VIOMUNDO

Diário da Resistência


Denúncias

Os juros de quase 1.000% e a eleição para presidente do BC


03/02/2014 - 11h24

por Secretaria Geral do MST, via e-mail

A materia abaixo é explicativa e bem didática. Mas queríamos chamar atenção para alguns detalhes, importantes.

A taxa média de juros cobrada pelos bancos nos cartões de credito é de 144% ao ano. Porém alguns bancos podem chegar a 967% (Santander-Visa)

A taxa de juros na Europa e Estados Unidos está ao redor de 2% ao ano! Imaginem porque eles correm investir seu capital especulativo por aqui.

Mesmo no caso do banco espanhol, o Santander cobra 26% nos seus cartões na Espanha, 58% no México e aqui chega a 705% ao ano!

Os brasileiros que compram no cartão de crédito movimentaram em 2013, cerca de R$ 26 bilhões de reais em compras. Mas 37% do valor não foram pagos. Sobre esse valor terão de pagar em média 144% ao ano.

Então os bancos vão espoliar deles R$ 13,4 bilhões de reais. Mais do que o governo gasta com o Bolsa Família.

A pergunta é, por que o Governo Federal, através do Banco Central, não controla a taxa de juros?

A resposta: porque o Banco Central é controlado pelos banqueiros!

Deveriamos exigir a eleição direta do presidente do Banco Central…

No cartão, juros de quase 1.000% ao ano

Com taxas exorbitantes e alta inadimplência, cartões de crédito representam fatia expressiva dos lucros das instituições financeiras

01 de fevereiro de 2014

Josette Goulart, de O Estado de S.Paulo

SÃO PAULO – No final da fatura, em uma tabelinha repleta de números, uma informação chama a atenção. Custo total do saque à vista no cartão de crédito do banco Santander: 967% ao ano. Para quem não consegue visualizar claramente quão caro é esse juro, é como se um banco emprestasse dinheiro para que o consumidor comprasse um carro popular de R$ 30 mil em janeiro e em dezembro lhe mandasse a conta da compra de um apartamento de R$ 320 mil.

Mas o leitor pode agora pensar que jamais sacaria dinheiro do cartão de crédito. Pensa mais: que faz os saques tradicionais de sua conta corrente e usa o cartão apenas para fazer compras. Mas, se num mês ficar mais apertado, paga apenas o valor mínimo e vai levando adiante. Esse adiante, entretanto, também sai caro, pois essa dívida começa a ter incidência de juros, no que é chamado no jargão bancário de empréstimo rotativo. Voltando ao caso do Santander, o juro de alguns dos cartões do banco pode chegar a 705,61% ao ano. É menos do que o saque à vista. Em vez de um apartamento de R$ 320 mil, o banco cobraria um de R$ 241 mil.

Segundo dados do Banco Central, um terço das concessões de crédito no cartão no ano passado entraram no rotativo. Foram R$ 26 bilhões, número maior do que o que foi emprestado em crédito consignado ou crédito ao consumo. Do total, quase 37% está com o pagamento da fatura em atraso de mais de 90 dias, ou seja, inadimplentes.

A inadimplência não é preocupante, segundo o BC, porque ela é dividida por toda a carteira, que inclui a dos clientes que pagam em dia sua fatura, cerca de R$ 62 bilhões no ano passado. Logo, o juro também não seria tão elevado, já que ele serviria para o banco fazer frente ao dinheiro que deixa disponível para os clientes pagarem apenas a cada 30 dias e também para fazer frente ao crédito parcelado sem juros.

Se a taxa média fosse de 140% ao ano, dividida pela carteira e descontando a inadimplência, o juro total cairia para 30% ao ano. Mas não é possível saber qual é a média cobrada, nem se os juros vêm subindo, porque o BC não tem esse acompanhamento. Os bancos tampouco divulgam essa informação e se restringem a prestá-las apenas nas faturas de seus clientes.

Uma pesquisa recente do Proteste mostra que o Santander tem os juros mais altos do cartão de crédito, mas não é o único a praticar taxas tão elevados. Basta reunir as faturas de diferentes clientes de diferentes bancos para constatar que os outros grandes bancos privados – Bradesco, HSBC e Itaú Unibanco – têm juros acima de 400% ao ano. É mais que o dobro do juro médio do cheque especial, acompanhado pelo BC.

Os bancos, entretanto, não falam do assunto. Todos foram procurados e enviaram apenas notas informando que cobram juros compatíveis com os riscos e que oferecem opções aos clientes. O Bradesco disse apenas que não comentaria. O Santander, que tem todos os seus cartões com juros acima de 400% ao ano, reforçou que propõe alternativas ao crédito rotativo com juros baixos. Nem mesmo o Banco do Brasil, que tem um dos juros mais baixos – segundo a Proteste, 107% ao ano – fala sobre o assunto.

Se as opções mais baratas são dadas aos clientes, esses números não aparecem nos dados do BC, que mostram que o parcelado do cartão, por exemplo, tem uma carteira de apenas R$ 2 bilhões, ante os R$ 26 bilhões do rotativo.

Lucro dos bancos. Na tentativa de decifrar como a atividade é rentável às instituições financeiras, os analistas do banco americano Goldman Sachs, liderados por Carlos Macedo, fizeram uma estimativa. De acordo com Macedo, usaram como premissas a quantidade de empréstimos no cartão, um juro médio de 120% ao ano (cabe lembrar que em alguns bancos esse juro médio é de 400%), uma inadimplência média de 40% e expurgaram os impostos.

Os números foram surpreendentes. Na média, 10% dos resultados do banco vêm do empréstimo do cartão. O Itaú é o que mais lucra. Do seu resultado anunciado até o terceiro trimestre, 16,7% foi com empréstimos do cartão. No Santander, foi 11%, no Bradesco, 7,4%, e no Banco do Brasil, 6,5%. Nenhum dos bancos comentou – alguns alegaram estar em período de silêncio.

Leia também:

Maria Lucia Fattorelli: Banqueiros capturaram o Estado brasileiro

Adriano Benayon: Feito dependente químico, Brasil corre atrás de capital estrangeiro

Últimas unidades

A mídia descontrolada: Episódios da luta contra o pensamento único
A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação.

A publicação traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.

Por Laurindo Lalo Leal Filho



26 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

André Dantas

06 de fevereiro de 2014 às 11h38

Desculpe o termo rude, mas a “solução” sugerida é ridícula. O Presidente do Banco Central é nomeado pelo Presidente da República e se o Banco Central é controlado pelos banqueiros é porque o Presidente da República é controlado pelos banqueiros.
Se temos um Banco Central dominado pelos banqueiros é porque temos uma Presidência da República que não quer ou é incapaz de criar um Banco Central que zele pelos interesses do povo trabalhador.
Ora, se não conseguimos eleger um Presidente da República imune aos interesses do mercado financeiro conseguiremos eleger um Presidente do Banco Central que terá que ser independente dos interesses do mercado financeiro e de um Presidente da República sujeito a essas pressões?
Sequer admito chamar essa “solução” de ingenuidade. Essa “solução” é de um governismo submisso que visa tirar das costas da Presidenta (do Governo que ela comanda e do Partido que ela representa) a responsabilidade pelo quadro trágico que a matéria apresenta.
A culpa não é do Banco Central. Este é apenas mais um órgão sob a responsabilidade direta do Governo que nós elegemos. E para bem e para mal esse Governo é responsável pelo que acontece.

Responder

wendel

05 de fevereiro de 2014 às 21h26

Azenha;

Solicito informar o motivo de meu último comentário nesta matéria, estar até hoje aguardando moderação.

Um abraço,

Wendel

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    05 de fevereiro de 2014 às 21h27

    Deve ter ido para o spam. abs

José Souza

05 de fevereiro de 2014 às 06h16

Se, com o PT no poder, o Bacen permite uma taxa dessa, imagine com qualquer outro partido? Fatalmente, eles diminuiriam os investimentos para aumentar o superávit primário e, consequentemente, elevarem a CELIC que é, em última análise, a taxa sinalizadora para o “mercado”. Pra mim o Bacen já é independente demais. Se a Dilma não controlar o Tombini esse ano ele vai ajudar na eleição da oposição com aumentos sucessivos da CELIC.

Responder

Pedro

05 de fevereiro de 2014 às 03h01

Tá tudo nas mãos da Dilma. É ela quem nomeia o presidente do BC. Se ela não muda, é porque não e não tem culhões.

Responder

Amaro

04 de fevereiro de 2014 às 15h15

JUROS DE QUASE 1.000 AO ANO É SACANAGEM

E já que estamos falando de sacanagem, eu não entendo o porquê da Globo não mostrar o bumbum da Fátima Bernardes no seu programa matinal.

“No encontro com Fátima Bernardes”, de hoje, 04/02, um dos assuntos foi “Irmãos de 3 e 5 anos salvam síndico de afogamento: ‘Mergulhamos e puxamos”- disseram que foi assim que aconteceu.

Ao longo da matéria, e de vez em quando, o cinegrafista dava um close no bonito rosto e no corpo da Fátima, ou mesmo no seu volumoso cabelo, e dava para perceber que ela é baixinha, tem umas gordurinhas localizadas, mas ainda se encontra bastante em forma.

Mas uma coisa me intrigou bastante: a falta de um close no bumbum da apresentadora mais querida do Brasil (ou será que é a Ana Maria Braga?).

E por que eu cobro este tipo de coisa?

Por que bumbum é preferência nacional exatamente por causa da Rede Globo de Televisão. Não é não?

Quem não se lembra dos closes demoradíssimos nos bumbuns das passistas das escolas de samba? Quem não se lembra dos closes igualmente safadinhos nos bumbuns apetitosos e sensuais das atrizes e atores da Rede Globo? E nos bumbuns das transeuntes que circulam nas praias cariocas, sem que a Globo peça nenhuma permissão para exibi-los?

E por que todo esse respeito com a mulher do Bonner? Eu não compreendo.

O programa da Fátima poderia ganhar mais uns pontinhos na audiência se a colocassem numa calça comprida bem apertadinha e a produção do programa orientasse os câmeras para focalizarem de vez em quando o bumbum da nova
(recente) namoradinha do Brasil.

Responder

Mauro Assis

04 de fevereiro de 2014 às 14h22

Bom, eleição direta para presidente do Banco Central a gente não tem… mas temos eleição direta para o cargo que nomeia o sujeito e determina a política monetária, não?

Responder

wendel

04 de fevereiro de 2014 às 14h19

“A pergunta é, por que o Governo Federal, através do Banco Central, não controla a taxa de juros?
A resposta: porque o Banco Central é controlado pelos banqueiros!”
“Karen Hudes é uma graduada de Yale Law School e trabalhou no departamento jurídico do Banco Mundial por mais de 20 anos. Na verdade, quando ela foi demitida por ter falado sobre a corrupção dentro do Banco Mundial, ela ocupava o cargo de Consultor Sénior.
Ela estava em uma posição única para ver exactamente como as elites globais governam o mundo, e as informações que ela agora está revelando para o público são absolutamente deslumbrantes. De acordo com Hudes, a elite usa um núcleo muito apertado das instituições financeiras e megacorporações a dominar o planeta.
O objectivo é o controlo. Eles querem que todos nós fiquemos escravos da dívida, eles querem que todos os nossos governos fiquem escravos à dívida, e eles querem que todos os nossos políticos se viciem em enormes contribuições financeiras que canalizam em suas campanhas. Uma vez que a elite também possui todas as grandes empresas de média, a grande média não nos deixa entrar no segredo de que há algo fundamentalmente errado com a maneira que o nosso sistema funciona.”

Lembre-se, esta não é uma “teoria da conspiração” que está dizendo essas coisas. Esta é uma advogada de Yale que estava por dentro do Banco Mundial por mais de duas décadas.Fonte: Culto do conhecimento.

Responder

wendel

04 de fevereiro de 2014 às 14h13

Não só o Brasil, mas todos os países, estão refém da usura, dos sanguessugas, do capital especulativo e danoso às finanças das nações!
Exceto talvez, dois ou três, que a mídia diz ser os inimigos do império, e por isto são acusados de terroristas ou de darem guarita a eles!
É como dizem – ” É o controle dos Bancos Centrais, idiota!!!!!!”
Assim meus caros, os escravos, terão que trabalharem e muito, para pagarem suas dividas com cartões, e também para cumprirem com seus impostos os tais “superavit fiscal”!!!!
Os governos, AHHHHHHHHHHHH!!!!!! os governos!!! Estes não passam de meros gestores e agentes do grande capital!!!!!
Podemos discutir ideologias – direita,esquerda, centro, centro-esquerda, centro-direita, extrema-esquerda, extrema-direita, socialismo, comunismo, nazismo, sionismo, enfim todos os ismos, e chegaremos a uma única conclusão!!!
Somos todos idiotas, quando não, instrumentos a serviço do capital!!!!!
Há quem pense o contrário, e como isto me faz feliz, pois mostra o quanto estou certo!!!!!

Responder

Alan Carvalho

03 de fevereiro de 2014 às 23h45

O que afundou o plano cruzado? Foram os juros baixos e explosão do consumo. O plano real é o plano cruzado com juros altos (altíssimos) e só funciona se for assim!

Responder

FrancoAtirador

03 de fevereiro de 2014 às 23h00

.
.
Até hoje, não consegui compreender

como é que alguém em sã consciência

tem conta corrente em banco privado.
.
.

Responder

    Mário SF Alves

    04 de fevereiro de 2014 às 13h31

    Em sã consciência até que sim, dá para entender. Incompreensível seria gente politicamente desalienada desnecessariamente transigindo e se submetendo às regras espoliativas e subdesenvolvimentistas da banca privada.

Claudius

03 de fevereiro de 2014 às 22h15

Perfeito, Fernando.

Responder

sergioa

03 de fevereiro de 2014 às 20h50

Fico imaginando como deve ser a pesquisa Focus do BC do Brasil, ou melhor BC do Mercado, para definir a SELIC nas reuniões do COPOM.

Acredito que deve ser um questionário com uma única pergunta ao Sr. Mercado:

“Quer ganhar quanto, quer ganhar quanto, quer ganhar quanto?????”

Banco Central do Brasil independente??? Só se for independente do povo brasileiro, porque do Mercado, dos Rentistas preguiçosos e Banqueiros, não passa de um pau-mandado.

Responder

J Souza

03 de fevereiro de 2014 às 19h45

Dizem que antigamente agiotagem era crime…

Responder

Malvina Cruela

03 de fevereiro de 2014 às 18h03

eleição direta…taí uma ideia matadora, solução total…pq nunca pensamos nisso antes??? em seguida quem sabe poderíamos ter a ousadia de ter o mesmo método para todos os cargos do legislativo, executivo e até quiçá, presidente da republica e estaríamos no melhor dos mundos é ou não é???

Responder

    Mário SF Alves

    04 de fevereiro de 2014 às 13h36

    A resposta era pra ser dirigida ao Damastor Dagobé, mas, já que sua retórica é exatamente a mesma dele, então segura, Malvina damasto-dogobina:

    “Sistema de referência pós-moderno e crítica mordaz jamais passam despercebidos. Pena que em se tratando de Brasil, sejam assim

    tão sobejamente infrutíferas. E pior: via de regra só se prestam para engrossar a fila dos inocentes inúteis, ingênuos,

    alienados políticos e demais cérebros mídio-lavados.

    Epa! mas, peraí, a ideia da eleição direta pra presidente do BC não foi a mais pura ironia, não?
    Não. Não responda, não. Já sei, você está cima do bem e do mal, é isso?

    Então, sábios, elegantes e distintos Damastor/Malvina, se não é por aí, por onde seria?

    Malvina Cruela

    04 de fevereiro de 2014 às 14h15

    cuma????!!!!

João Vargas

03 de fevereiro de 2014 às 14h34

Considero esta uma das principais frustrações do governo PT. Lula chegou a declarar que os bancos nunca lucraram tanto como no governo dele, disse mais: que o brasileiro deveria levantar a bunda da cadeira para procurar juros mais baratos. Quando um banco coloca uma taxa de juros anuais de cerca de 500% expressa numa fatura de cartão de crédito está escancarando a verdadeira agiotagem que é praticada neste país com a anuência dos governantes. Deus nos livre de cair em um rotativo de cartão de crédito, porque só Deus pode ajudar em uma situação destas, pois os governantes estão de quatro para o poder financeiro que é quem, em última análise, comanda o país.

Responder

lukas

03 de fevereiro de 2014 às 12h13

O MST está pouco se lixando para o campesinato, só os utiliza para fazer a revolução socialista, em pleno sec.XXI. Não vai conseguir, mas permanece como um bibelô das esquerdas.

PS. eleições diretas no MST nem pensar, né? E na UNE?

Responder

    Mário SF Alves

    04 de fevereiro de 2014 às 13h45

    Ih! lukas, tá misturando. Tá confundindo conhaque de alcatrão com catraca de canhão, companheiro.

    Além do mais, quem te garante que o MST age em função do “socialismo aqui e agora”? Onde você leu ou como comprova isso?
    _________________________
    Cara, o Brasil é tão politicamente surreal, tão surreal que qualquer indivíduo com um mínimo de bom senso sabe que o que tem de estar em questão é a superação do colonialismo, do capitalismo subdesenvolvimentista, desses juros escorchantes, envergonhantes, trágicos e absurdos. Ou você acha que não?

    Ted Tarantula

    04 de fevereiro de 2014 às 14h17

    “Tá confundindo conhaque de alcatrão com catraca de canhão, companheiro.”
    véi..na boa?? agora vc entregou o DNA e quicá o PVC ..

Apavorado com a cara-de-pau humana.

03 de fevereiro de 2014 às 11h41

E chamem a Suely Caldas pra comentar. E chamem a Kramer para comentar….

Pois pra Suely eu enviei até fatura com essas taxas. E ela permaneceu na moita. Sempre dizendo que os juros são 60 aa. Mesmo com a fatura na mão dizendo que eram 650% a.a.

Responder

Apavorado com a cara-de-pau humana.

03 de fevereiro de 2014 às 11h39

E adoravam Pallocci.

Responder

Apavorado com a cara-de-pau humana.

03 de fevereiro de 2014 às 11h39

De acordo!

É a milícia dos poderes. Agem por trás do governo ou desgoverno ou órgão.

E metem o pau nas boas ações. E a pobrada que só repete, acha que Dilma tem poderes. Tudo já chega para assinar prontinho, feito pelas milícias.
E as milícias querem o lobby legal. Pra quê mais lobby ?

Responder

Fernando

03 de fevereiro de 2014 às 11h36

A resposta para o questionamento do MST está na Carta ao Povo Brasileiro do Lula.

Responder

Deixe uma resposta

Apoie o VIOMUNDO - Crowdfunding
Loja
Compre aqui
A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação e traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.