação, o congresso virou a casa da mãe joana.

Responder

    paulo roberto

    27 de dezembro de 2012 às 13h46

    Por favor, João. Respeite a Joana…

Nedi

26 de dezembro de 2012 às 22h31

Judiciário é o caminho para a direita escapar…da DEMOCRACIA!!!

Responder

VIÇOSO

26 de dezembro de 2012 às 22h07

Estou de acordo com o Bernardino. Que faz o “pessedebista” Suplicy travestido de PT no Senado? Só o Requião e o Collor gritam. E o resto? Porque o Deputado Maia amarelou e não colocou na pauta para votação de CPI, o livro ” A PRIVATARIA TUCANA” de Amaury Jr?. Porque o PT junto com a Dilma e Ministros iniciem campanha pelo Brasil para destituir os cinco juízes do Supremo que extrapolaram a Constituição e condenam sem provas.

Responder

    Cleber

    27 de dezembro de 2012 às 10h37

    Viçoso, deixa ver se entendi a conotação de suas palavras:
    O Collor ,( aquele Collor , da retenção da poupanças , do PC farias, do Pedo Collor, da Casa da Dinda, do Fiat ELba …do Impeachment capitaneado pelo Lula e PT , derrotados e raivosos ) …é este ser que o Sr. está elogiando?

    Quem viver verá!!!
    Quem te viu e quem te vê!!! o PT defendendo o Collor e sendo defendido por ele… acho que o fim do Mundo relamente está próximo

lulipe

26 de dezembro de 2012 às 20h33

E o Battisti????

Responder

    abolicionista

    27 de dezembro de 2012 às 01h03

    KKKK!!!!

Abelardo

26 de dezembro de 2012 às 20h24

O congresso e o senado assistem essa interferência na maior leseira não é de hoje. Afinal, quem sempre dependeu do apoio 100% do PMDB se deu mal. É o menos confiável dos partidos, por ser o que mais trai quando menos se espera. O PSDB, O DEM e o PPS são o atrazo em forma de partido, mas sempre se mostraram assim e, portanto, nesse ponto, são mais autênticos que o PMDB e alguns outros partidos tidos (todos) como altamente mercenários. Porém, o mal maior não é esse, o mal maior é saber que vários deputados e senadores, tanto o PT quanto outros partidos de esquerda, estão virando suas antenas para o berço da elite golpista, que faz do judiciário e da mídia podre os seus leões de chácara. Para barrar essa interferência do judiciário no legislativo, as casas precisarão de quorum e de maioria. Contudo, pelo andar da carruagem, até a independência dessas casas poderá estar sendo leiloada por esses abutres da política, que enxergam a política nas formas de trono e cifrão, ou seja, a política que eles praticam é a do poder e do dinheiro.

Responder

    Edno Lima

    26 de dezembro de 2012 às 21h25

    primeiro; ou é o senado e a câmara(dos deputados) ou é o Congresso ( O Senado faz parte do Congresso). Segundo; há muito o legislativo vem sendo há muito estuprado pelo executivo, não sem contrapartida é claro ( com cargos, para ajudar a governar o país- com disse Zé Dirceu)e com as emendas parlamentares ( substitui os pagamentos do mensalão, com a vantagem de serem legais. Quando o judiciário intromete-se em assuntos legislativo, é muitas vezes demandado pelos próprios congressitas que a ele recorrem quando não conseguem resolver politicamentos assuntos da própria casa política. Obs. O congresso é assim desde os tempos de Sarney e FHC!!!

Bernardino

26 de dezembro de 2012 às 18h43

Esse é um Gauchinho enganador e quintq COLUNA vem com esse artigo prolixo e passando pomada nos adversarios tipico dos petistas frouxos que fogem do confronto,citando BOBBIO pra dar um vies esquerdista ao artigo que por sinal esta fora do Contexto!!Longe da vanguarda de um Collor e REQUIAO que batem de frente quando preciso e nos momentos de ardor da luta!!
O PT se transformou numa CORJA de Frouxox e Oportunistas,conttemporizando com as Corporaçoes e apanhando do MIDIA BAndida,fingindo que esta tudo bem e que é parte da Democracia ser pautado pela Mafia MIDIATICA com suas FAMIGLIAS em numero de Cinco até o dia que serao expulsos do poder pelo conluio Midia-Judiciario e aí sim cairao em depressao por nao ter feito as reformas necessarias de que precisa o país,exatamente por falta de CORAGEM que nunca tiveram!!!

Responder

FrancoAtirador

26 de dezembro de 2012 às 18h14

.
.
Endireitar a Política, através dos Tribunais Superiores,

isto é, por intermédio da cúpula do Poder Judiciário,

excluindo o sufrágio da participação popular formal,

é um meio utilizado para alcançar um fim determinado:

a conquista do poder absoluto pelo “Livre Mercado”,

que impõe a desestatização e a desregulação total.

Este é um processo gradual de conquista da hegemonia

que vem sendo meticulosamente elaborado pela Direita

com o uso de técnicas de manipulação do inconsciente,

notadamente pela propaganda nos meios de comunicação,

incluídos, entre @s propagandistas e propagadore(a)s,

colunistas e articulistas, pré[email protected], da mídia mafiosa.

Há décadas, as pessoas vêm sendo pautadas por temas

que dizem respeito a sensações individuais e coletivas,

que não apontam para soluções racionais de comportamento,

e as induzem a responder de forma totalmente instintiva:

“Para acabar com a ‘violência’ a solução é a pena de morte”;

“Tem que matar esses vagabundos que roubam as pessoas de bem”;

Isso ocorre fundamentalmente pela generalização do medo,

pela ameaça constante de perda do patrimônio e da vida,

prevalecendo, assim, um instinto de preservação primitivo.

É nesse contexto que se insere a ‘corrupção na política’:

“Prá eliminar a corrupção o negócio é fechar o Congresso”;

“No Brasil, político só serve pra roubar o dinheiro do povo”;

E quem é que vai aplicar a pena de morte nesses bandidos?

“Ora, a Justiça!”
.
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Responder

Sagarana

26 de dezembro de 2012 às 18h12

O Ministério da Saúde adverte: fumar maconha estragada faz mal para as idéias.

Responder

trombeta

26 de dezembro de 2012 às 15h05

Excelente análise do Tarso, vai direto ao ponto, o STF se transformou na última trincheira da direita à falta dos militares.

Um tribunal que faz política, escancaradamemte, sob o biombo de interpretações jurídicas, na verdade, aplica um estelionato judicial no povo brasileiro.

A democracia está em risco com um poder querendo usurpar as prerrogativas de outro poder por isso é necessário modificar a constituição e fixar mandato para juiz do STF que não ultrapasse os 10 anos.

Responder

Lafaiete de Souza Spínola

26 de dezembro de 2012 às 14h07

O PT começou e continua errando, quando não considerou a educação como a prioridade das prioridades do Brasil.

O Bolsa Família deveria ter sido encarado como um curativo emergencial!

Apoio a proposta de uma Constituinte Soberana e exclusiva para que se possa fazer a grande reforma política necessária. Vivemos num país que nem referendos são feitos para decisões de grandes temas.

UM PROJETO PARA A EDUCAÇÃO NO BRASIL.

São inaceitáveis as seguintes afirmações:

1.É uma sobrecarga o grande número de matérias obrigatórias no currículo escolar.

2.O Brasil vai quebrar, caso haja um grande aumento do investimento público na educação.

Na INFOERA; com o avanço exponencial dos componentes integrados, em consequência da miniaturização, já alcançando o nível atômico, ao lado do vasto uso da nanotecnologia, do vertiginoso desenvolvimento do software e das comunicações; passa a ser mais importante, cada vez mais, o ser humano pensante, com um amplo conhecimento geral que permita o seu desenvolvimento, quando estiver fora da tradicional cadeira escolar. O trabalho rotineiro será, então, executado pelas máquinas e robôs, como está acontecendo, até no Brasil. O mundo da WEB tende a ser incomensurável. Precisamos preparar nossas crianças para esse mundo que se avizinha a uma velocidade alucinante, com mais e mais competição, em qualquer tipo de sociedade que se apresente.

No futuro que se avizinha as pessoas passarão a ter suas atividades em casa ou viajando. Quem não estiver preparado, sofrerá as consequências do ócio.

A verdade mostra que a nossa educação é, faz décadas, pífia! O Brasil necessita de uma escola pública, em tempo integral, de qualidade que permita fornecer o básico às nossas crianças, para que elas se encaixem nesse mundo que se descortina.

Observem que poucas foram as escolas a obter um nível de avaliação razoável no IDEB. Quase todas, inclusive, orientadas para o atendimento de áreas específicas, de muito difícil acesso, praticamente impossível, à maioria dos nossos jovens.

Outra observação é que os piores índices, em geral, foram verificados nas regiões onde predominam altos níveis de violência. Quanto maior índice de violência, tanto menor o IDEB!

Guardo cerca de 1000 testes aplicados, nos últimos 10 anos (redação de pelo menos 15 linhas, matemática e conhecimentos gerais), em jovens entre 18 a 25 anos, todos com secundário completo, muitos já frequentando faculdades particulares. É uma calamidade!

O caminho para resolver os problemas estruturais e amenizar as injustiças sociais do Brasil está, basicamente, atrelado à EDUCAÇÃO. Precisamos, com urgência, investir, pelo menos 15% do PIB no orçamento da educação.

Deve ser disponibilizada escola com tempo integral às nossas crianças, oferecendo, com qualidade: o café da manhã, o almoço, a janta, esporte e transporte, nas cidades e no campo. Como é uma medida prioritária, inicialmente, faz-se necessária uma mobilização nacional. Podemos, por certo tempo, solicitar o engajamento laico das Igrejas, associações, sindicatos e das nossas Forças Armadas (guerra contra o analfabetismo e o atraso) para essa grande empreitada inicial.

Outros investimentos de grande porte, concomitantemente, devem ser realizados, ajudando, inclusive, a movimentar a economia de todo país: a construção civil seria acionada para a construção de escolas de alta qualidade, com quadras esportivas, espaços culturais, áreas de refeição e cozinhas bem equipadas etc. Tudo isso exigindo qualidade, porém sem luxo. Durante o período de mobilização, concomitantemente, o governo deve investir na preparação de professores para atender à grande demanda.

Como esse projeto é de prioridade nacional, os recursos deverão vir, entre outros: de uma nova redistribuição da nossa arrecadação; de uma renegociação da dívida pública, com a inclusão do bolsa família etc. Não temos tempo para ficar aguardando a época do pré-sal.

Observações e consequências previsíveis:

1. O tráfico perderá sua grande fonte de recrutamento, pois todas as crianças estarão, obrigatoriamente, em tempo integral, das 07 às 19 horas, na escola. A segurança pública ficará agradecida. Serão desnecessários tantos investimentos em presídios e no efetivo policial. É uma fonte de recursos que migrará para a educação. Mais educação, como proposta, significa menos delinquência, menos tráfico de drogas, menos usuários, mais saúde.

2. Para aqueles adolescentes que já participam de contravenções graves, podem ser planejadas escolas albergues, dando mais ênfase ao esporte e à cultura.

3. A saúde pública será, também, uma grande beneficiária, pois teremos crianças bem alimentadas, sinônimo de saúde para elas e seus pais. Toda escola deverá ter um posto de saúde. Os pais despreocupados terão mais tempo para seus afazeres, menos despesas com alimentação, uma saúde melhor, necessitando de menos atendimento médico. Haverá menos gasto público com acidentes e com viciados em entorpecentes. É mais dinheiro que poderá migrar para a educação.

4. O setor financeiro deve entender que isso levará o país, em médio prazo, a outro nível de bem estar. Será bom para todas as atividades que desejam uma nação economicamente forte. Os bancos irão ter menos gastos com a segurança, pois, esses assaltos a caixas eletrônicos tenderão a desaparecer. Com a educação em constante avanço, poderão aperfeiçoar a automação do setor.

5. Considero que esse projeto, para ter êxito, necessitará de uma coordenação centralizada, inclusive para evitar os privilégios nas diversas de regiões do Brasil. A educação deve ter o mesmo nível em todo país. Ficará, então, sob a responsabilidade do Ministério da Educação.

6. Os recursos, atualmente, aplicados pelos estados e municípios, deverão ser alocados nesse projeto. Tudo passa para o controle do ME. Para diminuir custos, poderá haver padronização em determinadas atividades. A edição de livros em escala, por exemplo, será necessária.

7. Deverá ser criada uma fiscalização rigorosa, prevista em lei, controlada pela sociedade; com a participação de: pais, professores e sindicatos, com poderes e recursos para denunciar erros, desvios de verba e de rumo etc.

8. Recursos adicionais: os pais pagarão 5% do salário / entradas pela mensalidade de cada filho matriculado. Isso é muito menos do que arcam, hoje, nas escolas particulares que, na sua maioria, não adotam o tempo integral. Muitas, inclusive, com qualidade duvidosa. Todas as famílias serão beneficiadas nas despesas de casa, pois: o café, o almoço, a janta e o transporte serão gratuitos.

9. O pequeno agricultor terá prioridade no fornecimento dos produtos alimentícios dessas escolas.
Surgirá, então, um mercado pujante, nesse vasto Brasil, aumentando nosso mercado interno. Tornando-se, também, numa importante política para manter o homem no campo. A formação de pequenas cooperativas agrícolas deve ser incentivada para permitir a aquisição de maquinário destinado ao cultivo da terra, armazenagem da colheita e entrega dos produtos nas escolas. Surgirá, então, um promissor mercado para os fabricantes de máquinas.

10. A EMBRAPA deverá receber recursos adicionais para dar todo apoio a essa gente do campo, aproveitando para ensinar como praticar uma agricultura sustentável e como cuidar das matas ciliares. As escolas estabelecidas no campo devem ter no currículo aulas teóricas e práticas de como recuperar as áreas degradadas. O governo, por intermédio da Embrapa, fornecerá mudas e orientação de como proceder. As escolas localizadas dentro do perímetro urbano adotariam a sistemática de, uma ou duas vezes por mês, participar, em conjunto com suas irmãs do campo, de mutirões para recuperar áreas degradadas. Isso proporcionaria uma maior integração da cidade com o campo. As crianças da cidade não ficariam tão alienadas, quanto à vida do interior.

11. O Brasil passará a ser um país admirado e respeitado. Deixará de ser o país só das “comodities”, esse anglicismo usado para substituir “produtos primários”. Mesmo no campo da agricultura, teremos uma maior diversidade e qualidade.

12. Com o advento dessa geração bem educada, passaremos a ter produtos manufaturados, desenvolvidos e produzidos, aqui, com alta tecnologia. Nossa indústria crescerá, em função do mercado interno e da exportação de produtos com melhor qualidade.

13. O futuro da energia não poderá ficar dependente da contínua destruição de grande parte da nossa AMAZÔNIA. Precisamos desenvolver tecnologias. Pequenas usinas de energia solar, eólicas e hidroelétricas devem proliferar para atender às novas exigências dessas escolas e dos pequenos agricultores. A sobra dessa energia será integrada à rede nacional, evitando os apagões. Alguns projetos de grande porte poderão, talvez, ser adiados. Com mais educação e cultura teremos melhores condições de analisar nossas prioridades e tecnologias aplicáveis. Será o fim das aventuras! Tudo será planejado!

14. A energia nuclear, ainda, é cara e perigosa. Devemos pesquisá-la. Não podemos importar tudo a preço de ouro. Temos que investir na pesquisa e desenvolvimento de outras fontes. Com esse projeto de educação haverá proliferação de centros de pesquisa.

15. Outras fontes de energia, como a eólica, a solar e a biomassa poderão aumentar a nossa independência. Sem um projeto de educação, como o proposto, não iremos alcançar os avanços dos países mais desenvolvidos.

16. Não é com a devastação da Amazônia que vamos abastecer o mundo com carne. Precisamos desenvolver tecnologia para multiplicar as cabeças de boi por metro quadrado. Um povo educado e culto saberá combinar o desenvolvimento com a preservação ambiental. Ocuparemos a Amazônia, sem devastá-la.

17. Com a devastação de nossas florestas e matas ciliares, seremos as principais vítimas. Os psicopatas, sempre olham o presente; não se importam com o futuro! Estudos bem elaborados confirmam que no meio da sociedade há cerca de 3% a 5% dessa praga. Num país com uma população de 190 milhões, temos, assim, pelo menos, 5.7 milhões praticando todo tipo de ato daninho à sociedade; inclusive contra a educação. Quanto mais permissivo o ambiente, mais esses traficantes e corruptos abastecem a lavagem de dinheiro. Com um povo educado essa gente não desaparece, porém o grau de atividade será bem menor. Eles estarão, com certeza, na linha de frente, em oposição a um plano como este!

18. Para alcançarmos tudo isso, vamos necessitar, possivelmente, de uma nova forma de fazer política: mandato único em todos os níveis, partidos sem caciques, país unitário, lei única, câmara única e, consequentemente, deputados estaduais e vereadores só para a fiscalização. Os incomodados dirão: Que blasfêmia! Quem não dá a devida atenção à educação, deseja o status quo. Surgirão com uma infinita quantidade de argumentos, aceitáveis ou lançados pelos psicopatas e por muitos que não se dão conta que estão adotando os argumentos dessa gente.

19. A nossa federação tem sido o berço esplêndido dos caciques, dos modernos coronéis, alojamento de mafiosos, fonte das guerras fiscais e muitas outras mazelas. Dentro desse quadro federativo a educação, praticamente, não terá guarida. Dentro desse quadro surgirão promessas vãs, enganosas, como prometer as famosas cotas, tirando o cobertor de pobres injustiçados para cobrir outros tão pobres. Tudo isso numa manobra, sem propor um projeto que transforme profundamente a nossa educação. Falam em educação sem investimentos pesados. Sabem mobilizar para a copa do mundo e para outros projetos onde o dinheiro jorra descontroladamente. Lutam desesperadamente pelos royalties do petróleo. Planejam implantar o Trem Bala num país que não possui uma rede ferroviária para escoar sua produção. Para a educação sobra o engodo.

20. Tudo, portanto, por uma educação de nível, para que possamos, pacificamente, revolucionar esse nosso Brasil. As áreas de tecnologia passariam a ter disponibilidade de pessoal com preparo. O individuo seria engrandecido e o país ficaria agradecido.

21. As nossas Forças Armadas, assim, repensariam seus projetos de importação, voltando sua atenção para o desenvolvimento tecnológico próprio. Não temos ameaças de vizinhos. Importar tecnologia militar de ponta é dar continuidade à nossa dependência. Um alto índice de educação será a base da nossa segurança. Daqui, sairão nossos pesquisadores, jovens que dedicarão seu tempo ao estudo, sem tempo para os desvios e vícios dessa sociedade doentia. Jovens que terão orgulho do pedaço de torrão onde nasceram e daqueles que pensaram neles. Só, assim, seremos um país forte, respeitado e admirado. Isso não é utopia? Para quem não pensa em tal futuro, sim.

22. Proponho que esse tipo de escola acolha as crianças a partir dos 04 anos de idade com o objetivo de termos um bom nivelamento. Poucos são os pais, dentro dessa vida estressante, que têm condições de educar seus filhos durante os 04 aos 07 anos. Há uma tendência de deixarem essas crianças na frente da televisão, mesmo quando sob o cuidado de algum adulto. Dentro da classe média isso acontece, também. Pense que alternativa sobra para as camadas menos favorecidas que, muitas vezes, necessitam usar os precários meios de transporte, já antes do sol nascer. Há estudos que comprovam ser essa faixa etária a mais importante como base para o aprendizado futuro.
Observemos que os pais ficariam menos estressados e teriam mais tempo para serem produtivos e desfrutarem do tempo livre para o estudo, a leitura e o lazer.

23. As atuais escolas de pequeno porte serão reformadas e usadas como creches.
24. Para os serviços gerais dessas novas escolas; como limpeza, cozinha e outros; serão contratadas pessoas que estavam usufruindo do Bolsa Família.

25. Lendo um artigo sobre a escola na China, chamou-me à atenção o fato de 02 crianças; filhas de brasileiros, que lá estão estudando; externarem o desejo de retornar à escola brasileira, alegando que a prof, no Brasil, passava uma folha para o dever de casa e que na escola chinesa ela recebia quatro folhas, com a obrigação de entregar o trabalho de casa totalmente feito. Para as crianças chinesas, aquele procedimento era normal. Elas não cresceram sentadas ou deitadas no sofá, só vendo desenhos animados e novelas. Já morei num condomínio, com 108 apartamentos, onde havia uma quadra de futsal que, praticamente, não era usada. Nos fins de semana, quando encontrava um menino solitário no playground e perguntava onde estavam os coleguinhas que não desciam para brincar um pouco; a resposta não era que estavam estudando e sim que a meninada gostava mesmo era do videogame, estavam jogando, por isso não desciam. É por isso que o entrevistador obteve aquela resposta na China.

26. Há um programa internacional de avaliação de estudantes (PISA), no qual, em teste recente, entre 65 participantes, o Brasil obteve o desagradável 54° lugar. A China, representada por Xangai, foi a primeira colocada. Existe um projeto para expandir o sistema adotado em Xangai, com cerca de 15 milhões de habitantes, para todo país. É, apenas, um exemplo, mas precisamos saber o que acontece no mundo para facilitar imitar o lado bom e evitarmos o negativo.

27. Imaginem o salto quantitativo e qualitativo que teríamos nos esportes. Em todas futuras olimpíadas estaríamos nas primeiras colocações. Em Londres, obtivemos desempenho inferior a países infinitamente menores em dimensões territoriais e populacionais.

Responder

    renato

    26 de dezembro de 2012 às 16h45

    Lafaiete, achei interessante sua abordagem sobre o assunto Educação!
    Gostaria de ajuda-lo a avaliar alguns ítens.
    O ítem Bolsa família é importante ao meu ver.
    Vejamos eu precisando dela.
    Não estaria nas ruas contrastando com o bem estar do país, num
    momento de crise. Pois crise acontecerá para pessoas mesmo havendo
    uma grande euforia de bem aventuranças. Outra coisas a própria Bolsa
    Famíla já faz muitas das coisas que você citou no Campo.
    É muito mais digno quando você tem o seu cartão e vai buscar do
    Governo de seu país a sua fatia.
    Um item que eu zempre vejo as pessoas usar como Médio Prazo, longo Prazo
    Curto prazo, quanto realmente é isto.
    Crianças nascem constantemente, famílias são destruídas constantemente,
    Homens morrem constantemente, a família deixa de receber, e assim por diante.
    Bolsa Família não pode ser exterminada, no mínimo deve ser mantida nos
    quadros da Defesa Cívil.

    Outro ponto que me chamou a atenção foi a ausência de providencias quanto aos 5% dos Psicopatas, qual seria o destino de uma sub-divisão de nossa sociedade. Prisão ou Morte.
    Para haver mudanças só se forem Radicais. Daí poderemos falar de Curto, médio e longo prazo! Senão um psicopata estes colocará famílias na fila do Bolsa Família.
    Quanto as forças Armadas, penso nelas como, um revolver, deve ser mantido fora do alcance das crianças. Mas devem estar lá.
    E considero todas as outras observações suas, como grandes iniciantes de um pensamento para nossa Educação, mas não acredito que a Educação de Escolas seja a única saída para uma Sociedade.
    Usei o termo saída, por conveniência, ninguém quer sair da Sociedade, a não ser o Ermitão.No mais a nossa sociedade é assim de doadores e transplantados!

    Lafaiete de Souza Spínola

    27 de dezembro de 2012 às 21h30

    Renato,

    Afirmo, apenas, que a educação deve ser a prioridade das prioridades!

    Caso um projeto como esse seja implementado, descrevo, nos itens, alguns benefícios, entre muitos outros.

    Quanto aos psicopatas, numa sociedade com elevado índice de educação, a atividade dessa praga será imensamente atenuada, pois essa gente é inteligente e atua com mais desenvoltura, onde o ambiente é propício.

Messias Franca de Macedo

26 de dezembro de 2012 às 13h39

[“NUMDISSE”?!]

POR QUE METADE DOS BRASILEIROS NÃO CONFIA NO STF?

Ex-diretor da Abril Paulo Nogueira dá sua visão sobre o assunto em artigo: “perdemos mais que lucramos” ao descobrir verdadeiramente o que é, nesse ano que passou, o Supremo Tribunal Federal. Jornalista diz que pesquisa do Ibope não surpreende e que “o Supremo é um embaraço para o Brasil”
26 DE DEZEMBRO DE 2012 ÀS 12:02
247 – Em artigo publicado no blog Diário do Centro do Mundo, o ex-diretor da Abril Paulo Nogueira responde por que metade dos brasileiros não confia no Supremo Tribunal Federal. Levantamento do Ibope divulgado na segunda-feira 24 conclui que a população confia mais na corte do que no Congresso Nacional. No entanto, o tribunal tem confiança de 54% da população, ou seja, pouco mais da metade do País.
(…)
FONTE: http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/89012/Por-que-metade-dos-brasileiros-n%C3%A3o-confia-no-STF.htm

LÁ VEM O MATUTO INDIGIGITADOR DO *STF!…
*“supremoTF”: aspas monstruosas e letras submicroscópicas!

… Lá isto é corte suprema, sô?!…

República de ‘Nois’ Bananas
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

    Messias Franca de Macedo

    26 de dezembro de 2012 às 14h13

    perdão pela errata: … LÁ VEM O MATUTO INDIGITADOR DO *STF!…(… ‘INDIGITADOR’, perdão pelo, digamos, neologismo usado, de improviso, para indicar aquele que indigita, ou seja, aponta com os dedos para alguém ou para algo)

    *“supremoTF”: aspas monstruosas e letras submicroscópicas!

    … Lá isto é corte suprema, sô?!…

    Saudações democráticas, progressistas, civilizatórias, nacionalistas e antigolpistas,

    República de ‘Nois’ Bananas
    Bahia, Feira de Santana
    Messias Franca de Macedo

Messias Franca de Macedo

26 de dezembro de 2012 às 13h38

… 2012 foi ‘o ano da Justiça’, segundo o PIG!…

O enunciado acima serve para ratificar a noção de justiça do PIG!… Lamentavelmente, a corte suprema brasileira permitiu-se servir de ancoragem para o discurso falso moralista, hipócrita, tendencioso, obscurantista, terrorista-golpista desta “grande” mídia nativa, antinacionalista, ‘o cheiro dos cavalos ao do povo!’… “Elite estúpida que despreza as próprias ignorâncias”, lembrando a afirmação lapidar e emblemática do egrégio escritor e eminente pensador humanista uruguaio Eduardo Galeano.

República da DIREITONA OPOSIÇÃO AO BRASIL, fascista eterna, hipócrita, MENTEcapta, aloprada, alienada, histriônica, reacionária, impunemente terrorista, antinacionalista, golpista de meia-tigela, corrupta…

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

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Messias Franca de Macedo

26 de dezembro de 2012 às 13h38

SEGUNDO A ‘veja’ – SUCURSAL DO PIG -, 2012 FOI O ANO DA JUSTIÇA! ENTENDA

É esta a opinião pública forjada pelos (de)formadores de opinião a soldo da “grande” mídia nativa!…
E antes de acusarem o matuto de tentar exercer a função de *rábula leviano, com a palavra uma autoridade na advocacia brasileira:

Sem citar mensalão, Thomaz Bastos diz que repressão passou dos limites

(…)
Thomaz Bastos faz um “balanço crítico” do ano. Não cita o mensalão diretamente, mas faz uma série de referências à ação. Entre elas, critica o “slogan do combate à impunidade a qualquer custo”, que estaria sendo “exaltado pelo clamor de uma opinião popular que não conhece nuances”.
(…)

*rábula
rá.bu.la

sm (lat rabula) 1 Advogado chicaneiro, que embaraça as questões com os artifícios que a lei lhe faculta. 2 Aquele que advoga sem ser diplomado.
FONTE: http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?lingua=portugues-portugues&palavra=r%E1bula

Ele critica também a “tendência a tornar relativo o valor da prova necessária à condenação criminal” e sustenta que, “quando juízes se deixam influenciar pela ‘presunção de culpabilidade’, são tentados a aceitar apenas ‘indícios’, no lugar de prova concreta”. “Como se coubesse à defesa provar a inocência do réu!”, afirma.
(…)

(“Não é de hoje que o direito de defesa vem sendo arrastado pela vaga repressiva que embala a sociedade brasileira”, escreve.)

Ele [Márcio Thomaz Bastos] critica também a “tendência a tornar relativo o valor da prova necessária à condenação criminal” e sustenta que, “quando juízes se deixam influenciar pela ‘presunção de culpabilidade’, são tentados a aceitar apenas ‘indícios’, no lugar de prova concreta”. Como se coubesse à defesa provar a inocência do réu!… Há um sentimento de desprezo pelos direitos e garantias fundamentais que age à sombra da legítima expectativa republicana de responsabilização.”
(…)
FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/poder/1206404-sem-citar-mensalao-thomaz-bastos-diz-que-repressao-passou-dos-limites.shtml

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Lá isto é jornalismo?!… Lá isto é corte suprema?!… Lá isto é democracia?!…

República de ‘Nois’ Bananas
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

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Julio Silveira

26 de dezembro de 2012 às 11h54

Falou a voz da “esquerda” enganadora. Aquela que usa o judiciário para não fazer politica, como aconteceu com o piso do professores de seu estado, entre outros. Como é facil fazer palanque nacional, quando se tem uma claque pronta para treinar o pedido de aplauso fazendo parecer que agrada verdadeiramente a todos. Pode parar.

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Fernando

26 de dezembro de 2012 às 11h10

Por falar em Tarso Genro, o Paulo Lacerda continua exilado em Lisboa?

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A mídia descontrolada

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