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Diário da Resistência


Ibope: Com apenas 9% de brancos e nulos, Haddad precisa virar votos de Bolsonaro
Ricardo Stuckert
Política

Ibope: Com apenas 9% de brancos e nulos, Haddad precisa virar votos de Bolsonaro


15/10/2018 - 19h29

Ibope para presidente, votos válidos: Bolsonaro, 59%; Haddad, 41%

Nos votos totais, Jair Bolsonaro, do PSL, tem 52%, e Haddad, 37%. Pesquisa é a primeira do Ibope no segundo turno das eleições.

Por G1

O Ibope divulgou nesta segunda-feira (15) o resultado da primeira pesquisa do instituto sobre o segundo turno da eleição presidencial.

O levantamento foi realizado na sábado (13) e domingo (14), e tem margem de erro de 2 pontos, para mais ou para menos.

Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes:

Jair Bolsonaro (PSL): 59%
Fernando Haddad (PT): 41%

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos.

O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Votos totais

Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:

Jair Bolsonaro (PSL): 52%
Fernando Haddad (PT): 37%
Em branco/nulo: 9%
Não sabe: 2%

Sobre a pesquisa

Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
Entrevistados: 2506 eleitores em 176 municípios
Quando a pesquisa foi feita: 13 e 14 de outubro
Registro no TSE: BR‐01112/2018
Nível de confiança: 95%
Contratantes da pesquisa: TV Globo e “O Estado de S.Paulo”
O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

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4 comentários

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Julio Silveira

16 de outubro de 2018 às 09h20

O PT deve é se preparar para atuar como oposição. No meu modestissimo entendimento não terão força para virar esse jogo, até por que a maioria do povo não é militante, mas sim eleitores ocasionais que vivem as consequencias da politica, não só economica, mas também ética, moral, cultural e nesses tres ultimos aspectos o PT fracassou, perdeu a moral, foi canalha. Foi nesse aspecto que ele ajudou a forjar inimigos no seio popular, quando ajudou a promover viboras visiveis mostrando iniquidade por seus interesses politicos injustificaveis. Agora o que resta é lamber suas feridas, e apostar no ambiente democratico como unica forma de se mostrar melhor do que foi nos campos onde residiu suas maiores fraquezas. Mas não devem se iludir, haverá sempre duvidas sobre suas falhas de carater. Melhor seria buscarem voltar a ser um partido integro, de verdadeira esquerda propositiva, menos egoista, que se abrisse de forma generosa, por sua maior força politica no seu segmento politico, para outros grupos onde haja convergencia ideologica, sob pena de um isolamento que pode levar a decadencia. Voltem a ser um partido popular, não do Lula, por que vcs foram a melhor esperança de alternativa de poder democratico, cujo erro foi acreditar que deveriam casar com as piores. Acabaram alimentando-as, revitalizando-as, com força.

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lulipe

15 de outubro de 2018 às 23h46

O Ibope vai errar mais uma vez, o que se vê nas ruas mostra que o mito já ultrapassou os 60%. Teremos o presidente com a maior votação da história. O choro é livre, lula não.

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MAAR

15 de outubro de 2018 às 22h00

ARITMÉTICA DA VITÓRIA

Tendo em vista que na votação do primeiro turno houve 8% de brancos e nulos e 20% de abstenções, assim como que a diferença real estimada pela pesquisa em tela foi da ordem de 15% dos votos totais, percebe-se que a vitória de Haddad pode ser viabilizada com a mobilização de pouco mais da metade dos eleitores que não escolheram nenhum candidato a presidente no pleito de 07/10. E vale lembrar que a soma de brancos, nulos e indecisos nas pesquisas costuma ficar sempre distante do total de brancos, nulos e abstenções nas urnas. Por exemplo, na pesquisa do Ibope realizada entre 22 e 24/09 brancos, nulos e indecisos somavam apenas 18%, e na eleição foram 28%.

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MAAR

15 de outubro de 2018 às 21h50

ARITMÉTICA DA VITÓRIA

Tendo em vista que na votação do primeiro turno houve 8% de brancos e nulos e 20% de abstenções, assim como que a diferença real estimada pela pesquisa em tela foi da ordem de 15% dos votos totais, percebe-se que a vitória de Haddad pode ser viabilizada com a mobilização de pouco mais da metade dos eleitores que não escolheram nenhum candidato a presidente no pleito de 07/10. E vale lembrar que a soma de brancos, nulos e indecisos nas pesquisas costuma ficar sempre distante do total de brancos, nulos e abstenções nas urnas. Por exemplo, na pesquisa do Ibope realizada entre 22 e 24/09 brancos, nulos e indecisos somavam apenas 18%.

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