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Vannuchi diz que Barbosa é a opção da “aventura”


02/07/2013 - 10h33

PROJEÇÕES
Vannuchi: projeção de Joaquim Barbosa se assemelha à de Collor

Colunista da Rádio Brasil Atual vê limitações para Marina deslanchar, Aécio estacionado e reaproximação de Eduardo Campos do bloco de Dilma e de Lula

por Redação da RBA publicado 01/07/2013 16:18, última modificação 01/07/2013 18:11

São Paulo – A forte queda na popularidade da presidenta Dilma Rousseff (PT) registrada pela pesquisa Datafolha divulgada neste fim de semana acaba com o favoritismo absoluto que ela tinha até aqui para as eleições de 2014.

Dilma, no entanto, continua sendo a candidata mais forte para o pleito do ano que vem, na avaliação do cientista político Paulo Vannuchi, em sua coluna na Rádio Brasil Atual. Ele destaca ainda a “aventura” que representaria a eventual candidatura do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa.

Segundo Vannuchi, a queda de Dilma, do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e do prefeito paulistano, Fernando Haddad (PT), era esperada neste momento, logo após as manifestações de junho, mas é preciso aguardar se novas pesquisas consolidarão uma tendência que permita projetar influências para 2014.

“É preciso abrir uma série, com pesquisas dentro de um mês ou dois, para que se verifique o que foi uma oscilação brusca do momento em que o povo esteve protestando. Com as imagens da televisão mostrando aquilo, claro que a tendência geral é de derrubar a popularidade da Dilma e, aqui em São Paulo, do Alckmin e do Haddad. Daqui a pouco, as pesquisas vão mostrar em que patamar essa queda estacionou e se houve ou não mudança no cenário”, disse Vannuchi.

Para ele, é possível antecipar que, embora mantenha a liderança nas pesquisas, Dilma não possui mais o favoritismo absoluto que ostentava antes. Essa queda da presidenta deve contribuir para um cenário, considerado provável por Vannuchi, de uma estabilização das manifestações, uma vez que aumenta as esperanças da oposição.

“Quando as oposições não veem nenhuma chance de vitória, como não viam, sua tendência é radicalizar. Quando veem chances brotarem, é ‘não vamos tocar fogo no circo porque senão ninguém governa esse país depois’”. Houve situação semelhante na Venezuela, onde a oposição abrandou na mesma proporção em que seu candidato Henrique Capriles cresceu nas pesquisas contra Hugo Chávez.

Além da força da presidenta, Vannuchi alerta para o risco representado pelas intenções de voto recebidas por Joaquim Barbosa, uma vez que se assemelham, em sua visão, à forma como se projetou, em 1989, a candidatura de Fernando Collor.

“Se nosso amadurecimento político não for suficiente para superar para sempre as ditaduras e as experiências de aventura, Joaquim Barbosa é uma opção”, alerta.

“E a democracia é assim, se o povo quiser, se a mídia trabalhar e as organizações da sociedade civil não conseguirem se opor, podem eleger Barbosa”, diz ele, ressaltando que a candidatura não é provável, até pelos problemas de saúde enfrentados pelo presidente do STF.

O ex-ministro vê chances de crescimento de Marina Silva (Rede Sustentabilidade), por ser a candidata mais crítica em relação aos partidos políticos tradicionais, mas pondera que ela tem dificuldade em lidar com um assunto caro à uma parcela importante dos seus simpatizantes – a liberdade de opção sexual.

“É parte das demandas populares acabar com esse fundamentalismo anti-direitos humanos de uma direita evangélica que não fala em nome de todos os evangélicos”, avalia, referindo-se ao presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, Pastor Marcos Feliciano (PSC).

O analista vê ganhos para Eduardo Campos (PSB) por causa do movimento de reaproximação do governo e do PT com os partidos mais à esquerda da base aliada, incluindo PSB, PDT e PCdoB. “Campos se reaproxima de Dilma e Lula, e sempre quis ser candidato dessas forças”, afirma.

As maiores dificuldades se apresentam para o senador Aécio Neves (PSDB), que praticamente não se mexeu. “Ele cresceu um tiquinho de nada, o que é uma demonstração da enorme dificuldade que terá para emplacar”, diz Vannuchi.

“Além do favoritismo de Dilma, ele tem que passar por novidades perigosas como Joaquim Barbosa, por Marina, que já tem a memória da eleição anterior em que recebeu muitos votos, e o próprio Campos, que ao se reaproximar do bloco Dilma-Lula ganha força muito maior”, sustenta.

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17 comentários

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Marcel

03 de julho de 2013 às 12h36

Barbosa nunca sairá candidato, mesmo que esse falatório deixe maior o seu já gigantesco ego. O conservadorismo nunca irá perder um nome tão forte no STF.
O nome para o planalto é Marina Silva, a moça do Itaú. O fato de ser ligada ao conservadorismo religioso não impede que ela receba voto dos revolucionários do Facebook que apoiem causas LGBT. No Brasil, terra do lacerdismo político, o debate público não é racional.
O congresso está rendido em relação à Globo e ao Facebook. Vai virar palco dos populistas de classe média (sim, isso existe) com medidas udenistas de toda ordem.

Controle total do conservadorismo, esse é o projeto. Simples assim.

Tem gente que vai ter saudade dos tempos do PT. Pelo menos este vacila, se sente incomodado em atender as demandas conservadoras.

O que está por vir não vai ter nem essa preocupação.

Responder

FrancoAtirador

03 de julho de 2013 às 08h23

.
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Não se fazem mais Enéias como antigamente…
.
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Responder

Mário SF Alves

03 de julho de 2013 às 08h12

“COMEÇAM A PROLIFERAR IDEIAS DE NOMES ACIMA DE PARTIDOS.

PARTINDO DESSA PREMISSA SURGEM ORGANIZAÇÕES QUE REJEITAM O NOME

SÓ FALTA ALGUÉM PROPOR A VOLTA DE UM GRANDE NOME PARA SER O NOVO IMPERADOR!”
___________________________

Não obstante a caixa alta usada na emissão da ideia, é inegável a assertiva.

Responder

Jose Mario HRP

03 de julho de 2013 às 06h51

Todo mundo de bom senso sabe que moralistas do naipe de Collor e J.Barbosa cheiram a ditador, caudilho ou títere.
Já passamos dessa fase!
Por favor , voces que se iludem com esses paladinos e santinhas tipo Marina “amiga do Feliciano”!
Não estraguem o que de bom nossa democracia trouxe!
E , por favor, essas passeatas jestão ficando enfadonhas!

Responder

José X.

02 de julho de 2013 às 22h16

Acho muito difícil ele se candidatar. Sem dúvida que deve estar com o ego massageado, mas sair das mordomias do STF onde ele é INVULNERÁVEL às leis ? Sem chance, ele não é bobo de fazer isso não.

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Lafaiete de Souza Spínola

02 de julho de 2013 às 20h21

COMEÇAM A PROLIFERAR IDEIAS DE NOMES ACIMA DE PARTIDOS.

PARTINDO DESSA PREMISSA SURGEM ORGANIZAÇÕES QUE REJEITAM O NOME “PARTIDO”.

SÓ FALTA ALGUÉM PROPOR A VOLTA DE UM GRANDE NOME PARA SER O NOVO IMPERADOR!

NA SOCIEDADE EXISTEM IDEIAS E IDEOLOGIAS DISCREPANTES, ASSIM OS PARTIDOS DEVEM ESTAR PRESENTES.

QUE PARTIDO PODE MUDAR O BRASIL?

PRECISAMOS DE UM NOVO PARTIDO?

Faz alguns meses, numa entrevista dada a uma televisão, o Dr Adib Jatene mencionou, que no meio médico muitos reclamavam, discutiam, as coisas erradas que atrapalhavam o bom desempenho da medicina. Em seguida, frisou que ele passou a discutir a solução daqueles entraves, elaborando e discutindo projetos que alcançaram bons resultados.

Proponho que sigamos a atitude exemplar desse grande médico brasileiro, aproveitando este excelente e democrático espaço, que é este PORTAL , inserindo a discussão de um projeto para o nosso país.

Proliferam teorias, ideias, discussões. Muitas mostraram e mostram o caminho para mudar o mundo. Porém, entre a teoria, a ideia e o discurso permeia um vasto mundo de contradições que conduzem ao divórcio da práxis. Outras teorias, ideias e discussões surgem, então, para explicar os motivos da trágica separação.

Um observador mais atento pode notar algo comum permeando entre os mundos da teoria e da prática: Sempre está presente um eterno grupo seleto a conduzir a evolução dos acontecimentos e um rebanho de seguidores, pouco comprometido, atuando na condução de uma multidão de não participantes. Com o tempo, dessa maioria não participativa surgem as contestações, quase sempre, oriundas das falhas que originaram esse divórcio entre teoria e prática. Assim, depois do nascente desconforto, proliferam antagonismos difusos.

Resumindo: Fica claro, que a falta de participação conduz à procura de outras soluções.

SE DESEJAMOS SOLUÇÃO PARA AS MAZELAS DESTE PAÍS, AFIRMO QUE UM PARTIDO NOVO, EM TUDO, QUE DÊ ALTA PRIORIDADE À EDUCAÇÃO, SIM, NECESSITAMOS.

DISCUTIR UM PROJETO PARA ESSE PARTIDO É A GRANDE LACUNA DENTRO DO NOSSO PAÍS.

NADA DE PODER SÓ PELO PODER QUE É A NASCENTE DE PARTIDO SÓ PELO PARTIDO.

EXISTE, HOJE, UM PARTIDO QUE QUE LUTE PARA A APLICAÇÃO DE 15% DO PIB NA EDUCAÇÃO?

CURATIVOS NÃO RESOLVEM!

DIZEM LOGO: É MUITO, É UTÓPICO, O PAÍS VAI QUEBRAR ETC.ETC.

DEVEMOS DISCUTIR AS FONTES DESSES RECURSOS!

Pertenço ao conjunto daqueles que desejam ver o ideal, a atuação, de todos que almejam um mundo melhor sendo a popa dessa nau, onde se encontram a hélice que possibilita singrar por esse mar de injustiças e o leme que conduz esse PARTIDO (a nau).

Esse périplo, com destino ao porto dessa viagem, não necessariamente deve ter uma data rígida. A tripulação dessa nau, deve estar atenta à carta de navegação, para evitar um naufrágio ou encalhe. Essa carta é o estatuto com regras de navegação rígidas e claras, com instrumental participativo. É a proteção de um programa bem definido.

O comandante não poderá, ao seu belprazer, alterar essa rota sem o aval da tripulação. No destino desse porto estarão esperando, de braços abertos:
A EDUCAÇÃO, logo na frente, clamando por 15% do PIB para que as crianças tenham escolas descentes, em tempo integral, com café da manhã, com almoço, com janta, com esporte e com transporte.

A SAÚDE vem em seguida dizendo que apóia, integralmente, esse pleito; pois ela está ciente dos benefícios que terá com tantas crianças bem nutridas e com a certeza que os pais, também, menos estressados e melhor alimentados serão beneficiados, dispensando, inclusive o bolsa família que passa a ser um aporte a esse programa de salvação nacional.

O pequeno agricultor; com todo suporte da Embrapa, deve ser o principal fornecedor dessas escolas; sentirá as grandes melhorias proporcionadas pela chegada dessa nau (PARTIDO). Tanto essa gente do campo como os marginalizados das cidades, acostumados aos efeitos devastadores das naus piratas ou assemelhadas, ficarão, por certo tempo, reticentes, descrentes, crendo ser, apenas, mais uma.

Como nesse longo périplo estão previstas tempestades; causadas por corruptos, por grandes traficantes, pelos lavadores de fortunas recebidas desses piratas e todos aqueles que vivem desse estado de coisas ou são coniventes ou, simplesmente, indiferentes; então, essa grande embarcação (O PARTIDO) deve ter projeto e estrutura para atravessar esse mar revolto.

A passividade facilita a atuação desses psicopatas. Já dizia Luter King: “O que me preocupa não é nem o grito dos corruptos, dos violentos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética… O que me preocupa é o silêncio dos bons.” Ele, aqui, possivelmente,engloba os omissos!

Nessa nau todos estarão imbuídos pelo ideal do bem comum. A rigidez do projeto e montagem da sua estrutura não devem sofrer avarias de grande porte ao singrar mar com nuvens negras. O estatuto não permitirá desvios da rota traçada. Tudo deve ser elaborado de tal modo que não haja disputa de poder, só pelo poder; por mais ardilosa que seja.

Outras naus existirão e, possivelmente, os tripulantes com ideais parecidos desejarão mudar de nau democraticamente, pacificamente, ou procurarão meios para adotar estrutura, montagem e estatuto dessas tripulações de modo semelhante. Os honestos, com certeza, notarão que não poderão continuar numa nau que, mesmo com disfarce, esteja sendo usada para a pilhagem. Muitos políticos, do baixo clero, descobrirão que se tornaram reféns do sistema.

Os tripulantes devem ter o conhecimento necessário; para não serem pegos de surpresa pelo discurso de eventuais corruptos, mafiosos e os lavadores de dinheiro proveniente dessa classe de psicopatas; pois há estudos que comprovam a existência dessa praga no meio da sociedade, numa percentagem de aproximadamente 3 a 5%. Eles passam a ter menos influência, quando as leis são devidamente aplicadas e começam a ser identificados. Essa percentagem faz parte de pesquisas internacionais, bem fundamentadas.

Num país de 190 milhões, esses 3% são 5.7 milhões atuando em todas as esferas da sociedade. Pense no efeito multiplicador, devido à enorme influência que esses bandidos exercem sobre aqueles menos informados. Eles, em geral, têm um nível de inteligência acima da média, são dissimulados e bastante ativos no meio em que convivem. Não medem esforços para alcançar o que desejam.

Só um partido, como descrito, chegando ao poder, poderá colocar limites a essa escória, onde se encontram os corruptos, os traficantes e aqueles que lavam todo esse dinheiro. Essa gente convive melhor num ambiente de injustiça social. São contrários a um investimento maciço na educação. Eles e aqueles que são influenciados sempre irão dizer, procurar convencer, que investir 15% do PIB na EDUCAÇÃO é uma meta ambiciosa, porém inviável, que o país não tem recursos etc. Na verdade, em médio prazo, isso será prejudicial a todos esses mafiosos. Não interessa a eles um povo esclarecido.

Quem pode achar que pessoas com mentes sadias cometeriam: crimes tão horrendos como a corrupção deslavada, atividades mafiosas e a execrável lavagem de dinheiro? É tudo isso que denigre, embrutece, empobrece uma nação. Quando um país se torna rico através da espoliação de outros povos, pode-se identificar o perfil de seus dirigentes que não titubeiam em fomentar guerras, enganando e manipulando seus compatriotas mal informados.

O mesmo comportamento, ou similar, verifica-se, também, dentro do próprio país, quando tudo é feito para manter o status quo que privilegia grupos em detrimento de todo o povo, sonegando-lhe a educação, a saúde e tudo que represente bem estar social. O psicopata, como já disse, é inteligente, manipulador e dissimulado, não sente culpa. É um mentiroso, está sempre à procura de estímulos, adora ser líder. Como exímio chantagista, consegue manter os políticos corruptos no bolso.

Esse partido deve prever, em seu estatuto: mandato único em todos os níveis; fim do alto clero que tudo pode, tudo decide. País unitário seria o ideal; lei única; câmara única; deputados estaduais e vereadores só para fiscalização, recebendo, apenas, ajuda de custo.

Financiamento público exclusivo, evitando que os eleitos se tornem reféns do poder econômico; revezamento constante em todos os níveis desse partido, desde os menores núcleos à toda direção; não haverá coligações; fim da profissão “político”, o deputado estadual, o vereador continuarão sendo o torneiro, o professor, o médico, o taxista, o comerciante etc. Essa é a verdadeira democracia, um partido formado pelo povo!

Deputados estaduais e vereadores, como fiscais, devem ter todos os meios para denunciar os malfeitos. O número poderá triplicar para que haja revezamento.

Esse partido, até que essas mudanças não sejam alcançadas, levará ao povo essas mensagens de mudanças. Pouco a pouco irá conseguir a adesão da maioria de nossa população. Esse é o caminho para, pacificamente, transformar esse nosso Brasil.

SUGESTÃO para leitura sobre o crime organizado:

1. Gomorra: livro do Roberto Saviano.
2. Combate à lavagem de dinheiro: livro do Juiz Fausto De Sanctis.
3. As entrevistas de ambos, na internet.
4. Outras fontes.

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Bacellar

02 de julho de 2013 às 19h17

O grande empecilho para o Barbosa ser o escolhido pelo conservadorismo nacional para o cargo de salvador da pátria verde-amarela contra a ameaça vermelha é o fato dele ser preto.
Gostaria de estar brincando mas é sério, o racismo é um componente relevante do ideário conservador tupiniquim.

Responder

Décio

02 de julho de 2013 às 18h58

Já ele, Vanucchi, é uma opção muito séria.

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Elvys

02 de julho de 2013 às 18h57

Eu se fosse Joaquim Barbosa (caso ele realmente queira seguir carreira na política) me candidataria a senador. Seria eleito com certeza e acumularia capital político para outros voos.

Responder

João

02 de julho de 2013 às 17h48

A gozação na internet, ou como desmascarar uma mentira.

O vídeo com o link http://www.youtube.com/watch?v=xpiAQRqVZtQ é sobre a Revolução Francesa e o uso da guilhotina durante aquele tenebroso período.

A estória é que o Gurgel teria passado a mão no pescoço diversas vezes enquanto assistia ao vídeo.

Mas isso é uma grande mentira, porque simplesmente Gurgel não tem pescoço.

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Igor

02 de julho de 2013 às 16h48

Pois é bom ficar de olho que a opção aventura está se coçando muito. Pior se ele for picado pela mosca da política pode achar que ganha (como todo candidato) e aí entra de cabeça na eleição

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De Paula

02 de julho de 2013 às 15h23

Entendo a coisa de modo um pouco diferente: Para mim, o Barbosão é apenas o bode na sala; uma opção a mais para bagunçar o fatiamento do bolo e dessa forma produzir números contra Dilma artificiosamente, com claro recado aos “legionários”: “Continuem nessa toada que é por aí e estamos provando que dá certo” Vai que o Barbosão ouve o canto das sereias e emplaca; aí os trombeteiros da oposição terão que inventar um dossiê contra êle, como já fizeram contra a Roseana, contra o Aécio e, pela mesma Folha, já ensaiavam um contra o Eduardo.

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Hélio Pereira

02 de julho de 2013 às 13h27

O Batman combatia o crime e tinha como parceiro Robin,já este “Batman Paraguaio” encobre os crimes do Aécio/Azeredo,não julgando o Mensalão Tucano,Agride a ex esposa,faz Reforma em Banheiro gastando quase 100 mil Reais,ameaça agredir o Ex Ministro do STF Eros Grau,vive “Bajulando e sendo Bajulado” por certos orgãos de Imprensa mais sujos que pau de galinheiro,posa recebendo Medalhas ao lado de Politicos que deveria julgar,vai a uma conferência na America Central e faz um Discurso em Inglês,despresando nossa língua,só pra agradar os Norte-americanos, agride Jornalistas mandando que “chafurdem no Lixo” e quando cobrado por não trabalhar,alega uma certa “Dor nas Costas”,que nunca o impede de julgar os adversários dos Tucanos.

Responder

José Livramento

02 de julho de 2013 às 13h22

Mas o Barbosão tá mais inclinado em fechar com o PT do que qualquer outra coisa. E ainda afirmou, na mesma entrevista, que não há chance alguma de se candidatar.

Responder

Ozzy Gasosa

02 de julho de 2013 às 12h56

O Barbosa nunca saíra candidato.
Ele não arriscará, jamais, perder seu cargo vitalício.

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Paulo Figueira

02 de julho de 2013 às 12h03

Continuo acreditando que essa é a saída à direita, seus possíveis candidatos além de estarem com o filme queimado, são desprovidos de conteúdo.
Barbosa alçado midiaticamente a condição de caçador de marajás pode ser o Color da vez.

Responder

Julio Silveira

02 de julho de 2013 às 11h12

A grande mídia corporativa gosta de nomes que ela possa construir e destruir conforme a própria conveniência. Geralmente conhece profundamente seus preferidos, preferindo assim para poder conduzi-los (chantageá-los é forte) a um “bom governo”, entendido como de acordo com a previsibilidade que lhes beneficiem e a seus associados ideológicos.
A cidadania não são os outros cento e tantos milhões de cidadãos, esses são a utilidade, cidadãos mesmo são esses que traçam as estratégias que os demais devem acatar para não sucumbir em derrocadas politicas que levam de roldão o país, mas fazer o que, o país são eles.

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