VIOMUNDO

Diário da Resistência


Você escreve

Gilberto Maringoni: Rafinha dançou por mexer com gente rica


11/10/2011 - 08h51

O integrante do CQC, que fez piada de péssimo gosto com Wanessa Camargo, já falara coisas piores. Agora mexeu com esposa de milionário, que ameaçou tirar anúncios da TV Bandeirantes. Ninguém classificou caso como atentado à liberdade de expressão. Já quando ministra condena comercial de lingerie machista, o coro é um só: “Censura”!

por Gilberto Maringoni, em Carta Maior

Qual é o problema com a suposta piada de Rafinha Bastos? Ele antes já exibira todas as cores de seu mau gosto e nada acontecera.

Todos conhecem a pérola, não? O apresentador aproveitou-se de uma bola levantada pelo chefe da cena do programa Custe o que Custar (CQC), Marcelo Tas, sobre a gravidez da cantora Wanessa Camargo, e cortou ligeiro: “Eu comeria ela e o bebê, não tô nem aí”. Foi logo acompanhado por risos e caretas de seus colegas de vídeo, Tas e Marco Luque .

A grosseria foi ao ar dia 19 de setembro. A TV Bandeirantes, que exibe o programa, levou duas semanas para decidir o que fazer. Em 3 de outubro, o apresentador foi suspenso da bancada. Não se sabe se voltará.

Não foi a primeira vez que Rafinha exerceu sua – digamos – sutileza. Em entrevista à revista Rolling Stone, em maio de 2011, ele saiu-se com esta: “Mulheres feias deveriam agradecer caso fossem estupradas, afinal os estupradores estavam lhes fazendo um favor, uma caridade”.

A gracinha com as feias não rendeu ao gaúcho de dois metros de altura nada além de protestos de movimentos femininos. Mas a liberdade com a cantora custou-lhe até agora, além do posto no programa, o cancelamento de shows e o rompimento de alguns contratos de publicidade. Rafinha perdeu grana com a brincadeira.

Pensamento vivo

Repetindo: qual o problema com as tiradas do rapaz de 34 anos, num universo midiático em que o mau gosto, a boçalidade e o “politicamente incorreto” passaram a ser valores em si?

Rafinha vive num tempo em que as demonstrações de preconceito, como as do apresentador de outro programa de entretenimento da mesma emissora, Boris Casoy, não têm consequências maiores. Todos se recordam da fineza do jornalista ao desqualificar dois garis que apareceram em seu programa para desejar boas festas, no final de 2009. Sem saber que os microfones estavam abertos, ele foi ao ponto: “Que merda: dois lixeiros desejando felicidades do alto da suas vassouras. O mais baixo na escala do trabalho”.

O artista do CQC também sabe que o pensamento vivo de gente como o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) recebe destacada acolhida em grandes meios de comunicação. Sua entrevista à revista Playboy  , em junho último, é pródiga em preciosidades. Segue um exemplo: “Moro num condomínio, de repente vai um casal homossexual morar do meu lado. Isso vai desvalorizar minha casa!”.

Outro luminar da intelectualidade midiática, o ex-compositor Lobão, por sua vez, exibiu os músculos cerebrais em um festival de cultura em São Francisco Xavier (São José dos Campos, SP), também em junho. Após demonstrar criteriosamente que toda a música popular brasileira não tem nenhum valor, ele sentenciou: “A gente tinha que repensar a ditadura militar. Essa Comissão da Verdade que tem agora. (…) Que loucura que é isso? Aí tem que ter anistia pros caras de esquerda que sequestraram o embaixador, e pros caras que torturavam, arrancavam umas unhazinhas, não?”.

Os exemplos são infindáveis. Rafinha provavelmente é leitor de Reinaldo Azevedo, o blogueiro de Veja, que, em março de 2010, durante uma palestra no afamado Instituto Millenium, em São Paulo, externou sua particular concepção de liberdade de expressão: “A imprensa tem que acabar com o isentismo e o outroladismo, essa história de dar o mesmo espaço a todos”. Na mesma oportunidade, o cineasta aposentado Arnaldo Jabor lançou o desafio de “impedir politicamente o pensamento de uma velha esquerda que não deveria mais existir no mundo”. Impedir o pensamento… muito bom!

A baixaria televisiva contaminou até mesmo as campanhas eleitorais. Continuam na memória de todos os ataques da campanha de José Serra à Dilma Rousseff, em 2010, sobre o tema do aborto. Em Nova Iguaçu (RJ), Monica Serra, esposa do então candidato tucano, disse o seguinte sobre a petista: “Ela é a favor de matar as criancinhas”.

Dois anos antes, a campanha de Marta Suplicy (PT) à prefeitura de São Paulo já havia colocado en dúvida a sexualidade de seu oponente, ao  dizer: “Você sabe mesmo quem é o Kassab? Sabe de onde ele veio? Qual a história do seu partido?” Em seguida, aparece a foto do prefeito: “Sabe se ele é casado? Tem filhos?”

Bem acompanhado

Rafinha está em boa companhia. Deve se sentir incentivado para exercer seu rosário de preconceitos. Provavelmente pensa estar “quebrando paradigmas”, investindo contra o estabelecido e externando uma rebeldia adolescente, que lhe granjeia grande popularidade e bons cachês.

Ridicularizar e humilhar quem tem poucas chances de se defender, em uma sociedade com desigualdades abissais como a brasileira, é um grande negócio. Prova isso a lista de clientes dos shows do moço, que constam de sua página na internet. São elas Votorantim, Bosch, Agroceres, LG, HP, Ernst & Young, IBM, Banco Real, Vivo, Springer Carrier, Cargil, Unilever, Motorola, Chevrolet, Sherwin Williams, Valor Econômico, Bunge, GNT (Globosat), Jornal O Estado de S. Paulo, Coca-Cola, Bradesco, ESPM etc. Segundo a Veja, ele foi visto em mais de 730 comerciais somente neste ano.

Rafinha faz parte de uma tendência do humor televisivo, que se abriu após a chegada dos humoristas do Casseta e Planeta ao vídeo. A linhagem envolve também o programa Panico (da Rede TV!) e outros imitadores, além do Zorra Total, da Globo. Todos se dizem distantes da política, independentes e praticantes de um humor anárquico e sem freios. Nem mesmo a participação de Marcelo Tas como palestrante em um encontro da juventude do DEM ,em novembro de 2008, ou de Marcelo Madureira nas palestras hidrófobas do Instituto Millenium, os comprometem, segundo eles, com idéias que não as próprias.

Acima da cintura

Num panorama desses, repetimos: qual o problema de Rafinha Bastos?

O problema é que o garoto bateu acima da cintura.

Tudo bem desancar garis, a esquerda que foi à luta nos anos da ditadura, exaltar a parcialidade da imprensa e atacar homossexuais e outros grupos vulneráveis.

Não pode é investir contra o topo da pirâmide social.

Rafinha cometeu esse pecado. Wanessa Camargo é casada com Marcus Buaiz, 31 anos, herdeiro de um dos maiores conglomerados empresariais do Espírito Santo, o Grupo Buaiz, que completa 70 anos em 2012. O grupo é formado pela TV Vitória (afiliada da Rede Record), por duas rádios, pelo Nova Cidade Shopping Center, por várias empresas de alimentação (Café Número Um, Moinho Três Rios e Moinho Vitória), pela Buaiz Importação e Exportação, pela incorporadora Meca e pela Automóbile Comércio de Veículos, entre outras.

Marcus Buaiz transferiu-se para São Paulo, onde é proprietário de casas noturnas e restaurantes, além de uma empresa de marketing esportivo, a 9INE, em parceria com o ex-jogador Ronaldo Fenômeno. Segundo o jornal A Gazeta, de Vitória, o empresário e seu sócio teriam ameaçado tirar anúncios do programa, após a performance de Rafinha Bastos. “Um comercial de 30 segundos no CQC custa 130 mil reais. Já um merchandising pode custar de 240 mil a dois milhões e 400 mil reais, sem incluir cachês”, diz a publicação.

Com tudo isso, a Bandeirantes podou Rafinha Bastos de sua programação.

Dois pesos

O curioso da história é que intenção semelhante, de retirada de um comercial de lingerie do ar, por parte da ministra da Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres, Iriny Lopes (PT), foi classificada como censura por colunistas de imprensa e até por colegas seus na Esplanada dos Ministérios.

Na peça, em três versões, Gisele Bundchen faz as vezes de uma esposa prestes a dar uma péssima notícia ao marido: estourou o limite do cartão de crédito, bateu o carro ou informa que sua mãe virá morar com eles. É um machismo digno dos anos 1950. Os publicitários da agência Giovanni+DraftFCB devem ter achado o máximo a própria criação. No clima de boçalidade modernosa, não há problema na mulher bonita, mas dependente do marido provedor, invocar seus atributos eróticos para conseguir o que quer.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, a representante governista assim se manifestou: “A propaganda caracteriza como correto a mulher dar uma notícia ruim apenas de lingerie e errado estar vestida normalmente. Essa definição de certo e errado caracteriza um sexismo atrasado e superado”.

A ação da ministra está a quilômetros de distância das ameaças que teriam sido feitas pelo marido de Wanessa Camargo ou pela ação da Bandeirantes, que sem mais tirou Rafinha do ar. Iriny apenas solicitou ao Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) a suspensão da peça publicitária.

O mundo desabou sobre sua cabeça, com insinuações sobre estética feminina e inveja da modelo.

O caso Rafinha Bastos é pedagógico. No Brasil, além das mulheres, qualquer minoria pode ser atacada. Menos uma: a minoria dos endinheirados.

Leia também:

Greg Palast: Os urubus que pretendiam escolher o próximo presidente

A mídia descontrolada: Episódios da luta contra o pensamento único
A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação.

A publicação traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.

Por Laurindo Lalo Leal Filho



118 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

Julia

22 de outubro de 2011 às 18h50

Gostei do texto, mas não entendi qual a relevância em ressaltar que o fulaninho este é gaúcho. Será que isto é um tipo de pré-credencial pras suas piadas machistas? Será que se ele fosse paulista, baiano ou catarinense, isso seria tão importante e ressaltado no texto?
Considero desnecessário e mostra uma evidente veia preconceituosa do autor.

Responder

Norton

12 de outubro de 2011 às 15h23

Muitíssima confusão e pouca coisa verossímel, tanto no artigo quanto nos comentários. O CQC fez gente graúda se explicar diversas vezes, e o tal Rafinha parecia o mais interessado nisso tudo. Mas aí veio a grana, e ele sentiu algo na veia soar mais forte e não resistiu, caiu no pecado de acreditar no sistema de falsidade ao qual estava inserido, e do qual foi agora sumariamente excluído. Lição: não pise fora da bacia, nem creia que a liberdade revolucionada e organizada virá por via televisiva. Saia às ruas e trabalhe firmemente, e não aponte o seu dedo sujo para ninguém..do contrário serão devaneios de quem não quer fazer nada de bom a não ser dizer que já sabia ou que tinha razão ou que leu em algum lugar, como a maior parte dos internautas e dos brasileiros de hoje, infelizmente.

Responder

r medeiros

12 de outubro de 2011 às 13h47

Acertou o articulista na análise. O Rafinha dançou por que o comentário foi sobre um riquinho poderoso. E o poder que ensejou a punição do humorista não veio dos pais da Vanessa, mas, provavelmente, da família de seu marido, que é dona de uma poderosa rede de TV no ES, além shoping. Isso mesmo, o rapaz é filho de um dos poderosos da mídia, os mesmo que arrotam discurso em prol da liberdade de imprensa.

Responder

Carlos

12 de outubro de 2011 às 12h04

Podem até não gostar do rafinha e criticá-lo, mas leitor do reinaldo ele não é. Durante a eleição ele deixou claro que votou na Dilma. Indiretamente fez campanha para ela também.

Responder

Segio R. Dias

12 de outubro de 2011 às 11h40

penso ser imposível dizer esta verdade de uma forma melhor. Foi isto mesmo que aconteceu.

Responder

Lucy

12 de outubro de 2011 às 11h32

De todos os textos que li sobre o episódio (e não foram poucos), essa foi, sem dúvida, o mais coerente.

Responder

    shirl

    12 de outubro de 2011 às 15h16

    EU tambem, ainda não li um texto melhor.Parabéns ao autor.

Will

12 de outubro de 2011 às 11h05

O artigo podia lembrar também dos comentário discriminatórios do apresentador José Luiz Datena contra os ateus. Taí outra minoria que quando é atacada nada se fala na mídia.

Responder

LuisCPPrudente

12 de outubro de 2011 às 10h39

É, esse rafinha já era…mas as suas ideias continuam propagando em programas de baixo nível da televisão brasileira.

A Ley de Medios pode ajudar a diminuir essas porcarias na televisão? Acho que sim.

Responder

    Ricardo

    12 de outubro de 2011 às 22h24

    Lei de Medios = Censura

Mauro A. Silva

12 de outubro de 2011 às 10h36

<img src="http://blogdomaurosilva.files.wordpress.com/2011/10/hipo_hope.jpg"&gt;
Hope “ensina” as mulheres a darem más notícias aos maridos…
"Querido, queimei o feijão… mas você acha que este biquini me deixa gorda'?

Premio IgNóbil de Educação 2011 – Experiências, estudos ou pesquisas que não podem e nem devem ser repetidos na Educação.
Menção desonrosa especial: Hope e sua campanha que “ensina” mulheres a se despirem quando forem dar más notícias aos seus maridos ou companheiros. No Século das Mulheres, a HOPE “ensina” brasileiros e brasileiras a se comportarem como nossas reprimidas avós viviam há 30 anos…
<a href="http://blogdomaurosilva.wordpress.com/” target=”_blank”>http://blogdomaurosilva.wordpress.com/

Responder

Luci

12 de outubro de 2011 às 09h44

Não é piada é arruaça.Não é humor é bullying.Não é humor é uma política de desqualificação/dominação das minorias para distorcer a realidade cruel: o apartheid social e racial vigoroso e competente, onde a minoria rica emergente é privilegiada e perversa, não se manifesta quando as piadas são contra quem não é parte do grupo dos endinheirados. O que os emergentes nunca reconhecerão é suas origem pobre, e que hoje são milionários porque a minoria lhes garantiu fortunas, assistindo programas de baixo nível (dando-lhes audiência), comprando seus DVds, assistindo seus shows, comparecendo a estádios de futebol para assistir os jogos, mas são solenemente ignorados quando o assunto é reconhecimento.

Responder

Pafúncio Brasileiro

12 de outubro de 2011 às 09h42

Azenha,
Não entendo um sujeito como esse Rafinha ser tão comentado. O sujeito é de uma pobreza de inteligência e intelectualidade enormes. O que ele fala, e as pessoas o entendem como comediante, é de espantar. Para este Pafúncio, ele não passa de um sujeito tipo filhinho-de-papai que se expressa de forma totalmente irresponsável e anárquica. O que ele faz não é humor, não é crítica humorada dos costumes, o que ele faz é lixo total ! Ele também tem um "companheiro", do mesmo "nível", chamado Danilo Gentile. Os Pafúncios nacionais deveriam prestar mais atenção nestes lixos e fazer o descarte no devido lugar. Há uma possibilidade enorme de fazer um humor inteligente e crítico. Estes dois preferem o caminho do lixo.

Responder

Aracy_

12 de outubro de 2011 às 08h42

Rafinha é um mal educado a quem nenhuma emissora de TV – concessão pública, heim! – jamais deveria ter aberto espaço. Mas ele não está sozinho no preconceito e na grosseria na telinha. Boris Casoy que o diga. O duro é saber que em pleno século XXI ele tem público telespectador e empresas que lhe dão audiência e pagam cachê para ouvir tantas sandices.

Responder

Operante Livre

12 de outubro de 2011 às 07h14

Eu não acompanho este tipo de "humor", mas esses caras dizem coisas do fundo dos intestinos;
daquelas que não se diz nem no divã do analista; poderiam acordá-lo de susto correriam sério risco de serem recusados como pacientes.

Responder

Ari Silveira

12 de outubro de 2011 às 00h50

E ninguém fala nada do editorial nazifascista do Joelmir Beting, que defendeu a truculência contra os trabalhadores dos Correios (e que, ao que parece, foi atendido pelo governo e pelo TST)?

Responder

Eduardo Raio X

12 de outubro de 2011 às 00h13

Venhamos e convenhamos a TV brasileira esta pobre de atratividades artísticas, culturais e educacionais, algumas exceções nas grades de algumas emissoras salva alguma coisa. A ética não tem mais lugar na pauta, falar mal de homossexuais, mulheres, pobres, negros entre outras minorias encontra-se nas entre linhas, podemos tirar um lição fundamental desse caso Rafinha, onde pode doer pesado é no bolso desses idiotas. Eu por minha vez já não assisto mais essa emissora a tal Band por entender que nela não há sinal de vida inteligente!

Responder

Marat

11 de outubro de 2011 às 23h55

Poucas coisas mudaram em nosso país, no que se refere à discriminação e ao preconceito social. O boçal Rafinha é apenas mais um, no meio de uma turba gigantesca de brutamontes estúpidos e desinteligentes, que tanto povoam nossa mídia!

Responder

Conservador316

11 de outubro de 2011 às 23h42

Concordo com 80 por cento do texto.
Entre outras coisas, essa parte me chamou a atenção:

"O caso Rafinha Bastos é pedagógico. No Brasil, além das mulheres, qualquer minoria pode ser atacada. Menos uma: a minoria dos endinheirados."

Esqueceu de mencionar os Cristãos. No Brasil faz se piada com Jesus, Tem revista que traz jesus na capa de maneira indecente, etc.

Mas fazer piadas com cristãos pode. Experimente fazer uma piada com islâmicos……Ninguém faz, porque esses humoristas são covardes. sabem que podem atacar os cristãos, pois Jesus mandou os cristãos amarem os inimigos e darem a outra face…..

Responder

    Hbolivar

    12 de outubro de 2011 às 02h29

    Muito menos com judeus. Lembrando que o Rafinha é judeu.
    Apoio ele, achei uma censura descarada e pior, acontecer tudo isso em torno da Wanessa Camargo ???
    Estamos perdidos mesmo.
    Os falsos moralistas (Luque, Tas, Fenômeno e etc) devem pagar uma continha dessa censura, estão com a imagem arranhada. Tanto que parecem tímidos atualmente.

ZePovinho

11 de outubro de 2011 às 23h15

Uma coisa interessante sobre esse episódio:se você for um grande anunciante,pode censurar o PIG à vontade porque eles não estão nem aí para a liberdade de expressão.O que importa,mesmo,é o fluxo de caixa positivo da empresa.
Pelo fluxo de caixa azul,esse povo da imprensa-empresa apóia as piores ditaduras.

Responder

beattrice

11 de outubro de 2011 às 22h22

A análise do Maringoni escancara os podres poderes do PiG televisivo, e nessa lama todas as emissoras se igualam, falta de compromisso, falta de decência, falta de cidadania, a disputa pelo pior.

Responder

Fausto

11 de outubro de 2011 às 22h07

Código de “Ética” da Band: O mesmo peso, duas medidas
Humilhar rico não pode, dá punição, já pobre… pobre pode, não dá em nada! “Isto é uma vergonha!”
Rafinha no CQC ao vivo, piada (de mau gosto com certeza) sobre gravidez de Wanessa Camargo: “Eu comeria ela e o bebê, não tô nem aí”
Mensagem de Fim de Ano 2008-2010 no Jornal da Band – Vaza o áudio do comentário em OFF de Bóris Casoy: “Que merda… dois lixeiros desejando felicidades… do alto de suas vassouras… dois lixeiros… a mais baixa escala de trabalho (risos ao fundo)."
Rafinha foi retirado do ar pela direção da emissora. Já o âncora do telejornal, Bóris Casoy (Isto é uma vergonha!), o senhor da “ética” jornalística, continua…

Responder

MARCOS LIMA

11 de outubro de 2011 às 21h49

“Eu comeria ela e o bebê, não tô nem aí”.
Gilberto Maringoni: Rafinha dançou por mexer com gente rica
Senhor Gilberto se ela fosse sua filha, o que faria.
Pode até ser rica. mas esta safadeza não tem limites, nem é digna de um jornalista.
A pessoa que disse isto, não tem nem um pouquinho de educação e dignidade.

Responder

Henrique

11 de outubro de 2011 às 21h38

Para mim o principal erro foi utilizar uma concessão pública e, em rede nacional – com a concessão pública – , fazer uma 'ode' à falta de respeito.
Com os amigos é uma coisa mas em uma concessão pública!?
Essa 'rafa' não consegue se libertar do seu egocentrismo/burrice.
A educação é a prática da liberdade.
Ele diz qualquer coisa só para marcar presença, não há sentido no que diz.
É preciso que as coisas ditas tenham sentido e respeito para quem as lê.
Palavra dita é palavra empenhada.
Menosprezar, subestimar e desrespeitar, vergonhosamente, as pessoas é de uma total falta de educação e formação.
É um festival de besteiras, com verdadeiros disparates, bobagens e explicações vazias.
Nos dias de hoje, a comunicação tem extrema importância.
O seu ‘desespero e/ou destempero’ tomou lugar da arte de falar bem e convencer as pessoas humoristicamente (se realmente for um humorista!)
É preciso mais educação e conhecimento.
As pessoas estão mais bem informadas.
Este tipo de atitude o torna fraco e decepcionante.
Este tipo de atitude é ‘intimidação’.
Este tipo de atitude demonstra uma falta de especialização/conhecimento e de arregaçar as mangas durante o cotidiano de uma sociedade, seja qual for o ramo/profissão.
….
Caiu como um 'bobo' no colo dos endinheirados.
Se, como ele mesmo disse – “mulheres feias deveriam agradecer caso fossem estupradas, afinal os estupradores estavam lhes fazendo um favor, uma caridade” – deverá agradecer aos endinheirados se não o fizerem o mesmo com ele!
….
Será que ele não seria um ‘idiota’ lacaio da ordem midiática!?

É lamentável!

Responder

Charles Lamounier

11 de outubro de 2011 às 21h22

Um artigo excelente. Mostra como a coisa rola.

Responder

Luci

11 de outubro de 2011 às 21h01

Caramba ler este texto do Gilberto maringoni, é a certeza de que há cidadãos de bem neste país, que lutam por justiça social e respeito á dignidade humana. Maravilhoso este texto.
A Minoria dos endinheirados manda, demite, domina.

Responder

Eduardo Diniz

11 de outubro de 2011 às 20h43

Naveguei em alguns sites e o tal do Rafinha é o que tem mais IBOPE. Então aproveito este chamariz para lançar a campanha abaixo:

Campanha Adote um carteiro!!!!

Descontar 07 dias de quem tem piso salarial de R$ 800,00 ???
Sugiro a campanha: Adote um carteiro! Para doar R$ 10,00 ligue 666610, para doar R$ 5,00 ligue 66665, mas pode doar R$ 0,10 centavos também que já ajuda muito.

“Quando penso em uma pessoa que trabalha como carteiro, minha memória vai aos anos 80 em São Joaquim da Barra. Não existia internet, as notícias circulavam em papel. O carteiro era uma pessoa especial, muito respeitada e conhecida na cidade. Trabalhava de bicicleta.
Hoje, vejo pessoas sofridas trabalhando debaixo de um sol escaldante, ou nas lojas dos correios que fazem serviço bancário, dando lucro para banco.

O que o partido dos trabalhadores está fazendo com os trabalhadores?

A Lei de Greve precisa ser revisada ou eliminada.
————————————————————— http://g1.globo.com/economia/noticia/2011/10/tst-

11/10/2011 19h06 – Atualizado em 11/10/2011 20h06
TST determina fim de greve dos Correios
Justiça autorizou desconto de parte dos dias não trabalhados.
Funcionários devem voltar ao trabalho na quinta-feira, sob pena de multa.

Responder

    beattrice

    11 de outubro de 2011 às 22h13

    Sua análsie é corretíssima, a situação dos Correios no BRASIL é mais do que lamentável, é vergonhosa.
    Só espero que não se confirmem os trágicos boatos e os infindáveis rumores de que haveria uma estratégia de privataria por detrás de tudo isso.

marcus

11 de outubro de 2011 às 20h41

Ele ter sido afastado do programa em que trabalhava não configura uma censura. O que houve foi que um empregado de uma empresa foi afastado de suas funções por estar incomodando demais. Simples. Foi afastado por não estar cumprindo com o trabalho para qual foi contratado. No caso, acredito eu, fazer humor e com isso trazer audiência. Se bem que… fazer humor acho que é secundário. Trazer audiência é o principal.

Ele é um empregado de uma empresa. Foi afastado porque incomodou. Fora no funcionalismo público, em qualquer outra empresa do mundo qualquer empregado que incomodar será demitido. Vai pra rua. O fato dele trabalhar numa emissora de TV não lhe atribui automaticamente o status de intocável na função que exerce.

O dono da empresa fez as contas, calculou quanto o babaca traz de retorno financeiro com a audiência, subtraiu o valor dos patrocinadores que ameaçaram deixar o programa caso ele fique e chegou à conclusão que a conta ficaria negativa. Então, rua.

Não entendo a comparação com o Boris Casoy. Mesmo que seja essa a questão, acho curioso as pessoas usarem essa diferença de tratamento como justificativa para que o babaca não seja punido. Se o babaca jornalista não foi punido, então o babaca humorista também não deve ser?

O que o babaca em questão fez não foi ser politicamente incorreto. Foi ofensa pura e simples. Boçalidade. Cretinice. Imbecilidade. Ofende os outros para chamar atenção. Não tem nada a ver com uma cruzada com a intenção de legislar em favor do "politicamente correto".

Entendo que seja normal um babaca fazer sucesso entre os babacas. Porém, eles que se mantenham ao seu grupo. Brinquem entre eles, pois são babacas. Não mexam com quem não se interessa por eles. Podem falar o que quiserem, porém, entre eles.

Resta a pergunta final: Se ele falasse que comia a sua mãe com você dentro, você iria rir também?

Responder

    Marília

    13 de outubro de 2011 às 08h59

    A palavra "babaca" já desmerece por si só todo esse seu textinho. Violência verbal não leva a nada, a não ser na descrença pela sua palavra :)

    mirian54

    14 de outubro de 2011 às 18h04

    Se alguém te chamar de filho da puta você vai achar que sua mãe é uma puta ? E tem mais, ele não disse que comeria sua mãe com você dentro, disse que comeria sua mãe grávida e você junto, o que seria o máximo da boa pontaria.

Alexandre

11 de outubro de 2011 às 20h24

Se fosse com a minha mulher eu não teria money para pedir a cabeça do abestado, teria que esperá-lo na saída para dar-lhe uns bofetes. Bem feito!

Responder

Zamora

11 de outubro de 2011 às 19h20

Dois metros de altura e cinco miligramas de cérebro

Responder

José Bsb

11 de outubro de 2011 às 19h04

O ataque do Boris Casoy aos garis, muitíssimo mais grave e abjeto, deu em nada.

Responder

Otavio Sanches

11 de outubro de 2011 às 18h52

Se ao menos as tiradas do Rafinha tivessem graça, ele se safaria. Mas baixaria sem graça ninguém agüenta.
Olha a censura aí na Bandeirantes, gente

Responder

    Jairo_Beraldo

    11 de outubro de 2011 às 19h48

    Não vejo censura. Como voce mesmo colocou, se "as tiradas do Rafinha tivessem graça"…ele não é humorista, mas um agressor dos bons costumes. Mesmo que achemos que a filha do Zezé di Camargo, que um dia já foi um fud…. aqui em Goiania, seja depravada, como seres humanos devemos respeitar sua índole e pedir a Deus que a abençoe, se isso for possível. Principalmente porque Zezé esqueceu suas raízes e está junto com tucanos (é filiado ao PSDB) e vive às custas dos eleitores de Lula e Dilma… quem tem que tomar vergonha na cara são estes eleitores de Lula e Dilma que divinizam esta gente!…

joni

11 de outubro de 2011 às 17h55

O casseta e planeta, saiu do ar por falta de audiência. O jornal do boris casoy tem pouca audiência. Assisti poucas vezes ao pânico, pois o achei desrespeitoso. O mesmo aconteceu com o cqc. Não assisto programas que para ganhar dinheiro fazem piadas(?) ofensivas e preconceituosas. Muita gente também não assiste, mas se manifesta apenas com o controle remoto. Não quero saber se quem questionou a fala dele sobre a cantora em questão era rico. O importante é que houve um questionamento, e com razão. Tenho a certeza que muitos pertercentes as minorias, que não têm voz para denunciar o preconceito e as ofensas estão muito contentes.

Responder

Selene Santiago

11 de outubro de 2011 às 17h37

O tal Rafinha é consumado idiota — como tb são consumados idiotas TODOS os jornalistas que trabalham naquele programa (e vários, também, que trabalham em outros programas). Se um jornalista consumadamente idiota diz uma besteira, o mais simples seria escrever: o cara é consumado idiota. Mas ninguém escreve que jornalista é idiota… Então, fica todo mundo, aí, inventando 'teorias' pra explicar por que um GÊNIO DAQUELES (não um consumado idiota) disse aquela imbecilidade. O cara é perfeito idiota, humorista fascista, desses que querem se fazer de engraçados sem ter visão de mundo, sem saber criticar e rir do mundo. O tal Rafinha disse aquela imbecilidade porque é humorista do tipo fascista burro. É muito difícil VER a coisa, até quando ela stá ahi, no nariz de todos?

Responder

Anita

11 de outubro de 2011 às 17h30

http://www.correiodoestado.com.br/noticias/confus

Hum… está me cheirando a "ataque de falsa bandeira"…

Responder

Adilson

11 de outubro de 2011 às 16h51

Azenha, o texto do Maringoni foi de encontro ao que eu penso, vou reproduzir aqui mais ou menos o que disse no Nassif ontem:

Acho que esse caso do Raphinha Bastos foi emblemático no seguinte sentido: Ficou absolutamente claro que aqueles que pretendem fazer o humor dito “polticamente incorreto” aqui no Brasil o direcionam apenas a quem não tem como se defender ou não tem cacife midiático para tal.

Digo sem medo de errar, que não se trata apenas das minorias históricas e de pobres. Como fez o repórter Vesgo do Pânico humilhando um gari no Shopping da Gávea no Rio. Só isso era pra gente de indignar e bradar contra.

Responder

    Adilson

    11 de outubro de 2011 às 16h51

    Mas aí é que tá X dessa questão, não é só isso, mesmo entre os políticos e celebridades eles sabem com quem podem mexer, só “vão na boa”, se é que me entendem..São calculistas, e isso pra mim faz com que além do desprezo que já sinto por fazerem piadas absurdamente infelizes – como aquela com órfãos – os tenha na condição de covardes e “pseudo- artistas”, pois identifico ali um claro limitador para o pressuposto básico de qualquer manifestação artística: liberdade de criação.

    Sem dúvida essas pessoas que se julgam artistas, vivem num engano profundo, vendem uma coisa (o humor do politicamente incorreto, ou negro etc_) mas no fundo o que fazem é bater apenas em cima de cartas marcadas. Claro que a liberdade de criação num canal de televisão será sempre de alguma forma limitada poderá se dizer, mas, ora bolas, então não escolha o caminho do humor “doa a quem doer”, pois sabemos que no fundo não é nada disso que se faz mas sim o humor “doa a quem sempre esteve acostumado com a dor”

    Adilson

    11 de outubro de 2011 às 16h52

    A coisa fica muito, mas muito feia, é passar atestado de covarde e corrompido pela grana: Com o Gari pode mas com o Dr. Advogado nem pensar, com o Sarney pode escrachar a vontade mas com o Maluf a gente pega leve e dá as costas pra ele deitar e rolar e ser engraçado tb…Com a Argentina está liberado falar até da bomba atômica explodindo aquele povo, mas com Israel nem pensar, pois não querem problemas com os judeus de Higienópolis…E por aí vai..

    Por fim, quanto a piada que detonou isso tudo – sobre o bebê da Wanessa Camargo – apesar da opinião negativa que tenho sobre a figura de Rafinha Bastos que prefiro agora não externar, devo ser justo e dizer que não acredito que ele tenha tentado incentivar o estupro de grávidas, a pedofilia ou coisa do gênero. Acho que temos que ter argumentos um pouco mais sofisticados pois creio que esse discurso não resiste a dez segundos com uma pessoa minimamente crítica.

    Adilson

    11 de outubro de 2011 às 16h52

    Pelo tom de sua ironia, pareceu-me mais ter empregado ali também o recurso da hipérbole; quando Marcelo Tas “levanta pra ele” o fato dela estar grávida (tudo devidamente ensaiado, claro) e ele diz: “Pois eu comeria ela e o bebê dela juntos”, fica ali pra mim, bem claro, o tom provocativamente exagerado, até por suas expressões.. Guardadas as devidas proporções, é mais ou menos como Caetano ao se referir a Leonardo de Caprio ou Raul Seixas que nunca quis transar com Deus em suas “Aventuras na cidade de Thor.”

    A comunicação se dá também na expressão gestual, basta observar e perceber o contexto, o que é fundamental numa análise. Ora não é preciso varar a Duvivier as cinco pra entender que Cazuza não tava querendo trepar com a própria mãe, caramba..

    Adilson

    11 de outubro de 2011 às 16h53

    Agora, com certeza, é bem diferente da Marta Suplicy (PT-SP) que na campanha eleitoral fez insinuações diretas a sexualidade do seu maior adversário.

    Fazendo uma comparação, creio que a chance de acontecer uma agressão homofóbica como a lâmpada que explodiu na cara de um jovem na Av. Paulista é muito maior devido a declaração da senadora do que a de alguém estuprar uma criança por que viu um pretenso artista falando uma bobajada daquelas sem graça ao lado de outros bobões tão sem graça quanto..

    Fato é que é difícil saber, muito difícil de julgar ali na hora sua intenção – embora tenha dado aqui minha opinião – por isso, fugindo do sexo dos anjos, meu questionamento na verdade é outro: Será que ele faria a mesma piada, por exemplo, com a Ivete Sangalo? Sabemos que não e esse é o ponto.

    Adilson

    11 de outubro de 2011 às 16h54

    Volto a dizer, esse caso é emblemático porque pegaram um rapaz que se vendia como “ o destemido” de calça curta, justamente onde ele achava que jamais seria pego e estaria protegido. Mal sabia ele que por trás daquela “moça brega” filha daquele cantor sertanejo “bom de sacanear”, tinha gente muito poderosa, as mesmas pessoas que ele se borra de medo e sabe que não pode mexer de jeito nenhum. (o que também é péssimo, sem dúvida).

    Seria mais ou menos como se aquele gari humilhado pelo rapaz do Pânico na TV no Shopping do Rio fosse na verdade um advogado super poderoso que estivesse ali disfarçado, ou fantasiado e jogasse-lhe um processo, tudo ao vivo com a casa caindo devidamente registrado pra quem quisesse ver.

    Adilson

    11 de outubro de 2011 às 16h54

    No meio de toda polêmica, uma coisa é fato depois do episódio RB: Pra quem ainda acreditava, acabou de vez a credibilidade e o “barato” de programas do tipo CQC. Vendem um humor implacável, generalizado e sem fronteiras mas no fundo são covardes, pois só batem pesado em quem não tem chance, limitados, pois só escolhem “os manjados estereótipos de sempre” e hipócritas, pois levantam a bandeira da liberdade de expressão mas são no fundo (como o todo o PIG) inimigos desta, como pudemos perceber na demissão do colega de bancada.

    Fabio_Passos

    11 de outubro de 2011 às 21h23

    Perfeito. É isso mesmo.

    Conceição Lemes

    11 de outubro de 2011 às 17h19

    Adilson, por favor, envie o seu texto pro meu e-mail. Abração

pap

11 de outubro de 2011 às 15h39

A casa e a mascara cairam na band: talvez no lugar do cqc entre a wanessa camargo rsss.

Responder

marcio gaúcho

11 de outubro de 2011 às 15h21

Rafinha bastos fez apenas uma piada, pegando um gancho dos colegas de bancada. Para mim, inocente e até engraçada no contexto do programa. Aí, se ofende a Wanessa e provoca uma derrocada na vida do cara.
Santa paciência com essa gente!

Responder

EUNAOSABIA

11 de outubro de 2011 às 15h20

Nunca assisti ao CQC, raramente assisto TV e muito menos TV aberta…

Mas a verdade é a seguinte, esse Rafinha serviu com uma luva aos devaneios dos stalinistas neanderthais em sua obstinação tresloucada de controlar o que devemos assistir e em último caso, tentar revogar o artigo quinto da Constituição.

O PT é o Ti Parti Tabajara…

Responder

Marcelo de Matos

11 de outubro de 2011 às 15h18

Não foi o Rafinha que dançou, foi a Band. Ele pediu demissão e, certamente, tem emprego garantido em outro canal. Tem 3 milhões de seguidores no twitter e não faltará público para o seu besteirol, no Brasil ou até em Portugal ou na Argentina. João Kleber não se deu bem lá na ex-metrópole brasileira? O blog da Keila Jimenez informa que o contrato da Cuatro Cabezas com a Band termina em dezembro. A empresa argentina é dona do formato do CQC. Record e SBT estariam de olho no programa. Quem sabe Rafinha fique mais comportado depois de um “plá” com o dono do Baú ou com os bispos?

Responder

dukrai

11 de outubro de 2011 às 15h08

o autor lanceta o tumor e o exsudato inflamatório, leucócitos polimorfonucleares e bactérias, vivos e mortos, atingem na cara os trollxas. como resposta flatulência mental.

Responder

Daniel Gasparri

11 de outubro de 2011 às 15h06

O que a Wanessa conseguiu fazendo isso só foi dar mais IBOPE para o Rafinha, piadas de mau gosto devem ser ignoradas que logo serão esquecidas.

Quantas vezes o prórpio Rafinha não disse que comeria 'N' pessoas diferentes independente do sexo e sempre passou despercebido?

Quanto a propaganda citada da Gisele Bundchen de lingerie, se não foi por causa dela estar de lingerie então pelo que foi? Se uma propaganda anterior da mesma empresa prega o sexismo com o marido assistindo TV enquanto a Gisele esfrega o chão de casa e deixa o que está fazendo para buscar a cerveja para o marido não repercutiu em nada.

Na leva a nossa ditadora… digo presidenta, pede para tirar do ar um quadro do programa Zorra Total (que é péssimo por sinal) só porque faz uma charge a seu respeito em toda abertura do quadro.

Ou o Sarney que impede o Estado de São Paulo citar algo sobre a investigação contra seu filho.

Para variar o peso da balança tem pesos diferentes dependendo do lado que você se encontra, e isso está cada vez mais evidente.

Um dia queria muito encontrar a tal liberdade de expressão que dizem termos adquirido sem correr o risco de tomar um belo processo nas costas.

Responder

    mfs

    11 de outubro de 2011 às 21h51

    Ditadora? Como assim, ela não foi eleita? E desde quando pedir para tirar, criticar e apontar preconceito é atitude ditatorial? Então proibir a crítica é que é democrático? Dilma nunca falou em censura, o PT nunca propôs a censura. Verdade seja dita, boa parte da velha guarda do PSDB também não foi favor da censura. Quanto ao DEM, sabemos a origem, veio do PDS, veio da Arena, do apoio à ditadura militar.

Dejair Brasil

11 de outubro de 2011 às 15h04

“Um comercial de 30 segundos no CQC custa 130 mil reais. Já um merchandising pode custar de 240 mil a dois milhões e 400 mil reais, sem incluir cachês”, Minha Nossa Senhora, a Bandeirantes ganha tudo isso por um programa fraco como CQC??!!! É o fim da picada.

Responder

    Douglas

    11 de outubro de 2011 às 21h54

    Fora isso, o salário "fixo" dos caras é em torno de 40 pilas!!! Como o próprio texto embasa esse tipo de "arte" tem sido muito valorizado…

carlos antonio lopes

11 de outubro de 2011 às 14h50

A esse rapaz falta-lhe apenas inverter a posição das vogais do sobrenome para que se conheça realmente quem é!Pitbull valorizado e vitaminado pela ânsia de carinhas bonitas e cabeças vazias da multidão brasileira.

Responder

Anita

11 de outubro de 2011 às 14h39

Rafinha sempre faz essa piada de mal gosto. Já comí, vou comer, comí os dois, etc.
Acho que é muita sensibilidade para tão pouca coisa.
No mesmo dia que Rafinha foi tirado do ar, estava a ofendida Wanessa, lá no programa da concorrência, no Todo Seu. Com seu ar de "viram, o que eu fiz?"
Como a acho de tão bom gosto para a música como as piadas do Rafinha para o humor, pulei amarelinha.
Nem Wanessa, nem CQC. E agora que sei quais os produtos que dão lucro ao Buaiz, nada mais dele em casa também.

Responder

El Gordo

11 de outubro de 2011 às 14h37

O certo é o certo e vice-versa, já dizia o ditado.

Rafael Bastos não dançou porque pisou no calo de um figurão. Ele vem sendo frito em banho-maria, em doses homeopáticas, desde aquele incidente onde ele disse que uma mulher feia tem que ser estuprada e agradecer (o que virou esquete do Zorra Total, só que trocaram a violência sexual por uma inocente e brasileiríssima bolinada no ônibus).

Ele subiu rápido demais ao olimpo dos "bros" brasileiros – essa nova classe com casca jovem, atitudes jovens mas cabeça conservadora. Ele é o cara tatuado e descolado que fala o que todo mundo quer ouvir. Até onde ele começa a falar o que eles não querem ouvir; não uma verdade inconveniente, sobre os neocons brasileiros que estão nascendo na USP, ou dos filhinhos de papai que batem o Porsche e são consolados pelas redes sociais. Ele fala coisas que ofendem e agridem o senso comum. E se acha invencível.

Para alguém que já foi cuspido, agredido, espancado e ameaçado pelos poderosos enquanto inquisidor da Mídia, dizer para uma repórter da Folha de S. Paulo que ela chupasse-o nas partes íntimas é um exercício de mesquinhez, falta de caráter e, com o perdão da palavra, "escrotice". Ele está se encaminhando a se tornar o novo Charlie Sheen de Pindorama: vai queimar com fulgor e glória, em sua trajetória descendente ao ostracismo.

Que ele vá pela sombra.

Responder

    joni

    11 de outubro de 2011 às 18h10

    Tenho dito. É isso mesmo.

    Adilson

    11 de outubro de 2011 às 18h48

    Charlie Sheen de Pindorama foi excelente!

O_Brasileiro

11 de outubro de 2011 às 14h22

E ainda tem inocente que acha que político manda em alguma coisa… Político não manda em nada!
Quem manda em tudo são os donos do sistema, os donos do capital que, com seus talões de cheque e suas malas pretas, controlam os políticos e a mídia; e que com suas legiões de advogados controlam o sistema judiciário!

Responder

    Luis

    11 de outubro de 2011 às 15h57

    Mas a demonização da politica que vemos na midia não é a toa ! Enquanto a nossa tão "esclarecida" classe média achar que o ploblema está nos politicos vamos continuar no mesmo barco.

    Adilson

    11 de outubro de 2011 às 16h42

    Disse tudo. Grana!

Avelino

11 de outubro de 2011 às 14h10

Caro Azenha
O que foi mesmo que aconteceu com aquele ladrão, que entrou na casa do Silvio Santos?
É a "democracia".
Saudações

Responder

cronopio

11 de outubro de 2011 às 14h05

No fundo o Rafinha é um cabeça-oca infantilóide que acreditou na lorota de que o humor do programa era anárquico. Talvez agora perceba que só deve ridicularizar as mulheres que não pertençam ao dono da empresa onde trabalha. Leonardo, o protagonista do romance Memórias de um sargento de Milícias, é uma espécie de protótipo do cafajestinho que hoje encarna Rafinha e outros malandretes da mídia brasileira. Movendo-se entre ordem e desordem, incapaz de enxergar algo além de uma infinidade de rinhas, de disputas comezinhas, oscila constantemente entre os papéis de herói e vilão, sem perceber os fios que o amarram a sua condição.

Responder

Samyra

11 de outubro de 2011 às 13h54

Excelente texto.
É uma tristeza ver toda essa falta de respeito pelo outro disfarçada de "humor anárquico".
Sério… nem rindo, viu?

Responder

EUNAOSABIA

11 de outubro de 2011 às 13h42

Aquela turma do pânico também pega pesado… posso não ser a favor de deputados, de senadores, ou de políticos em geral, mas as vezes eles faltam com o respeito.

Outra coisa, lembram no Netinho??? pois bem…. Netinho brigou com a esposa, chegou a bater nela, um mau exemplo, mas quer queira ou não, é um problema pessoal, acho até que pode ser abordado em público, mas com a devida cautela e de forma respeitosa.

Netinho meteu o braço naquele tal de vesgo…. eu farei a mesma coisa, não estou defendo Netinho ou fazendo apologia a violência, mas fazer piada com um caso pessoal e dessa gravidade ultrapassa os limites do razoável…. não podemos esquecer que somos seres humanos e sujeitos a emoções…

No fundo o agressor não foi o Netinho, repito, acho que eu faria a mesma coisa… o agressor foi aquele Vesgo do pânico…. esses caras tem que saber que há limites pra tudo…

Esse programa do CQC vai na mesma linha, baixaria e falta de respeito…

Responder

    Zé das Couves

    11 de outubro de 2011 às 15h02

    Pela primeira vez concordo com vc em alguma coisa.
    Como pessoa pública, todo político deve saber escutar as críticas e prestar esclarecimentos sobre seus atos.
    Isso não quer dizer que o sujeito seja obrigado a ficar escutando desaforos de qualquer engraçadinho que aparece em sua frente com um microfone na mão.

Adriano

11 de outubro de 2011 às 13h34

Em tempo, como todos (TODOS) os canais de TV são farinha do mesmo saco, não se surpreendam se o Rafinha Bastos for contratado por outra emissora (a Record tem interesse nele) e continue com seu humor (sic) ao lado do Azenha, PHA etc.

Azenha e PHA são pessoas com posições políticas interessantes e críticas, especialmente na internet. Mas trabalham na mesma engrenagem que criticam e, portanto, possuem limitações para fazer a crítica necessária…fazem apenas a crítica possível… Não consigo entender, por exemplo, o que ganharíamos com uma decadência da Globo e uma ascensão da Record, por exemplo? A diferença entre elas é a mesma que existe entre o BBB e a Fazenda, ou entre o Faustão e o Gugu, ou entre o Jornal Nacional e o Jornal da Record…ou seja, nenhuma.

A regulamentação dos media não deve ser pensada para trocar seis por meia dúzia…a quebra do monopólio só faria sentido se acompanhada pela quebra da censura imposta pelo capital e pela quebra da lógica da indústria cultural que reina na TV…caso contrário, fica elas por elas.

abraços

Responder

chaplin

11 de outubro de 2011 às 13h29

Nessa questão estão envolvidos vários componentes. Poder e interesse econômico, tráfico de influência, hipocrisia social, conceito de piada (sempre existe alguma verdade ou intenção de mostrá-la através de cada piada), oportunismo midiático do próprio personagem, efemeridade do chamado "sucesso" pós-moderno…

Responder

    Luci

    12 de outubro de 2011 às 10h29

    E a decadência da TV brasileira, onde o patrocinador (capitalismo) fortalece a baixaria e o desrespeito ao telespectador.

Adriano

11 de outubro de 2011 às 13h16

Fantástico o texto! Aponta para o problema central: a TV e os meios de comunicação são um poder, não um poder deste ou daquele, mas um poder do capital.

Exemplos deste tipo temos aos montes, não só na Bandeirantes, mas na Record, na Globo ou qualquer outra. A Record pode, em seu jornalismo (sic), falar o que quiser, menos noticiar os problemas envolvendo o capital-de-Deus…E Deus, é claro, atende pelo nome de Edir Macedo também. A Globo…bem, essa aí é "isenta" já faz tempo…hehe

Ou seja, não existe liberdade de expressão na TV e nem tão pouco informação. O que existe é o poder do capital e nada mais que isso. O que existe é a censura do capital. Ou como diria o grande Itamar Assumpção: a ditadura pulou fora da política, e como a dita cuja é craca e crica, foi grudar bem na cultura, uma nova forma de censura.

É isso que ganhamos com a globalização (neoliberalização) dos media. Regulamentação dos media, já!!!

abraços a todos

Responder

CLAUDIO LUIZ PESSUTI

11 de outubro de 2011 às 12h59

Perfeito o texto:o Rafinha foi podado pelas razoes erradas.Nao pelo que disse, mas por ter dito contra uma pessoa que tem poder.

Responder

Julio Silveira

11 de outubro de 2011 às 11h47

Essa é a verdade. E a unica forma de corrigir esses maus habitos de ricos e lhes impondo um regime financeiro. Neste interim as forças populares só conseguem algum exito quando atuam juntas, já que seu pode financeiro individualmente é limitado. Nesse caso o lado mais fraco se estrepou, mas a Bandeirantes tem sua grande parcela de colaboração neste episódio, ela parece querer marcar seu espaço na midia nacional comprando elementos "exóticos", grosseiros e marcadamente preconceituosos na sua grade. Como é uma empresa privada onde sua grade é decida pela familia, podemos pressupor que isso reflete a personalidade dos donos. Outra constatação é que rico não tem pátria, podem adotar qualquer cidadania já que grana tem comprado o mundo. Não precisam ter compromisso com a cultura, com a cidadania, nem com nada, apenas com a sua grana.

Responder

luciana

11 de outubro de 2011 às 11h46

Enquanto eles disseram horrores com os políticos do governo e suas famílias, baixaria, nojenteza, agressões, tiveram total liberdade e a bênção da Bandeirantes e do resto da Direita. Mas, ele não está saindo por isso não. Agora ele mexeu com os donos do dinheiro. Ou alguém vai me dizer Vanessa é política? Será que ela é do PT? Mas tem aloprado nos blogs dizendo que ele vai sair porque criticou os políticos. Basta dar uma olhada nos blogs do Estadão. A Bandeirantes devia mantê-lo no seu cast pelos bons serviços prestados aos políticos da extrema, da moderada e da enrustida Direita. Inclusive a oposição.

Responder

mariafro

11 de outubro de 2011 às 11h46

é porque as 'gentes pobres' não sabem o poder que tem, escolham uma empresa das que financiam a baixaria e façam uma campanha pra ver se as demais não pensarão duas vezes em associar sua marca ao preconceito

Responder

Joana

11 de outubro de 2011 às 11h41

Gostei do artigo. Desmistifica o "politicamente incorreto" – visto muitas vezes como "crítico", "contestador" e "irreverente" – mostrando sua verdadeira face preconceituosa, elitista, conservadora e hipócrita. A defesa do racismo, da homofobia, do machismo, da violência, da tortura, do autoritarismo é propagada e vendida hoje sob uma capa de pseudo-anarquia e descompromisso ético. Não é por acaso que vemos ressurgir organizações fascistas e neonazistas que colocam em prática esta visão através de ataques violentos e assassinatos.

Responder

Marianna Oc.

11 de outubro de 2011 às 11h28

Nesse episódio deveria ser também apurada a responsabilidade do Marcelo Tas. Todo mundo vê que as piadas feitas no programa não são espontâneas, que tudo o que é dito segue um roteiro. Lá na bancada, eles são atores reproduzindo as piadas que pensaram e colocaram na pauta do programa.
Na minha opinião, Tas e os colegas de bancada sabiam da piada que seria feita a partir do comentário do Tas.

Responder

    Adilson

    11 de outubro de 2011 às 16h39

    Sem, dúvida, Mariana , Tas levanta a bola pra ele. Ingenuidade achar que aquilo é improviso.

Marcelo de Matos

11 de outubro de 2011 às 11h18

A blogosfera progressista parece ter cansado de política após a eleição de Dilma. Que fazer? Vamos falar de TV, então, valendo-nos, talvez, das notícias de blogs como o do Stycer e do Flávio Ricco. Esse último acaba de noticiar que Rafinha Bastos pediu demissão da Band e a emissora deixou a decisão para depois do feriado. O blogueiro Miguel do Rosário, do Óleo do Diabo, aliás, está se especializando nessas questões de politicamente correto. Ele disse outro dia: "Rafinha Bastos é o menor problema que temos no Brasil. Não gosta dele? Mude o canal. Ignore-o. É besteira querer eliminá-lo. Todo esse clima de linchamento apenas irá transformá-lo em vítima, até mesmo um mártir. E o perigo, como disse em outro post, é colar na esquerda a etiqueta de pseudo-moralista e inimiga da liberdade de expressão. Em nome da democracia, somos obrigados a engolir um rol de figuras estranhas integrando ou apoiando o governo. Não custa nada usar a mesma tolerância com humoristas, sobretudo com aqueles que estão desafiando o monopólio da Globo".

Responder

    Aracy_

    12 de outubro de 2011 às 08h43

    TV É política. É concessão pública de teledifusão.

    cronopio

    13 de outubro de 2011 às 21h31

    Resposta perfeita, Aracy.

josé maria de souza

11 de outubro de 2011 às 11h17

Excelente texto.
josé maria de souza

Responder

Camila

11 de outubro de 2011 às 11h02

E que mania de rotular qualquer mínimo pensamento de reflexão ou questionamento como de 'esquerda'. O s de direita deixaram de pensar, foi?

Responder

Daniel Alves

11 de outubro de 2011 às 11h01

Excelene matéria, tudo muito bem colocado nos devidos lugares. Pena que a maioria da nossa população não tem acesso a textos como esse.

Responder

Antonio

11 de outubro de 2011 às 11h01

"Politicamente correto" foi um termo cunhado pela direita no campo da crítica cultural. Essa direita "denuncia" a presença de intelectuais de esquerda na vida acadêmica, fazendo estudos sobre a classe operária e "minorias" (sic). Quem critica a esquerda, cunhando-a de politicamente correta, faz o jogo da direita. Este é o jogo da liberdade para a direita: desancar quem não pode se defender. Convenço-me cada vez mais que a "luta de classes" está na ordem do dia.

Responder

    Luci

    12 de outubro de 2011 às 09h46

    Antonio, concordo com sua análise não podemos ser distraidos a "luta de classes" está na ordem do dia.

Albany Sampaio Jr

11 de outubro de 2011 às 11h00

Azenha, independente de serem ricos ou pobres, a frase proferida por esse cidadão foi deplorável.

Responder

Antonio

11 de outubro de 2011 às 10h47

A piada faz todo preconceito, toda agressão, toda violência, toda tristeza virar banal, faz virar piada. Esses humoristas são grotescos, como o são suas piadas.

Agora o Boris Casoi, o que será que ele pensa que é? Virou Deus só porque aparece na telinha. Tem tanto porco aparecendo na telinha. E seu preconceito não o mostrou melhor. Homens e mulheres têm inúmeras profissões e nem por isso são melhores ou piores. Todos precisam ganhar seu sustento, inclusive o Boris. Ou ele trabalha por esporte?

Responder

nadiê

11 de outubro de 2011 às 10h29

Faz tempo que vejo esse Rafinha saindo de sua ética para proferir palavras de baixo calão, ou pra zombar de forma preconceituosa de outras pessoas. Acho provável mesmo que agora a coisa pegou por ele ter ferido mortalmente uma família de milionários, com poderes pra abafá-lo na sua estupidez. De todo modo, antes tarde do que nunca. Ele não passa de um bossau, de um sujeito que quer estar acima do bem e do mau, sempre se achando, em dizer-se gaúcho e judeu. Como judeu deveria dar bons exemplos pra que o povo visse nele a representação de uma gente sofrida. Como intelectual, deveria saber fazer rir sem precisar usar de meios tão baixos e ridículos.

Responder

rita

11 de outubro de 2011 às 10h18

saiu a informação de que rafinha pediu demissão da band.

Responder

Cida

11 de outubro de 2011 às 10h11

Muito bom, lembrar do humor carcomido do casseta e planeta e das declarações facistas do casoy. fato é que a piada do bastos, entre tantas outras, foi "ofensiva" a uma persona rica. Se tivesse passado batido, ou seja, se entrase por um ouvido e saisse por outro, não daria a camargo tanta repercussão. depois da gravidez, pode esperar um novo CD, novo DVD, enfim, com o apelo da superação, de um período difícil, em que foi "agredida" por um apresentador… concluindo: é tudo um jogo de marketing, pra ganhar mais dinheiro, para demosntrar poder acima do bom senso. o fato é que o programa perdeu, o CQC não é mais o mesmo depois deste "incidente" tão comum no "tubo infecto" brasileiro

Responder

Eduardo Guimarães

11 de outubro de 2011 às 10h06

A única coisa que pode desvalorizar a casa de Bolsonaro é o seu morador

Responder

    Ricardo

    11 de outubro de 2011 às 16h15

    Os progressistas adoram descer no Bolsonaro, mas contra Sarney e Collor, nenhuma palavra,né?

    Marcelo Fraga

    11 de outubro de 2011 às 19h07

    A velha imprensa já presta esse serviço.

    mfs

    11 de outubro de 2011 às 21h48

    Que tal pedir para o líder do governo Sarney no Congresso? Lembra dele? Aquele mesmo, o FHC. É o FHC, aquele que apoiou o governo Collor. Lembra? Ele apreciou tanto os méritos do Collor que nomeou Renan Calheiros ministro da justiça. E qual foi mesmo o cargo que Lula ocupou no tempo de Sarney? Qual foi mesmo o cargo no executivo que Calheiros exerceu, nomeado por Lula? Ah… não teve não…

    Ricardo

    12 de outubro de 2011 às 13h26

    O Lula é amigo intimo de Renam e Sarney, nao seja covarde rapaz. Aqui em Alagoas o Lula apareceu na campanha do Renam

Cláudio

11 de outubro de 2011 às 09h53

O que está acontecendo com a esquerda?? Por que essa paranoia com o politicamente correto? Por que aqui não se leva a sério o que deveria, e levam piadas a sério? Devo ter parado de ser de "esquerda", será que agora sou de "direita". País hipócrita!!!! Quantos em rodadas de amigos fazem piadas piores que o rafinha!? Ahhh tenham paciência, como diria meu pai: "vão plantar batatas!!!!"

Responder

    Eduardo Guimarães

    11 de outubro de 2011 às 10h08

    Cláudio, você é melhor que vá estudar um pouco já que não consegue entender a diferença entre fazer piada desse tipo em um boteco e na televisão. Aliás, em vez de seu pai ter lhe ensinado essa originalíssima frase, deveria ter lhe dado um pouco mais de educação e instrução

    EUNAOSABIA

    11 de outubro de 2011 às 13h26

    Lula também não tem instrução e no entanto vocês acham que ele é até Doutor mesmo, ou não?

    Sem essa rapaz, uma hora não ter intrução não importa, em outra hora já importa. Cadê a coerência?

    E mais, por favor, a falta de educação de Lula também é gritante, ainda que ele não chegue a tanto, a não ser em off, como no caso do produto de exportação de Pelotas.

    Saudações…. afinal, ter instrução importa ou não importa ??? tem que decidir rapaz.

    Aline C Pavia

    11 de outubro de 2011 às 13h52

    Nós não achamos que Lula é doutor.
    Quem acha são mais de 60 institutos acadêmicos pelo mundo afora.
    Doutor em Causa Honrosa. Problema com o latim ou francês? Fala comigo.

    EUNAOSABIA

    11 de outubro de 2011 às 15h14

    #porquenãoLulaemSorbonne?

    edv

    11 de outubro de 2011 às 14h33

    Responda vc:
    A instrução do Steve Jobs, do Bill Gates, do Josef Mengele, etc… importa ou não importa?
    Que pensamentos toscos, rapaz!

    Julio Silveira

    11 de outubro de 2011 às 14h57

    Sabe Robo nessa seu programador até que não se saiu tão mal, as situações em ambos os casos são esdruxulas. Mas, nesses casos existe uma diferença de situações, que voce não cita. No caso do Presidente Lula, que é diga-se de passagem sua obcessão, ele foi exposto num momento de intimidade com o prefeito de Pelotas a época, contando uma piada (de mau gosto, digasse de passagem), mas sua exposição foi feita de forma irregular, num desses casos em que, ou se confiou na pessoa errada, ou foi fruto de alguem infiltrado, da oposição, que usou as imagens para prejudicar as campanhas. O Rafinha disse em publico, no trabalho em frente as cameras. O que é muito diferente. Ou voce é a favor de se colocar imagens pirateadas de suas intimidades em frente a tela, qualquer que seja? Por que se for assim qualquer sexo com as esposas conseguidos de forma irregular poderá ser considerados atos obceno, sem que as pessoas tenham qualquer possibildade de defesa.

    P Pereira

    11 de outubro de 2011 às 19h45

    Não vai falar do seu ídolo, o chefe da OBAN?

    Haroldo Cantanhede

    11 de outubro de 2011 às 15h02

    Perfeita resposta, Eduardo Guimarães. Com sempre, você enxerga com clareza. É falta de conhecimento, de educação.

    Marcelo de Matos

    11 de outubro de 2011 às 10h53

    Caro Cláudio. Estou sofrendo da mesma crise de identidade – já não sei se sou de esquerda ou de direita. Vou acabar ingressando no novo PSD do Kassab que é pau para toda obra. Já ando pensando que temos muitos ministérios, alguns dos quais talhados para acolher o PT. Esses ministérios da promoção da igualdade racial, de políticas para as mulheres e de direitos humanos acabam invadindo a seara do MP, que já abriu inquérito contra Datena e a Record, Rafinha, João Kleber, Roberto Cabrini e por aí vai. No caso de João Kleber a Rede TV chegou a ficar um dia fora do ar.

    Cláudio

    11 de outubro de 2011 às 17h59

    Oooa, até que enfim alguém que me entende, eu sei que rotular esquerda/direita é meio demodê, mas é o cerne da política, e todos sabem disso. Quanto a ingressar no PSD é uma excelente piada! :)

    Lorenzo

    11 de outubro de 2011 às 10h56

    Fala, fala e não diz nada. Foco, campeão.

    Se você acha que uma piada não pode ser levada a sério, então não faz a menor ideia do que é uma piada.

    E, a menos que os seus amigos sejam apresentadores de televisão ou personalidades de qualquer tipo, não têm a menor influência fora da "rodada". O contrário com o humorista em questão.

    Daniel

    11 de outubro de 2011 às 11h26

    "Por que essa paranoia com o politicamente correto?"
    Politicamente incorreto é apenas outro nome pra falta de criatividade. Desafiar o status quo fazendo apologia ao crime? Boa Sorte! Mas acho que a unica coisa que alguém vai conseguir é a marginalidade.

    "Por que aqui não se leva a sério o que deveria, e levam piadas a sério?"
    Por que é impossível, pois que Rafinha Bastos não faz piadas, só vomita insultos, e isto todo mundo leva à sério. Ele vai insultando até achar alguém maior que ele (e esta é a argumentação do artigo, que provavelmente você não leu).

    "Devo ter parado de ser de "esquerda", será que agora sou de "direita"."
    Direita, esquerda, são apenas rótulos para identificar adversários. Melhor para você não ser nem de um ou de outro mesmo, pra mim isto é o supra-sumo da idiotice humana: tentar se encaixar em algum grupo suprimindo sua individualidade. Como exemplo, a direita Norte Americana ficaria horrorizada com a Direita brasileira, pois ser de "direita" não implica ter os mesmos valores. Conte a "piada" do Rafinha para um norte Americano, cristão branco do Bible-Belt (Texas por exemplo), Republicano por genética. Desejo-lhe boa sorte (e um colete à prova de balas).

    "País hipócrita!!!! Quantos em rodadas de amigos fazem piadas piores que o rafinha!?"
    Rodadas de amigos ≠ televisão/internet/praça pública. Ele já deveria saber disso, agora paga o preço pela ignorância. Nada de errado em execrá-lo.

    "como diria meu pai: "vão plantar batatas!!!!""
    Nunca achei que você fosse capaz de terminar o post de outra maneira, afinal é isso que seus fãs adoram, insultar os outros gratuitamente. Pior, você nem é original, tem que copiar um insulto simplório. Prefiro insultá-lo parodiando Rowan Atkinson:
    -Seus olhos estão abertos, a boca se move, mas o Sr. Cérebro já partiu faz tempo, não foi Cláudio?

    vitor rocha

    11 de outubro de 2011 às 14h37

    rss….Daniel…rss…vc foi perfeito!!! como se diz na gíria : "Botou pra lá…" e sem perder a classe. Parabéns

    Daniel Gasparri

    11 de outubro de 2011 às 15h10

    Quanto a sua alegação de duvidar de contar tal piada no EUA está totalmente inválida. Lá basta você invocar a 1ª Emenda que você se safá facilmente de qualquer processo contra o que você disser, exceto se envolver incitação ao ódio ou temática terrorista.

    Pedro1

    11 de outubro de 2011 às 19h50

    Em tribunais. No Bible-Belt tribunais são vistos como acessórios desnecessários pela maioria. Pra que juiz se eu tenho uma pistola? Vê Bush, legítimo representante da região.

    Zé das Couves

    11 de outubro de 2011 às 11h32

    Leia de novo o texto.
    O problema não foi o Rafinha ter sido "politicamente incorreto" (que, aliás, virou pretexto para todo tipo de grosseria), mas ter mexido com a pessoa errada, no caso, um anunciante.
    Além disso, uma coisa é vc fazer uma piada numa mesa de bar, outra bem diferente é usar uma concessão pública para dar vazão a preconceitos e estereótipos.

    Lucas Parente

    11 de outubro de 2011 às 15h24

    Fazer piadas em rodas de amigos é uma coisa…

    Só fico me perguntando o que vc ia achar se fosse a sua esposa e filho(a) exposta a esse tipo de grosseria na TV, em horário nobre e em rede nacional…


Deixe uma resposta

Apoie o VIOMUNDO - Crowdfunding
Loja
Compre aqui
A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação e traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.