VIOMUNDO

Diário da Resistência


Denúncias

Zé Povinho: Quem ganha e quem perde com o Funpresp


29/02/2012 - 16h03

por Zé Povinho, em comentário

A previdência nunca foi deficitária. Em primeiro lugar, o governo retira 20% das verbas destinadas pela CF88 [Constituição Federal de 1988] à area social, por meio da DRU [Desvinculação de Receita da União], e faz com esse dinheiro o que quiser. Isso aí já é um dos motivos para o chamado “rombo da previdência”, que nada mais é do que dinheiro desviado da Seguridade Social (Previdência, Saúde e Assistência Social) para fazer superávit primário com o dinheiro dos trabalhadores.

Os ricos, como sabemos, pagam muito menos impostos do que os trabalhadores e (por meio do famigerado planejamento tributário ou da mais deslavada sonegação) vivem muito bem, obrigado, sem precisar de aposentadoria pública porque vivem de rendas emprestando ao governo cafetão do povo brasileiro.

Márcio H. Silva acrescentou:

Caro Zé Povinho, o estudo do Deputado PAIM [Na verdade senador Paulo Paim, PT do Rio Grande do Sul] mostra que o RGPS [Regime Geral de Previdência Social] é superavitário e o RPPS [Regime Próprio de Previdência Social] e Militar são deficitários. Dilma na campanha afirmou isto. E eu do RGPS me aposentei com pouco menos de 5 mínimos e no entanto paguei a vida toda ao INSS pelo teto. Levei duas porradas, a primeira é o salário de referência que é média dos últimos 60 meses, e depois entrou o fator [previdenciário] que comeu mais um pouco os meus proventos. Enfim me aposentei com 0,79 do teto de REFERENCIA (que não é o mínimo, é média), enquanto os funcionários públicos e militares se aposentam integral. Você acha isso justo?

Zé Povinho respondeu:

Você foi vítima do fator previdenciário, Márcio. O problema com o Funpresp [Fundo de Previdência Complementar dos Servidores Públicos Federais] é retirar a responsabilidade do Estado em remunerar os servidores de forma digna. Se você for contribuir com uma previdência complementar, além de contribuir para o RGPS, que vida vai levar? Além de contribuir para dois regimes (o geral e o complementar, para teoricamente se aposentar com um provento integral), a Receita ainda vai garfar 27,5% do seu salário se vc receber mais do que 3 mil e 800 e poucos reais. Vai sobrar dinheiro para quê? Vamos trabalhar para dar dinheiro aos rentistas e para um fundo de previdência privada que vai ser gerido por bancos que ganharão horrores especulando com nosso dinheiro?

O Funpresp é uma forma de detonar o Regime Geral de Previdência Social. Desde que a CF88 foi promulgada, pode reparar, que a ordem social que está nela vem sendo destruída por emendas constitucionais de caráter neoliberal. E o neoliberalismo, sabemos agora, foi destruído pelo livro “O universo neoliberal em desencanto”, onde 3 brasileiros acabaram com essa história de que existem preços de equilíbrio em mercados abertos. É essa teoria que o mercado se apóia para dizer que existem juros de equilíbrio que impedem que haja inflação com o crescimento do PIB. É essa teoria furada que é usada para aumentar a taxa SELIC, que explode a dívida pública (atrelada a ela em 1/3 do montante) e obriga o governo a desviar recursos da sociedade para alimentar os rentistas que sempre apoiam, com a imprensa-empresa, a subida dos juros para ganhar mais dinheiro.

A trabalho que acabou com o neoliberalismo está aqui: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/os-tres-brasileiros-que-refutaram-as-bases-do-neoliberalismo

Os bancos que mamam no dinheiro dos nossos impostos, em 2012, estão aqui: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/hp/downloads/dealers/Dealers_1Sem12.pdf

BCO BRADESCO S A
BCO BTG PACTUAL S A
BCO CITIBANK S A
BCO DO BRASIL S A/MERCADO
BCO J P MORGAN S A
BCO SANTANDER (BRASIL) S A
BCO VOTORANTIM S A
CAIXA ECONOMICA FEDERAL/MERCADO
CM CAPITAL MARKETS CCTVM LTDA
HSBC BANK BRASIL S A – BANCO MULTIPLO
ITAU UNIBANCO S A
RENASCENCA DTVM LTDA/BRAD

(Período de Avaliação: 10/02/2012 a 31/07/2012)

Pela enésima vez, o tamanho do roubo que o andar de cima promove no Tesouro Nacional:





78 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

soraya

22 de janeiro de 2015 às 17h05

olá. tenho 40 anos e entrei para o funcinalismo público federal em 04/11/2014, no cargo de técnico de laboratório. Já tenho 20 anos de contribuição no INSS e já fiz uma simulação da FUNPRESP, com aposentadoria prevista para 70 anos. mas eu não quero me aposentar com 70 e sim com 60 anos de idade, onde já terei 40 anos de contribuição total e 20 anos de funcionalismo público. o valor gerado pelo simulador da FUNPRESP foi de, aproximadamente 800 reais, mas para aposentadoria com 70 anos de idade. como quero me aposentar com 60 anos e o simulador não aceitou essa idade, quero saber qual o valor real se para mim é mais vantajoso fazer uma aplicação de renda fixa ou fazer o FUNPRESP mesmo assim. obrigada desde já, soraya.

Responder

José Carlos

28 de fevereiro de 2013 às 13h41

Este gráfico é para enganar os desavisados. Se 45% do orçamento fosse “realmente” para a dívida ela estaria paga em pouquinho tempo. Mas na realidade ela é rolada. Paga-se o valor, mas emite-se mais dívida.

Mas isso só se aprende estudando, o que o pessoal aqui tem preguiça…

Responder

H. Back™

29 de janeiro de 2013 às 11h58

Caramba! Parece “remake” de filme (muito ruim por sinal) feito no início do século passado e cujo final não foi nada feliz para a classe trabalhadora. O enredo conta a história da classe trabalhadora brasileira que começou a pensar no seu futuro, isto é, como viveria na velhice. Cada classe de trabalhadores, com os seus sindicatos, começou a montar o seu próprio fundo de pensão. Iniciou-se com dois fundos de pensão: o dos comerciários – IAPTEC; e dos industriários – IAPI. Com a Lei Elói Chaves unificaram todos os fundos de pensão e criaram um único gerenciador: o INPS. Só que os recursos foram usados no desenvolvimento da infra-estrutura industrial do país: rodovias, ferrovias, portos, aeroportos, comunicações e energia elétrica, etc. Depois da maior parte da infra-estrutura já consolidada, os primeiros beneficiários de seus respectivos fundos (agora já unificados) começaram a fazer jus às suas tão sonhadas aposentadorias. Com o passar do tempo, a população foi envelhecendo e começaram os primeiros déficits na conta previdência; isto é, o excesso de despesas sobre as receitas. Um certo cidadão da elite de Higienópolis, tomou as rédeas do problema e “resolveu” a questão. Disse que aquilo tudo não era correto, inclusive chamando os beneficiários de vagabundos. Criou uma lei que reformava a previdência social, e fez tudo para que voltasse como era no início, cada classe de trabalhadores com os seus sindicatos organizando e administrando os seus próprios fundos. Agora as mesmas idéias são defendidas por políticos da nova geração! Será que não aprenderam que um enredo ruim sempre vai gerar um filme ruim?

Responder

alexandre lopes

01 de março de 2012 às 22h47

O que eu sinto em relação a previdência é muito mais complexo do que vem sendo discutido por aqui!
a grande questão não é a renda de aposentadoria, mas a qualidade de vida depois da idade economicamente ativa.
Deixe-me explicar:
Uma coisa e você ter 20 anos de idade, trabalhar 60 horas por semana e ter um salário de 8mil reais, outra coisa você ter 55 anos e ter essa mesma produtividade!
É impossível trabalhar mais do que 35 anos com uma jornada de 44 horas por semana, nos países europeus, onde a jornada é de no maximo 40 horas, e havia pleno emprego e estado de bem estar social até pouco tempo atrás, era possível trabalhar até os sessenta anos de idade sem maiores problemas, lá não se perde 2 horas no trânsito, voce não é obrigado a ter plano de saúde, carro proprio, segurança particular e outros compromisos e tributos imputados a populações terceiro mundistas.
Dessa forma 54 semanas a 44 horas são 2376 horas de trabalho/anos, na França 54 semanas a 36 horas são 1944 horas, sendo assim temos que 35 anos há 44h por semana temos 83160h e 43 anos há 36h por semana são 83592 horas, concluindo temos que o trabalhador brasileiro trabalha em 35 anos o mesmo que um francês em 43, então se reduzirmos a jornada de 44 para 36 horas podemos aumentar o tempo de contribuição para 43 anos sem causar nenhum problema.
O defeito de meu raciocínio é que em uma sociedade escravocrata como a brasileira, jamais um trabalhador vai trabalhar somente 36 horas por semana.
Obrigado!

Responder

Clovis

01 de março de 2012 às 09h11

Vocês sabem de onde vem o "rombo" da previdência pública?
O trabalhador privado contribui com 11% e o seu empregador, na realidade, paga muito mais do que ele para a previdência. De modo que o INSS tem duplo financiamento, o do funcionário e o patronal. Na previdência pública os políticos chamam a contribuição patronal de deficit… Podem fazer as contas, o sistema fecha, em ambas as previdências se o dinheiro for destinado corretamente…

Responder

professor3f

01 de março de 2012 às 01h12

Sou cirurgião-dentista. Tenho mestrado. Tenho doutorado. E gosto de ser professor (ou como prefiro educador). Atualmente estou com carga horária pequena, apenas 20 horas semanais dentro de sala de aula. Eu disse “dentro da sala de aula”. O salário? R$ 2.000,00.

É uma faculdade privada. Isto mesmo. Privada.

Minha mulher me pergunta: por que você não monta de uma vez um consultório?

É… ou melhor, em tempo de facebook, eh…. portanto, eh, ela deve ter razão. Não tenho o direito de ser professor!

Tenho um blog: convido-vos…. é um dos meus prazeres… partidodaimprensagolpista.wordpress.com

Responder

Lucas Costa

01 de março de 2012 às 00h17

Lascou…

2014 brevemente chegará

Uns votinhos hoje desprezados amanhã poderão fazer falta

Responder

Sagarana

29 de fevereiro de 2012 às 23h15

Desde que foi publicada a carta ao "povo" brasileiro aquele pedaço amarelo da pizza, também conhecido como serviço da divida, diminuiu muito. Insinuar o calote nao foi burrice, foi SABOTAGEM! Com a política econômica ultra ortodoxa desse governo que ai esta, fatalmente o serviço da divida vai pesar menos no nosso orçamento. A propósito, em que lata de lixo esta o programa original do Pt? KKKKKKKK!

Responder

    beattrice

    01 de março de 2012 às 01h17

    Numa lata de lixo não reciclável, atravessaram o ponto de não retorno.

Marcio H Silva

29 de fevereiro de 2012 às 23h08

De um colega aposentado, aqui do RJ, no facebook:
Minha indignação como cidadão contribuinte, pois recorri a Receita Federal (Barra da Tijuca), forçado pelo simples fato do SITE estar inoperante (INOPERANTE), precisava de um valor para constar no DARF e efetivar o pagamento. Ao chegar me indignou um vigilante da prestadora TRANSEGUR com o crachá preso por colar mas guardado no bolso justamente para não ser identificado. Reparei uma fila na parte externa do prédio com aproximadamente 15 pessoas, entre os quais idosos e um senhor com mal de Parkinson (dificuldade de locomoção) aguardando. De imediato recorri a autoridade do vigilante e perguntei-lhe se não havia um atendimento preferencial para os casos especiais, no que do alto de sua prepotência informou que ali ninguém tinha preferência, no que retruquei que por ser um órgão público e federal deveria ser o modelo, e pedi para falar com o responsável, no que fui informado que ninguém entra no prédio sem a sua permissão, pois era instrução superior. Diante de tanto absurdo recorri ao 190, e a bem da verdade, após narrar o fato em 14 minutos chegou uma viatura do 31º BPM, onde prontamente tentaram resolver, aí o vigilante menos arrogante acompanhou o policial até o responsável, que após esperar algum tempo, foi o policial informado pelo funcionário Ricardo que eles disponibilizam 15 senhas e só voltariam a distribuir as 13 horas. Convenhamos que a justificativa beirava o absurdo pois ele determinava a necessidade dos contribuintes. Coincidência ou não o atendimento começou. O vigilante não voltou ao posto e desde a chegada da PM, foi substituido por outro tão arrogante quanto, a ponto de dizer que não sabia o seu nome, tb estava com o crachá pendurado e guardado no bolso. Portanto sem identificação. Daqui a 2 dias, irei ao 31º pegar o BO e judicialmente recorrerei. Humilhação em um atendimento como esse, merece ser avaliado, pois ocorreu em uma repartição pública federal, envolvendo contribuintes honrados e cumpridores de suas obrigações, INFELIZMENTE, pois além de não receber quase nada pelos impostos pagos ainda somos constrangidos.

Responder

Denise

29 de fevereiro de 2012 às 22h33

Sobre o Fundo de Previdência dos Servidores
Não vejo nenhuma incoerência no projeto que se votou, instituindo um fundo de previdência complementar para os servidores públicos.

É um sistema semelhante ao que existe há décadas na Petrobras e no Banco do Brasil. Não é uma previdência privada, como se vem falando, onde a acumulação seja apenas do empregado: haverá contrapartida do Estado, até certo limite.

Primeiro, nada muda para a imensa maioria dos servidores, que recebe menos de R$ 4 mil mensais. Ou seja, não mexe com o nosso “barnabé”.

Mais: não atinge o direito à aposentadoria integral a ninguém que já tenha ingressado no serviço público. Não fere, portanto, direito e nem mesmo expectativa de direito de quem quer que seja. Só vale para quem entrar, a partir de agora.

Terá, como os fundos de pensão, administração pública e compartilhada, entre representantes do Estado e dos servidores, estes últimos eleitos. Portanto, não é como a previdência privada dos bancos, entregue à gestão privada. É claro que ela pode operar através dos bancos públicos, mas estes não participam das decisões sobre como e onde investir. Estas são do conselho e da direção paritáriamente constituidas entre o Estado e ospróprios servidores.

Estamos tentando aplicar, ainda a obrigatoriedade de cálculos atuariais, como forma de dar maior segurança aos servidores.

Mas é preciso que se veja, exatamente, do que se está falando aqui. E, pra isso, vou usar o texto que retirei do blog de um economista e servidor público, Mansueto Almeida Jr:

(…)até 2008, várias carreiras do serviço público pagavam uma gratificação denominada “gratificação por desempenho”. Por exemplo, metade do meu salário ou de um técnico de nível superior do ministério do planejamento ou do Tesouro Nacional vinha dessa “gratificação por desempenho” e, ao me aposentar, perderia metade dessa gratificação ou 25% do meu salário.

Por exemplo, o salário final das carreiras do grupo de gestão (analista de finanças e controle, analista de planejamento e orçamento, analista de comercio exterior, especialista em políticas públicas e gestão governamental, técnico de finanças e controle, técnico de planejamento e orçamento) do governo federal, no início de 2008, era de R$ 11.775,69. Ao se aposentar, esse funcionário teria seu rendimento reduzido para R$ 8.846,74. Como seria o mesmo caso hoje? Bom, hoje essa gratificação por desempenho foi incorporada ao salário para as carreiras de gestão; o que significa que esse mesmo funcionário se aposentaria hoje com o seu salario de final de carreira que passou para R$ 18.478,45 sem nenhuma perda. Ou seja, o beneficio previdenciário de 2008 para 2011 para os funcionários do grupo de gestão (estou neste grupo) teve um aumento de 108,9%.

Segundo, ao longo dos próximos quatro anos há uma janela aberta na qual 252 mil servidores públicos civis poderão se aposentar. Vamos ser conservadores e trabalhar com a hipótese que apenas metade desses funcionários vão exercer efetivamente o direito de se aposentar, ou seja, apenas 126 mil funcionários. Isso daria uma média anual de 31.500; mais do que triplo da média dos últimos anos e semelhante ao boom de aposentadorias que correu nos três anos que seguiram ao Plano Real, quando muitos ficaram receosos da reforma da previdência e da perda de direitos que decorreria de tal reforma.

O gráfico abaixo mostra na linha vermelha o corte de 30 mil servidores aposentados no ano, uma linha que só foi ultrapassada desde o Plano Real, em 1995 e 1996, e agora temos o risco de, mais uma vez, ultrapassar essa linha.

Bem, deu para perceber que algo tinha de ser feito. Sobretudo porque é insustentável o preço que se paga, com o dinheiro público, para as carreiras típicas de Estado, no Judiciário e fora dele. Fora deste regime estão apenas os parlamentares -deputados e senadores – e ocupantes de cargos comissionados não-funcionários, cuja contribuição e limite de proventos são hoje iguais aos dos trabalhadores da iniciativa privada.

Porque o Estado precisa crescer, ampliar-se, contratar mais e pagar adequadamente a seus servidores. Nas contas aí de cima, só para repor o pessoal que está em condições de aposentar-se, teríamos 130 mil contratações em quatro anos.

Embora a Funpresp não vá trazer alívios no curto prazo para o caixa do Governo – nem deste, nem dos próximos – previne um horizonte em que o Estado terá de deixar de cumprir suas missões para, apenas, bancar a aposentadoria dos serrvidores.

E vai, capitalizada com as contribuições de um quadro crescente de servidores e desonerada, por muitos anos, de arcar com o pagamento de proventos, ser uma ferramenta – importante e lucrativa – para financiar investimentos estruturais que o Brasil precisa.

Por isso, meu voto foi sim.
POSTADO POR BRIZOLA NETO

Responder

    Leo V

    29 de fevereiro de 2012 às 22h53

    O Brizola Neto só não tocou no principal: retirada de proventos aos trabalhadores em benefício das instituições financeiras e grupos econòmicos e políticos que terão controle sobre esse fundo. Oras, isso é o principal, e o Brizola Neto foge dessa discussão.

Marcio H Silva

29 de fevereiro de 2012 às 22h02

A Grande safadeza com o pessoal do RGPS é que quando o FHC promulgou a primeira modificação da lei previdenciária, em novembro de 1999, nós que já tínhamos anos de contribuição não tivemos direito a nenhum beneficio por já ter contribuído, no meu caso eu já contribuia a 22 anos, e em alguns períodos contribuí em cima de até 20 salários mínimos. Não fizeram nem uma regra de tres para o fator previdenciário considerando os anos já pagos anterior a promulgação da lei. Fico revoltado com esta discriminação.
Algumas correções do meu texto: Fui aposentado pela seguinte condição: MEDIA DOS 80% MAIORES SALÁRIOS CONTRIBUIÇÕES = 476.019,00/152 = 3131,70 ; sb = 3131,70 X 0,7900. O Governo ferra o pessoal do RGPS duas vezes. Na primeira vez que me ferro: 3133,70 era o salario de referencia em junho de 2010, mais ou menos 7 mínimos da época, aí vem a segunda porrada: Sal. Ref. X 0,79 ( fator previd. ), onde um cara que contribui por 34 anos pelo teto passa a receber menos de 50% da sua expectativa quando começou a contribuir. E LULA teve todas as chances de reverter o fator em junho de 2010, último ano de seu mandato e não o fez. Foi uma sacanagem com os trabalhadores privados do Brasil.

Responder

Eduardo

29 de fevereiro de 2012 às 22h02

Seria muito facil definir quais são as carreiras típicas de estado, que nao são muitas, aquelas que nao podem ser delegadas a terceiros, e manté-lãs com a integralidade de vencimentos. Se aprovada com esta, a nova regra vão criar, no seio do serviço publico, categorias de primeira e de segunda classe. Vejamos, juízes de direito, promotores públicos, policiais, auditores fiscais, entre outras funções publicas, indelegaveis, vão conviver, lado a lado, de um lado com os vencimentos integrais, outros, com vencimentos nao integrais. Será que nao haverá um risco maior de corrupção? Com a nova lei, que tipo de pessoas vão querer ingressar no serviço publico? Sabem quem vai ser o maior prejudicado? A resposta eh bem simples, o cidadão comum, que precisa do serviço publico. Sabem quem vai lucrar com a nova lei. A resposta também eh simples, os banqueiros que vão administrar bilhões e bilhões de reais com os fundos de previdência. Ou seja, a Dilma esta privatizando o serviço publico de qualidade e dando a conta pra todos nos pagarmos e os lucros para os banqueiros.

Responder

FrancoAtirador

29 de fevereiro de 2012 às 22h02

.
.
MANIFESTO DOS SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS CONTRA O PL 1.992/07

As entidades dos servidores consideraram que o PL 1.992/07 retira recursos da previdência social, traz insegurança, quebra a integralidade da aposentadoria e, na prática, privatiza a previdência dos servidores públicos, aumentando a lucratividade de bancos e seguradoras.

"O PL 1.992/07 representa um grande risco para os servidores, pois quebra a integralidade da sua aposentadoria e leva à incerteza quanto ao valor do benefício a que terão direito no futuro, pois a modalidade prevista no Funpresp é a de Contribuição Definida mediante a qual os servidores saberão quanto terão que pagar, mas o benefício futuro dependerá do 'mercado', de acordo com o saldo da conta individual, a rentabilidade do investimento, as comissões cobradas pelas consultorias, a idade da aposentadoria, a expectativa de vida [por gênero] e o grupo familiar, trazendo riscos elevados para os servidores".

"A Constituição Federal, em seu artigo 202, determina que a previdência complementar deverá ser criada e regulamentada por Lei Complementar, resultando na inconstitucionalidade do 1.992/07."

"O § 15, do art. 40, da Constituição Federal determina que a natureza jurídica da entidade de previdência complementar seja pública.
Contudo, o PL prevê que a natureza jurídica da Funpresp será PRIVADA."

http://fonacate.org.br/v2/public/web_disk/documen…

Responder

FrancoAtirador

29 de fevereiro de 2012 às 21h51

.
.
Os servidores públicos estatutários federais, estaduais e municipais

não têm direito ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

É por isso que têm estabilidade e aposentadoria com salário integral.
.
.

Para tanto contribuem com 11% sobre o total da remuneração bruta.
.
.

Responder

    Marcio H Silva

    29 de fevereiro de 2012 às 22h07

    Eu também contribui com 11% da remuneração bruta para o INSS.
    Contribuia também com 8% para o meu FGTS.
    E também com 4% sobre o bruto para a minha previdência privada.
    No caso do FGTS e Previ privada o meu patrão privado contribuia também.

    Militar não tem FGTS, mas quando se reforma recebe uma grana em forma de indenização…..

    FrancoAtirador

    29 de fevereiro de 2012 às 23h26

    .
    Caro Marcio H Silva.

    Primeiro:

    Se, a título de FGTS, o empregador lhe descontava 8%

    então ele se apropriou indevidamente do seu salário.

    A obrigação pelos depósitos na conta vinculada do FGTS

    é encargo trabalhista exclusivo do empregador.
    .
    .
    Segundo:

    O Funpresp não abrange os servidores militares, apenas os civis.
    .
    .
    Terceiro:

    Como disse o ZéPovinho, os aposentados são vítimas do fator previdenciário,

    sem falar dos periódicos calotes governamentais nos reajustes dos proventos.

    E esses, com ou sem Funpresp, continuarão penalizando os aposentados.

    A não ser que se unifique a luta e todos gritem em uníssono:

    TODOS OS TRABALHADORES TÊM DIREITO À APOSENTADORIA INTEGRAL!
    .
    .

    Marcio H Silva

    01 de março de 2012 às 04h27

    Agora gostei da sua sugestão. Todos tem direito a aposentadoria proporcional ao que pagou, com isso acab o sistema de casta.

    Leonardo Câmara

    01 de março de 2012 às 09h30

    Esse é o caminho.

Marcelo de Matos

29 de fevereiro de 2012 às 21h48

Não ou entrar na discussão sobre os números da previdência porque essa não é a minha praia. O que sei é que a “Constituição Cidadã” foi aprovada em clima supinamente emocional. Era o fim dos anos de chumbo e prenunciava-se um período de nuvens róseo-aniladas. Ninguém se preocupou com os problemas que surgiriam depois, por exemplo, com a inclusão dos trabalhadores rurais no sistema, ou com a possibilidade da dona de casa pleitear aposentadoria, o que, legal ou não, é hoje uma realidade. O sistema tem de ser revisto, depuradas as condicionantes emocionais, porque não há previdência que resista aos descalabros atuais: viúvas e filhas de servidores que recebem pensão vitalícia; marajás que conseguiram aposentar com proventos escandalosos porque souberam beneficiar-se de todos os penduricalhos legais. Quando me aposentei no serviço público perdi duas boquinhas: 1) recebo menos porque não fiz pós-graduação; 2) aposentei depois de revogada a lei que permitia ao servidor aposentar se com 20% a mais dos seus vencimentos.

Responder

Ana

29 de fevereiro de 2012 às 21h41

Já que os servidores públicos não vão ter aposentadoria integral, que tal pagar FGTS pra eles também.

Responder

    FrancoAtirador

    29 de fevereiro de 2012 às 22h31

    .
    .
    Exatamente.

    Se quiserem equiparar os trabalhadores estatutários aos celetistas,

    a União, os Estados e os Municípios devem depositar, mensalmente,

    o valor equivalente a 8% da remuneração bruta de cada servidor

    no Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).
    .
    .

    Leo V

    29 de fevereiro de 2012 às 22h55

    Pois é, os servidores públicos não terão nem o FGTS pra ajudar a comprar sua casinha própria.

Marcos de Almeida

29 de fevereiro de 2012 às 21h40

Por isso que eu não faço nenhum concurso que não seja para as carreiras com aposentadoria especial.Tenho 39 anos e posso aposentar aos 50 anos.
o governo em vez de fazer uma previdência so para beneficiar os banqueiros, deveria abaixar os juros e pegar o dinheiro que paga os banqueiros e aplicar na previdência.Estou decepcionado com a dilma e o pt.

Responder

denis dias ferreira

29 de fevereiro de 2012 às 20h06

O Brasil é um país de desiguais e a desigualdade também está presente no nosso sistema previdenciário. Uma parte dos trabalhadores brasileiros tem o direito de receber, ao se aposentar, o salário integral, uma outra parte, que constitui a esmagadora maioria da população brasileira, pode receber, no máximo,até três mil e poucos reais. Sou socialista, portanto, combato qualquer tipo de privilégio. O socialmente correto seria existir uma única Previdência para todos os brasileiros, sem privilégios para ninguém. Logo, ou o país estende o direito de aposentadoria com salário integral para todos os brasileiros (algo que todos que possuem bom senso sabem que é impossível e beneficiaria uma parcela muito pequena da nossa população) ou acaba com esse privilégio (não direito) concebido apenas a pouquíssimos brasileiros. Não nos esqueçamos que a maioria dos servidores públicos nada perderá com essa mudança. Quem sai perdendo são, apenas, os servidores que recebem altos salários. Se esse funcionário público quer se aposentar recebendo aposentadorias integrais (dez, vinte, trinta mil reais por mês), ele que bote a mão no bolso e pague, ele próprio (e não o Zé Povinho), por esse benefício.
Afirmar que esse miserável servidor não pode pagar um fundo para aumentar os valores de sua aposentadoria é subestimar, desavergonhadamente, a inteligência do povo brasileiro. Quanto aos altos juros (responsáveis pelos gastos de metade da arrecadação do governo) que o Estado brasileiro paga aos seus credores (fonte, também, de privilégios) é um outro problema que nós, Zé Povinho, precisamos enfrentar, se realmente desejamos erradicar, do nosso país, nossas escandalosas desigualdades

Responder

José Antonio Rocha

29 de fevereiro de 2012 às 19h31

Este gráfico é fajuto. O Guerrilheiro do Entardecer já chamou atenção para isto: http://guerrilheirodoentardecer.blogspot.com/2012…

Responder

    ZePovinho

    29 de fevereiro de 2012 às 19h54

    Fajuto não,José.Com todo respeito pelo seu blog,que leio de vez em quando.As razões estão lá no site do auditoria cidadã:
    http://www.divida-auditoriacidada.org.br/config/a…

    Alguns especialistas argumentam que o percentual de 45% do orçamento comprometido com a dívida estaria inflado, por incluir o chamado “refinanciamento” ou “rolagem” da dívida, que seria apenas algo contábil, ou seja, uma mera troca de títulos antigos por novos. Porém, é preciso considerar que o Relatório Final da recente CPI da Dívida na Câmara dos Deputados (aprovado pela propria base do governo e pelo PSDB) reconheceu que os dados geralmente divulgados pelo Tesouro Nacional como "Juros e Encargos da Dívida" não consideram a totalidade dos juros, mas apenas os juros que superam a inflação, medida pelo IGP-M, um índice que tem apontado uma inflação bastante superior à dos demais índices. Ou seja: grande parte dos juros são contabilizados como se fossem amortizações ou a chamada “rolagem” da dívida. A CPI requereu oficialmente aos órgãos governamentais os montantes de juros totais efetivamente pagos, e não recebeu resposta.

    Além do mais, os relatores do Orçamento 2012 (Arlindo Chinaglia – PT/SP) e do Plano Plurianual 2012-2015 (Walter Pinheiro – PT/BA) rejeitaram todas as emendas que poderiam obrigar o governo a divulgar os montantes totais de juros.

    Portanto, isto mostra a necessidade de uma ampla auditoria sobre esta dívida, já que o governo não se dispõe a garantir a transparência. Aliás, a auditoria da dívida está prevista na Constituição de 1988, mas jamais foi realizada.

    As investigações da CPI mostraram que a “rolagem” não significa meramente algo contábil, ou a mera troca de títulos antigos por novos. Na realidade, em um primeiro momento, o governo emite novos títulos (ou seja, toma novos empréstimos) para obter recursos. Para tanto, o governo fica na dependência da aceitação, pelos emprestadores, das taxas de juros oferecidas. Este processo é constantemente utilizado como uma forma de “chantagem” do mercado financeiro sobre o governo, pois se este último tomar qualquer medida que desagrade aos rentistas (por exemplo, o controle sobre o fluxo de capitais, a redução significativa dos juros, a tributação dos capitais financeiros, etc), logo o “mercado” retalia, aumentando as taxas de juros exigidas para “rolar” a dívida.

    Só posteriormente o governo utiliza os recursos (em dinheiro) arrecadados com as emissões de títulos e paga as amortizações, ou seja, os títulos que estão vencendo.

    Quando o governo faz nova dívida para pagar juros ou amortizações, este pagamento tem de ser considerado, dado que, se esta dívida repleta de indícios de ilegitimidade não existisse, todo este endividamento não estaria servindo para o pagamento da própria dívida, mas sim, para atender às áreas prioritárias como saúde e educação.

Orichio

29 de fevereiro de 2012 às 19h21

Qualquer trabalhador normal do país contribui para um valor de referência… todo mundo tem a mania de ficar falando em tantos salários mínimos. Quem se aposentou na época do Imperador FHC I, sabe que o SM naquela época valia 56 dólares, e hoje vale 365 dólares… O que os magistrados recebem de salário depois de aposentados e são bancados pelo povão….É dose.
Eu trabalho na Eletrobrás Eletronuclear e pago a NUCLEOS, que é a nossa previdência privada… e acho correto…

Responder

Marcelo

29 de fevereiro de 2012 às 18h44

Eu queria deixar uma coisa clara: o PIG é inimigo do povo. Qualquer informação que vem dele deve ser questionada, não podemos confiar de maneira nenhuma. Mil vezes acreditar no Zé Povinho do que em Mirians Leitoas, Boris Casoys e similares. Esta tuma está a serviço do mal.

Ps: sou trabalhador autônomo.

Responder

    Denise

    29 de fevereiro de 2012 às 22h37

    Veja o blog do Deputado Brizola Neto sobre o assunto

ZePovinho

29 de fevereiro de 2012 às 18h40

<img src="http://1.bp.blogspot.com/-6d8sLTGCKUQ/TtrzE52Z8jI/AAAAAAAAGt4/crf-Jf5gkF4/s1600/capa.jpg">

Os três brasileiros que refutaram as bases do neoliberalismo: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/os-tres-…

<img src="http://www.advivo.com.br/sites/default/files/imagens/art3536img1.jpg">Newton Costa
<img src="http://www.math.buffalo.edu/mad/PIX2/doria_francisco.antonio2004.jpg">Francisco Doria

Os funcionários públicos das empresas de economia mista(Petrobrás,BB,etc) aprovam o fundo porque estão vendo o lado deles.É justo.Estão acostumados,por opção própria,a seguirem essa sistemática.
Os funcionários do regime jurídico único,com razão,estão com medo porque vemos como os fundos de pensão complementares são utilizados para turbinar empresa privadas e fazer privatizações.Vemos a gestão política dos fundos complementares pelos governos,onde até Daniel Dantas andou dando ordens lá na PREVI.Afinal,é com o dinheiro dos fundos que empresas como a EMBRAER e outras foram 'privatizadas".Porém,continuo com o meu raciocío anterior(que ficou um pouco confuso por causa da pressa em responder).
O governo não quer tributar os mais ricos.Lembram que o IPEA disse,há 2 anos,que 47% da carga tributária do Brasil recai em cima de quem percebe 2 salários mínimos??????É uma opção dos governos do PSDB e PT.Por isso,financiam-se tomando dinheiro emprestado das pessoas que têm capital disponível.Isso gera,claro,um círculo vicioso pois é melhor ganhar fácil investindo no governo do que em outras coisas.
Então,o que ocorre???O mercado pressiona sempre o governo para que aumente as taxas de juros que remuneram os títulos da dívida pública.O governo diz que tem de aumentar os juros porque o crescimento do PIB(segundo os neoliberais) gera inflação.Acontece que a teoria que fundamenta isso é errônea,segundo os professores que escreveram o livro "O universo neoliberal em desencanto".Um deles,o Doria,é amigo do chamado "outro Nash",um economista americano negro que escreveu trabalhos contestando o chamado "equilíbrio de Nash".
O que os professores explicam é resumido nesse artigo do Nassif,onde ele explica que a decisão de manter os juros altos(o que aumenta a dívida pública e faz o governo tirar dinheiro de tudo para remunerar os rentistas) é uma decisão POLÍTICA que o governo toma para agradar ao MERCADO que o financia: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-planil…

A planilha inconsistente à qual o Brasil se curvou
Enviado por luisnassif, seg, 27/02/2012 – 08:00

……………..
No mesmo livro "O Universo Neoliberal em Desencanto", de Doria e José Carlos de Assis, procede-se a uma análise matemática da tal fórmula do Banco Central que supostamente permitiria calcular a taxa de juros neutra.
No site do BC há apenas uma nota técnica, em inglês, datada do início do século 21, assinada por Joel Bogdanski, tendo por título "Implementating Inflation Targeting in Brazil".
A fórmula é a equação IX da página 24 do trabalho.

Descobriram, então, que a fórmula mágica à qual a economia brasileira está subordinada há mais de uma década, não passa de uma regra de três simples sem nenhuma fundamentação científica mais séria.

A equação é a seguinte:

A taxa de juros que o BC fixa é diretamente proporcional à expectativa de inflação.

Quem define a expectativa de inflação é o mercado.

Portanto a taxa de juros que o BC fixa é aquela que o mercado quer.

Conclusão dos autores – um dos quais, Doria, é matemático de reputação internacional: "Debaixo de toda a tecnicalidade matemática, depois da linguagem obscura e das ilações supostamente técnicas, o que temos é algo muito próximo de pura trivialidade".

Não fica aí o questionamento à matemática do BC.

"O chamado produto potencial, que aparece como limitador do crescimento com estabilidade (…) jamais poderia integrar o aparato matemático do modelo porque, a rigor, não pode ser medido. É simplesmente inferido (…) Ou seja, estamos diante de uma construção matemática totalmente arbitrária, entrecruzando variáveis com relações frágeis ou inexistentes".

Então,minha gente,se o governo não abandonar essa aberração continuaremos vendo nossos direitos sociais serem sacrificados no altar do bezerro de ouro mercadista e vendo as pessoas justificar isso como uma "manutenção dos nossos direitos" em nome da governabilidade que não quer trombar com o setor financeiro.

Responder

Leo V

29 de fevereiro de 2012 às 18h14

A declaração do secretário de Política de Previdência Complementar do Ministério da Previdência, Jaime Mariz, é reveladora. Citando matéria da Reuters:

"Segundo Mariz, além de desmontar uma "bomba-relógio", a criação do fundo traz uma sinalização imediata aos mercados de austeridade do governo brasileiro e até mesmo contribui para a queda na taxa de juros." (http://noticias.r7.com/economia/noticias/governo-corre-para-votar-funpresp-na-camara-20120228.html).

Simplesmente: A Grécia é Aqui! Tirar dos trabalhadores para dar ao mercado, privatização do dinheiro público, tudo para satisfazer o tal mercado.

citando matéria

Responder

    Fabio_Passos

    29 de fevereiro de 2012 às 21h33

    "… a criação do fundo traz uma sinalização imediata aos mercados de austeridade do governo brasileiro …"

    Isto foi o governo do finado fhc… até quebrar o Brasil.

betinho2

29 de fevereiro de 2012 às 17h48

Postado no artigo do Altamiro Borges:

Li a matéria e os comentários. Primeira constatação é que está havendo uma total ideologização e partidarização na questão, consequentemente desvio analítico.
Vou começar com um exemplo. Minha ex esposa, aposentada do BB recebe integral, parte INSS, parte Previ.
Exporadicamente a Previ faz uma distribuição de parte dos lucros, quando a lucratividade fica acima da necessidade da reserva atuarial. Atualmente minha ex está recebendo esse complemento, mensalmente, equivalente a +- 18% da aposentadoria. No sistema previdenciário estatal isso jamais aconteceria, primeiramente por ser históricamente deficitário, coberto com os impostos de todos nós, segundo, mesmo que fosse lucrativa, as sobras não poderiam ser usadas para compras de ações ou empresas, como faz a Previ. Portanto, caso a Previdência estatal não fosse deficitária, ai sim suas sobras atuariais seriam, ou momentaneamente incorporadas ao Tesouro, ou aplicações em bancos.
Segunda questão, é enganoso dizer que haverá perda de direitos, pois os atuais funcionários não serão atingidos, somente os novos estarão sujeitos ao novo regime.
Terceira questão, todo país é dependente de poupança interna, que vai além do conceito de depósito na poupança. O sistema Previdenciário estatal, como é deficitário em quase 100% dos países em que existe, jamais poderá ser considerado poupança, ao contrário de uma Previ. Não fossem os fundos de pensão, principalmente do BB, CEF e Petrobrás, a desnacionalização de nossas empressas teria sido absurdamente maior, a Vale por exemplo, tirando a parte do Bradesco, estaria na mão de extrangeiros.
A Previ é hoje o maior Fundo de Pensão da América Latina e 24º do mundo, com patrimônio de mais de 150 bilhões. Não é muito, considerando que o Fundo de Pensão dos professores dos EEUU tinha a 10 anos atrás mais de um TRILHÃO de dólares de patrimônio, não sei hoje. Quero crer, que o que está sendo criado é um Fundo nos moldes da Previ, se for isso, será bem vindo, e é falácia dizer que será para engordar lucro de Bancos, a Previ é contraprova. O atual sistema de aposentadorias integrais sangra toda a população através dos impostos, o novo regime será, aos moldes da Previ, sustentado por seus próprios benificiários e certamente por um aporte do Governo Federal, como co-patrocinador, porém com um desembolso menor que atualmente, na integridade das aposentadorias.
Última questão, a Previdência Estatal, nos atuais moldes, com a espectativa de vida aumentando anos a anos, será cada vez mais deficitária, e se hoje a choradeira (com razão) da sangria da juros, amanhã será sobrepujada pelo insustentável sistema previdenciário.
A bem da verdade histórica uma resalva deve ser feita. Nos primórdios da criação da Previdência, com suas diversas nomenclaturas mudadas através dos tempos, era altamente superavitária, pois havia milhares de contribuintes e pouquissimos aposentados. Esse acúmulo de "poupança" foi usado em empréstimos para Estados e Municípios, que como todos sabemos, sempre foram rolados e nuna pagos, e hoje fazem parte da enorme dívida federal, que assumiu as dívidas estaduais e municipais. ou seja, o dinheiro da Previdência foi "queimada" no passado. O BNH, teve seu capital inicial também oriundo das sobras da Previdência, quebrou e nunca devolveu o capital.
De maneiras, que os funcionários, públicos ou privados, jamais terão poder de decisão no sistema previdenciário Estatal, ao contrário de um Fundo de Pensão privado, à exmplo da Previ e outros.

Alguns devem lembrar o quanto a Previ já foi criticada no passado, dizendo dos seus "previlégios", bem como dos funcionários do BB. Hoje se dá o contrário, dizem que o sistema (fundo de pensão) tira direitos e que "terá impacto negativo na própria qualidade dos serviços prestados à população"?
Esqueciam de dizer que os funcionários do BB contribuiam para a Previ e ao mesmo tempo para a Previdência Estatal. Mudaram de opinião ou de lado político?
Perguntem hoje aos funcionários aposentados do BB, se fosse possivel retroagir e optar pelo atual sistema de aposentadorias integrais, sem a Previ repassando lucros e elevando os salários além da integralidade, se optariam em mudar a opção.

Responder

    llviegas

    29 de fevereiro de 2012 às 22h13

    Pimba,perfeito

    Leo V

    29 de fevereiro de 2012 às 22h57

    Bem, se a própria geração de cidadãos nascer sob uma ditadura você considera então que não houve perda de direitos.

    H. Back™

    07 de abril de 2013 às 11h46

    Betinho2, você se esqueceu de citar que uma parte dos recursos do PREVI e outros fundos de pensão particulares de estatais vem justamente do governo!

Rafael

29 de fevereiro de 2012 às 17h46

Esse Zé povinho é um manipulador. Não vamos chegar a lugar algum com essas distorções da realidade. Esse gráfico primeiro lugar á falso e isso já foi dito centenas de vezes que esse valor de 45% do orçamento para juros é falso. Quem age desse jeito são so tucanos, vamos deixar para eles essa atitude. Aqui vamos falar sério. Esse Zé povinho não falou nada com nada. É bom apra não ficarms com dúvida leiam no blog Tijolaço e explicação que Brizola deu do seu voto. Esse regime que vai ser aprovado, do Funpresp é o mesmo dos funcionários do BB, CEF, Petrobras. E aí senhores vamos dar o mesmo privilégio para esses trabalhadores? Ou somente os funcionários federais podem ter?
Essa conversa que os bancos privados administrarão o fundo é PURA MENTIRA. Petros, Previ, Funcef são administrados por representantes dos funcionários e da empresa, esses é quem decide o que fazer.

Responder

    Lia

    29 de fevereiro de 2012 às 22h11

    O Zé está se mostrando um troll amestrado. Burro ele não é para reproduzir essas inverdades, portanto….

betinho2

29 de fevereiro de 2012 às 17h45

Duas questões enganosas nas colocações do Zé Povinho.
Primeiro, essa questão dos 45,5% do orçamento, no gráfico, já foi desmentida, é contábil não efetiva.
Segunda questão, a DRU é genérica e não proporcional a cada verba carimbada. Mais, não há como tirar 20% da previdência se ela é deficitária, tendo seu déficit que ser coberto pelo tesouro mês a mês.

Responder

    Lia

    29 de fevereiro de 2012 às 22h12

    Corabora o que o Rafael colocou sobre o Zé.

Bruno Moreno

29 de fevereiro de 2012 às 17h42

Terceira Questão: o cálculo para o déficit e superávit da previdencia social não pode levar em conta o montante arrecadado com a contribuição previdenciária x o montante gasto com os benefícios. Na verdade as verbas que compõem a seguridade social são diversas e são exatamente estas que são desviadas via DRU.

Quarta Questão: e talvez o cerne do debate, face aos prejuízos acima citados. Como o FUNPRESP atuará? Promovendo o desenvolvimento ou de acordo com o Deus mercado? Já que e lógica é igualar, com a criação do FUNPRESP será possível acabar com o Fator Previdenciário para o Regime Geral de Previdência Social. Já que se trata de resgatar o caráter solidário da seguridade social, que ao menos sejam criados benefícios reais para a maioria dos aposentados submetidos ao RGPS.

Responder

Bruno Moreno

29 de fevereiro de 2012 às 17h41

Primeira questão: Os servidores públicos não fazem parte do Regime Geral de Previdência Social, mas sim do Regime Próprio de Previdência Social. Neste ponto, errou o Zé Povinho.

Segunda questão: O projeto do FUNPRESP é ruim pq retira direitos dos servidores, assim como a Emenda 41/2003 que previa a criação do Fundo já tinha feito, ou ao menos relativiza certos direitos. Aplica o teto do Regime Geral de Previdência Social também aos servidores públicos e faz com que estes também tenham que aderir a um plano de previdência complementar. Acaba na prática com a Aposentadoria Integral por tempo de contribuição (que já havia perdido sua integralidade literal). Isto torna mais iguais os membros do Regime Geral de Previdência Social e os do Regime Próprio de Previdência Social. No caso, iguala por baixo.

Responder

    Marcio H Silva

    29 de fevereiro de 2012 às 22h14

    Isto que é ruim. Iguala por baixo. Nunca vi o governo Brasileiro igualar nada pro povo POR CIMA…..Por cima só para os credores…….

marcelo santanna

29 de fevereiro de 2012 às 17h32

Senhores, tenho 42 anos e há 4 anos sou funcionário federal. Quando tomei posse em 2008 tinha 22 anos de contribuição para o INSS, mas para me aposentar integral na minha nova carreira tenho que cumprir mais 30 anos.
Aos 68 anos de idade eu me aposento pensando bem não me aposento.

Responder

    Bruno Moreno

    29 de fevereiro de 2012 às 17h50

    Errado, vc pode averbar o seu tempo de contribuição para o INSS e computá-lo.

    Leo V

    29 de fevereiro de 2012 às 20h00

    Pode averbar, mas ele sestá falando para se aposentar integral.

    Denise

    29 de fevereiro de 2012 às 22h43

    Você está dizendo que terá de somar 22 mais 30? Está errado

    Bruno Moreno

    01 de março de 2012 às 01h50

    É pra isso mesmo que ele vai averbar o tempo na iniciativa privada.

    H. Back™

    08 de abril de 2013 às 21h56

    Mas nessa averbação será feita uma média das últimas 36 contribuções do tempo que esteve na iniciativa privada, por essa razão não será integral.

ZePovinho

29 de fevereiro de 2012 às 16h54

E olha que eu nem fui no site do TSE, para ver se os bancos que negociam títulos da dívida pública constam como grandes financiadores de campanha.Talvez por medo…………………………

Responder

    Lu_Witovisk

    29 de fevereiro de 2012 às 18h07

    Parabens ZePovo pelo texto. Os esclarecimentos ajudaram muito! Futuro tenebroso… só quebrando tudo e olha lá. abraço!

    ZePovinho

    29 de fevereiro de 2012 às 23h58

    É isso aí,Bonitona.Se a esquerda aplicar políticas de direita o povo,com toda a razão,vai preferir comprar as legítimas havaianas,né?

    beattrice

    01 de março de 2012 às 01h16

    O que ocorreu na Espanha, o PSOE aplicou a política do PP e foi trocado por este.

    beattrice

    01 de março de 2012 às 01h15

    Se criar coragem e for nos conte… jogaria as fichas que apostaram dos dois lados, o que acha?

patrick

29 de fevereiro de 2012 às 16h23

A aposentadoria do servidor público federal também não é integral desde 2003, quando passou a vigorar a regra dos 80% dos últimos três anos.

A grande questão é "sistema de repartição" x "sistema de capitalização". Dizem que este último é mais "barato", "menos deficitário" e, portanto, "mais sustentável". Vou tecer algumas considerações sobre essas "qualidades":

Um servidor público que tenha o salário de R$ 10.000,00 no modelo atual, paga R$ 1.100,00 (10.000 x 11%) de contribuição previdenciária (ou seja, arrecadação para a União). No novo modelo, pagará R$ 684,00 (teto de 10 salários mínimos, 6.220,00 x 11%; arrecadação para a União) e contribuirá do seu próprio bolso com mais R$ 283,5 (7,5% do que excede o teto) para o Fundo de Pensão. A União entrará com mais 8,5% (R$ 321,30 de gasto da União). Ou seja, a arrecadação líquida da União, que era de R$ 1.100,00 no sistema de repartição, passará a ser de apenas R$ 362,70 no sistema de capitalização. E isso porque os servidores continuarão num regime próprio, pois se o Projeto de Lei os migrasse para o regime geral (INSS), a União teria que bancar os 22% do empregador (R$ 2.200,00), ou seja, a União sairia de uma situação em que arrecadava R$ 1.100,00 para uma na qual passaria a desembolsar R$ 1.800,00 (684,00 – 321,30 – 2.200,00). Mas, claro, isso não ocorreu porque do contrário esses 22% teriam um forte impacto contábil na redução do "déficit da previdência".

Responder

    Bruno Moreno

    29 de fevereiro de 2012 às 17h49

    Só uma correção, a regra instituída com a Emenda 41/2003 e com o art. 1º da Lei 10.887/2004 não estipula 80% dos últimos três anos. Na verdade a regra para a aposentadoria integral passou a ser uma média das 80% maiores bases de contribuição.

    Agora, fazendo uma pergunta, eu não entendo esses cálculos, pois os valores pagos a título de benefícios pagos diretamente pela União será bem menor também.

    betinho2

    29 de fevereiro de 2012 às 18h45

    Esqueceu de complementar que ao se aposentar, ao invés do Governo, através da Previdência, pagar ao mesmo os 10.000 integrais, pagará apenas o teto, pelos teus cálculos, 6.220, 00, mas na verdade abaixo de 4.000,00, donde teus cálculos não conferem.

    patrick

    29 de fevereiro de 2012 às 20h09

    Até lá, quando terá início a "economia", teremos 35 anos de um déficit extra. Não faz sentido.

    Aurora Rodriguez

    29 de fevereiro de 2012 às 18h54

    Corrigindo…..o cálculo da média aritmética simples para o benefício do RPPS (mesmo princípio de cálculo para a maioria dos benefícios do RGPS) é de 80% das maiores contribuições previdenciárias efetuadas desde julho/1994, e não os últimos 3 anos. Os servidores que ingressaram no serviço público até dez/2003 ainda conseguem se enquadrar em regras de transição que lhes permitem aposentadoria pela última remuneração com paridade (reajuste igual ao do ativo). Os que ingressaram posteriormente, obrigatoriamente aposentarão pela "média" e sem paridade (reajuste igual o do INSS).

antonio carlos

29 de fevereiro de 2012 às 16h20

Há anos venho criticando o Azenha por nunca falar sobre o assunto: aposentados e previdência. Enfim uma materia que merece total repercução. parabens enfim, AZENHA. O que fazem com as aposentados do RGPS e um verdadeiro holocausto.

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    29 de fevereiro de 2012 às 16h24

    Tá chegando a hora de eu me aposentar… rsrsrs

    Marcio H Silva

    29 de fevereiro de 2012 às 22h17

    Se já tens uma previdência privada, ótimo. Se não tens faça uma logo, porque só com o INSS voce pode passar fome. Se receber o FGTS aplique bem, porque é uma segunda segurança. Ou então escreva um livro que seja sucesso, caso contrário serás jornalista até a grande hora…….

Carlos de Sá

29 de fevereiro de 2012 às 16h20

Contra fatos não há argumentos.
Sem mais.
Carlos de Sá

Responder

Rasec

29 de fevereiro de 2012 às 16h12

O Tijolaço do deputado Brizola Neto fez umas continhas básicas justificando porque votou a favor do Fundo!
Vale a pena trazer pra cá!

Responder

    beattrice

    29 de fevereiro de 2012 às 16h43

    Votar a favor do fundo é votar contra o trabalhador, contra o Estado brasileiro e contra o futuro do país.
    O resto ora direis…

    Rodrigo

    29 de fevereiro de 2012 às 16h54

    Não necessariamente.
    Dentro do serviço público é unânime a opinião de que ninguém sabe como se aposentará.
    Amanhã a Globo consegue eleger o Serra e vem uma reforma pra arrebentar com tudo.
    Como servidor posso garantir que um fundo de previdência é uma boa imunização contra futuros abusos por parte de governantes, principalmente porque será acompanhado pelos beneficiários.
    Se quiser saber mais sobre o assunto, pergunte aos servidores do BB, da Caixa, dos Correios, o que eles acham.
    Pra vc ter idéia, os aposentados do BACEN pela CLT pagam menos contribuição do que os aposentados pelo regime próprio.
    Procure saber mais informações antes de dizer que é contra.

    cruz

    29 de fevereiro de 2012 às 17h52

    Posso lhe responder… Estou ha 25 anos no bb e cada dia meu salario mingua. Quando entrei ganhava mais do que hoje, 25 anos depois, recebo de salario. Veja bem , em 1985 eu contribuia mais que hoje, mas vou receber um salario menor na aposentadoria, mesmo com o complemento da PREVI. A PREVI é comandada pelo governo, faz o que o governo quer, com o dinheiro dos empregados do BB. Desde que o Sr. Lula assumiu, o PT dos trabalhadores, já garfaram mais de 15 bi de um tal superavit inventado, que nada mai é o arrocho salarial que os empregados, aposentados e pensionistas sofrem desde Collor, piorado (quase 10 anos sem reajustes) por Sir FHC e CIA, e continuado no Lula I, II e Dilma. Se os funcionários públicos não acordarem o fundo de previdencia vai servir para tapar buracos orçamentarios, aplicar em titulos do governo, emprestimos a empresas amigas, e o buraco que sobrar vai ser deles. Simples, não? Eles que funpresp

    Henrique Finco

    29 de fevereiro de 2012 às 18h13

    Você está enganado Rodrigo: o "novo fundo" não terá nada a ver com os fundos que já existem para os servidores do BB, da Caixa, dos Correios, da Petrobrás, etc… Ele – e isto está definido em lei que foi aprovada ontem, dia 28/02/2012) – será gerido por UM BANCO PARTICULAR, sem a participação dos funcionários federais. O banco fará o que bem entender com o fundo…

    patrick

    29 de fevereiro de 2012 às 20h13

    Amanhã a Globo pode eleger o Serra e ele usar o Funresp para privatizar a Petrobrás, por exemplo.

    Pois um dos motivos para a não privatização da Petrobrás durante o governo FHC é que nem mesmo com aunião de Previ e outros fundos haveria bala na agulha para comprar a empresa.

    Aliás, sobre manipulação de fundos de pensão o livro A Privataria Tucana é bastante didático…

    Denise

    29 de fevereiro de 2012 às 22h57

    Então o fundo não é o problema em si. Devemos então criar mecanismos que impeçam estas manobras, mas que os servidores públicos precisam ter suas aposentadoria complementadas, precisam.

    Joao Barbosa

    29 de fevereiro de 2012 às 18h21

    Salário médio do Judiciário é o maior dos Três Poderes: http://contasabertas.uol.com.br/WebSite/Noticias/…

    Salário de funcionário público sobe 8 vezes mais que o do setor privado: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,salar…

    Tabela de vencimentos e gratificações :http://www.jf.jus.br/cjf/gestao-pessoas/administracao-de-rh/tabelas-de-remuneracao/servidores/Tabela%20de%20vencimentos%20e%20gratificacoes%20-%2001_12_2008.pdf/view

    Boletim Estatístico de Pessoal: http://www.servidor.gov.br/publicacao/boletim_est…

    Aumento de 56% para os servidores do Judiciário: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/…

    É melhor cada um receber um pouco, do que poucos, receberem tudo. Como o Brasil está transformando-se em um país desenvolvido é salutar, adotar uma postura menos paternalista com relação aos servidores públicos.

    O pior cego é o que não quer enxergar…

    Leo V

    29 de fevereiro de 2012 às 19h57

    Sim, eu sou a favor do socialismo também: renda igual pra todo mundo. Mas que tal começar tirando dos capitalistas e não dos próprios trabalhadores para dar a outro trabalhador?

    Joao Barbosa

    01 de março de 2012 às 10h15

    Você é a favor do socialismo eu sou a favor da democracia, ou seja, direito do servidores, aposentados daqui há 30 anos, de receberem um valor justo de aposentadoria.

    Henrique Finco

    29 de fevereiro de 2012 às 18h15

    Pois é, imagine o que diria o avô dele, o Leonel Brizola, sobre esta talagada no bolso dos trabalhadores a favor dos bancos…

    betinho2

    29 de fevereiro de 2012 às 18h21

    Rasec
    O Viomundo já pautou a questão, não trará o contraditório.

    Willian

    29 de fevereiro de 2012 às 21h37

    Fico aqui imaginando se fosse o PSDB no governo se o digníssimo deputado Brizola pegaria sua maquininha de calcular e faria umas continhas básicas.


Deixe uma resposta

Apoie o VIOMUNDO - Crowdfunding