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Diário da Resistência


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‘Para cruzar SP, caminhão paga até R$ 260 mil de pedágio por viagem’


03/07/2014 - 12h37

Manoel Sousa Lima Jr. (no centro, de terno bege), do Setcesp, denuncia o Custo São Paulo na CPI dos Pedágios. Foto: Alesp

Em uma única viagem, caminhão paga até R$ 260 mil em pedágio no Estado

da Assessoria de Imprensa do PT na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), via e-mail

Representantes de sindicatos e associações de transportadores de carga reafirmaram nesta quarta-feira (2/7), na CPI dos Pedágios, que as altas tarifas aumentam significativamente o chamado “custo São Paulo”.

Convidado pelo líder da Bancada do PT, deputado João Paulo Rillo, Manoel Sousa Lima Jr., do Setcesp (Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas de São Paulo e região), disse que a suspensão do reajuste das tarifas no ano passado, depois das manifestações de junho, e a cobrança do eixo suspenso dos caminhões como forma de compensar as concessionárias representou um aumento médio de 30% no valor pago em pedágio por esse tipo de veículo.

Como exemplo citou um caminhão de cinco eixos que viaja 24 vezes durante o mês fazendo o percurso Ribeirão Preto – São Paulo – Ribeirão Preto. Em 32 meses, o valor pago em pedágio é o equivalente ao valor do caminhão: R$ 350 mil.

Outro exemplo que deixou os deputados ainda mais perplexos foi com relação ao transporte de carga indivisível. Para cruzar o Estado, de Santos a Castilho, um caminhão de 40 eixos que transporta um reator paga R$ 260 mil de pedágio, o que representa 65% do valor do frete.

Geraldo Vianna, da CNT (Confederação Nacional dos Transportes), disse que ainda algumas concessionárias dificultam esse tipo de transporte, cobrando, além do pedágio, por serviços extras que muitas vezes não são executados. “Negociam valores adicionais como se fossem duas empresas privadas, como se não houvesse um bem público no meio”, declarou Geraldo, que afirmou que empresas estão preferindo comprar esse tipo de mercadoria da China, que sai mais barato.

Ele também apresentou rapidamente à CPI documento produzido há 10 anos em parceria com representantes das concessionárias em que são indicadas alternativas para o barateamento das tarifas, como a cobrança quilométrica por meio eletrônico e a redução da carga tributária que incide sobre a atividade. Geraldo Vianna disse que, à época, o documento foi entregue ao governo do Estado, que nunca tomou providência ou manifestou intenção de dialogar sobre o tema.

O representante da CNT defendeu as concessões como forma de investimento nas rodovias, mas afirmou: “O Estado se livrou de um enorme problema e deveria se dar por satisfeito, mas ainda fez disso uma fonte de receita”. E acrescentou: “É possível aprimorar, criar mecanismos de correção de erros do que foi feito em cima do joelho”.

Sobre as prorrogações de contrato que aconteceram em 2006, Geraldo Vianna concorda com a Bancada do PT quando diz que foram, no mínimo, mal explicadas. Segundo ele, os próximos contratos de concessão apresentarão tarifas bem menores de pedágio, já que a situação do país é outra e que, hoje, se fala em cerca de 7% de Taxa Interna de Retorno, diferentemente dos 20% do passado. “Por isso, se as prorrogações foram indevidas, como o próprio governo já anunciou, elas adiaram esse benefício para o Estado e precisam ser revistas”, afirmou Geraldo.

Reajuste

Logo no início da reunião, os deputados Antonio Mentor e Gerson Bittencourt falaram sobre o reajuste nas tarifas de pedágio, autorizado pelo governador Geraldo Alckmin, e que está em vigor desde 1 de julho.

Os parlamentares petistas querem saber da Artesp quais os critérios que definiram os reajustes diferenciados nas rodovias paulistas. Bittencourt disse que, apesar de defender o reajuste zero nesse momento de investigação de lucro abusivo, é importante entender o critério que foge dos contratos e da até 8,57% de aumento.

Para Mentor, é absurdo esse aumento acima da inflação, principalmente porque o próprio governador assumiu que as concessionárias, devido à prorrogação de contratos, obtiveram lucros indevidos na ordem dos R$ 2 bilhões.

Em sua fala, Geraldo Vianna, que também é membro do Conselho Consultivo da Artesp, disse que o Conselho não foi sequer comunicado sobre o aumento. “Se não houver uma pressão da sociedade sobre o órgão fiscalizador ele tende a beneficiar o fiscalizado”, afirmou.

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Por Laurindo Lalo Leal Filho



23 comentários

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carlos

06 de julho de 2014 às 07h32

Quem ler o livro futurista, NÃO VERÁS PAÍS NENHUM de Ignacio de Loiola Brandão uma historia futurista, não imagina que São Paulo esteja passando por isso.

Não Verás País Nenhum de Ignácio de Loyola Brandão. Nessa narração, construída em 1981, o autor nos apresenta o Brasil em um futuro indeterminado dominado por um governo medíocre (chamado de Esquema), onde a Amazônia virou um deserto, as metrópoles sofrem com a falta de árvores e com o calor intenso; não há comida, água ou moradia para todas as pessoas – que estão divididas em castas e os mais pobres sobrevivem do lixo acumulado ao redor das cidades.

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Cláudio

06 de julho de 2014 às 03h13

… “Com o tempo, uma imprensa [mídia] cínica, mercenária, demagógica e corruta formará um público tão vil como ela mesma” *** * Joseph Pulitzer. … … “Se você não for cuidadoso(a), os jornais [mídias] farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo” *** * Malcolm X. … … … Ley de Medios Já ! ! ! . . . … … … …

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Paulo Guedes

05 de julho de 2014 às 09h51

O exemplo petista mais próximo de SP está na Fernão Dias. Fui recentemente a BH, passei por sete praças de pedágio – acessei a rodovia na altura da D Pedro – pagando R$1,4/praça, num total de R$11,20. No pedágio de Atibaia da D Pedro deixei R$5,4.
Com as novas tarifas de pedágio, ir da capital à Baixada Santista – algo em torno de 60km de pista – vai custar R$22.
Quanto ao IPTU a proposta de Haddad foi barrada pela (in)Justiça, que obrigou o prefeito a usar um aumento linear, totalmente contrário àquilo que se propunha.
O mais que vc fala pesquise a forma como as tais agências reguladoras foram criadas e os contratos firmados com o tal “mercado”.

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Zanchetta

05 de julho de 2014 às 09h37

Se ele pagar R$ 260 mil para atravessar São Paulo, então deve estar carregando ouro para compensar…

Dá uma revisadinha no valor, dá?

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    Paulo Guedes

    05 de julho de 2014 às 10h06

    A carreta de 40 eixos para sair de Santos e chegar à Capital pagou algo em torno de R$900. Nos valor de R$260 mil estão inclusos todos os procedimentos operacionais de elevação de obras de arte, escolta e orientação de trânsito.
    Leia a matéria. Vc vai descobrir que o outro valor apontado – R$350 mil – não é por viagem – o título está errado – mas ao longo de um período de 32 meses.
    O problema de custo dos pedágios paulistas está atrelado a duas questões fundamentais: concessão onerosa e taxa de retorno do capital de 20%.
    Na concessão onerosa o estado é remunerado pelo investimento feito de implantação da rodovia – algo assim como vc pagar duas vezes pela rodovia, com seus impostos e com a tarifa de pedágio.
    Já a taxa de retorno da concessionária é igual ou superior ao retorno dos bancos brasileiros.
    Lembro que quem coordenou e formatou a forma de concessão das rodovias paulistas foi o nosso querido Geraldo Alckmin, na primeira administração de Mário Covas.

lukas

04 de julho de 2014 às 17h50

Acho que todos os motoristas que transportam reatores vão votar no PT.

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PIMENTA

04 de julho de 2014 às 15h53

a mídia bandida coloca de novo suas mangas nojentas e sebosas de fora:
Mídia bandida transforma incompetência de aecistas em “tragédia da Copa”

Mídia usa tragédia em Belo Horizonte para sua revanche na Copa
Constrangida pelo sucesso do Mundial, reconhecido dentro e fora do Pais, oligopólio da mídia familiar no Brasil se escora no acidente de engenharia ocorrido ontem em Belo Horizonte para uma pequena vingança; na Folha, a queda de um viaduto se transformou em
Constrangida pelo sucesso do Mundial, reconhecido dentro e fora do Pais, oligopólio da mídia familiar no Brasil se escora no acidente de engenharia ocorrido ontem em Belo Horizonte para uma pequena vingança; na Folha, a queda de um viaduto se transformou em “Obra inacabada da Copa desaba e mata 1 em BH”; no Globo, “Viaduto de obra da Copa desaba e mata 2 em BH”; no Estado, “Viaduto planejado para Copa cai e mata 2”; nos três jornais, ênfase no fato de se tratar de uma obra do PAC, o Plano de Aceleração do Crescimento, que, embora federal, depende da execução de estados e municípios; no caso concreto, a responsabilidade pela execução da obra era da prefeitura de Belo Horizonte, governada por Marcio Lacerda, do PSB, que viu “falha de engenharia”.
247 – Até aqui, a imprensa familiar brasileira vinha sofrendo a maior goleada da história das Copas. Depois de apostar no fiasco da Copa do Mundo de 2014 e usar seus colunistas para disseminar o pânico de um vexame internacional, o pequeno oligopólio da mídia no Brasil tentou marcar nesta sexta-feira, dia em que o Brasil decide contra a Colômbia uma vaga nas semifinais, um golzinho de honra. Nem que para isso tenha sido necessário explorar uma tragédia, ocorrida ontem em Belo Horizonte, onde um viaduto desabou e matou duas pessoas.
O lamentável acidente, decorrente de uma provável falha de engenharia da empreiteira Cowan, ganhou uma embalagem peculiar nos jornais brasileiros, com sabor de vingança. Na Folha, o fato se transformou na manchete “Obra inacabada da Copa desaba e mata 1 em BH”. No Globo, “Viaduto de obra da Copa desaba e mata 2 em BH”. No Estado, “Viaduto planejado para Copa cai e mata 2”. Ou seja: depois da constatação de que os aeroportos funcionaram a contento e de que os estádios (que para determinado grupo de mídia ficariam prontos apenas em 2038) encantaram o mundo, caiu um viaduto. Era o que bastava para a execução da revanche.
Nos três três jornais, a ênfase foi dada ao fato de se tratar de uma obra do PAC, o Plano de Aceleração do Crescimento, que, embora federal, depende da execução de estados e municípios. No caso concreto, embora a obra tenha recebido financiamento de R$ 171,7 milhões do governo federal, a responsabilidade pela execução era da prefeitura de Belo Horizonte, governada por Marcio Lacerda, do PSB e aliado do PSDB na política mineira.
Na Folha, que foi o jornal que produziu a manchete mais milimétrica contra a Copa após o incidente, houve ainda espaço para um editorial, chamado “Humor de Copa”, sobre o impacto do sucesso do Mundial na mais recente pesquisa Datafolha, onde a presidente Dilma foi de 34% a 38% das intenções de voto. Num dos trechos, comentou-se o incidente de ontem em Belo Horizonte. “Verdade que, até quarta-feira, registravam-se somente incidentes operacionais de menor impacto; o mais grave deles havia sido a invasão de chilenos no Maracanã, fruto de uma falha de segurança. Nada comparável à queda de um viaduto em Belo Horizonte. O acidente, ocorrido ontem, resultou na morte de ao menos uma pessoa e deixou 22 feridos. A obra faz parte do pacote de melhorias de mobilidade urbana e não ficou pronta no prazo prometido. Não foi, felizmente, tragédia de maiores proporções. Serve para lembrar, ainda assim, o quanto houve de irresponsabilidade e improviso, para nada dizer de corrupção, na organização do Mundial. O primeiro jogo da Arena das Dunas, em Natal, deu-se sem a liberação dos bombeiros, por exemplo.”
Com a queda do viaduto, a mídia familiar fez um golzinho e diminuiu a goleada que vem sofrendo. Há tempo para a virada?

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JC Tavares

04 de julho de 2014 às 15h38

Aqui e agora, lanço um desafio: Quem já viu na mídia conservadora, alguma crítica, não só referente ao preço abusivo do pedágio tucano, mas também do atraso e superfaturamento do interminável Rodoanel=ROBOanel?????? É como sempre digo, porisso é que ESTOU PT, esse é o voto inteligente, pois é o único cobrado pelo imprensalão. Não é por acaso que Lula quando assumiu em 2003 disse em alto e bom som: “SEI QUE NÃO POSSO ERRAR”, né.

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Fernando

04 de julho de 2014 às 12h03

E daí?

Coxinha adora reclamar de imposto, pedágio… vão morar na Suíça!

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    Julio Silveira

    04 de julho de 2014 às 13h33

    Reclamar de imposto quando é excessivo é obrigação de cidadão. Ser extorquido por servidor publico, calado, não é qualidade, nem tem nada a ver com ser coxinha. Não coloque cidadania consciente na mesma conta dos oportunistas que se aproveitam das dificuldades populares para lucrar em benefícios muito particulares.

Julio Silveira

04 de julho de 2014 às 11h05

Essa foi outra das invenções tucanas espalhadas por todo o Brasil, institucionalizadas, que como um truque, faz parecer excelência de gestão o que na verdade foi e é pura demonstração de incompetência na gestão publica.
Não podemos esquecer existem impostos para cobrir despesas desenvolvimento e conservação de rodovias, e já existiam desde a invenção dos famigerados pedágios, que se formos fazer uma analise de sua história, foi primeiro utilizado pelas mafias para extorquir dinheiro de pobres comerciantes.

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    Nelson

    04 de julho de 2014 às 13h33

    Só discordo quanto a ser uma “demonstração de incompetência na gestão publica”, Silveira.

    Creio que, antes de incompetência – que os tucanos têm, de sobra, não tenho dúvidas – vem a lógica neoliberal de entregar tudo o que é público para que uns poucos grupos econômicos possam engordar seus lucros.

    O receituário neoliberal ordena que tudo o que estiver sob controle público e estiver dando lucro ou que tenha potencial para tanto, deve ser entregue para a iniciativa privada (grandes empresários, é óbvio).

    Socializar custos e investimentos, sim, desde que, a seguir, privatizem-se os lucros. Isto é neoliberalismo.

    Julio Silveira

    04 de julho de 2014 às 17h00

    Caro Nelson, sabemos dos preceitos da ideologia neoliberal, mas onde quero chegar com a afirmação da incompetência, que até pode mesmo ser uma expressão inadequada, é no ponto da mais completa incapacidade de gerir a coisa publica, que ambicionam através pleitos eleitorais, se colocando como alternativa, enganadora por suposto. Sabemos que existem recursos instituídos para tal, e a incapacidade gerencial deles demonstram sua incapacidade administrativa quando sem argumento relevantes, dado o que já escrevi fica claro para mim que mais e mais saídas visam apenas sufocar o sofrido cidadão, que no fim vira alvo das contas e desacertos dos incompetentes(no mínimo) como uma bola de neve. Isso, com suas parcerias midiaticas, transforma, de forma muito capciosa, a mente do cidadão levando-o a uma anestesia, que vira institucionalizado, por perderem a capacidade de discernimento sobre o que é gestão criativa com oportunismo e má gestão.

Carlos N Mendes

04 de julho de 2014 às 10h32

O pedágio é o mair dis motores políticos do PSDB paulista. Mas tenho certeza que o deputado Bruno Covas, presidente da CPI das concessionárias, será justo e imparcial. Aaaaiii, minha língua tá sangrando…

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sergio

04 de julho de 2014 às 01h56

Este e o volume morto são apenas alguns exemplos do choque de gestão tucano.

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Aline C Pavia

03 de julho de 2014 às 23h41

E os coxinhas do Passe Livre não falam um “pio” do pedagiômetro.

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José X.

03 de julho de 2014 às 22h27

Na Forbes tem uns 3 bilionários brasileiros onde consta como motivo de serem bilionários o negócio de pedágios (entre outros).

Sempre achei estranho que esse pessoal que reclama dos “altos impostos” brasileiros nunca se refiram aos altos pedágios paulistas. Aliás, esse pessoal em geral esbravejava horrores contra a CPMF, que era uma merreca.
Enfim, cada povo tem o governo que merece…

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Rosa L.

03 de julho de 2014 às 21h51

Extorsão pura. Mas paulista e otario e carneiro . Adora Alckmin. Assim os tucanos deitam e rolam. E vamos continuar bebendo água do volume morto e viajando igual galinhas amontoadas em engradados

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Romanelli

03 de julho de 2014 às 18h14

então ..e se o PT fosse eleito a coisa mudaria ? ..mudaria NADA

Basta lembrarmos que o IPTU da cidade, entre tantas, pra ajudar a pagar o estádio do Corinthians, recebeu aumento de mais de 9% na minha região ..isso enquanto pra mídia era informado que o aumento não passava dos 6%

e com mais um detalhe, que por intervenção direta da Vice prefeita da Capital (Nádia Campeão) a 500 metros da minha casa foi patrocinado uma invasão num terreno, desvalorizando ainda mais os imóveis pela favela que ali se alojou

e isso fora os Planos de Saúde que acabam de levar mais 9,65% na cabeça

Falar em desindexação e desazonalização dos índices ninguém fala né ? ..aliás, uma função do ministério da Fazenda que parece, já deixou de exercer suas funções faz tempo tb

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Urbano

03 de julho de 2014 às 17h42

É dinheiro a sair pelo ladrão, até pela demasia…

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andre i souza

03 de julho de 2014 às 15h13

Como petista, sinto nojo em ver o PT paulista só se mexer em época de eleição. PQP! Essa história dos pedágios paulistas já virou em duas décadas, mas O PT paulista é das mais fracas que já vi, parece sofrer de letargia-auto infectante-recorrente-crônica-terminal. A ALESP parece não ter um petista sequer durante 3 e 1/2 anos. Vésperas de eleição eles vêm dar o ar das graças.

ACORDA, PT!

Responder

Luciano

03 de julho de 2014 às 14h05

O “PT” precisa explorar esta matéria na campanha eleitoral, o povo precisa saber. Só se falar do custo Brasil, esse é o custo SP/Brasi, causado pelo psdb.

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