VIOMUNDO

Diário da Resistência


Política

Forbes: Veja é odiada no Brasil e se envolveu em corrupção


30/05/2013 - 13h28

por Stanley Burburinho, baseado em dica @JaildonLima

Revista Forbes publicou matéria sobre a morte de Roberto Civita e a Editora Abril. Diz que Veja é um dos meios de comunicação mais odiados do Brasil e que se envolveu em corrupção e lavagem de dinheiro:

| 5/27/2013 @ 1:09AM |3.981 views

Billionaire Roberto Civita, Brazilian Media Baron, Dies At 76 

Apesar de amplamente lida, a publicação é também um dos meios de comunicação mais odiados do Brasil, devido ao seu conteúdo editorial de direita, cheio de lançadores de bombas políticas e sua clara oposição ao atual governo do Partido dos Trabalhadores.

(…)

Mais recentemente, Veja se envolveu em corrupção e em um inquérito de lavagem de dinheiro, que terminou com a prisão em fevereiro de 2012 de Carlos Augusto Ramos, mais conhecido como Carlinhos Cachoeira (Charlie Waterfall), que supostamente é envolvido em jogos de azar no estado de Goiás.

Um rosto conhecido na política brasileira, Cachoeira também foi uma figura-chave do caso Mensalão. Mas, enquanto vários funcionários públicos foram demitidos, ele saiu livre. O Congresso do Brasil criou uma comissão especial para investigar o assunto, que incluía um calendário de audiências de pelo menos 167 convocações. Um dos editores da Veja foi um dos primeiros na lista.

(…)

O texto original, em inglês, está AQUI.

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Por Laurindo Lalo Leal Filho



31 comentários

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Forbes: Veja é odiada no Brasil e se envolveu em corrupção | Diálogo Frágil

02 de outubro de 2014 às 15h32

[…] por Stanley Burburinho,  dica @JaildonLima […]

Responder

Marcos Alberto

11 de julho de 2013 às 20h42

É só bla bla bla. Eu quero é comentário de como arrumar o Brasil. O que eles fazem não precisa comentar que todo brasileiro já sabe. Vamos comentar estratégias de acabar com eles. Limpar congresso, órgãos públicos, empresários corruptos indo para a cadeia. Isso é assunto, ação resolver, ir pra cima dos ratos.

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Roberto Locatelli

31 de maio de 2013 às 10h31

Todo mundo sabe que a Veja é lixo. Menos o governo Dilma, que despeja milhões nessa revista, tentando salvar a Abril da falência.

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Vinicius Garcia

31 de maio de 2013 às 09h05

O alto escalão da revista já deve estar protestando a órgãos do governo estadunidense, afinal, não se despeja fogo contra parceiro dessa forma…

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Francisco

31 de maio de 2013 às 05h24

Essa noticia ai será a próxima capa da Veja…

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Brasil de Fato: O esquema Globo de publicidade - Viomundo - O que você não vê na mídia

30 de maio de 2013 às 22h46

[…] Forbes: Veja é odiada no Brasil e se envolveu em corrupção […]

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Marat

30 de maio de 2013 às 22h11

O PIG dirá: “To chafurdando e andando pra essa matéria”…

Responder

As barragens e a destruição dos rios e culturas - Viomundo - O que você não vê na mídia

30 de maio de 2013 às 22h02

[…] Forbes: Veja é odiada no Brasil e se envolveu em corrupção […]

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Abel

30 de maio de 2013 às 21h52

Dizem que se não deu no “New York Times”, não aconteceu (lembrei do filme do Henfil, na década de 1970). Pois passei uns dois dias após a morte do Roberto Civita escarafunchando o obituário do NY… e nada. Será que ele morreu mesmo??? Ou será que não era tão importante quanto a Globo, a Bandeirantes etc, nos quiseram fazer crer? Pelo que ouvi nessas emissoras, o papa vem ao Brasil canonizar o Civita (ah, não vai dar – ele era judeu)…

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Urbano

30 de maio de 2013 às 16h26

É Forbes! veja…

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Aroeira

30 de maio de 2013 às 16h07

Se falar a verdade corre o risco de perder o emprego.

No tempo da ditadura eu sintonizava o noticiário da BBC de Londres (programa em português) para saber alguma coisa sobre o Brasil. Os jornais brasileiros estavam sob autocensura e teve uma época em que você so podia contar com os semanários Pasquim/Opinião e, depois, Movimento. Mais tarde a censura dos militares acabaria com a imprensa nanica ou alternativa.

Agora nós estamos sob a ditadura dos donos da mídia e ai do jornalista que tentar desobedecê-los. Apelemos pois para a Forbes, que não é flor que se cheire, mas diz algumas verdades de vez em quando. Que desgraça!

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    mauricio de almeida barbosa

    30 de maio de 2013 às 22h34

    Hoje tem-se a ditadura comercial do estado. Ou a empresa de comunicação se enquadra ao desgoverno ou não receberá as verbas publicitárias distribuídas às mancheias pelo governo federal, empresas estatais e de economia mista. E por falar em dinheiro, alguém sabe o custo mensal para o governo dos serviços prestados pelos espertos blogueiros “anti-pig”?

    francisco niterói

    31 de maio de 2013 às 08h48

    Com base nos multiplos relatorios da SECOM sobre as verbas publicitarias do governo federal, só possso concluir QUE VC CHEGOU DE MARTE ONTEM.

    Quanto à velha baboseira “blogueiros anti-pig” recebendo verbas, vc com certeza precisa se atualizar pois, neste caso, nem a desculpa de retorno de marte te salva: trata-se de BABAQUICE MESMO.

    Mário SF Alves

    31 de maio de 2013 às 09h19

    Mauricio,
    Ainda bem que você existe. Assim, posso continuar inferindo e comprovando que, feliz e infelizmente, tal preconceito político ainda permeie o pensamento de milhões de outros […] você.
    Pois, franca e respeitosamente, lhe digo: você está enganado. Sua generalização faz vista grossa em relação às dificuldades enfrentadas pelo governo do PT. Parece ignorar a complexidade política brasileira, e que hoje, não obstante tal complexidade, felizmente, inclui necessariamente o PT; parece ignorar que o Brasil do atraso, o BraZil com Z, o BraZil que inteligentemente está sendo superado graças ao PT e aliados, é obra exclusiva da pior elite do mundo. Com ou sem o maldito neoliberalismo fernandenriqueano/consenso-washingtoniano.
    _____________________________________
    Quanto a mim, prezado Maurício, jamais me expressei politicamente motivado por interesses particulares. Dou certeza disso.

    mauricio de almeida barbosa

    31 de maio de 2013 às 12h09

    E eu que pensava que “velhinha de Taubaté” fosse apenas personagem criada pelo Chico Anysio…Gente, acorda!!!Conversem com o povo, sintam o baixo nível de educação e de cultura, vejam a proliferação das drogas, a roubalheira generalizada. Hoje no Brasil a honestidade virou virtude!!É muito triste, eu sei, mas é fato!!!

    psgd

    01 de junho de 2013 às 01h00

    Você tem toda razão Maurício, educação e cultura nunca foram prioridades do BraZil com “Z”. Você mesmo, Maurício, deve ter sido educado em escolas do BraZil com “Z”, porque, quem foi educado em escolas do BraSil com “S” não diz e muito mesmos escreve tal barbaridade “e eu que pensava que Velhinha de Taubaté fosse apenas personagem criada por Chico Anísio”. Acorda Maurício, matricule-se na escola do BraSil com “S” para aprender que Velhinha de Taubaté é um personagem criado por Stanislaw Ponte Preta.

    mauricio de almeida barbosa

    01 de junho de 2013 às 12h48

    Meu caro PSGD, sinto muito mas você apenas ratificou minha assertiva!!! A educação brasileira está mesmo péssima!! Quem criou a “velhinha de Taubaté” foi Luis (com S de Brasil) Fernando Veríssimo.

Elias

30 de maio de 2013 às 16h00

Se o Jornal Nacional fosse mesmo um jornal voltado aos interesses do Brasil, daria essa nota: “Veja é um dos meios de comunicação mais odiados do Brasil e que se envolveu em corrupção e lavagem de dinheiro”, segundo a revista Forbes. Apenas isso. Sem foto, sem vídeo. Assim como fez quando relatou que Dilma é a 2ª mulher mais importante do mundo, sem foto, sem vídeo, num jornal televisivo que dá “certas notícias” apenas verbalmente.

Responder

FrancoAtirador

30 de maio de 2013 às 15h55

.
.
Todo mundo sabe que a Revista Forbes sempre foi comunista

e está intimamente vinculada aos petralhas stalinistas

que querem destruir a imagem de homens honrados como Civita.

Isso só pode ser coisa dessa gentalha sindicalista baderneira

e desses bandidos dos movimentos sociais ateus e impiedosos

que vivem a estampar em camisetas a figura do porco fedorento.

E na mídia internacional não é só a Forbes que está infiltrada

por esses ladrões corruptos mensaleiros lulo-dilmo-petistas:

O jornal New York Times também abriu as páginas para essa corja

que quer perverter os valores morais do cordato povo brasileiro

para instalar o banditismo marxista que só protege vagabundos.
.
.
(http://chesiempre.wordpress.com/2012/01/31/che-guevara-interview-new-york-1964)
.
.

Responder

paulo roberto

30 de maio de 2013 às 15h42

Não demora e vai aparecer um abestado dizendo que o PT cooptou a Forbes…

Responder

jaime

30 de maio de 2013 às 14h37

Até os gringos sabem! Alô rebanho, virar à esquerda, chô! chô! Seu patrão (dono?)é quem está mandando!
Alô Bernardo, você está marchando com o passo errado! Vai preencher umas partidas dobradas de débito/crédito, que é disso que você entende. De política, lhufas!

Responder

sílvia macedo

30 de maio de 2013 às 14h33

São Paulo rebatiza vias que têm nomes ligados à ditadura

São Paulo é a primeira capital brasileira a rebatizar o nome de vias que atualmente levam o nome de figuras ligadas à ditadura. Entre as vias que terão o nome modificado está a rua Sérgio Paranhos Fleury, delegado da ditadura, que poderá ser chamada de Frei Tito, militante torturado que decidiu se suicidar

Responder

    Cibele

    30 de maio de 2013 às 15h58

    Boa notícia! Deu pra alegrar um pouquinho.

    FrancoAtirador

    30 de maio de 2013 às 17h13

    .
    .

    Nova lei permite que vias com nome de violadores de direitos humanos sejam renomeadas

    “Têm pessoas que devem ser esquecidas”, diz morador da rua Sérgio Fleury

    Muitos moradores não se importam. Talvez nem reparem ou não lembrem com toda a certeza quem é aquela pessoa. No entanto, uma nova lei aprovada pelo prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, fez com que o nome de uma rua virasse discussão na reunião de condomínio e passasse a fazer parte de conversas à beira do portão na rua Doutor Sérgio Fleury, Vila Leopoldina, zona oeste da capital paulista.

    Após aprovado, projeto proposto pelo então vereador Jamil Murad e desarquivado por Orlando Silva (PC do B), prevê a possibilidade de mudar o nome de uma via pública que tenha sido batizada com o nome de alguém que violou direitos humanos. Anteriormente, a única forma de modificar o nome de um logradouro era quando ridicularizava o local, ou expunha o morador a algum tipo de constrangimento.

    Eduardo Rodrigues, 46 anos, comerciante, mora na rua Sergio Fleury — uma referência ao delegado do Dops (Departamento de Ordem Política e Social) na época da Ditadura Militar — há cerca de dez anos. Ele é favorável à alteração do nome.

    — Acho que têm pessoas que devem ser esquecidas. Não devem ser lembradas nem pelo mal que fizeram.

    No entanto, ele conta que a rua ficou dividida.

    — Muitos são contra porque acham que a mudança vai trazer gasto para eles com uma nova escritura e registro ou problema para receber correspondência. Estão preocupados com o que acham que pode acontecer.

    Sandro Furquim, de 32 anos, consultor financeiro, concorda com Rodrigues e diz acreditar que os vizinhos que são contra a mudança não estão muito bem informados. Os dois apoiam, inclusive, a sugestão do próprio vereador Orlando Silva de rebatizar a via com o nome de Frei Tito, religioso e estudioso torturado por Fleury na época da ditadura.

    — Nem todo mundo sabe quem foi Fleury e nem pelo que o frei Tito passou. Eu sabia quem o Fleury era, mas fui buscar mais informações. Achei deprimente. Levo na minha rua o nome de um monstro?

    Para Luiz Felipe Fabi, 36 anos, médico, a questão não deveria ser uma prioridade da cidade de São Paulo.

    — Acho que mudar nome de rua não é uma das prioridades dos nossos problemas. Se fosse uma rua homônima, por exemplo, e eu deixasse de receber minha correspondência por isso, tudo bem. Mas a gente não tem um problema.

    Henning Boilesen

    Na placa posicionada em um pilar de uma das casas, a especificação é clara: “Henning Boilesen: Administrador de emprêsas – 1916 – 1971”. Mesmo com o “aviso”, a maioria dos moradores da via diz não saber a quem se refere o nome da rua. “Um alemão, parece”, é a resposta mais usual.

    A antiga rua 8, no Jaguaré, zona oeste de São Paulo, virou Henning Boilesen na década de 1970, segundo os moradores. Empresário dinamarquês radicado no Brasil, Boilesen financiou os equipamentos militares e a tortura durante a ditadura brasileira.

    Para grande parte de quem mora nessa via, há um grande problema com esse nome, mas ele não está relacionado ao passado de Boilesen. Isabel Oliveira, 25 anos, mora na rua há três anos e explica:

    — O pessoal acha estranho porque é difícil pronunciar. Quando você fala, ninguém entende o nome da rua. Sou do Piauí e lá geralmente as ruas têm nomes de algum professor importante, algo assim, mas aqui é muito grande então é diferente. Não conheço o Boilesen.

    Geralda Ferreira, 80 anos, moradora da rua há mais de 40 anos, diz que já ouviu falar sobre o empresário que batiza sua rua.

    —Mas esqueci… e sobre mudar de nome, para mim tanto faz.

    Mesma opinião de Kátia Hanashito, 33 anos, professora.

    — É complicado só porque tenho que soletrar sempre. Mas para mim não faz diferença.

    O projeto

    O vereador Orlando Silva defende que a nova lei é importante em termos históricos e que um dos objetivos é estimular o debate sobre a memória da capital paulista.

    — O Sergio Fleury foi um conhecido torturador do regime militar dos anos 60 e anos 70. É uma agressão à democracia você ter uma pessoa que se vangloriava de torturar gente batizando um espaço público na cidade de São Paulo. Nosso objetivo não é apenas trocar um nome por outro. É estimular uma reflexão na cidade de São Paulo sobre a democracia e direitos humanos.

    Para que a rua tenha seu nome alterado, é necessário que um vereador apresente um Projeto de Lei na Câmara Municipal de São Paulo que deve ser votado em plenário. O pedido da mudança de um nome para outro pode ser pedido pelos próprios moradores, por meio de um abaixo assinado, por exemplo, ou pode partir do vereador.

    — A modificação da rua se dá com um PL, mas tenho que ouvir a comunidade e fazer a modificação ouvindo as pessoas que moram naquele lugar. Ele podem fazer um abaixo-assinado que não tem que ter um mínimo de assinaturas porque a lei apenas fixa o critério de ter alguma consulta [aos moradores].

    De acordo com o vereador, para realizar a alteração do nome de uma rua, o processo deve levar menos de seis meses entre a apresentação do projeto, a discussão com os moradores e a votação em plenário. Apesar de estar animado com a aprovação de seu projeto, Silva declara que tem consciência de que muitos desses nomes de violadores de direitos humanos são desconhecidos dos próprios moradores.

    — Na maioria dos casos não sabem. Por isso é uma discussão útil para essas próprias pessoas. Temos que conhecer a memória da cidade. Por que a cidade tem nomes nas ruas? Porque faz parte da memoria da cidade, às vezes do País quando são nomes nacionais.

    Fonte: R7, 13/05/2013

    (http://www.memoriasreveladas.gov.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=1270&sid=5)

    Cibele

    30 de maio de 2013 às 21h24

    Ainda fico um pouco chocada com a atitude de algumas pessoas. “Não temos um problema”, é mole? Para eles, é como se não existisse o simbólico.
    Quanto à lei, só podia ser no governo do prefeito mais lindo, mais maravilhoso de todos os tempos, em todo o planeta!!! Sou Haddadete mesmo e assumo!
    Valeu, Franco.

    Mário SF Alves

    31 de maio de 2013 às 09h23

    Aêêê! Antes tarde do que nunca.

José BSB

30 de maio de 2013 às 14h24

Olha a Forbes engrossando a voz dos blogueiros sujos! Logo logo alguém vai acusar a publicação americana de envolvimento com grupos radicais ligados ao PT que ameaçam a liberdade de imprensa.

Responder

Fabio Passos

30 de maio de 2013 às 14h13

Famosos. bob civita & charlie waterfall. rsrs

Responder

Alemao

30 de maio de 2013 às 14h02

Puts, na próxima matéria que a Forbes lançar e falar mal do Brasil vão chamá-la de PiG.

Deve ser muito bom para a revista ser tanto odiada, vende que é uma maravilha…

Acho que a Forbes deve ter usado o Zé Dirceu como fonte para essa matéria.

Responder

Gerson Carneiro

30 de maio de 2013 às 13h36

O vice-presidente dos EUA, Joe Biden, está no Brasil. Chegou após a morte do Roberto Civita. Veio nomear um substituto?

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