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Diário da Resistência


Promotor afastado da investigação da tragédia de Mariana, sobre Brumadinho: “Era lógico que isso iria acontecer; nada foi feito para evitar esse tipo de desastre”
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Promotor afastado da investigação da tragédia de Mariana, sobre Brumadinho: “Era lógico que isso iria acontecer; nada foi feito para evitar esse tipo de desastre”


25/01/2019 - 21h07

DESASTRE QUE VALE POR DOIS

“Era lógico que isso iria acontecer”, diz procurador que investigou a tragédia de Mariana sobre rompimento de barragem da Vale em Brumadinho

Consuelo Dieguez, na revista Piauí

“Desde o rompimento de Fundão nada foi feito para evitar que esse tipo de desastre aconteça”, afirmou o procurador Carlos Eduardo Ferreira Pinto, chefe da força-tarefa que investigou o rompimento em 2015 da barragem do Fundão, em Mariana, ao tomar conhecimento do novo desastre, desta vez em Brumadinho, também em Minas Gerais.

“Era lógico que isso iria acontecer”, ele me disse, referindo-se à falta de ações para prevenir acidentes como esse.

Em ambos os casos, a empresa Vale é responsável pelas barragens – no caso de Mariana, a estrutura pertence à empresa Samarco, controlada pela Vale e pela mineradora BHP Billiton, empresa anglo-australiana.

Segundo Ferreira Pinto, após o caso de Fundão, foram criadas três comissões extraordinárias – uma na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, uma na Câmara dos Deputados e outra no Senado – para propor uma legislação mais rígida no controle de barragens.

Nenhuma das três comissões, segundo ele, apresentou qualquer resultado. As barragens, ele disse, continuam funcionando sem um sistema de segurança que impeça a lama de se espalhar pelo meio ambiente, como ocorreu com Fundão.

O procurador Ferreira Pinto afirmou que não há muito o que especular sobre as causas de rompimento de barragens desse tipo.

“Uma barragem rompe porque entra água na sua estrutura. Simples assim”, afirmou. “E isto só é possível por descuido da empresa e falta de fiscalização das autoridades e de consultorias independentes”.

No curso de suas investigações sobre o caso, o procurador foi afastado da força-tarefa e transferido para um posto no interior do estado.

Embora afastado do caso de Fundão, o procurador continua acompanhando as barragens em Minas Gerais.

Segundo ele, desde o desastre de 2015, nada foi feito no estado para aumentar a fiscalização e estabelecer normas para o funcionamento mais seguro de barragens. “Minas Gerais, com mais de 400 barragens, continua com uma fiscalização pífia, com pouquíssimos fiscais, em torno de uma dezena, para tomar conta de todas essas estruturas.”

O estado, segundo ele, continuou dando autorização para criação de novas barragens e não endureceu as regras de funcionamento dessas estruturas, como foi defendido pela força-tarefa, à época do rompimento de Fundão.

“Ao contrário, o que temos visto é uma pressão cada vez maior por flexibilização das concessões para funcionamento de novas barragens”, afirmou. “É uma completa irresponsabilidade. Tanto das empresas, quanto dos governos do estado e Federal.”

Ainda não se sabia, no começo da tarde de sexta-feira, 25, qual o caminho que a lama de minério percorreria.

De qualquer forma, dependendo do tamanho do acidente, Ferreira Pinto explicou que a lama pode invadir o reservatório do rio Manso, que abastece Belo Horizonte, e também correr em direção ao rio Paraopebas e desaguar no São Francisco, que atravessa Minas, Bahia, Sergipe, Alagoas e Pernambuco. “Um roteiro que parece repetir o que aconteceu em Mariana, em 5 de novembro de 2015.”

Naquele acidente, a lama invadiu o rio Gualaxo do Norte e seguiu sem nada que a contivesse para o rio Doce. Após percorrer 660 quilômetros, chegou até o mar, destruindo a biodiversidade por onde passou. Até hoje, a região degradada está longe de ter sido recuperada pelas ações da Vale e BHP Billiton.

Após o acidente em Brumadinho, a Vale soltou uma nota curta informando do rompimento e da barragem.

“A Vale informa que ocorreu, no início da tarde de hoje, o rompimento de uma barragem na Mina do Feijão, em Brumadinho. As primeiras informações indicam que os rejeitos atingiram a área administrativa da companhia e parte da comunidade da Vila Ferteco.”

A empresa admitiu na nota a possibilidade de vítimas. “Havia empregados na área administrativa, que foi atingida pelos rejeitos, indicando a possibilidade, ainda não confirmada, de vítimas.”

Até as 16 horas desta sexta-feira, não havia confirmação sobre a causa do rompimento. “A prioridade da Vale, neste momento, é preservar e proteger a vida de empregados e integrantes da comunidade. A companhia vai continuar fornecendo informações assim que confirmadas”, afirmou a empresa.

Em grupos de WhatsApp de médicos de Minas Gerais, as informações que circulavam era de um quadro mais dramático. “[Os hospitais] João XXIII e Odilon já acionaram plano de catástrofe. Admissões e atendimentos apenas de vítimas das catástrofes. Altas precoces das enfermarias e esvaziamento dos CTIs.”

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Por Laurindo Lalo Leal Filho



18 comentários

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Zé Maria

27 de janeiro de 2019 às 17h01

Acidente? Não me Façam Rir de uma Tragédia…

Por Juca Ferreira, na Fórum

Raio não cai duas vezes no mesmo lugar?
Esse mote não vale para o Brasil e muito menos para a Vale.

É difícil ficar calado diante deste horror.
Horror! Crime! Crime horroroso!

Não é a primeira, nem a segunda tragédia de proporções causadas pela Vale. Depois de privatizada, diga-se de passagem.

Acidente? Não me façam rir de uma tragédia.
Crime! Usura!

Cadê a magnifica eficiência da empresa privada que nos vendem pela TV e pelos jornais todos os dias e o dia todo?

Cadê a superioridade técnica e operacional das empresas em relação ao poder público?

Cômico, se não fosse trágico.

É preciso levantar a sociedade para defender os interesses mais elementares.
O direito à vida e a um meio ambiente saudável!

Quantos crimes mais para nos levantarmos?

“Ê, ô, ô, ô, vida de gado”, diria Zé Ramalho.

Estou desconfiando de que querem nos transformar em um país de eunucos.
Todos bem-comportados, passivos e cordatos em frente da TV, vendo Faustão, Ratinho ou o JN, com a boca escancarada cheia de dentes esperando a morte chegar e a próxima tragédia acontecer.

A moda no Brasil, neste momento, é a mentira.
E o Estado mínimo a meta a ser alcançada.

O governo e os grupos econômicos que interromperam nossa vida democrática e que tomaram o poder no Brasil sabem que, se não agirem rápido na implantação do seu projeto neoliberal, o povo pode acordar.

Alarmes não faltam…

íntegra em:
https://www.revistaforum.com.br/acidente-nao-me-facam-rir-de-uma-tragedia-por-juca-ferreira/

Responder

Zé Maria

27 de janeiro de 2019 às 00h03

C O P A M
Câmara de Atividades Minerárias – CMI
(2016 – 2018)
http://www.meioambiente.mg.gov.br/images/stories/2018/COPAM/LISTA_DE_CONSELHEIROS/DEZEMBRO/Composi%C3%A7%C3%A3o_e_Freq_-_CMI_-_Delib_856-2016.pdf

Pauta
11/12/2018 – 37ª Reunião Extraordinária da CMI
– Item 5.2 Vale S.A. – Mina de Córrego do Feijao
http://www.meioambiente.mg.gov.br/copam/camaras-tematicas-do-copam

Responder

Zé Maria

26 de janeiro de 2019 às 23h19

Representantes das 3 Instâncias Governamentais
(Federal, Estadual e Municipal) tiveram participação
na Câmara de Atividades Minerárias (CMI) do COPAM [*]
que autorizou o Licenciamento do Projeto de 2015, da Vale,
em Brumadinho=MG…
[Pág 7 e 8 de 112 (Tudo Muito Bunitinho… Só Que Não!)]:

a) PDE [Pilha de Disposição Estéril] Menezes
A construção da PDE Menezes, que consiste na ampliação da pilha existente (PDE Menezes III) no seu flanco oeste, será construída em duas etapas, visando a melhor operacionalização e para facilitar o desvio do sistema de drenagem superficial existente e construção do novo canal periférico na ombreira direita.
O estéril a ser disposto na PDE Menezes será composto basicamente de itabiritos pobres e filitos, além de itabiritos silicosos friáveis (dump ore), com alguma porcentagem de solos lateríticos.
A pilha irá se desenvolver no vale do Córrego Olaria, contrapilhando a PDE Menezes III, construída no flanco leste.
A PDE terá sua crista final na elevação – EL. 1120m e altura máxima de 320m, taludes individuais de 1V:1,7H (30°) e bermas de 10m de largura a cada 10m de altura proporcionando um talude médio geral da ordem de ~21°.
Sua configuração final irá abranger uma área de 101,5 ha…
[…]
As Barragens Menezes I e II já existentes servirão como bacias de contenção de sedimentos gerados na implantação.
A Barragem Menezes I [a que estourou] deverá efetuar a contenção na primeira etapa de construção da pilha e será desassoreada e aterrada na segunda etapa, a partir daí os sedimentos serão contido [sic] pela Barragem Menezes II [a que transbordou].
Na fase de operação, são descritos nos estudos apresentados pelo empreendedor, as metodologias de disposição de estéril, a implantação da drenagem superficial e periférica concomitante ao desenvolvimento da PDE e a revegetação dos taludes e bermas.
Na primeira etapa de construção, que será iniciada após a construção do dreno de fundo, a pilha apresentará volume de disposição da ordem de 4 Mm³ assumindo conformação final na forma de um aterro tipo “Asa”, contrapilhando e alteando os aterros do depósito parcial e a PDE Menezes III.
Nesta configuração está prevista uma canaleta de crista na elevação 1.070m.
Na segunda etapa de construção deverá ser removido todo o assoreamento da Barragem Menezes I para proteger o maciço da pilha de indesejáveis deformações, com inicio previsto na elevação 800 m, onde está previsto o dreno de pé contruído [sic] com enrocamento.
O lançamento de estéril irá aterrar a Barragem Menezes I e contrapilhar a primeira etapa de construção da pilha, além da PDE Menezes III, até atingir elevação final de 1.120m.
O contrapilhamento permitirá um encaixe adequado a pilha existente satisfazendo a condição esperada de máxima ocupação da área.
Foram feitas análises de estabilidade com o objetivo de subsidiar o projeto da PDE Menezes levando em consideração a seleção de 4 (quatro) seções consideradas críticas após mapeamento geológicogeotécnico da área estudada.
Foi analisada também a estabilidade do barramento da Barragem Menezes I para avaliar sua segurança a jusante, uma vez que a pilha projetada irá afetar sua estrutura já existente.
Como apresentado, os fatores de segurança estão dentro dos limites aceitáveis, sendo o limite mínimo 1,440 em situação de severidade e 1,524 em situação de abandono.
O estudo conclui que a implantação da PDE Menezes na sua configuração final proposta é viável e segura dentro dos parâmetros exigidos.
Os dados atualizados apresentados via informações complementares, prevêm [sic] uma movimentação de estéril de 59,48 Mm³ no período de 2016 a 2032 na Cava de Córrego do Feijão, sendo de 29,93 Mt se considerado empolamento de 25%, destes 18,83 Mm³ seriam dispostos na PDE Menezes Oeste em análise, e 10,74 Mm³ na PDE Menezes já em operação…

Documento Item 5.2 Vale S.A. – Mina de Córrego do Feijao:
(http://www.meioambiente.mg.gov.br/copam/camaras-tematicas-do-copam)

[*] Conforme reportagem do Estadão, o ÚNICO VOTO
CONTRÁRIO à Aprovação partiu da Ambientalista (**)
Maria Teresa Corujo, a Teca.

Segundo ela, a análise do pedido de ampliação das atividades na mina da Vale foi feito às pressas:

“Não foi apresentado um balanço hídrico completo, de quais seriam os reais impactos nas águas do local e do entorno”, disse Teca ao Estadão.
“Aquela área já precisa muitas vezes de caminhão-pipa para ser abastecida.”
Falta no Estado, disse Teca, esforço maior para aprovar legislação mais rigorosa para segurança de barragens.
“Desde o ano passado, temos cobrado na Assembleia Legislativa a aprovação do projeto de lei de segurança de barragens”, afirmou.

De acordo com o parecer da Superintendência de Projetos Prioritários (Suppri), da Semad, a Vale buscava licença para expansão das minas desde 4 de agosto de 2015, quando formalizou processo administrativo com essa intenção.
[PA COPAM 00245/2004/050/2015].

[*] Representante da Sociedade Civil na CMI do COPAM, Item II, Letra D (**);
(ou “Ativista Ambiental Xiita”, conforme Jair Bolsonaro):

(**)http://www.meioambiente.mg.gov.br/images/stories/2018/COPAM/LISTA_DE_CONSELHEIROS/DEZEMBRO/Composi%C3%A7%C3%A3o_e_Freq_-_CMI_-_Delib_856-2016.pdf

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Zé Maria

26 de janeiro de 2019 às 20h39

“Maturidade Ética Empresarial”?
“Autolicenciamento Ambiental”?
No Capitalismo Feudal braZileiro?
Seria Risível, não fosse Criminoso.

“A tragédia de Brumadinho traz à tona o Absurdo Desrespeito
do Setor Privado (com a Complacência do Setor Público)
em Relação a Vidas Humanas e Meio Ambiente!”
“As Empresas de Mineração não adotam os Protocolos mais rígidos de Monitoramento de Barragens de Rejeitos;
economizam para ter melhor desempenho financeiro no final do Período”

Jornalista André Trigueiro
Podcast, Sábado, 26/01/2019

https://player.blubrry.com/?podcast_id=41261903
https://twitter.com/andretrig/status/1089264685579423745

Responder

Zé Maria

26 de janeiro de 2019 às 19h56 Responder

Zé Maria

26 de janeiro de 2019 às 18h48

Realmente, o Genocídio é uma Tragédia.

Responder

Zé Maria

26 de janeiro de 2019 às 18h42

“Se a Natureza fosse um Banco, já teria sido salva”
Eduardo Galeano

https://twitter.com/heldersalomao/status/1089115437789528064

Responder

Zé Maria

26 de janeiro de 2019 às 18h37

https://pbs.twimg.com/media/Dx08xkcW0AI026w.jpg
Mercado Acima de Tudo; Lucro Acima de [email protected]

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Silvio Anders

26 de janeiro de 2019 às 10h03

Ninguém foi preso. Se ninguém é preso e nem tem uma multa bilionária, a empresa vai deixar acontecer de novo uma coisa dessas.
Morre 300 pessoas e os donos e responsáveis da Vale continuam soltos e sem pagar multa bilionária, então, pode fazer sempre o mesmo crime que nunca vai acontecer nada.
A propósito a Vale é uma empresa privada. É só privatizar que tudo funciona como um relógio suíço.
Continuamos uma mera colônia de exploração.

Responder

Julio Silveira

26 de janeiro de 2019 às 07h49

O Brasil é um país estranho, quem trabalha com seriedade e competencia, buscando solucionar problemas, com viés social, costuma ser afastado, quando não preso. Aqui a mediocridade costuma se passar por qualidade, provavelmente pela força que o loby da mediocridade adquiriu no decorrer dos tempos com a produção do tipo linha de montagem feita pelas midias corporativas que sustentam as burras e impatrioticas oligarquias nacionais a eras. A que inveja a inteligencia alheia no pior sentido e que faz de tudo para desvalorizar meritos nos tornando essa nação de mediocres na sua maioria.
O risco agora para esse promotor afastado e ainda ser processado por conhecer e dizer a verdade. Infelizmente o Brasil se tornou o tipo de país que tem um prazer morbido de calar suas inteligencias para que as bestas governem.

Responder

    Edgar Rocha

    26 de janeiro de 2019 às 23h45

    Mais uma vez, a competência perdeu espaço para a eficiência. O resultado final (lucro) justifica negligenciar aquilo que compete aos atores deste drama medonho executar: aos fiscais, fiscalizar; à empresa, agir com responsabilidade social e tornar todo o processo produtivo minimamente seguro; aos governos, cobrar, fiscalizar e processar em caso de falha, evitando incorrer nos mesmos erros; à justiça, julgar e punir os responsáveis.
    Nada disto é feito em função da força motriz de um sistema que, além de destruir coisas belas, alavanca politicamente àqueles que agem de forma conivente. É isto que define a tão criticada meritocracia, sem a qual nem a esquerda nem a direita passariam no teste eleitoral. O Brasil cresceu? Sim, mas, a que custo? Houve um pacto com setores produtivos? Sim mas, sem pensar nada a médio prazo. Não há espaço para a competência em nenhuma proposta política apresentada à nação. Muito menos agora, que as cobras criadas saíram do ninho e já não precisam mais da covinha na bochecha do Lula pra empurrar goela abaixo as contradições de um progressismo irresponsável e deslumbrado.
    300 desaparecidos. Provavelmente, centenas de mortos, Destruição apocalíptica do ecossistema.
    Curioso… a tragédia política iniciada com a deposição de Dilma e ungida pela vitória do coiso suscitou um longo e sofrido luto de carpideiras políticas clamando por autocrítica. Parece que o único erro inadmissível para as forças ditas de esquerda neste país é o da perda do poder.
    Diante da avalanche de lama pragmática que afogou o senso ético e moral de todas as representações políticas, uma carnificina como esta em Brumadinho deveria ao menos levantar uma remota possibilidade de que algum apoiador dos dois governos assumidamente voltados para as questões sociais aparecesse publicamente indagando de forma singela: onde erramos???

    Julio Silveira

    27 de janeiro de 2019 às 17h42

    O problema, meu caro, é que esses atores perderam a decência. Hoje o espectro diretivo de nosso país, de instituições paraguaias, usam o povo apenas para sua retoricas, por que se vc mergulhar na atenção com olhar critico verás na verdade a grande falta de respeito e empatia com o sentimento popular. É um show de personalismos e mediocridade que levam o país para a lama da ética e da moral internacional, e isso, promovido por esses, alimentam seguidores mantenedores, idiotas. Sds,

euclides de oliveira pinto neto

26 de janeiro de 2019 às 05h32

Uma pergunta ingênua, que não quer calar: – Qual a razão para o promotor Ferreira Pinto ter sido afastado do caso de Mariana ? Será que ele atrapalhou interesses poderosos ? Ou será por motivo de promoção na carreira ?

Responder

Zé Maria

25 de janeiro de 2019 às 23h51

CRIME CONTRA TODO O ECOSSISTEMA NA BACIA DO PARAOPEBA

Lama da Mineradora da Vale em Brumadinho
já provoca morte de peixes no Rio Paraopeba

https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/brasil/2019/01/25/interna-brasil,733048/lama-de-tragedia-em-brumadinho-ja-provoca-morte-de-peixes-no-rio-parao.shtml

Responder

Zé Maria

25 de janeiro de 2019 às 22h39

O MiMiMi da Vale não cola!

A Mineradora encerrou as atividades na barragem de Córrego de Feijão, em Brumadinho-MG, para não gastar $ em Manutenção.
Lucro! Acima de Tudo e de Todos!

Responder

Zé Maria

25 de janeiro de 2019 às 22h14

Negligência Criminosa Dolosa. Simples Assim…

O procurador Ferreira Pinto afirmou que não há muito
o que especular sobre as causas de rompimento de barragens desse tipo.

“Uma barragem rompe porque entra água na sua estrutura.
Simples assim”…

Responder

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