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Júlio Cerqueira sobre a inundação de Franco da Rocha: Uma irresponsabilidade da Sabesp
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Júlio Cerqueira sobre a inundação de Franco da Rocha: Uma irresponsabilidade da Sabesp


18/01/2011 - 18h18

de Conceição Lemes*

Na última semana,  Franco da Rocha, a 45 quilômetros da capital paulista, “ganhou” o noticiário nacional.

Na quarta-feira, 12,  amanheceu inundada, inclusive a Prefeitura.

Em certos lugares, a água subiu 2 metros.

A população de 120 mil habitantes ficou ilhada.

Sábado, 16 de janeiro, os moradores começaram a voltar para casa.

A remoer-lhes esta dúvida: A Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) agiu corretamente ao abrir as comportas?

“Por telefone, no dia 11 [terça-feira], a Defesa Civil de Franco da Rocha foi comunicada que no dia seguinte [12, quarta-feira] a Sabesp iria abrir as comportas da represa Paiva Castro e liberar 15 metros cúbicos por segundo [15m³/s]”, diz ao Viomundo João Cruz, assessor de imprensa da Prefeitura do município. “Nada mais foi dito.”

“Por telefone?”, esta repórter questionou-o.

“Só por telefone!”

“Foi só esse comunicado à Defesa Civil?”,  a repórter insistiu.

“Só isso. Nada mais.”

“Nem que aumentariam a vazão de 15 m³ para 80 m³/s?”

“Não. Em nenhum momento.”

“No dia 10 [segunda-feira], choveu bastante, mas no 11 deu uma estiada, durante o dia”, prossegue  Cruz. “Fomos dormir com os pontos tradicionais de alagamento quando chove aqui. No dia 12 [quarta-feira], amanhecemos debaixo d’água. A inundação foi devido à abertura das comportas da Paiva Castro e não às chuvas que caíram antes.”

Ou seja, em 11 de janeiro, a Defesa Civil de Franco da Rocha foi comunicada que no dia 12 a Sabesp iria abrir as comportas da represa Paiva Castro. Guarde essa informação.

No dia 12, quarta-feira, em entrevista coletiva, a Sabesp afirmou que a abertura das comportas era necessária.

Para o governador Geraldo Alckmin (PSDB), a Sabesp acertou ao abrir as comportas da represa Paiva Castro. Comunicado da empresa reforçou.

Será? A Sabesp teria agido no momento adequado?

O QUE ACONTECEU EM 2009/2010 NO SISTEMA DO ALTO TIETÊ

As represas liberam água o ano inteiro para os rios envolvidos manterem as suas características. Na maior parte dos meses, em pequenas quantidades.  Porém, por volta de setembro, outubro ou novembro, dependendo do volume represado, começam a soltar progressivamente mais água. É para evitar que as barragens fiquem lotadas na época das chuvas.

Quando essa recomendação não é seguida, há dois riscos: 1) rompimento das barragens; 2) abertura das comportas numa época em que os rios estão naturalmente cheios devido às chuvas, causando inundações nas regiões abaixo.

Foi o que aconteceu em janeiro de 2010 com as represas do sistema do Alto Tietê, conforme o Viomundo revelou.

“O Pantanal [em 23 de janeiro] inundou, de novo, porque as barragens do sistema do Alto Tietê estão excessivamente cheias para o verão, e a Sabesp abriu as comportas, contribuindo para alagar ainda mais região”, denunciou, na época, ao Viomundo José Arraes.

“É uma irresponsabilidade a Sabesp e o Daee terem deixado a cheia chegar, para começarem a descarregar água dos seus reservatórios. É um crime. É um erro tremendo de gerenciamento.”

Arraes é economista, ambientalista, membro do Comitê da Bacia do Alto Tietê, do Subcomitê da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê e do conselho gestor da APA (Área de Proteção Ambiental) da várzea do Tietê.

No final de 2009, ele e outros ambientalistas alertaram à Sabesp e ao Daee [Departamento de Águas e Energia Elétrica], órgãos do governo do Estado de São Paulo, que as barragens do Alto Tietê estavam lotadas demais para o verão.

A de Paraitinga (em Salesópolis), tem capacidade para 37 milhões m³, estava com  92% da sua capacidade.

A de Biritiba-Mirim (no município do mesmo nome), 35 milhões m³, estava com 94%.

A de Jundiaí (em Mogi das Cruzes), 84 milhões m³ e 97% de cheia.

A de Ponte Nova, 300 milhões m³, estava com 73%.

A de Taiaçubepa (entre Mogi das Cruzes e Suzano) tem capacidade para 82 milhões m³, estava com 73% de cheia.

Resultado: em janeiro de 2010, a Sabesp teve de aumentar a descarga de água dos seus reservatórios, mesmo o Tietê estando cheio devido às chuvas de verão e à falta de desassoreamento em 2006, 2007 e 2008, como demonstrou reportagem do Viomundo.

A questão do desassoreamento persiste em 2011. Segunda-feira passada, 10 de janeiro, a capital paulista submergiu mais uma vez.

Apesar de Ronaldo Camargo, secretário de Administração das Subprefeituras da capital, jogar a culpa em São Pedro, o rio Tietê e vários afluentes transbordaram por falta crônica de capacidade e de limpeza.

Diferentemente de 2010, as barragens do sistema do Alto Tietê não tiveram influência nas inundações que atingiram este ano certas áreas do Pantanal, como a Vila Itaim e a Chácara Três Meninas.

“A denúncia do Viomundo deu resultado. Este ano as barragens do sistema do Alto Tietê entraram preventivamente no período chuvoso com 70%  da capacidade de armazenamento, diferentemente do verão passado, quando estavam com 99%”, observa José Arraes.

“Quem passa habitualmente pelas marginais do Tietê, deve ter percebido que, no segundo semestre de 2010, o leito estava mais cheio e não ‘lá no fundo’, como em 2009, quando o rio era apenas uma lâmina de uns 20 centímetros.”

A Sabesp está exigindo na Justiça explicações de Arraes sobre a denúncia que ele fez ao Viomundo em 2010.

“NÃO HÁ NADA QUE POSSA JUSTIFICAR A DESCARGA DE 80 M3/S”

E o que tem a ver o sistema do Alto Tietê, Zona Leste da capital paulista, com o da Cantareira, Zona Oeste?

Tenham um pouco de paciência. O assunto é complicado. O sistema Cantareira inclui várias barragens:

* Jaguari/Jacareí – 808 milhões m³

* Cachoeira – 79,6 milhões m³

* Atibainha – 96, 2 milhões m³

* Paiva Castro – 7,6 milhões m³

Elas são interligadas por túneis, que funcionam como vasos comunicantes.

A Jaguari-Jacareí descarrega água na Cachoeira, que lança na Atibainha, que, por sua vez, manda para Paiva Castro.

Daí, via estação elevatória de Santa Inês, vai para o reservatório de Águas Claras. O destino é a estação de tratamento de água do Guaraú.

Assim, continuamente elas descarregam  água – mais ou menos —  na seguinte.

A explicação que demos para o sistema do Alto Tietê, vale para Jaguari-Jacareí, Cachoeira e Atibainha.

Essas três represas não podem estar lotadas na época das chuvas, pois correm o risco de transbordamento ou de rompimento.

Recomenda-se que, antes das cheias, soltem progressivamente água, para que fiquem num nível seguro no verão e suas comportas não precisem ser abertas.

Paiva Castro é diferente. Não chega a ser um reservatório de água. É um canal de passagem. Imagine “quatro piscinas”, conectadas por canos.

Jaguari-Jaguareí, a maior de todas, é a “piscina olímpica”. Cachoeira, uma “piscina de academia de ginástica”.  Atibainha,” semi-olímpica”. A Paiva Castro é “uma piscina infantil”.

Como essas “piscinas” são integradas e transferem água para outra, dependendo do volume descarregado na “piscina infantil”,  o seu volume pode aumentar muito em poucas horas, mesmo sem chuvas intensas.

No dia 10, Paiva Castro estava com 48,67%. No dia 11, saltou para 93,42% . No dia 12, quando atingiu 96,40%, Franco da Rocha amanheceu debaixo d’água.

“A vazão média do rio Juqueri, que é o formador da Paiva Castro, é de 2 m³/s. Esse reservatório repassa para o canal de Santa Inês, em média, 33 m³/s ”, explica o engenheiro Júlio Cerqueira César Neto, ex- professor de Hidráulica e Saneamento da Escola Politécnica da USP.Essa operação é feita rotineiramente há mais de 30 anos.”

“As chuvas ocorridas na região são consideradas normais para essa época do ano, como atestam os meteorologistas”, prossegue Cerqueira César. “A série histórica de precipitações apresenta dados de mais de 40 anos.”

“Não há nada, portanto, que possa justificar a descarga de 80 m³/s, a não ser a irresponsabilidade da operadora da Paiva Castro”, é taxativo Cerqueira César.

PAIVA CASTRO NÃO ATINGIU 97%, EMBORA COMUNICADOS E ALCKMIN DIGAM QUE SIM

No site da Sabesp, não há informações transparentes para o público (consumidores, jornalistas, investidores, etc) sobre cada uma das represas dos seus vários sistemas. Atualmente, estão indisponíveis até internamente para os funcionários. Está aberto apenas o dado global, juntando todas as represas do sistema Cantareira. Mesmo assim não é fácil achá-lo.

O jeito foi recorrer ao Google, pois  buscava informações  detalhadas, diárias,  de cada uma das quatro represas.

Busca aqui, busca ali, o que procurávamos encontra-se hoje  lá pelo décimo quarto resultado.

Em cima  desses dados, esta repórter montou a tabela:

Atentem aos dias 10, 11 e 12. No dia 10, a  Paiva Castro estava  com 48,67% do seu volume. No dia 11, saltou para 93,42%. No dia 12, para 96,40%.

Para checar, solicitei  à Sabesp o volume das represas Jaguari-Jacareí, Cachoeira, Atibainha e Paiva Castro também nos dias 1º de outubro de 2010, 1º de novembro, 1º de dezembro e 1º de janeiro de 2011. Comparei as respostas  fornecidas pela Sabesp com os dados  não elencados nos links de suas páginas iniciais e internas,  obtidos com a ajuda do Google.

Todos coincidem, exceto um. O volume da Paiva Castro do dia 11. O  fornecido pela Sabesp é  97%, enquanto o real é 93,42%. O volume do dia 12 não nos foi enviado.

O printscreen com o recorte dos dados  obtidos via Google, exibindo apenas o volume da Paiva Castro nos dias 10, 11 e 12, confirma isso.

Por sinal, o volume de 97% é citado em vários comunicados da Sabesp à imprensa, inclusive no que é citado o governador Geraldo Alckmin.

É que com 97% há risco de rompimento dessa barragem — o que justifica  a abertura das comportas.

Só que a Paiva Castro não atingiu 97% nem no dia 10, nem no 11,  nem no 12, quando Franco da Rocha acordou ilhada.

Alguém poderia dizer: “Ah, mas no dia 12, chegou perto – 96, 40%”

No dia 12, Franco da Rocha já amanheceu submersa. Então, por que, curiosamente, o volume do dia 11 foi o único que a Sabesp forneceu errado (via e-mail) para o Viomundo?  A Sabesp nos informou 97%. Só que o volume real era 93,42%

Estranhamente algo mais aconteceu nos dias 10 e 11.

TEMPESTADE DA TERÇA, CHUVA DA NOITE DA SEGUNDA OU IRRESPONSABILIDADE?

Aqui, vale a pena recordar  um trecho do comunicado oficial da Sabesp após a coletiva do dia 12, quarta-feira passada. O diretor metropolitano da empresa culpa “tempestade da terça”.

No dia 13, outro informe da Sabesp fala em 96% e  põe a culpa na chuva da segunda-feira pela abertura das comportas:

Dadas as chuvas que aconteceram na noite de 10/01, o volume de água que chegou na represa Paiva Castro fez com que a reservação passasse de 46% para 96% do volume total.

Diante dessa situação, foi necessário abrir as comportas para evitar o rompimento da barragem.

Lembram-se das informações que, lá no início desta reportagem, pedimos para vocês guardarem bem?  São as revelações de João Cruz, assessor de imprensa de Franco da Rocha, ao Viomundo. Elas foram confirmadas pela Defesa Civil e pela Guarda Municipal da cidade. Vale a pena repeti-las aqui.

“Por telefone, no dia 11, a Defesa Civil de Franco da Rocha foi comunicada que no dia seguinte a Sabesp iria abrir as comportas da represa Paiva Castro e liberar 15 m3/segundo”, repetiu-nos várias vezes  João Cruz. “No dia 10, choveu bastante, mas no 11 deu uma estiada, durante o dia. Fomos dormir com os pontos tradicionais de alagamento quando chove aqui. No dia 12, amanhecemos debaixo d’água. A inundação foi devido à abertura das comportas da Paiva Castro e não às chuvas que caíram antes.”

A propósito:

1) Não há elementos para se afirmar que a abertura das comportas se deveu às chuvas, como diz  a Sabesp. Há divergência entre os próprios comunicados da empresa. Um atribui às chuvas do dia 10, outro, às do dia 11.

Qual deles é o correto? Como o diretor diz que a tempestade da terça fez com que a vazão atingisse 80m3/s, se durante o dia 11 a chuva deu uma estiada em Franco da Rocha, segundo João Cruz, que é de lá?

2) A Defesa Civil de Franco da Rocha foi avisada no dia 11 que no dia 12 a Sabesp abriria as comportas da Paiva Castro. Só que as comportas foram abertas no mesmo dia em que foi feita a comunicação.

Como a Defesa Civil poderia ter tomado medidas preventivas em Franco da Rocha se as comportas foram abertas antes do que havia sido comunicado?

Confiram no quadro abaixo. A vazão  de 1 m³/s,  às 8 h, pulou  para 16 m³/s, às 9h. Às 23h, comportas  já estavam jorrando 80 m3/s. A progressão não foi conforme explicação da Sabesp no comunicado em que  cita o governador Alckmin.

As comportas da Paiva Castro foram abertas na seguinte sequência:

Ontem, 17 de janeiro, a represa Jaguari-Jacareí — a maior do sistema Cantareira, com capacidade para 808 mihões m3 —  estava com 100,2% de volume.

“Considerando que Jaguari-Jacareí deve ser operada também para proteger a bacia hidrográfica a jusante  [abaixo] contra inundações, a ocorrência desse nível nessa época do ano, estação chuvosa, não se justifica”, reprova o professor Cerqueira César. “A não ser como mais uma irresponsabilidade da operadora do sistema Cantareira”.

Não se pode entrar na estação chuvosa, repetindo o professor Júlio, com a principal represa cheia, já que vai entrar muita água das precipitações.

Em 1º de janeiro de 2011, Jaguari-Jacareí já estava com 83,97% de sua capacidade (veja a tabela Sistema Cantareira — Volume Operacional). E daí só fez aumentar.

Será que, a exemplo do aconteceu com o sistema do Alto Tietê em 2009/2010, esse procedimento não está equivocado?

Será que se Jaguari-Jacareí estivesse operando com volume compatível para o tempo de chuva, a abertura das comportas de Paiva Castro poderia ter sido evitada?

Será que se os ganhos financeiros da Sabesp não fossem provenientes da venda de água, Jaguari-Jacareí estaria com tanta água na época chuvosa?

São perguntas para as quais não existem, por enquanto, respostas definitivas.

Mas nos parece claro que falta transparência ao gerenciamento das represas paulistas, especialmente quando dependem de transparência e clareza  as ações preventivas da Defesa Civil, de prefeituras e dos próprios moradores das cidades atingidas.

Infelizmente, é a sociedade que continua pagando a conta em todos os sentidos. Até quando?

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83 comentários

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Iva

31 de janeiro de 2011 às 22h26

Indignei-me com esse desserviço prestado pela Sabesp e com a situação das vítimas de sua irresponsabilidade. Agora minha indignação se soma à revolta, pois desde a tarde de ontem (dia 30 de janeiro) é a região de Pirituba em São Paulo que sofre com a incompetência da empresa, ficando sem água no período da tarde e durante toda a noite. O motivo? Alto consumo. Apesar das chuvas torrenciais, a empresa insiste em dizer que a culpa da falta d'água é dos consumidores que aumentaram o consumo. Quer dizer então que quando chove demais abrem-se comportas, alagam-se cidades e as pessoas ficam sem água na torneira? Quando discordei da atendente que me deu a informação, ela em tom irritado me disse, "senhora, o motivo da falta d'água é o alto consumo. a senhora pode ir a uma agência local e olhar os relatórios se quiser." Qual a utilidade de uma empresa que é incapaz de gerenciar o abastecimento de água, controlar o nível das represas e fazer planejamentos para suprir a demanda dos consumidores no verão? Assim como eu, gostaria que mais vítimas se manifestassem e não se calassem diante de tais explicações absurdas dadas pela empresa. E que os blogs "sujos" que, diferentemente da grande mídia, prestam tantos bons serviços a sociedade, não dessem menos prioridade a esse assunto para que o caos não seja ignorado nem mascarado pelas autoridades e demais órgãos da imprensa.

Responder

Sweetness and Power Down | Sunday Sambodian Morning « The New World Lusophone Sousaphone

23 de janeiro de 2011 às 08h10

[…] Conceição Lemes of Vi o Mundo — a dogged investigative report with a knack for getting to the bottom of things —  has seriously questioned the official version of events. Or rather, she says the state government is lying. […]

Responder

Figueiredo

22 de janeiro de 2011 às 12h27

Parabéns, Conceição e Azenha!!! Uma vez mais: BRILHANTES!!

Responder

José A. Palandi

22 de janeiro de 2011 às 11h13

É ISSO AÍ!!!ALCKIMIN, SERRA E SUA TURMINHA DÁ UM SHOW DE (NÃO)GESTÃO!!!E VIVA O GOBERNO DEMO/TUCANO DE SÃO PAULO!!!AINDA BEM QUE O RESTO DO PAÍS ESTÁ LIVRE DISTO!!!CADÊ A OAB, NÃO VAI TER A MARCHA DO CANSEI!!!!!CADÊ O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO!!!!!SERÁ QUE ESTA CPI VAI SAIR LÁ NA ASSEMBLÉIA PAULISTA!!!!
DEPOIS TEM GENTE QUE TEM A CAPACIDADE DE ATACAR PREFEITOS VITIMADOS PELA INGERENCIA DA SABESP!!!

Responder

Tomudjin

21 de janeiro de 2011 às 12h39

Já faz um bom tempo que a "locomotiva do Brasil" está sem um bom maquinista. Ainda bem que os velhos vagões estão suportando bem o peso de tanta carga.

Responder

    LuisCPPrudente

    21 de janeiro de 2011 às 20h26

    E o pior é que os últimos maquinistas, desde 1995 até o atual maquinista fizeram de tudo para que esta locomotiva saisse do trilho e descarrilhasse!

Carlos.

20 de janeiro de 2011 às 19h03

Mas os tucanos podem dormir tranquilos porque parcela considerável dos eleitores paulistas e paulistanos sofre de síndrome de Estocolmo e vai continuar votando neles nas próximas eleições, mesmo que precise enfrentar uma enchente para chegar à seção eleitoral. Já estou pelos 50, já vi muito temporal nesta cidade e neste estado, mas inundação como estas que tem acontecido desde que o "Mais Preparado" assumiu o governo e deixou seu pupilo cuidando da prefeitura eu nunca vi. Se o Tucanistão fosse um estao sério, não teria se tornado feudo do psdb.

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Corte de verbas de Serra para o Tietê aumenta risco de enchentes em SP, diz PT « Blog do EASON

20 de janeiro de 2011 às 13h02

[…] de Conceição Lemes publicada no site VioMundo vê outra explicação para os problemas registrados em Franco da Rocha. A Sabesp teria cometido um […]

Responder

augustodafonseca13

20 de janeiro de 2011 às 09h35

*

Programa “Arrasando São Paulo” começa a todo vapor!
http://migre.me/3I3OJ

*

Responder

Julio Silveira

20 de janeiro de 2011 às 09h04

São Paulo é desses casos de opção firme e decidida pelo desastre.

Responder

Salviano

20 de janeiro de 2011 às 08h24

Cadê os indignados jornalistas da tv de oposição?
A indignação deles é direcionada?

Responder

Zeca Pagodinho – Êta povo pra lutar « Blog Do Maurelio

20 de janeiro de 2011 às 08h07

[…] Andava procurando um vídeo do Zeca para postar. Nestes dias de enchente, obra de gente nada competente, nada mais apropriado do que este “Êta povo pra lutar”. Só para lembrar: a administração tucana da Sabesp ligou no dia 11/1 para a defesa civil de Franco da Rocha para avisar que no dia 12/1 iria abrir abrir as comportas da represa Paiva Castro e liberar 15 metros cubicos por segundo. Eram 23 horas do dia 11/1 e a vazão estava em 80 metros cubicos por segundo! No dia 12/1 Franco da Rocha estava inundada. Para maiores detalhes, leia no Vi o Mundo a excenlente matéria de Conceição lemes :https://www.viomundo.com.br/denuncias/julio-cerqueira-sobre-a-inundacao-de-franco-da-rocha-uma-irresp…. […]

Responder

Gerson Carneiro

20 de janeiro de 2011 às 08h03

Só pode ser vingança.
Em Franco da Rocha-SP o PSDB perdeu as eleições tanto para governador quanto para presidente.

Responder

    kodaly

    20 de janeiro de 2011 às 17h40

    Imagine a próxima

Silvio

20 de janeiro de 2011 às 00h07

Com as informações de este artigo, e suficiente para que a população de Franco da Rocha se presente a Justiça, solicitando que o Governo do Estado de São Paulo e a SABESP, por ma administração, sejam declarados culpados. E que paguem a todos os habitantes danificados, as perdas sofridas.

Responder

Paulo

19 de janeiro de 2011 às 23h49

Sou morador de São José dos Campos SP, cidade vizinha de jacareí, e tem um enorme banhado que começa em jacarei e termina em São José dos Campos sp… e com o Rio Paraíba do Sul que passa no meio do banhado.. o banhado é como se fosse a varzea do rio.. e essa varzea sempre enchia, depois que fizeram a represa em Jacareí essa varzea foi ocupada por casas de ricos.. agora eu fico pensando.. Aqui a historia vai ser um pouquinho diferente se a represa continuar aumentando a sua vazão.. que ja está em 80 m^3/s.. Agua não perdoa ninguem.. se é rico.. se é pobre.. se é desdentado.. não importa a agua vai ocupar o seu lugar de direito.. as pessoas o SER HUMANO que se diz um animal tão inteligente perante os outros animais.. por que comete essas burrices??? Por que acha que não vai acontecer com ele.. olha em bragança.. construiram em cima do corrego.. RIDICULO.. como assim construir em cima de um corrego??? concretaram o corrego e construíram em cima.. kkkkkkkkkkkkk TEM MAIS QUE MORRER AFOGADO MESMO.. não que eu queira.. MAS TÁ LOCO NÉ.. cada uma.. cada varias..

Eu só lamento pelo um ser ter o poder de raciocinar e cometer tantas burrices.. eu lamento.. e como lamento..

Responder

A SABESP e Franco da Rocha - Blog do Prof Guilherme

19 de janeiro de 2011 às 23h46

[…] o link: https://www.viomundo.com.br/denuncias/julio-cerqueira-sobre-a-inundacao-de-franco-da-rocha-uma-irresp… Geral alagamento em Franco da Rocha, Franco da Rocha, Governo Alckmim, reservatórios, […]

Responder

Oswaldo

19 de janeiro de 2011 às 21h58

Azenha,
parabéns pela publicação deste artigo (melhor dizendo deste estudo).
Eu tenho visto apenas as justificativas "técnicas" das autoridades estaduais e da Sabesp da necessidade de se abrir as comportas para que o nivel de água não transbordasse a represa…
Mas NENHUM questionamento ou comentário de jornalistas sobre algum planejamento da Sabesp, ao longo dos ultimos meses, para se evitar justamente que o nivel da represa não ultrapassasse em Janeiro (mês de intensas chuvas em SP).
Dizer que em "uma noite choveu o mesmo que um mês inteiro"… não se justifica tecnicamente. Era de se esperar que em outubro, novembro e dezembro houvesse um "esvaziamento" prévio mais intenso e controlado (diminuição do nivel de água) para justamente com as chuvas esperadas dos meses de janeiro e fevereiro o nível da represa então se recompor naturalmente.
A atitude da Sabesp não foi apenas de irresponsabilidade. Foi criminoso!
Abraços.

Responder

Orsola Ronzoni

19 de janeiro de 2011 às 20h01

O alagamento do distrito de Arcadas em Amparo não foi causado pela abertura das comportas da represa na cabeceira do rio Jaguari na cidade de Bragança Paulista. Quem conhece a região sabe que Arcadas fica pelo menos a 30 km do rio Jaguari. Arcadas foi alagada pelo aumento do rio Camanducaia que corta o distrito.
A abertura das comportas de Bragança causou sim, a inundação de mais de 40 casas no outro bairro de Amparo mencionado como Jaguari. Na verdade o nome correto é Bairro da Pamonha que fica bem na divisa com o município de Morungaba.
No afã de falar mal do governo estadual de São Paulo a articulista Conceição Lemes recorre a todo expediente, né não, Azenha.
O repórter Ogg Ibrahim da Record “esqueceu-se” de entrevistar os moradores de Arcadas que estão fulos da vida com o prefeito de Amparo, Paulo Miotta, que segundo eles não fez as obras para contenção das enchentes que prometera nas enchentes do ano passado.
Você sabe qual o partido do senhor Paulo Miotta? PT.
Não foi a fundo também na entrevista com os moradores do bairro da Pamonha, que não foram socorridos pelo prefeito petista Paulo Miotta. Quem os ajudou foi o prefeito de Morungaba, José Roberto Zem do PV.

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    19 de janeiro de 2011 às 23h51

    Orsola, a Conceição não é responsável pelas reportagens da TV Record. Só responde pelo texto dela.
    abs

    José alexandre

    21 de janeiro de 2011 às 22h49

    Orsola, realmente o que aconteceu em Arcadas não tem relação com as represas do Sistema Cantareira, até aí tudo bem, mas, como todo politiqueiro barato aqui Amparo, usa da mentira descarada para fazer ataques ao governo municipal. O que ocorreu em Arcadas foi a ocorrência de alto indices de chuvas na bacia de contribuição do "Córrego do Mosquito", havendo inclusive rompimento de várias lagoas pertencentes à várias propriedades rurais desde o "bairro do Rosas". E a falta de respeito com os servidores municipais que trabalharam em Arcadas é de uma má-fé absurda, desde as´primeiras horas do dia 13 lá estavam muito deles, sem inclusive a necessidade de convocação do Prefeito Municipal. Quanto à obras de contra enchentes, foram realizada sim obras de desassoreamento do "Córrego do Mosquito", mas não suportou o grande volume de águas nele despejado, então vá se informar direito a esse respeito, e por favor, procure gente confiável tecnicamente para expor descentemente alguma coisa.

    José Alexandre

    21 de janeiro de 2011 às 22h51

    RESPOSTA DOS ACONTECIMENTOS EM AMPARO: Quanto ao "Bairro da Pamonha!!!!!!" – quanta desinformação – trata-se do "BAIRRO JAGUARI/PEDROSOS", a DEfesa Civil de Amparo já havia realizado retirada preventiva anteriormente à cheia do "rio Jaguari", e nos dias em que elas ocorreram om Prefeito Municipal de Amparo esteve pessoalmente lá, e ainda, solicitou o apoio do Prefeito de Morungaba, devido a proximidade do Bairro, que o atendeu prontamente e apoio a Prefeitura de Amparo. Por favor tenha respeito com os que trabalham sério e ainda tem perder tempo com politicagem dos que não tem nada a oforecer.
    MENTIR É MUITO FEIO!!!!!!!!!!!!!

    José A.Palandi

    22 de janeiro de 2011 às 10h08

    Orsola, lamentável sua falta de informação, vamos aos fatos:
    1. realmente Arcadas não tem relação com o "rio Jaguari", até aí tudo bem!!!!Mas acusar o governo municipal de não fazer nada já é demais, e mentiroso!!!Servidores municipais, sem a necessidade de convocação pelo Prefeito, estiveram lá desde as primeiras horas do dia 13/01, trabalhara, muito para auxiliar a população atingida, e não ficaram, como alguns politiqueiros e oportunistas de plantão, e que não trabalham, fazendo conversinha fiada e demagógica.
    2. a verdadeira causa da cheia do "Córrego do MOsquito" foi o alto indice de chuvas na sua bacia de contribuição, inclusive com rompimento de lagoas em propriedades rurais desde o "Bairro dos Rosas". O leito dste córrego não suportou a enorme quantidade de água despejada, Assim, não haveria obra contra enchentes que segurasse tal volume de água.
    Por favor, procure apurar mais suas fontes de informação!!!!(continua)!!!!

    José A. Palandi

    22 de janeiro de 2011 às 10h24

    Orsola, aqui continua as verdades dos fatos sobre Amparo, agora a respeito do Bairro Jaguari/Pedrosos:
    1 . As equipes da Prefeitura de Amparo, sob coordenação da Defesa Civil, fizeram retiradas preventivas de famílias com pelo menos 2 dias antes da cheia do "Rio Jaguari" – causada pela ingerência do Sistema Cantareira e pelo desgoverno demo/tucano paulista.
    2. O Prefeito Municipal esteve pessoalmente lá, verificando a dedicação dos servidores municipais e conversando face-a-face com os moradores. Sim, o Prefeito de Morungaba lá estava acompnhando o Prefeito de Amparo, e dicidiram juntos que devido a proximidade alguns atingidos seriam atendidos por Morungaba. Alguns estão abrigados em Morungaba, mas todo suporte material é enviado por Amparo.
    Chega de inverdades e demagogia. os atingidos não precisam disto, a Prefeitura de Amparo faz sua parte!!!

rodrigo.aft

19 de janeiro de 2011 às 19h34

Azenha e colegas,

eis q me surpreendi… estou estupefado com a eficiência da Sabesp, e todo mundo falando mal… fica parecendo q a empresa trabalha contra seus próprio donos (a população, não os políticios, lógico! rsrs)

veja q rapidez, q agilidade, q amor pela população, nossa… faltam adjetivos…

Cetesb vai multar Petrobras por vazamento em Cubatão http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2011/01/19/

impressionante!
não q não deva multar a petrobrás! Petrobrás, Bco do Brasil ou outra estatal fez burrada, tem q levar fumo pra aprender a tratar todos brasileiros com respeito, mas q rapidez qdo a Sabesp quer, não?

só pra lembrar as frases da moda entre os paulistas (no PHA):
– Depois de tanta chuva, Alckmim anunciou a construção da hidroelétrica do Anhangabaú.
– Em SP não se fala mais direita e esquerda… agora é bombordo e estibordo!
– Se a São Silvestre fosse em janeiro, o Cesar Cielo ia humilhar!
– Depois do Airbag, os coletes salva vidas são os opcionais mais importantes nos carros de Sao Paulo.
– O melhor serviço de entrega em SP é do Submarino.
– Ninguém passa fome em São Paulo, Bolinho de Chuva é o que não falta.
– Vamos assistir a chuva lá em casa hoje??
– Quem acha que a água do mundo está acabando não mora em SP.
– Meu passeio ciclístico de hoje fiz de pedalinho.
– Agora, todo paulistano tem casa com vista para o mar.
– Tem carioca morrendo de inveja, agora São Paulo tem dois mares: Mar ginal Tiete e Mar ginal Pinheiros.
– A Dilma está lançando o BALSA-familia pra ajudar São Paulo
– Pelo menos a SABESP cumpriu o prometido: água e esgoto na casa de todo mundo.
– O Alckmim tá trocando o bilhete Único pelo bilhete ÚMIDO!!
– A Marta disse para o Alckmim: Relaxa e bóia!!!
Do leitor – João Batista

Responder

    rodrigo.aft

    19 de janeiro de 2011 às 20h39

    ooops… troquei Sabesp por Cetesb em alguns lugares… pressa e mal contato nos neurônios é soda!

    Minha comparação foi da agilidade das empresas paulistas qdo querem mostrar serviço.

    A Cetesb agiu rapidamente contra a petrobrás… ponto pra cetesb!
    Qdo a Sabesp leva água e esgoto para a porta de todos (com enchentes, eventualmente provocadas por erros técnicos próprios e terceirizações de represas), nem Cetesb, nem Minist. Público paulista tomam conhecimento… vai a passo de tartaruga e se perde (convenientemente) no caminho… ponto para a impunidade!!!

    qdo a petrobrás faz uma *a*ada, a multa vem a jato (normal, não estou defendendo a petrobrás);
    se a Sabesp agiu irresponsavelmente, cadê a pressa em fazer uma análise isenta e achar um culpado?
    se não fossem os blogs, ninguém na imprensa "tradicional" levanta esses assuntos.

Lousan

19 de janeiro de 2011 às 17h46

A represa foi construida em 1974, qual a situação atual e manutenção dela depois destes 36 anos de uso?
Qual o tamanho da catastrofe se a barragem estourasse?
Franco da Rocha seria só inundada ou seria devastada? Teríamos desabrigados ou teríamos mortos?
Seria só Franco da Rocha a única cidade a ser castigada ou teríamos uma clareira no mapa?

Foi sim um erro de planejamento, mas antes um erro remediado do que um erro fatal.

Responder

    LuisCPPrudente

    19 de janeiro de 2011 às 20h31

    Foi mesmo um erro de planejamento o que ocorreu neste início de 2011, mesmo erro de planejamento que tinha ocorrido no Alto Tietê em 2009/2010!!!

    Errar uma vez tudo bem, voltar a errar não esta nada bem. NEM ERRAR UMA VEZ ESTÁ BEM, pois uma empresa que tem técnicos, engenheiros e muito conhecimento não PODE ERRAR NEM UMA VEZ!

    O que ocorreu no Alto Tietê e o que está ocorrendo agora no Sistema Cantareira foi negligência das altas autoridades da Sabesp. Empresas privadas ganharam concessões (PPP) para gerenciarem as águas dos reservatórios, estas empresas ganham pelo volume de água que estão guardando nos reservatórios, então elas guardam o máximo de água possível, pois assim ganham mais dinheiro com isto, estas empresas decidem abrir os reservatórios em cima da hora, quando as chuvas podem provocar a destruição das barragens se elas não liberarem água. Aí sim seria uma catástrofe.

    Até quando esses erros planejados vão acontecer? Pelo jeito enquanto tiver em vigor as famosas "ações entre amigos" do PSDB!

    Você sabe o que são as famosas "ações entre amigos" do PSDB? O Paulo Preto e outros tucanos sabem muito bem! Quem controla as Organizações Sociais (OS) que administram os hospitais públicos também! O pessoal das editoras de livros, jornais e revistas que vendem milhares de exemplares sem licitação para a Secretaria da Educação também conhecem muito bem!

    Ana Maria

    20 de janeiro de 2011 às 12h06

    Concordo com seu comentário Luis até quando o PSDBDEM vai sair ileso de seus crimes contra a sociedade sem que nenhum orgão investigue e puna o governo de SP,o poder do $$$$$$$$$ está acima da vida. Lembrando as forças das águas não escolhe classe social.

Fabio SP

19 de janeiro de 2011 às 16h49

Hipóteses para o problema levantado:

a) Alckmin acordou no meio da madrugada e bradou: "Quero ver Franco da Rocha debaixo dágua"

b) Os técnicos da SABESP que estão há anos por lá (e que provavelmente ficariam por lá mesmo se Mercadante fosse eleito, pois são técnicos) são tão burros que conseguem ver perigo onde não tem.

c) Choveu demais, não nas outras represas, mas no entorno da própria Paiva Castro.

Qual alternativa escolher?

Responder

    américo

    19 de janeiro de 2011 às 23h13

    Como tarefa prá casa,
    leia o post de novo, 3 vezes e depois
    comente seu comentário.

Gustavo Pamplona

19 de janeiro de 2011 às 16h20

Sabem o que eu acho mais interessante… Azenha e/ou Conceição.

Nada disso teria acontecido se vocês tivessem OUVIDO minha sugestão e colocado os dois links dos artigos anteriores naquele terceiro aritgo que vocês fizeram sobre TDAH já que vocês fizeram um quarto artigo depois daquele.

Depois de 3 ANOS E MEIO lendo, DIVULGANDO e fazendo SUGESTÕES eu pergunto:

Vocês dois REALMENTE acham que eu estou interessado em fazer comentários INÚTEIS? E vocês dois sabiam que tenho mais interesse em TROCAR IDÉIAS e COLABORAR com o site?

Vou parar de PROVOCAR vocês… mas isto é POR ENQUANTO… tudo bem? ;-) hahahhahahahahah

Responder

Alice

19 de janeiro de 2011 às 14h10

Mais de 700 mortos no Estado do Rio e não se escreve nada aqui sobre as responsabilidades dos governos estaduais? É brincadeira….

Responder

    Rafael Costa

    19 de janeiro de 2011 às 18h22

    É porque todos aqui, ao contrário do PIG, são "isentos"…

    Leider_Lincoln

    22 de janeiro de 2011 às 10h39

    Alice, Rafael Costa, vocês sabem ler? Se souberem, dá para me dizerem qual é o slogan do Viomundo? Que tal "o que você não vê na Mídia?" Sabem o que isso significa ou é necessário que eu desenhe?

Geraldo

19 de janeiro de 2011 às 14h07

Não me perguntem como sei. Os dados da matéria estão incorretos. As represas de SP estão com capacidade máxima porque durante os meses que precedem o verão elas não tiveram o nível diminuído, como manda o protocolo, para abrir espaço para as chuvas de verão. Isso ocorre porque internamente a empresa tem metas de economia de energia elétrica e a operação de diminuir o volume de água das represas é bastante dispendiosa. Ou seja, economizasse energia elétrica e afogasse uma cidade. Os dados coretos da capacidade utilizada das represas não sã de domínio público, circulam apenas internamente. Os dados que a Sabesp divulga são falsos.

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    19 de janeiro de 2011 às 16h03

    Obrigado pela dica. Vamos investigar. abs

augustodafonseca13

19 de janeiro de 2011 às 13h49

*

No desgoverno Alckmin, “Alaga São Paulo” vai mudar para “Arrasando São Paulo”
http://migre.me/3HF5w

*

Responder

Grilo D

19 de janeiro de 2011 às 12h09

A página da Sabesp com os dados: http://www2.sabesp.com.br/mananciais/divulgacaopc

Responder

henrique de oliveira

19 de janeiro de 2011 às 11h41

Não seria o desgovernador de Sumpaulo o responsavel maior por essa situação?

Responder

Anderson Vietro

19 de janeiro de 2011 às 11h15

O prefeito de Franco é do PSDB! Nem pra ser avisado!!!!

Responder

Paulo Cavalcanti

19 de janeiro de 2011 às 11h05

Prezada Conceição,

Coloquei um post em meu blog dia 13/01 – leia o que o "blog da Sabesp" – (que eu nem sabia que existia isso" – ao invés da assessoria de imprensa, o comentário é do blog:

Blog disse…
Vale reforçar que a abertura das comportas das represas e a liberação de maior vazão de água foi inevitável em virtude do volume de chuvas. Como chega muito mais água aos reservatórios do que é liberada, a represa funcionou, na verdade, como uma espécie de piscinão, retendo água e evitando maiores inundações. Caso a Sabesp não liberasse maior quantidade de água das represas, poderia ter acontecido uma catástrofe incontrolável, de dimensões difíceis de imaginar, com o rompimento da barragem e um enorme potencial de destruição.

Entendam melhor o caso no Blog da Sabesp: http://bit.ly/hwWwHu

Obrigado.

Equipe do blog da Sabesp

Responder

Roberto Locatelli

19 de janeiro de 2011 às 10h46

São Paulo é um estado cada vez mais sucateado. O IBGE mostrou que já nem é mais o estado com os maiores salários do Brasil, pois o Rio de Janeiro ultrapassou SP nesse quesito.

O que está ocorrendo com SP é uma versão em miniatura do que está a acontecer com os EUA: lá, o império está decadente mais ainda não percebeu. Aqui, SP está virando refugo mas ainda não se deu conta.

Responder

ana

19 de janeiro de 2011 às 10h19

Mais uma calamidade do Poder Público, na figura de um Governador, que ao invés de investigar prefere fazer coro a uma empresa irresponsável e incompetente.
Quem pagará a contas dos prejuízos?

Responder

Alvaro Tadeu Silva

19 de janeiro de 2011 às 09h47

O presidente da SABESP é um economista que escrevia na Folha de São Paulo. Talvez não seja filiado, mas é muito ligado aos tucanos. Um passarinho me contou que um determinado secretário do governo Alckmin (1998/2006) aspirava à presidência da SABESP no governo Serra. Por que será que um político via grande vantagem em ser rebaixado de posto? Será culpa das polpudas verbas que a SABESP manipula? Não seria melhor botar um engenheiro hidráulico ou geólogo para tomar conta da cia.? Como se sabe, nesse ramo, não podemos contar com economistas, advogados, médicos, dentistas ou jornalistas..

Responder

Aurelio Dubois

19 de janeiro de 2011 às 09h46

Ótima reportagem, uma riqueza de informações que permite entender a situação em sua complexidade. Mostra o fracasso da gestão hídrica do sistema pela SABESP, na administração Tucana do estado de São Paulo. Quem ficou com o prejuízo foi a população de Franco da Rocha.

Responder

claudio

19 de janeiro de 2011 às 09h44

Azenha, sugestão de pauta.
Tu que é o cara das reportagens investigativas, quem sabe tu não faz como no caso watergate e segue o dinheiro?
A SABESP ganha com isso?
Como?
Quanto?
Quem fica com a parte do leão?
É legal?
Quais seriam as alternativas a essa atitude da estatal?
Abraços

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    19 de janeiro de 2011 às 12h42

    Obrigado, Claudio, vamos fazer. abs

    LuisCPPrudente

    19 de janeiro de 2011 às 20h37

    Azenha, você vai investigar o que são as "ações entre amigos" do PSDB!!

    Heber

    19 de janeiro de 2011 às 16h41

    O dinheiro vai para o Acre divulgar a eficiência do governador paulista e Sabesp

Luis Armidoro

19 de janeiro de 2011 às 09h10

Prezados Azenha, Conceição e amigos do blog:

Isto acontece porque a Sabesp deixou de ser uma empresa PÚBLICA, terceirizando suas operaçõe$ para terceiro$ (que querem grana). E o mesmo acontece com o PSDB, que deixou de ser um partido político para se tornar um avatar do Partido Republicano norte-americano; o único local do mundo onde ainda se acredita no neo-liberalismo.

Já disse uma vez que esta tucanaiada preparava o Armagedon em SP, que viria pelo colapso da geração e distribuição de energia elétrica (como na califórnia), mas me enganei: o armagedon tucano vai afogar todos os paulistas

Responder

Jorge

19 de janeiro de 2011 às 09h06

Lendo e relendo tudo, está mesmo parecendo tratar-se de "historinha mal contada", coisa de gente querendo manipular dados e "tirar da reta".

Responder

Paulo França

19 de janeiro de 2011 às 07h51

Sou morador de Atibaia e no ano passado vimos situação semelhante. A abertura da Represa Atibainha inundou em menos de 24 horas os bairros de Guaxinduva, Caetetuba e toda uma area próxima ao Rio Atibaia. Centenas de famílias perderam tudo e ficarm desabrigadas. Perderam TUDO. Este ano elas vivem o MESMO problema. E leio sobre o Rio Tamanduateia, que faz parte da Bacia Billings. Um estrago ontem (18.01.201) em Santo André. Minha dúvida: É uma simples coincidência ou o problema é o mesmo?

Responder

Heitor Rodrigues

19 de janeiro de 2011 às 07h33

São Paulo pirou, povo e governo.

Responder

FIlósofo Amador

19 de janeiro de 2011 às 07h28

É, está na hora de colocar esses incompetentes e irresponsáveis na cadeia, começando pelo Zé Bolinha de Papel, o mentor intelectual dessa privataria.

Quem sabe, um advogado daqueles bem ferozes entra com uma ação coletiva de perdas e danos? Ou a gente conta pra Dilma?

Responder

Guilherme Milani, SP

19 de janeiro de 2011 às 02h33

Quem vota no PSDB não vive em área alagada ou de risco. Tá explicado…

Responder

Luis Arthur Silva

19 de janeiro de 2011 às 02h30

Caro Azenha,

Não tem nada a ver com a matéria, mas gostaria que vc, se possível, desse uma olhada no que pronunciou o desembargador que cuidou do caso abaixo:
http://blog.opovo.com.br/blogdoeliomar/acusados-d

Segundo ele, se a pessoa é considerada um bandido, isso pode ser usado para justificar o fato de ela ser agredida e os agressores ainda saírem impunes. Direitos Humanos zero nesse caso e nota zero para esse desembargador!

Responder

MAURICIO DOS PASSOS

19 de janeiro de 2011 às 01h58

a sabesp informa a enchente de em LENCOIS PAULISTA E JAU NO CENTRO DO ESTADO DE SAO PAULO TAMBEM FOI OCASIONADO PELA BARRAGEM PAIVA CASTRO ERA BOM AVISAR O GOVERNADOR

Responder

Marco Ferreira

19 de janeiro de 2011 às 01h37

Parabéns Conceição Lemes, pela excelente matéria. O ministério público pediu essa semana um relatório sobre as áreas possiveis de inundação, reuniu-se só com o povo da sabesp e daee, acredito eu que os caras da sabesp deram um "passa-moleque" no promotor. Seria interessante o Prof Julio entrar em contato com esses promotores e mostrar o outro lado da questão, confrontar a SABESP, isso é um crime. Link da matéria do ministério público do R7: http://noticias.r7.com/sao-paulo/noticias/ministe

Responder

    Conceição Lemes

    19 de janeiro de 2011 às 14h12

    Marco, quem é o promotor? Poderíamos mandar para eles os links de outras matérias que o Viiomundo fez sobre o assunto. Obrigada. Abs

Claudio Ribeiro

18 de janeiro de 2011 às 23h06

O que fazer e quais ações públicas quando é dito: “A gente só fica em área de risco porque não tem para onde ir”
http://palavras-diversas.blogspot.com/2011/01/gen

O direito a moradia não pode ser ditado apenas pelas demandas de mercado…o poder público precisa tomar as rédeas do problema…

Responder

Paulo França

18 de janeiro de 2011 às 23h01

Estou estarrecido. Parabéns a Conceição pela informação. Dos textos que eu li neste ano, um dos melhores além da relevancia da notícia.

Responder

Roberto

18 de janeiro de 2011 às 22h59

Não sou de SP e acho algo inacreditável que exista essa cidade Franco da Rocha, em que os moradores vão dormir secos mas podem acordar de madrugada com suas camas boiando. Tem um rio que passa no meio da cidade e uma represa alguns Kms acima,que se encher muito, precisa ser aberta. Parece piada de portugues,se não fosse trágico. Evidentemente essa cidade não poderia existir, se eu morasse aí já teria feito minhas malas há décadas, ainda mais com um governo estadual maluco e incompentente,há 16 anos fazendo burrada em cima de burrada. Será que os paulistas vão continuar votando nesses apedeutas?

Responder

Pedro Luiz Paredes

18 de janeiro de 2011 às 22h56

Ou seja, já estamos além do limite da infraestrutura atual há muito tempo!

Responder

Gerson Carneiro

18 de janeiro de 2011 às 22h38

Serra no twitter em 16 de janeiro de 2011.

"As tragédias não serão atenuadas com o gogó. Não bastam anúncios, como os feitos pelo gov. Lula-Dilma há 1 ano e nada acontecer"

Ou seja, é preciso agir e fazer acontecer a desgraça de fato.

Responder

Aline C Pavia

18 de janeiro de 2011 às 22h38

SABESP cumprindo sua promessa, água e esgoto na porta de casa.

Responder

Roberto Ribeiro

18 de janeiro de 2011 às 22h00

Dezenas de cidades, com várias dezenas de bairros inundados devido as aberturas de comportas da Sabesp e cujas populações foram praticamente ignoradas pelas afiliadas da Rede Globo.
Na semana passada enquanto parte das populações de Jaguariúna, Pedreira, Amparo, Atibaia, Caieiras, Bragança Paulista, Piracicaba etc estavam dentro d'água os jornais diários da EPTV Campinas exibiam extensas reportagens sobre amenidades como pontos na carteira de habilitação, preço do etanol e cultura na Capital etc.
As poucas matérias (faladas, pouquíssimas imagens) sobre os alagamentos nas cidades parece que eram mostradas só por obrigação, claro nada de Sabesp, quando muito a culpa era de São Pedro.
Que vergonha!

Responder

Regina

18 de janeiro de 2011 às 21h58

Azenha, Boa noite!
Me emocionou a defesa do Prof. Souto Maior. Encaminho parte do artigo e o link onde está disponível, pois não consegui mandar de outro jeito.
Regina
http://www.sintusp.org.br/

18/01/2011
A DISPENSA COLETIVA DE SERVIDORES

APOSENTADOS NA USP __ __Jorge Luiz Souto Maior(*

No início de 2011, os servidores da USP foram alvo de grande perversidade. No ataque, concretizado em 05 de janeiro, foram realizados os “desligamentos” (conforme constou no sistema informatizado da Universidade) de 271 servidores e estes tiveram ciência do ocorrido quase que por acaso ao tentarem acessar páginas virtuais pelo provedor institucional. Sem propósito sensacionalista, o fato real foi que logo após a virada do ano, ainda no embalo das festas do período, que impulsionam os sentimentos de uma vida melhor e mais próspera, alguns servidores souberam que estavam “desligados” da Universidade, sem qualquer aviso ou comunicação prévia. Sem o mínimo respeito, portanto, à sua condição humana, essas pessoas foram alijadas do trabalho e de sua fonte de sobrevivência………..

Responder

CSI

18 de janeiro de 2011 às 21h55

A matéria está quase perfeita. Só falta apontar o volume de água que a Sabesp transferiu da represa a montante (Atibainha) para a represa Paiva Castro nos dias e horas anteriores às fatídicas descargas. Parece que as transferências estavam em torno de 25 m³ por segundo. Além disso, por que só retirou 27 m³ por segundo por meio da ESI (Elevatória Santa Inês) se a sua capacidade é de até 33 m³ por segundo? Havia alguma manutenção? Uma bomba desligada? Se somarmos esses dois eventos percebe-se que não seria necessária uma descarga tão forte durante três dias consecutivos sobre Franco da Rocha. A represa ficou cheia tão rapidamente por que, além da chuva intensa chegava mais água (um 'aguão') da represa Atibainha e a elevatória que 'puxa' água para fora da represa em direção ao Guaraú estava 'em manutenção" (!?).
Alguém da Sabesp pode explicar que isso não prejudicou o povo de Franco de Rocha?

Responder

Garcia

18 de janeiro de 2011 às 21h35

E nós paulistas não devemos reclamar de nada,pois faz 20 anos que o PSDB/DEM e sua incompetência administra o estado e ainda votamos neles.
São Paulo (estado e capital) só vai melhorar no dia que pararmos de comer mortadela e arrotar peru, aí sim voltaremos a ser respeitados.
No ritmo que estamos indo daqui un 15 anos não seremos mais locomotiva e sim um vagão velho e inutil pesando nas costas dos outros.

Responder

jacó

18 de janeiro de 2011 às 21h19

É burrice o voto dos moradores do estado de são paulo, não saber que é o seu governador o cumplice principal do estado caótico em que se encontra este coronelizado estado.

Responder

Sônia Bulhões

18 de janeiro de 2011 às 20h52

Com relação a S Luiz do Paraitinga, tem vesgos que dizem que a cidade está reconstruída. Vou conferir. Que tal o azenha ir lá e mostrar o que de bom foi feito, quem sabe os outros prefeitos cujas cidades se encontram agora em situaçãoo semelhante possa se inspirar para evitar o repeteco nos prósimos anos ?

Responder

Noir

18 de janeiro de 2011 às 20h12

A Cia. de Abastecimento do Estado alagar uma cidade, é muita IRRESPONSABILIDADE, INCOMPETÊNCIA e AMADORISMO.
Isto é o cúmulo da falta de respeito e de civilidade.
O idiota do governador ainda diz que a cia. fez bem; toma São Paulo.

Responder

    Edson

    18 de janeiro de 2011 às 23h25

    Amadorismo? Esta palavra indica inocência nas decisões tomadas. Longe de qualquer incência! Mais ainda de amadorismo! Estão lá pessoas formadas com experiência em diversas áreas e talvez, dentro da SABESP. Duvido que a administração PSDB ceda cargos de confiança a quem não tem formação técnica.
    Daí não acreditar em amadorismo como desculpa ao crime cometido contra as populações das cidades elencadas e esperar que uma ação popular reinvindique seus direitos além de, se possível, incriminar a SABESP, seus diretores, e o Governador. O atual e o anterior.

M_Lucia

18 de janeiro de 2011 às 19h29

E o presidente da OAB, o MP, o PV ? Nesses casos ficam tão caladinhos… não faltando água em suas preciosas banheiras de hidromassagem tá tudo certo.

Responder

    LuisCPPrudente

    19 de janeiro de 2011 às 20h41

    Será que esse pessoal todo também faz parte das "ações entre amigos" do PSDB? Quem sabe…

    Paulo

    19 de janeiro de 2011 às 23h51

    O PV faz parte da corja do PSDB.. nao se lembra..

Eduardo

18 de janeiro de 2011 às 18h31

E São Luis do Paraitinga, será que a enchente não foi pelos mesmos motivos?

Responder

    Jorge

    19 de janeiro de 2011 às 11h27

    O problema foi diferente já que não existem represas a montante de São Luis do Paraitinga. A Represa Paraibuna / Paraitinga que fica a juzante da cidade de São Luis está cerca de 30 metros abaixo do nível do rio dentro da cidade de São Luis. O problema lá foi excesso de chuvas concentrado na área de drenagem do rio a montante da cidade e baixa capacidade de vazão na calha a juzante da cidade.

    Outra coisa diferente é que as águas da represa Paraibuna / Paraitinga, drenam para o sistema do rio Paraíba do Sul e não afetam São Paulo. Esta represa afeta sim cidades como Guararema, Jacarei e outras localizadas a juzante da barragem.


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