VIOMUNDO

Diário da Resistência


Opinião do blog

‘Minas acima de tudo’ e a ‘vingança é prato que se come frio’


29/12/2011 - 18h46

por Luiz Carlos Azenha

A certa altura da entrevista dada pelo jornalista Amaury Ribeiro Jr. a blogueiros, na noite que antecedeu a chegada do livro Privataria Tucana ao mercado, reproduzi pergunta que havia recolhido nos comentários deste site, indagação de um internauta. Algo do gênero ‘Amaury, este livro serve ao Aécio?’.

É razoavelmente óbvio que o ex-governador José Serra sonha em ser uma espécie de Lula da direita brasileira, a atingir o Planalto depois de três tentativas, em 2014. Os planos presidenciais do ex-governador Aécio Neves passam, é claro, pela desistência ou derrota interna de Serra. E passam, querendo ou não o Amaury, pelo Privataria Tucana.

Na ocasião da entrevista, Amaury disse que tinha recebido com naturalidade a pauta de O Estado de Minas para que investigasse a suposta investigação bancada por Serra sobre as atividades de Aécio no Rio de Janeiro. A demonstração mais clara de que investigação de Serra contra Aécio de fato existiu, argumenta Amaury, está no fato de que uma empresa carioca, a Fence, tenha sido contratada com dinheiro público paulista, sem concorrência pública, para “proteger” a Prodesp, a empresa paulista de processamento de dados.

A especulação, na época da pré-campanha tucana, é de que Aécio teria sido chantageado por conta de um episódio ainda obscuro, envolvendo um boletim de ocorrências lavrado no Rio.

“Se algúem está investigando o governador de seu estado, uma reportagem sobre isso não é jornalisticamente relevante?”, argumentou Amaury.

Mais tarde, um observador atento  da entrevista do Amaury usou a fala do repórter para frisar uma particularidade de Minas Gerais que muitas vezes escapa aos brasileiros de outros estados. A solidariedade entre os mineiros, que seria inversamente proporcional ao ditado que diz que mineiro só é solidário no câncer.

Privataria Tucana, escrito por um paranaense que se considera mineiro, teria este viés de expressar os pontos-de-vista de Minas Gerais.

Um golpe de Dilma nas pretensões do PT paulista, um golpe de Aécio nas pretensões do PSDB paulista.

A decisão do PSDB de encampar a ação judicial contra a editora e o autor do livro, portanto, teriam sido fruto de vitórias internas de Serra contra Aécio, na visão do observador.

Tenho receio de aderir a toda essa especulação política, visto que tais jogos de cena frequentemente são utilizados para desqualificar denúncias graves (como em ‘delegado Protógenes, agente de um estado policial’).

Que as denúncias documentadas — e outras, que certamente surgirão — sejam alvo de apuração na CPI da Privataria, é o que realmente importa.

Seja como for, o Aécio não perde por esperar…

Leia também:

Líder do PT no Senado pede CPI da Privataria. Tucano reage

Amaury Ribeiro Jr: O primo mais esperto de José Serra

Gilberto Maringoni: Internautas driblam a censura privata

Serra, sobre livro: “Lixo, lixo, lixo”

Amaury Ribeiro Jr: O primo mais esperto de José Serra

E a subespécie andrea-aecius?

Fernando Brito: A conexão Citco-PHC

Luís Nassif: A reportagem investigativa da década

E já que vocês querem ler sobre lavagem de dinheiro…

CartaCapital: “Serra sempre teve medo do que seria publicado no livro

Livro do Luiz Carlos Azenha
O lado sujo do futebol

Tudo o que a Globo escondeu de você sobre o futebol brasileiro durante meio século!

A Trama de Propinas, Negociatas e Traições que Abalou o Esporte Mais Popular do Mundo.

Por Luiz Carlos Azenha, Amaury Ribeiro Jr., Leandro Cipoloni e Tony Chastinet



67 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

Geralda

25 de fevereiro de 2012 às 00h47

Deus que nos livre de tucanos, acabaram com Minas, hoje o estado tem uma dívida impagável,será que foi a educação e a saúde que faliram o estado? Nós funcionários da educação recebemos o AI5 guela-abaixo dando-nos o mais sórdido decreto se assim posso expressar de (pagamento), confiscou todos os nossos diretos adquiridos e ninguém se mexeu a educação que se dane.Tucanos tem que ser extinto…

Responder

Renato

16 de janeiro de 2012 às 08h28

Ainda não me responderam se o Amauri era funcionário público para solicitar a justiça a execeção da verdade.
Se ele não for funcionário público, cometeu crime de quebra de sigilo judicial, portanto desclassifico a informação desse jornalistazinho.
A CPI da privataria deve investigar isso também, pois caso contrário na Justiça essa prova será desconsiderada e o jornalistazinho preso.

Responder

Gerson Carneiro

01 de janeiro de 2012 às 10h06

O perigo real é o Geraldinho Opus Dei. Ele anda muito engomadinho comendo pelas beiradas. Devemos ficar de olho nele.

Responder

ZePovinho

31 de dezembro de 2011 às 13h36

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/piza-x-s

Piza x Sabino, o culto da inveja intelectual
Enviado por luisnassif, sab, 31/12/2011 – 13:26
Autor:
Luis Nassif

Tinha começado a escrever este texto semanas atrás mas deixei de lado. A notícia da morte de Daniel Piza me fez retomá-lo. É sobre o invejoso intelectual, quando confrontado com o talento. Piza foi uma das vítimas desse tipo bizarro.

A inveja e a mediocridade, nas artes, é tema que já mereceu trabalhos clássicos. De Antônio Cândido, ensaios sobre Silvio Romero, o grande escritor sergipano, mas que padecia do mal da inveja. De Eça de Queiroz um livro publicado postumamente, "As Cidades", onde o personagem principal é um jovem provinciano que imagina-se autor de grandes feitos, mas que não consegue escapar do destino frio da mediocridade.

Em ambos os personagens, o exercício autodestrutivo da inveja.

Não existe inveja maior e mais destrutiva do que a inveja intelectual, comentava comigo Renata, no auge da guerra da Veja, observando os escritos de Mário Sabino. É massacrante porque independe de hierarquias, de sucesso profissional do invejoso.

O invejoso intelectual pode ocupar provisoriamente um alto cargo. De lá, olhará para o intelectual anônimo, e, dispondo do talento de reconhecer o gênio, mesmo ocasionalmente poderoso, invejará com todas suas forças o talento que não lhe foi concedido. E amaldiçoará Deus ou a natureza.

No jornalismo, nenhum personagem contemporâneo exprimiu de forma tão explícita esse binômio mediocridade-inveja quanto o ex-diretor de Veja, Mário Sabino. Nos diversos órgãos de imprensa pelos quais passou, notabilizou-se pelo ódio intestino, malcheiroso, destrutivo, contra qualquer centelha de talento que passasse por seus olhos invejosos.

Na Veja, a falta de filtros e de discernimento dos proprietários e o fato de ser homem de confiança de Serra na publicação permitiram-lhe o terreno fértil para a mais degradante demonstração de inveja intelectual que a mídia já testemunhou. Atacou sem piedade José Miguel Wisnik, por não dispor de seu brilho intelectual, de seu talento de compositor, de seu sucesso com os consumidores de produtos culturais. Adulterou a lista dos "Mais Vendidos" de Veja para poder incluir seu próprio livro. Colocou seu blogueiro de confiança para atacar o colunista da própria revista, que poderia ameaçar seu cargo. Publicou carta iracunda de uma leitora (jamais identificada, nem com a ajuda de São Google) contra Roberto Pompeu de Toledo, principal cronista da revista. E julgou ser possível destruir o inalcançável, a imagem e o talento de Chico Buarque.

Ao mesmo tempo, valeu-se do cargo para um exercício de autopromoção, um louve-me-que-te-louvo com outros jornalistas que ainda merecerá ser imortalizado pelo talento de um novo Eça de Queiroz.

Daniel Piza foi seu alvo predileto, porque jornalista, intelectual bem sucedido, melhor candidato que surgiu para atender à demanda da mídia por Paulos Francis – porque escrevendo bem, tendo um belo cabedal de cultura mas, sem a virulência que marcaria outros candidatos a Francis. Para ocupar o espaço, outros candidatos substituíram o talento inegável (Jabor) pela truculência ou disfarçaram a falta de talento para exercício diutuno do esgoto jornalístico (Mainardi).

Piza, não. Foi um jornalista que se beneficiou da visibilidade natural, proporcionada por uma coluna em jornal de grande circulação, mas sempre se manteve digno, sem extrapolar do cargo para barganhas de elogios. E sem jamais deixar de ler, de estudar, de se aprimorar. Por isso, foi alvo de ataques impiedosos de Sabino quando lançou seu livro sobre Machado de Assis,

Todos os genéricos de intelectuais, criados nesses anos de exacerbado narcisismo, já foram devidamente reavaliados e reconduzidos de volta à ribalta – alguns mantendo o cargo interno, como Kamel, os demais nem isso. Hoje em dia é ridículo só de pensar que a revista Época elegeu um livro de Ali Kamel como um dos dez mais importantes da década. Ou que Diogo Mainardi foi saudado por Sabino como "o oráculo do Leblon". Ou que Sabino mereceu campanha de outdoors em ônibus, devido a uma barganha com a Editora Record, valendo-se do espaço proporcionado por Veja.

Morto, Daniel Piza ficará; os genéricos já passaram. Ou melhor, ainda serão imortalizados, não como autores, mas como personagens da mais extravagante demonstração de narcisismo que assolou a cultura brasileira em muitas décadas.

Responder

Aécio Neves não perde por esperar | Viva Marabá Carajás Brasil

31 de dezembro de 2011 às 12h38

[…] Aécio Neves não perde por esperar var cid= 6682; Tweet (function() { var s = document.createElement('SCRIPT'), s1 = document.getElementsByTagName('SCRIPT')[0]; s.type = 'text/javascript'; s.async = true; s.src = 'http://widgets.digg.com/buttons.js'; s1.parentNode.insertBefore(s, s1); })(); 0 comments Por Luiz Carlos Azenha, no blog Viomundo: […]

Responder

Carlos J. Ribeiro

31 de dezembro de 2011 às 12h30

Os dois são uma ameaça terrível ao Brasil. São truculentos, intolerantes, cínicos e demagogos. Serra se tornou um leitor de orelhas de livros e manchetes de jornais. Aécio só sabe falar em "agenda positiva para o Brasil". Nem ele sabe que diabo é isso. Serra, como FHC, Aécio ou qualquer político do PSDB privatiza a mãe ou a terceiriza, se por trás do negócio houver uma gratificação de pelo menos 20%. Serra é um Beato Salú tentando se manter à tona como alguns dejetos de esgoto, quando jogados no rio Tietê. Aécio ainda tem um mandato de senador, vai enganar mais algum tempo mas vai cair do cavalo. Novamente.

Responder

Michel

30 de dezembro de 2011 às 21h49

No princípio, não entendi por que Aécio optou por permanecer no PSDB. Corria a forte especulação de que, após ser eleito senador por MG, o neto de Tancredo fundaria um novo partido e abandonaria a canoa furada. Mas bastou a Carta Capital trazer à luz esta pretensão que Kassab, o pupilo de Serra, acelerou a fundação o PSD. Kassab simulou um distanciamento de Serra e cooptou políticos que supostamente adeririam ao suposto novo partido de Aécio. Este então, matuto, decidiu ficar no partido que ele sabe estar refém do Serra. O mineiro vai ficar no PSDB até desossar por completo o partido que ele sabe só existir por conta dos caciques paulistas e da grande imprensa que os potencializa. Assim, dentro do PSDB, Aécio fica muito mais confortável comendo o partido por dentro – e blindado pela mídia tucana e poupado pelos blogueiros de esquerda que sabem o desserviço que ele presta ao partido. Vô Tancredo deve rir à beça de tanto orgulho.

Responder

‘Minas acima de tudo’ e a ‘vingança é prato que se come frio’ « Ficha Corrida

30 de dezembro de 2011 às 21h17

[…] ‘Minas acima de tudo’ e a ‘vingança é prato que se come frio’ | Viomundo – O que voc… Rate this: Sirva-se:Gostar disso:GostoSeja o primeiro a gostar disso post. Deixe um comentário […]

Responder

Euler Conrado

30 de dezembro de 2011 às 17h48

Finalização do texto do Azenha mais do que adequada: "Seja como for, o Aécio não perde por esperar…"

Quando chegar a vez dele, não esqueçam que o atual governador de Minas e afilhado político do neto de Tancredo realizou o maior calote da história contra 400 mil educadores de Minas. Alterou a lei estadual do plano de carreira existente (criado pelo governo do neto de Tancredo) para burlar a Lei do Piso e com isso afrontou a Carta Magna do país, a lei federal que criou o piso e a decisão do STF, que considerou constitucional o piso enquanto vencimento básico, e não a remuneração total, como se fez em Minas.

Infelizmente, o Ministério Público de Minas, a maioria dos deputados, os diretores do TCE e boa parte dos desembargadores comem nas mãos do governo do estado. Sobre a grande mídia nem é preciso que se diga: toda ela é comprada. Mas, como visualizou corretamente o jornalista Azenha, ainda chegará a vez dos caciques do Território Mineiro, regido por leis próprias, prestarem contas ao povo brasileiro, especialmente às milhares de famílias de baixa renda, que estão sendo prejudicadas com as políticas de choque contra a Educação, a saúde e etc.

Responder

Rogério Perdigão

30 de dezembro de 2011 às 17h26

Minas é a Grande Corleone, fiquemos em silêncio!
Quanto a São Paulo, não se esqueçam da descarga, por favor!

Responder

Rogério Perdigão

30 de dezembro de 2011 às 17h20

Minas é a Grande Corleone, e fiquemos em silêncio!
Quanto a São Paulo, não se esqueçam da descarga, por favor!

Responder

Viktor

30 de dezembro de 2011 às 17h08

“Aécio não perde por esperar”. Sim ele também defende as privatizações:
http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,O…

Ao defender as privatizações, Aécio declarou: “Também vamos discutir o nosso passado porque não há nada que nos envergonhe, ao contrário do que alguns querem ver crer",

Responder

Camilo Junqueira

30 de dezembro de 2011 às 16h52

S.Paulo vem perdendo terreno mas ainda é o estado mais forte da União e essa condição leva à questão política. O problema é que São Paulo não "enxerga" o Brasil, não se sente como parte de um todo.

Responder

Sergio Navas

30 de dezembro de 2011 às 15h16

O povo ,mineiro não apóia o Aécio por ser mineiro, mas está do lado dele porque percebem ser o outro lado pior do que êle.

abçs e um feliz 2012 a todos.

Responder

    Sonia Montenegro

    30 de dezembro de 2011 às 17h25

    Não vejo coerência nessa afirmação. Os mineiros criaram o slogan Lulécio em 2006 e a Dilma foi mais votada do que o Serra em 2010, o que mostra a aprovação de Lula e Dilma em MG. Qto ao Aécio, garanto que os mineiros que não se deixam enganar pelo pig, não o apoiam. Veja os professores. Eu sou carioca e não apoio governo por bairrismo, mas pelo que acho melhor para o Brasil, bem como, creio, os mineiros mais esclarecidos. Todo mundo sabe que os Neves de MG não permitem que seja divulgada nada contra eles, e uns tantos jornalistas já foram demitidos à pedido dos Neves. Assim é fácil enganar os incautos…

Carlos J. Ribeiro

30 de dezembro de 2011 às 14h22

Aécio é blindado pela imprensa de Minas, como Serra o é pela imprensa paulista. Não sei quem é pior, mais corrupto, mais mafioso, mais canalha. Uma coisa é certa: a união dos mineiros é um fato. Mexeu com um, mexeu com todos. No caso, esse "um" é o Aécio. Poderia ser outro. Serra está no desespero. Aécio ainda tem o cargo de senador e vai enganar mais um pouco, mas será desmascarado também. Enfim, agora é guerra mesmo. Serra quase saiu no tapa com o Azeredo, pai e mãe do mensalão e o Rodrigo de Castro um dia desses.

Responder

Henderson Sousa

30 de dezembro de 2011 às 13h02

No dia em que provarem que as privatizações de fato foram levadas a cabo com práticas nebulosas, Lula soletrará, ao vivo e bom som, a palavra "heautognose".
Os senhores vivem na Lua.
Saudações democráticas.

Responder

    Anônimo do Prado

    30 de dezembro de 2011 às 17h17

    São Serapião, livrai-nos das assombrações! Mortificar-me-ei sobre tampinhas de crush se ouvirdes as minhas clamorosas preces.

    Tenório

    30 de dezembro de 2011 às 20h34

    Amem!

CPI da Privataria: Aécio não perde por esperar | Conversa Afiada

30 de dezembro de 2011 às 12h27

[…] no Blog do Miro, extraído do Viomundo do Azenha […]

Responder

Dimas

30 de dezembro de 2011 às 12h24

Como sou mineiro acho que posso escrever a vontade sobre o "playboy e quarto senador carioca" o Aócio, ou Aético ou seja qual nome for. É bobagem dizer que sua força reside só no apoio incondicional e seletivo da midia . Mas também é bobagem dizer que ela não seja uma das grandes responsáveis por isto. O pessoal está se esquecendo que agora é que começam a pipocar, não por toda midia evidentemente, mais por algumas e por blogueiros "sujos", a farsa do tão propalado "xoque de jestão" em seus oito anos. Minas está em crise, o funcionalismo público descontente(educação,saúde, segurança), o desvio de verbas da COPASA, os problemas com a CEMIG, 1 bilhão gasto na cidade administrativa, a gang dos Castros, etc. Alguém acredita que parte desta safadeza não vai respingar no sujeito, que aliás não tem projeto para o Brasil e que não consegue, por si próprio, articular nada de aproveitável? Convenhamos que o "modus operandi" dos tucanos é igual em qualquer lugar, seja em São Paulo, seja no Paraná ou em Minas Gerais. O que precisamos, para o bem do povo brasileiro, é nos livrarmos de suas garras arrasadoras.

Responder

Marcelo Pinheiro

30 de dezembro de 2011 às 12h24

O calcanhar de Aquiles do senador playboy é a questão do crescimento do patrimônio. De onde vem o dinheiro para um Land Rover top de linha de mais de R$450 mil que dirigia quando parado na blitz de madrugada carioca?

Responder

Luis Fernando

30 de dezembro de 2011 às 11h07

O negócio é o seguinte:
Caso Serra seja candidato à presidência, Aécio-Anastasia fecham seu caminho em Minas.
Caso Aécio seja candidato à presidência, Serra e sua gangue fecham seu caminho em São Paulo.
Caso Dilma saia candidata à reeleição, o PT de São Paulo ( Rui Falcão, Palocci, Dirceu e outros) fecha seu caminho para evitar mais 4 anos de afastamento do poder.
São Paulo não larga o osso, meu amigo. Desculpem os meu amigos paulistas mas os políticos desse estado são golpistas desde 1930. Não admitem largar o poder de forma alguma. Independente de partido.
Caso Dilma não satisfaça as exigências do poder petista de São Paulo, muito "fogo amigo" virá até 2014 para quem sabe, neutralizar a reeleição de Dilma e trazer novamente Lula para o embate e o retorno ao poder do PT "original".
Uma coisa é certa: quem perde mais é o PSDB que já não possui quadro político forte para a presidência enquanto o PT possui dois nomes fortes com idéias sociais igualitárias, porém, com alianças internas diferentes. Sou mais Dilma.

Responder

    Carlos J. Ribeiro

    30 de dezembro de 2011 às 16h57

    Raciocínio perfeito. Apenas observo que se a Pres. Dilma se candidatar à reeleição e dependendo de sua popularidade e da situação do país, tenho dúvidas se o grupinho petista paulista terá força para barrar seu caminho.

    Fabio_Passos

    30 de dezembro de 2011 às 21h06

    Uma lástima o Brasil permanecer aprisionado aos interesses de SP.
    É a locomotiva do atraso.

Rubens

30 de dezembro de 2011 às 10h59

Eu digo para minha esposa PSDBista que torço para Serra se candidatar em 2014. Será a vitória mais fácil do PT em todas as eleições já realizadas..r.s…

Responder

João Paulo

30 de dezembro de 2011 às 10h34

Aécio não é unanimidade aqui em Minas. É quase uma unanimidade negativa entre os professores, agentes de saúde, polícias e demais funcionalismo. Nem mesmo em São João del-Rei ele é unanimidade. Quando em 2004, lançaram a chapa Sidinho do Ferrotaco-Zezé da Farmácia em São João, os meus condiscípulos sanjoanenses (então havia na Unipac Barbacena, centenas de alunos de São João del-Rei) divulgaram boatos que corriam na sua cidade que Aécio removera todos os obstáculos a essa chapa pela quantia de cinco milhões de reais. Isto é o que se dizia em São João na época.

Minha grande causa é impedir o Aécio de ser eleito presidente. Acho que para ele bem caberia aquela música ''Seu mé'', que os cariocas fizeram para Artur Bernardes, em 1921.

Responder

    Ricardo_Alves

    30 de dezembro de 2011 às 19h58

    sou mineiro, sou do triangulo aqui esse aecim nao tem vez, na ultima eleicao minha presidenta ganhou e helio costa tambem, fiquei muito feliz.

niveo campos e souza

30 de dezembro de 2011 às 08h19

Aécio é um "sepulcro caiado".
Para bons entendendores "um pingo é letra".

Niveo Campos e Souza

Responder

Taiguara

30 de dezembro de 2011 às 06h13

Já manifestei aqui que minha desconfiança em relação ao Amaury se fortaleceu quando observei o entusiamo de seus aplausos ao Delegado Protógenesquando este defendeu o Aócio, na entrevista no Sindicato dos Bancários de SP. Tenho o pé atrás com esse livro. Também já declinei diversas vezes minha concepção de que o Aócio é dependente cínico das drogas da dissimulação e do engodo,portanto, nãs me surpeende que ele se escude na alegação de que determinado trecho do livro o inocenta. Bobagem… A pergunta que fundamenta e põe a polícia no encalço dos criminosos é : A QUEM INTERESSA O CRIME? Neste caso está claro quem o livro é um "crime de mando". Interessa chegar ao "mandante"? Aqui, na padaria da esquina, em belzonte, tem um balção cheim de pão de queijo. TODOS DOINDIN PRÁ ABRIR O BICO.

Alguém acredita que o PSDB vai colocar em risco o futuro do seu, agora, único candidato ao Planalto?

Pessoal; o Serra é cachorro morto….Mas está em suas mãos, ou melhor em seus ARQUIVOS, a peçonha que va eliminar esse aprendiz de ditador, o Baladeiro do Baixo Leblon, do caminho dos brasileiros.

VEM AÍ A MÃE DE TODAS AS BICADAS.

O PERIGO MORA EM MINAS. E,pior, dirige bêbado.

Responder

    Pisquila

    31 de dezembro de 2011 às 01h43

    Como sou mineiro da gema do ovo que entrou na receita do pão de queijo, creio que esse Taiguara não tem nada de mineiro. Deve ser mais um paulista a mando do Serra, se passando por mineiro para detonar o Aécio. Aliás, eu quero mesmo é que o Aécio se ferre pois seu governo foi a maior enganação e o de Anastasia vai pelo mesmo caminho. Porém, uma coisa que mineiro não aceita é ver paulista querendo dar pitaco nas coisas de Minas. Destesto paulistas prepotentes (apesar das honrosas exceções, "paulista prepotente" é pleonasmo). Aliás, é por isso que o mineiro se dá melhor com os cariocas; pelo menos esses não querem mandar em Minas e são muito mais tolerantes com as diferenças culturais existentes nesse imenso Brasil.

    João Paulo

    31 de dezembro de 2011 às 11h29

    Prezado Pisquila

    Não partilho de suas preocupações quanto ao Taiguara. Acho que ele levantou uma questão importante. Aécio pode, sim, sair beneficiado com o livro do Amaury, que detonou o Serra com todas as letras. E se ele resolver renunciar ao cargo de senador, para poder mudar de partido? E se ele entrar no PSB do Eduardo Campos? Você já pensou nessa possibilidade? Fora do PSDB, e dentro do PSB ele pode acabar convencendo o Brasil de que é mais candidato do que a Dilma. Aí eu acho que ninguém vai segurar o Aécio. Senão vejamos. O grande handicap da Dilma foi o Nordeste. Com Aécio no PSB, ele pode obter muito bem os votos de Pernambuco e do Ceará. E aí obtem de quebra os do Rio Grande do Norte, Paraíba e Alagoas. Para a Dilma vai restar a Bahia, Sergipe e Maranhão. Para evitar a eleição dele precisaríamos de contar com a máquina paulista trabalhando contra Aécio em São Paulo. Lógico, Minas daria a Aécio os seus 80% de votos. E ele como candidato do PSB poderia obter o resto de que precisa nos outros Estados. Se o PSD do Kassab resolver apoiá-lo, aí vamos ter a campanha decidida a favor do Aécio.

    Por isso mesmo que eu temo que este livro seja o Álibi do Aécio, embora o Amaury tenha detonado os tucanos de um modo geral. Sou tão mineiro quanto você, e Professor de História, portanto, integrante de uma classe que não quer ver Aécio presidente nem pintado de ouro.

    Feliz Ano Novo para você e todos os familiares.
    João Paulo Ferreira de Assis.

    Gustavo

    31 de dezembro de 2011 às 21h23

    Corretíssimo. Vejo uma semalhança com Collor. A direita jovem e com a imprensa a seu lado.

Francisco

30 de dezembro de 2011 às 05h21

A solução para o PSDB é tirar o "B"…

Responder

Gerson Carneiro

30 de dezembro de 2011 às 00h25

Se o candidato for o Serra, a derrota é certa; se o candidato for o Aécio, o Serra vai fazer de tudo para o Aécio não vencer.

Nesse briga eu torço para os dois e traço o risco no chão. Quem cuspir por último é a mulher do Bispo.

Responder

Jonas Resende

30 de dezembro de 2011 às 00h18

Acho que quem não perde por esperar, Azenha, é a tucanada toda, ainda mais com a internet no estágio atual de influência e Dilma ampliando cada vez mais a banda larga para o alcance de mais pessoas.

Responder

O_Brasileiro

29 de dezembro de 2011 às 23h58

Serra é o melhor que o PSDB tem a oferecer? Imaginem então o que sobra…

Responder

    Marta

    30 de dezembro de 2011 às 09h06

    Serra é o melhor candidato da oposição versus Dilma em 2014.

El Cid

29 de dezembro de 2011 às 23h24

Há outro complicador para o PSDB: o Amaury apregoa, e não faz segredo, que tem material para outro livro de igual teor explosivo. Se ele tiver que provar o que diz, quem sabe o que ele tem na manga? E se ele tiver investigado a famosa "lista de furnas" que os tucanos dizem que nunca existiu, mas sobre a qual existem decisões judiciais afirmando o contrário? O melhor para os tucanos é piar pianinho, recolher as penas e colher o que plantou.

Responder

Fabio_Passos

29 de dezembro de 2011 às 23h18

Será muito interessante acompanhar a luta intestina no psdb.
Creio que um salve-se quem puder é iminente.

Os tucanos não podem condenar o aécio que na verdade apenas se defendia dos ataques sujos e violentíssimos do serra.
A turma do serra acusava aécio de ser um cheirador de cocaína e de bater em mulher na noite carioca.

E o fhc? Que covardão…
o partido privata caindo aos pedaços diante de acusações gravíssimas de roubalheira… e o fhc fugiu prá Paris?!

Responder

FrancoAtirador

29 de dezembro de 2011 às 23h13

.
.
COLUNA – Mônica Bergamo

Da Folha de S. Paulo, via Agência Senado

EU NÃO
E a equipe de Aécio Neves (PSDB-SP), apontado como inspirador das reportagens que resultaram no livro com acusações a José Serra, diz que a própria obra o inocenta. Nela, Amaury afirma que foi escalado pelo jornal "Estado de Minas" para descobrir se Serra espionava Aécio. Depois, "usando a liberdade conferida aos repórteres", aprofundou "averiguações" que envolveriam Serra.

NA DIREÇÃO
A publicação do livro, definido por Serra como "lixo", azedou ainda mais a relação entre ele e Aécio. Um amigo do mineiro, no entanto, diz que "as pessoas têm que entender que Aécio não faz "dossiezinho", não olha para o retrovisor, nem pros lados nem pra trás. É por isso, aliás, que dirige muito mal."

http://www.senado.gov.br/noticias/senadonamidia/n

Responder

Alvaro Tadeu Silva

29 de dezembro de 2011 às 23h01

Prestem atenção: durante a campanha eleitoral de 1989, recebi um telefonema da filial de Maceió. Perguntei à colega que me pedira uma informação, se ela já tinha "collorido". Ela indignou-se, disse que o alagoano o conhecia bem, que "elle" não ia se criar lá no Nordeste. E que o apelido "delle" era "Fernandinho do Pó", confirmando os boatos que corriam no Sudeste. Final da história; além de ter ganho a eleição, houve municípios de Alagoas que com fraude ou sem, Collor teve 99% dos votos. Portanto, não se fiem nessa história de que o Vampiro está morto. Mais morto estava Maluf, hoje é ídolo da parcela da população que vota no PSDB.

Responder

Jorge Nunes

29 de dezembro de 2011 às 22h56

Este texto também ajuda: http://www.advivo.com.br/node/731307

Responder

Jorge Nunes

29 de dezembro de 2011 às 22h53

O PSDB precisa de gente, de novas pessoas. Tem a chance única de se livrar de José Serra, basta o apoio do militantes tucanos.

Os filiados ao PSDB poderiam pedir eleições para trocar toda a cúpula do partido.

Se a mídia brasileira tivesse agido normalmente em torno do livro este movimento já estaria sendo feito. Mas mídia prefere defender o que está errado a todo custo.

Responder

    Aline C Pavia

    30 de dezembro de 2011 às 11h43

    "Militantes tucanos"??
    kkkkkkkkkkkkkk Piada da década.

    Fabio_Passos

    30 de dezembro de 2011 às 19h59

    Há grupos importantes que atuam na militância tucana. Não é difícil identifica-los na rede.

    – grupos de neo-nazistas,
    – racistas leitores da veja,
    – defensores da ditadura e da tortura,
    – capachos assumidos dos ianques

    enfim, se o bolsonaro entrar para o psdb não vai mudar muito o perfil da militância tucana.
    bolsonaro se sentiria em casa.

Luis

29 de dezembro de 2011 às 22h19

Como mineiro digo: O Aécin pode até ter muitos simpatizantes aqui em Minas. Isso pq o cara comprou a imprensa inteirinha, manipula tudo, gastava muito com propaganda de seu governo. Enfim, pura balela q a maioria do povo mineiro vai na onda. Mas como diria "minas são muitas", temos muitos aqui q detestam este tal de Aecio. Podres do cara é q não falta: essa coisa do "pó de giz" é problema pessoal dele, ser fanfarrão tbm já demonstra sua indole, mas o q não admitimos é a má gestão pública dele q quebrou Minas e ninguém sabe…

Responder

    Carlos

    30 de dezembro de 2011 às 09h57

    Essa balela tucana é conhecida e aceita em São Paulo também. Aqui essa gente comanda tudo e todos (incluindo o povo) há mais de 20 anos. O estilo deles ? Um exemplo : Em Aparecida-SP , conhecida cidade turística religiosa católica, a prefeitura tucana – que não tem oposição – com o apoio dos vereadores instituiu uma taxa obrigatória para todos : a taxa dos bombeiros. Inaugurada na semana que passou com direito a fogos na presença dos políticos , é curioso ver as letras garrafais "Polícia Militar do Estado de São Paulo". Enquanto isso na TV pode-se ver o dinheiro indo para o ralo com a propaganda do PSDB exaltando seus feitos , contratação de Policiais Militares, compra de Tablets para eles, etc. Aonde estão esses policiais ? Ninguém sabe. Não se vê polícia nas ruas nas cidades . Talvez nos bairros nobres da capital.

    Fato é que quem vai pagar a conta da vinda dos Bombeiros do ESTADO DE SÃO PAULO para a cidade de APARECIDA-SP é o povo com a criação de MAIS UMA TAXA. Mesmo com a constituição garantindo que é dever do estado prover segurança e com todas as taxas e impostos que já pagamos.

    Aí pode-se pensar : E O POVO ? O povo nada. Aceita "resmungando" o seu destino e certamente reelege o PSDB tanto no estado quanto na cidade.

    A força da propaganda e da mídia comprada é IMPRESSIONANTE. Por isso não meu iludo com nada. Só mesmo um MILAGRE para fazer o PSDB perder força em São Paulo.

    O povo não se interessa por política senão a que acompanha pela mídia oficial. Para cada um que se mostre interessado no funcionamento dessa máquina especializada em roubar dinheiro alheio há 10 que "engolem a balela" vinda da TV. A proporção é desigual demais.

    Por outro lado, nada pode garantir que saindo o PSDB , o que entrar no lugar será diferente nas práticas. Não ao menos para mim que percebo muito bem os "malfeitos" vindo de toda parte e envolvendo todas as SIGLAS. Não , não tenho partido. E para mim quem tem é mal intencionado mesmo.

    Ou seja : Quem liga?

    Eu só desejo NÃO MAIS TER QUE VOTAR OBRIGATORIAMENTE. Sem papelzinho compravando voto ou justificativa.

Guilherme Souto

29 de dezembro de 2011 às 21h39

Serra é ainda o nome paulista, afinal, qual seria o outro? São Paulo é o centro nervoso – às vezes raivoso – tem que dar as cartas. Agora, é esperar para ver no que dá a publicação do Privataria Tucana.

Responder

    Antonio

    29 de dezembro de 2011 às 23h55

    Serra é nome de político moribundo de extrema direita, corrupto e patético. Só falta repatriação da grana e xilindró.

    José Ruiz

    30 de dezembro de 2011 às 08h24

    Certamente não para todos os paulistas, Guilherme… nessa linha que você está apontando, Maluf já foi rei… aliás, para uma parcela do eleitorado, mínima – ainda bem – ele ainda será, mesmo que atrás das grades…

    Guilherme Souto

    30 de dezembro de 2011 às 10h45

    José, eu não defendo que seja assim, muito pelo contrário. Apenas observo o que os paulistas, sejam tucanos ou petistas, fazem de tudo para se manterem à frente dos outros estados na condução da política do país.

MA_Jorge

29 de dezembro de 2011 às 20h53

Não é por nada não mas eu acho que em algumas daquelas marteladas que o Cerra dava no pulpito da Bolsa, ao completar o leilão de alguma estatal, deixou escapar o martelo do cabo e atingiu a cabeça. De lá para cá, o que não falta sair da cabecinha pelada é m* e, por incrível que pareça, aquela de papel, uma até que se bem escondida e não explorada por assessores imbecis, esta poderia limpar parte das sujeiras que de lá efluem e teria, quem sabe, oferecido maiores chances para o "coiso".

Depois de chamarem Ali Kamel e perito Bolina para uma última tentativa, deu no que deu. Ela, a bolinha, foi justamente a que colocou ele no caminho de sua derrota sistemática, na sua eterna fuga da história; martelo, bolinha e m* se confundem no processo de traçar o destino do Almirante.

… o Amaury, alegre, oferece trezentas e poucas páginas para limpar um pouco da obra do Chirico.

Sei não, ainda é pouco, precisamos de outro livro, mais páginas, mais rolinhos agora para a história do Cerra!

Responder

bentoxvi-o santo

29 de dezembro de 2011 às 20h31

Azenha.

O importante não é o xeque…o importante é o xeque- mate…

Responder

Augusto

29 de dezembro de 2011 às 20h25

Agora que o povo de Minas é unido, isso é verdade mesmo! Estive há pouco tempo em Belo Horizonte e aproveitei para conversar com os taxistas, com o pessoal do hotel, do restaurante, etc. Um taxista me disse que o Aécio usa um pó de giz danado e que só quer saber de farra… E mais, que todo mundo em Minas sabe disso… Mas que mesmo assim, só voto no Aécio. O cara é simplesmente uma unanimidade em Minas. Tentei argumentar dizendo que Aécio não havia feito nada por Minas, que o cara não passa de um grande 171, mas eu percebi que o pessoal logo se aborrece, fecham a cara mesmo, como quem diz, o que que esse paulista de merda está fazendo aqui? Fiquei tão surpreso que posso dizer que é melhor ficar bem quieto, porque há realmente o risco de você apanhar lá se falar mal de Aécio. Não sei o que acontece, mas a macumba do cara é forte.

Responder

    ZePovinho

    30 de dezembro de 2011 às 12h33

    Augusto

    Em estados de pouca industrialização,o governo emprega a metade da população.Isso ocorre,também,no nordeste.É o caso da Paraíba,onde metade vota no PMDB e metade no PSDB porque os governos não conseguem abarcar todo mundo com as pernas.

    Eder Anderson

    30 de dezembro de 2011 às 13h29

    Bom…
    como mineiro posso te garantir, que Minas não esta "TÃO" fechado com Aecio da forma que acha…

    que ele tem força em Minas…"é chover no molhado"….

    mas acredite……
    por mais bizarro que seja…..em Minas o Aecio esta mais proximo de Dilma/Lula e PSB que do proprio PSDB…
    por um simples motivo…A LEGENDA PSDB é odiada em Minas.
    engano quem pensa que o atual governador foi eleito usando a sigla PSDB.
    Mas…..
    de certa forma…..o blog esta certo em uma coisa……
    no livro……qdo o presidente do Estado de Minas diz……
    Não Mexa com Minas Gerais…..
    aflora nosso maior defeito….SOMOS VINGATIVOS, "CORPORATIVISTAS"……e protegemos os NOSSOS.

    Luis Fernando

    30 de dezembro de 2011 às 23h03

    Augusto, isso não é só em Minas não.
    Vá passear em Salvador e tente falar mal do ACM pra algum taxixta, por exemplo.
    Está sujeito o rapaz passar o facão em você. Aquele monstro lá ainda é Deus.
    Fiquei sabendo que Salvador tem um cruzamento engraçadíssimo.
    Avenida Antônio Carlos Magalhães com rua Jesus Cristo. É demais, não?

    Gustavo

    31 de dezembro de 2011 às 21h21

    Voto com o relator. Aécio encanta 60% do eleitorado. No fundo, porém, seu pricipal slogan eleitoral, o choque de gestão, nada mais é do que o resultado do aumento de arrecadação expressivo, através da expressiva melhora econômica trazida pelo aumento do minério de ferro (Minas tem uma indústria medíocre baseada quase exclusivamente em produtos ferrosos) e de cobrança de ICMS sobre combustível, telefone e energia elétrica.Somado a isto, temos também investimentos milhonários em propaganda e mídia evidentemente omissa.
    Em resumo, tudo que aconteceu foi resultado de dinheiro e de marketing.

    João Paulo

    31 de dezembro de 2011 às 22h42

    Augusto não faça isso!!!!!!!!!! Não chame Aécio de 171 nunca!!!!!! Ainda tem muita gente que ouve dizer que o político fulano de tal é ladrão, e aí vota nele porque acha que os melhores políticos são aqueles que roubam mas fazem.

    Sei de experiência própria. Eu estava alertando os eleitores contra o Collor da mesma forma que você faz hoje. E um velho teve a coragem de me responder:

    – Antão, o Cóli é que o home bão. Eu mais a Gerarda nois vai votar no Cóli.

    Não adiantou nada, não adiantou argumentar. Collor foi unanimidade naquela família. Sei que o velho, a esposa, dois filhos, duas noras, filha, genro, um neto, a mulher do neto, a neta, o marido da neta, o pai e doze irmãos de uma das noras. Os pais e a irmã da esposa do neto, mais dez irmãos do genro, com suas esposas. Ao todo foram 48 votos que eu consegui para o Collor, só chamando ele de ladrão. Recorri a um amigo para me explicar porque isso tinha acontecido. Ele me disse que essa moda começou em São Paulo, com Ademar de Barros.
    Portanto, eu te peço, não chame o Aécio de ladrão. Deve ter outro meio de convencer o eleitor que não seja este.

    Eu por exemplo, contra o Serra, o que eu aleguei contra ele foi ele ser noctívago. E lembrei de que Hitler também era, e havia deitado às cinco horas da manhã do dia 6 de junho de 1944. O Comandante das tropas alemãs na Normandia estava em Berlim. Os alemães telefonaram para Berlim e o Marechal Keitel disse que Hitler havia se recolhido, e ordenado que só o despertassem às doze horas. E quando Hitler acordou, nada mais havia a fazer. Os aliados haviam desembarcado na Normandia, no chamado Dia D. Agora imaginem o Brasil precisando do seu presidente numa emergência e ele dormindo…

Augusto

29 de dezembro de 2011 às 20h20

Azenha, você acredita mesmo que o Serra ainda ambiciona ser presidente da República??? Cara, o Serra só pode estar louco se pensa em concorrer mais uma vez à Presidência da República. Ninguém vai mais apoiá-lo, nem a mídia. O Serra para mim foi definitivamente enterrado politicamente. Escreva aí: Não ganha nem para prefeito de São Paulo.

Responder

    Aline C Pavia

    30 de dezembro de 2011 às 11h43

    Ele ambiciona. Ponto final. Ele ambiciona qualquer coisa desde que a primazia seja para si.

    Rubens

    30 de dezembro de 2011 às 11h48

    Augusto, não menospreze a quantidade de cérebros neoliberais que votariam no Cerra para prefeito, hein? Aqui em São Paulo, a mídia elege seus políticos. São Paulo, minha cidade, é a lixeira política do Brasil.

    Marcio H Silva

    30 de dezembro de 2011 às 23h54

    Mas ele é LOUCO, por poder e por dinheiro…

Maria Fulô

29 de dezembro de 2011 às 19h17

A verdade é que se tivéssemos uma imprensa minimamente honesta, tanto Serra (com sua carta assinada e com firma reconhecida que exerceria a Prefeitura de SP até o fim, ou seja, um mentiroso burro, que mente por escrito…) quanto Aécio (pego dirigindo bêbado e com a carta vencida) já poderiam ser consideradas cartas fora do baralho. Ainda existem politicamente porque a manipulação da opinião pública ainda é indecente… mas, reconheçamos, já foi bem pior antes da Internet…

Responder

betinho2

29 de dezembro de 2011 às 19h00

Cogitou-se a alguns dias que Serra poderia deixar o PSDB, rumo ao PSD. Com o Privataria Tucana vai ter de fincar âncora no PSDB, se quizer tentar a sobrevivência. Do lado de fora vai virar "geni" dos ex-companheiros. Do lado de dentro os "rabos" continuam atados.

Responder

betinho2

29 de dezembro de 2011 às 18h55

Eu já escrevi que o Aécio fez do Serra o "cavalo encilhado" para tentar o Planalto. É bom porém lembrar que Aécio costuma cair do cavalo.
Escreve o Azenha:"Seja como for, o Aécio não perde por esperar…"

Na verdade Aécio tem tanto ou mais "fragilidades" que Serra para serem explorados numa campanha presidencial. O tempo dirá.

Responder

Deixe uma resposta

Apoie o VIOMUNDO - Crowdfunding
Loja
Compre aqui
O lado sujo do futebol

Tudo o que a Globo escondeu de você sobre o futebol brasileiro durante meio século!