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Kotscho sugere que Dilma fez trairagem com Lula


30/06/2013 - 15h31

Publicado em 29/06/13 às 11h50

Só um em cada 3 brasileiros aprova governo Dilma

Quem poderia prever isso?

por Ricardo Kotscho, no Balaio

Ao bater o recorde de aprovação do seu governo, surfando com 65% de ótimo e bom em março, na pesquisa Datafolha, Dilma Rousseff parecia caminhar para uma tranquila reeleição no próximo ano, vencendo já no primeiro turno, segundo a quase unanimidade dos analistas políticos. Sem opositores fortes à vista, seria um passeio.

Há apenas três semanas, quando começaram os primeiros protestos nas ruas contra o aumento das passagens de ônibus, a aprovação do governo caiu para 57%, ainda um patamar alto para quem estava completando dois anos e meio de mandato tendo que enfrentar uma séria crise econômica, mas já se colocava em dúvida se haveria ou não um segundo turno.

Agora, com a divulgação de novo Datafolha neste sábado de final de junho, mostrando uma violenta queda de 27 pontos na aprovação do governo, Dilma cai a menos da metade do que tinha em março: apenas 30% de ótimo e bom, o mais baixo índice desde a sua posse.

Em outras palavras, Dilma tem agora o apoio de apenas um em cada três brasileiros. Além disso, as expectativas da população em relação ao futuro são todas pessimistas, segundo os números da mesma pesquisa, indicando que os índices de aprovação do governo podem cair ainda mais. Apenas 27% dos 4.717 eleitores ouvidos em 196 municípios avaliam como positiva a gestão econômica do governo.

Quedas tão grandes na avaliação de governos só foram registradas anteriormente em duas ocasiões: em 1990, quando Fernando Collor caiu de 71 para 36%, e em 2005, com Lula despencou para 28% de aprovação.

Nos dois casos, porém, havia fortes razões para justificar as mudanças abruptas: no caso de Collor, foi o confisco das cadernetas de poupança e, no de Lula, o escândalo do mensalão.

O que mais me intriga, desta vez, é que não há uma única causa grave que explique tanto a multiplicação dos protestos, agora diários espalhados por todo o país, quanto esta virada radical nas pesquisas, jogando o governo Dilma no fundo do poço, a 18 meses do final do seu mandato.

As dificuldades que o governo enfrenta na política e na economia desde o início do ano não se agravaram dramaticamente de uma hora para outra, assim como não tivemos um tsunami de deterioração dos serviços públicos ou de novos casos de corrupção envolvendo diretamente o governo.

Antes do início das manifestações, porém, eu já vinha notando um clima de mal estar e de mau humor em diferentes áreas sociais aqui em São Paulo. Cheguei a comentar isso com um importante ministro de Dilma, achando que a presidente estava muito isolada e precisando conversar mais com a chamada sociedade civil, para saber o que estava se passando no país fora dos gabinetes e da propaganda triunfalista do governo na televisão.

Dilma confiou demais nas pesquisas, nos comerciais e nos pronunciamentos produzidos por seu marqueteiro João Santana, sem dar a devida atenção para o que acontecia no mundo político do outro lado do Palácio do Planalto, no meio empresarial e na vida real dos trabalhadores e estudantes.

A comunicação do governo limitava-se à propaganda paga no rádio e na televisão. Enquanto os números mostravam índices favoráveis para a presidente, tudo bem, o marqueteiro tinha razão. Só que o governo não percebeu que os outros canais de comunicação com a sociedade estavam todos entupidos, sem funcionar em duas vias. O governo só falava, não ouvia. Quando o copo da insatisfação transbordou, o que movia as pessoas a sair às ruas não era um motivo só, mas o que minha mulher chama de “o conjunto da obra”, a tal desatenção que pode ser a gota d´água, como na música do Chico.

Mais preocupada em montar uma cada vez maior base aliada para disputar a reeleição, me parece que Dilma perdeu o timing das mudanças necessárias em seu ministério, que é muito fraco, na virada do ano, quando se limitou a trocar seis por meia dúzia, trazendo de volta partidos varridos na faxina do primeiro ano de governo.

De uma hora para outra, depois de tentar retomar o controle da iniciativa política com a proposta do plebiscito, Dilma abriu as portas do Planalto para ouvir todo mundo de uma vez, na semana passada, e já marcou novas reuniões para a próxima.

Temo que seja tarde demais. E, ainda por cima, no atropelo para virar o jogo, Dilma acabou magoando seus dois principais aliados, o ex-presidente Lula e o vice Michel Temer, ao mandar um emissário consultar Fernando Henrique Cardoso sobre a sua proposta de reforma política, antes de apresenta-la aos líderes dos partidos que ainda a apoiam no Congresso Nacional.

Pois, após esta pesquisa, o grande perigo imediato é a tal base aliada ficar ainda menos fiel e iniciar uma debandada em busca de outra expectativa de poder.

Que fase…

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56 comentários

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Ted Tarantula

02 de julho de 2013 às 13h57

e os garçons continuam arrumando as toalhas e talheres nas mesas do Titanic quando o barco já está adernando para fundar…eta esquerda insensata sô…
cansei de entrar aqui mandarem ler o livro do Ariel Dorfman, Uma Vida em Transito sobre os erros de Allende que se repetiam todos aqui…tim tim pot tim tim…mas juízo não é mesmo o forte da sinistra..

Responder

    Mário SF Alves

    03 de julho de 2013 às 18h51

    “…tim tim pot tim tim…”

    Ato falho, Ted? Por acaso esse “pot” aí não seria um link inconsciente com o regime alucinado e assassino do Pol Pot?
    ___________________________________

    Chile, Allende, reforma agrária radical, CIA/1973. Ah! As comparações. Esqueça-se tempo, espaço, pompa e circunstâncias. Afinal, entidades como essas existem pra quê, não é mesmo?

abolicionista

02 de julho de 2013 às 12h42

Que a Dilma seja reeleita em 2014, isso não mudará nossa situação histórica. Pelo contrário, desgastará ainda mais o projeto falido de misturar desenvolvimentismo e neoliberalismo, tipo como o projeto de maior escopo que a esquerda partidária conseguiu formular. Quando a crise vier, todas as medidas humanizadoras do governo Lula e Dilma podem ser revogadas com uma simples canetada. E o fascismo vai revigorar-se ao ver derrotado o “projetão” da esquerda administradora. E não se enganem militantes do PSOL, a esquerda, aos olhos da massa, é só uma. E a massa tem certa razão, é preciso que a política saia dos moldes partidários, como mostraram as recentes manifestações.

Responder

Lafaiete de Souza Spínola

01 de julho de 2013 às 18h27

DISCUTE-SE DE TUDO!

Se a educação continuar nesse abandono secular, dentro de algumas décadas teremos outras personagens, mas as discussões serão semelhantes.

SOBRE INVESTIMENTO NA EDUCAÇÃO

Nesse mundo globalizado, quem não investe em Educação estará mais vulnerável. O Brasil, todos sabemos, é um país de analfabetos e semianalfabetos. Um diploma de segundo grau, quase sempre, não passa de um pedaço de papel. O IDEB e testes internacionais estão aí para comprovar a quem duvida dessa verdade. Depois do primeiro impacto inicial, o bolsa família passa à fase da saturação no que diz respeito à ampliação do mercado interno.

Segundo estatísticas, as classes D e E representam cerca de 75 milhões de habitantes, aproximadamente 40% da nossa população. O poder aquisitivo desses nossos conterrâneos está em torno de, mirrados, 10%. O que podemos esperar dentro desse quadro de calamidade?

Um investimento de pelo menos 15% do PIB na educação, em nossas condições concretas, daria um impulso, em curto prazo, no nosso mercado interno, desde que haja uma mobilização nacional. Boa parte das nossas reservas poderia ser usada, inicialmente, para a construção de escolas, em tempo integral, tipo CIEPS, porém mais amplas, com áreas dedicadas à cultura e ao esporte. Tudo isso nas cidades e no campo.
Reservando aos pequenos agricultores o fornecimento da alimentação dessas escolas, haveria um crescimento do mercado interno oriundo da renda desses agricultores, além de mantê-los em suas terras. Tenho certeza que o tomate não estaria tão caro! Não se faz necessário deduzir que haveria um crescimento, também, na construção civil. Por favor, esse é o trem bala que o Brasil necessita.

Sugiro que se aplique cerca de 40% das reservas na construção de grandes centros educacionais e na preparação urgente de professores, tudo federalizado.

Responder

Eunice

01 de julho de 2013 às 18h09

A disputa nem começou.
Os caminhoneiros fecham as estradas para criticar os pedágios, faz uma semana, em volta de metropoles. E Ninguém sabe sobre isso. Isso não é coisa contra Dilma,pois Dilma não tem pedágio.

E popularidade não é voto.Dilma é totalmente impopular para mim.
Entretanto acho que muito a contragosto terei que votar nela, sendo meu milésimo desanimador voto útil na via. Ou votarei em Zé Maria para perder, embora seja ele o candidato bacana da vez.

Se não votar, corro o risco de ajudar a eleger uma Marina da vida. Faça a comparação entre Dilma e Marina e verá.

Responder

sandro

01 de julho de 2013 às 15h14

Dilma 2014..facil!
Os urubus fantasiados tão cantando como galo, na hora do “vamos ver são os primeiros que “cagam”. Uma coisa é crise outra é eleição, jogo é jogo.
Kotscho sempre quis ser uma Cassandra mesmo.

Responder

Benedito

01 de julho de 2013 às 14h18

E o Kotscho, tá magoado com quem?

Responder

Izaltino Fonseca Costa Lima

01 de julho de 2013 às 14h12

O senhor Kotscho, pisa um pouco no tomate, ano passado escreveu em seu blog, no início da campanha eleitoral, que dificilmente o Haddad seria eleito Prefeito de São Paulo. Meu caro companheiro eleição é o ano que vem. Vamos esperar o ano de 2014 para podermos ter uma visão mais lógica das coisas e tirarmos as nossas conclusões!

Responder

Valdeci Elias

01 de julho de 2013 às 14h10

Não deixei de votar em Lula, porque ele falou com Maluf. Nem vou deixar de votar em Dilma porque ela falou com FHC.
Acho que ela aprendeu com Lula, a conversar com os adversarios.
Quando Lula ganhou a eleição, ele quiz fazer um pacto nacional, e chamou os outros candidatos derrotados, pra conversar. O PSDB , o DEM e o PPS se recusaram, e apostaram que o Brasil ia quebrar. E até hoje estão desejando o pior(secando,agorando)para o país.

Responder

Apavorado por Vírus e Bactérias

01 de julho de 2013 às 14h01

Sr. Kotcho, devagar com o andar da carruagem. É apenas uma fase, que logo passa. Não é que as coisas serão como antes. Nada disso. Mas daí dizer que a Dilma perderá a reeleição é muita rapidez de raciocínio. Ela colocou as barbas de molho e saberá reagir ante ao clamor das ruas. E tenho certeza que ela não vai querer manipular as massas. Vai caminhar para mudanças temidas por muitos, principalmente partidos e políticos que já vêm capengas no cenário nacional, doidos para botar fogo na lenha do Golpe.

Responder

cassio

01 de julho de 2013 às 12h46

Mas não é o reflexo do que está nas ruas? Dizem que quem está nas ruas são os filhos da gestão de esquerda no Brasil, a tal da nova classe média. E eu pergunto: será que esses filhos estão sendo justos como o governo que elegeram assim como a Dilma não foi com o Lula?

Responder

Rodrigo

01 de julho de 2013 às 12h36

Não acrescenta. Acho que ele não entendeu nada. Ficou mais para um texto feito nas ‘Kotschas’.

Responder

Messias Franca de Macedo

01 de julho de 2013 às 12h21

Só um em cada 3 brasileiros aprova governo Dilma

Quem poderia prever isso?

por Ricardo Kotscho, no Balaio

RESPOSTA DO MATUTO: essa previsão fica por conta das oportunistas pesquisas do ‘DataFalha’; “as metodologias” do instituto dos Frias da ‘ditabranda’!…

RESCALDO: a candidata é Dilma Rousseff – apoiada pelo ex-presidente Lula e pelo honesto, sapiente, leal e impávido povo trabalhador brasileiro!

BRASIL (QUASE-)NAÇÃO [depende de n[os enquanto ações e reações!]
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

01 de julho de 2013 às 11h58

Que trairagem nada! É claro que o próprio Lula aconselhou a ouvir a oposição para que eles depois não pulem do barco e saiam acusando o governo de intransigência. Que falta de visaão política esta que enxerga “trairagem” em tudo ! Política também é a arte da palavra, do diálogo e da mediação.

Responder

RicardãoCarioca

01 de julho de 2013 às 09h59

Sem revelar a fonte, pode-se escrever qualquer coisa: verdade ou mentira.

Escola Veja de jornalismo.

Responder

    Geysa Guimarães

    01 de julho de 2013 às 12h52

    Certo você. Nesse “balaio” não dá pra entrar.

Bertold

01 de julho de 2013 às 09h58

Com tantos vetores (sabe-se lá se intencional?)deixadas de lado por Ricardo Kotsho nesta análise atabalhoada sobre a queda nas pesquisas de avaliação de Dilma não seria justo respondê-lo a menos que se queira correr o risco de explicitar-lhe a fraca inteligência. Pelo menos uma tem que ser dita: antes da Dilma se dirigir ao país foi noticiado pela mídia toda os seus contatos com o Lula. Gostem ou não FH (agora imortal… rarará) é o principal pensador da oposição. Para as propostas que ela apresentou ao país, se falou com ele é plenamente justificável ora bolas.

Responder

Biru-Biru

01 de julho de 2013 às 08h16

Importante registro de como os fascistas da direita impedem as mais legítimas manifestações populares:
http://www.youtube.com/watch?v=SOlrN0hwHOo

Responder

Breno

30 de junho de 2013 às 23h30

O artigo é fraquinho, parece de revista de fofoca.

Tem que ficar de olho na blablarina: pelo perfil dos que foram às ruas, ela é quem mais se beneficiaria desses inocentes úteis, já que barbosa não sai como candidato (pelo menos foi o que ele disse). É preciso ficar de olho também em quem os “gringos” apostam: cerra tem muita rejeição, aécio é um playboy de quinta categoria, campos não está no ponto. Logo, sobra a marina. “De olho no dinheiro”, foi o que falou Blum.

Politicamente, o governo Dilma parece fraco. O “apoio” do pmdb é uma piada. Os ministros de pastas estratégicas são fracos. Os movimentos sociais foram jogados para o fim da fila. A classe média anti-petista não se sente representada, apesar de Dilma ter um bom perfil para ser identificada como boa presidente por essa classe.

Dilma está pagando o preço por não ser tão boa política quanto Lula é. Ela aparece pouco, se comunica mal, não fala a linguagem do povo como o Lula falava, não fala a linguagem da classe média. Falta um bom articulador político ao seu lado.

Responder

ideraldo

30 de junho de 2013 às 23h00

A classe média boçal vai aceitar um governo imposto pelos américanos e que lhe seja dócil. O conto do vigário.

Responder

Jayme Vasconcellos Soares

30 de junho de 2013 às 22h26

Juntam-se à imensa maioria da população brasileira, descontente com a Dilma: a grande massa dos aposentados da Previdência, que vêm sendo massacrados por este governo, o MST, que não vem sendo atendido com a reforma agrária, e os índios, que estão sendo expulsos de suas terras com o aval da Dilma e seus aliados, os empresários do agronegócio e seus representantes no Congresso, os ruralistas

Responder

    José Silva

    01 de julho de 2013 às 12h29

    Mais todos os trabalhadores que produzem a riqueza do Brasil e ficam assistindo renúncia fiscal para megaempresários sem nenhuma contrapartida para quem realmente trabalha!!! Cadê a redução da jornada, foi parar no bolso dos fabricantes de veículos?!?! Cadê o fim do fator previdenciário, a Previdência tem grana pra renunciar aos impostos que passaram da folha para o faturamento das empresas, mas não tem para pagar ao trabalhador o que lhe é de direito?!?!?! Dilma não é Lula, pelo menos para mim não!!!

Nazário Bento

30 de junho de 2013 às 22h24

O Kotscho faz parte da turminha rancorosa e ex-petista. SEmpre com as lorotas tipo “falei com alguem de dentro do governo… Ministro, assessor de ministro e etc e tal”. Agora diz aí, seu Kotscho, de qual fonte o senhor bebeu essa lorota da Dilma procurar opiniões do boca-de-sovaco? Foi na falha de sp? Ouve uma época na qual eu até levava a sério o que esse blogueiro escrevia, mas a partir daquele caso no qual o MST se envolveu com um trator num laranjal lá em sp, e o dito Kotscho, assim, sem mais nem menos condenou o mais legítimo e justo movimento social do país, dizento que para ele o MST havia acabado, morrido, eu entendi que o blogueiro estava filiado no mesmo clube dos petistas ressentidos e cheio de mágoa por se acharem injustiçados pelo PT.

Responder

Pedro Cruz

30 de junho de 2013 às 22h18

Que maldade!!! Que baixo nível!!! Que futriquinha safada!!! Aprendeu muito com a Veja e com a folha, lamentável!!!!

Responder

Alice Matos

30 de junho de 2013 às 21h46

Calma gente. Não sabemos qual é a verdade ainda. Mas se Dilma consultou FHC e deixou Lula e Michel Temer de fora, a coisa é grave. Pode ser que FHC tenha conquistado o coração da presidenta, coisa que ele vem tentando faz é tempo. Só um cego não vê o tanto de charminho que ele joga pra ela. Sério.

Responder

    Mário SF Alves

    30 de junho de 2013 às 23h29

    Uai?!! É FHC(b) ou é *Mata Hari?
    _______________________________________

    Durante a guerra, Mata Hari dormiu com inúmeros oficiais, {tanto [franceses] quanto [alemães]} e se tornou um peão da intriga internacional, apesar dos historiadores nunca terem esclarecido com exatidão se ela fora realmente uma espiã, e se sim, quais eram as suas atividades como tal.2 Em 1917 ela foi a julgamento na França acusada de atuar como espiã e também como agente dupla para a Alemanha e França. Foi considerada culpada e no dia 15 de outubro do mesmo ano fuzilada.
    ___________________________
    Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Mata_Hari
    __________________________________________
    Em sendo assim, então tá: FHC(b)Hari.

Joseph Stalin

30 de junho de 2013 às 21h16

Privatização escancarada da saúde pública, desordem total na área de educação pela transferencia de recursos para entidades privadas, leilão dos recursos petrolíferos a explorar, base aliada podre,…………..de PSDB para PT, de pato a ganso pouco avanço, farinhas do mesmo saco. Governo ridículo,………………….colherá o que plantou. Triste isso.

Responder

    Paulo Agostinho

    01 de julho de 2013 às 13h17

    Tu és troll!

JULIO*Dilma2014/Contagem(MG)

30 de junho de 2013 às 21h01

Um recadim, para os reaças, se enfraquecerem a gerentona, o NUNCADANTES, volta !!!

Responder

    José Silva

    01 de julho de 2013 às 12h31

    Deus te ouça!!!

Fabio Passos

30 de junho de 2013 às 20h57

Bem, talvez ela queira saber o que recomenda fhc…. para fazer o contrário. rsrs

Responder

Murdok

30 de junho de 2013 às 19h57

Diz pra turma do PT ouvir, escutar e anotar o que dizem as bases e todos aqueles simpatizantes. O PT virou assim: o ex-superintendente do INCRA, servidor da casa, em SC é um cavalo de marca maior, um grande FDP. Estúpido, arrogante, ninguém gosta dele, e mesmo tendo sido substituído ainda diz que quem manda lá é ele. Lembro de uma frase que o burro disse em 2003 quando assumiu: “não vim aqui para fazer amigos”. Ainda hoje não respeita nem o atual superintendente que não é filiado ao PT.

Responder

FrancoAtirador

30 de junho de 2013 às 19h18

.
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Neste momento, a divisão petista não é o melhor caminho.

Afinal de contas, é o PT que está no Governo.

Apesar dos erros políticos, que obviamente devem ser criticados,

isolar Dilma até que ela grite: -Não me deixem só!

é só o que a Direita Reacionária objetiva conseguir.
.
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ABRINDO O JOGO: CARTAS NA MESA

Após a Revolução Russa de 1917, a palavra ‘Comunismo’ adquiriu um significado diferente do original teórico marxista
[a denominação, assim como o vocábulo ‘Comunidade’, deriva de ‘Comuna’ (https://pt.wikipedia.org/wiki/Comuna), e, em síntese, foi escolhida por Karl Marx, por dois motivos: um histórico objetivo, a Comuna de Paris, identificando-a com a revolução da classe trabalhadora que tomou o Poder na França e instituiu a Democracia Direta (http://pt.wikipedia.org/wiki/Comuna_de_Paris#Realiza.C3.A7.C3.B5es_da_Comuna);
e outro simbólico subjetivo, para fazer oposição a ‘Burgo’ (http://pt.wikipedia.org/wiki/Burgo), raiz lingüística de ‘burguesia’ e ‘burguês’, para transmitir em forma de tradução figurativa, a evolução civilizatória da Sociedade e, portanto, da própria Humanidade, de uma etapa primitiva de relações de classe existentes para outra mais aperfeiçoada sem classes sociais],
passando então à designação popular genérica atribuída a todos os regimes político-econômicos socialistas implementados em alguns países, cujos ícones referenciais representativos eram a URSS, na Europa, a China, no Oriente, e Cuba, na América, os quais se opunham radicalmente, de forma geral, ao sistema capitalista vigente, que após a Segunda Guerra Mundial, em meados do século XX, passou a ser mundialmente liderado pelos United States of America, com todo o aparato instrumental propagandístico de difusão do ‘American Way of Life’, inicialmente pelo Rádio e pelo Cinema, depois pela Televisão e, agora pela Internet.

No Brasil, como aconteceu em vários países sob influência cultural norte-americana, depois da lavagem cerebral na mente dos brasileiros promovida durante décadas – acentuada no período da Ditadura Militar instalada a partir de 1964 com o apoio integral dos United States – por aplicação das técnicas de manipulação de massa, através dos Meios de Comunicação, formando um senso comum no inconsciente coletivo, o termo ‘comunista’ adquiriu entre a população uma conotação propositadamente distorcida, de cunho pejorativo, que é até os dias de hoje invariavelmente associado a três aspectos: um, de ordem patrimonial, a expropriação da propriedade particular, mesmo a individual; outro, de natureza política, o cerceamento da liberdade de expressão; e o terceiro, de fundo moral, a perseguição religiosa e a ‘libertinagem’.

É com esse sentido, com essa definição simbólica introjetada, que o ‘anticomunismo’ – hoje transfigurado em ‘antipetismo’ – permanece vivo na memória da maioria da população, notadamente na Classe Média tradicional brasileira e naquelas camadas populares pouco esclarecidas, especialmente vinculadas a correntes fundamentalistas de diversas denominações religiosas, que se mantêm num círculo fechado de informação restrita aos ensinamentos pastorais, praticamente transmitida pela oralidade ou, quando muito, pela literatura específica.

Foi exatamente por isso, pela soma daqueles três fatores, que o Lula perdeu as três primeiras eleições presidenciais que disputou (1989, 1994 e 1998), porque o PT, até então, sempre se apresentou como partido ‘radical’ com programa ‘socialista estatizante’, sendo, desde a fundação, tachado de ‘comunista’ pela direita reacionária, da qual fazem parte inclusive os empresários da mídia oligopólica, sabedora que era, e ainda é, do impacto psicológico que isso teria na maioria da população brasileira.
Aliás, qualquer partido que apresente, no nome, a palavra ‘comunista’ não elegerá, tão cedo, um Presidente da República no Brasil.

E foi precisamente para desmistificar essa ‘pecha comunista’ que houve, em 2002, a elaboração da famosa “Carta aos Brasileiros” e a coligação com o Partido ‘Liberal’ (PL), tendo como vice, na chapa encabeçada por Lula, um ‘Empresário’, ‘Católico Praticante’, o que levou, finalmente, o Partido dos Trabalhadores ao Poder Executivo Federal pelo voto popular majoritário. Por sinal, segundo consta em alguns sites ‘Gospel’, o Vice-Presidente José Alencar, poucos anos antes de morrer, ‘converteu-se’ à prática evangélica pentecostal (http://noticias.gospelmais.com.br/jose-alencar-evangelico-religiao-catolica-18256.html).

A partir daí, já no exercício democrático do mandato presidencial, com a progressiva recuperação econômica do País e com a implementação de bem sucedidas políticas públicas pelo governo petista, a mística do ‘Lula Comunista Que Vai Tirar Uma Casa De Quem Tem Duas’ foi se arrefecendo e com ela foi se dissolvendo a ideologia do antipetismo, ficando restrita aos estados do Sul e do Centro-Oeste, onde predominante o ruralismo, e do Sudeste, especialmente São Paulo, matriz ideológica do anticomunismo.

Entretanto, a Direita BraZileira e seus Meios Empresariais de Comunicação, melhor dizendo, de Propaganda e Marketing não ficaram estagnados, esperando a previsível morte chegar com a perda total do poder político, e já em 2005, apenas dois anos após a ascensão de Lula à presidência, criaram o Mentirão do Millenium, atacando o único aspecto que o Partido dos Trabalhadores deixara suscetível e vulnerável, podendo ser atingido mortalmente: a moralidade nas campanhas eleitorais, pelo uso do Caixa 2, prática irregular contumaz cometida contra a Legislação Eleitoral por todos os demais partidos políticos e conhecida de longa data pelo PSDB, já que por ele próprio executada em várias experiências anteriores, inclusive em associação com o Banco Rural e as empresas de publicidade de Marcus Valério.
Tudo bem, o Lula se reelegeu e fez um dos melhores governos da História deste País, senão o melhor, mas ficou guardado no inconsciente coletivo que, ’em matéria de [falta de] ética, o PT é igual aos outros’.
Daí a ligar a corrupção ao governo Lula foi só um passo, e o famigerado, para não dizer degenerado, julgamento só não ocorreu antes do término do último mandato, porque, primeiro, o altíssimo índice de popularidade do Presidente anularia o efeito imediato na eleição presidencial seguinte, e, segundo e mais importante, porque o José Dirceu, que era o único nome de peso para a disputa sucessória, havia sido logo de início sumariamente cassado e não havia aparentemente nenhum outro candidato petista em condições de derrotar o mais experiente, o mais preparado e o mais ilibado candidato tucano. Mais uma vez menosprezaram a sabedoria política do Lula. Ainda bem que eles também erram, e que continuem errando!

Aconteceu que veio a eleição presidencial de 2010 e com ela o ‘Presbítero Zé’ e a ‘Marina Pura’ contra a ‘Guerrilheira Comunista Terrorista Subversiva Lésbica Atéia Assassina de Criancinhas Dilma Vana’, codinome vários. Foi aí que recrudesceu o antipetismo e, pior, unificaram-se todos os grupos de direita e de extrema-direita, militâncias fanáticas que até então estavam organizadas isoladamente e que passaram a atuar conjuntamente, principalmente através do intercâmbio via internet. E, convenhamos, foi por um triz do tamanho de uma bolinha de papel que Dilma Rousseff não perdeu a eleição naquele histórico segundo turno. Ah, os Blogs Sujos, não fossem os Blogs Sujos…

A partir da improvável eleição de Dilma Rousseff em 2010, houve a necessidade de uma reciclagem estratégica na Agenda Midiática da Oposição ao Governo Federal.
A moral pessoal da Presidenta da República sempre se mostrou inabalável; a economia do Brasil, sob o petismo, continuava de vento em popa; e na política partidária e no Congresso Nacional nada de novo debaixo do sol, ou melhor, a oposição política até minguou; e, assim, o governo Dilma tinha tudo para deslanchar, sempre mantendo alta popularidade.
Então, seria preciso, primeiro, desconstruir moralmente a imagem de Lula e de seu governo, já que a do PT, como partido, sempre esteve balançando com o martelar do ‘Mensalão’, para depois atacar Dilma Rousseff.
Foi o que aconteceu nos dois primeiros anos do Governo Dilma:
Levanta a bola da Presidenta, num aparente armistício, mas vai gradativamente a descolando do ex-presidente.
Inicialmente eliminando os ministros remanescentes do governo anterior, todos sob acusação de corrupção, utilizando-se de sucessivos e ininterruptos factóides, e ao mesmo tempo fazendo intrigas fictícias entre Lula e Dilma, simulando posturas contrárias dos dois, tanto no jeito de proceder, como no modo de governar, até que se tornassem imaginariamente isolados um do outro.

É como se fossem criadas ficcionalmente duas personagens de novela para a televisão, uma mocinha e um vilão, que, no entanto, podem ser a qualquer momento psicológica e materialmente descaracterizados, dependendo da audiência monitorada diuturnamente pelo Ibope, e, no caso da política, também verificada pelo Datafolha.

O arremate dessa construção ideológica foi, sem dúvida, o inédito ‘Julgamento Político’ milimetricamente agendado para ocorrer durante o curso das campanhas do primeiro e do segundo turno das eleições municipais de 2012, quando a maioria dos eleitores está mais atenta à Política, para, claro, tirar proveito eleitoral imediato, mas principalmente pensando nos efeitos psicológicos no inconsciente coletivo em um futuro próximo.

Dilma pessoalmente ficou incólume e Lula saiu chamuscado, apesar da vitória de Fernando Haddad em São Paulo, graças novamente à perspicácia e ao tirocínio do ex-presidente, mas o fundamental é que foi o golpe de misericórdia não só no PT e nos partidos da base parlamentar dos Governos Petistas, como em toda a classe política e, por decorrência, no próprio Poder Legislativo, como Instituição, condição necessária para em seguida expor ao ataque o Poder Executivo, dobrando sua Autoridade Moral, diante da exaltação do Ministério Público Federal e do Poder Judiciário como arautos do combate à Corrupção e do Justiçamento de toda a Imoralidade Estatal, para satisfação do desejo incontido de toda população que meritoriamente clama por Justiça, sem saber que está sendo vítima de uma empulhação jurídico-midiática.

O passo seguinte seria desestabilizar o governo Dilma Rousseff com a pregação da iminente catástrofe econômica, usando do artifício nada original do terrorismo da crise: caos aéreo, apagão elétrico, ameaça de desemprego, hiperinflação, além dos já tradicionais descasos com a Saúde e a Educação.

Paralelamente, as militâncias da direita e da extrema-direita – que já haviam conseguido se articular desde 2010 pela internet – descobriram entre aqueles 44 milhões de votos colhidos por Serra na eleição daquele ano as bases sociais mais vulneráveis à cooptação ideológica: a juventude da Classe Média consumista e alienada da História Política do Brasil; ficando apenas no aguardo do momento oportuno para extrapolar nas ruas a trama construída, ao longo do tempo, em rede virtual.

A oportunidade chegou com a Copa.

Aliás, a vaia em cima de Dilma Rousseff, na abertura da Copa das Confederações no estádio em Brasília, aconteceria independentemente do movimento de rua, pois já estava agendada pela oposição política e econômico-financeira articulada com os empresários de comunicação do Grupo G.A.F.E.*, que por sua vez se organizam no Instituto Millenium.

O Movimento Passe Livre (MPL) só veio a calhar.

Hoje, insegura e acuada pela ameaça de novas vaias, a Presidente da República não pode nem comparecer no Estádio do Maracanã para o jogo de encerramento da Copa, com a participação da Seleção Brasileira na final contra a Espanha.

Por enquanto, a Direita reacionária, que sempre foi a Dona da Banca, é quem está dando as cartas.
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Responder

    Noé

    30 de junho de 2013 às 22h49

    Concordo com tudo que foi dito, mas o erro do Lula e mais ainda de Dilma foi ter menosprezado a força da TV na mente das pessoas. É a midia televisa que implanta padrões de idéias na cabeça dos mais desavisados. Essa negativa de controle social da midia trouxe como resultado o que vemos hoje, essa molecada chipada que nem sabe o que quer, apenas seguem os jabores da vida. Aliás, as igrejas oportunistas invadiram as TVs com pregações que irão levar o pais a uma nação de zumbis. E ninguém faz nada para impedir isso. Ah, faz sim, manda usar o controle remoto.

    FrancoAtirador

    01 de julho de 2013 às 00h03

    .
    .
    Você tem razão, caro Noé.

    A Televisão é um meio poderoso
    de manipulação de massa.

    E o que irrita mais a todos
    os querem a Democratização dos Meios
    é que a TV, assim como o Rádio,
    é uma Concessão Estatal, mediante Outorga,
    que deveria prestar Serviços Públicos.

    E o que vemos no Brasil são Meios de Comunicação
    programados para vender produtos, idéias e pessoas,
    inclusive candidatos de partidos políticos
    da preferência dos donos das empresas de Mídia.
    .
    .

Urbano

30 de junho de 2013 às 18h57

Acreditar nessa pesquisa, assim como em tantas passadas, eu creio que seja o mesmo que pular no vazio, ainda por cima vendado.

Responder

    Urbano

    30 de junho de 2013 às 19h06

    Sim! Quanto a mais um provável nhenhenhém, eu estou aceso desde o primeiro, ocorrido há praticamente dois anos e meio.

Luiz Reis

30 de junho de 2013 às 18h52

Kotscho é mais um tucano travestido de petista, como muitos outros, vide Jose Eduardo, Mercadante, o governador da Bahia, o Paulo Bernardo nem se fala… mais um plantando notícia… porque deveríamos acreditar no que ele escreve, se tanto já fez ao contrário da agenda progressista??????

Responder

Marcio Dreux

30 de junho de 2013 às 18h52

Tem petista tentando derrubar a Dilma, ou mesmo derrubar o PT! Esse artigo é sem pé, nem cabeça. Na melhor das hipóteses é precipitado e míope. Mas não parece só isso. Aliás, mais um do Kotscho…

Responder

Liz Almeida

30 de junho de 2013 às 18h52

Baseado em que o Kotscho diz que a Dilma magoou Lula e o vice presidente?
Ele conversou com os dois? Deixe jeito fica parecendo jornalista do PIG.

Responder

Renato Lima

30 de junho de 2013 às 18h12

O único acerto de Dilma foi procurar FHC..

Responder

    Josélio farias

    01 de julho de 2013 às 09h57

    KKKKK, PT = PSDB, não me canso de dizer isso gente! É privatização prá tudo que é lado, eca.

BACAMARTE

30 de junho de 2013 às 18h06

Quando Dilma era candidata em 2010 havia uma militante aguerrida que em todas as reuniões que comparecia dizia : Bomdilma a todos!
E agora?

Responder

mineiro

30 de junho de 2013 às 18h01

é isso mesmo lula 2014 , porque essa que esta ai nao aguenta o rojao nao , e temos que fazer campanha forte para que o lula volte . porque se nao so deus sabe.

Responder

mineiro

30 de junho de 2013 às 17h59

eu vou defender esse governo de m……………………………so ate passar essa crise que ao que me parece é grave contra esse governo traidor. porque o poder nao cair nas maos da elite , esse governo covarde tem que fazer pela menos um coisa util , nao deixar a elite apoderar atraves do golpe que esta por vir. se essa pres.maldita que jantou com o pig e foi em programas deles , nao defender esse governo nos estamos ferrados, por isso que estou do lado desse governo custe o que custar pelo menos ate as eleiçoes ,depois das eleiçoes nessa asquerosa traidora eu nao voto mais , mas ate temos que esta do lado dela para o nosso proprio bem. porque ela esta sentido na pele o que ela fez ao aliar ao pig golpista e a elite , agora ela esta vendo o que essa turma é de verdade. quem manda por min.como o bernadao do pig , o ze cardoso , a tal helena chagas e outros mais que nao presta pra nada. agora aguenta e nos tambem.

Responder

Elizabete

30 de junho de 2013 às 17h58

Fiquei nocauteada após ler isso !!!!!

Responder

marco

30 de junho de 2013 às 17h56

Acho que o sr. está um tanto assustado sr.Kotscho embora lhe dê razão quanto a precariedade dos incumbidos pelo Governo Federal na comunicação com o povo.Quanto ao Sr.Lula,como foi dele a ideia de lançar a candidatura vitoriosa da sra.Dilma,incumbia a ele,menos republicanismo,tanto no que refere a escolha de ministros,quanto a orientação política à Presidência.Sabemos que o sr. Lula além de ser uma liderança de vulto no país,e presidente de honra do partido da Srs.Dilma,deveria e deve ser mais protagonista.Como operário que foi durante sua vida e sindicalista,e deve saber que republicanismo é coisa de centrista.Quanto a comunicação com o povo,fala-se muito numa Lei de Medyos,que eu sou totalmente a favor mas convém,antes de instar a presidência da república mostrar-se renitente em sua implementação,aferir quais posições tem o congresso nacional ao respeito.Não vi nada disso sendo feito pelos defensores de tal lei,contudo sabemos que a coalizão parlamentar que este governo tem,ha que se ter muito cuidado para não enterrar tais iniciativas,de forma a inviabiliza-las.Acho finalmente sr.que é hora de encorajarmos os partidários do atual governo,sejamos nós filiados ou não as forças partidárias que dão sustentação ao govêrno.È hora de apoios e proposições e não encorajar nossos adversários dando mostras de fraquezas.

Responder

sílvia macedo

30 de junho de 2013 às 17h49

Não gostei do texto do Kotscho. Prefiro os que depositam na armação da direita a queda nas pesquisas. Se 15 dias antes os números eram altos, a queda se deve às movimentações de rua, muito bem orquestradas, com uma classe média anti-petista ligada aos meios de comunicação.

Responder

nona fernandes

30 de junho de 2013 às 17h48

Olá, Ruy Acquavica Cerrano Júnior, assino em baixo do que disse. Além de escrever coisas meio sem nexo, Kotscho, que muita vezes critica a grande imprensa, na prática assina em baixo de tudo que essa mídia golpista, escreve e/ou divulga.

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abrantes

30 de junho de 2013 às 17h47

Será que a companhia do BARBEIRO ( UMA VEZ CBN SEMPRE CBN ) está surtindo efeito.Eu fico com o Haddad,noticia anonima eu não comento.
qual ministro falou isso,quem informou que BHC (um veneno proibido no Brasil)foi consultado primeiro. Isso está me cheirando coisa de rádio que troca a notícia.

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nona fernandes

30 de junho de 2013 às 17h42

Assim como os comentaristas dos blogs de Paulo Henrique Amorim e de Ricardo Kotscho, esse pessoal daqui vai acreditando na primeira matéria negativa sobre Dilma, ao mesmo tempo em que vão logo atirando pedras. Gente, é preciso a gente contrabalançar muitas informações para, somente a partir de então tirarmos qualqeur conclusão. Até o momento eu não tenho nada, absolutamente nada para me queixar de Dilma. Quanto a ela ter pedido ajuda a FHC, ou não, não vejo como nenhum desastre político, haja vista que os bombardeios a pegaram de uma forma por demais abrupta, como pouco já se tem visto em questões políticas. Nesses momentos a gente fica sem chão, mas acho que ela está encontrando o seu rumo e tudo vai terminar bem, É o que eu e muita gente esperam.

Responder

Oswaldo

30 de junho de 2013 às 16h54

Pessoal, que exagero…

acho que o sensacionalismo a já está bem representado pelos Datenas e Marcelo Rezendes da vida, não é mesmo?

O governo Dilma está tentando avançar às cegas numa Reforma Política. Absurdo seria achar correto que a presidente esperasse a tutela de Lula para cada passo. E do Michel Temer, nem se fala. As notas sobre o Temer são terríveis.. beiram o terrorismo. Coisa do tipo: “comenta-se no Jaburu que Dilma caminha a passos largos para o mesmo rumo de Vargas, Jânio e Collor”.
Enfim, vale lembrar que, toda sorte de questionamentos à parte, FHC foi quem, dentro do PSDB, não endossou as intenções de iniciar um processo de impeacheament contra Lula em 2006.

Responder

Ronaldo Silva

30 de junho de 2013 às 16h32

Dilma Pilatos!

Responder

lulipe

30 de junho de 2013 às 16h30

Bye bye PT!!! Em 2014, nem Wally, ops,lula, salva!!!!

Responder

lukas

30 de junho de 2013 às 16h19

Começou a campanha LULA 2014.

Bye bye DILMA 2014.

Responder

Hélio Pereira

30 de junho de 2013 às 16h03

Este “Papo” de Dilma procurar FHC,antes de consultar seu vice ou o ex Pres Lula é o fim da picada.
Dilma jamais deveria consultar FHC sobre qualquer assunto e principalmente sobre esta crise.
Se isto for confirmado,serei obrigado a pedir, VOLTA LULA…!

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