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Cartas de Minas
Cartas de Minas

A pedido do Sind-UTE/MG, deputados vão mediar negociação entre a categoria e o governador Pimentel

13 de março de 2018 às 21h48

Da Redação

A pedido do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais, o presidente da Assembleia Legislativa (ALMG), deputado Adalclever Lopes (PMDB),  recebeu no final da manhã desta terça-feira (13/03), a coordenadora-geral do Sind-UTE/MG, Beatriz Cerqueira.

Pela ALMG, participaram os deputados Rogério Correia (PT, 1° Secretário da Assembleia), André Quintão (PT, líder do bloco Minas Melhor), Tadeu Martins Leite (PMDB, líder da maioria), Hely Tarquínio (PV) e Leonídio Bouças (PMDB).

Em apoio aos professores, Jairo Nogueira Filho, do Sindieletro/CUT, e Sônia Mara, do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB).

O Sind-UTE/MG solicitou ao deputado Adalclever Lopes a mediação junto ao governo do Estado, visando o atendimento da pauta de reivindicações da categoria.

Desde 8 de março, os trabalhadores em Educação de Minas estão em greve por tempo indeterminado pelo pagamento do piso salarial e o cumprimento dos acordos assinados, em 2015.

Ao final da reunião, a avaliação  foi positiva.

“Até amanhã, vamos procurar uma reunião com o próprio governador Pimentel, para buscar um canal mais profícuo de negociação”, disse o deputado Correia, reiterando o “apoio incondicional” à greve e às reivindicações dos servidores da Educação.

“A receptividade do presidente da Assembleia às nossas demandas é sempre boa”, observou Beatriz Cerqueira em entrevista coletiva após o término da reunião  (veja vídeo abaixo).

“Ele se comprometeu a fazer essa mediação e agora nós vamos aguardar”, acrescentou.

Aproveitando a entrevista, a coordenadora-geral do Sind-UTE/MG fez um apelo ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas do Estado.

“Em 2011,  o Ministério Público participou ativamente das discussões sobre o piso salarial. Gostaríamos que estivesse conosco nesse debate, neste momento”, ressaltou.

“Em 2012,  Tribunal de Contas do Estado fez uma mediação para que o estado tivesse tempo de cumprir o que a Constituição federal desde 1988 determinava, o percentual de 25%”, frisou.

“Nós queremos buscar esses órgãos para que estejam conosco nesse momento”, reiterou Beatriz.

Para o deputado André Quintão, o “acordo celebrado em 2015 entre o governo  e o sindicato foi  histórico, inédito, ousado, importante”.

Só que de lá para cá, segundo Quintão, fatores políticos e econômicos nacionais fizeram com que o governo tivesse dificuldade de cumprimento do piso salarial na sua integralidade.

“As duas partes, neste momento, têm argumentos e têm razão. Portanto, o caminho é o diálogo”, defende.

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