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Mineiros querem saber por que aeroporto sempre teve uso particular e cadeado


23/07/2014 - 07h42

aecioporto-v2

Em visita ao Ministério Público Estadual, os deputados Pompilio Canavez, Rogério Correia e Adelmo Leão entregam ao Ministério Público documentos que denunciam abuso de recursos públicos

Bloco Minas Sem Censura quer investigação sobre aeroporto construído em Cláudio

por Minas Sem Censura

Representando o bloco Minas Sem Censura, os deputados Pompilio Canavez, Rogério Correia e Adelmo Leão foram nesta terça-feira (22) à Procuradoria de Justiça, em Belo Horizonte, solicitar a investigação do aeroporto construído na cidade de Cláudio com dinheiro público em terreno pertencente à família do senador tucano Aécio Neves. A obra cobrou da população mineira quase R$14 milhões e foi realizada durante o segundo mandato de Aécio como governador de Minas Gerais.

Os deputados entregaram ao promotor Júlio César Luciano, sorteado pelo Ministério Público Estadual para cuidar do caso, cópias da reportagem que denunciou o empreendimento a todo o país, do programa Proaero, do processo de desapropriação do território do tio-avô de Aécio, Múcio Guimarães Tolentino, na justiça mineira e outras informações. “Pedimos para que o Ministério Público averigue e cumpra o seu papel. Os mineiros querem saber por que esse aeroporto sempre teve uso particular. Inclusive tem cadeado. Esse caso se enquadra em uma improbidade administrativa”, afirmou o deputado Pompilio Canavez, líder do Minas Sem Censura. O parlamentar também questiona onde o interesse público se encaixaria nesse empreendimento, já que em cidades vizinhas a Cláudio existem aeroportos capazes de suprir as demandas.

O aeroporto não tem funcionários e sua operação ainda não é considerada regular pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que também não recebeu do estado todos os documentos para realizar a homologação do aeroporto e permitir que seja aberto ao público. Para pousar por lá é necessária a autorização de familiares do senador Aécio Neves.

Na reunião, o deputado Rogério Correia apontou outras questões relacionadas ao aeroporto, como o alto gasto para sua construção, equivalente ao valor de aeroportos completos e com voos regulares. “Que aviões pousam lá? Quem são os passageiros? Isso precisa ser levantado”, indagou Rogério. Outro fato destacado é que a empreiteira que fez a obra do aeroporto, Vilasa Construtora Ltda, fez uma doação de R$ 67 mil para a campanha de Aécio Neves em 2006.

Com a representação em mãos, o promotor Júlio Cesar assegurou que o assunto será apurado e fará o possível para dar uma resposta aos deputados e ao povo mineiro.

CPI

Para que a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) também investigue o caso, os deputados do Bloco Minas Sem Censura estão recolhendo assinaturas de parlamentares para instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). “A dificuldade é que a ALMG está em recesso, mas estamos entrando em contato com cada deputado pedindo a assinatura. Mas sabemos que ter uma CPI em Minas Gerais é muito difícil. Já são 12 anos que não acontece”, explicou o líder do bloco, Pompilio Canavez.

Para efetivar uma CPI são necessárias 26 assinaturas. “Queremos livrar nosso país do que acontece em Minas Gerais”, pontuou Rogério Correia.

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37 comentários

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Rotor

24 de julho de 2014 às 13h26

Vocês acham que vale a pena , esperar esta grande imprensa denunciar alguma coisa?
Vejam só o caso da Alstom, do mensalão mineiro. Simplesmente, sumiram do noticiário.
O que temos que fazer é ir às ruas fazer campanha para a DILMA. Mostrar as diferenças entre os governos Petistas e tucanos.
Valor dos salários, nível de emprego e renda, políticas sociais, investimentos em saúde e educação, etc…

Responder

pimenta

23 de julho de 2014 às 22h48

Esquema Siemens também operou em administração de tucano mineiro Aécio

Empresário acusou a ECT de superfaturamento de R$ 48 milhões em licitação promovida no governo FHC tendo como ministro Pimenta da Veiga
Em meio ao escândalo do chamado propinoduto tucano, denunciado pela Siemens, empresas fornecedoras de equipamentos e de serviços em trens e metrô nas gestões Mario Covas, José Serra e Geraldo Alckmin que superfaturaram R$ 577 milhões, o equivalente a 30% a mais do que os governos pagariam se não houvesse esquema, outros casos envolvendo a empresa igualmente estão sendo investigados, mas ainda permanecem ofuscados.
Até 2005, repousou em uma gaveta do empresário catarinense Edson Maurício Brockveld um envelope lacrado de papel pardo. Em uma das faces do invólucro estão registradas cinco assinaturas de membros da Comissão Especial de Licitação dos Correios. Dentro, segundo ele, está à prova de que a corrupção na ECT começou, ou tinha prosseguimento, ainda no governo Fernando Henrique Cardoso.
Dono da Brockveld Equipamentos e Indústria Ltda., o empresário esperou até 2005, ocasião da CPMI dos Correios para abrir publicamente o envelope. Seu objetivo era provar ter sido preterido em uma concorrência, em 2000, em favor de duas empresas estrangeiras, a alemã Siemens e a francesa Alstom, ambas com propostas supostamente superfaturadas.
Brockveld alega ter calculado em R$ 48 milhões o contrato de compra de equipamentos de movimentação e triagem de carga interna oferecido à ECT. A dupla vencedora cobrou quase o dobro. De quebra, diz o empresário, as escolhidas passaram a gerenciar outros três contratos no valor de US$ 100 milhões (R$ 230 milhões).
Em 22 de dezembro de 1999, a ECT abriu a concorrência internacional 016/99 para compra e manipulação de equipamentos de sistemas de movimentação e triagem interna de carga. Interessado no negócio, Edson Brockveld conta que, nos dois anos anteriores à licitação, desenvolveu, junto ao setor de engenharia dos Correios, diversos equipamentos e realizou testes em parceria com as empresas Portec e Buschman, ambas dos Estados Unidos.
Segundo ele, a pedido da diretoria da ECT, a Brockveld Equipamentos chegou a trazer engenheiros americanos para fazer as demonstrações e, assim, ganhar a confiança da direção da estatal. O presidente da empresa era Hassan Gebrin, ligado aos grupos políticos do então governador do Distrito Federal, Joaquim Roriz (PMDB), e do ex- senador e ex-governador também do Distrito Federal José Roberto Arruda (PFL-DF).
A indicação havia sido avalizada pelo então ministro das Comunicações, Pimenta da Veiga. Para garantir uma boa posição no processo licitatório, a Brockveld fez um consórcio com a japonesa NEC, uma das gigantes mundiais do setor de tecnologia de ponta. Pelo acordo, cada empresa seria responsável por um setor.
A empresa brasileira cuidaria do maquinário de movimentação postal e a NEC dos equipamentos de comunicação e segurança. Dois dias antes da licitação, no entanto, sem nenhum sinal prévio, conta Edson, o então diretor da NEC no Brasil, Marcos Sakamoto, informou à Brockveld que não poderia participar da licitação.
Alegou, segundo o empresário catarinense, atender a um pedido da direção da Siemens, que não queria a participação das duas empresas na licitação. No dia da abertura das propostas, Edson Brockveld diz ter sido diretamente convidado pelas empresas Mannesmann Dematic Rapistan, Siemens e Alstom a não participar da concorrência da ECT, pois estaria tudo certo que as duas últimas seriam as vencedoras da licitação.
Brockveld alega ter ignorado a oferta e participado, assim mesmo, do processo. No dia da licitação, o edital previa que fossem abertos os envelopes relativos à habilitação técnica e comercial. Porém, ao ser constatado que a Brockveld Equipamentos iria participar da licitação, e pelo fato de os concorrentes não saberem se a empresa estava ou não com os documentos em ordem, foi feita uma proposta à ECT de emissão de um parecer único da proposta técnica e de habilitação, em desacordo com o estabelecido no edital de licitação.
Feito isso, a Brockveld e a Mannesmann acabaram sumariamente inabilitadas tecnicamente. A Mannesmann imediatamente recorreu, mas teve o pedido indeferido. Ambas receberam, lacrados, os envelopes com as propostas de volta. Siemens e Alstom foram às escolhidas. Detalhe: a empresa francesa embolsou US$ 15 milhões e deu o cano na ECT, por este motivo foi processada pelos Correios e substituída em seguida, pela NEC.
Logo depois, a direção da Brockveld foi procurada pelas empresas vencedoras. Teriam pedido para que ela não entrasse com recurso administrativo. Em troca, os executivos da Siemens e da Alstom dariam parte do projeto para a perdedora. Ou seja, comprariam da empresa brasileira os equipamentos previstos no contrato.
Com a Alstom, o acordo foi assinado na noite do dia 23 de fevereiro de 2000. A empresa foi representada, segundo Edson Brockveld, por um diretor chamado Jean Bernard Devraignes. A Siemens, no entanto, esperou a data-limite para entrada de recurso, 24 de fevereiro de 2000, para assinar o acordo, em Brasília.
Naquele dia, para ter certeza de que tudo sairia conforme combinado, Hélcio Aunhão, diretor da Siemens, foi ao aeroporto da capital federal encontrar com Brockveld, então disposto a entrar com o recurso administrativo contra o resultado da licitação, o que nunca aconteceu. Depois de assinados os contratos, no entanto, as empresas vencedoras não honraram os acordos.
Edson Brockveld, então, esperou o momento certo de se vingar. A crise desencadeada a partir das denúncias de corrupção, justamente nos Correios, lhe pareceu à oportunidade ideal. O empresário foi ao Congresso Nacional para entregar toda a documentação sobre o caso a então senadora, hoje ministra Ideli Salvatti.
Disse a ela ter tomado a iniciativa de denunciar o caso cinco anos depois porque, impedido de participar da licitação e traído por empresas internacionais, achava que a CPMI dos Correios iria se interessar pelo caso. Por isso havia decidido ir pessoalmente ao Senado. Ele disse à senadora que, em princípio, não teria interesse em entrar em briga judicial contra a ECT, mas pretendia acionar a Siemens e a Alstom por quebra de contrato.
O diretor-regional de Vendas da Siemens no Brasil, Hélcio Aunhão, negou, na Sub-relatoria de Contratos da CPMI dos Correios, as acusações de que a empresa teria feito conluio com a Alston para que a Brockveld se retirasse da licitação do sistema de triagem interna de cargas dos Correios.
Aunhão confirmou ter assinado termos de intenção de compra de alguns equipamentos com a Brockveld, transação que, segundo Edson Maurício, serviria para compensar a empresa que se retirou, mas disse que a compra não foi realizada porque a empresa fornecedora não teria cumprido as condições estipuladas no contrato.
O sub-relator, então deputado federal, hoje Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, afirmou na audiência que a CPMI iria solicitar ao Ministério Público o aprofundamento da investigação sobre o caso.
O Ministério Público brasileiro obteve de autoridades da Suíça, este ano, a confirmação da existência de contas do operador do esquema junto ao Metrô de São Paulo, Roberto Marinho, no exterior. Agora, espera-se no MP a chegada de novas informações, vindas do Principado de Liechtenstein, vizinho à Suíça, de forma a rastrear o trânsito de grandes recursos no circuito de empresas e bancos do paraíso fiscal.
Segundo as autoridades o alimentador desse esquema seria a multinacional Alstom, que teria feito “acordo”, com os tucanos antes mesmo da Siemens e em relação ao Metrô de São Paulo, ou seja, no período que ocorreu às irregularidades no Correios, quando Pimenta da Veiga era Ministro das Comunicações de FHC.
Na multinacional alemã, o presidente no Brasil, Peter Loscher, foi afastado do cargo, numa responsabilização indireta sobre a gestão que teria participado de um cartel formado por 15 empresas, todas participantes de um esquema de pagamento de propinas aos tucanos.

Responder

Francisco

23 de julho de 2014 às 18h20

ACMinas…

Responder

Amaro Doce

23 de julho de 2014 às 16h50

Azenha, está confirmado: Dilma é inocentada no caso Pasadena

qua, 23/07/2014 – 15:08

Ministro do TCU isenta Dilma no caso Pasadena

Fonte: Brasília 247, ou http://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/147630/Ministro-do-TCU-isent

Relator José Jorge aceitou o argumento apresentado pela presidente Dilma Rousseff e defende que os conselheiros da Petrobras na época não sejam responsabilizados pelas irregularidades da compra da refinaria dos EUA; em contrapartida, ele sugere a punição de diretores da estatal, estimando um prejuízo de cerca de US$ 700 milhões (R$ 1,5 bilhão); relatório será votado nesta quarta-feira pelo plenário do tribunal

23 de Julho de 2014 às 05:43

247 – O ministro José Jorge, relator do processo no TCU (Tribunal de Contas da União) sobre a compra da refinaria de Pasadena (EUA) pela Petrobras, defende que os conselheiros da empresa na época, entre eles a hoje presidente Dilma Rousseff, não sejam responsabilizados pelas irregularidades do caso.

O relatório, que deve ser votado nesta quarta-feira (23) pelo plenário do tribunal, sugere a punição de diretores da estatal, estimando um prejuízo de cerca de US$ 700 milhões (R$ 1,5 bilhão). Entre eles, estão os ex-diretores da área internacional Nestor Cerveró e de abastecimento Paulo Roberto Costa, preso em uma operação da Polícia Federal sob a suspeita de esquema de lavagem de dinheiro com o doleiro Alberto Youssef.

José Jorge aceitou o argumento apresentado pela presidente Dilma de que os conselheiros nos anos de 2006 e 2007 não foram informados pela diretoria de algumas cláusulas da compra.

Se a proposta do relator for aprovada, a presidente e outras nove pessoas (entre elas seis ministros e ex-ministros), que participaram das reuniões como conselheiros aprovando as transações, ficam isentas de punição.

Responder

assalariado.

23 de julho de 2014 às 16h00

Resposta ao Assalariado falsificado em (qua, 23/07/2014 – 9:37). Pois é, Assalariado fake, você nem para agir como porta voz da direita, consegue ser autentico. Sua suposta cegueira política mostra que sua missão como trolha não entendeu que, o que também está em questão é, o valor gasto com cada KM construído/ contratado, no governo Aécio Neves do PSDB. Da uma olhada aqui no Tijolaço: http://tijolaco.com.br/blog/?p=19340

Saudações Socialistas.

Responder

    Assalariado

    23 de julho de 2014 às 20h56

    Assim como a esquerda e o PT sempre pregam, apenas um assalariado conta, aquele que corresponde aos ideais Petistas.

    Caso não seja, aí de fato é um assalariado fake ou um coxinha como gostam de inventar.

    E claro, fico muito surpreso de você não postar NUNCA, e ainda assim julga-se dono no nick, posta, tão pouco que até eu tenho mais participações que você.

    Sua predileção pelo socialismo mostra bem o tamanho da tua cabeça.

    Conceição Lemes

    23 de julho de 2014 às 21h34

    AssalariadodoB, engano seu. O assalariado original posta com frequencia no Viomundo. abs

    Assalariado

    23 de julho de 2014 às 20h59

    Ah , respondendo especificamente ao seu post, não questionei obra nenhuma nem KM nem nada.

    O que eu disse é que se a esquerda e o PT podem adotar o vitimismo e a covardia porque a oposição não pode, certo?

    Covardia por covardia na esquerda é o que mais se encontra.

    Aprenda a interpretar!

Antonio Queiroga

23 de julho de 2014 às 15h57

Para esse pessoal do PIG que esconde a notícia sobre o aeroporto do titio do Aécio, só me resta cantar a música da Gretchen:

Conga, conga, conga!
Quenga, quenga, quenga!
Conga, conga, conga!
Quenga, quenga, quenga!

Responder

MARINALVA

23 de julho de 2014 às 15h33

O POVO, se depender do jornal o POVO, de Fortaleza, estará sempre desinformado.

Em Fortaleza, o jornal O POVO ainda não descobriu o aeroporto do “titio” do
Aécio. Nenhuma linhazinha sobre o assunto.

E olha que em termos de gastos, a comparação está sendo feita com o aeroporto de Aracati, que fica a menos de 150 km de Fortaleza, que é um baita de um aeroporto, e custou praticamente o mesmo que o aeroporto de Cláudio. Isso é que é blindagem.

É que para a redação do Jornal O POVO, a notícia está vindo de jumento. Só pode ser.

Quá, quá, quá, quá!

Responder

Amaro Doce

23 de julho de 2014 às 14h53

O BAND-NEWS NÃO SABE O QUE É UM AEROPORTO

Minas trabalha em silêncio. Aécio Neves mais ainda.
Ele é tão silencioso que a Band-News ainda não descobriu o aeroporto do titio. Como é desinformado esse tal de Boechart, ou melhor, os jornalistas da Rede Bandeirantes de uma maneira geral.

Que coisa esquesita.

Responder

    Arthur

    23 de julho de 2014 às 19h44

    Disse tudo ! A Band News é o PIG que ainda não saiu do armário !

ricardo silveira

23 de julho de 2014 às 13h37

Nestes tempos de desconfianças generalizadas, algumas procedentes outras não, o que faz que honestos muitas vezes paguem pelos desonestos, cabe perguntar: Quanto tempo levará para o promotor iniciar e concluir suas investigações? Uma semana, ou vão deixar para depois das eleições, com a justificativa de que o Tribunal Eleitoral acha que investigar prejudica o candidato tucano, ou sei lá o quê? Pois é, podiam dar a oportunidade de o MP mineiro mostrar a todo o Brasil que lá quem manda é a cidadania, não é nenhuma televisão, nenhum partido, nenhuma família, é a cidadania, a Constituição.

Responder

Joel Miranda

23 de julho de 2014 às 13h31

Brasil

Sem falar das possíveis irregularidades do “aerócio”, (nome bem adequado para um aeroporto que só é utilizado pela família do titio de Aécio), como pode ficar escondida uma obra de 14mi, dentro da cidade de Cláudio-MG?
Onde estava a Folha Investigativa que só descobriu agora?
Ou já sabia e fez sacanagem com o senador mineiro, porque Serra não
foi o escolhido candidato do PSDB?
Esse papel da Folha precisa ser esclarecido, fez um desastre na candidatura do Arrocho Neves!

Responder

Fabiano

23 de julho de 2014 às 12h34

o MP de Minas tem medo do Aécio, não vão fazer absolutamente nada.

Responder

Amaro Doce

23 de julho de 2014 às 12h32

PENSAMENTO DO DIA

Ontem, as esquerdas só se uniam na cadeia.
Hoje, a direita não se une nem nos aeroportos.

Responder

Ozzy Gasosa

23 de julho de 2014 às 11h05

Pelo jeito o Cerra ainda não desistiu da candidatura a presidente …
Esse tucaninhus não aguenta ate setembro o fogo amigo …
kkkkkkkkkkk

Responder

El Cid

23 de julho de 2014 às 11h03

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Responder

Mariá

23 de julho de 2014 às 10h44

DESCOBERTO OUTRO AÉCIOPORTO

Outro aecioporto: a pista fantasma de Montezuma, cidade de menos de oito mil habitantes
22 de julho de 2014 | 23:04 Autor: Fernando Brito, no Tijolaço

miontezuma

Montezuma é uma pequena cidade no pobre Norte de MInas.

Tem, como se dizia no meu tempo, menos de oito mil almas: 7.900, segundo o IBGE.

Mas tem, também, a Perfil Agropecuária e Florestal, empresa de Aécio Neves e de sua irmã, Andréa Neves, da qual já eram sócios e, agora, herdeiros de seu pai, o ex-deputado Aécio Cunha.

Uma “terrinha” de apenas 950 hectares – ou 9.500.000 metros quadrados, ou 950 campos oficiais de futebol, para nós, urbanos, pouco acostumados a essas grandezas.

Ganha em usucapião do próprio Estado de Minas Gerais, onde eram devolutas.

O ex-Governador Newton Cardoso, o “Newtão”, tem negócios na região.

E, no seu governo, nos anos 80, mandou construir um aeroporto, de cascalho, para pequenos aviões pousarem na “cidade” de Montezuma.

Municipio que está em 438° lugar em população entre todas as municipalidades mineiras.

Pois não é que no Governo de Aécio Neves, aquela pista foi asfaltada para receber até mesmo jatinhos?

Não consegui apurar o valor da obra.

Mas achei uma foto da cabeceira da pista, já asfaltada, no site Em tempo real, de Luís Cláudio Guedes.

E a matéria no Diário Oficial de Minas Gerais comprovando que as obras foram feitas no governo Aécio Neves, pelo governo estadual.

Porque o aeroporto é municipal.

E, segundo o testemunho dos moradores, passa meses a fio fechado, sem receber um único avião.

Pobre Montezuma, não merecia essa maldição.

Responder

Jose Oliveira

23 de julho de 2014 às 10h19

Uma coisa é ter cadeado e não ser usado. Outra, bem diferente, é ter uso particular como todos já sabem.
Existem pessoas que não veem nada de errado em o governador ter escolhido a fazenda da sua família para desapropriar e pagar a indenização que está sendo contestada na justiça para ter seu valor majorado, nem em esse “aeroporto” ter custado mais que outros maiores, mais equipados e que já estão em funcionamento.
Também preferem fechar os olhos ao fato de que o aeroporto está bem ao lado da fazenda da família do governador e que a cidade não precisa de aeroporto.
Enfim, se acham normal, depois não reclamem de falta de segurança, de saúde, de educação, etc.

Responder

Mariá

23 de julho de 2014 às 10h15

EXTRA! EXTRA! EXTRA! Mas a confirmar:

Acabo de receber de um amigo pernambucano a seguinte mensagem:

“Dilma acaba de ser inocentada, por um juiz do Tribunal de Contas da União, o pernambucano José Jorge de Vasconcelos
(antigo arenista e que foi secretário de Educação da direita, aqui em Pernambuco), no caso da compra de Pasadena. A presidente, disse o ministro do TCU, que examinou 26 relatórios, dossiês ou coisa que o valha, é INOCENTE.

É como diria o Galvão: as coisas já estiveram melhor para o Aécio Neves.

Responder

Mailson

23 de julho de 2014 às 09h46

PRONTO: A FOLHA DILMOU DE VEZ.

Veja a manchete: Deputado relata propina por apoio a coligação de aliado de Campos.

É fogo amigo contra Aécioporto e contra Dudu Fields.

Responder

    Carlos Ribeiro

    23 de julho de 2014 às 13h25

    Se prepara Dilma, que vem chumbo grosso!

Assalariado

23 de julho de 2014 às 09h37

Não entendi, se o negócio não funciona, não tem funcionários, então tem que estar fechado a cadeado mesmo, certo?

Sobre o resto um lado alega que foi desapropriado e que está sendo perseguido e tal. Bom, não dá pra negar que o PT é o maior destruidor de reputações quando acuado, seja verdade ou não, menos ainda que ele seja honesto.

E claro, se o PT alega ser sempre vítima e perseguido em 100% das suas acusações porque a oposição não pode alegar o mesmo, certo?

Responder

    anac

    23 de julho de 2014 às 10h13

    Não é porque é assalariado tem que ser burro.
    Vamos lá, dossiês para assassinatos de reputação sempre foram praticas seculares dos tucanos, até para detonar amigos aliados, como no Caso Pó Pará, governador Aécio do Estadão e a investigação do jornal de Minas que originou o Privataria Tucana. Lembremos também do caso Lunus quando detonou a PF, na unica vez que a instituição trabalhou sério, de FHC a candidatura de Roseana Sarney para que Serra fosse o oponente de Lula.
    O caso do aeroporto em Claudio via Falha de SP tem os 20 dedinhos dos pés e mãos de Serra. É fogo tucano paulista contra tucano carioca/mineiro.

    Rogerio

    23 de julho de 2014 às 11h12

    Você não entendeu mesmo, o negócio funciona, mas só para os amigos dos neves e é quando o cadeado se abre com a chave que fica com o titio. Entendeu agora ou quer que desenhe?

    Nelson Quintanilha

    23 de julho de 2014 às 11h13

    O Assalariado, burro você não é, então deve ser mal intencionado.
    Quem paga seu salário?

    J Fernando

    23 de julho de 2014 às 11h14

    Porém, o “negócio” funciona.
    Aécio utiliza o aeroporto.
    E, sim, o PT é perseguido pela mídia, toma providências e elas não são divulgadas. Vide o Orlando Silva, ex-ministro dos Esportes, defenestrado após acusações e no fim, inocentado, sequer mereceu uma notinha no meio do caderno de pequenos anúncios…
    Estamos aguardando as providências do senador em relação ao “negócio”, o aeroporto que não funciona para o público, mas funciona para os familiares do senador. As devidas punições e a comprovação de que está tudo certo, inclusive o gasto de 14 mi, embora já tenham encontrado outro aeroporto do mesmo tamanho em MG, que custou 4 mi. Aí, então, poderemos dizer que ele também está sendo perseguido injustamente…

    SÁVIO SOBREIRA

    23 de julho de 2014 às 12h59

    Quem se esconde sobre o manto do anonimato, não merece sequer ser comentado.

    cris

    23 de julho de 2014 às 13h34

    ahahahah

    engraçadíssimo….

    jonas

    23 de julho de 2014 às 13h56

    Vai me desculpando sr Assalariado, mas não ficou muito clara a sua defesa. Entendi que o sr é favorável a que o aeroporto esteja fechado a cadeado mas que pode ser utilizado mesmo não estando homologado. É isso mesmo?

    Quanto a destruição de reputações o sr lembra de um ministro da Dilma defenestrado d seu cargo por pagar uma tapioca com cartão de credito do Estado?

    Grandes abraços

    ViniciusP

    23 de julho de 2014 às 16h20

    Pô assalariado, a sua inteligencia parece ser da dimensão do seu salário, uma naftalina gasta.

Mailson

23 de julho de 2014 às 09h31

FOGO AMIGO: JORNAL NACIONAL, SERRA E A FOLHA DE SÃO PAULO QUEREM “FODER” O AÉCIO.

Mas a culpa, segundo o PSDB, é do PT.

Veja esta matéria publicada no blog os amigos do presidente LULA, e colada abaixo: http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2014/07/aeroporto-de-aecio-abalou-campanha.html

Aeroporto de Aécio, abalou a campanha tucana, diz jornal Estadão

Aécio Neves, voltou a defender nesta terça-feira, 22, a construção, do aeroporto em terreno de seu tio no município de Cláudio, no interior do Estado, quando ele era governador

A campanha tucana convocou a imprensa, mas Aécio se recusou a responder a perguntas feitas pelos jornalistas que estavam no comitê central, em São Paulo. O candidato fez apenas uma declaração sobre a legalidade da obra, sem dizer se fez ou não uso do aeroporto, que fica a 6 quilômetros da fazenda de sua família.

Reportagem publicada no domingo pelo jornal Folha de S.Paulo revelou que o governo mineiro gastou quase R$ 14 milhões na construção do aeroporto de pequeno porte na área que pertenceu ao tio-avô de Aécio, Múcio Guimarães Tolentino, ex-prefeito de Cláudio. Conforme a reportagem, um dos filhos de Múcio, Fernando Tolentino, disse que o próprio Aécio, seu primo, usa a pista sempre que visita a cidade.

No rápido pronunciamento, Aécio acusou o PT de estar por trás da divulgação do caso.

Abalo.

O caso do aeroporto abalou a campanha tucana. Aécio cancelou sua agenda nesta terça e passou o dia em Belo Horizonte articulando sua defesa. Embora digam oficialmente que não há crise na campanha, aliados do senador admitem reservadamente que o sinal amarelo foi aceso depois que o caso foi repercutido pelo Jornal Nacional, da Rede Globo.

A estratégia para sair da defensiva já foi traçada: culpar a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) pelo vazamento e o PT pela propagação da história e por tentar politizar a denúncia. “Esse assunto ocorreu em 2010. A denúncia foi feita, claro, por vazamento de algum órgão de governo que tenha a informação e controla o funcionamento do aeroporto”, disse o senador José Agripino (DEM-RN), coordenador da campanha de Aécio, sem citar nominalmente a agência.

A Anac anunciou que vai apurar se aviões pousaram ou decolaram da pista em Cláudio, pois o aeroporto não tem autorização do órgão para operar.

O PT entrou nesta terça com um pedido para que a Procuradoria-Geral da República abra inquéritos civil e criminal para investigar se houve irregularidades cometidas pelo candidato do PSDB. A sigla solicita que sejam apurados práticas de improbidade administrativa, crimes de peculato, prevaricação e outros.

Na capital mineira, o promotor Júlio César Luciano, do Ministério Público estadual, disse que instaurou um procedimento prévio de investigação para apurar o caso

Responder

    anac

    23 de julho de 2014 às 10h15

    Na traição entre tucanos, de minas e paulistas, a culpa é do sofá (PT).

Gustavo

23 de julho de 2014 às 09h08

O comportamento da imprensa mineira diante de qualquer informação que ameace a imagem de bom moço do super governador e senador Aécio Neves é patético. Entre os portais da internet só o Jornal O Tempo deu destaque para a denúncia da Folha de São paulo. O hoje em dia apresenta notas dispersas com o tom de defesa do candidato. O Estado de Minas, se falou algo, foi tão escondido que ninguém viu. A record minas com seus jornalistas, que oscilam entre iracundos e cômicos, não mostraram a mesma ira que demonstram com os problemas que envolvem outros partidos e movimentos sociais. A rádio Itatiaia, conhecido diário extra oficial do governador, também não dispensou a mesma indignação. Talvez, com o tempo fique claro para a população que essa imprensa é partidarizada, que alguns profissionais servem a propósitos que não ao jornalismo, que disseminam a intolerância e o preconceito com seus programetes que não são nem engraçados nem informativos. É triste ver que as tvs Record e Alterosa, sem citar a Globo, a rádio itatiaia, os jornais escritos de minas são os grandes meios de difusão da informação no meu estado, conformam e deformam a informação construindo dia a dia o senso comum travestido de verdade. Lamentável que não haja contraponto.

Responder

    J Fernando

    23 de julho de 2014 às 11h22

    Gustavo, o jornal estado de minas utiliza uma estratégia “excelente”, que não vincula o nome do governador a qualquer denúncia apresentada. Veja bem, em um debate com colega eleitor do PSDB, citei os servidores públicos prejudicados com a Lei 100, inconstitucional (admissão de servidores públicos sem concurso). Quando perguntei se meu colega sabia sobre a Lei 100 e a dispensa de 100 mil servidores, ele disse que sim. Só que ele disse que foi um erro absurdo “do governo de Minas”. Eu fiz a pergunta crucial: você sabe quem sancionou a Lei 100? Incrível, ele não sabia!! Assinante do jornal estado de minas e da revista veja, pessoa culta e esclarecida, ele não sabia que foi o ex-governador Aécio Neves que sancionou a lei.

    A Rodrigues

    23 de julho de 2014 às 19h51

    Desculpe J Fernando, se seu colega é assinante do estado de minas e da veja pode ser até boa gente, mas culto e esclarecido ele não é.


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