VIOMUNDO

Diário da Resistência


Política

Marcos Coimbra: O que há de novo no governo Dilma Rousseff


21/08/2011 - 12h25

por Marcos Coimbra, em CartaCapital

Como toda coisa nova, não é fácil entender o governo Dilma Rousseff. Mais difícil ainda é enxergar para onde está indo.

Ele é novo por três razões principais. Todas são importantes e produzem efeitos significativos em nosso sistema político.

É novo por ser nosso primeiro governo genuinamente de continuidade. Desconsiderando aqueles da República Velha, diferentes demais para comparar com os subsequentes e nos quais tampouco houve algum que se pudesse dizer que era de continuidade nítida, sempre tivemos sucessões de ruptura.

Assim foi de Eurico Gaspar Dutra para Getúlio Vargas, de Café Filho para Juscelino Kubitschek, dele para Jânio Quadros e daí para João Goulart. Até a eleição de Fernando Collor, foram longos anos de anormalidade e improvisações, a maior parte delas discricionárias. Não faria sentido falar em continuidade ao longo desses 30 anos, a não ser do autoritarismo (a rigor, sequer na época dos generais houve sucessões pacíficas).

Dilma é a primeira presidenta eleita para dar continuidade ao governo que a antecedeu. Collor não era isso para José Sarney, Fernando Henrique se sentia maior que Itamar Franco (e era), e Lula e ele haviam sido adversários (quase) a vida inteira. A continuidade propiciada por sua reeleição em 2006, assim como pela de FHC em 1998, é diferente. O que ambos tiveram foram mandatos longos, renovados no meio do caminho.

Em quase 125 anos de vida republicana, estamos vivendo algo que é comum na maior parte dos países democráticos, mas que é inusitado para nós. Ao menos no plano federal, pois nos estados e municípios já tivemos muitos casos de largos períodos de continuidade administrativa e política.

Embora nossos costumes não estranhem situações como os 20 anos de governos peessedebistas em São Paulo, não sabemos o que acontece quando o que está em questão é a Presidência da República, muito mais relevante em termos simbólicos e concretos. Será, por exemplo, que a chamada fadiga de materiais, o desgaste causado pela passagem do tempo, se torna problema mais cedo que no nível estadual?

A segunda novidade está em Dilma não se encaixar no “tipo ideal” de presidente que existe em nossa cultura política. Ela nada tem de extraordinário ou de excepcional, elementos fundamentais na construção das imagens de seus antecessores. Não foi percebida como “salvadora”, predestinada a promover mudanças. Ninguém a viu como “intelectual brilhante”, capaz de derrotar a inflação com golpes de genialidade. Não foi eleita em razão de sua biografia de maior liderança popular de nossa história.

Ela é uma pessoa “normal” (tão normal quanto pode ser alguém que chega aonde ela chegou). Uma boa gestora, atributo quase irrelevante na escolha dos que a antecederam. Uma profissional da administração pública, sem experiência parlamentar e sem muitos anos de convivência com as raposas e os outros animais que habitam o Congresso Nacional.

De novo, esse não é um perfil inédito nos governos estaduais e nas prefeituras, mas é a primeira vez que temos alguém assim no Palácio do Planalto. Nossa cultura está madura o suficiente para não se frustrar à medida que ficar mais claro que Dilma é o que é? Que sua vida não a preparou para tirar coelhos da cartola nos momentos de dificuldade?

A terceira novidade é que Dilma mostra ter menos disposição de considerar natural o que os outros achavam inevitável. Talvez em razão de sua pequena familiaridade com o modo de ser dos políticos, está sendo diferente do que se esperava.

Qual foi a última vez em que um presidente disse, sem papas na língua, que ia fazer “uma faxina” nas burocracias mais famosas por sua aparente blindagem? Quem arregaçou as mangas e trocou ministros e assessores com a mesma rapidez?

É claro que isso provoca surpresas e desconfortos, pois representa uma ruptura com as regras íntimas de nosso sistema político. Enfim, é “dando que se recebe” que, desde a redemocratização, os governos conseguiram suas frágeis maiorias parlamentares.

Pena que Dilma não esteja recebendo o apoio que merece nesse processo. Seus aliados no Congresso estão assustados, a parte moderna das oposições se cala para não legitimá-la, a grande mídia prefere se omitir. (Alguém duvida que se José Serra tivesse sido eleito e possuísse a coragem de Dilma, fazendo o que ela faz, não estaria sendo endeusado?)

Com suas novidades e diferenças, Dilma tem um nível de aprovação popular superior aos presidentes que vieram antes dela. Está melhor que Lula em momento parecido de seu primeiro governo e bem acima dos outros.

Para reduzir o perigo da obsolescência, Dilma investiu em programas novos, seja na área social, seja na política econômica. Se considerarmos que seus responsáveis já enfrentaram, com sucesso, desafios semelhantes, é razoável acreditar que, até 2014, trarão resultados.

Por mais que exista uma torcida favorável para que o agravamento da crise internacional prejudique o desempenho do governo e crie insatisfações na sociedade, os riscos de que ela mude radicalmente os sentimentos são pequenos.

O calendário vai ajudá-la na preservação de uma base parlamentar adequada a governar, apesar das faxinas em curso (e das novas que, muito provavelmente, virão). É que as eleições municipais, já iniciadas nos bastidores, tornam deputados e senadores, especialmente do chamado “baixo clero”, mais acessíveis aos argumentos do governo federal. Para quem precisa garantir a eleição de aliados nos municípios, nada melhor que contar com sua boa vontade.

O futuro do governo em nada depende do sucesso do PT nas eleições do ano que vem. Para o partido, elas são muito mais importantes que para Dilma.

E 2014? Se Dilma fizer, como tudo indica, um bom governo, ela se torna, automaticamente, candidata à reeleição (pois ninguém acredita que as regras mudarão até lá). E será uma candidata com grandes chances, como é natural em nosso sistema político.

Se isso vai ocorrer ou não, dependerá dela. Como diz Lula, será candidata “se quiser”. (A pergunta é por que ele precisava afirmar uma coisa tão óbvia.)

Márcia Denser: Vão clamar no #@%&*!

Eduardo Guimarães e a volta do Lula

O veto ao aumento real para os aposentados

Governo vai acabar com o fator previdenciário

Cheiro ruim no ar? Vem do Reino Unido





40 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

Diego LIma

15 de setembro de 2011 às 23h00

Dlma não é um modelo de presidente esperado por nossa cultara, não por ser mulher, mas sobretudo por ser um poste eleito por um povo ignorante influenciado por um fanfarrão de quinta !

Responder

josé gilvar gonzaga

24 de agosto de 2011 às 13h44

Eu so posso dizer uma coisa. Viva a presidente DILMA viva o presidente LULA viva o PT e PMDB que dão sustentação o governo, viva o povo brasileiro e viva a democracia. PARABÉNS

Responder

Paulo Pimenta quer que Folha explique censura ao Falha | Viomundo - O que você não vê na mídia

24 de agosto de 2011 às 12h05

[…] Marcos Coimbra: O que há de novo no governo Dilma   […]

Responder

Rodrigo Vianna: Pelas costas, Estadão “crava” espada em Dilma | Viomundo - O que você não vê na mídia

22 de agosto de 2011 às 11h29

[…] Marcos Coimbra: O que há de novo no governo Dilma   […]

Responder

Dario Pignotti: FHC e o Pensamento Jornalístico Único | Viomundo - O que você não vê na mídia

22 de agosto de 2011 às 11h28

[…] Marcos Coimbra: O que há de novo no governo Dilma Rousseff Ainda é dificil enxergar para onde está indo […]

Responder

Jayme V. Soares

22 de agosto de 2011 às 09h04

O objetivo da mídia dernuncista, não raro, dada a lançar factoides, para causar impactos negativos contra o governo perante a opinião pública, deve ser levado em conta pela Presidenta Dilma para que ela não tome medidas apresadas contra seus colaboradores, sem antes apurar rigorosamente os fatos divulgados. A Nossa Presidenta está sendo muito inocente ao expor-se em festanças promovidas pela mídia, que, não nos esqueçamos, criou e divulgou fixas sujas e falsas contra ela, no período das últimas eleições presidencias; suponho que a Nossa Presidenta se lembra da Fábula "O Lobo e o Cordeiro", e não vai se deixar enganar pela lábia do PIG; a Direita é cruel, Presidenta!!! Ela é carcará:pega mata e come.

Responder

Jose A. Machado

22 de agosto de 2011 às 08h17

Dilma esta sendo uma experiência nova e tanto, assim como lula foi produto de projeto de busca ao poder que tornou-se vencedor, Dilma foi todo programada em laboratório inovando a política. Isso tem assustado. Vejamos…Jose A. Machado

Responder

Francisco

21 de agosto de 2011 às 23h39

O extraordinário no mandato Dilma é a normalidade do mandato Dilma.

Tenho mais de quarenta anos. Ter um mandato presidencial que não seja um "Deus nos acuda" é uma situação de tirar o fôlego, provocar palpitações e subidas súbitas de pressão!

Não estou acostumado…

Responder

Rildo França

21 de agosto de 2011 às 22h31

Só discordo do ótimo texto do grande Marcos Coimbra qdo ele diz que Fhc era maior que Itamar Franco. Mas nem de longe, Itamar era um nacionalista, e foi o nosso melhor presidente até a chegada de Lula. Foi no governo dele que os Estados Unidos implantaram aqui o Plano Real ( pressionado pela mercado internacional), que, aliás, foi demolido pelo Fhc nos anos seguintes por vaidade e incompetência. Fhc foi um servo dos norte-americanos, Itamar foi um nacionalista convicto que fez um ótimo governo de transição.

Responder

Morvan

21 de agosto de 2011 às 22h15

Boa noite.
Como sempre, as análises de Marcos Coimbra são muito sensatas. Só gostaria de destacar uma pergunta feita pelo articulista e apresentar, quiçá, a explicação (pelo menos, a minha explicação):

"… Como diz Lula, será candidata “se quiser”. (A pergunta é por que ele precisava afirmar uma coisa tão óbvia.)".

Ora, sr. Coimbra, num país onde o terceiro turno é igual a campeonato com juiz torcedor, ou seja, em que o assistente pergunta:
– "Quanto tempo de acréscimo"?
E o juiz torcedor responde:
– "Até o empate [do meu time querido]".

Quer dizer: o PIG vai pautar a discussão sobre quem é o candidato (sonho de consumo: antagonizar Lula e Dilma) e o Lula, que de besta só tem o andar (e você nem percebe que ele tem andar de gente besta) vai repetir 'Ad Infinitum' que é Dilma quem disputa a reeleição.
Simples assim. Aposto como os "cansadinhos" vão cansar…

Morvan, Usuário Linux #433640.

Responder

@PatimPudim

21 de agosto de 2011 às 21h42

( P/Douglas O. Torres) é verdade ñ sou mineira ontem veio anuncio na revista que houve dicidencia de 80 sindicalistas e agora se bandiaram pra direita CAPA
BRASIL | N° Edição: 2180 | 19.Ago.11 – 21:00 | Atualizado em 21.Ago.11 – 21:39 "Sindicalismo tucano
De olho nas eleições de 2014, o PSDB atrai cerca de 150 sindicalistas e abre dissidências nos partidos da base aliada do governo Dilma" Foi este meu comentario

Responder

Mauro

21 de agosto de 2011 às 20h37

O que há de novo no governo Dilma Rousseff é a coragem ou a consciência politica que esta presente no povo brasileiro.
o pig perdeuuuuuuu

Responder

    EUNAOSABIA

    21 de agosto de 2011 às 21h14

    Coragem pra que??? mandar parar a bandalheira e a corrupção dos oito anos da era Lula??? isso é obrigação rapaz….

    jose carlos de souza

    22 de agosto de 2011 às 10h50

    Bandalheira foi o governo FHC que vendeu a vale por 3 bilhões, deixou a nação sem emprego, sem salários e sem esperança. É melhor ir para o Reinaldo Azevedo ou Noblat. Aqui você está isolado.

SILOÉ-RJ

21 de agosto de 2011 às 19h32

O que todo mundo estranha porque não está acostumado a ver, é a política exercida exatamente como ela tem que ser: Discreta, firme, sem alarde, sem conchavos,mas com alianças, cedendo quando vê espaço para ceder. e punindo quando se faz necessário.
Altruísta o suficiente para por todos os projetos sociais acima de qualquer objetivo, mesmo que para isso tenha que tomar cafèzinho aqui ou acolá fazer algumas concessões, ou adiar medidas para um momento melhor.
Sempre admirei na DILMA sua capacidade de luta e sua austeridade, mas agora, minha admiração maior é pela sua inteligência e capacidade política de negociação.

Responder

    lia vinhas

    21 de agosto de 2011 às 22h28

    Assino embaixo do comentário do Siloé.

Jayme V. Soares

21 de agosto de 2011 às 18h11

Votei na Presidenta Dilma,esperando um governo honesto. Mas neste conceito o Governo na Presidenta Dilma está a desejar, pois não respeita os direitos dos aposentados, uma promessa de campanha que fez: está desviando dinheiro da Previdencia Social para atender a seus programas político-assistenciais, não dando os reajustes devidos aos aposentados. Isto é um ato de covardia por parte da Presidenta, em quem eu atribuí tantas esperanças, quando das últimas eleições. Eu não avaliu o Governo da Presidenta Dilma através comparações com os governos desastrosos do PSDB/DEM, que, para o povo brasileiro, não têm mais retorno. Os aposentados fazem parte do contexto dos cidadão que integram a Nação Brasileira, cujos direitos democráticos de subsistência digna estão assegurados na nossa Constituição Federal.

Responder

    Silvio I

    21 de agosto de 2011 às 22h08

    Jaime V. Soares:
    Si se pagou por 20 salários, para aposentar se, e a providencia o aposenta com 10 salários, e uma falha grave do sistema, de aposentadoria. Agora acredito que os aumentos na aposentadoria, devem ser nada mais que para corrigir inflação, o seja a depreciação do poder aquisitivo da moeda. Não para aumentar a aposentadoria, que esse e um problema da Previdência Social.

laura

21 de agosto de 2011 às 16h47

PÔ, até que o Marcos Coimbra disse alguma coisa.
Significativa.
No geral o acho meio insonso e óbvio, mas aqui fez observações pertinentes e serenas.

Responder

Polengo

21 de agosto de 2011 às 16h45

Ainda bem que ela não conviveu com as raposas e outros animais políticos.
Isso dá muita credibilidade.

Responder

Operante Livre

21 de agosto de 2011 às 16h43

Boa análise. Só recomendo cuidado com o cavalo dos tucanos.
Tróia é aqui.

Responder

    EUNAOSABIA

    21 de agosto de 2011 às 17h57

    Poria no olho da rua todos os pelegos a soldo, todos os pelegos solditas, esses parasitas da nação que só servem para corroer os cofres públicos e que vivem como nababos as custas do suor de quem paga imposto.

    Isso por si só, já seria uma boa reforma do estado, enquando não cortar gastos públicos com esse bando de amebas que mamam nas tetas da nação, não se pode falar em cortar juros.

    Um mês de aumento da dívida pública interna, somente um mês dariam para pagar a vista 5 copas do mundo ou 4 anos de Bolsa Família.

    Rafael

    21 de agosto de 2011 às 18h58

    Ta falando dos tucanos.

FrancoAtirador

21 de agosto de 2011 às 16h37

.
.
No Brasil, assim como nos demais países que adotaram o Presidencialismo,
em que o Presidente acumula as funções de Chefe de Estado e de Governo,
o que existe, na prática, é uma Monarquia Absolutista disfarçada de República.

O povo vota num rei ou numa rainha: um indivíduo que reinará pelo bem do povo.
Assim, o rei ou rainha, escolhido(a) pela plebe, promoverá a justiça e a igualdade;
dará aos plebeus saúde e educação, acabará com a miséria e punirá os malfeitores.

Nesta Monarquia, de fato, o Poder Legislativo é um vassalo do Poder Imperial
e o Poder Judiciário é um antro de nepotismo, corrupção e ineficiência.

É precisamente por isto que a maioria dos povos são subjugados
na condição de meros (tele)espectadores do Poder Reinante.

Há poucos meses, cerca de 2 bilhões de pessoas, no mundo todo,
acompanharam, à distância, o casamento de uma princesa anglo-saxã.
No Brasil, não houve um sequer que não comentasse a cerimônia real.
Se vivêssemos, de fato, no regime republicano, que significância teria isso?

E o aparelho midiático de Goebbels sabe muito bem atuar nestas efemérides,
para reforçar a idéia de que os plebeus devem continuar só assistindo à realeza,
que se deleita com os banquetes nos palácios, e ainda devem gritar para a Rainha:

"GOD SAVE THE QUEEN!"
.
.

Responder

Alexei_Alves

21 de agosto de 2011 às 15h48

Enquanto a direita estiver com medo da candidatura de Lula em 2014, evitarão bater diretamente na Dilma e insistirão no auto-engano que ela não representa a continuidade do governo petista. Estão dando corda para se enforcarem. Vai ser Dilma 2014 e Lula 2018.

Responder

jaime

21 de agosto de 2011 às 15h31

Gostei principalmente da parte que coloca os deputados e senadores dependentes de Dilma, em função das eleições municipais. Não é curioso que a teoria era a de que o legislativo deveria fiscalizar o executivo, quando o que se vê é o contrário – o executivo precisa "faxinar" o legislativo, sob pena de soçobrar (em outras palavras, sob pena de não sobrar nada ante a voracidade dos cupins). Por isso, sempre fico com um pé atrás quando dizem que o legislativo, por pior que seja, é imprescindível à boa democracia. Tudo é relativo, o Congresso não precisa ser fechado porque fechou a si mesmo. Há um ponto onde a quantidade (de corruptos) se transforma em qualidade (do poder legislativo) e sua inoperância se torna menos prejudicial do que comparecer todos os dias para desviar recursos.

Responder

Folha faz de tudo para o Brasil entrar em crise, mas não vai conseguir | Maria Frô

21 de agosto de 2011 às 15h04

[…] muito ruim. Prefiro destacar um trecho da análise do Marcos Coimbra, que você pode ler na íntegra aqui. Tire suas próprias conclusões como fez o […]

Responder

Silvio I

21 de agosto de 2011 às 14h35

Parabéns, artigo irretocável. Apenas uma aclaração, parece que se coloca na boca da Senhora Presidenta, umas palavras que ela não diz, vou a fazer uma faxina.

Responder

    Operante Livre

    21 de agosto de 2011 às 16h36

    Não são palavras que precisam sair da boca dela. São as ações delas que as legitimam.

EUNAOSABIA

21 de agosto de 2011 às 14h35

Eu coloco toda a credibilidade da minha vida em jogo e afirmo que Dilma vai vencer essa eleição no primeiro turno e bla abla bla……

É amigo… quem te conhece que te compre….

Foi um dos mais fiéis servidores de Collor, numa verdadeiroa cruzada a fim de destruir um candidato chamado Lula da Silva… nunca esqueço os tipos de pesquisas que ele saía a campo pra fazer e seus resultados naquela época….

Lembram dessa pergunta??… "Quem é o mais preparado?""" lembram quem foi considerao o mais preparado disparado segundo as pesquisas dele??? pois é….. hoje em dia ele diz que isso não importa, que preparo e experiência não tem a menor importância…. valeu mano….a democracia é boa por isso…

Responder

EUNAOSABIA

21 de agosto de 2011 às 14h29

""Para reduzir o perigo da obsolescência, Dilma investiu em programas novos, seja na área social, seja na política econômica."""

Quais?

Responder

    Operante Livre

    21 de agosto de 2011 às 16h38

    O que você faria se estivesse no lugar dela?
    E não enrola.

    Rafael

    21 de agosto de 2011 às 17h11

    Tenta usar um pouco de inteligência nos teus comentários.

Vlad

21 de agosto de 2011 às 14h04

"Pena que Dilma não esteja recebendo o apoio que merece nesse processo."

EXATAMENTE!

Responder

francisco.latorre

21 de agosto de 2011 às 13h58

que dilma continue. jogando. o jogo.

sem telegrafar as jogadas. só pra satisfazer a torcida.

o jogo. é de campeonato.

..

o outro time. da manipulação da verdade. perdeu no irã2009. no brasil2010.

tá em vantagem no arábias2011.

num tá morto. ainda. [ tão aí os drones. [ e os tele/tecno-soldados. quevem aí.. aproveitando as pesquisas aparentemente pró-saúde de cientistas/pesquisadores. inocentes. utilíssimos. ]]

..

jogo. sério. em jogo. o futuro.

do mundo. desde sempre o jogo é esse. poucos sabiam/desconfiavam.

muda mudou.

sem poder de censura. e morte. aberta ou coberta. o sistema é insustentável. [ sem matar os pensantes.. o pensamento. adeus tirania. por isso semeiam estupidez/ miséria/insegurança. pra dominar. ]

tempo/história. relógio de areia. virou.

..

brasil hoje é mundo.

mas a jornalada.. insiste na caiporice.

..

mundo. pensando comunicando. mudou.

avisa lá.

..

Responder

@PATIMPUDIM

21 de agosto de 2011 às 13h38

Parabens
#EuconfioemDilma e a militancia deveria de fazer o mesmo o PIG vem anunciando a dicidência de alguns sindicalistas em Minas .é preocupante.

Responder

    francisco.latorre

    21 de agosto de 2011 às 13h56

    #EuconfioemDilma.

    sim.

    ..

    Douglas O. Tôrres

    21 de agosto de 2011 às 13h58

    Voçe não deve ser de Minas.aqui é um reinado tucano,midia e juciciário nada fazem contra o governo tucano,os professores já até publicaram na internet seu contra cheque para mostrar o salário ridiculo que ganham,a policia civil esteve em greve,como em São Paulo esta perdendo quadros,Anastasia governa sobre decretos.E a presidente entra em conchavo com o governador Anastsia,esperar o que dos sindicalistas?bater palmas para isto.

Antonio Lopes

21 de agosto de 2011 às 12h46

Bonita análise ! Parabéns…..

Responder

    Marcelo de Matos

    21 de agosto de 2011 às 13h59

    Faço minhas as suas poucas. Está tão bom que se eu comentar estraga.


Deixe uma resposta

Apoie o VIOMUNDO - Crowdfunding