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Diário da Resistência


Evilázio Gonzaga: Lava Jato entrega às empreiteiras dos EUA as bilionárias obras de infraestrutura do Brasil
A proposta abre as portas do Brasil para empresas como a Halliburton e suas subsidiárias, consideradas as mais corruptas do planeta
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Evilázio Gonzaga: Lava Jato entrega às empreiteiras dos EUA as bilionárias obras de infraestrutura do Brasil


02/08/2019 - 21h22

por Evilázio Gonzaga, especial para o Viomundo

Os governos do Brasil e dos Estados Unidos assinaram dia 01 de agosto de 2019 um memorando, para entregar bilionárias obras de infraestrutura do país a construtoras estadunidenses (https://oglobo.globo.com/economia/eua-brasil-assinam-parceria-para-investimentos-em-infraestrutura-no-pais-1-23847825).

O acordo foi possível porque a Lava Jato destruiu as empreiteiras brasileiras, que chegaram a ser as mais avançadas e competitivas do mundo, o que é comprovado pelas frequentes vitórias em concorrências internacionais.

A proposta abre as portas do Brasil para empresas como a Halliburton e suas subsidiárias, consideradas as mais corruptas do planeta.

UM PAÍS DERROTADO EM UMA GUERRA

Os sintomas de que o Brasil foi derrotado em uma guerra duríssima, invisível para a maioria dos brasileiros, são cada vez mais evidentes.

O mais recente sinal é a abertura do mercado brasileiro de infraestrutura para empresas dos EUA.

O fato guarda impressionantes paralelismos com episódios que ocorreram no Iraque, após a Segunda Guerra do Golfo, quando o país foi atacado, com base na mentira, propagada pelo governo Bush filho, de que aquele país estaria desenvolvendo armas de destruição em massa.

Logo que as forças iraquianas – combalidas por mais de uma década de bloqueio econômico – foram derrotadas, começaram os negócios.

Firmas dos Estados Unidos assumiram o controle sobre as ricas jazidas de petróleo do país, a 5ª maior do planeta, e passaram a ser o único fornecedor de praticamente todos os produtos consumidos pelos iraquianos. Da comida ao reequipamento das novas forças armadas do Iraque, tudo vem diretamente dos Estados Unidos, ou passa por intermediários estadunidenses.

Um dos melhores negócios para as empresas dos EUA é a reconstrução da infraestrutura do país, destruída pelas guerras.

Uma das principais beneficiadas, mas não a única, é a Halliburton – que foi administrada pelo vice-presidente americano, Dick Cheney, entre 1995 e 2000, quando ele se afastou formalmente para assumir a candidatura de vice-presidente na chapa de George W. Bush.

A Halliburton entrou no Iraque oficialmente para “apagar incêndios em poços de petróleo”, através de um contrato “de emergência” sem licitação.

Porém, segundo a BBC, em matéria de 07 de maio de 2003, um militar estadunidense confessou a parlamentares do seu país, que  cláusulas secretas do contrato incluíam também “operação e distribuição de produtos”, o que significa extração e distribuição de petróleo.

A investigação de congressistas e senadores dos EUA descobriu também, que a empresa anteriormente dirigida pelo vice-presidente dos Estados Unidos  havia burlado a legislação do país, assim como as boas práticas empresariais, ao servir como funil, para levar outras firmas para atuar no Iraque, sem o inconveniente de uma licitação.

O processo, que inclui as mentiras espalhadas para viabilizar o conflito, representa uma série de crimes graves, porém muito bem remunerados.

Até 2003, os contratos previam pagamentos para a Halliburton de US$ 7 bilhões, relativos a apenas dois anos de contrato.

Governos de outros países, inclusive alguns dos que se aliaram aos Estados Unidos na aventura suspeita do segundo ataque a Saddam Hussein, como o Reino Unido e o Japão, acusam o governo de Washington por conceder as tarefas de reconstrução do Iraque a apenas um seleto grupo de empresas americanas.

De acordo com o insuspeito Financial Times (https://www.ft.com/content/7f435f04-8c05-11e2-b001-00144feabdc0), a guerra foi um excelente negócio para as empresas estadunidenses:

“Os EUA arcaram com o peso dos custos militares e de reconstrução, gastando pelo menos US$ 138 bilhões em empresas de segurança privada, logística e de reconstrução, que forneceram tudo, desde segurança diplomática até usinas elétricas e papel higiênico. As empresas americanas e estrangeiras lucraram com o conflito – com os 10 principais empreiteiros assegurando negócios no valor de pelo menos US $ 72 bilhões. Nenhum se beneficiou mais do que a KBR, antes conhecida como Kellogg Brown e Root. A polêmica ex-subsidiária da Halliburton recebeu pelo menos US $ 39,5 bilhões em contratos federais relacionados à guerra do Iraque na última década”.

O que ocorreu no Iraque somente é possível em um país derrotado em uma guerra.

Aconteceu o mesmo na Europa Ocidental, principalmente na Alemanha, após a Segunda Guerra Mundial, quando os Estados Unidos lançaram o Plano Marshall (https://www.estudopratico.com.br/plano-marshall-objetivos-beneficios-e-contexto-historico/) para reerguer o velho mundo.

Independente da discussão do altruísmo ou não da iniciativa, a iniciativa transformou a maior parte da Europa em um mercado cativo dos EUA, situação que durou até, pelo menos, a década de 1980, quando a indústria de alguns países europeus e, também, do Japão amadureceu o suficiente para competir e superar suas concorrentes estadunidenses.

UM PAÍS QUE PRETENDEU SER POTÊNCIA

O Brasil vive uma situação semelhante, que somente se verifica em um país derrotado em uma guerra.

A economia brasileira está destroçada. O governo federal perdeu o controle sobre a maior riqueza nacional, o petróleo do pré-sal – os estadunidenses não conseguiram tal nível de controle nem mesmo no Iraque.

Todas as bases de uma economia moderna e competitiva – do ponto de vista de um país que ambiciona ter um papel de relevância mundial – estão sendo paulatinamente demolidas.

O mercado interno está sendo destruído, a base industrial vai sendo empurrada à falência, a ciência é desprezada, a universidade sofre ameaças, a cultura teme ser banida, as forças armadas perdem a capacidade de defender o Brasil em uma guerra moderna e o setor desenvolvimentista do capitalismo brasileiro foi castrado no seu potencial de intervir na economia.

O memorando assinado pelo Brasil, para facilitar negócios e investimentos em infraestrutura, é um exemplo clássico das relações entre uma potência que venceu uma guerra e o país derrotado. O derrotado abre todo o seu mercado para o vencedor.

Além de oferecer o imenso potencial de obras de infraestrutura, para as empreiteiras estadunidenses, há inda o engodo do reconhecimento do Brasil, como aliado extra OTAN dos EUA.

Na prática, os Estados Unidos obtêm reserva de mercado, para vender produtos obsoletos ou semi-sucateados de sua indústria militar às forças armadas do Brasil.

Como a geopolítica dos EUA prevê impedir o fortalecimento militar de potencias regionais, especialmente no seu quintal da América Latina, o Brasil jamais terá acesso aos itens mais avançados do complexo industrial-militar estadunidense.

Aliás, foi exatamente por isso, que o general Geisel rompeu o acordo militar com os Estados Unidos, que vigorava desde a Segunda Guerra Mundial.

Em um esquema de extra OTAN, acordos de transferência de tecnologia, como o que viabilizaria a construção de um submarino capaz de ser movido por um reator nuclear ou aviões de caça no estado da arte, são absolutamente descartados.

O objetivo, para os Estados Unidos é comercial e os efeitos militares são quase nulos – um exemplo é a Argentina, que não tirou nenhuma vantagem do status de “aliado extra OTAN”.

UMA DERROTA PREPARADA PELA LAVA JATO

As bases para a assinatura do memorando, que abre o mercado de infraestrutura brasileiro para as empresas estadunidenses, foi cuidadosa e pacientemente preparado através da Lava Jato.

A operação que oficialmente tinha o objetivo de combater a corrupção, na verdade visava remover do poder um governo desenvolvimentista; desorganizar politicamente o país; enfraquecer uma economia que avançava para se consolidar como uma das maiores do mundo; e remover da disputa planetária o ramo mais competitivo da indústria brasileira – as grandes construtoras, que derrotavam suas rivais dos EUA nas concorrência internacionais em todos os continentes.

MAIOR SUCESSO GEOESTRAÉGICO DOS EUA EM DÉCADAS

A submissão do Brasil foi o maior sucesso geoestratégico dos Estados Unidos nas últimas décadas. Todos os objetivos foram atingidos e o país, antes independente e orgulhoso de seu crescimento, hoje está completamente submetido economicamente, politicamente e diplomaticamente aos interesses dos EUA.

A destruição das empreiteiras não só removeu um poderoso competidor internacional das firmas estadunidenses, como também, abriu um dos maiores mercados de infraestrutura para empresas como a Halliburton e suas filiais, assim como para outras grandes construtoras dos Estados Unidos.

Curiosamente, o mecanismo de operação internacional das construtoras dos EUA é o mesmo utilizado pelas empresas brasileiras: os financiamentos de agências governamentais, que fornecem os recursos para a execução de obras.

No caso das empresas brasileiras, os financiamentos vinham do BNDES; as dos Estados Unidos recorrem aos recursos da OPIC, uma agência do governo para financiar obras fora do país.

Os empresários dos Estados Unidos consideram esse arranjo uma ótima maneira de exportar serviços, equipamentos, materiais e outros insumos, que melhoram a balança comercial do país.

No Brasil, este mesmo modelo foi acusado de ser desperdício de dinheiro público e corrupção, pelos integrantes da Lava Jato, pela mídia corporativa, por políticos neoliberais e de extrema direita e até mesmo por empresários.

É interessante ver que os críticos que criminalizavam os projetos de exportação de serviços das empreiteiras, financiados pelo BNDES, na mídia ou que hoje estão no governo, aplaudem com entusiasmo a chegada das empreiteiras dos EUA, em um modus operandi semelhante.

EMPRESAS DOS EUA SÃO SUSPEITAS DE CORRUPÇÃO

Segundo Wilbur Ross, Secretário de Comércio dos Estados Unidos, seu país quer ser “o parceiro preferencial (https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/08/eua-querem-ser-parceiro-preferencial-para-projetos-na-america-latina-diz-secretario-de-comercio-de-trump.shtml; https://exame.abril.com.br/economia/secretario-de-comercio-dos-eua-elogia-planos-de-infraestrutura-do-brasil/) para projetos na América Latina porque nossas empresas oferecem a expertise, a inovação, a ‘integridade’ e valor demandado para a infraestrutura crucial e oportunidades destacadas aqui”.

Sobre a frase do secretário estadunidense, não custa lembrar que as construtoras brasileiras estavam acostumadas a derrotar as firmas dos EUA em inúmeras concorrências internacionais – no que comprovam superior expertise, inovação e, também, competência.

Além disso, a menção à integridade é uma palavra vazia e falsa, quando se refere às empresas estadunidenses.

Elas estão envolvidas nos mais suspeitos, criminosos e graves episódios de corrupção, que ocorreram nas últimas décadas, inclusive porque envolveram a morte de milhares de pessoas – um exemplo é a Halliburton.

*Evilázio Gonzaga é jornalista, publicitário e desenvolvedor de marketing digital.

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Por Laurindo Lalo Leal Filho



12 comentários

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Nelson

06 de agosto de 2019 às 11h02

Luiz Alberto Moniz Bandeira foi um jornalista e historiador baiano, estudioso das relações Brasil-Estados Unidos. Portanto, conhecia todas as tramoias já perpetradas pelos governos dos EUA contra o nosso e outros países com o fim de manter seu domínio sobre grande parte do planeta ou mesmo de ampliá-lo.
Em abril de 2016, poucos dias após o golpe de Estado, Moniz Bandeira concedeu uma entrevista que, para mim, começou a clarear as coisas, a desvelar as razões do golpe. Da entrevista, reproduzo dois trechos:

“O juiz Sérgio Moro, que deveria ser submetido a uma investigação sobre suas conexões com os interesses dos Estados Unidos […]”

“O regime iniciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva buscou a independência econômica do Brasil. O plano estratégico nacional instituiu que o Brasil não pode importar nada sem um contrato que estabeleça transferência de tecnologia, algo que os Estados Unidos não admite. Há uma lei do Congresso norte-americano que não permite transferência de tecnologia. Por isso o Brasil desenvolve sua indústria nuclear, para exportação de urânio com tecnologia alemã, por isso não assinou o protocolo adicional do Tratado de Não Proliferação (TNP), o que permitiria investigações intrusivas, completas e sem aviso da AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica), para descobrir os segredos das usinas de produção de urânio enriquecido. O Brasil constrói seu submarino nuclear e outros equipamentos com tecnologia francesa. Comprou helicópteros da Rússia e fabrica aviões em associação com a Suécia. E cancelou o acordo para construir uma base de lançamentos de mísseis com os Estados Unidos, na ilha de Alcântara, no norte do país.”

“Não esqueçamos que o governo de Lula, com seus dois grandes diplomatas, os embaixadores Celso Amorim e Samuel Pinheiro Guimarães, frustraram a implantação da ALCA (Área de Libre Comércio para as Américas), que hoje os Estados Unidos ainda tentam restaurar, através de vários diferentes acordos bilaterais. Logo, o governo de Dilma Rousseff denunciou a espionagem da NSA, e protestou contra o grampo no telefone pessoal da presidenta cancelando a visita de Estado a Washington, em 2013. Tudo isso levou os Estados Unidos a apostarem na troca de regime no Brasil.“

A entrevista do historiador está disponível em https://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Politica/-A-republica-presidencialista-esta-podre-sua-essencia-e-a-corrupcao-/4/36040

Em setembro do mesmo ano, li outra entrevista. Desta vez, do economista argentino Jorge Beinstein, que deixava ainda mais claros os motivos do golpe de Estado no Brasil e também a razão porque tinha sido investido um caminhão de dinheiro para que Macri fosse eleito na Argentina. Beinstein mostra que o projeto dos Estados Unidos é transformar os dois maiores países da América Latina em meras colônias:

“Os Estados Unidos, apoiado em certos casos por outras potências ocidentais, destruiu países como o Afeganistão, Iraque, Líbia ou Síria, tenta cercar militarmente a Rússia, afundar a sua economia, está começando a fustigar militarmente a China, encontra-se embarcado na recolonização integral da América Latina à qual reserva um destino mexicano.”

A entrevista do economista argentino está disponível neste mesmo Viomundo em https://www.viomundo.com.br/voce-escreve/jorge-beinstein-capitalismo-dracula-levou-eua-a-reconquista-da-america-latina.html

E eis que a entrevista concedida recentemente pelo embaixador estadunidense, Thomas Shannon, só vem confirmar o que foi dito pelos dois pensadores que cite. Só faltou ele dizer, com todas as letras, que o governo de seu país planejou e está gerindo o golpe que derrubou a turma do PT em abril de 2016.

De resto, dado o histórico da mídia hegemônica, useira e vezeira na arte da manipulação e da divulgação de mentiras aos borbotões, partícipe contumaz também em casos de corrupção, obrigatoriamente, o povo brasileiro deveria ter ligado o desconfiômetro.

Era preocupação em demasia da mídia com a corrupção, era propaganda por demais exagerada da Lava Jato, de Moro, Dallagnol, Santos Lima e outros. Propaganda suficientemente grande para ficarmos com um pé atrás.

Veja. Trata-se da mesma mídia que fechara o olhos à colossal corrupção que grassou durante os governo de Fernando Henrique Cardoso e que participou ativamente, se beneficiou fartamente, das transferências fraudulentas via Banestado. Este sim, o maior caso de corrupção da história da república.

Mas, como, infelizmente, o povo brasileiro parece adorar ser enganado, a maioria caiu feito patinhos na armação do governo dos EUA e passou a acreditar que o PT se tornou a fonte de toda a corrupção que podia existir.

O grande Leonel Brizola já alertava: “Se a Globo é a favor, somos contra, se é contra, somos a favor”. Ele ele não se referia somente à “vênus platinada”. Ele queria se referir à grande mídia como um todo.

Pior é que a maioria acreditou e segue acreditando, piamente, que a corrupção vem sendo debelada. Ainda pior é o fato dessa maioria estar a mostrar quase nenhuma disposição em enxergar a verdade que se esconde por detrás da Lava Jato.

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Kátia Gerab Baggio

03 de agosto de 2019 às 18h23

Caros(as), há mais de quatro anos, em março de 2015, Viomundo publicou o seguinte artigo meu, sobre o mesmo tema e com os mesmos alertas:
https://www.viomundo.com.br/denuncias/katia-gerab-na-esteira-da-lava-jato-halliburton-vem-ai.html

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    Renata

    04 de agosto de 2019 às 15h23

    Perfeito. Era para causar estupefação mesmo, não fazia o mínimo sentido. Creio que essa faceta da Lava a Jato ainda é muito obscura, mas um dia vai virá à tona.

robertoAP

03 de agosto de 2019 às 18h19

Bolsonaro e Moro são espiões e traidores da pátria.
Precisam ser levados à Justiça e terem a pena mais dura já aplicada a algum bandido neste país, multiplicada por 100.
Prisões perpétuas sem nenhum direito de progressão ou condicional, a serem cumpridas integralmente.
Precisam ser penas emblemáticas que previnam para que nunca mais alguém tente fazer algo semelhante.

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Zé Maria

03 de agosto de 2019 às 16h05

Esses Crimes de Lesa-Pátria praticados por
Sergio Moro e pelos Patifes da Lava Jato
causaram um Prejuízo Econômico ao País
que será difícil de ser Sanado por Décadas.

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Zé do rolo

03 de agosto de 2019 às 15h47

O site antagonista dos infernos pediu através dos seus infernais blogueiros para entrevistar o Lula e enfim a juíza teleguiada pelo Moro a Carolina Lebos teve a dignidade de negar esse escárnio que o antagonista dos infernos atraves dos seus infernais blogueiros queria fazer. O Lula é um nordestino digno e não deve falar com antagonistas dos infernos.

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Julia Lopes

03 de agosto de 2019 às 13h48

Talvez não valha mais a pena estudar engenharia nesse país.
A lava jato destruiu a economia de propósito, de caso pensado e a mando dos EUA. O país mais beneficiado com essa regressão da economia brasileira foi e está sendo os EUA.
Lá atrás pensávamos que era incompetência do Moro e dos procuradores esses ataques as empreiteiras e consequentemente aos empregos e economia brasileiros, mas não eram, tudo foi meticulosamente pensado e planejado nos EUA com a participação do Moro e da lava jato.
Foi um ataque e destruição a economia proposital, pois nenhuma empresa estrangeira foi investigada e punida com bloqueio de ativos na lava jato. Os grandes bancos tb foram poupados. O Patetocci disse que iria denunciar os bancos e nunca fez uma delação que preste, factível, verossímel. Toda a grana circulou dentro das cuecas de doleiros e corruptos.
Foi de caso pensado, se não fosse investigava e punia todo mundo. Toda e qualquer empresa, estrangeira, nacional, banco etc.
Moro FDP.

Responder

    Renata

    04 de agosto de 2019 às 03h31

    Concordo plenamente, veja também o que escrevi. Foram muito fdp

Zé Maria

03 de agosto de 2019 às 13h03

A Lava Jato como parte da Guerra Híbrida
A Serviço de Washington

Por Carol Proner, Jurista da ABJD:
https://youtu.be/Q3W2c4dVJGc

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Lorena Valéria

03 de agosto de 2019 às 04h03

Moro e o dallagnol dupla dos infernos que implantaram tudo de ruim em nosso país, ódio, parcialidade, seletividade e perseguição ainda bem que a verdade sobre essa dupla do escárnio jurídico veio à tona e todo o conteúdo divulgado pelo site Intercept Brasil, veja e folha é VERDADE.

Responder

Zé do rolo

03 de agosto de 2019 às 04h00

O presidente do brasil é um idiota, a turma da quadrilha a jato de Curitiba mandava e desmandava na maioria do judiciário brasileiro, em todas as instituições do nosso estado brasileiro até que a verdade veio à tona sobre a farsa a jato ou quadrilha a jato de Curitiba só que aí nosso país já está de total submissão aos EUA e o inteligente e estrategista Donald Trump o agradece.

Responder

Zé Maria

02 de agosto de 2019 às 21h27

A Força-Tarefa de Patifes da Lava Jato está
reorganizando a Campanha insidiosa contra
o Supremo Tribunal Federal (STF). É Desespero.

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