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Política

Folha diz que aprovação a Dilma despencou; pesquisa seletiva, diz leitor


29/06/2013 - 05h33

 Do Datafolha, publicado na Folha de S. Paulo:

PS do Viomundo: Num quadro em que a economia caminha para sofrer um duro golpe; quem governa de olho em pesquisas por elas será governado.

Leia também:

Beatriz Cerqueira: Aécio fala em ouvir o clamor das ruas, mas governo tucano de MG não pratica o discurso

Centrais marcam ato conjunto para 11 de julho

Stedile: Empreiteiras e Globo se apropriaram de gastos exagerados da Copa

Zé Dirceu: “DNA elitista” de tucanos teme soberania popular

#changebrazil: Leitores estranham conexões do “movimento”



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84 comentários

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Eduardo Diniz

29 de junho de 2013 às 18h51

Caros Amigos,

Assim é mais gostoso. Ou alguém tinha a ilusão de que a promoção da igualdade social seria de graça? Isto tudo leva muito tempo. Vamos ter que sair dos blogs e ir para a rua. Não precisa ser passeata. É preciso falar aos jovens o que era este país e o que é. Na empresa que trabalho, uma Sociedade de Economia Mista, quem entrou de 2002 para cá, só teve promoção. Ninguém sentiu o gostinho amargo de um PDV (Plano de Demissão Voluntária).

Vale a pena uma leitura no texto Oposição Sim, Golpe Não! , escrito pelo professor de Filosofia da Ufes, Maurício Abdalla. Publiquei em: http://www.advivo.com.br/blog/eduardo-diniz/oposicao-sim-golpe-nao

Responder

FrancoAtirador

29 de junho de 2013 às 18h41

.
.
Tudo nos conformes da Agenda do Millenium.

Agora uma pausa na Carnavália Fascista

para dar início à Jovial Quaresma Papal…
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Nestes tempos de recrudescimento da “Guerra da Informação”,

subestimar o papel dos Meios de Comunicação de Massa,

inclusive e principalmente, hoje em dia, o da internet,

como instrumentos de manipulação de Governos e Corporações

em favor do Poder Político e Econômico Internacional

é de uma indizível ingenuidade, para não dizer insensatez.
.
.
02/3/2011

“Falemos francamente em termos de realpolitik.
Estamos em uma imensa competição por influência global e mercados globais.
China e Rússia lançaram redes de televisão funcionando em várias línguas, quando os EUA faz cortes nesta área.
Isso é muito instrutivo: estamos cortando investimentos nessa área … a BBC está cortando investimentos.
Há uns 5 anos atrás, meios de comunicação estrangeiros, incluindo BBC e CNN detinham quase o monopólio da cobertura de notícias no mundo.
As coisas têm mudado desde então.
Mais e mais telespectadores em todo o mundo acessam várias mídias estrangeiras para ter notícias sobre os eventos que estão acontecendo.
Estamos pagando por um preço elevado por desmantelar redes de comunicação internacional depois do fim da Guerra Fria. Nossos meios privados não podem preencher essa brecha”.

(Hillary Clinton, Chefe do Departamento de Estado dos United States of Ameria (USA),
apelando ao Congresso Norte-Americano pela liberação de 47 bilhões de dólares, a serem investidos na “Guerra da Informação”)

“Os EUA estão perdendo a Guerra da Informação para os meios de comunicação alternativos… esta é a mensagem de Hillary Clinton para os membros do congresso americano que questionaram o pedido de orçamento de 47 bilhões de dólares para o próximo ano … ela disse que Washington precisa intensificar seus esforços de propaganda … A guerra declarada pelos EUA está agora oficialmente em um tipo de batalha da informação com mídias estrangeiras que fazem um uso alternativo no mundo das notícias, apresentando visões que contrastam com a cobertura dos eventos feita pelos principais meios de comunicação dos EUA.”

Responder

xacal

29 de junho de 2013 às 18h34

São tempos estranhos: De um lado, a direita berrando por derrubada da PEC 37, fim da corrupção, bla,bla,bla.

Foi no governos do PT que a PF mais investigou, prendeu e ofereceu ao MPF as condições de denunciar crimes de colarinho branco. Dez vezes mais que o período ffhhcc.

De outro, a ultra-esquerda contrabandeando a tese do fim (ou esgotamento) do Lulismo, da falência do modelo de inclusão pelo consumo, do caos econômico, do imobilismo e apatia sociais, bem parecidos com o discurso da míriam leitão.

Incapazes de fazer a leitura correta dos fatos!

O que mudou dentro de um mês no cenário sócio-político-econômico brasileiro que justificasse tamanha movimentação?

Nada, absolutamente nada, a não ser a truculência da PM de SP com um bando de garotos que, possivelmente, sequer precisam de ônibus, ou de tarifa subsidiada, o que não invalida a luta e a preocupação deles, muito menos que enxerguemos os problemas de mobilidade urbana!

Mas desejam que a presidenta, ela mesma, governe as prefeituras, e imponha seu modelo de gestão dos transportes públicos?

Pergunto: sem o massacre da PM paulista, e a bala de borracha no olho da jornalista da FSP, o que teria acontecido? Quase nada! 02 ou 03 mil gatos pingados, e só!

E seguem os “analistas, jornalistas e outros istas” insistindo que são as medidas do governo, a execução das políticas públicas, a crise (gigantesca) internacional que provocaram tamanha insatisfação repentina com Dilma, ou com seu governo, melhor dizendo.

A crise está aí há quase 04 anos, desde 2008!!!!!

Repetem, ad nauseam, que o povão já esgotou sua capacidade de consumir, que este modelo já está no seu teto…Meu deus, quem ouve este pessoal escrevendo e falando imagina que estejamos nos EEUU, ou na Noruega…isto é, nosso povo já atingiu os padrões de consumo estadunidenses ou europeus!

Mas onde estava o povão que já tem tudo, que está “endividado” até o talo (como dizem os “especialistas”) nas passeatas? Claro que NÃO!

Um parêntese: os órgãos de proteção de crédito revelam que nos últimos dois meses a quitação de dívidas atingiu patamares recordes, embora o nível de endividamento médio da família brasileira ainda seja inferior aos países com economia parecida com a nossa, e muito mais inferior que os países ricos!

Só porque a classe pobre comprou geladeiras, tvs, telefones e alguns carros, o pessoal da antiga classe mé(r)dia já engorda o cordão dos que dizem: “‘tá bom, ‘tá bom, agora chega”.

Já lhes demos as miçangas e os espelhinhos, agora entreguem tudo! Será que é isto?

Sequer exploramos 30 ou 40% da capacidade de expansão do nosso mercado interno, que vem, justamente, pressionando a inflação, em boa parte “importada”, pela incapacidade de nossa indústria de acompanhar a demanda, que aumenta nosso déficit em contas correntes.

Nosso consumo está em alta e tem sustentado nossa economia, que agora vai começar a dar sinais mais claros de recuperação com o aumento da atividade industrial.

Ao mesmo tempo, aumentam cada dia os volumes captados nas cadernetas de poupança!!!

Mas que povo teimoso este não? Crise, caos, e eles insistem em consumir e poupar…putz, não combinaram com eles que era para tudo dar errado!

Vamos ter que importar engenheiros e outros profissionais para cumprir a tarefa de aumentar, por enquanto, nossa produtividade.

E aonde está este caos que surgiu de um mês para cá?

O IED, investimento estrangeiro direto, continua em patamares semelhantes, sem oscilações.

Porque ainda insistem em dizer que o abismo está ali na esquina?

Responder

    José X.

    29 de junho de 2013 às 19h12

    Ao Viomundo:

    Por que vocês não publicam os textos do “xacal” como artigo, e não apenas como comentários ? São muito bons como “contraponto” (não é disso que vocês gostam) às visões simplificadoras e desencontradas que tanto a extrema esquerda como a extrema direita andam despejando…

Antonio Lopes

29 de junho de 2013 às 18h07

PF deverá centrar investigação em Datafolha e Ibope

Em 23 de abril deste ano, a ONG Movimento dos Sem Mídia pediu à Procuradoria Geral Eleitoral abertura de investigação contra os institutos de pesquisa Datafolha, Ibope, Sensus e Vox Populi devido à disparidade entre os números desses institutos sobre a sucessão presidencial e devido à troca de acusações entre, de um lado, jornais e revistas ligados a Datafolha e Ibope contra os institutos Sensus e Vox Populi e, de outro, de blogs e sites simpáticos ao governo Lula contra o instituto de pesquisas da Folha de São Paulo e o instituto ligado às Organizações Globo. Tais acusações foram de manipulação em prol de Serra ou de Dilma.

Acusações e números disparatados entre duas duplas dentre os quatro institutos – Datafolha e Ibope de um lado e Sensus e Vox Populi do outro – fizeram com que a PGE acolhesse a denúncia do Movimento dos Sem Mídia e determinasse a instauração de inquérito policial de acordo com a lei eleitoral nº 9504/97 e suas alterações, artigo 35, parágrafo 4º (Pesquisas Eleitorais), e com a resolução do TSE nº 23190/2009, artigo 18 (Pesquisas Eleitorais Eleições 2010), lei essa que versa sobre crime de falsificação de pesquisas eleitorais. Em 11 de maio, a vice-procuradora-geral-eleitoral, doutora Sandra Cureau, acolheu a representação do MSM e determinou à Polícia Federal que instaurasse inquérito contra os institutos representados. O processo junto à Procuradoria Geral Eleitoral–DF recebeu o número 4559.2010-33.

A divulgação da última pesquisa Ibope sobre a sucessão presidencial permite compor gráficos que revelam clara divergência das pesquisas Datafolha e Ibope de um lado e Sensus e Vox Populi do outro. Neste estudo, levou-se em conta apenas os três institutos que publicaram maior volume dessas pesquisas no primeiro semestre deste ano (Datafolha, Ibope e Vox Populi). Abaixo, os gráficos reproduzindo o que divulgaram esses institutos sobre as trajetórias estatísticas de Dilma Rousseff e de José Serra entre 31 de março e 30 de julho deste ano.

http://www.blogdacidadania.com.br/2010/07/pf-devera-centrar-investigacao-em-datafolha-e-ibope/

Responder

laura

29 de junho de 2013 às 17h29

Desde quando o Datafolha é uma agencia de pesquisas confiável?
Eu fico espantada como se fazem análises a partir de uma agencia que falsifica ou força resultados que lhes interessa.

Responder

Elias

29 de junho de 2013 às 16h24

Eleição para prefeito de São Paulo em 1985. Jânio X FHC. Jânio, além de ridicularizar FHC, ataca os institutos de pesquisas que dão números favoráveis ao adversário: “Falsos, mentirosos, desonestos…” Dias depois uma repórter pergunta a Jânio: “Como o Sr. reagiu às declarações do diretor do Ibope (Sr. Montenegro), dizendo que não pretende nem processá-lo porque o considera uma pessoa doente?” E Jânio, indiferente, responde: “Ele deve ser melhor médico do que pesquisador de opinião pública.” Jânio venceu FHC e mais uma vez elegeu-se prefeito de São Paulo.

PS: Acredito em pesquisas, mas, não poucas vezes, elas erram.

Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=HMdjSsTrWB8 – aos 4:12 minutos

Responder

abolicionista

29 de junho de 2013 às 16h23

O horizonte de imaginação da seção governista do PT tem a profundidade de um pires. É de dar vergonha… não é à toa que os povo se levantou.

Responder

anderson

29 de junho de 2013 às 16h07

vão começar a assar a corja do fhc:
Barroso toma posse e será relator do mensalão do PSDB-MG
Ação penal envolve o deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e o senador Clésio Andrade (PMDB-MG). Eles são réus por peculato e lavagem de dinheiro
Luís Roberto Barroso tomou posse nesta quarta-feira (26) como novo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Ao assumir a cadeira no lugar de Carlos Ayres Britto, Barroso completa o quorum do Supremo, desfalcado desde novembro do ano passado. Ele é a quarta indicação feita pela presidenta Dilma Rousseff para a mais alta corte do país.

Na cerimônia de posse, Barroso, de acordo com o STF, foi conduzido ao plenário pelos ministros Teori Zavascki e Celso de Mello, o mais novo e o mais antigo membro da Corte. Após a execução do hino nacional pela cantora Ellen Oléria, o ministro prestou o compromisso de posse e foi declarado empossado pelo presidente do STF, Joaquim Barbosa.

No gabinete, Barroso ficará com os processos antes distribuídos a Joaquim Barbosa. São aproximadamente 8 mil. Quando um ministro assume a presidência, ele deixa todos os casos para quem deixa o cargo. No entanto, com a aposentadoria de Ayres Britto, os processos estavam sem relator.

Entre os casos, Barroso vai relatar as duas ações penais relacionadas ao mensalão do PSDB mineiro. Uma envolvendo o deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e outra o senador Clésio Andrade (PMDB-MG). Ambos são réus por peculato e lavagem de dinheiro. As penas começam a prescrever a partir do ano que vem. As Informações são do Congresso em Foco.
http://www.novojornal.com/politica/noticia/um-tucano-com-a-barba-de-molho-28-06-2013.html
Um tucano com a barba de molho
Deputado federal Eduardo Azeredo do PSDB/MG, volta as rede sociais para afirmar que não tem relação com o mensalão dos tucanos mineiros

“Assustado e surpreso com as movimentações populares que agitam as ruas e praças das cidades brasileiras” e, principalmente com a “prisão do deputado federal Natan Donadon, do PMDB/RO, condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 13 anos, 4 meses e 10 dias de reclusão pelos crimes de formação de quadrilha e peculato”, o deputado federal Eduardo Azeredo do PSDB/MG, volta as rede sociais com postagem de matéria onde afirma “não haver provas de qualquer crime cometido em relação ao chamado mensalão dos tucanos mineiros” e ressalta não ter sido o responsável pela prestação de contas de sua candidatura. Ele culpa o então vice, e hoje senador Clésio Andrade (PMDB-MG), “pela contribuição feita a sua campanha pelo empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, condenado a mais de 40 anos de prisão pelo mensalão petista”.

Clésio também responde a processo no STF. Sua assessoria afirma que “ele foi sócio de Valério por um curto período e que ele não comandou a campanha que teve Azeredo como cabeça de chapa.” De qualquer forma o protagonista do mensalão mineiro continua a constranger o PSDB, principalmente depois das várias condenações em série de petistas julgados no processo do mensalão. Eduardo Azeredo afirma não haver semelhança entre os dois casos, mas continua na condição de réu do Supremo Tribunal Federal, acusado de escândalo homônimo de Minas Gerais, peculato e lavagem de dinheiro. A angústia do parlamentar tucano é maior por que ele deverá ser julgado ainda em 2013.

Ele sustenta que o caso não passa de um “problema de prestação de contas” da sua campanha para o governo mineiro em 1998, mas para tucanos o “fardo” persistirá até que o julgamento seja realizado. “Somente após isso é que alguma medida contra o deputado deverá ser tomada.”

O mensalão mineiro, ou mensalão tucano, foi revelado durante a CPI dos Correios, em 2005. À época, Azeredo era presidente nacional do PSDB. Apesar de ter acontecido quatro anos antes do esquema julgado pelo Supremo no ano passado, o caso que envolve o deputado tucano chegou depois ao Judiciário. Somente em 2009 a denúncia foi recebida.

O processo terá como relator Luís Roberto Barroso que tomou posse nesta quarta-feira (26) como novo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

A fase atual é de instrução, com a tomada de depoimentos e coleta de provas. A procrastinação levou o julgamento a coincidir com as explosões populares que vem ocorrendo nas ruas brasileiras desde o primeiro jogo da Copa das Confederações e que resultaram em tomadas de medidas imediatas que nada favorecem ao parlamentar tucano.

Parlamentares oposicionistas admitem nos bastidores que a permanência de Azeredo tem impedido que o PSDB faça um discurso forte sobre as condenações petistas. Aliados de oposição, políticos do DEM ressaltam, a postura dos tucanos no caso foi diferente da tomada por eles quando surgiu o mensalão do DEM, no governo de José Roberto Arruda no Distrito Federal, em 2009. Eles forçaram a saída da legenda de Arruda e seu vice, Paulo Octávio. Na visão deles, a decisão foi acertada e deveria ter sido tomada pelo PSDB em relação a Azeredo.

Entre os tucanos havia uma esperança de absolvição com o argumento de que não cabia a Azeredo cuidar das contas da própria campanha. Na época, caciques chegaram a usar o vocábulo “ingenuidade” ao se referir ao envolvimento do tucano com o escândalo.

Ex-governador de Minas, Azeredo, é um peso ainda maior para o PSDB por ser conterrâneo do senador Aécio Neves, postulante do partido à Presidência da República. Em 1998, Aécio foi eleito deputado federal apoiando a campanha de Azeredo, alvo da denúncia. Mas o agora senador tem defendido o julgamento e já deu declarações tentando diferenciar o escândalo de Minas do que ocorreu no governo Lula.

Azeredo rejeita o título “mensalão”, classificando-o de injusto com o caso do qual é o nome mais estrelado. “Não houve mensalão em Minas Gerais. Mensalão é uma expressão para pagamento a parlamentares por votos e isso não aconteceu”, disse na época. A tese de “caixa dois”, porém, ficou enfraquecida depois que o STF ressaltou que o destino do dinheiro não é capaz de anular crimes cometidos anteriormente. Da redação com informações das redes sociais.
quanto a pesquisa, a mesma e uma falha do datafalha,pois não tem dados comprometidos como a realidade, como perfil dos entrevistados.
o único instituto de pesquisa confiável e o presidido por marcos Coimbra do instituto vox popoli que escreve na carta capital e detalha minusciamente suas pesquisas.
gente só lembro dos erros cometidos pelo datafalha durante as eleições municipais,levar este lixo a serio e perder tempo.
abraço a todos.

Responder

schmidt

29 de junho de 2013 às 16h00

O datafolha não publicou os atuais índices de aprovação dos demais políticos, como os governadores, os prefeitos das capitais e principalmente dos políticos que se apresentam como candidatos para a próxima eleição presidencial. ´Será que caiu somente o índice de aprovação da Dilma?

Responder

Eudes Hermano Travassos

29 de junho de 2013 às 15h51

Em tempos tão nebulosos tudo é arriscado, 27% é uma queda significativamente grande, espero que seja mentira.

Responder

    De Paula

    29 de junho de 2013 às 18h07

    Espera? Leu a declaração da estudante que foi entrevistada pelo Datafolha durante uma manifestação na Av. Paulista?

Carlos Henrique Lacerda

29 de junho de 2013 às 15h11

Ahhh lembrando também que precisamos de um choque de gestão na saúde ,coisa que não depende só do Presidente mas e muito dos governadores e prefeitos.Pois a verba vai aumentar,mas de que adianta se não usam adequadamente e principalmente corretamente.

Responder

Carlos Henrique Lacerda

29 de junho de 2013 às 15h07

Pessoal vamos com calma.Aliás muita calma nessa hora.Foi positivo para todos o que está ocorrendo no Brasil.O governo não estava ouvindo o povo.Com a aprovação atual de Dilma somando a parte que acham o governo regular só depende dela trazer esse pessoal que quando diz regular é por que espera melhorias,com forte tendência ao positivo, se houver melhoras no pais eles vão estar com certeza com Dilma e o PT .Se o governo ouvir a população fazer as reformas necessárias para o Brasil a Politica e tributária não vai ser fácil,melhorar as relações com os trabalhadores ,acabando por exemplo com o Fator previdenciário e nós todos continuarmos nas ruas cobrando por que só assim que irão aprovar pois dependemos deste congresso corrupto.Assim Dilma será eleita no 1º turno e nós o Povo vamos herdar grandes benefícios ganhos na luta e na rua .

Responder

abolicionista

29 de junho de 2013 às 15h05

Dilma está colhendo o que plantou. O Paulo Bernardo que o diga…

Responder

Messias Franca de Macedo

29 de junho de 2013 às 14h39

… O instituto ‘DataFalha’, versado em ‘urubulogia’, não merece a mínima credibilidade, em termos de metodologia, variáveis circunstanciais e captação dos humores etéreos!….

… Preocupado com a manipulação indisfarçável do instituto da ‘ditabranda’, recorri ao ‘DataMatutada’ (sic)… Entrevistamos beneficiários do ‘Minha Casa, Minha Vida; entrevistamos pessoas das famílias que estão adquirindo móveis e eletrodomésticos – pagando 5% de juros… Ao ano!; entrevistamos beneficiários do ‘Bolsa Família’; entrevistamos alguns empresários – ‘escolhidos a dedo’ – que consideram o trabalho algo dignificante – e o rentismo, abominável(!); entrevistamos, enfim, gente! Desconsideramos, portanto, os remanescentes das marionetes, que marcaram juntos ‘Pela Família, pela Liberdade e pela propriedade Privada!…

RESULTADO DA PESQUISA: o governo Dilma Rousseff tem 80% de aprovação! A margem de erro é de 5% – para mais! Risos]…

BRASIL (QUASE-)NAÇÃO
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

    Ubiratan José dos Santos

    29 de junho de 2013 às 17h31

    Nesse dia chuvoso e frio,aqui no sul do Brasil, só você mesmo, pra nos mandar um pouco de calor aí da Bahia, com seu belo comentario… Abraços.

Bacellar

29 de junho de 2013 às 14h38

Não penso que esteja incorreta a pesquisa (e sabemos que as pesquisas são fotografias do momento específico) e era exatamente esse o resultado que que os interessados na desestabilização do governo esperavam. Falta a segunda parte do projeto: Fazer os outros candidatos decolarem, mas creio que isso fica pra campanha propriamente dita que vai ser de um terrorismo midiático sem precedentes, as imagens dos protestos serão usadas à exaustão. Vejo pela frente uma campanha do tipo “nós não somos bem oq vcs queriam mas com o PT o Brasil vai virar a Somália”…

Responder

Francisco

29 de junho de 2013 às 14h29

Ela faz ferrovia, faz estrada, faz porto, faz aeroporto, faz tudo, mas não faz um instituto de pesquisa independente, que divulgue suas pesquisas numa mídia independente.

O que ela faz? Fica trocando de canal até achar um em que ela não esteja sendo deposta…

Responder

Bertold

29 de junho de 2013 às 14h29

Calma gente, o jogo é de campeonato. Ainda tem o segundo tempo e à prorrogação. Fazer levantamento de opinião quando todo o foco dos protestos estão concentrados no Estado, é natural que o ônus recaia sobre quem representa o Estado, no caso a Presidenta Dilma. Muita água vai rolar embaixo dessa ponte e não acredito que a oposição e à mídia consigam sustentar permanentemente essa rejeição nem que a rapaziada da direita prevaleça nas ruas. Há muito espaço de manobra para Dilma no governo e para as forças de esquerda nas ruas. Existem uma série de medidas que poderia adotar para conseguir a virada desse jogo. Algumas são essenciais. A começar por ela, seria bom se afinar mais com seu partido e ouví-lo mais por que é ele quem a está carregando nas costas nesse momento de forte turbulência, depois seria bom também mandar embora o “casal 20” do governo urgentemente e trazer gente mais corajosas e à esquerda para as funções. Seu vice é da oposição mas não há como demití-lo mas dá para enquadrar seu partido retirando-o de ministérios e órgão estatais importantes como a Caixa, BNDS e Banco do Brasil. O seu Ministro da Fazenda já está refém totalmente “do mercado” e fala a sua somente a sua língua. Seu ministro da Justiça é um trapalhão desiludido com a sua história militante, vive de status e não fez nada de relevante até hoje. A decisão mais corajosa que o governo Dilma tem que tomar diz respeito a todo o reordenamento político dos recursos das verbas publicitárias. Não tem cabimento sustentar uma mídia que trata o governo federal sem o mínimo de isenção. São coisinhas básicas que pode contribuir. Senão, a solução final será Lula de volta.

Responder

pereira

29 de junho de 2013 às 14h14

Mas, quem vai a fogo em todas as manifestações azenha são repórteres da mídia, a record esta incluso, carros da mídia, então como anda a mídia no Brasil, DILMA ainda achou, nessa pesquisa 30 bom ou ótimo, 38 regular, e vocês da mídia estão como mesmo? isso da 78%, nem um candidato perde política com uns números desse, LULA sacou a regulação da mídia, ela engavetou, e engavetou muita coisa, agora vai ter que vim para os braços do povo ou de ana maria praga, olhe uma cesta de tomate a ir gente, só que agora o quilo esta de 2,00R$, quando você senta junto com o inimigo, ele sabe dos seus segredos, foi isso que aconteceu com a DILMA, mas ainda dar tempo mudar, só fazer mudanças a favor do povo.

Responder

Osvaldo

29 de junho de 2013 às 14h02

Ponto de vista sobre alguns pesos da atual balança política brasileira:

http://blogumlugar.blogspot.com.br/2013/06/dez-pesos-para-balanca-politica.html

Responder

Alex Bueno

29 de junho de 2013 às 13h51

Creio que essa reportagem leva a, pelo menos, uma questão importante para os próximos meses: seria preciso também estender essa pesquisa aos governadores e aos prefeitos para verificar se a queda da avaliação é um efeito generalizado de “insatisfação” com a classe política.

Isso porque podemos estar diante de uma generalização perigosa, posto que se colocaria no mesmo saco todos os políticos ou, então, os meios de comunicação (sic) estabelecidos, mais uma vez, colocariam sua moral seletiva a serviço de determinados partidos cujo espectro ideológico coincide com os dos proprietários das empresas de manipulação.

De qualquer forma, acho improvável a FSP estender tal pesquisa, pois assim ela pode manter a imagem (falsa, é claro) de que todos os problemas recém descobertos pela “sociedade” brasileira são de responsabilidade do governo federal…

Abraços a todos!

Responder

Elias

29 de junho de 2013 às 13h23

“Segundo li no Blog da Cidadania, do Eduardo Guimarães, a Comunicação da presidenta Dilma tem pesquisas que mostram que toda a campanha da mídia corporativa contra seu governo ainda não atingiu sua imagem.” Antonio Mello, em artigo aqui no Viomundo (Mello: Dilma ouve Chagas e Bernardo, mas esquece o Chacrinha)

Então eles esperavam a mídia corporativa atingir Dilma para tomar decisões? Não foi nessário. De repente a rapaziada saiu às ruas e a mídia corporativa aproveitou o ensejo.

Com esse salto alto, esse desplante dos que assessoram Dilma, ela não precisa de inimigos.

Agora devem estar chorando o leite derramado. Ou não. Arrogantes não choram.

O PS do Viomundo está certíssimo: “quem governa de olho em pesquisas, por elas será governado.”

(pra que não paire dúvidas: Dilma 2014!)

Responder

leia

29 de junho de 2013 às 13h15

Minha opniäo: A Dilma/PT tem a mídia contra, e tem tambem as redes sociais.
Basta ver no face todos os dias os memes difamando o governo. As caixas postais (e.mails) säo recheados todos os dias com textos bem coloridos difamando o governo e com grandes fantasias mentirosas que conseguem fazer qualquer um acreditar, os vídeos no yotube entäo, nem se fala. Se tem um falando bem do governo, tem 100 falando negativamente. Agora é um tal de alguem aparecer diante de um camara e fala tanta boboseira e vai correndo para o yotube postar. Quando a gente olha os comentários, aí a gente se assusta, porque o numero é täo grande de pessoas que acessam. Gente, é tanta bandalheira na net contra o governo, que näo há quem resiste. Se o Governo näo tomar providencias sobre isso, näo haverá trabalho dos militantes que conseguirá levar alguns votos para Dilma.Näo sei o que deve ser feito, näo sou da área, mas que o governo tem de fazer alguma coisa, ah ! sim tem de fazer.

Responder

Marcelo de Matos

29 de junho de 2013 às 13h00

O UOL publicou: “Para o presidente do PT, Rui Falcão, Dilma tem índices superiores aos piores momentos registrados durante os governos Lula e Fernando Henrique Cardoso. “A economia vai melhorar no segundo semestre e isso vai ensejar uma recuperação nas próximas pesquisas”, disse.
O petista afirmou ainda que a pesquisa traz dados positivos ao governo, ao mostrar que medidas anunciadas por Dilma em resposta aos protestos estão sendo bem aceitas pela população. Segundo o Datafolha, 68% dos brasileiros acham que Dilma agiu bem ao propor uma consulta popular sobre a criação de um grupo de representantes eleitos pelo povo para propor mudanças na Constituição. Só 19% entendem que ela agiu mal. Outros 14% não souberam responder. Quando o Datafolha pediu uma opinião específica sobre a reforma política, 73% afirmaram que são a favor da apreciação desse tema por parte do grupo de eleitos. Opiniões contrárias somam 15%. “Foi importante que as duas iniciativas dela tiveram aprovação expressiva, o que é um dado relevante para se observar”, disse Falcão”.

Responder

    Valmont

    29 de junho de 2013 às 13h46

    Não apostaria em melhora da economia diante do quadro de instabilidade criado no País. O comércio no Rio e em São Paulo já contabiliza prejuízos consideráveis. As medidas recentes do governo Obama contribuíram para aumentar a fuga de dólares do Brasil. Agora, com o caos político retratado na mídia internacional, a fuga de investimentos é uma consequência inexorável, ao menos no curto prazo. O preço da instabilidade política cresce com o tempo e afetará consideravelmente a campanha Dilma Roussef.

Roberto

29 de junho de 2013 às 12h37

Governar é antes de td saber ouvir, coisa que infelizmente a Dilma não sabe. No auto de sua arrogância e c/ uma popularidade que beirava os 80% no ano passado, renegou e ignorou àqueles que apoiaram seu projeto de governo e que foram às ruas apoiá-la qdo candidata e a ajudaram a derrotar o candidato da direita e que sempre maltratou o funcionalismo público. Acreditávamos que ela seria no mínimo igual ao Lula e abriria uma negociação c/ todas as categorias, algumas a vários anos em reposição de inflação. No ano passado, ela se quer recebeu as categorias p/ uma negociação, ao contrário, através de recados, impôs a sua vontade, sempre c/ o aval do PIG, o mesmo que agora aponta a sua derrocada. Bem feito Dilma, chupa que a cana é doce. Quem dorme no barulho do PIG e c/ministros do porte de Zé Eduardo e Paulo Bernardo que parecem a serviço de uma pequena casta, não pode ir muito adiante mesmo. Ou vc acorda enqto é tempo, ou vai levar fumo nas urnas para alegria da direita e do PIG …..

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francisco niterói

29 de junho de 2013 às 12h09

Um governo progressista precisa de simbolos pra dialogar com o seu publico enquanto faz mudancas estruturais que demandam tempo pra mostrar os seus frutos.

Assim, a dilma tem que deixar claro o que o PHA sabiamente chama “lado de la/lado de cá” . Vamos la: transporte e saude sao itens que demandam tempo pra aparecer e as maiores competencias sao de governos estaduais e municipais.

Entao, no lugar de desoneracao pra consumir algo, que tal corrigir o Imposto de Renda reduzindo a aliquota de 27,5% ate, por ex, 10.000 reais? Dinheiro no bolso do povo no lugar de mais possibilidade de consumo. De certa forma é o que faz o Bolsa Familia. Lembram de programas como ” distribuir leite”? Agora vai o dinheiro. Com a reducao n IR, a populacao decide se compra carro, maquina de lavar roupa, etc.
MAS PRA ISSSO NAO PODE SER CABECA DE PLANILHA.
Desonerar a classe media baixa ( que tanto se influencia com redes sociais): diminuir a aliquota de 27,5% ate X de renda, cobrindo esta desoneracao com a grana das desoneracoes vigentes e que nao estao impulsionando a economia, aliada ao fato de se criar aliquotas maiores pras maiores rendas ( vamos discutir o celebre rico no brasil paga pouco ( quando paga vide globo)). Criar as aliquotas em moldes semelhantes ao modelo europeu.

Como a globo vai dizer nao mais imposto se for só oara os ricos? Lembremos que no Brasil semore se embrulhou as classes sociais na hora de se discutir impostos. Assim, a classe media semore defendeu indiretamente menos impostos pros donos do ITAU, por ex.

Pra neutralizar o discurso ” impostos nao sao aplicados”, enviar projetos de execucao fiscal rapida, discutir sigilo fiscal de dados para o proprio fisco (aberracao, que nao se revele dados pro publico ate posso aceitar, mas o proprio fisco nao poder saber a nao ser por ordem judicial é brincadeira), discutir extincao da PUNIBILIDADE DO CRIME DE SONEGACAO SE O TRIBUTO FOR PAGO ( outra aberracao).

Ou seja,proporia ate que o IR das aliquotas das maiores rendas fossem pra educacao e saude.

Ainda no simbolico, esclarecer que fusquinha paga IPVA e jatinhos particulares e iates nao. PROPOR alterar isto e grana pro fundo da educacao.

Assim, acho que a Dilma tem que lutar fazendo politica, mas demonstrando atraves de atos simples que a classe media midiatizada entenderia.

POR FIM, PROPORIA UMA CPMF DE 0,001%, NO CASO DO SIGILO FISCAL NAO CAIR, POIS SERIA A UNICA HIPOTESE DE QUEBRAR O SIGILO FISCAL. TAL CONTRIBUICAO TERIA AINDA ISENCAO PRA RENDAS ABAIXO DE, POR EX, 10.000 REAIS. A MAIORIA APROVARIA.

Imposto sobre grandes fortunas pra saude e educacao tambem. Tudo CARIMBADO com conselhos populares de verificacao da aplicacao.

Vamos dividir assim o pais, mas tirariamos da midia a iniciativa. E estariamos politizando atraves de impostos e aplicacao dos mesmos. Tal ideia me surgiu ao ver no Facebook de um conhecido imagens mil de manifestantes onde constatei no grupo de amizades dele uma disparidade total : um classe media motorizada, defensor de privatizacoes, medicos que nao dao recibo, etc. Ao lado vi jovens de pegam onibus, alunos em faculdade com bolsa, etc. Dispares e os mais fracos sem perceber que estavam dando um tiro no pé.

Dilma tem que desonerar o povo e nao as empresas. Se tudo pode ser igual em resultado economico, o mesmo nao podemos dizer da politizacao que comeca, queiramos ou nao, na politica tributaria.

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    J. F.F Braga

    29 de junho de 2013 às 14h20

    Para reflexão:
    Em 2001 o recolhimento do IR com alíquota média de 18% e atingindo alguns contribuintes, foi equivalente a 3,77 vezes o da extinta CPMF que tinha alíquota de 0,34%, alcance total de contribuintes, fácil fiscalização e sendo por isso, tão combatida pelos sonegadores.
    Pergunto:
    Por que não extinguir as aliquotas de IR e voltar com um imposto único de 1% e com uma CPMF de 1,43% (3,77 x 0,34) equivalente? E sem desculpas de que isso impacta na cadeia produtiva e preços porque, quando a CPMF foi extinta, que eu tenha percebido, nenhum produto baixou de preço. Imaginem o assalariado ter desconto de 1% na fonte e sem ajuste anual de imposto de renda? Só para comparação, recordem-se de quanto recolhiam de CPMF mensalmente. O meu recolhimento era cerca de R$200,00 e pagava 10x mais de IRRF.
    Os dados podem ser atualizados para ver se os valores ainda são assemelhados. Peguei esses porque são contemporâneos.
    Com a palavra os economistas e assemelhados.
    http://www.receita.fazenda.gov.br/Historico/Arrecadacao/ResultadoArrec/2001/dezembro/tabela2.htm
    Valores em milhões de reais
    IMPOSTO SOBRE A RENDA-TOTAL 64.908,00
    I.RENDA-PESSOA FÍSICA 4.057,90
    I.RENDA-PESSOA JURÍDICA 16.984,00
    ENTIDADES FINANCEIRAS 2.361,40
    DEMAIS EMPRESAS 14.622,50
    I.RENDA-RETIDO NA FONTE 43.866,20
    I.R.R.F-RENDIMENTOS DO TRABALHO 21.582,30
    I.R.R.F-RENDIMENTOS DE CAPITAL 15.212,40
    I.R.R.F-REMESSAS PARA O EXTERIOR 4.504,50
    I.R.R.F-OUTROS RENDIMENTOS 2.567,00
    ————————————————————————— —————–
    CPMF – CONTRIB. MOVIMENTAÇÃO FINANCEIRA 17.197,00

RicardãoCarioca

29 de junho de 2013 às 12h06

Governar só administrando sem deixar roubar, de olho em indicadores econômicos e fazendo aqui e ali programas sociais não dá.

Não dá porque precisa democratizar as mídias, não por leis porque disso dependeria do congresso que tem medo do PiG, mas com melhor distribuição de gastos com publicidade. Para isso, pé no traseiro da Helena Chagas e Paulo Bernardo.

Precisa mostrar que pode pacificar protestos e dialogar com o judiciário. Para isso, pé no traseiro do José Cardozo.

Tirar o status de ministério de algumas secretarias e do cargo de presidente do Bacen. Uma simples redução do número de ministérios para tirar esse argumento da oposição.

Parar de ter medo do PiG e da oposição política (preciso dessa qualificação para não cometer pleonasmo) e usar mais a rede nacional de rádio e tv.

Esquecer o controle remoto. Num cartel midiático, de nada adianta procurar o contraditório do noticiário. E também esquecer de ficar rebatendo as mentiras do PiG com notas à imprensa, porque ninguém publica, ninguém lê.

A guerra começou e não vai parar. Julho vem aí e eu estou aqui tentando prever qual será a nova crise que a oposição, PiG e forças externas estão tramando.

Ou começa a agir como chefe de estado, e não apenas como chefe de governo, ou – realmente – bye, bye Dilma 2014.

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Fabio Passos

29 de junho de 2013 às 12h01

O datafraude está em campanha para evitar que os candidatos do PiG-psdb sejam varridos do mapa em 2014.

De qualquer forma, tomara que isto sirva como semancol para o governo Dilma.
A reforma política foi excelente iniciativa. Que tal avançar a pauta dos trabalhadores?

– mais investimentos em saúde, educação e transporte público de qualidade,
– democratização da mídia,
– fim dos leilões do petróleo,
– fim do fator previdenciário,
– redução da jornada para 40 horas semanais sem redução do salário,
– reforma agrária
– fim do projeto de lei 4330: terceirização e precarização do trabalho.

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André

29 de junho de 2013 às 12h01

Bom dia.
Quero registrar que considero blogueiros como você Azenha, a quem sempre acompanhei e que deram um apoio pra esse movimento que obviamente não tinha razão de ser e foi (e ta cada vez mais na cara) armado para desestabilizar o país e não pra melhorar o que quer que fosse, uma parte importante para nos levar ao estado da arte em que estamos agora.
A sensação de que tudo está horrível passou pelo abono da blogosfera dita suja ou independente.
Você avaliaram muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito mal essa estória toda e agora, deu nisso.
Parabéns ao quase todos do Barão de Itararé! Aécios, Serras, Campos e quetais estão pulando de alegria. Vocês foram muito melhores pra eles que o Reinado Azevedo e todo o time do PIG juntos.

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    29 de junho de 2013 às 12h09

    Inclusive eu coloquei um milhão de pessoas nas ruas para protestar…

    André

    29 de junho de 2013 às 12h15

    Sozinho, claro que não. Mas ajudaram as pessoas a formarem uma opinião positiva a respeito.
    Não sou a favor de violência policial, mas não acredito que um Estado Democrático de Direito, deva prescindir de usar a polícia pra conter abusos. Porque se houve da polícia, certamente houve dos manifestantes.
    E não tenho como não achar que o MPL foi vetor para que o contra “tudo que está aí” se encontrasse a vontade.

    Luiz Carlos Azenha

    29 de junho de 2013 às 12h22

    É bem mais que o MPL, Andre. Mas é apenas minha opinião. abs

    xacal

    29 de junho de 2013 às 14h01

    Bom, se política se reduz a quantidade de pessoas e multidões, o que dizer dos 5 milhões da “Marcha por Jesus”, comandadas pelo malafaia?

    Então temos que ceder e incorporar a pauta deles na agenda nacional?

    Quem sabe tornar homossexualidade um crime?

    É bem mais que o MPL, ou bem mais que todos nós, mas ideias e movimentos não nascem como capim!

    Já sabemos que não foi a classe “C” ou os mais pobres e atingidos pela suposta inércia do governo em avançar nas intervenções estruturais.

    Foi a classe média ressentida.

    E nesta classe média está boa parte da ultra-esquerda, que nunca entendeu direito o que está em jogo! Assim como fez em 73 no Chile, ou em 64 no Brasil.

    A pergunta é: Se Dilma, durante seu governo quisesse dar uma guinada à esquerda, o que encontraria? randolfe? o PCO? Cyro Garcia?

    Aos grupos de ultra-esquerda também caberá parte da conta da derrota deste governo, se ela vier. E a alguns setores de mídia chamada progressista (blogueiros) também.

    Esta (im)postura de vitimização permanente misturada com a “arrogância do monopólio da verdade” não constrói debates. E se Dilma tem seus erros, aqueles que deveriam ser seus aliados também os têm.

    Lembre-se que nenhuma associação ou sindicato de jornalistas foi capaz de organizar ou criar o menos constrangimento aos seus patrões.

    Greve pela democratização da mídia? Nem sonhar!

Miguel Álvares Cardoso

29 de junho de 2013 às 11h38

Essas pesquisas seletivas, em fases circunstanciais, onde de 6 fazem 12 e de 10 fazem 20 sem necessidade de comprovante, não valem. Antes as variáveis eram de 2 a 3 pontos e em períodos curtos iam se acentuando ou diminuindo. Agora…ora, agora! No desespero por um plebiscito às portas do imediato e irrevogável,tudo vale; até o perder a parcimônia da verdade e o chegar ao agravamento da ética na informação.

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everaldo

29 de junho de 2013 às 11h34

Já vi pesquisas assim, gostaria de ver o questionário aplicado.
Não me surpreenderia se a pergunta sobre aprovação de Dilma estiver precedido de uma singela pergunta, mais ou menos, nos termos: Você aprova os recentes protestos contra o governo?

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J Souza

29 de junho de 2013 às 11h32

Adivinhem quem vai sair fortalecido da crise política no Brasil?
Eduardo Campos, o “novo”!

Ou a Dilma troca pelo menos metade dos nomes na Esplanada dos Ministérios, e tenta acabar com a indexação das tarifas de serviços públicos privatizados (mudando os contratos, se possível), ou melhora, e muito, a capacidade de comunicação do governo com o “resto da sociedade” – os trabalhadores e os estudantes! (pois com os empresários ela fala toda hora!)

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Rafael

29 de junho de 2013 às 11h30

Como as coisas são interessantes. A Record criticar com muita força as obras da Copa, obviamente porque não vai transmitir os jogos então para a Record seria ótimo a Copa sair do Brasil. Quero vr a Record mandar o Azenha fazer reportagens sobre os gastos para as Olimpíadas. HAhHAHAHA qiero ver o Azenha falando mal das Olimpíadas e cogitar que a Olimpíadas saim do Brasil para outro país.

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    Luiz Carlos Azenha

    29 de junho de 2013 às 12h13

    A minha reportagem sobre o Itaquerão eu defendo: vá ao entorno do estádio e converse com os corinthianos sobre saúde, educação e transporte. Nem precisa. É só olhar as ruas. Foi justamente essa mania de avestruz, de tentar esconder a realidade como se o mundo estivesse conspirando contra o governo, que deixou a coalizão governista cega.

    maria utt

    29 de junho de 2013 às 12h36

    exato.

    xacal

    29 de junho de 2013 às 14h12

    Azenha, me responda: Quando é que foi que o governo escondeu a realidade?

    Ora, bolas, você sabe que pelo pacto federativo e pelo arranjo institucional da gestão das políticas públicas, como saúde, educação e segurança, inclusive a questão fundiária urbana, é toda compartilhada com estados e municípios, cabendo a estes, em alguns casos, o papel principal de execução orçamentária.

    É tudo culpa do governo central? Pelamordedeus!

    Então você acredita mesmo que um governo de 10 anos (um meio ciclo de poder) pudesse dar conta de TODAS as demandas e lacunas de 500 anos de patrimonialismo brasileiro?

    ‘Peraí, vamos devagar…um pouco mais devagar.

    Estes governos reabriram as Universidades (milhares de vagas públicas), possibilitaram milhões de pessoas a ter um diploma com o Pro Uni, e ainda que sejam diplomas precários, significam duas, três ou quatro vezes mais renda.

    Aumentamos a participação dos salários na renda nacional, depois de 40 ou 80 anos de retração.

    No meio da maior crise mundial deste 29, temos 4,7 ou 5% de desemprego.

    O que você esperava, que o super Lula ou a super Dilma, em um passe de mágica, conseguissem transformar todo o país, suas injustiças e desigualdades, enquanto a elite, hipnotizada ficaria aplaudindo a gente mudar o sentido da acumulação de riquezas?

    Tem miséria ao redor do Itaquerão? É óbvio, e terá em um monte de lugar, mas a pergunta é:

    Este país está melhor do que sempre foi ou está pior?

    Quando é que um governo que tem feito o que fez se negaria a propagar o que foi feito? Não é este o sentido da política? Isto seria ser “avestruz”? Ser otimista é símbolo de obtusidade?

    Ou deveríamos, para satisfazer você e outros, dizer que tudo está uma porcaria?

    É política e governo ou auto-flagelação cristã?

    Rafael

    29 de junho de 2013 às 19h00

    Azenha tenho muito respeito pela sua história no jornalismo. Você é um exemplo de jornalista e a cada dia mais raro. Vi esses dias comentário do Cosme Rímoli sobre a possibilidade de a Copa não ser realizada no Brasil e tenho certeza que se a Record transmitisse os jogos não teria feito aquela cobertura. Assim como acho que não fará reportagens no mesmo tom sobre os gastos com as olimpíadas. Comercialmente, não sei se seria esse a palavra correta, seria ótimo para a Record a Copa ser transferida para outro país, mas o Brasil não realizar a Copa é prova de incompetência nossa e considero que acima de interesse financeiro está a imagem do nosso país que já não é grande coisa.

Rafael

29 de junho de 2013 às 11h28

Será que o Viomundo pode explicar que duro golpe é esse na economia ou esse site está igualzinho à globo na base de especulação??

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    29 de junho de 2013 às 12h18

    Ué, a projeção do PIB acaba de ser revisada para baixo. O golpe tem relação com a decisão do Banco Central dos Estados Unidos de reduzir o programa de estímulos à economia, que empurra o dólar para cima e pode afetar as exportações brasileiras. É uma decisão com a qual o governo Dilma terá de conviver.

    xacal

    29 de junho de 2013 às 13h51

    Azenha, sua colocação teria sentido se os vetores macroeconômicos do país estivessem no mesmo patamar das outros movimentos de retração do dólar rumo ao títulos do tesouro estadunidense do passado!

    Um jornalista bem informado como você sabe que as possibilidades de reação hoje são infinitamente maiores que em outras épocas, por onde quer que se olhe.

    Colocar as coisas no patamar fatalista, como dito por ti, é como dizer que a gestão de Dilma é a mesma do período de ffhhcc…santo deus!

    Nosso gasto com juros hoje é a metade de dez anos atrás (de 9% do PIB para 4,7%).

    Há um mercado consumidor que corresponde a expansão não só do crédito, como dizem os céticos, mas do aumento da participação dos salários na renda nacional, e com emprego quase pleno.

    Temos a perspectiva de aumento de produtividade pelo aumento da escolaridade média do trabalhador e da qualificação proporcionada pelas políticas de estímulo do ensino superior.

    Todos os grandes instrumentos de fomento econômico do governo estão em ótima saúde financeira, como BNDES, até a Petrobrás.

    Os investimentos em infraestrutura e energia estão em andamento.

    O desempenho da indústria revelou uma reação (1,2%), mesmo se considerarmos a dificuldade de maturação destes ciclos positivos, tanto pelo massacre cambial recente, tanto pela inibição da demanda externa.

    Nosso problema é justamente a necessidade de rearrumação do sistema de metas inflacionárias, que de acordo com vários economistas, tem trazido mais problemas que soluções, com a insistência de utilização da política monetária (juro) como inibidor de alta inflacionária.

    Eu imagino que este governo tem apanhado tanto muito mais pelo que fez, do que pelo que deixou de fazer.

    Os volumes de recursos poupados da dívida, com pagamento de juros, e liberados para os investimentos sociais e na atividade econômica do país são imperdoáveis ao olhos da banca, e você parece ignorar este componente.

    Afinal, não houve alteração significativa nos humores da economia nacional, e frente a maioria dos países, somos considerados um oásis, e como explicar tamanha e repentina mudança da aceitação popular?

Rafael

29 de junho de 2013 às 11h24

Depois dizem que os protestos eram apolíticos, apartidários. AHAHA

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lulipe

29 de junho de 2013 às 11h13

Para os petistas pesquisa só é válida quando apresenta números favoráveis ao governo, caso contrário…2014 vem aí…

Responder

Ernesto

29 de junho de 2013 às 10h40

Deu o obviamente esperado, embora 73% entre regular, bom e ótimo, não configure um desastre como parecem fazer crer.

E as pesquisas em relação ao índice de aprovação do Congresso, dos governadores, dos prefeitos das capitais? Como andará a aprovação do Anastasia, do Alckmin, do Beto Richa, do Cabral, do Eduardo Campos, do ACM Neto? Não tiveram tempo para pesquisar ou acharam que isso era irrelevante?

Pesquisa seletiva, com um alvo só, o de sempre.

Algum político se aventura em ir ao Maracanã neste domingo e ter seu nome anunciado pelos alto-falantes? Estão pegando no pé da Dilma por não ir. Então vão lá e meçam sua popularidade.

Responder

    lukas

    29 de junho de 2013 às 11h32

    Bem, quando as pesquisas eram positivas (tanto para Lula quanto para Dilma) não diziam que era seletiva.

    Mas posso estar enganado.

    Zanchetta

    29 de junho de 2013 às 12h06

    “como andará a aprovação do Anastasia, do Alckmin, do Beto Richa, do Cabral, do Eduardo Campos, do ACM Neto?”
    E a do Agnelo, do Tarso e do Jacques Wagner?

    Parece que não é só a pesquisa que é seletiva…

Julio Silveira

29 de junho de 2013 às 10h35

A Dilma pode ganhar essas eleições com uma mão nas costas, menos por excepcionalidades em sua gestão, mas pelas considerações que a cidadania fará com relação a seus adversários. Pelo menos esses que estão postos.
Sobre esses, da velha politica, ela reinará soberana. Ela, entre esses que estão postos, ainda é a melhor possibilidade de se constituir em esperança de construir novidade para a cidadania. Para isso, basta ser melhor assessorada por seu partido, e se livrar das más companhias internas esses bons de corte mas ruins de cidadania, que ignoram o que representa a ideologia de esquerda, além daqueles elementos dos partidos aliados que curtem fazer jogo duplo, de convicção ideológica de direita, mas que para ganhar em todas as situações costumam fazer associações esdruxulas por puro interesse. Corrigindo essa rota terá a segurança da conquista.

Responder

Maria Thereza

29 de junho de 2013 às 10h33

Se for verdade, ela tem espaço pra crescer e levar no 1º turno. è só não ficarmos achando que a eleição se resolve com pesquisas e por antecipação.

Responder

    albuquerque costa

    29 de junho de 2013 às 11h59

    Devemos ser realistas e trabalhar,para que a Dilma seja reeleita,porém,não vejo a facilidade como muitos tem colocado aqui.
    Vamos descer do salto alto e trabalhar.

Bonifa

29 de junho de 2013 às 10h32

Neste momento do jogo vale qualquer coisa, sobretudo para a direita. Ela está visivelmente desesperada com a possibilidade de vir a perder muitos de seus seculares privilégios, por culpa de uma iminente Reforma Política. Não uma reforma qualquer, mas uma reforma a ser feita a partir de diretrizes e pontos tirados de um plebiscito, o que está a parecer simplesmente aterrador para a direita conservadora. Seu mundo corre sério risco de se desfazer no ar, enquanto o Brasil corre o risco de emergir da reforma como um novo país.
Tudo terá de ser revisto e reconcebido, sobretudo entre os conservadores, que terão que rever e reconstruir toda a sua vida política para continuar existindo. As pesquisas de institutos claramente pertencentes a grupos políticos de direita, evidentemente, não merecem credibilidade em momento como este. Ainda mais quando, em períodos de calmaria, já são frequentemente questionadas, quase sempre com justas razões.
Mas, se fosse verdade que o Governo perdeu tanto em “popularidade”, seja lá o que isto signifique, então eis ai uma excelente razão para a direita abraçar o plebiscito sem tanto desespero, certa de que, nas vagas de sua própria pesquisa, conseguirá capitalizar a seu favor toda esta súbita rejeição ao Governo.

Responder

    Florival

    29 de junho de 2013 às 11h54

    De acordo contigo.
    Lula está vivo e não é por milagre.
    Dilma pode ser durona, mas não tem nada de néscia.
    Dima pode não ser tão carismática, mas não é soberba.
    Dilma saberá arrumar a casa, principalmente a do PT.
    O Brasil não é a Líbia.

Taques

29 de junho de 2013 às 10h11

Pois é, nada como um dia após o outro…

Em abril do ano passado, José Eduardo Dutra, esnobando a oposição pelos 77% de aprovação do governo Dilma, tripudiava com a sua típica galhardia: “Enfia o dedo e rasga!”

E agora José???

A propósito, já ia me esquecendo: bye, bye Dilma.

Responder

    Ulisses

    29 de junho de 2013 às 11h15

    E nobre comentarista tem ideia de como está a percepção do povo dos governadores do PSDB? E do senador de araque de MG? Cara, tá contando vitória cedinho demais.

    RicardãoCarioca

    29 de junho de 2013 às 11h55

    A DataFalha é tão militante quanto você, logo, não merece crédito.

    abolicionista

    29 de junho de 2013 às 11h56

    bye, bye Alckmin também, não nos esqueçamos, o povo quer o impeachment do governador corrupto!

Luis Fernando

29 de junho de 2013 às 10h08

Curioso. Por que só fazem pesquisa contra a Dilma?
Gostaria de saber a quanto anda a popularidade de Alckimim.
A popularidade de Anastasia.
A popularidade de Aécio, de Cabral, de Beto Richa.
Será que o Datafalha tem alguma pra mostrar?

Responder

    lukas

    29 de junho de 2013 às 11h35

    Contra? Esta é a primeira ruim para ela. As outras eram a favor? Você ficou indignado também?

    Zanchetta

    29 de junho de 2013 às 12h09

    Do Tarso?
    Do Agnelo?
    Do Jacques Wagner?

    Ulisses

    29 de junho de 2013 às 17h35

    Não, precisa, eles não são candidatos ao governo federal. Apenas dos possíveis candidatos da oposição

sergio m pinto

29 de junho de 2013 às 10h02

E ainda há quem acredite! Particularmente essa massa de jovens “politizados” e insatisfeitos, hehehe

Responder

xacal

29 de junho de 2013 às 09h56

Cada vez eu entendo menos os “PS” do Viomundo. São rasos e desinformantes.

Ora, atribuir a este governo ou a um partido (PT) uma culpa exclusiva pela suposta submissão aos humores das pesquisas é desconhecer por completo o processo histórico que transformou a ação política em uma mercadoria industrializada, que uniu de um lado, a judicialização dos conflitos políticos, e de outro, o sequestro das Democracias(ao menos as ocidentais, orientadas pelos EEUU) pelo binômio capital privado e monopólios de mídia, onde estão incluídas as pesquisas e toda fetichização que se criou em torno delas.

Eu sei…eu sei que complexificar a realidade em determinadas horas mais atrapalha que ajuda na busca de soluções.

Porém o exercício é necessário…ainda que corramos o risco.

O fato é que este governo pauta sua ação política pelas possibilidades que estão dadas pela realidade, e neste caso, as pesquisas são sim, com todas as manipulações e direcionamentos possíveis, um instrumento de percepção dos mandatários sobre o nível de satisfação da população, já que os outros meios tradicionais conhecidos, como movimentos sociais, partidos, etc, foram propositalmente emperrados.

Não à toa, cientes de que a hegemonia neoliberal trazia em si a total segregação de enormes contingentes de pessoas, e que este modelo acarretaria fortes reações nos sistemas políticos ao redor do planeta, a classe dominante planetária, desde Reagan e Tatcher a partir de 80, construiu um conjunto de valores, arraigados na disseminação de um senso comum individualista e com traços de extrema violência simbólica, que soterrou o caráter público e coletivo das soluções políticas, impondo às sociedades uma única possibilidade de mediação: A dos mercados.

Neste contexto eu pergunto ao “PS” do Viomundo: O que fazer? Desprezar os mecanismos disponíveis e arriscar a possibilidade de avanços, por menores que sejam, para tentar reinventar as formas de representação política?

Ignorar os níveis de satisfação e partir para adotar as medidas impopulares que são necessárias a reinvenção do Estado brasileiro?

Será que é só culpa do governo o fato da opinião pública ser tão volátil, ou tão sujeita a opinião publicada?

Onde estão os movimentos sociais para darem a densidade necessária a este contingente de pessoas que até ontem apoiava o governo, sendo que as condições gerais do país não alteraram um milímetro?

Onde estão os instrumentos de contra-ideologia que os governos progressistas poderiam lançar mão para contra-atacar os consensos fabricados nas redações?

Eu vejo, neste suposto revés (haja vista que os dados e a metodologia ainda não forma divulgados), uma possibilidade para que, enfim liberta do que o “PS” chamou de subordinação do apoio popular (como se isto fosse, per si, ruim), tenha a presidenta a coragem política (que nunca lhe faltou) para fazer o que precisa ser feito neste país.

De todo modo, até nas minhas esperanças estão impressas a minha, e a nossa incapacidade de qualquer movimento autônomo político, ou seja, para o bem ou para o mal, desde 2002 nos acostumamos (e gostamos) de esperar pelas ações (acertadas, na maioria das vezes) do governo, e esquecemos da vida política orgânica da sociedade.

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    29 de junho de 2013 às 11h09

    O PS disse que quem governava, até recentemente, era o marqueteiro. O marqueteiro está em todas as reuniões de cúpula, onde se tomam as mais graves decisões políticas!

    xacal

    29 de junho de 2013 às 11h26

    Azenha, o que eu disse é: Este é um dado da política atual, mediada pelo mercado.

    E não é novidade: A propaganda era o eixo central do esforço nazista.

    O marketing político sempre esteve presente como instrumento de disputa ideológica, seja no socialismo real, seja na era Vargas (DIP), seja nos regimes democráticos.

    Você parece querer que acreditemos que isto é um dado novo, não é!

    A novidade é que o marketing, ou a industrialização das campanhas tenham ocupado quase TODO o espaço disponível.

    Mas aí o problema não é só dos governos, mas inclusive da cumplicidade dos jornalistas, por exemplo, que experimentaram um empoderamento como fiadores dos processos democráticos jamais visto, e que convergiu com o interesse de seus patrões.

    Quantas greves de jornalistas aconteceram desde 89, que pudessem contestar o status quo da comunicação de massas?

    As redações e os editores-chefes se transformaram em senhores da vida e da morte na política, e não ouvi muitas vozes dissidentes neste encaminhar das coisas, muito ao contrário.

    Tanto é verdade que este, e outros blogs progressistas ainda consideram que a luta central do governo deve se dar pela mídia, tamanho é o peso que dão a si mesmos.

    Ora, governos são, por natureza, reflexivos ou reativos.

    É na sociedade, antes que nos governos, que está a possibilidade de reversão deste quadro, mas isto implica em ceder e perder poder…será que Vossas Santidades, os jornalistas, estão dispostos a descer dos pedestais nos quais se encontram?

    Tenho minhas dúvidas…

hercílio

29 de junho de 2013 às 09h46

Azenha, convenhamos…Foi melhor esse quadro ter aflorado agora do que nas vésperas das eleições de 2014…Agora é correr atrás do prejuízo e fazer a coisa certa…O momento não é para amadores.

Responder

    J Souza

    29 de junho de 2013 às 11h27

    Finalmente alguém falou a coisa certa: “o momento não é para amadores”. E o governo está cheio deles.
    “Surfavam” nas conquistas obtidas durante o governo Lula, mas sem ter conseguido avançar além daquilo. O povo foi às ruas dizer que quer mais, muito mais do que aquilo!

J Souza

29 de junho de 2013 às 09h46

Todos nós avisamos!
E o governo e os governistas caíram como “patinhos” na manipulação da mídia golpista!

A mídia golpista e o resto da direita jogaram no “colo” do governo todos os problemas causados por governadores e prefeitos incompetentes!

E isto porque o governo foi inepto contra seu principal adversário: a mídia golpista!

E agora, faltando um pouco mais de um ano para as eleições, o governo vai ter que correr atrás do prejuízo…

Responder

trombeta

29 de junho de 2013 às 09h06

Pesquisa da folha tucana.

hehehe…

Responder

    lukas

    29 de junho de 2013 às 11h37

    As anteriores eram de quem?As a

von Narr

29 de junho de 2013 às 09h00

Mas o que é que vocês esperavam? As passeatas são claramente um Fora PT! e fora Dilma! Não sei se Aecio Neves se dá bem com essa história. Talvez tenha chegado a hora do “apolítico” vencer, como já foi com Jânio e Collor e pode ser, talvez, com a Marina. O fato é que vamos chegar à final da Copa das Confederações e até agora o governo ainda não respondeu com vigor à lenda urbana de que o governo gastou 30 bilhões fazendo estádios. Agora, já era. Infelizmente, não vou ter grana pra comprar ações da Petrobrás e do BB privatizados.

Responder

Kazuhiro Uehara

29 de junho de 2013 às 08h55

O GFederal não investiu na democratização da mídia, conforme a CF de 88. Como responder a essa pesquisa fajuta e manipulada aéticamente imoral de má fé?

Responder

Romanelli

29 de junho de 2013 às 08h45

Infelizmente isso já era esperado, e até acho que chegou tarde.

Não bastassem os sinais trocados que DILMA emite desde o início do seu mandato à sua base e eleitores, sinais estes que a distanciaram em muito dos movimentos progressistas, agora Dilma, talvez ignorando a história de Maria Antonieta, em respostas as JUSTOS clamores populares, ela se sai oferecendo uma tal Reforma Política.

DESCULPE Dilma, mas as ruas pedem o que vocês, desde LULA 2o, e DEMAIS INSTITUIÇÕES (incluso judiciário, legislativo, TODOS os partidos, Estados e Municípios) não entregaram, qual seja, Saúde, Educação, Transporte urbano, Segurança, INFRA, justiça e ÉTICA.

JAMAIS as ruas pediram esta tal reforma política, esta verdade distração acadêmica. Outrossim, a maioria sequer entende ou sabe aonde esta quer chegar e os reais interesses que correm por trás.

Verdade mesmo é que tudo indica que perguntas mais populares dentro do próprio tema de “reforma política” ficarão de fora do plebiscito, temas como:

-Vc a favor do voto secreto no Congresso ?
-Vc é a favor do foto facultativo ?
-Vc defende o voto IMPRESSO ?
-Vc concordo que MENOR ininputável vote ?
-Vc concorda que hoje, depois do país oferecer escolas pra TODOS, que o analfabeto ainda vote ?

ou

-Vc concorda com a existência dos VICES e dos suplentes ?
-Vc acha correto o VOTO DE cidadãos nascidos em Estados menores valerem MAIS do que dos maiores ? (ex: no senado, o voto dos nascidos em RR valem CEM vezes mais do que os de SP)

Enfim, por este altismo inacreditável, penso que Dilma finalmente conseguiu o que todos temiam, enterrar de vez qq esperança por mudanças mais profundas, em governos comandados por PTistas.

Curiosidade – Pra exemplificar um pouco do que ainda virá.

Ao conversar com uma enfermeira (uma enfermeira)ela desabafou dizendo que concorda com os protestos, e que espera que na reforma POLITICA da Dilma que efetivamente seja determinado que o delinquente condenado cumpra rigorosamente a sua pena ..COMO ? na reforma política ?

Perceberam ? A hora que o povo (que já esta de saco cheio) perceber que a tal Reforma Política não é outra coisa senão um PASSA MOLEQUE, que ela não atende em NADA os clamores populares mais prementes, sou capaz de apostar que ele vai voltar às rua, só que de forma ainda mais contundente.

Responder

Érica Batista

29 de junho de 2013 às 08h25

Sem dúvida que a Folha não se conforma com o salto da presidenta para a grande política eheheheheh

Responder

Jose Mario HRP

29 de junho de 2013 às 07h01

Pesquisinha de cartas marcadas!
Aqui nesse blog já se cantava essa bola!
Parte II do golpe que falhou, e antecipação de 2014!
Politica barata de PIG!

Aos 82 o Boca de Suvaco FHC entrou para a Academia Brasileira de Letras, onde vai privar do chazinho com o Merval, depois de ter dito que esquecessem do que ele havia escrito!
A Nélida Piñon não esqueceu !
Pelo visto só ela!

Responder

De Paula

29 de junho de 2013 às 06h12

Ao que tudo indica trata-se de uma amostragem tirada nas passeatas; o mesmo que ir ao inferno prá pesquisar sobre o índice de satisfação com Deus. Típica forçação de barra. Já que a pesquisa foi a nível nacional, como Folha afirma, por que não estendeu aos governadores?

Responder

    J Souza

    29 de junho de 2013 às 09h29

    Porque o foco da pesquisa é atingir o governo federal.
    E como este não fez nada contra sua “amiga” mídia golpista, está colhendo os frutos!


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