VIOMUNDO

Diário da Resistência


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Saresp 2009: 20 mil provas trocadas, “vaquinha” para xerox, amigos empacotadores…


11/11/2010 - 14h38

por Conceição Lemes

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foi criado em 1992 pelo ex-ministro Paulo Renato de Souza (PSDB), atual secretário de Educação do Estado de São Paulo.

Em 2009, ele esculhambou o Enem, quando uma  prova foi roubada da Gráfica Plural, do Grupo Folha, com o qual a Secretária da Educação de São Paulo assinou contratos de mais de R$ 27 milhões.

Agora, de novo, Paulo Renato fez críticas  pesadas aos erros ocorridos na prova de sábado do Enem 2010.

Paulo Renato sabe melhor do que ninguém que esses “problemas” não deveriam ocorrer, mas  ocorrem.  Mas parece que  se “esqueceu” do que aconteceu com as provas Saresp 2009 ( Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar, da SEE_SP).

O Saresp é uma espécie de clone do Enem. Com diferenças fundamentais. No Enem, o aluno ganha, pois o resultado pode ajudá-lo a entrar na faculdade. Já o Saresp não beneficia em nada o estudante, já que ele avalia o sistema de ensino do estado de São Paulo. Como os resultados verdadeiros são pífios, acabam “manobrados” pelos tucanos que há 16 anos estão à frente da educação em São Paulo. O Saresp é uma autoavaliação do PSDB feita através dos alunos.

O Saresp também  serve para a Bonificação por Resultados (BR), onde o professores a até funcionários das escolas “faturam”, conforme as notas obtidas pelos alunos.

Aliás, os  números do Saresp “dizem” que  a qualidade de educação pública em São Paulo vai bem, embora muitos alunos continuem saindo da escola sem saber ler. Mas isso vamos deixar para outra ocasião.

O importante aqui é que, em 2009, a mídia “comprou” a versão da Secretaria de Educação de São Paulo de que o Saresp do ano passado transcorreu maravilhosamente bem. Só que isso não é verdade.

Por exemplo, em Araraquara (273 km a noroeste de SP), no dia 18/11, 20 mil alunos perceberam, ao mesmo tempo, que as provas de português estavam misturadas com as de geografia — cujo conteúdo só poderia ser conhecido no dia seguinte, junto com a prova de história.

A assessoria de imprensa da SEE disse que o erro de empacotamento das provas foi isolado e não comprometeu a avaliação. Só as provas de geografia seriam substituídas, as demais deveriam ser guardadas.

Em alguns locais, sobraram provas. Em outros, faltaram. Os alunos tiveram de fazer “vaquinha” para xerocar o exame.

Segundo fontes da Secretaria de Educação de São Paulo, amigos dos funcionários foram convidados a ir à gráfica para ajudar a empacotar as provas do Saresp 2009 .   Foi no dia em que deu apagão em vários estados brasileiros, devido a Itaipu. Todo mundo ficou no escuro.

São apenas alguns dos “problemas” do Saresp 2009, que Paulo Renato e a mídia corporativa ignoraram lá atrás. E continuaram  esta semana, quando se uniram para detonar o Enem. Por que para problemas parecidos tratamentos diferentes? Cadê a isonomia tão alardeada pelos “especialistas” nos últimos dias?

Como o Viomundo defende a isonomia, reproduzimos do excelente NaMaria News dois posts sobre o Saresp 2009. O primeiro, publicado em 17 de novembro, mostra o caos e o descontamento dos alunos  com a prova. O segundo, de 21 de novembro, faz um apanhado dos vários “problemas” ocorridos.

Em tempos de amnésia tucano-midiática, recomendamos que leiam para entender melhor o que está se passando. A propósito. O que aconteceu com aquela pessoa que foi pega roubando uma cópia da prova do Enem 2009 na Gráfica Plural, da Folha?  Se alguém souber, por favor, nos mande  informações.

*****

NaMaria News e Saresp 2009: Do caos à (pequena?) desordem – dia 1

O primeiro dia do SARESP 2009 foi realizado em SP. Um alívio, um sofrimento a menos. Uma maravilha.

Nem tanto, NaMaria, nem tanto. O que deu foi um montão de enrosco.

Confirmando as mensagens recebidas anteriormente e ampliando o quadro, tivemos o seguinte levantamento dos pequenos problemas que, para aqueles que os enfrentaram, foram verdadeiros pesadelos:

– Em 17/novembro; às 13:30 – de: —–Novaes (Vale do Ribeira)
Cara Namaria;
Finalmente as provas chegaram em nossa escola quase em cima da hora da aplicação assim quase não tivemos tempo de conferir tudo para entrega-las aos alunos. Tivemos que fazer cópias xerocadas das provas porque faltaram provas e sobravam alunos. Quer dizer que as provas não vieram em número suficiente para todos. Detalhe: nós pagamos as cópias de nosso bolso, fizemos a famosa vaquinha. Das duas uma: ou a listagem do banco de dados do CIE [Centro de Informações Educacionais, da Secretaria de Educação] está completamente furado, ou o mutirão convocado pelo secretário Paulo Renato para trabalhar lá na gráfica estava louco e não colocou a quantidade de provas suficientes nas respectivas caixas. Depois nós professores é que devemos ser avaliados e sempre somos os culpados de tudo? Assim é complicado, Namaria! Queremos só ver o que vai acontecer amanhã, manteremos você informada.

– Em 17/novembro; às 12:55 – de Sérgio—– (Litoral)
NaMaria, não apareceu nenhum fiscal aqui no período matutino. Foi uma desgraça de confusão mas no meio da desgraça ninguém sabia como resolver o problema. Você acha que merecemos tal desordem e ignorância dos nossos governantes? É melhor ser secretário ou qualquer outro burocrata do que ser professor ou aluno nesse São Paulo.

– Em 17/novembro; às 11:14 – de: Virgínia—– (Grande SP)
Olha NaMaria a coisa tah preta pro nosso lado. As provas chegaram aqui na escola parecendo uma caixa de lixo, sem o tal do lacre, faltando gabaritos, com provas rasuradas!! O pior eh que a gente deve notificar tudo para o CAED [empresa responsável pelo SARESP 2009] usando o fone 08007273112 que soh dah ocupado o tempo todo!!! Daí a gente liga para a FDE no 08007770333 e quando dah certo eles falam que eh tudo soh com o CAED. Se a gente deixar tudo errado como veio para a escola vai prejudicar todos que querem fazer o melhor. Eh para desistir? O QUE QUEREM DE NOS?

– Em 17/novembro; às 12:10 – de: José MF—– (Vale do Paraíba)
Uma desorganização tremenda, NaMaria! Nunca vimos tamanho descaso com a educação e ainda chamam isto de avaliação? Avaliar o que??? A falta de preparo, a falta de respeito deles conosco? Estamos aqui feito palhaços esperando e correndo para todos os lados para apagar os incêndios que a secretaria provocou. Essa porcaria de 0800 não atende a horas e horas. Dá vontade de largar tudo NaMaria. A gente só não abandona por causa dos alunos que não tem culpa dos nossos péssimos dirigentes. Esse saresp é uma vergonha igualzinho aqueles que o fizeram. Por favor Namaria denuncie tudo por nós. Abraços.

– Em 17/novembro; às 15:23 – de: Wellington—– (Noroeste de SP)
NaMaria as provas chegaram tudo trocadas aqui… kkkkkkkkkkkkk… a não ser que a gente passe todo mundo da 4ª para 3ª EM agora mesmo aí eles podem realizar as provas kkkkkkkkkkk Essa gente é piada. Vão ser desorganizados assim lá no Paraguai do Sul que eles inventaram naquele mapa deles … kkkkkkkkk… HELP NÓIS NAMARIA!

– Em 17/novembro; às 11:59 – de: Maria R—– (Vale do Paraíba)
Namaria vc sabe outro número diferente do 0800 do CAED? Essa droga de 0800 só dá ocupado ocupado ocupado… Como é que só dão um número de telefone para atender essa quantidade imensa de escolas? Está faltando um pedaço da prova, o que fazer? Nem a diretoria de ensino sabe.

– Comentário de La Pasionaria Ibarrure no post anterior deste NaMaria:
Pois é, depois de indas e vindas, de esquemas swuaterianos (da Swat) de segurança para evitar vazamentos, finalmente o Saresp está sendo aplicado.
Mas eu pergunto: Prá que tamanho esquema de segurança se, ao chegar a algumas escolas, os envelopes não continham provas suficientes para os alunos? Solução doméstica (ordem dos dirigentes regionais), tirem xerox das provas, a APM paga a conta, pois não há verba para xerox. Pode? (…)

Já deu para sentir o drama? Tem isto tudo e outro tanto. Pela WEB encontramos mais, como no dia anterior. Talvez dos relatos mais interessantes seja o que se lê no Professor Temporário – vale conferir a tragédia do Vazamento na prova do SARESP.

Enquanto isto a grande imprensa, a boa filha de sempre, não toca sequer numa vírgula dessas agruras. Não cita a Prova São Paulo para 350 mil estudantes municipais, justamente nos mesmos dias do SARESP. Como terá sido? Talvez muito bem, já que governo e prefeitura dão-se às maravilhas. Alunos, professores e demais podem se ajustar como for. Qualidade dos resultados? Como assim?

A mídia convencional cala-se geral, exceto pela manifestação de alunos contrários ao SARESP, na manhã de ontem (17). Mas o texto é tão pífio que não diz, por exemplo, nem de onde são os tais 300 alunos reunidos na Praça Coronel Fernando Prestes, perto da Avenida Tiradentes, como se fossem de todo e lugar nenhum. No entanto, qualquer micuim sedento sabe que em tal pracinha funciona o Centro Paula Souza, aquele que administra 167 Escolas Técnicas (ETEC’s) e 49 Faculdades de Tecnologia (FATEC’s) estaduais – as mesmas que o Governador Serra está divulgando desesperadamente nas emissoras de TV como suas pérolas mais caras e diletas.

Ali bem próximo está a Escola Técnica Estadual de São Paulo (ETESP), no Bom Retiro. O que o jornalão não diz é que foi de lá que partiu a manifestação e esta escola manteve a posição de sempre: não aderir ao SARESP. Estavam presentes outras sete ETEC’s. A Getúlio Vargas, do Ipiranga, só participou da prova porque não foi avisada em tempo. As demais entraram no barco da avaliação porque seus grêmios ainda não são tão fortes. Muitos seguranças e PM’s estavam presentes durante as quatro horas de reunião estudantil, porém apenas vigiando, ao contrário do que aprontaram na USP. Alunos faziam imagens e um deles nos disse que queriam contato com o pessoal da Carta Capital porque não confiam na grande mídia – que já os tachou de baderneiros.
Os alunos tem toda razão.

****

NaMaria News e Saresp 2009: O rescaldo

A narrativa fecunda em incidentes do SARESP 2009, a barafunda abissal, por enquanto, pode assim ser resumida:

* Nem todas as escolas/classes/turmas, como preferir, receberam as provas corretamente. Entenda-se: no caderno de provas de português deve constar apenas questões de português e não de geografia ou matemática, que seriam em outro dia, por exemplo. Então o Miguelito está lá respondendo sobre a metafísica de uma charge sobre cortadores de cana e quando vira a página encontra gráficos, números e equações sobre venda de banana a quilo. Miguelito pensa que pirou ou as regras mudaram repentinamente ou ainda, que transformou-se em vidente. Mas não: foi erro do grosso mesmo, daquele mutirão dos 350 (ou mais) levado às pressas para a gráfica tapa-buraco do SARESP, a IGB – Indústria Gráfica Brasileira (Barueri), com os ônibus da JWA Transportadora Turística, contratada sem licitação em caráter de urgência. Problemas desta natureza aconteceram aos montes, em graus vários e diversas localidades paulistas.

* Nem todos os gabaritos das provas chegaram, quando chegaram não correspondiam com as provas. Quer dizer, a Secretaria da Educação e a FDE disseram ter criado 26 provas diferentes, com 24 questões cada, para evitar o ocorrido com o ENEM, há pouco mais de um mês. Vai daí que cada prova tem sua respectiva folha de respostas – as questões são as mesmas, o que muda é a ordem das perguntas. Se o Miguelito faz a prova modelo 24, deve ter em mãos o gabarito 24, onde assinalará as opções de respostas que julgar corretas. Acontece que Miguelito recebeu o gabarito da prova 13. Entretanto, no modelo 24 a resposta da questão 1 é C, e no modelo 13 é A. Elementar a confusão em cascata a partir disto, no momento da correção. Vale ressaltar que muitas unidades escolares receberam apenas os gabaritos, prova que é bom, necas; é a lei da compensação.

* Nem todas as questões, por sua vez, tinham uma única opção correta, como costuma acontecer em avaliações corriqueiras e universais; assim sendo, ainda que o aluno tivesse chegado à resposta correta, teria que adivinhar qual era a alternativa correta. Da mesma forma, provas de matemática pediam que os alunos analisassem determinadas figuras, entretanto as tais figuras não estavam impressas para serem analisadas.

* Nem todas as escolas receberam provas em número suficiente para os alunos inscritos, enquanto que em outras era uma loucura e sobravam para todo lado. Isto é: provas das Escolas P, R e S foram parar na Escola X, que não precisava delas, deixando as Escolas P, R e S a ver navios enquanto a outra se afogava em celulose. Resultado: onde havia miséria de provas os professores tiraram cópias na base da vaquinha e/ou dinheiro da APM. Naquelas que as tinham de sobra, só Deus sabe o que foi feito com tanto papel, talvez o mesmo fimCaderno do Aluno, dado às montanhas de tão apropriadamente impressos pela Plural (a mesma gráfica do ENEM vazado), e outras de mesmo calibre.

* Nem todas as escolas tiveram a sorte de contar com os aplicadores (R$50,00/período) e fiscais (R$100,00/dia) das provas, treinadíssimos e contratados a preço de ouro, porém muito mais em conta do que aqueles que serão designados multiplicadores no Nordeste (R$2.000,00/aula). Solução: diretores e demais responsáveis nas escolas se viraram nos trinta para tudo não se encaminhar ao brejo mais próximo. Agora só falta saber como essas pessoas serão pagas e quando, já que não tinham contrato como o dos faltosos.

* Nem todos os professores, diretores, aplicadores e fiscais ou gente com problemas sarespianos conseguiram falar com o 08007273112, número fornecido pela empresa que levou R$ 27.418.148,80 para cumprir o contrato do SARESP 2009, o CAEd. Portanto, deve ter gente que até agora não sabe o que fazer da vida.

* Nem todos os alunos que ficaram sem responder à avaliação do sistema, por um fato ou outro, perderam a chance de demonstrar o que sabem. Benevolentemente foram marcadas novas datas: 20 ou 23/11, caso dia 20 tenha sido feriado na cidade. Portanto engana-se quem pensa que o bafafá terminou.

Embora a grande imprensa tenha se mantido taciturna, o tema foi cansativamente explanado pela assessoria de imprensa da Secretaria da Educação. Vejamos:

* Para o caso do sorumbático 0800 que não atendia ninguém, a assessoria de imprensa da SEE explicou que a Embratel comeu bola ao confundir milhares de chamados de professores em pânico com um furioso ataque de hackers, mancomunados que estavam para escangalhar com o SARESP. O procedimento é normal, disse a assessoria de imprensa da SEE.

* Para o caso das escolas em Mairiporã, Caieiras, Francisco Morato, Cajamar, Atibaia e outras que receberam provas de português pela segunda vez, quando deveriam ter recebido de matemática, a assessoria de imprensa da SEE informou que a ocorrência não foi significativa o suficiente para paralisar o andamento da prova e não terão [sic] grande influência no resultado da análise.

* Da mesma forma, os 200 alunos (6 turmas) da EE Dr. Júlio Prestes de Albuquerque, em Sorocaba (90 km distante de SP, Rod. Castello Branco), se estreparam. Primeiro receberam as provas de uma escola de Santa Bárbara d’Oeste (130 km de SP, pertencente à região metropolitana de Campinas, Rod. dos Bandeirantes). Quando as novas caixas finalmente chegaram a diretoria tinha ordens de só abri-las na hora de cada prova. No dia da avaliação de matemática, no momento da distribuição, souberam que estavam com a de português, de novo. Diante disto atrasou geral e só terminarão o calvário dia 23/11. A assessoria de imprensa da SEE informou que o processo de avaliação não será comprometido.

* No caso dos gabaritos trocados, a solução caseira foi simples: mandaram a gente riscar o número da folha de respostas e colocar igual ao da prova. Fala verdade, você aí não gostaria de participar dessas correções?

* Para o caso perdido de Araraquara (273 km a noroeste de SP), no dia 18/11, apenas 20 mil alunos perceberam, ao mesmo tempo, que as provas de português estavam misturadas com as de geografia – cujo conteúdo só poderia ser conhecido no dia seguinte, junto com a prova de história. A assessoria de imprensa da SEE disse que o erro de empacotamento das provas foi isolado e não comprometeu a avaliação. Só as provas de geografia seriam substituídas, as demais deveriam ser guardadas.

Resumo final: O que você pensaria sobre isto, então?

Pois saiba que a assessoria de imprensa da Secretaria da Educação e seu Secretário, classificaram os problemas como “normais” para um exame do tamanho do Saresp.

Não obstante tamanha normalidade, temos algumas perguntas/pensamentos básicos:

– O SARESP é um exame para avaliar o sistema educacional do estado e serve-se dos alunos para tal fim.

– O SARESP não pode e nem deve ser usado como moeda de troca entre escolas e estudantes, ou seja: ninguém pode chegar no aluno e falar “olha, Zezão, você faz a prova e te aumentamos as notas, tá bem?” ou “em vez do provão final, a nota que vale é a que você tirar no SARESP” ou “Zezão, se tu não fizer a prova do SARESP tuas notas vão pras cucuias e você repete de ano” ou “escuta bem, se vocês forem mal no SARESP terão tanta lição, mas tanta que nunca mais conseguirão levantar nem pra ir ao banheiro”… Deu pra entender? Tudo isso não pode ser feito. Mas é.

– O SARESP funciona por adesão e não obrigação; não se pode obrigar os estudantes a participar, mesmo que a escola tenha aderido; não pode haver, em hipótese alguma, represálias aos estudantes pelo não comparecimento às provas. Mas elas existem.

– Os alunos não sabem para que serve o SARESP e ouvem explicações no mínimo furadas: vamos receber mais materiais de consumo pela participação, vamos poder contratar pessoal de limpeza, a merenda vai melhorar… Tudo engodo. Quem faz isto está mentindo.

– O SARESP, na verdade, é mais uma forma de poder dar umas migalhas aos professores, em vez de aumento real, como deveria ser. É como a coisa do bônus. É como o programa por mérito. Se tua escola for bem, se melhorar te damos um “aumento”. Daí o interesse em que alunos participem, sem eles, nada feito. Caso contrário é mais uma punição sob formas legais. Infelizmente muitas escolas por aí não revelam as reais intensões aos alunos. E quando o fazem, os alunos não estão nem aí.

– A avaliação, do jeito como é feita, não avalia nada – mesmo com todas as teorias e teóricos pedagógicos que a cercam, que fazem parte de grupos de seus estudos ou que estão metidos em suas comissões. Poderia ser séria, poderia ser uma maravilha. Mas não é.

– E já que o atual governo acredita tanto em pesquisas e estatísticas, por que não fazer o SARESP por amostragem? Seria mais barato, no mínimo. E menos estressante, com menores particularidades de logística etc..

– Está explicado porque tamanho caos é considerado completamente normal?

Agora, bacana mesmo é o que ocorreu entre as ETEC’s (Escolas Técnicas), escolas estaduais e o boicote ao SARESP no qual participaram. Você poderá acompanhar o barraco generalizado aqui, em breve. Emocionantes histórias com personagens do bem e do mal, pensadores cordatos, ativistas coerentes, acéfalos fascistas, alcaguetes inatos e outras personas mais. Fique ligado.

Ler mais: http://namarianews.blogspot.com/2009/11/saresp-2009-o-rescaldo.html#ixzz14zhaWw20

Nota do Viomundo: Nos dias 17 e 18 de novembro, ocorrerá o Saresp 2010. Professores, pais e funcionários, por favor, nos mandem informações sobre a prova.





80 comentários

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Provinhas da rede municipal de Curitiba com imagem pornográfica | Maria Frô

21 de novembro de 2010 às 18h39

[…] na mídia sem precedentes. Logo depois  a prova SARESP também teve problemas (como teve no ano de 2009) e até mesmo prova da FOLHA. Agora, a provinha da rede municipal de Curitiba traz imagem […]

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Pablo

17 de novembro de 2010 às 21h05

Está prova é horrivel, acho que vou tirar um zero em Matemática, deveriam ter aula com a minha professora para vocês verem ela falas, mas ninguêm entende nada.

Até agora não vi um benefício do SARESP (só atrapalha a nossa vida) e o benenfício é só para a escola

E ainda querem que seja igaul a um vestibular, para reprovarem o Aluno de ano

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Klaus

14 de novembro de 2010 às 12h52

A luta do petismo agora é provar que os outros são tão incompetentes quanto eles.

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    NaMariaNews

    14 de novembro de 2010 às 13h32

    Tenha dó! Haja paciência.

    Daniel

    17 de novembro de 2010 às 09h36

    Os tucanalhas nem precisam lutar pra provar que são incompetentes. Nisso, são hours-concours a partir do DNA de sua caterva, figuração paga e eleitorado.

    Daniel

    17 de novembro de 2010 às 09h38

    Explicando: figuração paga é por que a demotucanalhagem não tem militância. Tem é figuração paga, como dito pelo ator Bemvindo Siqueira.

Leandro

13 de novembro de 2010 às 16h10

Esse é apenas mais um exemplo do PIG afundando no lamaçal de bosta que eles mesmos excretaram. Espero que percam mais e mais assinantes e comecem a mendigar assinantes de forma cada vez mais desesperada. Minha avó assinava (não)Veja uns quase 20 anos, com a época das eleições do Lula, ela ficou com tanta raiva da (não)Veja que cancelou a assinatura, agora correm atrás e chegam a mandar de tempos em tempos revistas de graça para lá para ver se ela retoma a assinatura. Já ligaram para casa dela centenas de vezes ao longo desses anos, mandaram cartinhas perguntando a razão do cancelamento, enfim, perderam um assinante muito, mas muito antigo e estimado por eles e a querem de volta. Numa dessas vezes, meu tio atendeu o telefone e falou na cara do atendente de telemarketing que não assina revista que não tem escrúpulos e colocou a revistinha no lugar que ela merece, no esquecimento. Ainda assim a (não)Veja continua se humilhando e insiste em tentar a volta da assinatura a todo custo, é de dar pena!

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Arlete

13 de novembro de 2010 às 00h18

Quem ouve, vê ou lê a opinião deste paulo renato não imagina que ele foi o articulador e ministro da educação de fhc quando participou da elaboração de um documento para a SEPLAN, intitulado:Educação Fundamental; Relatório Final. proposta de estudos sobre alternativas para o desenvolvimento do semi-árido com ênfase na municipalização, enfim, o objetivo deste documento era estabelecer metas educacionais de 2000 até 2020? Pode? (eles pensavam em perpetuar no poder), entre elas divisão dos níveis de aprendizagem/competências de acordo com o local onde o indivíduo residia; por exemplo, aos estudantes residentes na zona rural e na região nordeste apenas os anos iniciais (1ª a 4ª série)(para exercer as funções mais simples), para os estudantes da zona rural e urbana o primeiro grau completo ( para exercerem as funções no setor terciário). Ou seja, para os neoliberais o povo não precisa de muito estudo. Será que este tal PR já esqueceu?

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ricardo silveira

12 de novembro de 2010 às 18h48

Paulo Renato, Serra, FHC, Aécio, etc. etc. etc. Quando dão entrevista falam como se fossem pessoas inatacáveis, parecem, todos, muito honestos. A mídia, mais propriamente conhecida como PIG e a eles ligada, também, a considerar a audiência que ainda tem, parece é muito honesta. O problema para eles é que a educação e o Brasil vão muito melhor sem eles e a população brasileira já percebeu isso, menos a de São Paulo, mas os paulistas acabarão percebendo, também.

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Regina

12 de novembro de 2010 às 18h32

Conhecem a estória do rei nú…Saõ os demotucanos falando de suas grandes conquistas e sendo incentivados pela Mídia…Só que a internet entrou como o menino que gritou que o rei estava nú!!! Os tea party tupiniquins naõ têm o principal requisito prá Governar…NÃO SÃO CRIATIVOS E NEM EFICIENTES…Entaõ,usam do PIG para mostrar a roupa do rei…Que só o PSDB-DEM e PIG enxergam…o resto do povo, sabe que nada existe sobre o corpo,mas ficam constrangidos de falar. As pessoas já naõ compram os clones de ameba como antigamente.

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JOSÉ BIDIAS

12 de novembro de 2010 às 18h12

Prezado Azenha e demais blogs MSPIGS (movimento dos sem PIG's)
A Grande Mídia está dando assinatura de graça para não perder assinantes.
Apoiar governo, não é conceder carta branca. Sabemos da importância de uma Oposição forte, honesta e, principalmente, isenta, que investigue, denuncie e busque punição. Mas, definitivamente, fazer OPOSIÇÃO, fazer POLÍTICA e MENTIR não são papeis da imprensa. Investigar e denunciar, sim, PUNIR, não. PROLATAR SENTENÇA é papel do JUDICIÁRIO.
E esses grileiros da mídia não sabem por que perdem assinantes.
Mas, a internet e o MSPIGS, estão aí, e aqui, para democratizar informação e denunciar a manipulação das verdades em favor dos seus aliados. QUANDO DESCOBRIREM, SERÁ TARDE DEMAIS E PERCEBERÃO QUE NÃO HÁ NECESSIDADE DE SE CRIAR UMA REGULAÇÃO FORMAL DA MÍDIA. A INTERNET E O MSPIG's JÁ TERÃO FEITO OS DEVIDOS ESTRAGOS.

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    Leandro

    13 de novembro de 2010 às 16h01

    Rapaz, é isso aí! Gostei da sigla MSPIGS. Fico feliz em ver que aumentam cada vez mais os números dos seguidores deste movimento. É o povo em favor da verdade, dos fatos como são e usando da democracia da internet. Não duvido que uma vitória dos partidos que apóiam os PIGs poderia trazer uma regulamentação geral da internet para que as verdades não viessem à tona como ocorre na China. Desta forma, José Serra(ote) não seria desmascarado pelo MSPIG da internet no episódio da bola de papel.

Luiz Carlos

12 de novembro de 2010 às 17h45

Putzzzzzzzzzz Esse secretário idiota devia era falar da pornografia dos livros didáticos paulistas. Affffff é muito bandido pra pouco dinheiro!

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    joni

    14 de novembro de 2010 às 17h36

    Luiz Carlos, que bom você ter mencionado os livros didáticos da prefeitura de São Paulo. Quero dizer mais. Não tenho bem certeza dos números, mas cerca de 22 prefeituras do Estado de SP, governadas pelo psdb, se recusaram a participar do PNLD(Programa Nacional do Livro Dídatico), com a alegação de que os mesmos não chegavam nas escolas em tempo, para o início do ano letivo(trabalho a cerca de trinta anos em escola pública, e isso nunca ocorreu, ou se ocorreu, não constituiu nenhum problema). Esse programa do MEC distribui livros, de todas as disciplinas, às escolas públicas do Brasil. Para 'sanar o prejuizo aos alunos', essas prefeituras contrataram uma firma que elabora e monta as apostilas, pelo valor de R$ 195,00 por aluno/ano. Ora, os livros distribuídos pelo MEC, são avaliados por doutores em educação, e são comprados com o dinheiro do contribuinte.Se os dirigentes educacionais das referidas prefeituras, desembolsam dinheiro público na aquisição das apostilas(feitas sem avaliação pedagógica, com erros grotescos, e com o mínimo de conteúdo), estamos, nós, os contribuintes pagando duas vezes pelos livros didáticos. Com que intresse estão fazendo isso? É de se supor, que interesses eleitoreiros estão por trás de tudo isso.

    Daniel

    17 de novembro de 2010 às 11h02

    Falo com conhecimento de causa: não há livro didático que atrase no programa PNLD. A operação logística é rigorosamente planejada, executada e monitorada. O programa de livro didático brasileiro é o segundo maior do mundo, só perdendo para o programa chinês. A diferença é que aqui os profesores podem escolher os livros que irão utilizar. Quando estudava no primeiro grau, e até o segundo grau, no período collor – itamar – fhc (assim mesmo, em minúsculas) os livros raramente chegavam antes do primeiro quadrimestre. Desde o fim do atraso administrativo, os livros são entregues nas escolas ainda em dezembro, mais tardar em janeiro, tudo antes do início das aulas.

    Se isso é incompetência, então, o que será competência?

    E a negação do PNLD da tucanalhagem paulista tem uma explicação: as editoras ligadas ao PIG, que antes eram as qeridinhas do Programa de 90 a 2002, perderam espaço desde então e as distribuidoras e empresas de logística que tamém tem ligação estreita com o PIG também espernearam por que perderam a boquinha (que faziam com incompetência magistral) para os Correios, da União, que tem feito a distribuição dos livros a partir de 2003. É muito chororô da pilantragem. Daí São Paulo vai se isolando, vivendo da ilusão de que tanto a cidade quanto o estado são uma ilha de excelência, a salvo do "horror dilmolulopetista", e ainda colocam a pecha de que o PT odeia São Paulo. Eu diria que é São Paulo que odeia o PT, por lealdade aos seus senhores, e pra manter o pseudo status de "locomotiva do Brasil". Pode até ser locomotiva, mas sem saber pra onde vai…

    Nada contra o povo honesto e digno de SP (a capital e o estado). Apenas contra a bandalheira que vem parasitando-os há no mínimo, uma década e meia e agora, por mais 4 anos, pra começar…

Celso

12 de novembro de 2010 às 17h31

Se políticos do poder legislativo fossem obrigados, por lei, a matricularem seus filhos em escolas públicas a educação brasileira não melhoraria?

Responder

sergio

12 de novembro de 2010 às 16h39

Vou repetir o post que fiz no Conversa Afiada de hoje: O PIG sempre é desmentido pelos fatos, é lamentável, mas nós adoramos quanto mais eles perdem credibilidade nós da blogosfera ganhamos.

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Roberto Locatelli

12 de novembro de 2010 às 16h04

Que os demotucanos escondam seu próprio erro e ressaltem as falhas do ENEM, bom, é natural. Mas que a carcomídia faça coro com eles, escondendo os erros gravíssimos do SARESP e inflando as falhas do ENEM visando a destrui-lo, é INACEITÁVEL.

O PIG tenta acertar dois alvos: bombardear o Governo e, ao mesmo tempo, ajudar os cursinhos e empresas de educação, entre as quais estão os próprios veículos do PIG.

A conclusão inevitável: Ley de Medios, já!!

Responder

Baixada Carioca

12 de novembro de 2010 às 15h56

Sabem qual a diferença entre a Saresp e o Enem? Quem a aplicou.

Como a Saresp é do PSDB do ex-ministro Paulo Renato, do tucano derrotado e do FHC, os defeitos não são perceptíveis às investigações da velha mídia. Já o Enem (2010) é do PT, e lá, desconfio que os defeitos são plantados pela velha mídia. Como diz o ditado: "amigo meu não tem defeito, os inimigos, se não tiver, eu coloco". Será que a FSP, o Estadão, a Veja, o Globo, a Rede Globo e afins não "colocaram" defeitos nos Enens de 2009 e 2010?

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Leandro

12 de novembro de 2010 às 15h01

Isso é porque o SARESP é muito menor que o ENEM. Enquanto o SARESP trocou 20.000 provas, o ENEM em um universo muito maior, houve erro em 0,05% das provas e isso é o caos? Ah esse PiG!!!! Ah, então agora outra para você Azenha. Espalhe aos 7 ventos, por favor, o Brasil não merece Aécio que também é blindado pelo PiG mineiro, leia-se Diários Associados. A Cidade Administrativa tão falada, mal foi inaugurada e já pode, se bobear, cair na cabeça de quem trabalha lá dentro. Essa é a gestão do PSDB, à exemplo da cratera de SP e queda de 3 vigas do rodoanel. O PSDB faz o Brasil, literalmente, cair na cabeça dos brasileiros.
http://www.hojeemdia.com.br/cmlink/hoje-em-dia/no

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Teresa Melo

12 de novembro de 2010 às 14h21

Movimento Fica, Haddad! http://ficahaddad.wordpress.com/

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Alessandro Lino

12 de novembro de 2010 às 13h26

Azenha,

Sou professor da rede publica,e temos notícia do desencorajamento de alunos analfabetos para faltarem nos dias do exame.
A escola,com suas capatazes com chicote na mão,não querem ver índices despencar com esses alunos,pois a lógica não é melhoria real da educação.Só se fala em metas para o alcance de bônus.Eu pessoalmente sou a favor da federalização do ensino público. As reuniões de HTPC me dão nojo,nunca o aluno é levado realmente em conta.
Como escutei da minha diretora um dia:"gente,vamos falar a real,esses alunos são no máximo para um ensino técnico"
Essa é a "logica" educacional do PSDB .

Responder

    Maria S. Magnoni

    12 de novembro de 2010 às 18h29

    Caro Alessandro,

    Também sou professora da rede e peço que, por favor, vc. repasse a matéria para todos o seus amigos e conhecidos professores com o e-mail do Viomundo e o da Namaria News ( [email protected]), pedindo para eles escreverem relatando os furos e as trapalhadas que certamente vão ocorrer na aplicação do SARESP 2010 desde o primeiro dia, dessa forma a gente consegue furar a blindagem da mídia e mostrar que o "rei" Paulo Renato está nú. Eu vou fazer isso, se cada um de nós fizer um pouquinho, a coisa se espalha e os blogs terão um bocado de material para divulgar.
    Abraços

    joni

    14 de novembro de 2010 às 17h52

    Sou professora e sinto o mesmo que você. Não consigo ficar quieta, falo e discuto, tenho muitos apoiadores, mas para os dirigentes sou "a chata".

Josnei

12 de novembro de 2010 às 12h16

Os jornalões são caolhos, o olho que deveria olhar para o PSDB é cego, enquanto olho que olha para o PT é microscópio.

Responder

Mauro Silva

12 de novembro de 2010 às 11h50

Caro Azenha
Arquivo muitas notícias em pasta diversas.
Àlgum tempo, aquelas notícias referentes a gestão, digo, "jestão" demo-tucana vai para a pasta "171-político" ou "171-pesado".
Criarei outra: "calhordices-demotucanas".
O sujeito que vota nesses trastes deveria pagar imposto dobrado, corrigido pelo "fator burrice"!
Só que, 1 mês depois de elegerem essa laia, ninguém mais votou neles, como foi com o collor.

Responder

Celso

12 de novembro de 2010 às 11h49

A mídia, o PIG blinda o governo tucano em São Paulo. Hoje no Bom(?) Dia Brasil – A saúde vai mal em Pernambuco (doença de chagas) e no Rio de Janeiro (dengue ou pnemonia, não tenho certeza). Em São Paulo não tem nada. Que venha a regulamentação da mídia!

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    Se Nagao

    12 de novembro de 2010 às 15h26

    Prezado Celso,
    A maior quantidade de casos de dengue é em São Paulo e não no Rio de Janeiro. Durante a gestão do Cesar Maia, a dengue grassou no estado do Rio.
    Na gestão tucana a dengue vem aumentando significativamente e tem explicação que começa quando o candidato derrotado pela Presidente Dilma no 2º turno era ministro da saúde (por favor tudo minúscula) e acabou com os agentes mata-mosquitos.

José Goes

12 de novembro de 2010 às 10h58

Ah, me esqueci de dizer ou escrever o essencila:Imprimi uma cópia do texto para levar hoje para todos os professores de nossa escola lerem!
Depois, vou deixar o VIOMUNDO na págimna aberta do PC na sala dos professores!Minha vingança contra os hipócritas!

Responder

José Goes

12 de novembro de 2010 às 10h53

Azenha, meu caro….Aí está uma ótima pauta para o Jornal da Record!
O que érelamente incrível é a capacidade dos tucanos de São Paulo esconderem da sociedade paulistana e paulista os problemas ocorridos com o SARESP. Eu sou testemunha de tudo o que o seu texto acima nos informou. Tudo isso ocorreu em Arujá( 30 km da capital) e ninguém comentou nada na mídia escrita ou falada. NADA!
Chego até pensar que tudo lá na gráfica do grupo FOLHA foi muito inocente, sem maldade, mas aí vem seu texto e põe minhocas na cabeça…Oh, vida!
A canalhada é mesmo capaz de tudo!

Responder

joão bravo

12 de novembro de 2010 às 10h24

Gustavo Pamplona, sou eu mesmo João Bravo.Fiquei um tempo afastado do Vi o Mundo por questão de saúde,já ando fazendo chek-up com médico legista, e claro lembro de você.
Tenho saudades do Severino, do Fogaça, do Dvorak e tantos outros que tambem enriqueciam aqui o Vi o Mundo.
E se por acaso eu sair do tema e vier com minhas bobagens que ninguem se assuste, é que não tenho a mesma capacidade que a maioria dos comentaristas.

Responder

    Gustavo Pamplona

    12 de novembro de 2010 às 11h24

    Legal!!! Eu até lembro que alguns leitores tiravam sarro do seu nome… Alguns até falavam que você era bravo mesmo…. hahahhahahaa

gilmar

12 de novembro de 2010 às 10h22

Fiquei sabendo que muitas provas do SARESP foram feitas dentro da sala de professores e convocados somente os melhores alunos para avaliar o sistema atraves de provas, dar um cunho verídico. Informações importantes foram suprimidas ou distorcidas pois havia o interêsse de todos os envolvidos pois o sistema assim o permite, no tal " me engana que eu gosto"…em que as melhores avaliações redundariam em bônus ou prêmios incentivo aos Professores, pobres miseráveis cultos a gastar palavras ao vento, e o Governo faria propaganda de sua "GRANDE EDUCAÇÃO" com ótimos ganhos eleitorais além de super faturamento na confecção de provas, embalagens, transporte e agraciar os amigos da corôa. E a empresa de Paulo Renato de Souza teve alguma participação nisso? Ah! se o PT ganhasse o governo paulista, escorpiões sairiam das areias do deserto…

Responder

Pedro

12 de novembro de 2010 às 06h00

Já está claro para todo mundo ver que o ENEM está ameaçando a BOQUINHA dos vestibulares, e de discriminar quem não pode pagar essas MALDITAS taxas de várias faculdades. Pobre dos pobres… Filtro econômico mano..!
Então..! o PIG vai cumprindo o papel que lhe cabe…. INFORMAR PARA DESINFORMAR.

Força enem..! E NEM pensar em desistir hein..!

Responder

Antonio Eduardo

12 de novembro de 2010 às 03h34

O SARESP serve apenas para vender consultoria, material de ensino e justificar a contratação das empresas que prestam treinamento para professores do estado.
As empresas fornecedoras de pessoal e material tem ligações com Paulo Renato.
É um processo um tanto menor que que praticou como ministro e que na época beneficiou enormemente o Di Genio do Objetivo.
Claro que vão bater contra o ENEM, não só alunos o Objetivo vai perder.
Vai deixar de vender e atender franquias que estão espalhadas pelo interior.
Este modelo globalizado precisa acabar e o ENEM pode acabar com isto!

Responder

maria abadia

12 de novembro de 2010 às 00h55

Por que o professor não pode aplicar a prova do SARESP? Por que somos nós que corrigimos as mesmas, o resultado do indice do IDESP agrega o Saresp para nos dar as migalhas do bonus e não reposição ou aumento salarial nos ultimos dezesseis anos de PSDB em sampa – logo os professores fraudariam a correção que envolve outros indices: reprovação, evasão etc. A realidade: faltam pessoas para aplicar as provas, enviam professores de uma escola para outra, eu já apliquei na minha escola e agora em 2010 vou aplicar de novo, não há pessoal e nas series não obrigatórias 5ª e 7ª vamos aplicar uma prova feita pela escola por que não podemos dispensar as series e eles não podem ficar sem atividade e detonar a prova dos outros colegas. Além dos problemas relatados há outros: provas para dv, da, visão subnormal voces acham que há provas especiais? não ou poucas, como ampliar uma prova para visão subnormal? Na minha escola por sorte temos interprete em libra que ficará com os Das e depois de muitas solicitações concordaram com a marca DA para uma correção mais adequada porque o idioma deles é libra não portugues.

Responder

    Conceição Lemes

    12 de novembro de 2010 às 06h38

    Obrigada, Maria Abadia. Abs

Fabio Martins

12 de novembro de 2010 às 00h33

Cada "façanha" urdida, escancarada pelo amoralismo das forças tucanas, paulistas e quejandas sombras destas noutros estados, apenas reforça o fato do quanto tentam burlar a "massa não cheirosa". Na verdade, como se sabe dos tempos do enciclopedismo, mentir, mentir sempre acaba gerando algum tipo de lucro. Portanto toda a argumentação contrária,factual, todas premisas e conclusões factuais, desnudando as fraudes, as falsidades, o mamonismo dessa turba é imprescindivel. E há de ser com providências imediatas. Como as divulgações de Viomundo. E dos já tão afamados e temidos blogs sujos do Brasil.

Responder

Gustavo Pamplona

12 de novembro de 2010 às 00h11

Deem uma olhada neste artigo:

[G20: Why Failure Wouldn't Be the End of the World]
http://news.yahoo.com/s/time/20101111/wl_time/085

Responder

wilson

11 de novembro de 2010 às 23h47

DENÚNCIA!
Vai haver o SARESP novamente. Semana que vem eu vou aplicar uma prova na turma que eu leciono. (pelo regulamento, isto não pode). E também não recebi nehum treinamento. Cadê o Paulo Renato?

Responder

    Conceição Lemes

    11 de novembro de 2010 às 23h57

    Professor não pode? Por que, Wilson? Abs

    Edmilson

    12 de novembro de 2010 às 00h27

    DEve ser porque o bom desempenho dos alunos pode significar um din-din a mais para o professor…

ale

11 de novembro de 2010 às 23h24

O texto se explica. O Saresp não vale nada, o Enem vale, por isso mesmo o erro é imperdoável seja lá o governo que estiver no poder, ainda mais quando é cometido 2 anos seguidos. É impressão minha ou o fanatismo político perdoa qualquer erro, qualquer ato corrupto, qualquer volta de imposto, etc? O fato é: o erro aconteceu, a má gestão aconteceu, precia ser criticado, precisa ser cobrado, caso contrário ano que vem acontece de novo.

Responder

    Ricardo Oliveira

    12 de novembro de 2010 às 01h03

    Caro ale, a questão não é de fanatismo político, mas de hipocrisia explícita. Em nenhum momento o ministro da educação negou a ocorrência de problemas com o ENEM. O que se coloca é que de formar hipócrita, a mídia e a oposição fazem a crítica, mas não fazem a auto-crítica. Um exemplo claro: o Bom Dia Brasil fez uma matéria apontando erros no material didático de química utilizado na rede pública de Brasília. Pois bem, mas o Telecurso 2000 (e o Novo Telecurso repete) traz um erro grosseiro no seu material de química. Basta assistir as teleaulas e verás que o conceito de substância simples é espancado até dizer basta… Eles afirmam que uma substância simples é aquela que não pode ser transformada em outra substância simples. E exemplificam dizendo que o chumbo não pode ser transformado em ouro… Mas esquecem do conceito de alotropia. Diamante e carbono são substâncias simples do elemento carbono e podem ser convertidos um no outro; o mesmo acontece com ozônio e gás oxigênio. A Fundação Roberto Marinho não segue o padrão de excelência da Globo? É fácil apontar o erro nos outros e os nossos próprios erros? São irrelevantes! Assista as aulas de química do telecurso, o erro se repete em pelo menos duas teleaulas… Ah! Pessoalmente, acho o material do telecurso interessante e o mesmo ajuda (ou) muita gente por esse Brasil afora, mas o que questiono é a hipocrisia e o oportunismo partidário. Qual a percentagem de erro nos últimos vestibulares em todo país? Qual a percentagem de erros nos concursos públicos? Qual a percentagem de erro no ENEM? O importante é trabalhar para minimizar essas ocorrências, mas sempre existirá essa possibilidade, sobretudo no universo que o ENEM examina. Grande abraço!

    Lu Busis

    12 de novembro de 2010 às 02h27

    No ano passado não foi erro não, Sr. Ale. Foi má-fé. Alguém da gráfica surrupiou uma das provas e repassou a um jornalão de circulação continental. Contra maus elementos em uma empresa, não há cem por cento de segurança em situação alguma. Neste ano, ainda é cedo para saber, mas tudo indica que alguém botou o bedelho lá para atrapalhar o exame novamente.

    Daniel

    17 de novembro de 2010 às 11h10

    O mais interessante é que a gráfica de onde foi retirada a prova do Enem ano passdo, é a mesma de onde saíram as provas defeituosas deste ano, que é ligada ao… Grupo Folha. E isso já diz muita coisa. O MEC recusou entregar o serviço à gráfica Plural (do grupo Folha) pelos problemas apresentados no último Enem. Mas daí tem os gloriosos juristas que deram ganho de recurso à gráfica e ela levou no grito a licitação e… deu no que deu…

    Conceição Lemes

    17 de novembro de 2010 às 12h23

    Daniel, a gráfica deste ano é outra. abs

    Daniel

    17 de novembro de 2010 às 13h51

    Dos males, o menos horrível, então.

    Leider_Lincoln

    12 de novembro de 2010 às 18h26

    Os trols finalmente voltaram… Já estava com saudades!

Jura

11 de novembro de 2010 às 23h18

O NAEP – o Enem americano – fez 20 anos em 2008 e obviamente passou por profundas transformações nesse período. Lá o ETS, que realiza o exame, o Congresso e o conselho do NAEP foram mudando o papel do exame na política educacional e nas escolas do país. O NAEP também serve para as escolas receberem bônus, como o Saresp. Os EUA tem um monte de sistemas de avaliação de ensino e de estudantes, mas isso não tem ajudado a melhorar o ensino por lá, ao contrário :

Paper Commissioned for the 20th Anniversary of the
National Assessment Governing Board
1988–2008

During the past 25 years, the country witnessed a dramatic transformation of the National Assessment of Educational Progress (NAEP). Actions by the Educational Testing Service (ETS), Congress, and the National Assessment Governing Board fundamentally changed NAEP’s role in federal educational policy and the nation’s schools. Developed in the 1960s through a privately funded initiative, NAEP began as a voluntary program run by a state consortium with financial support from the Department of Health, Education, and Welfare. It later became a congressionally legislated program administered by one of the country’s premier testing organizations and overseen by a federally mandated public board.1 Over time, NAEP’s focus and scope changed substantially, expanding to grade and state testing, reporting by achievement levels, and, as part of No Child Left Behind (NCLB), requiring participation to receive Title 1 funds. NAEP was no longer a program whose results were reported in passing, but had become central to monitoring the nation’s progress in achievement and equity. One major change was splitting NAEP into two separate programs: 1) the main assessment that tested students in grades 4, 8, and 12 in diverse subjects and 2) the long-term trend assessment that tracked performance in reading, writing, math, and science at ages 9, 13, and 17 as NAEP had done since 1969.

This paper describes how NAEP’s trend assessment changed, its use in national educational discussions, and its major findings. From the earliest days, NAEP trends have figured prominently in debates over the decline of excellence, and extra attention is devoted to that issue. The paper also discusses the way in which NAEP trends have been used in evaluations of NCLB and the minority-majority achievement gap. A final section addresses the future of the long-term trend assessment. Its utility has been sufficiently questioned that the Board has considered eliminating it.

[NAEP was the brainchild of three major figures of the era: Frances Keppel, U.S. Commissioner of Education; John Gardner, president of the Carnegie Foundation; and Ralph Tyler, one of the nation’s foremost curriculum specialists and evaluators (Finder, 2004; Jones, 1996; Vinovskis, 1998).2]
http://www.nagb.org/who-we-are/20-anniversary/ste

Responder

duarte

11 de novembro de 2010 às 22h40

Paulo Renato e sua assessora dos dois paraguais, quanto mais calados ficarem melhor, temos duas orelhas e uma boca para ouvirmos mais do que falar.

Responder

joão bravo

11 de novembro de 2010 às 21h16

Estes tempos resolvi ser culto…basta,cansei!
Fui fazer o supletivo segundo grau,quer dizer,prestar exames para a conclusão do ensino médio.
Ser homem médio até é legal,mas chega em um ponto que enche!.Quero ser um erudito,sorver o néctar do conhecimento.
Sem apostilas,resolvi tomar emprestado um livro de meu filho,cedido ás escolas públicas pelo governo do FHC: "MATEMÁTICA AULA POR AULA".

Achei um bom começo,no entanto, a sensação que eu tinha,de que seria um aprendizado sem traumas,ruiu já na capa,onde alguma mente doentia,cuidou estampar em letras garrafais: "LIVRO NÃO-CONSUMÍVEL".

Após prolongada reflexão,sem no entanto chegar a conclusão alguma,socorri-me de um minidicionário também originado no Ministério Da Educação do FHC,para tentar lançar luz ao termo:"NÃO-CONSUMÍVEL".

Estes minidicionários cedidos pelo governo federal,para quem não sabe,não só nos dá o significado aproximado do vocábulo,como também ajudam na coordenação motora,além de serem ótimos aferidores oftalmológicos.

Folhá-lo até a letra "C",custaram-me dezenove caprichadas lambidas no indicador,além da pericia de um micro cirurgião.

Para lê-lo,mesmo contrariado,tive de fazer uso de meus óculos que minha netinha convencionou chamar de:"zoom do vovô".

Tamanha a quantidade de saliva nas orelhas das páginas,fizeram-me temer.
Torço que daqui a 100 anos,nenhum estudante de arqueologia, recém saído de uma de nossas universidades publicas,desenterre este livreto,faça um teste de Carbono-14 e de DNA e conclua que já na pré-história,os brasileiros eram tão ignorantes e subdesenvolvidos,que ao invés de lerem livros,os comiam.

Bem,resumindo, a tradução ficou próximo de: "LIVRO NÃO-USAR" ou "LIVRO NÃO-GASTAR.

De pronto percebi,que desta forma,a depender do Governo Federal do FHC,o caminho do saber será longo,penoso e,já,já,pedagiado.

Responder

    Catarina

    11 de novembro de 2010 às 22h32

    Estou rindo até agora de seu comentário!!!
    Não quero dizer mais nada, pois não chegaria nem perto de onde você chegou!
    Muuuuuito bom!

    Catarina

    11 de novembro de 2010 às 22h35

    Em tempo, João, BRAVO!!!

    Gustavo Pamplona

    11 de novembro de 2010 às 22h59

    Cara… seu nome não é estranho… bom… eu lembro de um "João Bravo" no Vi o Mundo antigo… por volta do final de 2008 e começo de 2009… Não lembro de você na segunda metade de 2009.

    Se você for ele, então eu digo o seguinte: "Há quanto tempo, cara!!!, E aí… beleza?" ;-)

    Se caso não lembrar de mim, vou reescrever aquela assinatura que fiz por aqui por 1 ano e alguns meses, lá vai…

    —-
    Gustavo Eduardo Paim Pamplona – Belo Horizonte – MG
    Desde Jun/2007 fazendo história no "Vi o Mundo"! ;-)

rita

11 de novembro de 2010 às 21h06

entre os meses de setembro e outubro, 2800 aulas deixaram de ser dadas na rede estadual de são paulo. o pig devia ir atrás da história. isso dá manchete.

Responder

Morvan

11 de novembro de 2010 às 20h56

A propósito do sr. Paulo Renato, ainda me lembro de um comentário do gaiatíssimo e isento José Simão, dito há bom tempo:
"Num país onde Paulo Renato é Ministro da Educação, pode-se esperar qualquer coisa".

Morvan, Usuário Linux #433640

Responder

Bonifa

11 de novembro de 2010 às 20h48

Tenho acompanhado o NaMaria e todo o descalabro da educação em São Paulo, que aquele bblog minuciosamente detalha. Mas creio que se o NaMaria fizesse, antes da exposição das matérias, um texto abrangente e muito sintético do que depois expõe, teria um alcance muitas vezes maior.

Responder

Vera é Dilma

11 de novembro de 2010 às 19h37

As escolas estaduais de SP estão dispensando os alunos do EM mais cedo, e deixando os do EF brincando no pátio todos os dias, pois faltam professores de quase todoas as disciplinas. Na escola em que trabalho, por exemplo, os alunos do EM não tiveram aulas de Química durante todo o segundo semestre! E cadê que essa mídia pestilenta publica isso? Se SP fosse governado pelo PT, isso já estaria na primeira página de todos os jornalões do PIG!!!

Responder

    Catarina

    11 de novembro de 2010 às 22h39

    Independentemente de qual seja o governo e da forma como será publicada tal gravíssimo problema, ele não pode ocorrer. Alunos não podem ficar sem aulas, de qualquer disciplina!!!

Vera é Dilma

11 de novembro de 2010 às 19h29

Na escola em que apliquei provas do SARESP em 2009, faltaram cadernos e folhas de respostas para muitos alunos, e eles foram dispensados pela diretora. As questões eram tão ridículas, que pareciam feitas para débeis mentais!

Responder

NaMariaNews

11 de novembro de 2010 às 19h20

Paulo Renato é criatura interessantíssima.
Além de privatizar o ensino, num "segundo momento" ele ainda ajuda a desnacionalizar instituições, assessorando suas vendas para empresas estrangeiras, tal qual ele fez com a Anhembi-Morumbi.
A PRS Consultores é massa!
Diz aí se não é coisa de "jênio".

Responder

marcio

11 de novembro de 2010 às 19h11

Tudo bem o SARESP é uma porcaria… Mas isso não atenua nada os erros cometidos no ENEM.
Não dá para ser santo, satanizando o vizinho. Isso só consegue mostrando as própria virtudes.
Virtude que é algo cada vez mais raro no mundo político.

Responder

    jbmartins

    11 de novembro de 2010 às 21h01

    Concordo com você, isto mesmo o Governo Federal através do MEC tem que tomar uma providencia seria sobre isto, afinal entregam para os tucanos fazerem o serviço, eles estão louco para desmoralizar ENEM.

Luis Soares

11 de novembro de 2010 às 19h03

Eu acredito que o enem ameniza e corrige, em parte, ainda, a elitização da universidade. Erros ainda ocorrerão até que se acerte o passo, nem Roma foi feita em um dia!

Há que se encontrar um caminho mais seguro para a confecção, distribuição, treinamento de pessoal, etc para a prova, por enquanto são terceirizadas por meio de licitação. A prova é muito bem elaborada e cursinhos não comportam métodos além do uso da memorização.
http://www.pragmatismopolitico.blogspot.com

Responder

Vinicius Maia

11 de novembro de 2010 às 18h41

É de cair o cu da bunda que se coloca como secretário de Educação Pública ou como MINISTRO de educação PUBLICA, alguém que é dono de colégios e faculdades particulares em Brasília. Conflito de interesses, alguém?

Responder

    NaMariaNews

    11 de novembro de 2010 às 19h15

    Gostei muito do seu comentário. Vc poderia explicar mais um tanto disso? (A parte dos "colégios e faculdades particulares em Brasília". A primeira parte entendi direitinho porque a sensação dolorida é a mesma.)

Maria S. Magnoni

11 de novembro de 2010 às 18h30

Pois é, Namaria e Conceição, minha mãe na sua sabedoria septuagenária costuma dizer que o " macaco senta em cima do próprio rabo para ficar falando do da cotia", Paulo Renato que nos aguarde, já dei uma geral aqui na minha lista de e-mail, no final do dia feriado, ou seja, um dia antes do início do SARESP essa matéria vai correr mundo juntamente com um pedido de que me sejam relatadas as barafundas que certamente ocorrerão nos dias 18 e 19 e depois é só corrermos pro abraço!!

Abração

Responder

    Conceição Lemes

    11 de novembro de 2010 às 18h46

    Salete, 18 e 19 ou 17 e 18? Beijão

    NaMariaNews

    11 de novembro de 2010 às 19h13

    17 e 18/novembro. Tá no DO e pode ser visto aqui: http://saresp.fde.sp.gov.br/2010/Pdf/ResolucaoSAR

    "O SECRETÁRIO DA EDUCAÇÃO, à vista do que lhe representou a Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas, Resolve:
    Artigo 1º ‐ o caput do artigo 1º da Resolução SE 48, de 2.6.2010, passa a ter a seguinte redação:
    “Artigo 1º ‐ a avaliação do SARESP a ser realizada nos dias 17 e 18‐11‐2010, abrangerá, obrigatoriamente, todas as escolas da rede estadual e todos os alunos do ensino regular matriculados nos 3os, 5os, 7os e 9os anos do Ensino Fundamental e na 3ª série do Ensino Médio, além dos alunos das escolas municipais, particulares e outras que aderirem à avaliação.” (NR)"
    – continua…

    (Na primeira publicação as provas seriam 10 e 11/novembro, mas mudaram. Agora tá valendo 17/18 novembro).

    Salete, manda bala. Vc é demais!

    Maria S. Magnoni

    11 de novembro de 2010 às 19h19

    Conceição,

    Ops, comemos bola, acabei de confirmar aqui, 17 e 18, quarta e quinta da próxima semana.

    Beijão

Klaus

11 de novembro de 2010 às 17h46

O ENEM foi um sucesso, não sei do que reclamam.

Responder

Gustavo Pamplona

11 de novembro de 2010 às 16h28

Serra vendo a Dilma no encontro do G-20 em casa sozinho e choramingando…

"Buah, Buah…. Eu queria estar lá…"

HAHAHAHAHHAHAHHAHAHHAHAHHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHA

Responder

    Se Nagao

    12 de novembro de 2010 às 15h40

    HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
    Perfeito!

Pedro

11 de novembro de 2010 às 16h04

O Paulo Renato é perfeito para essas coisas. É amigo do FHC, do Serra, do ACM, aquele que se foi. Deram-lhe total poder para acabar com a a escola pública, aquela na qual todos eles se formaram e da qual têm grande orgulho. Fizeram da escola pública um inferno para justificar a sua eliminação. Medo do ENEM? Óbvio que eles têm. A escola pública é o ensino de qualidade, é a pesquisa, e isto atrapalha suas investidas contra ela.

Responder

José Vitor

11 de novembro de 2010 às 15h05

O problema de sempre: isso vai sair na Globo ? Não vai né, então ninguém (público em geral) vai ficar sabendo…

Por isso que a tal "Ley de Medios" que o PHA sempre fala é uma prioridade absoluta aqui no Brasil, pois senão a "verdade" para o público em geral vai ser o que o ALi Kamel quiser publicar.

Quanto ao Paulo Renato, esse sujeito extrapola todos os limites…e pelo que vi por aí, vai continuar no governo, na administração Alckmin…esse povo de SP é inacreditável…

Responder

NaMariaNews

11 de novembro de 2010 às 15h03

Deixa estar. O SARESP 2010 vem aí, é agora em novembro. Estamos de guarda na teia; vamos ver a perfeição do esquema paulista.

Responder

    Antonio Galdino

    11 de novembro de 2010 às 23h43

    NaMariaNews e Azenha,

    não precisam ficar esperando pela perfeição do SARESP. Já foram aplicadas em algumas escolas particulares. Que decepção. Desolado, um professor que aplicou a prova de português me disse: "nunca vi tanto erro de português numa prova só". Erros grotescos e incomuns afetaram tanto a parte gramatical em seus detalhes como as questões interpretativas. Algumas alternativas para assinalar comprometiam diretamente o discernimento do aluno, pois apareciam sobrando proposições e muitas vezes com letras invertidas como "paoio" (apoio). Impressionante como o SARESP é um "sistema de avaliação" desconhecido da população.

    NaMariaNews

    12 de novembro de 2010 às 15h18

    Caro Antonio Galdino, por misericórdia, fale mais sobre isso. Qual escola? Quando? Sobrou alguma prova para nos mostrar em imagens? Fala mais!

    Se Nagao

    12 de novembro de 2010 às 15h43

    Antonio Galdino,
    O SARESP deve ser secreto porque até a grande(?) imprensa(?) não fala nada.


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