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Yarochewsky: Como em plena função, o juiz Moro, julgador de Lula na Lava Jato, negocia cargo no ministério Bolsonaro?! É gravíssimo!; ouça
Marcelo Camargo/Agência Brasil
Política

Yarochewsky: Como em plena função, o juiz Moro, julgador de Lula na Lava Jato, negocia cargo no ministério Bolsonaro?! É gravíssimo!; ouça


02/11/2018 - 13h47

Jurista ‘abismado” com Moro no Ministério da Justiça, considera democracia morta

por Marilu Cabañas, na Rádio Brasil Atual

Leonardo Isaac Yarochewsky, jurista, advogado criminalista, se diz “abismado” com a indicação do juiz Sérgio Moro para o Ministério da Justiça e Segurança Pública no futuro governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

O jurista considera gravíssimo o fato da negociação para esse cargo ter sido feita com o magistrado no exercício da função, antes antes de se exonerar.

Para Yarochewsky, Moro agiu como acusador e foi parcial contra o ex-presidente Lula, na Operação Lava Jato.

“Hoje, dia de Finados, estou vendo qual cemitério vou visitar a democracia, porque ela foi morta e está enterrada”, afirma o jurista.

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8 comentários

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Bel

04 de novembro de 2018 às 12h06

Resta saber se aquela fala sobre ¨fechar o Congresso¨ e ¨guerra civil¨ ainda estão latentes. Seguidores nas redes sociais serão ataque e defesa? Brasil sem luz e sem túnel.

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Marise

04 de novembro de 2018 às 10h10

Um traidor traído pela vaidade.
A vaidade dele é tanta que supera seu cinismo.
Alimentou a Doutrina anti-PT e a Mística de salvação da pátria.
Criou um monstro protofascista e a ele se associou.
Batman e Robin juntos e invencíveis na perseguição aos inimigos do povo brasileiro!

Pura hipocrisia que está sendo levada a sério pelo ódio e pelo medo.que implantaram.

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Zé Maria

02 de novembro de 2018 às 18h27

Algumas diferenças:
1) deixei de ser juiz federal para disputar eleição de deputado federal. Não usei a toga para tirar adversários políticos do caminho.
2) sou governador do Maranhão não por recompensa a favores, e sim pelo voto popular, em 2 eleições disputadas contra Sarney

Flávio Dino
governador do Maranhão

https://twitter.com/FlavioDino/status/1058398703818543104
https://www.revistaforum.com.br/flavio-dino-sobre-moro-nao-usei-a-toga-para-tirar-adversarios-politicos-do-caminho/

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Sandra rota

02 de novembro de 2018 às 16h26

Sugiro aos senhores deputados proporem urgentemente um projeto de lei elecando entre as condutas vedadas aos agentes públicos em campanha eleitoral o uso de qualquer tipo de processo judicial. Nestas eleições um juiz prejudicou lula e a campanha eleitoral de Haddad.
Se a moda pega, nas próximas eleições poderá acontecer com qualquer um deles.
.

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Fred

02 de novembro de 2018 às 16h11

INGLÊS:
1.
https://www.oantagonista.com/tv/video-mourao-gastando-o-ingles-na-bbc/ [FABULOSA PRONÚNCIA do indígena brasileiro].

2.
youtube.com – Dilma passa vexame e envergonha o Brasil ao receber perguntas em inglês na ONU [inglês MEDÍOCRE da búlgara].

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Julio Silveira

02 de novembro de 2018 às 16h04

A gente critica uma pessoa que na critica passa a impressão que a falha é pessoal, mas para mim não é, é cultural. Venho com a critica a cultura da pusilanimidade nacional a tempos. No Brasil não há instituições em melhor nivel que as demais, estão todas niveladas quando se trata da formação desse tipo de canalhice. Todos cumplices na hipocrisia e na fraude contra a ingenuidade de um povo que prova não querer acreditar possuir uma elite tão miseravel em termos éticos e que por isso acabam sendo fraudados e aceitam no formato legal que dispomos, captturados por discursos oportunistas inflamados, contra isso ou aquilo, para no fim se prostrarem, reiteradas vezes, ante aqueles que se tornam seus traidores.
Fala-se desse Moro, que não deveria surpreender ninguem, mas esquecem da sua instituição, dos outros que com ele labutam, que com ele concordam e como ele fariam e fazem a mesma coisa. Produtores de ações fedorentas, que atentam contra a cultura popular e que demandam até contra a instituição que atuam por conta de seus personalismos e interesses pessoais menores. Somos refens dessa gente.

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Vilmar

02 de novembro de 2018 às 15h11

Olá.
Escrevam aí. Sérgio Moro futuro Chefe da Ditadura Civil-Militar-Legislativa do Brasil. Bolsonaro nem assume.

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Leopoldo

02 de novembro de 2018 às 13h51

Lembro que um Ministro do TST, Yves Gandra, visitou Bolsonaro durante a campanha. Ato gravíssimo também .

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