VIOMUNDO

Diário da Resistência

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Opinião do blog

Hugo Chávez e aquela pílula alucinógena do Kadafi


24/02/2011 - 20h58

A farinha estatal faz parte da cesta básica vendida por uma fração do preço na rede de mercados do governo

por Luiz Carlos Azenha

Quando a gente acha que já ouviu de tudo na vida, aparece o Muammar Kadafi dizendo que a Al Qaeda e pílulas alucinógenas são as razões para a revolução na Líbia. As pílulas, pelo que entendi, teriam sido distribuídas aos jovens rebeldes (será que ele está falando do ecstasy?).

De acordo com Fidel Castro, haveria por trás da revolta o interesse da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) de controlar a Líbia. Será que o comandante também tomou a pílula?

Bem, a teoria de Fidel não é completamente inverossímil, se considerarmos que a Líbia é um importante fornecedor de petróleo para a União Europeia e os Estados Unidos.

Porém, tenho comigo que estava todo mundo feliz com o Kadafi no mundo. O ditador líbio tinha se dedicado em anos recentes a restabelecer suas relações políticas e comercias com o Ocidente. Como integrante da OPEP, jogava pesado em defesa do valor do petróleo (nesse campo, em aliança estratégica com a Venezuela). A Líbia fez investimentos em vários países da África, rompendo o isolamento geográfico do Saara e, com isso, Kadafi fez muitos amigos no continente.

Aparentemente quem não estava contente com ele era uma parcela considerável dos próprios líbios.

Em um texto anterior, a respeito de minha recente viagem à Venezuela (clique aqui para ler), relatei que existem críticas consistentes de esquerda ao governo Chávez.

Pergunta frequente dos que conversam comigo: mas ele ganha as eleições de 2012?

Sou péssimo para fazer prognósticos eleitorais. Se tivesse que apostar, apostaria que sim, que Chávez será reeleito para mais um mandato.

Apesar da inflação, da criminalidade e de problemas de abastecimento.

A economia venezuelana, como escrevi anteriormente, continua basicamente dependente do petróleo. A produção agrícola, por exemplo, representa hoje apenas 5% do PIB, pouco acima do que representava quando Chávez assumiu há 12 anos.

Isso significa que a economia venezuelana flutua de acordo com os preços internacionais do petróleo.

Quando eles desabam, ela vai junto. Quando sobem, a injeção de dinheiro dá um ânimo nas coisas.

Desde a crise no Egito os preços internacionais do petróleo começaram a subir. Mas, com a revolução na Líbia, eles realmente dispararam. E a agitação no Oriente Médio, que está apenas começando, é garantia de que o preço do barril não vai ficar abaixo dos 100 dólares por um bom período. Talvez um, dois anos.

Ou seja, se o preço dos alimentos — que estão em alta no mundo — afeta enormemente a Venezuela, um país que importa quase tudo do Brasil, o preço do petróleo dá uma imensa folga de caixa a Hugo Chávez. Aquela pílula alucinógena do Kadafi acaba, ironicamente, colaborando com a campanha dele.

Para saber como Chávez pendurou FHC no pescoço da oposição, clique aqui.



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77 comentários

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Nelson

26 de fevereiro de 2011 às 17h33

Meu caro Pamplona

Mais um benefício que a DEMOCRACIA dos EUA, na qual está garantida a alternância nos nomes daqueles que detém o poder, como tu queres, levou aos iraquianos: o horror da contaminação radioativa resultante do uso de munição à base de urânio empobrecido. Um número que só faz crescer de pessoas contraindo câncer e outros tumores e de crianças nascendo defeituosas.

Dê uma olhada nos links abaixo e verás um pouco da democracia com que a DEMOCRACIA dos EUA está brindando os iraquianos:
http://www.rebelion.org/noticia.php?id=95034, de 12/11/2011 – La responsabilidad de Estados Unidos en la contaminación de Iraq con uranio empobrecido;
http://www.rebelion.org/noticia.php?id=21889 – de 27/10/2005 – El uranio empobrecido es un ADM (Arma de Destrucción Masiva);
http://www.resistir.info/iraque/du_21mar10.html – Urânio empobrecido:
Um crime de guerra dentro de uma guerra criminosa.

Responder

Nelson

26 de fevereiro de 2011 às 17h17

Meu caro Pamplona.

Nos EUA existe alternância nos nomes dos que exercem o poder. Portanto, trata-se de uma democracia, seguindo a linha de teu pensamento.
Pois, veja o que esta DEMOCRACIA levou ao Iraque desde que as tropas estadunidenses invadiram e ocuparam, para não mais deixá-lo, há praticamente oito anos:
– Mais de 1 milhão de iraquianos mortos;
– Entre 1 e 2 milhões de viúvas;
– Cinco milhões de órfãos;
– 4,5 milhões de iraquianos obrigados a deixarem suas casas – metade desse número acabou fugindo do país.
Esses números você pode consultar no artigo El espeluznante costo humano de la guerra de Iraq, publicado em http://www.rebelion.org/noticia.php?id=80204, de 04/02/2009.

Responder

Nelson

26 de fevereiro de 2011 às 16h55

Meu amigo!

Parece que o nosso companheiro Pamplona continua "mais perdido que cego em tiroteio" nessa cisma em qualificar o Hugo Chávez de ditador. Repete o discurso do governo, dito democrático, dos Estados Unidos, e ainda quer que acreditemos que é de esquerda.

Então, basta ter alternância em alguns nomes no escalão governamental para que um regime seja qualificado como democracia, meu caro Pamplona?

Que visão mais curta e pobre do que deve ser uma democracia.

Contra o desejo de milhões de estadunidenses e de cidadãos de outros países, o Sr George Bush ordenou a invasão e ocupação terrorista do Iraque por suas tropas, que Obama manteve.

Seguindo a lógica do teu pensamento, Pamplona, o regime de governo dos EUA, em que Bush deu lugar a Obama – garantindo o que tu chamas de alternância – e nada mudou, a não ser cosmeticamente, é uma democracia.

Responder

Escrevinhador

25 de fevereiro de 2011 às 20h28

[…] Sobre Gaddafi e suas estranhas declarações, confiram a análise de Luiz Carlos Azenha, no “VioMundo” […]

Responder

pirolito

25 de fevereiro de 2011 às 20h02

Ao contrário Pamplona. São vcs reacionários que vivem chamando o Chavez de ditador (embora eleito) e de querer perpetuar-se no cargo. Valeu, no entanto, essa sua analogia com o tucanato aqui em SP, que de fato não querem largar o osso.

Responder

Otaciel de Oliveira

25 de fevereiro de 2011 às 18h56

Vejam esta matéria (aqui incompleta) no blog do Nassif:

Por Pepe Escobar, do Asia Times Online | Tradução: Coletivo VilaVudu

Um espectro ronda o Golfo Persa: a democracia [1].

Nessa terça-feira, nada menos que 20% da população do Bahrein reuniu-se na rotatória Lulu (Pérola) (na foto) em Manama na maior manifestação contra a monarquia feudal, ação intimamente conectada à grande revolta árabe de 2011. Amostra de toda a sociedade bahraini – professores, advogados, engenheiros, suas mulheres e filhos – numa marcha infinita, em volta do monumento, coluna compacta nas cores vermelho e branco, da bandeira nacional.

E eu pensava que nesses últimos dias a revolução só estava ocorrendo na Líbia.

Responder

Luís

25 de fevereiro de 2011 às 18h43

Essa farinha alucinógena que você pensou vem da Colômbia, Peru ou Bolívia.

Responder

Seger

25 de fevereiro de 2011 às 18h21

A diferença entre Lula e Chávez é que Lula focou a economia, e Chávez o povo.
Lula fez a alegria do empresariado brasileiro, das empreiteiras, dos latifundiários, e por isso mesmo não é um "louco", um "ditador". Com algum troco do que o Brasil produz, ele tirou milhões da miséria. Mas Lula não modificou em quase nada a estrutura, sobretudo a estrutura política do país. Quem só mandava continua só mandando, quem só obedecia continua só obedecendo.
Não posso saber muito sobre a Venezuela, pois não vivo lá e não acredito em quase nada daquilo que dizem sobre a Venezuela. Porém, esse saco de farinha me dá impressão de que lá a população está sendo incluída no jogo político. Isso poderá representar no médio e longo prazos a sustentabilidade necessária para um país que dê certo.

Responder

mila

25 de fevereiro de 2011 às 17h56

O preço do petróleo baixou. John Galliano é o estilista do Gaddafi. A aparição com o guarda-chuva foi muito bizarra. Melhor ler os tweets do povo de lá .

Responder

IV Avatar

25 de fevereiro de 2011 às 17h50

Lembrei do professsor Hariovaldo Prado, será a pípula de São Serapião..rsss

Responder

Omar Palestino

25 de fevereiro de 2011 às 17h43

Caro Gustavo
Assista o documentário Guerra contra a democracia de John Pilger e verá a diferença entre Chaves e a oposição Venezuelana.

Responder

ZePovinho

25 de fevereiro de 2011 às 17h15

ESTADO DE MAL ESTAR SOCIAL:A GRANDE CONTRIBUIÇÃO DO TEA PARTY
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/wisconsi

Wisconsin: negociações trabalhistas proibidas
Enviado por luisnassif, sex, 25/02/2011 – 17:51

Por MiriamL

Do Opera Mundi

Wisconsin aprova projeto de lei que proíbe negociações trabalhistas

Um dia após manifestantes contrários ao projeto de lei que pretende proibir negociações coletivas entre os funcionários públicos no estado de Wisconsin reunirem cerca de 100 mil pessoas, a maioria dos deputados da Assembleia do estado votou nesta sexta-feira (25/02) a favor da medida, proposta pelo governador, Scott Walker, do Partido Republicano.

Com a aprovação da lei, além de retirar dos sindicatos dos trabalhadores públicos o direito de discutir condições de trabalho e benefícios, o governo de Wisconsin – estado pioneiro na adoção de direitos trabalhistas – também obrigará os trabalhadores a aumentarem as contribuições para o sistema de pensões e de seguro médico, aliviando assim as despesas estatais. A medida permitiria poupar cerca de 150 milhões de dólares por ano, de acordo com Walker, eleito com o apoio do movimento ultra-direitista Tea Party. …………………………………..

Responder

Marcelo Fraga

25 de fevereiro de 2011 às 17h04

Você se esquece que o Chávez libertou um país dominado.
E o que o PSDB fez em São Paulo? Privatizou empresas e mandou a PM bater em professor.

Responder

Pedro

25 de fevereiro de 2011 às 15h34

Azenha, queria chamar tua atenção para uma questão apenas: alimentos. Já ao usar esse termo você está remetendo para uma questão que nao existiria, no Brasil, por exemplo, se Serra tivesse ganho as eleições. Quando governado por tucanos, por exemplo, o povo não come. O povo tem, ou não tem, poder aquisitivo. Se os tucanos estivessem governando o país e faltasse arroz, o que é que a Globo diria? O preço do arroz aumentou tanto por cento. Alimento e gente só existem quando é o Lula que governa. No caso da Venezuela, quando o governante é o Chávez.

Responder

Panco

25 de fevereiro de 2011 às 14h40

Um outro ponto de vista sobre os acontecimentos na Líbia. http://www.diarioliberdade.org/index.php?option=c

Responder

Otaciel de Oliveira

25 de fevereiro de 2011 às 14h18

DOIS ERROS

Dois erros no meu comentário anterior: Saiu interessando quando o correto seria interessante. Saiu reconssiliar quando o correto é reconciliar. Mas mantenho o comentário intácto.

Responder

Silvio

25 de fevereiro de 2011 às 13h37

Azenha:
Não podemos esquecer o que era Venezuela antes de Chaves. Não produzia nada, se importava todo. Não tinha leite, nem alfaces, nem ovos, nem carne. Era um povo de analfabetos, sem saúde pública, sem médicos, nem medicamentos. Agora se está fazendo reforma agrária, construindo casas para o povo, melhorando o transporte, não tem mais analfabetos se tem construído uma faculdade de medicina enorme para 100, 000 estudantes. Tem saúde pública medicamentos grátis para todos,médicos para todos.Agora e esperar o resultado ,não se faz as coisas de um dia para u outro.Leva muito tempo.Aqui nos somos informados, por uma imprensa ao serviço das elites, e por o tanto apóia a elite Venezuelana,que se cansou de roubar, junto com os americanos.

Responder

Josué Candido

25 de fevereiro de 2011 às 13h30

Na minha opinião, esta revolução no Oriente Médio tem origem no descontentamento do povo destes paises com ditaduras que já duram a muito tempo e só tem trazido fome e miséria para estes povos. Porém o Fidel está correto quando detecta o desespero das potencias que dependem do petróleo local e o medo dos Estados Unidos de que se instale no poder destes paises, governos hostis. A Otan respondeu a Fidel Castro que não pretende invadir a Líbia e que "qualquer ação teria de se basear em um mandato claro da ONU", afirmou Rasmussen, secretário geral da Otan .http://www.portaldoholanda.com/noticia/19216-em-resposta-a-fidel-otan-nega-plano-de-invadir-a-libia.html.

Porém o porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, disse que nenhuma opção foi retirada da mesa, inclusive uma ação militar http://www.em.com.br/app/noticia/internacional/20…. Vamos acompanhar com atenção.

Responder

Henderson Sousa

25 de fevereiro de 2011 às 13h29

Depois desse caos relatado pelo Azenha, os senhores inda creem que o ditador-mor da América sulista traz algum benefício aos cidadãos venezuelanos?
Esse calafanje só desgraças trouxe, nanja contribuiu para o fortalecer do consumir de seu povo e alquebrou todas as estrututas democráticas daquele país.
O ômega de Hugo Chavez é o alvorecer da Venezuela. Sem mais.

Saudações democráticas.

Responder

    Henderson Sousa

    25 de fevereiro de 2011 às 14h55

    Senhor Gustavo, trata-se do sobrecabado Russell Kirk.

    Se quiser saber mais sobre ele: http://pt.wikipedia.org/wiki/Russell_Kirk

    Rafael

    25 de fevereiro de 2011 às 15h16

    Quem tem que fazer essa avaliação é o povo venezuelano, não você. Qunado chegar a eleição o povo vai dar o recado. Esse pensamento único nada mais é que imposto pelas elites que querem explorar o petróleo. Se Hugo Chavez desse o petróleo para os amiguinhos do serra ele ficaria o tempo que quisesse, exatamente o que acontece no orinete médio. Essa fúria que é impalntada principalmente nos leitores da veja não é nada mais que manipulação barata da verdade.

Digger

25 de fevereiro de 2011 às 13h01

O presidente Hugo Chaves foi eleito democraticamente! E está procurando diminuir a miséria do seu povo.
O PIG, subserviente dos EUA e demais servos dos imperialistas despóticos, pensam que enganam a todos falando mentiras. Mentira tem as pernas curtas!
Não passam de hipócritas bajuladores de ditadores capitalistas liberais.
Ou alguém pensa, que concentração de renda e exploração dos mais fracos pelos ianques, não é uma ditadura?

Responder

    Fernando Oliveira

    25 de fevereiro de 2011 às 13h30

    Concordo geral, Digger… mandou bem…

aldoluiz

25 de fevereiro de 2011 às 12h08

Querem transformar o mapa do mundo do petróleo num imenso Iraque… Será que é por isto que o Chaves está ficando preocupado?
A senzala ideal, sem povo e sem "gerentes gerais ditadores". O Iraque hoje é um mar de rosas, uma benção, só petróleo. Nem parece que foi ontem. Agora a lista cresceu, num repente… Maravilha de genocídio. Ninguém fala disso? Já comprou sua TV HD 3 D?

Não devemos nos preocupar, Dilma já fez as pazeou com seus torturadores, sem pressa, nossa vez vai chegar; tio Obama tá vindo aí pro carnaval trazendo novidades… UFOS, espelhinhos e missangas.

D. João VI saiu de Portugal escoltado pela Inglaterra, e aqui abriu os portos às "nações amigas"… Ou seja; Inglaterra. Depois "resolveu" ir embora e deixou seu filho D. Pedro I. Quando D. Pedro I resolveu partir do Brasil quem o financiou foi a Casa ROTHSCHILD. Quando D. pedro II partiu do Brasil, quem o financiou foi a Casa ROTHSCHILD.
Em troca de que fariam os ROTHSCHILD este "benefício" aos escravagistas monarquistas e republicanos brasileiros? .

"O plim-plim da globo é o mesmo belém-belém das igrejas, que é o mesmo das "musicas" tecno e outros bate-estacas, e, de todos os sons repetitivos como os do sino no pescoço das vacas, das cabras e das ovelhas para que mantenham o rebanho na trilha do controlador. "Por conseguinte, é possível manipular o sistema nervoso dum sujeito com imagens PULSANTES exibidas num ecrã dum computador ou aparelho de televisão. TV."

Parece ser o infantilismo já uma conquista do nefasto sistema escravista. A grande massa senzalada não conseguiu sair do século XX. Nossa inteligência foi seqüestrada.

Boris Casoy continua tranquilo em seu "tá tudo dominado"…
Sinto muito, sou grato.

Responder

    lia vinhas

    25 de fevereiro de 2011 às 14h03

    Se votou na Dilma e já está decepcionado, pode se juntar aqueles que arquitetam um jeito de impedi-la logo,logo.. Vejo a reprise do início do governo Lula, críticas de todos os lados, até de petistas. Realmente, é difícil se manter coerente, mais fácil é cobrar tudo para ontem, como se governar este país fose moleza, com crise economica internacional, com crise política no Oriente Médio e por aí vai. Eu continuo apostando todas as fichas em nossa Presidenta e, embora palista de nascença e carioca de coração, tenho plena confiança em sua matreirice mineira.
    Quanto ao Hugo Chavez, assino embaixo o comentário do Digger,

Hans Bintje

25 de fevereiro de 2011 às 11h12

Azenha:

A grande ironia dessa história é que o Kadafi, pessoalmente, é uma pessoa legal.

Ele seria um ótimo comentarista do Viomundo, um convidado interessante do programa da Hebe e da Ana Maria Braga.

Para acabar com essa guerra, está faltando uma "gafe" do Lula ( de acordo com a Folha – http://www1.folha.uol.com.br/poder/872723-lula-pl… ):

"No Fórum Social Mundial, Lula foi recebido como chefe de Estado pelo governo senegalês.

Em visita ao palácio, cometeu gafe ao dizer ao presidente Abdoulaye Wade que a vida de ex-presidente é melhor. O senegalês tem 84 anos, está no poder desde 2000 e planeja concorrer ao terceiro mandato em 2012.

Ao ouvir a declaração, Wade apenas sorriu."

No caso do Kadafi, o pacote poderia incluir o "Domingão do Faustão", o "Silvio Santos" e o "Programa do Gugu" (sem direito ao "De Volta Para Minha Terra").

Se eu fosse ele, toparia o acordo. Afinal, a "Mulher Samambaia" é muito mais mulher boa que a "Enfermeira Ucraniana".

Antes que as feministas do site se rebelem, devo esclarecer que escrevi "Mulher Boa" no melhor entendimento do nobre Professor Doutor Hariovaldo Almeida Prado.

Alvíssaras!

Responder

    Gabriel

    25 de fevereiro de 2011 às 14h51

    Meu Deus, vindo do Lula tudo é gafe. Fosse do FHC, passaria por "sabedoria", na melhor das hipóteses, "espirituosidade".

    Essa é a nossa Falha…

diogojfaraujo

25 de fevereiro de 2011 às 10h28

Revolução e alucinógenos????????????/ dois anos atrás e eu já estaria em Trípoli!!!!!

Fear and Loathing in Tripoli… Ia ser estouro!

420!!!!!!

Responder

ZePovinho

25 de fevereiro de 2011 às 10h27

Naquele livro do Jorge Caldeira(Mauá-empresário do império) você pode entender como os donos de escravos fizeram de tudo(usando o controle do parlamento e do governo) para impedir a industrialização do Brasil.Esses donos de escravos lucravam,em média,30% em cada operação.Por isso, desprezavam o trabalho livre que a industrialização pedia.Como empresários,eles teriam de trabalhar e ganhar bem menos por ano.
É curioso notar como os rentistas seguem uma lógica parecida no século 21.Se você trocar "escravos" por "commodities" e "títulos da dívida pública"(nós!!!!!) terá um retrato quase perfeito do século 19 dentro do Brasil do século 21:

SACO SEM FUNDO

Superávit do governo para pagar juros da dívida pública atinge R$ 14 bilhões em janeiro -é o segundo maior arrocho fiscal da história para este mês. Em 30 dias destina-se aos rentistas o que se gasta em um ano com o programa Bolsa Família, que beneficia 12,8 milhões de lares, 50 milhões de brasileiros mais pobres. Na próxima quarta-feira, o Banco Central se reúne para decidir se vai aumentar ainda mais a taxa de juros do país, que já é a maior do mundo (11,25%) tendo sugado R$ 190 bilhões de receitas fiscais em 2010 para o 'serviço' da dívida pública (quase 20% da receita líquida do país). A ortodoxia recomenda que o BC dê mais uma volta no torniquete, elevando em 0,75% a Selic que bateria em 12% ao ano para deleite dos capitais especulativos que se banqueteiam no mercado brasileiro. A justificativa é conter as pressões inflacionárias esfriando a economia. É a única opção? Leia nesta pág. artigo do economista Fernando Ferrari.

Vale do Rio Doce tem o maior lucro da história
'VALEU PSDB!'
ASSINADO, ROGER AGNELLI

Vale do Rio Doce tem lucro de R$ 30 bilhões em 2010 –10 vezes o preço pago pela empresa na privatização decretada pelo governo FHC, em 1997. Em tempo: a Vale era a Petrobrás dos minérios. Hoje a riqueza mineral brasileira rende R$ 30 bi de lucros líquidos aos acionistas e a empresa paga apenas 2% de royalties ao país. Pior: um ano antes de privatizar a Vale, FHC desativou a única unidade de fabricação de trilhos existentes no Brasil, na CSN. Fez barba e cabelo: entregou a matéria-prima e inviabilizou uma importante área de agregação de valor. Hoje o país embarca minério bruto para a China e importa trilhos chineses para a expansão das ferrovias brasileiras. Agnelli vai distribuir US$ 4 bi aos acionistas, mas se recusa a investir US$ 1,5 bi numa laminadora de trilhos no Brasil. O governo Dilma está discutindo uma nova regulação para o setor mineral . A ver.
(Carta Maior, 6º feira, 25/02/2011)

Responder

Fernando

25 de fevereiro de 2011 às 10h21

Estou gostando bastante da cobertura da Telesur sobre os acontecimentos no mundo árabe… ou da falta de acontecimentos.

Na Líbia tudo está em paz, enquanto o PIG insiste com manipulações e montagens querendo passar a ideia de que o povo quer derrubar o presidente Kadafi.

Responder

Marat

25 de fevereiro de 2011 às 10h16

As ditaduras convenientes aos EEUU sempre foram escondidas pelo PIG. Das vezes em que li e assisti ao PIG, nunca vi o termo "ditador" ser usado para Mubarak… Os EEUU e seus parasitas europeus sempre apoiarão velada ou abertamente as ditaduras que lhes forem convenientes, porém, dessa vez, o caldo deles está entornando… Quero ver quando o vigiado e reprimido povo da Arábia Saudita resolver derrubar o sanguinário, corrupto e malandro "rei" que ali governa despoticamente, como se vivêssemos no século XVI…

Responder

    Klaus

    25 de fevereiro de 2011 às 10h42

    Concordo com você que os EUA apoiam as ditaduras que lhe são convenientes. E você, Marat, apoia alguma ditadura que lhe seja conveniente?

    Marat

    25 de fevereiro de 2011 às 14h32

    Klaus, se eu apoiasse ditaduras, seria um defensor do PIG. Eu apóio alguns governos REVOLUCIONÁRIOS, mas, concordo que eleições, desde que sem vícios e malandragens das pseudo-democracias que ai estão a ditar as ordens, são boas para todos…

    ZePovinho

    25 de fevereiro de 2011 às 14h58

    Você apóia a ditadura de Andriea Neves no governo de Minas,Klaus?????????????

    Marat

    25 de fevereiro de 2011 às 15h22

    rsrsrsrsrs

MONGE SCÉPTICO

25 de fevereiro de 2011 às 09h53

Como seria a venezuela sem o CHAVEZ? Melhor; melhor para as elites escravistas,
que alimentam com a miséria de seu povo, o ego do DEMÔNIO IANQUE, com a qual
o mesmo se compraz. É assim em todos os lugares do mundo, subjugados pelo mau
(USA). Os paises que não se submetem, vêem-seatingidos, pelos bloqueios, injustifi-
-cáveis e criminosos…………………….
Na esteira da presença ianque em qualquer lugar, vemos chegar drogas, prostituição,
jogos de azar, doenças para enriquecer seus laboratórios e pior; sátrapas, que gover-
-nam para servir ao invertido o anti humano(USA)

Responder

    Marco Túlio

    25 de fevereiro de 2011 às 10h40

    Demônio ianque, invertido, anti humano…kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Boa, Monge, boa.
    Se bem que, pelo sim pelo não, fiz um sinal da cruz depois de ler. hehehe

    Abs

    aldoluiz

    25 de fevereiro de 2011 às 10h44

    Caro Monge, me parece ser o infantilismo já uma conquista do nefasto sistema escravista.
    D. João VI saiu de Portugal escoltado pela Inglaterra, e aqui abriu os portos às "nações amigas"… Leia-se Inglaterra. Depois "resolveu" ir embora e deixou seu filho D. Pedro I. Quando D. Pedro I resolveu partir do Brasil quem o financiou foi a Casa ROTHSCHILD. Quando D. pedro II partiu do Brasil, quem o financiou foi a Casa ROTHSCHILD.
    Em troca de que fariam os ROTHSCHILD este "benefício" aos escravagistas monarquistas e republicanos brasileiros?
    O Che disse que as "lutas" futuras seriam cada vez mais difíceis…
    "O plim-plim da globo é o mesmo belém-belém das igrejas, que é o mesmo das "musicas" tecno e outros bate-estacas, e, de todos os sons repetitivos como os do sino no pescoço das vacas, das cabras e das ovelhas para que mantenham o rebanho na trilha do controlador. A grande massa senzalada não conseguiu sair do século XX.
    "Por conseguinte, é possível manipular o sistema nervoso dum sujeito com imagens pulsantes exibidas num ecrã dum computador ou aparelho de televisão. TV."

    Nossa inteligência foi seqüestrada. Boris Casoy continua tranquilo em seu "tá tudo dominado"…
    Sinto muito, sou grato.

    Silvio

    25 de fevereiro de 2011 às 22h26

    aldoluiz:
    Você afirma que o Rey D. João VI saio de Portugal escoltado pela frota Inglesa, e que aqui abriu os portos. Muito bom. Passa que a escolta não foi feita de graça. Já se tinha isso tratado com a Inglaterra, junto com os vinhos portugueses, que já pertenciam, a Inglaterra. Temos que tratar por todos os médios, de que este povo desperte, e não se deixe levar por o PLIM, PLIM da Globo. Esso não se consegue em um dia, necessita tempo. Estamos em caminho. Falta muito ainda ,mais chegamos lá.

Jair de Souza

25 de fevereiro de 2011 às 09h43

Estimado Azenha, ao ler sua referência a Fidel Castro em seu artigo, me veio à mente a convicção de sempre: "Em momentos de crise, quando é difícil entender o panorama mundial, é muito bom prestar bastante atenção às palavras daqueles que realmente sabem navegar em mares turbulentos". Sem dúvida alguma, Fidel Castro sempre sabe do que está falando. E ele não fala sobre planos de invasão à Líbia porque gosta de Gadaffi ou de sua forma de governar o país. Basta ler os noticiários hoje na insuspeita FSP para ver que há planos declarados de envio de forças da OTAN para "socorrer" a população líbia. Fidel está já com quase 84 anos, mas continua sendo uma das mentes mais lúcidas da humanidade.

Responder

    Gerineu Soares

    25 de fevereiro de 2011 às 10h30

    Se houver invasão militar, não será para conter Kadafi (embora esse possa ser o pretexto), mas sim para conter a insurreição popular armada.

    Quando Kadafi estava bombardeando civis na segunda-feira, Obama estava calado. Agora que o povo líbio rebelde está ARMADO contra Kadafi, tendo tomado conta de vários arsenais do exército, e ameaçando fazer uma revolução ARMADA vitoriosa, que pode acabar com o reino de Kadafi, agora os EUA começam a falar em ocupação militar da Líbia.

    É muito claro que, se os EUA ocuparem militarmente a Líbia, a verdadeira preocupação não é Kadafi, e sim CONTROLAR A INSURREIÇÃO POPULAR ARMADA. Os americanos estão com medo dos comitês populares que se formaram em várias cidades, inclusive Bengazhi, comitês que estão tendo acesso a arsenais do exército, e os jovens rebeldes estão se armando para enfrentar a repressão de Kadafi.

    Para os Estados Unidos, o povo ARMADO e ORGANIZADO é um pesadelo. É algo "muito perigoso". Essa é a verdadeira razão de começarem a falar em ocupação militar.

Morvan

25 de fevereiro de 2011 às 09h43

Bom dia.
O problema da Venezuela é bem mais complexo do que a eleição ou não do Chavez.
Acredito que o velho leva de novo a eleição muito mais por inércia eleitoral do que pela qualidade em si do debate.
Quanto à questão da dependência dos venezuelanos para com o petróleo é apenas mais grave, para a Venezuela, por terem uma carteira, um portfólio de produtos à venda muito limitado. Mas toda a América Latina padece deste problema, por razões de geopolítica: a América Latina optou (sua elite), durante toda a guerra fria, por ser satélite [dos Estados Unidos]. Em sendo satélite, produz-se o que a matriz determina, ou seja, não existe, por parte da elite dos satélites, interesse em ter um Estado que cria, que inventa, que transforma. O leste da Europa também padece do mesmo mal, mas lá se pode "culpar" muito mais a "Divisão Internacional do Trabalho", mantra da doutrina soviética para o modo de produção dos seus Estados-Satélite…
Quer dizer, nestes países dependentes, não importa o modo de produção, ser protagonista no "modus producendis" não é uma opção para seus títeres. O Estado com múltiplas vocações e múltiplas carteiras se dá nos Governos mais à esquerda, ou na melhor das hipóteses, mais avessos aos ditames do Poder Central (vide Lula e Juscelino, no caso brasileiro).
Quando a elite brasileira (via o próprio PIG) tenta "mostrar" ao país a "não essencialidade" da compra dos aviões a serem adquiridos para a proteção do Pré-Sal, trazendo estes embutido no bojo da negociação a [vital] transferência de tecnologia, é sinal de que a elite não se conforma com a mudança de paradigmas de poder e de conhecimento.
Nós, aqui no Brasil, enquanto exportarmos grãos e importarmos tudo, inclusive o que seria feito a partir destes, estaremos apenas subscrevendo a dependência como destino trágico, fatal.
Com a Venezuela, evidentemente, se dá o mesmo e de modo bem mais agudo, cruel. Por isto que considero que Chavez se reeleja, pois nem ele nem a direitona têm qualquer proposta que bata de frente com esta dependência; mas o Chavez distribui dividendos, seja de um modo ou de outro e o povo sabe ler este diferencial: quem só usufrui (direita) versus quem distribui o bolo.

Abraços,

Morvan, Usuário Linux #433640

Responder

MONGE SCÉPTICO

25 de fevereiro de 2011 às 09h40

Sempre eles e muitos de nós, alienados, aplaudindo; me refiro a USA. Será que essa
estranha e repentina onda de protestos no mundo árabe, não pretende desestabilizar
a região, para justificar o roubo do petróleo dos povos árabes? como de repente o egi-
-to começou a agitar-se, se podiam recorrer a "ONU", para reclamar dos seus direitos?
Aos poucos, a onda avança e, o DEMÔNIO IANQUE, já ameaça intervir nos conflitos,
que sabemos resultará em banhos de sangue ou na assimilação pela ocupação, das
riquezas desses povos. Deixar que resolvam por si seus problemas internos, seria a
melhor via; após isso se necessitarem, aí sim; a ONU prestaria algum tipo de ajuda.
mas o DEMÕNIO IANQUE não vai querer deixar de lucrar com a miséria alheia; é isso
que os move; O MAU………………………..ASSALTANTES!!

Responder

    Gerineu Soares

    25 de fevereiro de 2011 às 10h28

    Não existe nada de "estranho" nem de "repentino" nessa onda de protestos. A inflação dos alimentos foi a gota d'água que estourou a paciência dos árabes. Após o "exemplo subversivo" da Tunísia, onde o povo mandou pastar o ditador Ben Ali, amiguinho do "Ocidente", o desejo de liberdade, de se livrar dos ditadores, se espalhou como rastilho de pólvora.

    É uma verdadeira "primavera dos povos" árabe, e todos os ditadores irão se ver com a a ira popular, inclusive aqueles que no passado distante posaram de "progressistas" e "anti-imperialistas" como o Kadafi.

    aldoluiz

    25 de fevereiro de 2011 às 11h09

    Caro Monge, me parece ser o infantilismo já uma conquista do nefasto sistema escravista. O Iraque está lá, SALVO DA DITADURA; pena que teve que ser destruído e ocupado… É o new povo feliz em seu american way of life, Para a MIDIOCRACIA este genocídio nunca aconteceu.

    Veja o quanto de tecnologia, EXATAMENTE AGORA em que a tática se repete, os "nossos escribas" multicolores desconhecem ou fingem desconhecer http://infinitoaldoluiz.blogspot.com/2011/02/pilu

    Sou grato

maconheiro

25 de fevereiro de 2011 às 09h32

O Bin Laden foi pro Hindu Kush e armou a revolução da paz fumando a erva dos deuses .

Responder

O_Brasileiro

25 de fevereiro de 2011 às 09h31

Os EUA e a Europa só ligam para o Oriente Médio por causa de Israel e do Petróleo.
O resto do mundo praticamente deu as costas para o Oriente Médio…
No Brasil, só o Lula teve sensibilidade para com aquela região do mundo, oprimida por ditadores sentados em cima do dinheiro do petróleo! Assim como teve para com a África!
Quanto ao Chávez e ao Fidel, serão os eternos e únicos heróis da Venezuela e Cuba, respectivamente, para os radicais de esquerda que comentam no Viomundo.com.br, como se todos os outros companheiros que os ajudaram e ajudam não valessem nada. Como se os demais não tivessem competência para substituir os "insubstituíveis" Chávez e Fidel.
Ficaram tanto tempo no poder e não conseguiram "educar" ninguém à altura deles… Lamentável!

Responder

Gerineu Soares

25 de fevereiro de 2011 às 09h30

Hugo Chavez acaba de perder toda a credibilidade que ainda poderia ter comigo, e acredito, que com boa parte da esquerda latino-americana. Foi absolutamente patética e ridícula a idéia de Chavez de expressar apoio público ao criminoso Kadafi.

Kadafi na segunda-feira dizia na TV que eram os americanos que estavam "invadindo a Líbia". Depois mudou o discurso, e ontem já estava dizendo que a revolução era "obra do Bin Laden".

Não passa de um maníaco assassino, desesperado para inventar um bode expiatório "estrangeiro" para culpar. O povo líbio o odeia, o povo líbio cansou da ditadura cruel desse megalomaníaco, e o povo líbio resolveu se revoltar e derrubar esse tirano, o povo líbio quer liberdade.

O apoio de Chavez, legitimando esse monstro que manda bombardear o próprio povo, é uma atitude criminosa. Chavez está cumprindo um verdadeiro papelão vergonhoso.

Responder

Otaciel de Oliveira

25 de fevereiro de 2011 às 08h46

Se não fosse a revolução no Egito eu não saberia nunca que existiam/existem tantos ditadores no oriente médio.

Quando falavam em ditador eu só ouvia o nome Fidel Castro.

Agora eu descubro que Kadafi está a 42 anos no poder, Mubarak fazia mais de trinta, e os outros (exceto Bahrein) estão ha décadas no poder. E tem um que está querendo ficar mais dois anos para encher o pé de meia (não é para fazer, é para encher). Todos eles corruptos e com bilhões de dólares espalhados pelo mundo.

Será que Fidel tem também esse dinheiro todo no exterior? A revista Forbes juras que sim, embora não saibe dizer em quais bancos. Não sei não… É difícil entender porque Fidel Castro, com mais de 80 anos, insiste em viver em Cuba e não pede asilo político aos Estados Unidos para viver no Havaí. Quer dizer, o cara, com essa dinheirama toda, insiste em viver numa ilha que não tem sequer um uísque decente para se beber (me lembrei do green lable que o Azenha toma uma vez por ano).

Com um bilhão de dólares o cara é bem recebido em qualquer lugar do mundo.

Basta dizer que Kadafi comprou os familiares do avião que caiu em Lockbee na Escócia (kadafi mandou colocar uma bomba dentro da aeronave), entupindo a boca de cada um deles com uma quantia superior a 6 milhões de dólares. E este gesto fez com que ele se reconciliasse com o Ocidente.

É interessando como no Ocidente a mídia nos mantém tão mal informados. E isto é de propósito.

A verdade é que o PIG é porco em qualquer lugar do mundo. Agora, com a internet, é que estamos começando a respirar e saber das coisas.

Responder

ZePovinho

25 de fevereiro de 2011 às 08h26

Se os líbios deixarem,o ocidente vai impor outra "oligarcocracia" que entregue petróleo barato para a Europa e os EUA:
http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=2&a

25/02/11 – 00:00 > CHAPÉU
EUA já falam em ação militar para conter violência na Líbia

pbae
União Europeia trabalha em um plano de contingência militar para a Líbia, embora recuse a possibilidade de uma invasão estrangeira no país – Washington

Responder

ZePovinho

25 de fevereiro de 2011 às 07h46

http://www.voltairenet.org/article164833.html

Operation Trojan
Taking Another Look at the Destruction of Pan Am 103
by Andrew I. Killgore*

While corroborating the widely held view that the 2000 trial of the Pan Am Flight 103 bombing was a travesty, the author ties up several loose ends as he looks back on the sequence of events that laid the ground for the Lockerbie air disaster. Revealed in a book by former Mossad agent Victor Ostrovsky, the reported facts center around the 1986 false-flag operation staged by the Mossad that got the U.S. to bomb Libya, dragging it even deeper into the Middle East quagmire on the side of Israel.
http://www.voltairenet.org/article168590.html

Del mundo árabe a América Latina
¿Qué pasa con Libia?
por Santiago Alba Rico*, Alma Allende

Gadafi, el líder libio que lleva 42 años en el poder sin ocupar cargo oficial dentro de la estructura estatal en su país, y actualmente, en grandes dificultades por un levantamiento popular masivo, dejó hace tiempo de ser un líder progresista para convertirse poco a poco en un compinche más en negocios de los grandes capitalistas occidentales quiénes lo bendijeron y apadrinaron en su transformación. Desde entonces el nepotismo del clan Gadafi ha ido en auge pero también la desilusión de la población libia con su líder.

…………………….Ya en 2006 Human Rights Watch y Afvic denunciaban los arrestos arbitrarios y torturas en centros de detención libios financiados por Italia. El acuerdo Berlusconi-Gadafi de 2003 puede leerse completo en la página de Gabriele del Grande y sus consecuencias se resumen sucinta y dolorosamente en el grito de Farah Anam, fugitiva somalí de los campos de la muerte libios: «Prefiero morir en el mar que regresar a Libia».
A pesar de las denuncias que hablan de verdaderas prácticas de exterminio -o precisamente por ellas, que demuestran la eficacia de Gadafi como guardián de Europa- la Comisión Europea firmó en octubre una «agenda de cooperación» para la "gestión de los flujos migratorios” y el «control de las fronteras», válido hasta 2013 y acompañado de la entrega a Libia de 50 millones de euros.

La relación de Europa con Gadafi ha rozado la sumisión. Berlusconi, Sarkozy, Zapatero y Blair lo recibieron con abrazos en 2007 y el propio Zapatero lo visitó en Trípoli en 2010. Incluso el rey Juan Carlos se desplazó a Trípoli en enero de 2009 para promocionar a las empresas españolas. Por otro lado, la UE no dudó en humillarse y disculparse públicamente el 27 de marzo de 2010 a través del entonces ministro español de Asuntos Exteriores, Miguel Ángel Moratinos, por haber prohibido a 188 ciudadanos libios la entrada en Europa a raíz del conflicto entre Suiza y Libia por la detención de un hijo de Gadafi en Ginebra acusado de maltratar a su personal doméstico. Aún más: la UE no emitió la menor protesta cuando Gadafi adoptó represalias económicas, comerciales y humanas contra Suiza ni cuando efectuó un llamamiento a la guerra santa contra este país ni cuando declaró públicamente su deseo de que fuera barrido del mapa.

Responder

Marat

25 de fevereiro de 2011 às 07h14

O aumento do preço do petróleo será bom para a Venezuela, e, para o bem daquele país, Chávez deverá ganhar de novo. E por que isso é bom? O afastamento dos EEUU sempre dá a possibilidade de a corrupção e a exploração financeira serem menores, e o povo local ser menos manipulado pelo PIG internacional.

Responder

Arthur Silva

25 de fevereiro de 2011 às 02h34

O que tenho achado de mais absurdo nessa situação toda é a cobertura da Telesur, totalmente pró-Kadaffi. A emissora chegou ao cúmulo de publicar que as ruas de Trípoli estavam tranquilas, com o trânsito fluindo normalmente e sem sinais de protestos.

Responder

Rafael

25 de fevereiro de 2011 às 01h45

Em quem os venezuelanos deveriam votar? E por quê?

Responder

betinho2

25 de fevereiro de 2011 às 01h30

Kadafi é um déspota porra louca. De ideologia, só discurso para consumo interno e externo, que ele verte e inverte a bel prazer de acordo com as conveniências. Começou acusando os EEUU por estarem por tras do levante, agora acusa a Al Qaeda. Quem sabe é sua última extratégia, talvez o mais conveniente para ele é que os USA assumam, já que a Líbia/Kadafi tem bilhões de dólares aplicados nos bancos americanos. Quem sabe uma negociação, daquelas da calada da noite para ele salvar o pescoço e alguns bons anéis. A Líbia para ele que se exploda, nunca se preocupou. Um país com um per capita de 14.000 dólares e ter um povo vivendo com dificuldades como lá não é admissivel.
Imaginem o que o Fidel teria feito em Cuba com um per capita de 14.000 dólares.

Responder

    Emilio Matos

    25 de fevereiro de 2011 às 10h50

    Olha que o Brasil já tá quase lá nos 14 mil, hein…

    Pedro

    10 de março de 2011 às 12h41

    Tá na metade, camarada.

    Emilio Matos

    10 de março de 2011 às 19h09

    Não tá não, o PIB per capita brasileiro é 12 mil dólares…

    Emilio Matos

    11 de março de 2011 às 14h33

    Não tá não, o PIB per capita do Brasil fechou 2010 em praticamente 12 mil dólares.

Galerius

25 de fevereiro de 2011 às 01h09

Como se sabe, na Itália, Sílvio Berlusconi está passando pela pior crise de sua carreira depois do escandalo envolvendo a pérola marroquina (la donna soprannominata Ruby) que poderia lhe custar a carreira política. Ele gosta de festinhas que chama de Bunga Bunga nas quais muitas garotas bonitas dansam nuas para ele, e os investigadores italianos lhe perguntaram de onde ele teve essa idéia e ele confessou que ele aprendeu com Kaddafi, e assim dedando o colega septuagenário.

Mas numa nota mais séria, o Kaddafi é um revolucionário desiludido. Ele começou a carreira com muita convicção querendo ajudar e querendo liberar o mundo inteiro e mais tarde acabou se desiludindo com a coisa toda.

O pecado maior de Kaddafi foi governar o país como se estivesse vivendo ainda na idade média. Inclusive, ele só dorme em barraca do jeito que se fazia mil anos atraz. Quando ele foi para Nova Iorque visitar a ONU, ele levou a barraca e queria dormir num parque sei lá onde que quase virou um caso porque a cidade não iria permitir. Muitos comentaristas já fizeram a observação que a Líbia não tem instituições para governar no lugar dele. O país é governado por personagens e não por leis e instituições, e como se vê, muito mal governado e com mão de ferro.

Responder

ZePovinho

25 de fevereiro de 2011 às 00h26

E a monarquia absolutista da Arábia Saudita??????Quando cairá????????
http://resistir.info/africa/libia_23fev11.html

A Líbia e o imperialismo

……………….O interesse do imperialismo na Líbia não é difícil de descobrir. Em 22 de Fevereiro a Bloomberg. com escreveu: se bem que a Líbia seja o terceiro maior produtor de petróleo da África, é o país do continente que tem as maiores reservas provadas — 44,3 bilhões de barris. É um país com uma população relativamente pequena mas com potencial para produzir enormes lucros para as companhias de petróleo gigantes. É assim que os super ricos a encaram e o que está por trás da sua apregoada preocupação com os direitos democráticos do povo da Líbia.

Responder

    João de Deus NETTO

    25 de fevereiro de 2011 às 09h20

    Outro dia vi um mapa de prognóstico no G1 da Globo sobre o futuro das tiranias lá praquelas bandas. Tudo muito bem feito com animações em flash etc e tal. O visual gráfico detonou moralmente todo o esquema quando se via a imensidão em branco do mapa da Arábia Saudita! Como se a adorata dinastia criminosa estivesse "hibernando" com a consciência tranquila em um calor de 50º! Que patifaria desse jornalismo mercenário asqueroso!

    Gerineu Soares

    25 de fevereiro de 2011 às 09h39

    Kadafi no poder é a melhor forma de garantir os interesses do imperialismo. A British Petroleum e outras grandes petroleiras atuam na Líbia como todo apoio de Kadafi, explorando o petróleo do país. Não é a toa que o direitista pedófilo Silvio Berlusconi é um dos melhores amigos de Kadafi.

    Quando Kadafi estava bombardeando civis na segunda-feira, Obama estava calado.

    Agora que o povo líbio rebelde está ARMADO contra Kadafi, tendo tomado conta de vários arsenais do exército, e ameaçando fazer uma revolução ARMADA vitoriosa, que pode acabar com o reino de Kadafi, agora os EUA começam a falar em ocupação militar da Líbia.

    É muito claro que, se os EUA ocuparem militarmente a Líbia, a verdadeira preocupação não é Kadafi, e sim CONTROLAR A INSURREIÇÃO POPULAR ARMADA. Os americanos estão com medo dos comitês populares que se formaram em várias cidades, inclusive Bengazhi, comitês que estão tendo acesso a arsenais do exército, e os jovens rebeldes estão se armando para enfrentar a repressão de Kadafi.

    Para os Estados Unidos, o povo ARMADO e ORGANIZADO é um pesadelo. É algo "muito perigoso". Essa é a verdadeira razão de começarem a falar em ocupação militar.

Lucas Cardoso

25 de fevereiro de 2011 às 00h19

"A economia venezuelana, como escrevi anteriormente, continua basicamente dependente do petróleo. A produção agrícola, por exemplo, representa hoje apenas 5% do PIB, pouco acima do que representava quando Chávez assumiu há 12 anos."

Isso é importante porque, apesar de claramente ser uma força progressista, o Chávez, assim como o Lula e a Dilma (segundo a crítica importantíssima que o Azenha fez há pouco tempo) não quer ou não consegue tirar a Venezuela da dependência. A Venezuela de hoje continua extremamente dependente de mercados externos. País nenhum sai do subdesenvolvimento assim.

Responder

    JotaCe

    25 de fevereiro de 2011 às 22h46

    Prezado Lucas,

    De acordo com as estatísticas, 6%, caro amigo. Mesmo depois de uma seca histórica, uma inundação de proporções calamitosas, e uma estrutura fundiária de séculos passados, eminentemente latifundiária, que está sendo removida pouco a pouco. O setor primário, mais particularmente a agricultura, é caracterizado por um forte poder ‘tampão’, a reação demora. Além do mais, os grandes problemas da Venezuela impedem reaja facilmente a agricultura, malgrado o que tudo indica ser um grande empenho do governo. Um, é a ‘maldição do petróleo’ como denominava Celso Furtado, que incide sobreos países mais fracos que o têm sobre o outro é o das oligarquias retrógradas, escravagistas, apoiada pelo PIG mais ferrenho dentro e fora da América Latina…Abraços,

    JotaCe

    JotaCe

    25 de fevereiro de 2011 às 23h07

    Caro Lucas, (Continuando)
    Pelo que leio, o atual governo venezuelano vem estimulando a assistência técnica à agricultura, fomentando a atividade de agrônomos, técnicos agrícolas e veterinários, bem como a pesquisa técnica que se encontrava praticamente paralizada. Neste setor firmou acordo com o Brasil (Embrapa) e Argentina (Inta). E importou, principalmente do Brasil, não um pequeno plantel, mas um grande contingente de gado bovino e bubalino, da melhor qualidade, para a melhoria e expansão qualificada dos rebanhos locais. Vale notar ainda a agricultura familiar, que já atinge dimensões relativas maiores do que no Brasil e o estímulo que recebem os agricultores ecológicos, particularmente os que fazem agricultura urbana e periurbana; foram estas modalidades que salvaram Cuba quando do desastre dos ciclones. O nosso Azenha, ainda está nos devendo uma matéria sobre a agricultura de lá rsr, rsr Abraços,

    JotaCe

Antonio Alves

25 de fevereiro de 2011 às 00h14

A dependência que a Venezuela tem em relação ao preço do petróleo era tanto antes como agora, com Chavez. A diferença fica por conta da destinação dos dividendos obtidos com a venda do produto, antes e agora com Chavez.
Para os representantes da elite petroleira que alternaram-se no poder por mais de quarenta anos, governando para poucos, fica difícil agora reconquistar a confiança da população para poder através do voto direto voltar ao governo.
A mídia é ainda um espaço que não foi democratizado na América Latina, por isso, tem-se a impressão que na Venezuela antes de Chavez havia uma política social marcante, políticas de governo para crescimento da produção de alimentos, outros tantos avanços e que isso tudo teria sido DESCONTINUADO por Chavez..
É a mesma coisa que a gente vai ver aqui no Brasil em relação ao estado do Pará daqui pra frente. A mídia vai SUMIR com os problemas da saúde, da segurança, saneamento básico no estado do Pará pois, quem está no governo agora são os tucanos. A mídia vai fazer do Pará um paraíso.

Responder

Alexei Alves

24 de fevereiro de 2011 às 23h28

Interessante a análise.
Acredito que para ganhar, Chavez se moverá, nesses próximos dois anos, levemente para o centro, e não mais para a esquerda do que ele já está. Dificilmente surgirá um candidato competitivo mais à sua esquerda. Embora a crítica vinda desse setor seja interessante, a pressão maior virá mesmo da direita, o que forçará a extrema esquerda a votar no bom e velho Hugo novamente, da mesma forma como ocorreu no Brasil do Lulismo. Para ganhar eleições lá, assim como foi aqui, faturará a parada quem convencer aquele eleitorado que não milita para nenhum dos dois lados a votar no seu projeto político.
O trabalho da militância de esquerda nunca foi o de mudar a opinião dos direitistas. É o de convencer os indecisos.
Mas enfim….. Venezuela não é Brasil.

Responder

luiz pinheiro

24 de fevereiro de 2011 às 23h01

A teoria do Fidel, além de verossímil, já está, infelizmente, sendo confirmada pelas recentes declarações do Obama e de vários líderes europeus, que já defendem uma intervenção na Líbia.
Se alguém tomou alucinógeno não foi o Fidel.

Responder

beattrice

24 de fevereiro de 2011 às 23h00

Fato é que mesmo na era pre-Chavez a Venezuela já padecia do mesmo mal que atinge a maioria dos países latino-americanos, uma politização sofrível da imensa maioria da população.
Exceção feita aos hermanos argentinos tradicionalmente politizados e informados.

Responder

    Jair de Souza

    25 de fevereiro de 2011 às 09h29

    Lamento discordar de cabo a rabo de sua avaliação. Que politização sofrível é essa em que as maiorias populares procuram se organizar levantando em mãos (literalmente) a constituição nacional como seu amparo? É possível não gostar dessa politização em que a "gentalha" toma parte e preferir outra em que somente os mais "cheirosos" tem protagonismo, mas não dá para negar que há politização na Venezuela, e muito intensa. Quanto a falar da tradição de politização na Argentina, isto não impediu que alguém como Carlos Menem fosse eleito por duas vezes presidente e levasse o país a total bancarrota. Lembro também que a Itália era sempre citada como exemplo de país politizado. Lá está Berlusconi, eleito pelo voto majoritário.

    Maria 1

    25 de fevereiro de 2011 às 17h31

    É isso aí, Jair. Concordo de cabo a rabo com seus argumentos. E quanto às revoltas no OM, confesso minha desconfiança com os desfechos, que podem não ser, infelizmente, tão promissores. Afinal, cf relatos já disponíveis, o Comandante Fidel não tomou pílula alguma e a sua teoria está longe de ser inverossímel. Afinal, armas e "patas" já estão na região e apossar-se dos tesouros, sem intermediários locais, é um grande negócio. Resta saber se chegarão à joia da coroa, o Irã, após oportuna revolta popular contra o regime vigente.

luiz pinheiro

24 de fevereiro de 2011 às 22h56

Pamplona, voce é o Kadafhi nativo…

Responder

Pedro Soto

24 de fevereiro de 2011 às 22h48

O que o Ocidente perdeu no Egito quer recuperar agora na Líbia.
Se a direitalha está feliz, eu ponho as minhas barbas de molho.

Responder

    Bonifa

    25 de fevereiro de 2011 às 10h12

    A Líbia é um perú gordo que está mais ou menos dando sopa. Para compensar o altíssimo custo do pernil iraquiano, que afinal apresentou-se meio queimado, nada melhor que aproveitar a liquidação.

Jair Almansur

24 de fevereiro de 2011 às 22h33

Artigo corajoso neste jornal, fazer crítica ao 'companheiro' chaves. A mim sempre me pareceu mais voluntarioso do que estadista. E de tão egocêntrico não permite que se desenvolvam candidatos sucessores, só oposicionistas. É o comunzão. Nem todo pais pode se dar ao luxo de ter um Lula e uma Dilma.

Responder

Luiz Albuquerque

24 de fevereiro de 2011 às 22h04

Vejam o discurso de Kadafi em que ele culpa Al Quaida e os doidões pelos protesto contra os seus 42 anos de ditadura e vejam também outros e textos sobre a revolução democrática na Líbia no Observatório de Relações Internaiconais: http://neccint.wordpress.com/?s=L%C3%ADbia
Abraços,
Luiz Albuquerque

Responder

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