VIOMUNDO

Diário da Resistência

Sobre


Denúncias

Via Net tenta obter da Veja cópia do contrato denunciado


13/09/2010 - 11h35

por Conceição Lemes

Em conseqüência das denúncias publicadas pela revista Veja, a sede da Via Net Express Transportes Ltda, à avenida Cangaíba, 1932, no bairro Cangaíba, Zona Leste da capital paulista, está fechada hoje.

A reportagem contra Erenice Guerra, ministra da Casa Civil, tem como espinha-dorsal a publicação de um contrato que teria sido firmado entre essa empresa e a Capital Consultoria e Assessoria Ltda. No fechamento dele, teria ocorrido o pagamento de propina.

Nesse domingo, a Via Net divulgou nota à imprensa, negando não só o referido contrato como qualquer outro com a Capital Consultoria e Assessoria, de Israel Guerra.

“Nós não conhecemos nem fizemos qualquer negócio com as pessoas citadas na reportagem da Veja”, reafirma ao Viomundo Marcos Paulo Baronti de Souza, advogado da empresa. “Hoje, no decorrer do dia, vamos tentar com a Veja, pela via amigável, obter uma cópia do contrato. Só depois teremos condições de definir as medidas judiciais cabíveis.”

Ajude o VIOMUNDO a sobreviver

Nós precisamos da ajuda financeira de vocês, leitores, por isso ajudem-nos a garantir nossa sobrevivência comprando um de nossos livros.

Rede Globo: 40 anos de poder e hegemonia

Edição Limitada

R$ 79 + frete

A mídia descontrolada: Episódios da luta contra o pensamento único

R$ 40 + frete

Pacote de 2 livros - A mídia descontrolada e Rede Globo

Promoção

R$ 99 + frete

A gente sobrevive. Você lê!


41 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

sidnei dornel

17 de setembro de 2010 às 11h20

Trabalhei nesta empresa,ELA não está fechada como está escrito,mudou nome pra CARGO PRESS em Alfavile,Já foi NET BRASIL,NET CARGO e outras NETSS por aí é só investigar como tudo começou e encontrarão muito lixo e nada será feito,pois ELES reciclam estes lixos engravatados.

Responder

Carlos A Gomes

14 de setembro de 2010 às 22h08

Li uma reportagem na revista Piauí, por sinal muito boa a reportagem, sobre a Dilma antes de ela se tornar candidata oficial.
A reportagem está neste link: http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao_48/arti

Responder

José

14 de setembro de 2010 às 11h17

REVISTA VEJA: Não compre. Se comprar, não abra. Se abrir, não leia. Se ler, não acredite. Se acreditar, relinche…

Responder

Ubiratan Rosa Passos

14 de setembro de 2010 às 10h20

Boas perguntas. Se não há nada de verdade na reportagem da Veja, por que o assessor saiu? E por que a Via Net estava fechada? Há algo de estranho nisso tudo..
Alguém poderia me responder?

Responder

    sidnei

    17 de setembro de 2010 às 11h24

    Mudou de nome CARGO PRESS em alfavile

Maria

14 de setembro de 2010 às 09h56

Vocês não acham que também estão sendo imparciais? Afinal se está tudo correto, pq o assessor saiu???
Onde há fumaça tem fogo… e na maioria das vezes em que a Veja denunciou era só a ponto do iceberg.
Outra coisa, negar sempre!!!

Responder

    kali, a negra

    14 de setembro de 2010 às 10h05

    Sempre que a Veja "denuncia" dá em nada.

    Cadê o áudio do grampo??

    Aff… Tem gente que realmente dá asco de tão cínica.

    Carlos

    14 de setembro de 2010 às 10h15

    ERsclareça o que entendes por parciais e imparciais.
    leu a justificativa do assessor para o pedido de demissão?
    Cite casos de acusações daquela coisa impressa que tinham fundamento.

    Quanto ao que acontece agora, aguarde desdobramentos.

    Carlos

    14 de setembro de 2010 às 14h37

    Kali aguarda resposta: cadê o áudio do grampo?

GeorgeLuckas

14 de setembro de 2010 às 09h14

parafraseando o grande Barão de Itararé :
veja, fsp, estado de sp, rede esgoto…todos eles…a grande mídia de direita, são como um tambor…

fazem muito barulho mas são ocas por dentro…

Responder

SérgioFerraz

14 de setembro de 2010 às 01h46

Cadeia para os quadrilheiros do PIG.

Responder

Josnei Di Carlo

13 de setembro de 2010 às 22h33

Vixi, para quem disse que estava tudo gravado e documentado, quero ver qual vai ser a desculpa para não divulgar a gravação e os documentos.

Responder

carlos costa

13 de setembro de 2010 às 20h33

caro azenha
nao é estranho a empresa estar fechada hoje?
carlos

Responder

Gilberto

13 de setembro de 2010 às 19h24

É isto que é liberdade de imprensa?
Uma lei de meios já!

Responder

edson

13 de setembro de 2010 às 17h36

A empresa não pode entrar com pedido de habeas data regulamentada pela lei 9.507 de 12 de novembro de 1997, uma vez que as informações que estão com a revista VEJA são de interesse público?
quem é formado em direito não poderia responder?

Responder

João

13 de setembro de 2010 às 17h02

Que a Via Net processe a Veja e o "repórter" que fez a matéria.
Assim eles aprendem da pior forma possível: sentindo no bolso.

Responder

    Carlos

    14 de setembro de 2010 às 08h13

    Não só "no bolso", pois quem joga tal jogo sujo por certo tem respaldo da publicação para pagar indenizações…
    Tem que puxar o fio da meada: quebrar sigilos fiscal e bancário (e, talvez, telefônico) de cada um dos responsáveis pelo crime, digo, pela publicação da matéria.
    Pelas conexões, pode-se chegar aos mandantes.

Paulo Roberto

13 de setembro de 2010 às 16h59

Quem lê veja são os mesmos, serristas por natureza. Esses não votam na Dilma nem amarrados. A veja está gastando folhas de papel para uma plateia já conquistada. Tirando consultorios médicos, dentários que poucas pessoas leem, acabou seu universo de abrangência e influência. Já percebi que em consultório existe veja, isto é, caras. Primeiro as madames vão ver caras , as fofocas relacionadas a novelas, etc e jamais alguma coisa no que diz respeito a politica. Prestem bem atenção: Veja o numero de revistas em um consultório e observa que as pessoas pegam as revistas relacionadas a novelas, carros e portanto as que sobram são veja, Isto é e com datas antigas, já velhas. A prova é que as pesquisas não mudam. A Dilma está sob fogo serrado há varios dias e nada acontece. Assim será até dia 3 de outubro .

Responder

    José Carlos

    13 de setembro de 2010 às 22h25

    Paulo, eu sempre acreditei que deveria haver algo pior do que o motorzinho do dentista…
    Pode ser que a Veja oferecida na sala de espera do consultório tenha a missão do anestésico: depois de 15 minutos lendo a Veja, nada se sente…

I. Milão

13 de setembro de 2010 às 16h37

Anita, muito melhor de que uma enxurrada de ações, e arrazadora, sera vemos tudo que é produzido pela familia civita, encalhada sem nenhum comprador. Isso sim condiz com seus méritos.

Responder

Tiago Tobias

13 de setembro de 2010 às 15h55

Gostaria muito de saber que substâncias tóxicas são colocadas na água que o pessoal da Veja bebe.

Grato.

Responder

    Sergio F. Castro

    13 de setembro de 2010 às 16h41

    Apoiado! Mas com cuidado, deve ser coisa muito pesada.

    Vanda

    13 de setembro de 2010 às 18h08

    Por isso é que eu não pego nessa revista – contamina as mãos…

anita-mg

13 de setembro de 2010 às 15h50

Adoraria ver uma enxurrada de ações na justiça e procedimentos de toda ordem, contra a Veja, em todas as reportagens em que ela tenta massacrar, destruir e ""ameaçar subliminarmente"" o cidadão. Todos acabam temendo os ataques dessa turma de jornalistas do PIG.

Responder

Helcid

13 de setembro de 2010 às 15h48

… E assim caminha o jornalismo impresso brasileiro: para a extinção irrevogável; antes, pela incompetência e despreparo. E depois, atropelado pela tecnologia.

Responder

Cesar

13 de setembro de 2010 às 15h32

Afinal, vivemos numa democracia de Honduras, onde a Justiça permite que factóides acontecçam e ludibriem os pensamentos livres dos eleitores, até quando ????

PAra quem vamos reclamar ????

Responder

    Cunha

    13 de setembro de 2010 às 17h23

    Faço minha parte. Pulverizo para parentes,colegas ,profissionais da saúde conhecidos da família, gente do trabalho e etc… Copio o link ou compartilho. É a resistência anti-PiG. É assim que se propaga na rede. Alguns ficam surpresos com as matérias e passam a frequentar os sites.

Marcos C. Carvalho

13 de setembro de 2010 às 14h46

Cadê o TSE que não vê um claro favorecimento a um candidato em tentativa de denegrir a imagem de Dilma Roussef?
Se fosse o contrário, as pesadas mãos da lei desceriam sobre a candidata do PT.

Responder

Pérola

13 de setembro de 2010 às 14h03

Nunca gostei desta revista de fofocas semanais chamada Veja.

Responder

Julio Silveira

13 de setembro de 2010 às 13h31

Essa atitude da Veja parece com aquela em que alguns riquinhos no Rio de Janeiro, do alto de suas arrogancias e confiante na impunidade por sinal confirmada, jogavam ovos do alto de seus edificios, nos transeuntes, enquanto se escondiam e riam a valer, um deles diretor global. São simbolos, representam o pensar de que o cidadão não tem memória.

Responder

chanceLer

13 de setembro de 2010 às 13h21

e PADRÃO VEJA. Tudo mentira, mas quem vai pagar por isso (plageando LOBÃO)? O Brasil é caso inédito onde a imprensa se sobrepõe a qualquer Lei, são inimputáveis. Graças ao CARLOS AYRES BRITTO, MARCO A MELLO, GILMAR DANTAS (ops!) MENDES.

Responder

Luciano Prado

13 de setembro de 2010 às 13h02

Piu! Foi o resultado da bomba que o Reinaldo Azevedo (do blog limpinho da Veja) anunciou… Os bobos que o acompanham devem estar fulos a vida com o traque.

Responder

    Carlos

    13 de setembro de 2010 às 14h39

    Conforme observado pela Conceição, existe uma outra empresa que usa o nome "via net" como nome de fantasia, só que razão social diferente…
    Quando surgiu e quais os sócios?

    Barriga da veja?

jose

13 de setembro de 2010 às 12h59

Vendo a foto do Escosteguy a gente confirma a suspeita: um moço novo, que abandona a propria juventude e uma futura carreira de jornalista, se sujando com baixesas. Já está com uma cabeça de mil anos, apodrecida. Profissional sério respeita a si mesmo respeitando os limites éticos imposto pela atividade profissional em qualquer campo.Não foi o caso desse cara, rendeu-se a que? por que? Alguém que parece estar no início de uma carreira sabe que ética não se vende nunca, por dinheiro algum. É uma pena! Mas confio nos milhares de jovens profissionais que se lançam ao mercado de trabalho, a exceção mais uma vez NÃO CONFIRMA A REGRA!

Responder

    Baixada Carioca

    14 de setembro de 2010 às 18h50

    Foi o caminho mais curto pra chegar onde chegou. Quando a bomba estourar no seu colo, perguntará pela presença do Civita que vai estar em sua luxuosa sala em Miami dizendo: "lamento meu caro escosteguy!".

Ruy

13 de setembro de 2010 às 12h36

Eu acharia melhor eles tentarem no comitê do Serra. É tudo centralizado lá.

Responder

    Baixada Carioca

    14 de setembro de 2010 às 18h51

    Ele tá sem comitê. Não tem grana pra pagar o aluguel.

Polengo

13 de setembro de 2010 às 12h24

Depois dessa, a Veja vai publicar uma matéria denunciando a manipulação de contratos, aonde será provado através de documentos que a Via Net têm o costume frudulento de não ficar com uma via de alguns contratos assinados.

Eles dirão que há uma gravação aonde o responsável pela Via Net declara: "Contrato, pra quê? Confiamos em todos os clientes!".

Responder

Carlos

13 de setembro de 2010 às 12h16

Pleiteiem também quebras dos sigilos do autor e do editor da matéria, digo, do crime.

Responder

    Reinaldo

    13 de setembro de 2010 às 16h46

    Não será necessário.

    Diego Esgoto Guy (o "cara" do Esgoto) foi "premiado" com o segundo lugar numa bolsa de estudos by Instituto Millenium, no valor de R$ 45 mil. Fonte: http://www.imil.org.br/blog/iniciativa-do-institu

    Carlos

    14 de setembro de 2010 às 14h39

    Prêmio pode ser apenas a parte visível.


Deixe uma resposta

Apoie o VIOMUNDO - Crowdfunding
Loja
Compre aqui
A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação e traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.