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Professores denunciam “lista negra” nos institutos federais em greve, assessor de Fernando Haddad nega


21/10/2011 - 20h46

por Conceição Lemes

Alexandre Felix nos enviou este e-mail:

“Prezados amigos,

Tenho acompanhado de perto a greve dos professores do Instituto Federal de SP.

Faz mais de 2 meses que alguns setores estão paralisados, reivindicando melhores condições de trabalho.

O reitor, em atitude extremamente autoritária, aumentou consideravelmente o números de aulas, comprometendo a qualidade dos serviços.

É histórico que o Instituto preza por essa qualidade, e os professores da instituição também,  pelo menos os grevistas, penso eu.

Os professores sempre tentaram a negociação com a reitoria, porém sem sucesso, já que a postura deles é autoritária, como mencionei há pouco.

As negociações continuam, mas os autoritários agora são outros.

Seguem anexos dois documentos.

Foi extremamente frustrante ler o documento do MEC assinado pelo senhor Eliezer Moreira Pacheco.

Tal documento solicita uma “lista negra” com os nomes e dados dos grevistas e também providências quanto à suspensão do pagamento dos dias paralisados.

É com muita tristeza que concluo que este governo não se compromete mais com os trabalhadores.

O que é isso? Um secretário ligado ao PT ameaçando professores?

O que houve com essa gente? O que houve com o passado dessa gente?

Como os professores, me sinto humilhado, como se minha alma fosse alvejada por balas de borrachas da PM . . . Talvez em breve o Governo Federal ache legitimo a PM atirar borracha e bombas de efeito moral em trabalhadores, eu não ficaria surpreso.

Por favor, publiquem meu e-mail e os documentos anexos.

As pessoas precisam saber da situação desses professores e da resposta autoritária do governo.

Muito obrigado”

Um dos documentos anexados  é o ofício-circular nº 127 da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação (MEC), assinado pelo secretário Eliezer Moreira Pacheco. Está abaixo:

A greve não atinge apenas os professores do Instituto Federal de São Paulo.  Tanto que o outro documento  anexado por Alexandre Felix é  o comunicado do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica, repudiando a circular do MEC.

A POSIÇÃO DO MINISTRO FERNANDO HADDAD

Eu conversei há pouco com o jornalista Nunzio Briguglio, assessor de imprensa de Fernando Haddad,  Ministro da Educação e provável candidato à prefeitura de São Paulo nas próximas eleições.

Viomundo — Estou aqui com a circular da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, que fala em corte de ponto dos professores em greve e pede para identificar explicitamente o nome e a matrícula dos aderentes. O MEC está criando uma “lista negra”, como disse o leitor que nos enviou a denúncia?

Nunzio Briguglio — Não tem “lista negra” nenhuma. O que aconteceu é o seguinte. O ministro está negociando, negociando, o pessoal está parado há dois meses, não dá mais para continuar assim. Então o ministro Fernando Haddad decidiu na segunda-feira cortar o ponto de quem não comparecer para dar aula. Mas é só cortar o ponto e não pagar os dias parados. Para fazer isso é preciso ter a lista dos nomes. Não tem nada a ver com “lista negra” de perseguição.

Viomundo — Quer dizer que o ministro  Fernando Haddad está ciente dessa circular assinada pelo secretário Eliezer Moreira Pacheco?

Nunzio Briguglio? — Claro, foi ordem dele.

Viomundo — E por que atingir o pessoal que ainda está em estágio probatório?

Nunzio Briguglio — Porque, embora não sejam efetivos,  estão fazendo greve também. Mas não tem nada a ver com “lista negra” para perseguir alguém. É apenas para cortar o ponto dos faltantes.

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97 comentários

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Thomas Adilson

24 de outubro de 2011 às 19h51

votei em Dilma (e de tabela em Lula, representante mor do Partido dos Traidores da educação)… pela primeira e ultima vez.. veja porque:
http://www.youtube.com/watch?v=JBMw1a-Kwuw

Responder

Fabio SP

24 de outubro de 2011 às 17h28

Eu sou a favor da lista azul… a azul mais escura para os que serão demitidos…

Responder

danyelle

24 de outubro de 2011 às 16h00

Acredito que necessito ter vergonha do meu país, estou sendo prejudicada sim com esta greve e não acho justo que os filhos destes parlamentares estejam tendo aula enquanto estou parada, se fosse com os filhos deles eles já teriam tomado providências cabivéis. Não acredito que será preciso fazer protesto igual ao que aconteceu na Inglaterra para que as coisas mudem.

Responder

giovani montagner

24 de outubro de 2011 às 10h13

nenhuma novidade, não me iludo com os neoliberais light do pt.

Responder

Euzinha

24 de outubro de 2011 às 01h54

Querido viomundo,

sou professora de LÍNGUA PORTUGUESA do Instituto Federal no Espírito Santo. Só para constar, CAMPUS é uma palavra latina cujo plural é CAMPI, até o presente momento, assim fui ensinada. Essa corja é tão ditadora que querem, à força, aportuguesá-la, grafando-a CÂMPUS. Talvez queiram criar uma nova regra ortográfica, que até então não constam da Lei, palavra parócsitona terminada em US hahahahahahahahahahahahahahahahaha.

Só rindo.

Responder

Eduardo Diniz

23 de outubro de 2011 às 21h58

Sugiro a leitura de: http://www.redebrasilatual.com.br/temas/trabalho/

Lei que regula greve do funcionalismo público pode enfraquecer movimentos, temem servidores

O uso do direito da greve precisa ser melhor regulamentado. A lei é um quiabo só.
Como pode uma assembléia decidir pela greve e os profissionais da categoria assinarem ponto no dia seguinte?
Outra coisa, quantos vão às assembléias? Será que no mínimo 51% da categoria?

Responder

Molina

23 de outubro de 2011 às 19h49

E ainda querem este indivíduo na Prefeitura de São Paulo!

Responder

Katia Motta

23 de outubro de 2011 às 11h38

Valeu, Azenha. Não temos espaço nenhum para nos fazer ouvir; é sempre bom quando um jornalista com J faz seu trabalho com seriedade. Esse ministro é um embuste. Nossa pauta de reivindicação foi protocolada em Março de 2011 no MEC e no MPOG. Em maio, fizemos uma ato público com mais de 10 mil pessoas, junto com outras categorias de servidores, e entregamos novamente a pauta ao MEC. Quando o Sinasefe puxou o indicativo de greve, fomos recebidos no Ministério e o Sr. Ha-Haddad disse "desconhecer" nossas reivindicações. Pode ser levado a sério um sujeito que usa de tal subterfúgio? Não teríamos ficado dois meses de greve, caso ele tivesse cumprido seu dever de, ao menos, responder aos nossos ofícios. Não teríamos entrado em greve se tivéssemos garantido um reajuste anual como todas as categorias profissionais têm. Lembro ainda que, em dezembro do ano passado, esse Sr. teve seu salário reajustado em 60%, enquanto para nós o que ele ofereceu foram 4% para março do ano que vem. Nós a que me refiro são os docentes, porque os técnicos não receberam nenhuma proposta.

Responder

@pganns

23 de outubro de 2011 às 11h35

Como pai de um aluno que ingressou no ensino técnico em 2011 no IF-SP, dou total apoio aos professores, pelo que tenho vivenciado neste ano e também, pelos depoimentos de meu filho e dos colegas dele.

O mais degradante desta situação é que o problema do IF-SP não se restringe somente a uma questão salarial. É um problema de má gestão do MEC e das políticas capengas de ensino que vem sendo implementadas nas últimas décadas.

Se no IF-SP não há dinheiro para trocar lampadas, sanar goteiras, atualizar máquinas e equipamentos, repor quadro de professores e de funcionários aposentados, evitar os nefastos contratos temporários, reajustar salários com dignidade, manter a infraestrutura adequada ao ambiente de ensino, qual a razão de ampliar a rede de IFs pelo país?

Pra piorar, imaginem o quadro do IF-SP com as "soluções" que os jovens estão tendo de enfrentar: sorteio dos alunos que irão frequentar o laboratório de física; divisão de turmas que vão assistir as aulas de geografia e os que vão ter professor de história (que deve assinar contrato temporário "a qualquer momento"); procurar livros, que deveriam ser gratuitos, no mercadolivre, porque a gestão não consegue planejar nem a logística, nem a demanda das necessidades básicas.

Isso tudo é educação ou deseducação?

Então, é só uma questão aumentar o número de vagas e fazer campanha política através de números que não representam nenhum crescimento da qualidade e que, quando analisados, com a necessária honestidade que funda pessoas de bem, entender que não passaram de propaganda enganosa?

E lógico, para mim, uma lista com nomes de professores para "corte do ponto", tem um caráter de coerção, principalmente quando se dá em momentos de greve. No popular, é uma "lista negra" sim e os professores devem sentir orgulho de participarem dela!

Att.,

Paulo

Responder

João-PR

23 de outubro de 2011 às 02h49

É, no mínimo, preocupante a postura do Ministério da Educação. E, saliento, cortar o ponto significa que os Professores não são obrigados a repor aulas fora do calendário oficial. Ou seja, o ano letivo ficará, ad eternum, atrasado.

Acho que antes de mais nada deve-se negociar, negociar, negociar, negociar, e, quando o Ministério estiver cansado, deve continuar negociando.

Como eleitor da Presidente Dilma, preocupa-me esta postura adotada pelo MEC. Por sinal, o MEC tem atravessado muitas coisas neste governo: o espaço aqui é curto, mas vou chamar a atenção para que vocês se informem sobre a regulamentação sobre as bolsas de mestrado e doutorado que emanou da CAPES. É uma resolução pela qual só quem não trabalha (digo quem não trabalha mesmo) poderá ter acesso a bolsa (mesmo a bolsa taxa).

Por estas e por outras é que devemos colocar as barbas de molho: tem fogo amigo dentro do Ministério. Te cuida Dilma!

Responder

luiz pinheiro

23 de outubro de 2011 às 00h14

Acho dois meses de greve um tempo muito longo. E o estudo, e os estudantes, e o ano letivo? Depois de dois meses de greve, não é de admirar o corte do ponto. Senão, vira férias mesmo. Será que é certo o estudo ficar paralisado mais de dois meses e os professores seguirem recebendo normalmente, como se tivessem dado as aulas? A greve é uma prova de força, uma queda de braço. Se o grevista pára e recebe o mesmo salário, a situação fica desequlibrada, fácil para quem pára de trabalhar e difícil para quem tem a responsabilidade de fazer a educação funcionar.

Responder

Urbano

22 de outubro de 2011 às 22h41

O pior de tudo isso, Maristela, é quando resolvem "elogiar" um afrodescendente dizendo que ele é um negro de alma branca; e tem até quem aceite e goste.

Responder

FrancoAtirador

22 de outubro de 2011 às 22h00

.
.
A escritora paulistana Marcia Denser afirmou com propriedade, na campanha eleitoral de 2010, em artigo publicado no sítio Congresso em Foco:

"Serra personifica a chamada direita perversa e burra, a direita alucinada que acredita piamente se manter indefinidamente no poder sem fazer a mínima concessão às questões sociais e direitos humanos – ao lado humano mais que humano do ser humano que precisa trabalhar, comer, morar, respirar & outras coisas de somenos.
E mais: promovendo a exclusão e eliminando literalmente qualquer oposição.
Porque essa direita declarou guerra ao ser humano.
Serra, que encarna esta direita, reduz sua campanha a um 'duelo de competências'.
Esquecendo-se que presidente não é gerente, país não é supermercado e população não se demite, exclui, apaga, deleta…"

Serra perdeu a eleição, mas parece que o que ele personificava na campanha eleitoral não foi derrotado.

Há em curso, no País, um processo que está remetendo as discussões político-institucionais

a um período anterior à promulgação da Constituição de 1988, que sequer foi ainda regulamentada.

Quando se espera que haja um avanço, rumo à civilização, com a valorização da dignidade das pessoas

e, portanto, de todos os trabalhadores e trabalhadoras que nada mais exigem do que Justiça Social,

o que se vê na realidade é um retrocesso nas relações de trabalho, a começar pela esfera governamental.

É só observar como são tratados os profissionais que trabalham em serviços públicos essenciais:

Professores, bombeiros, carteiros, trabalhadores do judiciário, da saúde, da previdência social…

Eles são reprimidos, oprimidos e deprimidos, mas se lhes exigem a prestação de serviço de qualidade

e a altruística parcela de colaboração e de sacrifício pelo Brasil, ou seja: a abnegação dos santos.

Pois servidor público não é santo, o que não significa dizer que é um ser desprezível. É apenas humano.
.
.

Responder

manouchk

22 de outubro de 2011 às 17h15

Notwitter #listanegraIF

Relendo a circular:
O secretário Eliezer Moreira Pacheco (do Ministério da educação)
pedui a todos os reitores dos Institutos Federais uma lista de todos os grevistas:
a lista deve conter as seguintes informações para cada grevista:
Nome, matrícula, se o grevista está em estágio probatório

Tem tudo a ver com uma lista negra do MEC. É uma locura. Se ontém se comparava o governo federal atual com Fernando Henrique, agora estamos indo em direção de uma comparação com qual tipo de governo?

Gente, não é possível que esse pedido não seja ilegal ou então a
ditadura ainda realmente não acabou. Essa lista não pode ser criada, mesmo
se não for usada hoje, ele pode ser usada no futuro?

É gravíssimo. As ditaduras não usam esse tipo de procedimentos? Você
primeiro faz uma lista dos oponentes. Depois extermina eles. Por
enquanto só se fala em lista. E amanhã?

Depois de desprezar tantos seus professores, por favor, (ir)responsáveis do executivo governo federal, não gastem mais dinheiro em propagando para valorizar o professores seria muita incoerência desvalorizar e depois valorizar gastando dinheiro em propaganda…

Emmanuel M. Favre-Nicolin
Blog Vitória Sustentável http://vitoria-sustentavel.blogspot.com

Responder

manouchk

22 de outubro de 2011 às 17h09

No twitter #listanegraIF

Responder

Sr.Indignado

22 de outubro de 2011 às 16h35

Fernando Haddad…. Fernando… FH? Onde será que já vi essa sigla?

Responder

Mateus

22 de outubro de 2011 às 16h18

PT=PSDB/DEMO
Sou culpado. Eu ajudei a fundar o PT em Roraima,na decada de 80

Responder

manouchk

22 de outubro de 2011 às 15h57

Relendo a circular:
O secretário Eliezer Moreira Pacheco (do Ministério da educação)
pedui a todos os reitores dos Institutos Federais uma lista de todos os grevistas:
a lista deve conter as seguintes informações para cada grevista:
Nome, matrícula, se o grevista está em estágio probatório

Tem tudo a ver com uma lista negra do MEC. É uma locura. Se ontém se comparava o governo federal atual com Fernando Henrique, agora estamos indo em direção de uma comparação com Hitler? Tem algum ofício para construir campos de concentração também?

Depois de despredar tantos seus professores, por favor, (ir)responsáveis do executivo governo federal, não gastem mais dinheiro em propagando para valorizar o professores seria muita incoerência desvalorizar e depois valorizar gastando dinheiro em propaganda…

Emmanuel M. Favre-Nicolin
Blog Vitória Sustentável http://vitoria-sustentavel.blogspot.com

Responder

Antonio

22 de outubro de 2011 às 14h50

Azenha,aprecie,com moderação (hehe) http://www.youtube.com/watch?v=FyNKji69vHc

Responder

CLÁUDIO LUIZ PESSUTI

22 de outubro de 2011 às 14h25

Fernando Haddad, quem é Fernando Haddad?Um "ad nutum", sem expressão sequer eleitoral, mais uma invenção do Lula!Isto é a política do governo LULA-DILMA!São eles que mandam fazer isto, simples assim!Todos estes assuntos são levados para a presidência, que no nosso país atualmente são efetuados pelo presidente de fato e pela presidenta de direito.São eles que tomam estas decisões, o ministro só executa as ordens.No presidencialismo , todas as decisões relevantes passam pela presidência, só néscios não sabem disso.

Responder

Mateus S Ferreira

22 de outubro de 2011 às 14h20

Alguem ainda consegue encontrar alguma diferenca entre PT e PSDB /DEMO .

Responder

    Felipe Lucena

    23 de outubro de 2011 às 01h31

    A cor da bandeira, e só!

    Klaus

    23 de outubro de 2011 às 08h52

    O PT faz a mesma coisa que os tucanos, mas com dor no coração.

Rogério

22 de outubro de 2011 às 14h11

Sem educação não há futuro.

Documentário – Pro Dia Nascer Feliz – Uma lente Sobre a Educação http://fwd4.me/0A62

Responder

mello

22 de outubro de 2011 às 13h34

escandaloso e covarde o tratamento do Governo Federal com os professores de suas nobres instituições. Dá a impressão que querem como os governos da ditadura, acabar de vez com o Ensino Público de Qualidade ! Por que os professores merecem esse tratamento? Se a mídia ordenasse eles teriam aumento? Esse governo só teme e obedece á essa mídia podre?
Querem que eu vire anarquista, pos votar na direita, jamais!

Responder

RONY SABADIM PEREIRA

22 de outubro de 2011 às 13h22

CONTINUAÇÃO
INFELIZMENTE ISSO AINDA CONTINUA POIS ESTE ANO AINDA VARIOS OUTROS IRAM SAIR DESSE MESMO CAMPUS E O GOVERNO AINDA DIZ QUE ATÉ O ANO QUE VEM VAI CONSTRUIR NOVOS 88 CAMPI SIM QUERO ESPANSÃO MAS COM QUALIDADE DE ENSINO E COM PROFESSORES QUALIFICADOS E BEM REMUNERADOS CHEGA DESSA PUTARIA DO GOVERNO FALAR ESSAS SUAS PROPAGANDAS QUE EDUCAÇÃO É PRIORIDADE CHEGA DESSA PUTARIA VAMOS PARAR DE FAZER E VAMOS AGIR EU QUERO EDUCAÇÃO DE QUALIDADE E ESTOU A 79 SEM AULA E A CULPA É DO NOSSO QUERIDO GOVERNO ATE PARECE QUE PARA CHEGAREM ONDE ESTÃO NOSSOS POLITICOS(EM GERAL) NUNCA PRECISARAM DE UM PROFESSOR NA VIDA ENTÃO PENSE NISSO GOVERNANTES VOCÊS QUE FALAM QUE SOMOS O FUTURO DA NAÇÃO FUTURO SEM EDUCAÇÃO ACONTECE????

Responder

RONY SABADIM PEREIRA

22 de outubro de 2011 às 13h21

POIS DEPOIS FALAM PT PARTIDO DOS TRABALHADORES POR FAVOR O BRASIL É UM DOS PIORES PAÍSES DO MUNDO NO QUESITO EDUCAÇÃO E SAÚDE PÚBLICA ACORDEM PRECISAMOS QUE OS PROFESSORES ENTREM EM GREV PARA QUE VOCÊS POLITICOS VEJAM O QUE REALMENTE ACONTECE MUITOS DOS INSTITUTOS FEDERAIS ESTÃO SEM LABORATORIOS OU AINDA NAO ESTÃO PRONTOS.
POR CAUSA DESSA GREVE HOJE MUITOS ALUNOS IRAM FAZER O ENEM SEM SABER A MATÉRIA POR QUE O NOSSO GOVERNO NÃO QUER NEGOCIAR COM OS PROFESSORES.
EU COMO ALUNO DO IFES CAMPUS NOVA VENÉCIA DEI O MEU APOIO A GREVE DOS PROFESSORES E AINDA APOIO POIS SO QUEM ESTÁ DENTRO DE UMA SALA DE AULA SABE COMO É TER PROFESSORES SEM INSENTIVO PARA PODER DAR AULAS POIS SO AQUI NO CAMPUS DE NOVA VENÉCIA NOS 3 ANOS DE FUNCIONAMENTO VARIOS PROFESSORES PDIRAM REMOÇÃO.

Responder

    Conceição Lemes

    22 de outubro de 2011 às 16h58

    Rony, letras minúsculas nos próximos comentários, por favor. abs

Cleverton_Silva

22 de outubro de 2011 às 13h03

Desse impasse fica um recado claro: o Governo Federal precisa de mais habilidade para negociar com os sindicatos e seus representados e representantes. Neste ponto Dilma deveria ter aprendido melhor com Lula. Apesar do alerta válido, acredito que o Alexandre Félix exagera nessa crença de que Dilma chegue ao ponto de tratar grevistas à bala.

Responder

Sr.Indignado

22 de outubro de 2011 às 11h40

Negociando,… negociando… ahã…. Já se sabe como negociam. Deixam esperando horas, prorrogam, pedem tempo e mais tempo para analisar, fazem um "diz-que-me-disse" e dizem que não falarm o que todos gravaram…
Na verdade o Ministro Haddad deixou a negociação para o MPOG e ficou de fora.
Será que ele tem competência para enfrentar uma negociação, ou sua futura candidatura à prefeitura de SP transformou o belo piso do MEC em ovos?

Responder

Mariano

22 de outubro de 2011 às 11h35

"Greve sem ponto cortado são férias"

Luis Inácio Lula da Silva

Responder

    Jason_Kay

    22 de outubro de 2011 às 14h25

    "Greve sem ponto cortado são férias"

    Luis Inácio Lula da Silva

    Leo V

    22 de outubro de 2011 às 18h23

    Coloca a referência da citação, por favor. Quando ele falou isso?

    João-PR

    23 de outubro de 2011 às 02h50

    Ponto cortado significa não reposição de aulas (CLT).

    Rodolfo

    22 de outubro de 2011 às 21h37

    Greve com ponto cortado = não precisa de reposição das aulas.

    mfs

    22 de outubro de 2011 às 22h25

    Discordo. Professores diferem de muitas outras categorias porque têm compromisso com um terceiro sujeito, os alunos. Imagine, encerrar a greve e descontar sobre os alunos? È diferente, por exemplo, do operario da fábrica de automóveis. Se faltar o produto, as pessoas apenas esperam um tempo a mais até adquirir o zero km. Os alunos é que não podem ficar sem a reposição. Por isso, todo acordo deve incluir a reposição.

    Laura

    23 de outubro de 2011 às 08h37

    Prezado Rodolfo,
    Quando houver negociação para a reposição de aulas, deverá ser discutido o pagamento dos dias em que os grevistas tiveram o ponto cortado. O que me parece indefensável é a ideia de uma greve sem ponto cortado, portanto subsidiada pelo próprio Estado.
    Recentemente, algumas de nossas universidades federais conviveram com uma longa greve dos servidores. A administração da universidade em que trabalho ficou caótica e os professores que exercem cargos administrativos se desdobraram para suprir a falta dos funcionários. O governo, infelizmente, nem negociou com a categoria nem cortou o ponto, colaborando, assim, para prolongar a greve. Terminado o movimento, não houve qualquer reposição das horas não trabalhadas. Independentemente do caráter justo ou injusto da greve, fica a sensação para aqueles que assumiram boa parte dos afazeres dos funcionários grevistas, que eles tiveram um longo período de férias remuneradas.

Eugênio Barreto

22 de outubro de 2011 às 10h55

Ta má hora do PT perder uma eleição pra baixar a bola desses arrogantes. Eleições diretas para diretores e reitores já!

Responder

Eugênio Barreto

22 de outubro de 2011 às 10h51

Absurdo a posição do governo e deus reitores e diretores nomeados

Responder

José Ruiz

22 de outubro de 2011 às 10h44

"aumentou consideravelmente o números de aulas" essa informação deveria ser compartilhada com todos, inclusive comparando com outras instituições… jogado assim, a mim não convence.. outra: "Tal documento solicita uma “lista negra”" eu não vi esse termo em nenhum lugar, a não ser na fala de quem escreveu a mensagem.. Em tempo: eu sou totalmente favorável à melhoria das condições de trabalho dos professores, que são pessoas, para mim, que deveriam ter os maiores salários públicos neste país.. quando vejo uma greve assim, que não é por salário e sim para não aumentar o trabalho, fico desconfiado, ainda que possivelmente os professores tenham razão. De qualquer forma, as escolas públicas federais estão dando um "show de bola" no ensino deste país.. porém, atendem um número muito pequeno de brasileiros… é preciso ampliar isso, e talvez existam alguns sacrifícios aí no caminho.. outra coisa importante é entender que o governo do PT "não passou cheque em branco" para o movimento sindical, não.. o governo do PT atende o interesse de toda a nação.. até mesmo o sindicalista que hoje está ocupando cargo de governo tem que entender que agora o comportamento é outro.. deixou de ser dirigente de uma categoria (apenas).. isso é básico..

Responder

zepgalo

22 de outubro de 2011 às 10h36

Trabalhador em estágio probatório é trabalhador como qualquer outro, é explorado do mesmo jeito dos outros (até mais!)

Simplesmente surreal … não dá pra acreditar nessa lambança do governo.

Responder

zepgalo

22 de outubro de 2011 às 10h29

EDUCAÇÃO É PRIORIDADE!!!!

Será mesmo????

Que decepção …

Responder

zepgalo

22 de outubro de 2011 às 10h26

Caramba, o Haddad "tucanou"?????????

Que absurdo é esse? E ainda na educação? 2 meses e ainda não resolveram???

Para tudo e resolve esse negócio gente!!!!!

Responder

Luiggia Girardi

22 de outubro de 2011 às 10h00

Duas pessoas, no início, foram altamente infelizes ao dizer que "greve é baderna e se não estiver satisfeito, sair do emprego" e outra "greve em estágio probatório é loucura".

Sinceramente, eu tenho medo de pessoas assim, elas também são cidadãos brasileiros…

Se a única saída contra injustiças ao empregado por parte do empregador fosse a saída do emprego, acredito que teríamos jornadas de trabalho de 16 horas ainda e seríamos obrigados a lavar banheiro mesmo em cargos de gerência. Inclusive, essas pessoas merecem isso, porque a qualificação técnica e profissional exigida não foi suficiente para abrir-lhes a mente quanto à importância de um compromisso do país quanto à assistência educacional. Talvez esses seres humanos acima tenham tido acesso a uma educação de baixíssima qualidade, sejam um tipo clássico de analfetos funcionais, que, por conta da alta demanda por profissionais no Brasil, tenham conseguido cargos de gerência sem um décimo da competência necessária.

Lamento profundamente…

Responder

Zilda

22 de outubro de 2011 às 09h33

Sou a favor de greve de qualquer categoria. Mas por que as greves dos servidores públicos são sempre as mais longas? Dois, três meses de greve é um absurdo e desrespeito ao povo que paga os salários dessa gente! E na iniciativa privada não há corte de ponto? Por que o privilégio de não haver punição no serviço público? Como cidadã e contribuinte(mais uma vez, que ajuda a pagar os salários dos servidores públicos) não posso concordar com tamanho abuso e sem nenhuma consequência! O servidor público tem que aprender a encarar greve como uma atividade que envolve ganhos e riscos também. Parece que caimos de um extremo a outro no processo de redemocratização do Brasil: de ditadura para o democratismo e não para a democracia.

Responder

    Maria Helena Correa

    22 de outubro de 2011 às 11h43

    Concordo com Zilda. As greves são longas porque não existe a expectativa de risco (de descontar os dias parados). Nosso grande líder, o Lula, já deixou isso bem claro e repetiu recentemente – quando da greve dos correios. Tenho um neto que está há mais de 90 dias sem aulas, no IFRN. São levas de meninos e meninas em ociosidade; sequer os professores oferecem atividades extra-curriculares. Por outro lado, sabemos exatamente quais são as condições desejadas pelos grevistas? Equiparação com as carreiras das Universidades Federais? Em todas as unidades, mesmo que não tenham a mesma dimensão do CEFET do Rio? Eles divulgam sua pauta ou somente adjetivos incriminando o governo?
    Essa história precisaria ser mais bem contada.

    Marcelo Sant'Anna

    22 de outubro de 2011 às 17h38

    Os professores federais tem as mesmas tabelas salariais, o que muda é a nomeclatura, ex: no CEFET o professor é chamado de D3 e na UFRJ é Adjunto. Eu insisto esta greve foi política, desde o inicio do ano eu via o acirramento no debate dentro da SINASEFE e quem saiu perdendo foram os alunos. Sou Professor e digo que o foco das reivindicações da SINASEFE foi errado. A nossa luta tem que ser pelo equiparação com o MCT e o contracheque com linha única.
    Somos mestres e doutore no MEC ou no MCT e não pode haver diferença de salário!

    Lucas

    22 de outubro de 2011 às 19h56

    Então nesse caso deve-se estender os mesmos direitos para o setor privado. Não precisa nivelar por baixo.

    Os direitos trabalhistas no setor privado são muito menores do que no público, será que é porque lá os sindicatos "aprenderam" a se submeter a qualquer coisa pra não ter cortes de salário e demissões em massa?

    Felipe Lucena

    23 de outubro de 2011 às 01h07

    A inicativa privada precisa do trabalhao para produzir os lucros, logo a negociação de fato acontece e mesmo que os ganhos não sejam os exigidos pelos trabalhadores na maioria das vezes, há alguma recomposição salarial.
    No quesito negociação o governo tem sido o pior patrão. Desde 2007 o SINASEFE (IF) e a FASUBRA (univerdidades) se sentando em mesas de negociação sem nenhum avanço. O governo simplesmente não negocia e como não temos data limite, essa mesa de "enrrolação" permanece ad eternum.
    A FASUBRA fez uma greve de quatro meses e em nenhum momento o governo nos recebeu para negociar nossa pauta de reinvidicação.
    Os técnicos administrativos da educação tem o pior salário do serviço público federal e para um governo que fala em valorizar a educação isso é um pouco paradoxal. Os deputados tiveram aumento, a presidente recebeu seu mandato com salário novo, o judiciário teve aumento no apagar das luzes da LOA.
    São quatro anos de "enrrolação", sem avanços, apenas a inflação corroendo o poder de compra dos nossos salários. Qual alternativa resta se não a greve?

    Se a greve se prolonga é porque não há do governo disposição para negociar!!! 10% do PIB para educação! Já!

    Felipe Lucena

    CLAUDIO LUIZ PESSUTI

    23 de outubro de 2011 às 11h22

    A falta de sequer conhecimento tecnico das pessoas me assombra!Sabe porque as greves sao longas no servico publico?Vou te explicar, como se voce tivesse 5 anos de idade: na iniciativa privada existe uma coisa chamada DISSIDIO COLETIVO!Sabe o que e isso?A "atrasada " Justica do Trabalho vai la e arbitra, com forca de lei, caso não haja acordo , que os patroes concedam o reajuste, tradicionalmente a inflação, mais um tanto (pouco) de ganho real, conforme a situação do setor , e pronto, o patrão TEM que pagar, e os funcionários tem que voltar, senão a greve e ILEGAL, com pesadas multas sobre o sindicato.No serviço publico não existe isso, não tem dissidio coletivo, tudo tem que ser negociado com o governo , tem que haver lei, o governo , com relação a varias categoria fica ANOS sem dar UM centavo de reajuste e não acontece nada.Entendeu porque as greves duram tanto?Ou você entende ou pode continuar com este discursinho de direita de "cidadã contribuinte" ( o funcionário publico também o e) "privilégios" e outros bla, bla, bla!

    palomino

    23 de outubro de 2011 às 14h52

    Não haver corte de ponto não é privilégio, é direito. O injusto é que cortem o ponto na iniciativa privada. Não é porque o trabalhador da iniciativa privada se ferra que, por uma questão de isonomia, o do setor público tem que se ferrar também. O certo é que o da iniciativa privada se organize e exija seus direitos. Quanto à duração da greve, ela dura até que o governo recue de alguns pontos que desinteressam à categoria e negocie. Não tem sido o caso em greve alguma. O governo endurece contra as greves porque sabe que, para o povo, a culpa é sempre do grevista… Então, a greve não pressiona o governo, só mancha a imagem de quem faz a greve. Ou seja, por causa da ignorância do povo, a greve (que é legítima) mancha a imagem de quem está certo…

Raphael Tsavkko

22 de outubro de 2011 às 02h58

Esse governo do PSDB tá difícil de aguentar! É Ministro das Comunicações se recusando a negociar com grevistas dos Correios e cortando ponto, é o governo fingindo-se de morto nas greves dos Bancários e Professores das Federais, é corte de ponto e perseguição nas IFES…

Uma beleza!

Opa, não, o governo não é do PSDB, é do Partido dos Traidores, ops, Trabalhadores!

Afinal, banqueiro também é trabalhador, né?

Responder

ivomar

22 de outubro de 2011 às 01h09

Nos Correios, tivemos direito a lista negra,com corte do ponto, tranferências, e tentativas de burlar a CLT, tentando obrigar o trabalhador a trabalhar sem nenhum repouso semanal,domingo a domingo.

Responder

Almeida Bispo

21 de outubro de 2011 às 23h18

E porque é governo do PT tem que deixar bagunçar, é? Ou isso é esquema de agitação barata promovida pela neo-UDN camuflada, como nesta linha sugere o comentarista Marcelo Sant'Anna? Tão inspirados no "brilhante trabalho" do Cabo Anselmo, é?
Se fosse FHC cortando tudo com apoio da Folha, das Organizações Golpe e da Veja estaria todo mundo satisfeito como o foi principalmente no quadriênio 1995-1998. Tem horas de dá saudade do capitão do mato.

Responder

    Felipe

    22 de outubro de 2011 às 15h37

    No governo FHC/serra/alckmin/alvaro dias/psdb em geral a greve ser resolve com a polícia em cima. Se a greve não sai da negociação, todos saem perdendo, o governo e a sociedade principalmente. Eu concordei com a Zilda lá em cima, por que o funcionalismo público se acha diferente do "trabalhador privado"?

EVC

21 de outubro de 2011 às 23h01

Já repassei. Muitas pessoas precisam saber disto!

Responder

Christian Schulz

21 de outubro de 2011 às 22h57

Adoro esse oxímoro, "Movimento de Paralisação", às vezes apresentado como "Movimento Paredista". Isso no primeiro parágrafo do OC.

Já no segundo parágrafo, gostei da vírgula separando sujeito do verbo em "sinalando inclusive, os aderentes".

Vindo do MEC, era para se esperar um pouco mais…

Responder

flavia

21 de outubro de 2011 às 22h56

Nao faz sentido a mençao aos docentes em estagio probatorio!!! Só faz se for para considerar isso na avaliação deles antes de se efetivarem… por tanto, é perseguição sim!!!! De outro modo, era para pedir nome e matricula dos paredidstas, sem mencionar se estao em probatório ou não!!!!!!!!!!!!!

Responder

Paulo

21 de outubro de 2011 às 22h51

Vamos trabalhar, companheiros… falam que as federais são o paraiso dos pos-graduados… vamos lá!!

Responder

josaphat

21 de outubro de 2011 às 22h49

O PT só se diferencia dos partidos ditos de direita no trato com os servidores por não mandar descer o pau com a polícia militar. Pelo menos, nem em Belo Horizonte, nem em Contagem vi tal coisa acontecer durante as inúmeras greves que participei como professor municipal.
O resto é igual: usam a máquina e o dinheiro público (não tanto quanto o Aestasia) para bombardear a população com mensagens desqualificando o movimento grevista, recusam-se a sentar para dialogar (e nas mesmas mensagens à população dizem que o sindicato é que não quis dialogar), pedem o nome dos participantes e principais lideranças – a tal lista negra – e cortam o ponto.
Com relação a essa última, não sou contra. Quem não trabalha, não ganha. É justo.
O meu sonho é toda a categoria de professores – inclusive da iniciativa privada – se juntarem numa bem planejada greve de cinco, seis meses, onde o pessoal tenha armazenado estoque de leite em casa para as crianças e coragem para parar-fechar completamente as salas de aulas.
Como fizeram os sul-africanos para mudar o paradigma.
Só será assim, minha gente.
Reformas e retórica não mudarão nada.
Como disse uma colega que li hoje numa caixa dessas de comentários: Educação, só pedindo demissão ou fazendo greve. É ruim demais.

Responder

Aristone

21 de outubro de 2011 às 22h18

Conversa fiada rapaz!!! Se fosse só pra cortar o ponto, então porque fazer a distinção entre efetivos e probatórios? É cassada aos grevistas sim. O PT esqueceu que vei do movimento social; que veio do povo e que esta no poder graças ao povo.

Responder

José Carlos Parente

21 de outubro de 2011 às 22h18

Maristela.

Infelizmente, leremos e ouviremos comparações desta natureza. é uma questão de
educação e de cultura. Com certeza essas comparações desaparecerão.

Por favor, repense sua disposição de não levar adiante a denúncia de atitude truculenta
do Ministro Haddad.

Responder

    Conceição Lemes

    21 de outubro de 2011 às 23h32

    José, eu entendo e concordo integralmente com a Maristela. O que eu gostaria é que vc, Maristela, entendesse que, por isso mesmo, nós tivemos cuidado de usar a expressão lista negra entre aspas, já que foi o que o leitor que nos enviou a denúncia disse. Aliás, ele também usou entre aspas, o que demonstra a preocupação dele. abs gerais e boa sorte

Eraldo R. Fernandes

21 de outubro de 2011 às 22h08

Gostaria que o MEC confirma-se que chama para si a responsabilidade do cancelamento da reposição das aulas perdidas em decorrência da greve, já que corte de ponto significa não-obrigatoriedade de reposição dos dias parados.

Responder

Leo V

21 de outubro de 2011 às 22h01

Que piada essa resposta do Ministro

Na Circular está mais do que clara a intenção da perseguição. E a pergunta feita pelo Viomundo sobre os que estão em estágio probatório foi perfeita nesse sentido. Se fosse "só cortar o ponto", o que por si só é um absurdo como já relatado, por que saber quem está em estágio probatório, e todo o resto que querem saber?

O pior de tudo é a cara-de-pau do ministro Fernando Haddad responder isso de forma tão patética.

A mosca do poder picou de vez essa gente.

A direita está mais próxima de ganhar as próximas eleições, porque o desgosto de muita gente progressista com esse governo vai levar à indiferença nas urnas, como costuma ocorrer na Europa.

Responder

    Daniel

    22 de outubro de 2011 às 07h14

    Dilma perdeu meu já voto faz tempo. O governo dela é fraco, basta uma revista publicar uma bobagem que ela demite ministro. E recua em cada quebra de braço que enfrenta (vide Telebrás). Enfim, poder pelo poder.

    Tiago

    22 de outubro de 2011 às 19h33

    Qual ministro vc acha que foi demitido injustamente ?

    Werner_Piana

    22 de outubro de 2011 às 12h46

    Isto é o que me preocupa. O governo Dilma se esmera em copiar os ERROS da social-democracia européia, e o risco dos eleitores se aperceberem que são todos Neoliberais – e, portanto, farinha do mesmo saco -leva-los à indiferença é um pulo!

Celeste

21 de outubro de 2011 às 21h50

Faz muito bem o Ministro!! Greve que dura tanto tempo é baderna e tem que descontar mesmo!!!
Que história é essa de servidor em estágio probatório fazer greve? Pirou??

Responder

    Leo V

    21 de outubro de 2011 às 22h45

    Realmente, só pode ser maluco o sujeito que faz greve em estágio probatório, com tantos inquisitores à solta e nos governos. Onde já se viu ter coragem de exercer seu direito de greve, só podem ter pirado mesmo!

    Jairo_Beraldo

    21 de outubro de 2011 às 22h49

    Concordo…quer fazer greve? Saia do emprego. Acho absurdo, nas greves quem paga o pato são os usuarios, não os "patrões"…na greve dos bancarios, por exemplo, busquem….tem coitado que estava no vermelho, e nem na quarta geração, conseguirá pagar o "cheque esepcial".

    Gabriel Braga

    22 de outubro de 2011 às 00h54

    Mais um que tem Síndrome de Estocolmo..

    Impressionante como tem gente que repete o discurso dos patrões.

    Se hoje os trabalhadores tem os direitos que tem é resultado de muita luta.Nada foi dado de graça pelos empresários.E não há outro meio de luta,de pressão a não a ser a greve.

    Sou bancário do BB,e posso te assegurar que a intransigência não foi nossa,mas dos banqueiros e do governo.A primeira proposta de reajuste oferecida à categoria era de um ganho real de menos de 1%,enquanto que os lucros das instituições cresceram numa proporção infinitamente maior do ano passado para este.Infelizmente não havia outro caminho a não ser parar.

    Daniel

    22 de outubro de 2011 às 07h15

    Concordo! O trabalhador deveria também recusar a receber salário e comprar uma chibata de presente pro patrão!

    Caramba o que que é isso? O Brasil tá virando EUA agora? Abaixo aos sindicatos?

    Mateus

    22 de outubro de 2011 às 16h22

    Assim pensam os abastados…

    João-PR

    23 de outubro de 2011 às 02h40

    Mateu, permita-me uma correção: "assim pensam os ABESTADOS".

    Felipe Lucena

    23 de outubro de 2011 às 01h29

    Não se enganem! Quem são os verdadeiro privilegiados são os banqueiros e não os bancários. Os banqueiros "nunca antes na história desse país" tiveram lucros tão altos, e esses lucros não são repassados de forma justa para os funcionários.

    Se vc não está do lado dos oprimidos, vc é um opressor.

    Jarbas

    22 de outubro de 2011 às 11h01

    Se a lei permite isso, quem diabos é você para questionar?

    Felipe Luce a

    23 de outubro de 2011 às 01h23

    Celeste, o direito de greve é um direito previsto na constituição federal e não tem nada a ver com estágio probatório. Isso já é pacificado no STF. O servidor público pode sim fazer greve em estágio probatório.

    Vc piroo? Ou falta conhecer melhor a lei?

Joelson Dantas

21 de outubro de 2011 às 21h48

Que absurdo. A que ponto chegou esse país? O governo Dilma está fazendo o que manda a cartilha do FHC… lamentavelmente, sequer temos outras opções para votar nas próximas eleições.
Sempre simpatizei com o Ciro Gomes, porém, seu irmão segue a mesma doutrina.
Quando deixaremos de ser um engôdo, uma fraude? Até quando tentaremos mostrar para o exterior o país que não somos?
Se o Brasil quiser ser um país desenvolvido, indubitavelmente terá de inverstir nos setores de EDUCAÇÃO, SAÚDE e SEGURANÇA.

Responder

Marcelo Sant'Anna

21 de outubro de 2011 às 21h38

Sou professor federal e reitero que a maior batalha será pela equiparação com o ministério da ciência e tecnologia. Afinal o que adianta ganhar 10 ou 20% agora se o abismo que nos separa do MCT é muito maior. Eu creio que os professore das IFES entraram em uma luta política, instigada pelo SINASEFE, enquanto o foco das reinvidicações deveria ser o contracheque com uma linha e equiparação com a Ciência e Tecnologia, conforme negociação da ANDES.
Como professor e pesquisador prefiro ter a equiparação ficando no MEC, que prestar outro concurso pra obter novo patamar salarial. Com a sáida de professore doutores os aluno e o ensino de qualidade sairão perdendo.

Responder

    Leo V

    21 de outubro de 2011 às 22h43

    Pelo meu conhecimento a tabela salarial da carreira em Ciencia e Tecnologia difere muito pouco do magistério superior. A grande diferença salarial está em outras instituições, como IPEA, Bacen…

    Inácio Alves

    22 de outubro de 2011 às 12h41

    Leo V,
    o salário inicial de um Graduado no MCT é de R$5000 enquanto nos Institutos Federais é de R$2100.
    Será que a diferença é pouca?

    Leo V

    22 de outubro de 2011 às 18h17

    Fui conferir. Cargos de tecnolgista e analista de c & t, só com graduação começam com 4.590,00.
    Magistério de ensino técnico, básico e tecnológico começa com 2.762,00.

    Pelo jeito então esse é o caso dos Institutos Federais.

    Mas o fato é que o magistério superior se equipara a essas carreiras de C & T.

    Leo V

    22 de outubro de 2011 às 21h00

    Um doutor começa ganhando 7.333,00 como professor federal. Na carreira de C & T (que não é só de servidores ligados so MCT) começa ganhando 8.100,00, ambos em valores brutos e com as gratificações.

Maristela

21 de outubro de 2011 às 21h02

Por que tem de chamar de "lista negra? Ia até divulgar, mas em protesto não farei isso. Uma vergonha a forma como ainda a linguagem deprecia a questão "negro" tudo de ruim tem de ser negro. por que não chamam de lista branca?

Responder

    Vlad

    22 de outubro de 2011 às 01h49

    Nunca tinha pensado nisso de "lista negra" ter conotação étnica e fiquei curioso para saber se tinha origem relacionada a cor de pele ou raça.

    Pelo jeito não:

    1. Parece que começou aqui:
    The term blacklist is a derivative of the term "in one's black book." this term was used most notably by Henry VII and Joseph McCarthy, although by countless others for various reasons, to denote those out of favor with a given class or group. It was intended to imply that those listed were people who committed unfavorable or devious acts in the cover of shadow, and It's probable first use was in the reign of Charles II, with reference to a list of persons implicated in the trial and execution of his father. The term has been used for hundreds of years to denote those who were boycotted or disallowed because of their social standing or their actions. This etymological history in no way indicates a racial origin.

    2.E popularizou aqui, com a neura yankee contra os comunistas: http://en.wikipedia.org/wiki/Hollywood_blacklist

    E acho que as aspas do autor não foram para tirar alguma carga racista e sim para indicar que na verdade não há materialmente uma "lista negra", mas uma individualização dos atos dos grevistas. Individualização esta, na minha opinião, típica de terrorismo patronal, pois joga uns contra os outros, premia os pelegos e fura-greves, poupa os que fingem fazer greve e crucifica os que dão a cara pra bater em prol de toda a categoria.

    Mas, sei lá.

    :P

    Mariano

    22 de outubro de 2011 às 11h46

    Xeque-mate. Nuvens negras para representar maus presságios estão em textos de Homero, que dificilmente havia tido algum contato com africanos. Militância radical misturada com falta de cultura produz resultados devastadores.

    Eduardo Diniz

    23 de outubro de 2011 às 22h10

    Mariano,
    Creio que para o caso de Homero seria Cumulus Nimbus(nuvens de cor preta).
    Negro=neckos? ausência de vida?
    Marque de Pombal mandou proibir que se chamassem os índios de negros, que até então eram chamados assim.
    Nos Estados Unidos são Black e não diga Negro, pode apanhar…

    Acho que chegou a hora de pararmos de aceitar o que foi catequizado:
    A igreja é a….
    A televisão no Brasil é a Rede…
    Sindicatos só servem para fazer ….
    Político são todos …
    Chega de lista negra:
    Que se escreva: Lista dos Trabalhadores que fizeram greve e não serão promovidos!
    Ou:
    Lista dos Trabalhadores que fizeram Greve e que serão demitidos sem justa causa! (depois o assunto é discutido na justiça do trabalho, se o demitido assim desejar)

    Garcia

    22 de outubro de 2011 às 08h20

    Também entendo a Maristela, mas esse negócio de ver discriminação e racismo em tudo é pura besteira.
    Dizem que negro não é cor e sim “raça”. Quando diz branco é cor ou “raça”?
    Lista preta pode?
    Obs: Meu pai era negro e minha mãe branca, e sei muito bem o que é ser discriminado.
    Os meus parentes negros não me aceitavam por ser filho de mulher branca e os parentes brancos por ser filho de um negro.

    Alan

    22 de outubro de 2011 às 10h59

    Relaxe, não tem nada a ver com cor de pele, obscuro, falta de luz, que não se vê. Eu que sou preto da cor do ceu a noite, não me ofendo.

    Maria Libia

    22 de outubro de 2011 às 14h01

    Pela posição onde se encontram os seus iguais vc deveria estar ofendido sim. Vc já reparou que a maioria dos bandidos presos que aparecem na TV, são negros. Nos programas de auditório, onde a miséria humana é exposta, a maioria são negros?. Onde estão os banqueiros negros? E os maestros de orquestras sinfônicas (tb os músico) negros? Comandantes de aeronaves negros? Diretores de escolas de primeira linha negros? Corredores de fórmulas indy e um negros? Diretores da FIESP negros? ""ODEIO AS VÍTIMAS QUE RESPEITAM SEUS OPRESSORES" Sartre (branco), porque nem noção de vítimas os negros tem.

    mfs

    22 de outubro de 2011 às 22h28

    ops, a fórmula 1 já tem um campeão mundial negro! E o campeão mundial de xadrez atual também não é branco. o que não quer dizer, claro, que não haja racismo aqui ou lá. foi só para registrar.

    Joaquim

    22 de outubro de 2011 às 16h59

    Alan, eu te conheço, não mente. Você é branco de olhos claros. É gente como você que deve ser preso, seu racista. Lembre-se racismo é crime. Estás querendo esconder o seu racismo. Seja homem é assume-o. Só os covardes se escondem do pensam e dizem.

    GUilherme

    22 de outubro de 2011 às 11h03

    Deixe de ser ignorante.. preconceituosa é vc, que só vê o negro em cor de pele.
    Lembra-se do mito do cocheiro? cavalo branco, cavalo negro? sei lá, talvez venha daí…
    Só sei que generalizar tudo como forma de se sentir vitimizado é bem mais fácil.. Não me importa se você é branca ou negra, pq pra mim tanto faz a sua cor de pele. Mas se vc ainda está enraizada nesse sistema de branco-preto = cor da cútis, haha, não posso fazer nada. Desculpe.

    Igor

    22 de outubro de 2011 às 11h28

    Você ta sendo preconceituoso cara.

    joão sperandio

    08 de novembro de 2011 às 15h03

    Maristela vc não ia divulgar coisa nenhuma, vc sabe que a repressão não tem cor e nem a canalhice… Deixe de ficar em cima do muro se não vou pensar que vc compactua com a coisa toda


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