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Como foi a instalação da CPMI do Cachoeira


26/04/2012 - 11h49

Consenso: convidar os delegados que chefiaram as operações Vegas e Monte Carlo e o procurador-geral da República, Roberto Gurgel.

PSDB: convocar os governadores Marconi Perillo (PSDB-GO) e Agnelo Queiroz (PT-DF)

DEM: incorporar documentos obtidos durante a CPI dos Bingos.

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10 comentários

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Fabio_Passos

26 de abril de 2012 às 19h07

E apareceram as imagens dos deputados sérgio guerra e rogério marinho do psdb agindo como vândalos vagabundos em pleno congresso nacional.

Arrancando cartazes que defendem a apuração da roubalheira e enriquecimento ilícito de josé serra.

"Carta e a imagem de um vândalo:
Guerra ataca Privataria" http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2012/04/2

E a mídia-corrupta – rede globo / veja / estadão / fsp – não divulga nada porque é co-particepe dos crimes cometidos pelos tucanos na roubalheira privata.

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Joao Goiano

26 de abril de 2012 às 17h34

A mídia e blogueiros comprados continuam batendo no Roberto Requião, mas ele recupera documentos e o cerco se fecha contra o governador Beto Richa.

***

Requião manda investigar e polícia pede prisão de Cavendish. Mas Beto contrata a Delta para fazer a Linha Verde

No dia 28 de junho de 2005, por orientação do governador Roberto Requião, a Secretaria de Segurança Pública do Paraná desencadeou a operação “Grande Empreitada”, para cumprir mandados de prisão contra 27 empreiteiros e fazer buscas e apreensões em 44 endereços de construtoras. Empreiteiros e empresas eram acusados de fraudes em licitações de obras públicas. Entre os empresários, destacava-se Fernando Antônio Cavendish Soares, dona da Delta Construções S/A.
As investigações da “Grande Empreitada” haviam começado em 2004, quando Requião manifestou a certeza da existência de um cartel de empreiteiras para forçar o aumento de preço em licitações de obras públicas. Escutas determinadas pela Justiça comprovaram que Requião tinha razão. Os empreiteiros acordavam entre si quem ganharia as licitações, combinavam formas de forçar a elevação dos preços das obras e fixavam valores para corromper funcionários públicos, e assim obter informações privilegiadas e manipular os certames.
A operação deteve-se particularmente em uma licitação convocada pela Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba –Comec-, no valor de mais de 52 milhões de reais, para a construção de obras de transporte para integrar a capital e os municípios vizinhos. As empreiteiras inscritas decidiram frustrar a licitação, forçando a elevação do preço máximo das obras em mais de 25 por cento. Toda a ação foi previamente combinada e acabou caindo no “grampo” autorizado pela Justiça. Por determinação de Requião, a licitação foi anulada.
A operação “Grande Empreitada” cumpriu 27 mandados de prisão, 44 mandados de busca e apreensão e resultou na prisão de 17 pessoas, entre elas o presidente e o vice-presidente da Associação Paranaense de Empreiteiros de Obras Públicas. Fernando Cavendish estava entre os empresários com mandado de prisão e só não foi detido por não ter sido localizado, em seu endereço no Rio de Janeiro mas a sede de sua empresa naquela cidade foi vasculhada pela polícia.
Antes da operação “Grande Empreitada”, a Delta realizou pequenas obras de manutenção e conservação para a Secretaria dos Transportes . Depois da operação, nenhum órgão do Estado contratou mais a empreiteira.
Linha Verde
No entanto, a empresa de Cavendish, da que se suspeita que o contraventor Carlinhos Cachoeira seja sócio (ou mesmo proprietário), ganhou uma das maiores obras da administração de Beto Richa, quando ele era prefeito de Curitiba: a controvertida “ Linha Verde”. A obra custou 53 milhões de reais para a cidade e foi entregue com seis meses de atraso. A licitação vencida pela Delta foi promulgada no dia 14 de dezembro de 2006, um ano e meio depois da operação “Grande Empreitada”. Logo, a Prefeitura de Curitiba já possuía informações suficientes sobre a forma de agir de empresa de Cavendish-Cachoeira.
Leia a seguir documentos da operação “Grande Empreitada” e abaixo na página, uma apresentação da SESP sobre a APEOP.

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SÁVIO SOBREIRA

26 de abril de 2012 às 16h18

O ARROGANTE DEPUTADO ONIX LORENZONI DO DEM, QUER IMPORTAR DADOS DA CPI DOS BINGOS PARA A CPÍ DO DEMOSTENES, QUER TRANSFORMAR A CPI EM CPI DO FIM DO MUNDO, ENFIM EMBARALHAR TUDO E NÃO APURAR NADA.

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    abolicionista

    26 de abril de 2012 às 17h04

    O que o desespero não faz com as pessoas!KKK

Remindo Sauim

26 de abril de 2012 às 15h17

Quá, quá, Quá!

Olhem a defesa do Demóstenes segundo seu advogado:

– Não se pode admitir uma denúncia que tenha origem em reportagens.

Nada como um dia depois do outro. Quá, quá, Quá!

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ZePovinho

26 de abril de 2012 às 14h56

Pode anotar,mizifio Azenha.Eu trabalhei para esse senador da Paraíba que vai presidir a CPMI.Conheço o leão pelas patadas desferidas lá atrás e pelo rugir nas savanas do presente.Ele vai proteger o PMDB que se lambuzou na cachoeira do governo FHC.

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Almeida Bispo

26 de abril de 2012 às 14h44

Perilo e Queiroz… sei! Abraço de afogado. Um negociou com empresas legais de Cachoeira e o outro é serviçal no lamaçal de Cachoeira. Aí põe tudo junto e fica todo mundo "igual".

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Marcelo de Matos

26 de abril de 2012 às 13h41

(parte 2) No entanto, o blog Quid Novi informa que: “Eram 4h23 min da manhã, quando a Polícia Civil e o Ministério Público entraram nos gabinetes do secretário de Governo do DF, Paulo Tadeu (PT) e no do ex-chefe de gabinete do governador Agnelo Cláudio Monteiro, que deixou o Governo na semana passada após as denúncias veiculadas na imprensa, na procura de documentos que comprometessem os secretários com a Operação Monte Carlo”. “A nova Operação, batizada de Saint Michel, é um desdobramento da Monte Carlo, que prendeu hoje o diretor da Delta Centro Oeste, Cláudio Abreu, funcionários do GDF e políticos de Goiás”. Polícia Civil e MP prendem assessores de Agnelo, como prenderam, em tempo não muito distante, o assessor de Palocci, Dr. Roberto Buratti, mostrado em fotos algemado e com o macacão amarelo do presídio. Dois pesos e duas medidas? É o mínimo que se pode dizer.

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Marcelo de Matos

26 de abril de 2012 às 13h40

(parte 1) Há consenso partidário quanto à necessidade de investigar e dissenso quanto à abrangência da investigação. Há, mesmo, o risco de termos uma nova CPI do Fim do Mundo, como aquela dos Correios, em que se quis investigar tudo e todos. O objeto das investigações terá de ser delimitado. Há de haver, também, equivalência dos métodos investigativos, isonomia mesmo, com relação a todos os partidos. Digo isso porque, mais uma vez, essa isonomia está sendo quebrada. Marconi Perillo é tucano e Agnelo Queiroz, petista, certo? Quem está mais visivelmente implicado com Cachoeira? Hoje Josias de Souza publicou em seu blog transcrições de escutas telefônicas da PF em que o contraventor combina a entrega de uma caixa de dinheiro ao palácio do governo de Goiás.

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Scan

26 de abril de 2012 às 13h39

Gostei da postura do Vital do Rego.
"Sou contra sub relatorias…" e "Eu não conheço "esse volume de informações"".
Perfeito: nada de permitir cortina de fumaça e manobras diversionistas.
As sub relatorias, se necessárias, virão no devido tempo, e não segundo desejos de PSDBistas, DEMistas e canalhas em geral.

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