VIOMUNDO

Diário da Resistência


Leandro Fortes: “Querem trocar juiz após vir à tona nome de tucano acusado de tráfico de órgãos”
Paulinho, então com 10 anos, foi sedado e teve os órgãos retirados quando ainda estava vivo
Denúncias Falatório

Leandro Fortes: “Querem trocar juiz após vir à tona nome de tucano acusado de tráfico de órgãos”


17/04/2013 - 13h12

Paulinho, então com 10 anos, foi sedado e teve os órgãos retirados quando ainda estava vivo

A dor de Paulo Pavesi

por Leandro Fortes, em CartaCapital 

Sozinho, escondido em Londres, na Inglaterra, depois de ter conseguido asilo humanitário na Itália, em 2008, o analista de sistemas Paulo Pavesi se transformou no exército de um só homem contra a impunidade dos médicos-monstros que, em 2000, assassinaram seu filho para lhe retirar os rins, o fígado e as córneas.

Paulo Veronesi Pavesi, então com 10 anos de idade, caiu de um brinquedo no prédio onde morava, e foi levado para a Irmandade Santa Casa de Poços de Caldas, no sul de Minas, onde foi atendido pelo médico Alvaro Inhaez que, como se descobriu mais tarde, era o chefe de uma central clandestina de retirada de órgãos humanos disfarçada de ONG, a MG Sul Transplantes. Paulinho foi sedado e teve os órgãos retirados quando ainda estava vivo, no melhor estilo do médico nazista Josef Mengele.

Na edição desta semana de CartaCapital, publiquei uma reportagem sobre o envolvimento do deputado estadual Carlos Mosconi (PSDB) com a chamada “Máfia dos Transplantes” da Irmandade Santa Casa de Poços de Caldas.

Mosconi, eleito no início do ano, pela quarta vez consecutiva, presidente da Comissão de Saúde (!) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, foi assessor especial do senador Aécio Neves (PSDB-MG), quando este era governador do estado. Aécio o nomeou, em 2003, presidente da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (FHEMG), à qual a MG Sul Transplantes, idealizada por Mosconi e outros quatro médicos ligados á máfia dos transplantes, era subordinada.

As poucas notícias que são veiculadas sobre o caso, à exceção da matéria de minha autoria publicada esta semana, jamais citam o nome de Carlos Mosconi. Em Minas Gerais, como se sabe, a imprensa é controlada pela mão de ferro do PSDB. Nada se noticia de ruim sobre os tucanos, nem quando se trata de assassinato a sangue frio de uma criança de 10 anos que teve as córneas arrancadas quando ainda vivia para que fossem vendidas, no mercado negro, por 1,2 mil reais. Nada.

Esse silêncio, aliado à leniência da polícia e do judiciário mineiro, é fonte permanente da dor de Paulo Pavesi. Mas Pavesi não se cala. De seu exílio inglês, ele nos lembra, todos os dias, que somos uma sociedade arcaica e perversa ao ponto de proteger assassinos por questões políticas paroquiais.

Como sempre, a velha mídia nacional, sem falar na amordaçada mídia mineira, não deu repercussão alguma à CartaCapital, como se isso tivesse alguma importância nesses tempos de blogosfera e redes sociais.

Pela internet, o Brasil e o mundo foram apresentados ao juiz Narciso Alvarenga de Castro, da 1ª Vara Criminal de Poços de Caldas. Em de 19 de fevereiro desse ano, ele condenou quatro médicos-monstros envolvidos na máfia: João Alberto Brandão, Celso Scafi, Cláudio Fernandes e Alexandre Zincone. Eles foram condenados pela morte de um trabalhador rural, João Domingos de Carvalho.

Internado por sete dias na enfermaria da Santa Casa, entre 11 e 17 de abril de 2001, Carvalho, assim como Paulinho, foi dado como morto quando estava sedado e teve os rins, as córneas e o fígado retirados por Cláudio Fernandes e Celso Scafi. Outros sete casos semelhantes foram levantados pela Polícia Federal na Santa Casa.

Todos os condenados são ligados à MG Sul Transplantes. Scafi, além de tudo, era sócio de Mosconi em uma clínica de Poços de Caldas, base eleitoral do deputado. A quadrilha realizava os transplantes na Santa Casa, o que garantia, além do dinheiro tomado dos beneficiários da lista, recursos do SUS para o hospital. O delegado Célio Jacinto, responsável pelas investigações da PF, revelou a existência de uma carta do parlamentar na qual ele solicita ao amigo Ianhez o fornecimento de um rim para atender ao pedido do prefeito de Campanha (MG). A carta, disse o delegado, foi apreendida entre os documentos de Ianhez, mas desapareceu misteriosamente do inquérito sob custódia do Ministério Público Estadual de Minas Gerais.

Ontem, veio o troco.

A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) suspendeu as audiências que aconteceriam de hoje, 17 de abril, até sexta-feira, 19 de abril, para se iniciar, finalmente, o julgamento do caso de Paulinho. Neste processo, estão sendo julgados, novamente, Cláudio Fernandes e Celso Scafi, além de outros acusado, Sérgio Poli Gaspar.

De acordo com a assessoria do TJMG, o cancelamento se deu por conta de uma medida de “exceção de suspeição” contra o juiz Narciso de Castro impetrada pelo escritório Kalil e Horta Advogados, que defende Fernandes e Scafi. A defesa da dupla, já condenada a penas de 8 a 11 anos de cadeia, argumenta que o juiz teria perdido a “necessária isenção e imparcialidade” para apreciar o Caso Pavesi.

Ou seja, querem trocar o juiz, justo agora que o nome do deputado Carlos Mosconi veio à tona.

Eu, sinceramente, ainda espero que haja juízes – e jornalistas – em Minas Gerais para denunciar esse acinte à humanidade de Paulo Pavesi que, no fim das contas, é a humanidade de todos nós.

Leia também:

Leandro Fortes: Tucano é acusado de tráfico de órgãos

A mídia descontrolada: Episódios da luta contra o pensamento único
A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação.

A publicação traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.

Por Laurindo Lalo Leal Filho



77 comentários

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carlos

09 de fevereiro de 2016 às 11h07

Esse é o modos operandi tucano de governar, que vergonha, eu já falei qualquer pessoa que tem o minimo de bom senso extinguiria esse MP e criaria o concelho nacional de notáveis, com base no conselho de segurança da ONU, através de concurso e com atestado de bons antecedentes.

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Maria Libia

21 de janeiro de 2016 às 15h31

Se isto acontecer com a minha família, provavelmente a Lei de Talião iria funcionar. OLHO POR OLHO, nesses assassinos.

Responder

Edivaldo

27 de dezembro de 2015 às 09h13

Só podia ser do psdb, partido blindado pela grande midia(mafia/comprada) e juízes incapaz.

Responder

    anac

    29 de dezembro de 2015 às 08h57

    justiça seletiva não é Justiça. Todos tem que ser punidos, seja o criminoso petista ou tucano. Não vemos isso no Brasil, tendo o próprio moro falhado inúmeras vezes na sua ânsia justiceira de fazer Justiça a qualquer preço, mesmo que rasgando a CF e leis infraconstitucionais quando se trata de tucano o delatado. Quando se pune só um e acoberta outros porque são aliados se perpetua o crime.

    Caso seríssimo:, uma criança é sedada e morta para retirada de órgãos por médicos. E o pai tem que ir para o exílio porque luta por Justiça. Ninguém está incólume de um crime desses. É rezar para não ficar doente e precisar ser hospitalizado. Rezar para não ser a próxima vitima.

    A mídia porque um dos envolvidos é tucano se cala, se omite.

Leandro Fortes: “Querem trocar juiz após vir à tona nome de tucano acusado de tráfico de órgãos” – Viomundo – O que você não vê na mídia | CLIPPING DE NOTÍCIAS DA SENAPRO-PCO

21 de abril de 2015 às 10h38

[…] Leandro Fortes: “Querem trocar juiz após vir à tona nome de tucano acusado de tráfico de ó…. […]

Responder

Ricardo Ribeiro Romeiro

25 de abril de 2013 às 21h38

Olha bem, conheço o Dr. Carlos Eduardo Venturelli Mosconi. o pai dele foi sócio do meu pai e eu acompanhei campanhas políticas do Deputado. nunca vi nada que o desabonasse como médico e nunca o vi desrespeitar o ser humano. Não varia nele mais por outros motivos, mas não por isto que acredito ser inverídico. Não toda a história, mas acho que ele desconhecia o esquema que existia, acredito que o dr. Jorge que trabalhava na equipe entrou de gaiato, Jorge estudou na minha faculdade e ele sempre foi bom caráter. Se for verdade: postem documentos e provas, não contestarei, mudo a minha opinião sobre eles. Mas o criador da maioria das leis sobre saúde, inclusive as que proíbem a comercialização de órgão foi do próprio Carlos Mosconi.

Responder

anderson

23 de abril de 2013 às 00h22

A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) suspendeu as audiências que aconteceriam de ontem, 17 de abril, até sexta-feira, 19 de abril, para se iniciar, finalmente, o julgamento do caso de Paulinho. Neste processo, estão sendo julgados, novamente, Cláudio Fernandes e Celso Scafi, além de outros acusado, Sérgio Poli Gaspar.

De acordo com a assessoria do TJMG, o cancelamento se deu por conta de uma medida de “exceção de suspeição” contra o juiz Narciso de Castro impetrada pelo escritório Kalil e Horta Advogados, que defende Fernandes e Scafi.

A defesa da dupla, já condenada a penas de 8 a 11 anos de cadeia, argumenta que o juiz teria perdido a “necessária isenção e imparcialidade” para apreciar o Caso Pavesi, ou seja, querem trocar o juiz, justo agora que o nome do deputado Carlos Mosconi ( PSDB) veio à tona.

“Eu, sinceramente, ainda espero que haja juízes e jornalistas em Minas Gerais para denunciar esse acinte à humanidade de Paulo Pavesi que, no fim das contas, é a humanidade de todos nós”, afirmou o jornalista Leandro Fortes, da revista Carta Capital que fez recente matéria sobre o tema.

Paulo Veronesi Pavesi, então com 10 anos de idade, caiu de um brinquedo no prédio onde morava, e foi levado para a Irmandade Santa Casa de Poços de Caldas, no sul de Minas, onde foi atendido pelo médico Alvaro Inhaez que, como se descobriu mais tarde, era o chefe de uma central clandestina de retirada de órgãos humanos disfarçada de ONG, a MG Sul Transplantes. Paulinho foi sedado e teve os órgãos retirados quando ainda estava vivo, no melhor estilo do médico nazista Josef Mengele.

Mosconi, eleito no início do ano, pela quarta vez consecutiva, presidente da Comissão de Saúde (!) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, foi assessor especial do senador Aécio Neves (PSDB-MG), quando este era governador do estado. Aécio o nomeou, em 2003, presidente da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (FHEMG), à qual a MG Sul Transplantes, idealizada por Mosconi e outros quatro médicos ligados á máfia dos transplantes, era subordinada.

O juiz Narciso Alvarenga de Castro, da 1ª Vara Criminal de Poços de Caldas em fevereiro desse ano, condenou quatro médicos-monstros envolvidos na máfia: João Alberto Brandão, Celso Scafi, Cláudio Fernandes e Alexandre Zincone. Eles foram condenados pela morte de um trabalhador rural, João Domingos de Carvalho.

Internado na enfermaria da Santa Casa, entre 11 e 17 de abril de 2001, Carvalho, assim como Paulinho, foi dado como morto quando estava sedado e teve os rins, as córneas e o fígado retirados por Cláudio Fernandes e Celso Scafi. Outros sete casos semelhantes foram levantados pela Polícia Federal na Santa Casa.

Todos os condenados são ligados à MG Sul Transplantes. Scafi, além de tudo, era sócio de Mosconi em uma clínica de Poços de Caldas, base eleitoral do deputado. A quadrilha realizava os transplantes na Santa Casa, o que garantia, além do dinheiro tomado dos beneficiários da lista, recursos do SUS para o hospital.

“Justiça Tucana” tenta afastar Juiz da Máfia dos Transplantes
Grupo articula a substituição do juiz de Poços de Caldas, que condenou a “Máfia dos Transplantes”. Objetivo é preservar Carlos Mosconi (PSDB)

O delegado Célio Jacinto, responsável pelas investigações da PF, revelou a existência de uma carta do parlamentar na qual ele solicita ao amigo Ianhez o fornecimento de um rim para atender ao pedido do prefeito de Campanha (MG). A carta, disse o delegado, foi apreendida entre os documentos de Ianhez, mas desapareceu misteriosamente do inquérito sob custódia do Ministério Público Estadual de Minas Gerais.

Em Minas Gerais nada se noticia de ruim sobre os tucanos, nem quando se trata de assassinato a sangue frio de uma criança de 10 anos que teve as córneas arrancadas, quando ainda vivia, para que fossem vendidas no mercado negro, por 1,2 mil reais. Nada.

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Odi Reis

21 de abril de 2013 às 20h48

Procurem o Avaaz.org e iniciem uma Campanha com petição para que o povo assine pela internet…

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Geysa Guimarães

21 de abril de 2013 às 01h48

O mercantilismo assassino dentro da medicina deveria ser melhor investigado.
Lembro-me de ter ouvido denúncias – no ano de 87, se a memória continua boa – envolvendo um dos deuses da área de transplante de olhos, Tadeu Civintal.
Nunca mais ouvi falar.

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Jaqueline

19 de abril de 2013 às 23h33

Esse fato chegou pela 1ª vez ao meu conhecimento pelo facebook. E cheguei até esse espaço através do twitter. Conforme fui lendo, fui ficando cada vez mais abismada. Não sou nem de direita e nem de esquerda, mas psdb meu voto nunca teve jamais terá.

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Patricia

18 de abril de 2013 às 22h48

Gente, eu nunca vi por esse lado! Geralmente assisto jornais da tv globo, band, sbt e tv cultura, mas nunca tinha visto nada de um modo imparcial! Interessante vocês me darem essa nova visão de mundo! Vou ficar em alerta a partir de agora!!

Responder

Ana Cruzzeli

18 de abril de 2013 às 22h02

Azenha, olha que triste coincidencia.
Esse senhor ¨medico¨que participou desse atentado de lesa humanidade em Minas e que é filiado ao partido que mais fez falcatruas no Ministério da Saude foi secretário da saúde no DF em 1985…

http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/legislacao/Constituicoes_Brasileiras/constituicao-cidada/parlamentaresconstituintes/constituicao20anos_bioconstituintes?pk=97065

Será a toa que o Carlinho Cachoeira virou empresário da Saúde e foi para cima do Agnelo com tanta fúria? Agora sim há pontos de contato AINDA MAIS.

Essa historia dessas pessoas que foram mortas na Santa Casa de Poços de Caldas é tão triste que não há palavras. Matéria do Leandro foi e simplesmente antológica, está indo fundo em tudo isso e fazendo grande diferença.
Que a justiça as essas famílias vitimadas seja feita. A dor desse pai não tem dimensão é muito dificil o que ele passou e ainda está passando tendo que se exilar de seu próprio pais por causa de uma quadrilha.
Essa criança só caiu de um brinquedo num parquinho minha gente, só isso. Como poderia ter morrido por tão pouco e o médico açougueiro achar que não seria descoberto? Era sim a certeza da impunidade.

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Cristiano

18 de abril de 2013 às 21h39

Fora a atrocidade de se matar seres humanos para estrair seus orgãos, esses fatos reduzem drasticamente o número de doadores, uma vez que os familiares temem que a vida de seus parentes seja abreviada por açogueiros transvestidos de médicos.

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Regi capelari

18 de abril de 2013 às 19h22

Médicos ou eaquartejadores ???? tucanos ou URUBUS ???

Responder

Cris Spiegel

18 de abril de 2013 às 19h19

Isso merece ser capa na Carta Capital.

Responder

Regi capelari

18 de abril de 2013 às 19h18

Médicos ou esquartejadores,Tucanos ou Urubus.

Responder

Rodrigo Vianna: Um quadro complicado para Dilma em 2014 - Viomundo - O que você não vê na mídia

18 de abril de 2013 às 18h58

[…] Leandro Fortes: O silêncio da mídia mineira sobre tucano acusado de tráfico de órgãos […]

Responder

MariaC

18 de abril de 2013 às 16h31

E a operação sanguessuga era fichinha…..

Responder

Willian

18 de abril de 2013 às 16h26

Sei lá se não houvesse um tucano envolvido o articulista/revista/blogosfera teria tanto interesse no caso.

Só uma suposição.

Responder

    MariaC

    18 de abril de 2013 às 16h39

    Nem precisa…. onde houver um petista lá estará um jornalista para investigar.

    maria

    20 de abril de 2013 às 15h28

    Ja pensou se fosse do PT.

henrique de oliveira

18 de abril de 2013 às 16h08

Os tucanos te arrancam ate a alma , mas o corpo eles negociam.

Responder

Apavorado por Vírus e Bactérias

18 de abril de 2013 às 15h55

Que aberrações são esses crápulas deformados em medicina. Será que sairam do inferno para a Santa Casa? E o deputado será deturpado? Se tiver cuipa no cartório tem que ser julgado e condenado.

Responder

Gerson Carneiro

18 de abril de 2013 às 15h43

A imprensa por causa da seletividade torna-se cúmplice no abafamento deste caso. Se o deputado estadual Carlos Mosconi fosse do PT essa foto aí do Paulinho já teria sido capa da revista Veja, por exemplo.

Responder

    Edson Lima

    20 de novembro de 2014 às 09h42

    Se fosse do PT, isso teria sido usado nas recentes eleições. Alguém duvida?

raquel

18 de abril de 2013 às 11h33

Azenha, esse caso de tráfico de órgãos merecia até um mini-documentário da cooperativa do Viomundo, ou Viomundo em parceria com a Carta.

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    18 de abril de 2013 às 14h53

    Concordo, nosso problema é sempre a questão do financiamento. Vamos ver o que podemos fazer por aqui mesmo.

Cléris Cavalheiro

18 de abril de 2013 às 11h28

Meu Deus!!! a cada dia me assusto mais com a ditadura da velha Mídia-Globo e Cia- que horror, como pode esses desgraçados esconderem uma barbaridade destas, por conta dos Bandidos terem relações estreitas com Aécio Neves/PSDB.Isso não pode, isso tem que ter um fim.

Responder

eunice coelho mimbela

18 de abril de 2013 às 10h35

Sou Mineira mas moro ha muitos anos em Curitiba. Aqui também a coisa esta feia para o lado dos médicos e de um dos maiores hospitais daqui, o Hospital Evangélico. Uma médica, chefe do serviço de UTI, está sendo acusada de matar pacientes do SUS para desocupar leitos para doentes que tenham plano de saúde. Pensam que foi por dinheiro… Imagine se a moda pega, vamos preferir morrer tranquilos em nossa cama, do que vir um louco desses apressar a nossa passagem. Deus nos ajude…

Responder

Mardones

18 de abril de 2013 às 09h22

Leandro Fortes, que dispensa apresentações, mais uma vez faz o papel de todo jornalista.

Parabéns ao Vi o Mundo pela reprodução, possibilitando a quem não tem acesso à Carta Capital conhecer o trabalho desse jornalista.

Responder

Roberto Locatelli

18 de abril de 2013 às 06h53

STF se subordina ao PIG (Partido da imprensa Golpista), Banco Central se subordina ao PIG, justiças estaduais se subordinam ao PIG.

Responder

FrancoAtirador

18 de abril de 2013 às 03h25

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Um exemplo de “probleminha” que ocorre nas salas de aula

nas escolas brasileiras, de norte a sul, de leste a oeste:

(http://www.youtube.com/watch?v=WGCeTOEDL0Q)

(http://www.youtube.com/watch?v=tTERuvAgEeE)

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/aluno-sofre-bullying-por-se-recusar-a-rezar-antes-da-aula

Responder

Karl

18 de abril de 2013 às 00h37

Quando se fala que essa DIREITA É SATÂNICA, existe alguma dúvida? Olhem o que fizeram com essa criança. Esquartejaram-na pelo lucro de alguns reais. E aqueles ASSASSINADOS do hospital evangelico 317 é o numero, tiveram “sorte” diferente? O CAPITALISMO É ISSO! Desde o AUMENTO DE JUROS AO ESQUARTEJAMENTO DE CRIANÇAS, É O CAPITALISMO. Até quando Presidente Dilma quase Thatcher? Até quando?

Responder

Ronaldo Silva

18 de abril de 2013 às 00h24

Estou sentindo falta da turma da extrema-direita. Será que eles não postarão nada sobre este tema? Onde estão aqueles três meninos?

Responder

carmen silvia

17 de abril de 2013 às 23h18

São criminosos os médicos,o deputado,a justiça e a mídia mineira e nacional.Esse fato é escabroso.Esse horror tem que ganhar o mundo e expor esses assassinos monstruosos.

Responder

FrancoAtirador

17 de abril de 2013 às 22h46

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ZAWASCKI ARREGAÇA AS MANGAS E VAI PRA CIMA DE BARBOSA

MINISTRO TEORI ZAVASCKI ABRIU DIVERGÊNCIA AO VOTO DO RELATOR,

PARA DUPLICAR O PRAZO PARA RECURSO DOS RÉUS NA AÇÃO PENAL 470,

NO QUE FOI ACOMPANHADO POR TODOS OS DEMAIS MINISTROS DO STF.

MINISTRO MARCO AURÉLIO PROPÔS A QUADRUPLICAÇÃO PRAZO RECURSAL

“Por cerceamento de defesa,
tendo em vista a negativa
de disponibilização dos votos”

Notícias STF

Quarta-feira, 17 de abril de 2013

STF amplia para 10 dias prazo para interposição de recurso na AP 470

O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) aumentou o prazo – de 5 para 10 dias – para a apresentação de possíveis recursos (embargos de declaração) a serem interpostos após a publicação do acórdão da Ação Penal (AP) 470 no Diário da Justiça Eletrônico do STF (DJe).

A decisão ocorreu, por maioria dos votos, durante o julgamento do 22º agravo regimental nos autos da AP 470, a que os ministros deram parcial provimento.

O agravo regimental foi interposto pela defesa de José Roberto Salgado, Kátia Rabelo, Delúbio Soares, José Dirceu, João Paulo Cunha, José Genoíno e Vinícius Samarane contra decisão do relator da AP 470, ministro Joaquim Barbosa, que no dia 5 de abril negou pedido dos advogados para que os votos fossem disponibilizados à medida que liberados pelos ministros, concedendo pelo menos 20 dias para a publicação do acórdão.

Alternativamente, pediam a dilação para 30 dias dos prazos para quaisquer recursos que fossem cabíveis, ao argumento de ser “humanamente impossível cumprir os exíguos prazos para oposição de eventuais embargos de declaração ou infringentes, devido à singularidade desse pleito”.

Para o relator, ministro Joaquim Barbosa, a defesa busca manipular o prazo processual previsto, que é de cinco dias.
De acordo com ele, os votos preferidos no julgamento da AP 470 foram amplamente divulgados, inclusive transmitidos pela TV Justiça, além disso, o ministro ressaltou que os advogados puderam assistir ao julgamento pessoalmente no Plenário da Corte.
“Embora o acórdão não tenha sido publicado, o seu conteúdo é de conhecimento de todos”, ressaltou o relator, ao votar pelo desprovimento do recurso.

Duplicação do prazo recursal
No entanto, a maioria dos ministros seguiu a proposta apresentada pelo ministro Teori Zavascki no sentido de aplicar, por extensão analógica, regra do Código de Processo Civil (artigo 191, do CPC) que prevê o dobro do prazo para recorrer em caso de litisconsortes com diferentes procuradores, ou seja, no caso da AP 470, réus com advogados distintos.

Essa interpretação do ministro foi feita com base no artigo 3º do Código de Processo Penal (CPP), segundo o qual a lei processual penal admitirá interpretação extensiva e aplicação analógica, bem como o suplemento dos princípios gerais de direito.

O ministro Teori Zavascki acolheu em parte o agravo regimental apenas para reconhecer a possibilidade de duplicação do prazo recursal (de 5 para 10 dias) em sede processual penal.
“Assim, o Tribunal estará cada vez mais, nesse procedimento persecutório, contemplando as garantias individuais”, avaliou.

Acompanharam a divergência iniciada pelo ministro Teori Zavascki os ministros Rosa Weber, Celso de Mello, Dias Toffoli, Luiz Fux, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes.
O ministro Marco Aurélio votou em maior extensão no sentido de conceder o prazo de 20 dias.
Para ele, houve cerceamento de defesa tendo em vista a negativa de disponibilização dos votos.

(http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=236207)
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Responder

    FrancoAtirador

    17 de abril de 2013 às 23h18

    .
    .
    Alfinetada da Carta Maior

    A CIRANDA, CIRANDINHA DA ÉTICA:

    Fux vota em casos de interesse do escritório

    em que trabalha sua filha [a advogada Marianna],

    o mesmo que emprega a esposa de Gilmar Mendes.

    (Estadão)

Marat

17 de abril de 2013 às 22h10

Quem diria que MG, a exemplo de SP virou uma espécie de bordel do PSDB… Jornalismo, aqui como lá, quase que inexistem; judiciário, aqui como lá é totalmente “cabrestado”… Esse neocoronelismo pessedebista é um acinte, e isso em pleno século XXI!

Responder

Leandro Fortes: “Querem trocar juiz após vir à tona nome de tucano acusado de traficar órgão” | PapoCatarina

17 de abril de 2013 às 21h33

[…] Leandro Fortes: “Querem trocar juiz após vir à tona nome de tucano acusado de traficar órgão” 17/04/2013 21:34:18Enviado por PapoCatarina TweetPublicado por: Viomundo […]

Responder

Valcir Barsanulfo

17 de abril de 2013 às 20h36

Caro,Leandro Fortes, em Minas Gerais, o Novo Jornal vem denunciando a máfia dos transplantes chefiada pelo dep.Carlos Mosconi, totalmente blindado pela grande imprensa(jornal Est.de MinaS, O tEMPO, ENTRE OUTROS MEIOS DE COMUNICAÇÃO),A grande imprensa mineira é totalmente alienada, A Andrea Neves e o clã dos Castros trás essa imprensa no bolso.

Responder

ricardo silveira

17 de abril de 2013 às 20h32

Quantos anos de cadeia para esses assassinos? Matam uma pessoa para comercializar os órgãos e só levam 8, 10 anos? Esse é um fato de uma tal monstruosidade que, embora seja totalmente contra, me faz pensar em pena de morte, não apenas para os assassinos mas, também, para quem tenta livrá-los da cadeia.

Responder

Jorge Portugal

17 de abril de 2013 às 19h56

Não há novidade nenhuma nisso!!! Quantos nesses hospitais publico tem morte misteriosa? No caixão a família manda abrir o corpo para ver se os órgão estão lá? Quem tem dinheiro vive quem não tem serve para quem pode pagar.

Responder

silvia macedo

17 de abril de 2013 às 19h49

Parabéns ao joralista Leandro Fortes pela reportagem.

Responder

Maria Libia

17 de abril de 2013 às 19h43

A Justiça esta nos colocando numa situação em que, ou a justiça seja justa ou, voltamos para o tempo em que funcionava o “dente por dente, olho por olho”. Sinceramente, se eu fosse mãe da criança jamais esses crápulas assassinos estariam vivos.

Responder

Jorge

17 de abril de 2013 às 19h29

Não tem jeito, já estão condenados não existe nada que esteja incuberto que não seja descoberto. Está escrito. Existe uma pessoa chamada Jesus, vinde a mim todos os cansados, injustiçados e eu os confortarei. Já está decidido por Jesus a justiça vai vir.

Responder

J Souza

17 de abril de 2013 às 18h53

Se juntarmos a esses fatos o de que o Fux julgou casos do escritório do Sérgio Bermudes por uma “falha operacional” do STF, veremos que o principal empecilho para a Justiça no Brasil é justamente… o Poder Judiciário Brasileiro!

Imaginem quantos inocentes foram prejudicados pelas “falhas operacionais” do STF ou de outros tribunais…
Imaginem quantos bandidos estão impunes devido às “falhas operacionais” do STF ou de outros tribunais…

No Brasil parece que, enquanto houver poder judiciário, não haverá Justiça!

Responder

J Souza

17 de abril de 2013 às 18h49

Quantas e quantas pessoas morrem todos os dias no Brasil por omissão de quem deveria fiscalizar esses profissionais…
Os planos de saúde vagabundos são apenas a parte mais visível de um sistema doente que se propõe cuidar de doentes!
E quanto ao SUS, a sigla SUDS era mais apropriada, pois a “descentralização” poderia ser substituída por “descaso” dos governantes, que roubam até da merenda escolar (METADE do país apura fraude na merenda escolar!).

Responder

Mila Lobo

17 de abril de 2013 às 18h45

olhando no youtube, vi que o fantastico fez uma reportagem sobre o assunto… depois disso, nao consegui achar mais nada.. http://www.youtube.com/watch?v=9xGMM5lNBds

Responder

FrancoAtirador

17 de abril de 2013 às 18h43

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Ministros defendem que recursos do mensalão sejam levados ao plenário do STF

Por Débora Zampier, Repórter da Agência Brasil

Brasília – Pelo menos três ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) defenderam hoje (16) que o plenário da Corte julgue os recursos apresentados pelos advogados dos condenados na Ação Penal 470, o processo do mensalão. A decisão de levar os recursos a plenário cabe ao relator do processo e presidente do Tribunal, ministro Joaquim Barbosa.

Nas últimas semanas, advogados acionaram o Supremo pedindo a suspensão da publicação do acórdão, para ter acesso antecipado aos votos. Os defensores querem mais tempo para analisar o resumo do julgamento antes que comece a correr o prazo para apresentação de recursos, que é cinco dias. Joaquim Barbosa negou os recursos individualmente.

Para o ministro Marco Aurélio Mello, a atitude de Barbosa atrapalha o direito de defesa e trava o processo. “Isso nunca ocorreu no Supremo. Se o atacado é um ato dele, ele vai fazer justiça pelas próprias mãos, deixando de levar ao colegiado? Acima de todos nós está o colegiado”.

Para o ministro, há regras na legislação que subsidiam a liberação antecipada dos votos e até mesmo a ampliação do prazo para recurso. “Para que se levar a coisa à ponta de faca? Só se cria incidente, se dificulta mais ainda a tramitação deste processo”.

Embora respeite a autonomia do relator, o revisor da ação penal, ministro Ricardo Lewandowski, disse que tem como prática levar todos os recursos contra suas decisões a plenário. “O meu modo de proceder sempre foi o seguinte: quando recebo um agravo regimental contra uma decisão monocrática, busco levar esse agravo o mais rapidamente possível para decisão coletiva dos demais colegas”. A opinião foi dividida por mais um integrante da Corte, que pediu para não ter o nome revelado.

Mais cedo, Joaquim Barbosa disse que ainda não decidiu se levará os recursos ao plenário nesta semana. Ele informou que o acórdão está pronto e que restam apenas as assinaturas de alguns ministros para que o documento seja publicado.Caso isto ocorra, os recursos perdem a razão de existir.

O ministro Gilmar Mendes acredita que a questão do prazo não deve ser motivo de tanta preocupação, pois cada réu tem que se ater apenas à sua parte no acórdão.
Ele também destacou que todo o julgamento foi amplamente divulgado (SIC).
“Está havendo muita lenda urbana em torno deste assunto. A rigor, temos é que publicar o acórdão e seguir os passos. Se for preciso dar prazo, o.k, pode-se dar ou não”.

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, criticou o pedido dos advogados para ter mais prazo. Para ele, é “inconcebível”. “Suspender a publicação do acórdão é maluquice, isso é maluquice. O Ministério Público tem que olhar a situação de todos os réus e os advogados, normalmente, é um advogado por réu. Então, não vejo nenhuma dificuldade”.

Edição: Beto Coura

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Destaque:

O ministro Gilmar Mendes acredita que a questão do prazo não deve ser motivo de tanta preocupação, pois cada réu tem que se ater apenas à sua parte no acórdão.
Ele também destacou que todo o julgamento foi amplamente divulgado (SIC).
“Está havendo muita lenda urbana em torno deste assunto…”

Questionamento:

Será que, ao afirmar que “o julgamento foi amplamente divulgado”,

o Ministro Gilmar Mendes sugeriu que os réus formulem recursos

como base no que foi publicado na Revista Veja e na Folha de SP,

e na matéria de 18 minutos do Jornal Nacional da TV Globo?
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Responder

Leleco

17 de abril de 2013 às 18h42

Alô,Alô , Dep. Rogério Correia e o pessoal decente da ALMG : Creio que
a acusação é gravíssima . Não seria o caso de apurar e , conforme o resultado , o impeachment desse Dep. Mosconi ?

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Fernandes

17 de abril de 2013 às 18h20

Bom, se estamos onde estamos de acordo com o texto, já não se tem mais a fé nas instituições que compõe o Estado, regredimos portanto na civilização. Sendo assim, a justiça, nesse caso, pode deixar de ser monopólio do Estado e pode ser aplicada por ente privado. Caso a família do menino tenha capacidade econômica, meios, tem todo o direito e meu apoio moral para fazer a justiça. Sei das implicações disso, mas fazer o quê?

Essa gente, com vículos políticos fortes, tem que pagar de uma ou outra forma. Não queria ter lido esse texto

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Maria Amélia Martins Branco

17 de abril de 2013 às 18h16

O médico e o monstro, ou melhor, o monstro e assassino Tucano.

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Carlos Elísio

17 de abril de 2013 às 18h09

Cara, todos sabemos que este Aécio é um “coroné”. Aliados dele, certamente não prestam. Sabemos tb que a imprensa de MG, assim como de SP, VEJA (o grupo gestor) e as organizações Globo no RJ, não são amordaçadas, são coniventes. Um absurdo destes, como tantos outros, são omitidos quando se trata do PSDB.
Sou petista, mas faço questão de ver fora os bandidos que porventura habitem no PT. Peço então ao sr Presidente do STF, que apresse e garanta a lisura deste julgamento e que, por favor, mantenha a planilhinha de cálculo de pena em suas mãos. Vai recisar aumentar bastante o campo de totalização.
Aliás, em tempo: O ministro Joaquim Barbosa, submergiu? Ele está com a razão ao condenar a farra do judiciário.

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Celso Carvalho

17 de abril de 2013 às 18h07

Ao ler o o texto quase vomito de tanto nojo dos envolvidos e pela insensibilidade política do judiciário que acata o a suspeição dos advogados contra o juiz para fazer novo julgamento. Onde militam e de que lado estão esses monstros que retiram vidas para comercializar órgãos? Esse é um dos mais macabros crimes que o homem pode cometer. O PSDB vai se manifestar?

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Scan

17 de abril de 2013 às 18h00

Oito e onze anos de cadeia!?
Tão brincando?
Se o pai da criança matasse os médicos envolvidos no assassinato do garoto ainda seria pouco.

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Renan Augusta Pereira Melo

17 de abril de 2013 às 17h34

Moro em Campestre, pertinho de Pços de Caldas e como todo mundo daqui quando precisa, procura médicos e hospitais em Poços de Caldas.
A SAnta Casa, se a justiça não for feita, passará a ser temida por quem quer viver.

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Julio Silveira

17 de abril de 2013 às 17h21

Sigo na linha de que existe uma depravação completa nos principios que regem nossos grupos dirigentes e que vai se espraiando pela cidadania como um todo. Queria entender como as pessoas podem relativizar até essas aberrações desumanas desde que praticada por seus parceiros de apoio. Tem algo muito errado na cultura do Brasil que se propaga a partir de sua elite. Pobre de quem está na base cultural, recebe como sadia a cultura de uma sociedade doente e nem percebe, e tome BBB.

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Marcio Palma - SSA

17 de abril de 2013 às 16h55

Sendo um filho, sobrinho, amigo meu, certamente algum desses envolvidos já teriam pago, de uma forma ou de outra.
A covardia que se praticou nesses crimes contra pessoas indefesas e necessitadas de cuidados médicos chega a horrorizar o mais insensível dos seres, ainda mais se praticando contra uma criança como a que vemos na foto.
Com a aquiescência de certos juízes, com a “vista grossa” de certos órgãos de imprensa, com a ganância de certos médicos e políticos, na mais justo que a justiça com as próprias mãos, ao melhor estilo Hidelbrando Pascoal.

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    Cibele

    17 de abril de 2013 às 17h23

    Concordo. Ação direta, ninguém está do nosso lado. NÃO há outro jeito. A que ponto chegaram esses malditos, que parecem mesmo governar impunemente nosso planeta. Duas coisas hoje me revoltaram muito, e eu não sou disso. Esta aqui foi uma delas, e foi forte.

    PS: Estão pedindo mesmo uma grande revolta popular, a fim de testarem as novas armas. Além de todo o arsenal conhecido. Temos que ter sangue congelado…

    Renata Oliveira

    17 de abril de 2013 às 23h43

    estou contigo, acho o mesmo! veja o caso das crianças arrancadas de casa por ordem de um juiz bandido que é grileiro! o tjba não expulsa ele e ainda afasta o que trouxe as crianças de volta! FIM DO MUNDO, VALORES INVERTIDOS!

Alberto Santos Neto

17 de abril de 2013 às 16h43

No Brasil, a situação da saúde está em estado de calamidade mas, pelo visto, em Minas Gerais, a coisa está muito pior, lá estão cometendo crime contra a humanidade (“Paulinho foi sedado e teve os órgãos retirados quando ainda estava vivo, no melhor estilo do médico nazista Josef Mengele”).
Não quero nem pensar se o Aécio for eleito presidente do Brasil. Realmente o futuro deste país estará (se já não estiver), completamente comprometido. A continuar nesta toada, o Brasil, se tornará um país onde a barbárie será institucionalizada. O nosso futuro está mais para o Afeganistão do que para qualquer outra nação, minimamente civilizada.

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Francisco

17 de abril de 2013 às 16h35

A quem estamos querendo enganar: os crimes do regime militar foram anistiados. O genocidio de nações indigenas pelos militares estão sequer sendo investigados.

Arrancar os olhos de alguém, me perdoem os ingênuos, passa a ser banal.

PS E quanto a esperar pela justiça e pela imprensa brasileira…

Responder

Alberto

17 de abril de 2013 às 16h18

Revoltante uma coisa dessas. Não consigo encontrar palavras para expressar tamanha revolta que isso me despertou! Revolta mais ainda em verificar que isso ( espero estar enganado ) não vai dar em nada. No final, quem é vitima e continua sofrendo é o pai da criança…

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Fábio Rossano Gugik

17 de abril de 2013 às 16h11

Horrendo! Que haja consolo à família desse anjo e que a justiça seja feita a esses carniceiros!

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Gerson Carneiro

17 de abril de 2013 às 15h49

Qual é a cifra alegada que fora “furtada no maior escândalo de corrupção desse país”?

E quanto vale a vida do Paulinho?

Com a palavra Roberto Gurgel e Joaquim Barbosa.

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Urbano

17 de abril de 2013 às 14h45

Os mistérios públicos brasileiros estão indo de vento em popa…

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Rafael

17 de abril de 2013 às 14h39

Infelizmente tudo que for relativo ao PSDB, ainda mais um político nomeado pelo Aécio, nunca terá repercussão. É crime extremamente grave. esse é o tipo de imprensa que a globo defende.

Responder

Gerson Carneiro

17 de abril de 2013 às 14h33

Não tem como encarar a foto do Paulinho e não ficar com o coração partido.

Que horror! Que canalhas!

E o Geraldo Alckmin correndo para encarcerar a geração que o PSDB em 20 anos não educou.

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Rasec

17 de abril de 2013 às 14h27

Leandro, acorda pra vida real. Não vai dar em nada. Tá tudo dominado em Minas.
Mas parabéns! Sua reportagem deu uma sacudida no caso e revelou nomes. Mais uma vez o PIG se suja em suas condenações seletivas.

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damastor dagobé

17 de abril de 2013 às 14h09

o médico É o monstro…

Responder

Aluisio Di Perna

17 de abril de 2013 às 13h55

Como morador em Poços de Caldas, nascido na região, vivendo aquí e criando minha família, educando meus filhos, sinto nojo e vergonha do que está relatado no processo, nas investigações da Polícia Federal e no estupendo e aterrorizante voto do juiz que condenou os médicos-monstros sócios do deputado estadual Carlos Mosconi (PSDB). Um dos meu filhos, eu próprio, qualquer cidadão que precise de cuidados médicos em nossa cidade pode, então, estar exposto e entregue à sanha desses sicários de branco. É um dos maiores escândalos de nossa vida republicana, da história de Minas Gerais, e sem duvidas um crime de lesa-humanidade. Qualquer pena de privação de liberdade, de cassação de registro profissional, pecuniária ou a que seja, será pouco para esses monstros, esses desumanos, esses desalmados. Nojo, vergonha, revolta.

Responder

Fernando Garcia

17 de abril de 2013 às 13h52

Um dos aspectos mais sinistros dos negócios do submundo é justamente o uso de crianças, muitas vezes com algum tipo de deficiência mental, para o tráfico de órgãos. Obviamente, a extração destes órgãos não é feita em locais improvisados mas sim em hospitais que contam com boas equipes médicas e infraestrutura adequada.

O Maierovitch faz um breve comentário sobre esta questão no programa “provocações”.

http://tvcultura.cmais.com.br/provocacoes/programa-575-com-o-jurista-walter-fanganiello-maierovitch-17-07-2012-1

Responder

JOSE ANTONIO BATATA

17 de abril de 2013 às 13h34

Lenadro Fortes o grande jornalista do Século XXI. Parabéns LEANDRO.

Responder

H.92

17 de abril de 2013 às 13h28

O próximo passo da nefasta Privataria?

Responder

    Carlos de Sá

    17 de abril de 2013 às 14h37

    Será!!???
    A se fosse algum do PT!
    Com certeza seria um bombardeio midiático contra, não só contra o criminoso, sobretudo contra o PT.
    Duvida??

    H.92

    17 de abril de 2013 às 17h01

    Se fosse petista não precisava nem de prova pra condenar, como é tucano estão é rebolando um bocado pra esconder e se possível livrar a cara, ligado ao Aecim ainda, vixe!


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