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Diário da Resistência


Política

Mais de 350 camponeses foram assassinados no Araguaia pela ditadura


19/11/2012 - 22h20

Fonteles Filho: As violações foram muito mais graves

do Jornal Brasil Atual

A Associação dos Torturados na Guerrilha do Araguaia e o Comitê Paraense pela Memória, Verdade e Justiça participam nesta sexta, 15, e sábado, 16, de audiência pública em Marabá, no Pará, com a Comissão Nacional da Verdade. Na pauta do debate a repressão à Guerrilha do Araguaia pelos militares. Para Paulo Fonteles Filho, representante do PC do B no Grupo de Trabalho Araguaia e um dos organizadores do encontro, aproximadamente 350 pessoas foram executadas pelas forças repressivas na região durante o cerco aos guerrilheiros na primeira metade da década de 1970. Entrevista à repórter Lúcia Rodrigues.

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5 comentários

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francisco moraes e silva

20 de novembro de 2012 às 15h54

a população daquela região precisa saber desses fatos é muito importanteas pessoas possam discutir esses acontecimentos pois eram atores daquilo que não sabiam.portanto foram enganadas.

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Urbano

20 de novembro de 2012 às 13h25

A ditadura dos trevosos: apenas uma máquina de extermínio humano.

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Marduk

20 de novembro de 2012 às 07h54

Sem esquecer aqueles que foram justiçados pelos próprios guerrilheiros, por motivos igualmente torpes.

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    Lucas Gordon

    20 de novembro de 2012 às 14h28

    crimes cometidos por cidadãos não são de lesa-humanidade. Loucos e criminosos há por todas as partes, já um Estado louco e criminoso, isso sim é uma tragédia monstuosa.

    Matheus

    21 de novembro de 2012 às 13h42

    Para reacionários como você, a violência política só é errada quando a vítima não é de esquerda. Deve ser um daqueles mesmos que grita “bandido bom é bandido morto” quando algum pobretão anônimo (suposto criminoso? para a direita, todo pobre é culpado até que se prove o contrário) é executado por grupos de extermínio.


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