VIOMUNDO
O VIOMUNDO só é possível também através de anunciantes, e detectamos que você utiliza um AdBlock, bloqueador de anúncios.
Por favor considere ajudar o VIOMUNDO desativando o bloqueador para este site.
Cartas de Minas
Cartas de Minas

Fernando Brito: Huck compra jatinho com empréstimo de R$ 17,7 mi no BNDES, usando o nosso dinheiro

11 de fevereiro de 2018 às 19h11

Empresa de Huck pegou R$ 17,7 mi no BNDES para comprar seu jatinho

O empresário e apresentador de TV Luciano Huck recebeu, do BNDES, um empréstimo de R$ 17, 71 milhões para comprar o jatinho Phenom 505, , prefixo PP-HUC,  que usa em seus deslocamentos.

O crédito, tomado pela Brisair Servicos Técnicos Aeronáuticos Ltda, empresa pertencente a ele e à mulher, Angélica, foi obtido pela linha do Finame (financiamentos a máquinas e equipamentos), a juros de 3% ao ano, 5 meses de carência e outros 114 meses para pagamento, funcionando o Itaú como operador do financiamento.

O documento do BNDES está aqui e pode ser obtido por qualquer um na página de consultas do Banco.

A Brisair, que funciona em parte de uma sala na Barra da Tijuca, no seu registro na Receita Federal, consta como tendo atividades de“ consultoria em gestão empresarial, exceto consultoria técnica específica” e, secundariamente, “administração de caixas escolares” e “atividades de apoio à educação, exceto caixas escolares “.

Seus sócios, como também está nos dados da Receita, são Luciano Huck e Angélica Kysivikis Huck.

A imagem do avião, aí de cima, foi tomada pelo fotógrafo e entusiasta de aviação Bruno Ramm, logo após pousar, em 15 de junho de 2016, no Aeroporto de Canela (RS), vindo do Rio de Janeiro. O documento que lhe atesta a propriedade está no Registro Aeronáutico Brasileiro.

Espero que Luciano não reaja como fez em 2005, quando mandou uma carta agressiva para a Revista Contigo, de fofocas de “celebridades” desmentindo o que ela publicara: que ele havia comprado um helicóptero de R$ 1 milhão de reais, na época, e escolhido prefixo PR-KIM para homenagear o filho.

Queixou-se em termos duros da revista, a quem acusou de publicar “informação infundada, sem critérios jornalísticos de apuração e publicada de forma não responsável e que pode, de alguma forma, prejudicar a paz e tranqüilidade que eu e minha esposa esperamos poder construir e proporcionar para nosso filho. Nós esperamos que ele tenha uma infância normal e feliz.

Ele mesmo admitia, porém,  que o helicóptero era da Brisair e que era um dos sócios da empresa. A informação, portanto, não tinha nada de infundado.

E tanto era assim que, partindo dela, resolvi procurar aeronaves com prefixo HUC e…bingo!

Pega pela vaidade pueril, a compra com financiamento subsidiado, desmonta o discurso do “é meu porque comprei com o meu dinheiro”. Não, foi com o nosso, a juros subsidiados.

Se eu quiser comprar um carro popular, vou pagar 25% ao ano.

Huck, nos mesmos 12 meses, paga 3% com sua empresa que nem mesmo tem a atividade de táxi aéreo no registro. Se ele a aluga, deve ter as notas fiscais, pois não? Duvido.

Alguém que “estuda” ser Presidente da República tem de dizer o que acha disso.

Não vale, como os juízes fizeram com o  auxílio-moradia, apenas dizer que ‘é legal” e se “estão dando, eu pego”. Não se está chamando de ilegal, mas de imoral.

E, por favor: nada de alegar “informações infundadas’, ok? Os documentos estão linkados, são públicos e oficiais.

Aeronave pertencente ao apresentador Luciano Huck pousou em Canela na noite desta quarta-feira (15.06) procedente do Rio de Janeiro.

O algorítmo da mídia e o jatinho do Huck

por Fernando Brito, no Tijolaço, em 1/02/2018

Estou ainda esperando que algum jornal se interesse pela notícia, dada ontem aqui, que Luciano Huk e sua mulher, Angelica, através de uma empresa de propriedade de ambos, retiraram R$ 17,71 milhões  do BNDES para a compra de um jato executivo, de dez lugares, num financiamento para lá de subsidiado, com juros de 3% ao ano.

Verdade que foi um sábado, verdade que é carnaval e a apuração dos jornais claudica.

Mas não é uma fofoca, um “dizem”, um “falaram que”.É notícia na veia.

Os documentos estão explícitos e reproduzo suas imagens abaixo, para quem não acessou os links.

As fontes são a Receita Federal, a Agência de Aviação Civil e o próprio BNDES.

Quer ter ideia se o assunto é jornalístico? Substitua o nome de Huck pelo de qualquer presidenciável.

Empresa de Lula pegou R$ 17,7 mi no BNDES para comprar seu jatinho

Empresa de Alckmin pegou R$ 17,7 mi no BNDES para comprar seu jatinho

Empresa de Bolsonaro pegou R$ 17,7 mi no BNDES para comprar seu jatinho

Empresa de Ciro Gomes pegou R$ 17,7 mi no BNDES para comprar seu jatinho

Empresa de Marina pegou R$ 17,7 mi no BNDES para comprar seu jatinho

E, se fosse a empresa de qualquer um deles, interessaria saber a fonte das receitas para pagar este luxo.Se não são receitas próprias, mas operações cruzadas, de outras empresas, dos próprios ou de terceiros, interessam, quando se trata de alguém que “cogita” governar o Brasil, o que inclui nomear a direção do BNDES.

PP-HUC não é notícia, mas seriam os imaginários PP-LUL, PP-ALC, PP-BOL, PP-CIR ou PP-MAR?

Como profissional de imprensa há 40 anos, ainda me constranjo com este filtro, ainda mais no momento em que o “escândalo” é a preferência nacional, em detrimento do pensamento de fundo sobre a realidade do país.

Não se pode reconhecer autoridade moral na mídia para reclamar das “fake news” e do Facebook, se elas utilizam as “seletive news” de forma descarada. Não é melhor uma editoria censória do que um algoritmo “escondedor”.

Estou longe de pretender créditos ou louros por uma apuração para lá de básica, que não exige senão um acesso à internet para obter a documentação. Muito menos em aumentar os acessos e a publicidade, porque estaria publicando peitos e bundas, em lugar de jatos glamourosos (como, aliás, sobram na grande mídia…)

Meu ofício me ensinou – já mudaram isso, não é? – que jornalista não é notícia e que sua majestade é o fato.

E o fato está lá, escancarado.

À espera de que o algoritmo da mídia o faça virar notícia.

Apoie o VIOMUNDO

Crowdfunding

Veja como nos apoiar »

O lado sujo do futebol

A Trama de Propinas, Negociatas e Traições que Abalou o Esporte Mais Popular do Mundo.

Entre os mais vendidos da VEJA, O Globo, Época e PublishNews. O Lado Sujo do Futebol é o retrato definitivo do que acontece além das quatro linhas. Um dos livros mais corajosos da história da literatura esportiva, revela informações contundentes sobre as negociatas que empestearam o futebol nos últimos anos. Mostra como João Havelange e Ricardo Teixeira desenvolveram um esquema mafioso de fraudes e conchavos, beneficiando a si e seus amigos. Fifa e CBF se tornaram um grande balcão de negócios, no qual são firmados acordos bilionários, que envolvem direitos de transmissão e materiais esportivos. Um grande jogo de bolas marcadas, cujo palco principal são as Copas do Mundo.

por Luiz Carlos Azenha, Amaury Ribeiro Jr., Leandro Cipoloni e Tony Chastinet.

Compre agora online e receba em sua casa!

 

10 Comentários escrever comentário »

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

Ronald

14/02/2018 - 16h01

Esses “empresários” tipo, Huck, Prefake de SP, Skaff e seus patos amarelos, deveriam ser também chamados de Vermelhos, Comunas, como eles gostam de intitular a esquerda.
Na verdade, eles não suportam o capitalismo, pois sempre vêm recorrer ao dinheiro do contribuinte para socializar o prejuízo de suas más administrações e suas incompetências como empresários-fake, que são.
Desde os lobbies, passando por promiscuidade com o poder, para beneficiar seus setores, ainda são os únicos a usarem dinheiro público barato para uso privado. Um verdeiro comunismo empresarial, este sim, abjeto e vil.
Quando se fala, nos governos progressistas em distribuição de renda para compensação social, os mesmos empresários “comunistas” se levantam contra e arrastam os patos assassinos junto com eles a baterem panelas, pregarem enforcamentos desses presidentes e conspirar para tirá-los do poder.

Responder

assim falou golbery

13/02/2018 - 01h21

é preciso que se diga que antes dos governos petistas o BNDES tinha só uns poucos trocados para emprestar, o que fazia com que cada pedito de empréstimo fosse altamente criterioso, nunca nada mais que 1ue uns R$ 100 mil, muito duro de conseguir, basta perguntar ao Nassif que tem como saber. Depois que o petismo assumiu encheu esse de muitos e muitos bilhões, ao ponto que sem que tivesse por aqui empresa suficiente para tomar tanto dinheiro, se emprestou praticamente a fundo perdido, pois esses governos nunca iria pagar mesmo, para se azer obras em países africanos, caribenhos e de América Latina. Portanto, não apenas Huck, mas todo que quis bastou pedir que nem precisou analisar muito, pois é melhor emprestar do que deixar virando lama

Responder

Eraldo

12/02/2018 - 21h05

DÓRIA TAMBÉM COMPROU JATINHO COM JUROS SUBSIDIADOS

FARRA AÉREA: DORIA PEGOU R$ 44 MILHÕES DO BNDES PARA COMPRAR JATINHO!

Huck e Prefake fazem a festa com juros que não valem para nós, mortais

De Fernando Brito, no Tijolaço:

Para quem achava que são uma vergonha os R$ 17,7 milhões que Luciano Huck pegou no BNDES com juros subsidiados para comprar um jato Phenom para seus deslocamentos, lamento informar que o escândalo é ainda maior.

João Dória Júnior, que se orgulha de dizer que viaja pelo país e ao exterior com seu próprio avião, esqueceu de contar que o comprou com dinheiro do BNDES, a juros subsidiados, da mesma forma que o apresentador da Globo.

Mas em valor muito maior: R$ 44 milhões, embora pagando um pouco mais de juros (4,5% ao ano), bem menos do que nós, mortais, podemos pagar.

Tecnicamente, o jatinho não é mais de Dória: assim que se elegeu, “passou” a empresa para o filho, que nunca teve renda alguma, exceto a mesada paterna.

Transferência, claro, de fachada, como o próprio Dória declarou em setembro do ano passado, ao divulgar um vídeo dizendo que não usa dinheiro público em suas viagens, como você pode assistir aqui:

“Não uso dinheiro público, viajo no meu próprio avião. Hoje felizmente tenho condição de bancar minhas viagens. Vim para a vida pública para fazer diferente, para fazer melhor, com inovação, dedicação e transparência. “

Faltou, no quesito transparência, informar que foi pegar o dinheiro, em pleno Governo Lula, no banco público.

Foi comprado por sua empresa, depois da eleição transferida a seu filho, em meados de 2010, embora só em junho de 2011 tenha registrado na Junta Comercial a mudança de atividades para “locação de aeronaves sem tripulação”. De novo, como no cado da empresa de Huck, duvido que haja “locações” que não sejam de fachada.

Desta vez, para a nossa imprensa “slow motion” não dizer que o Tijolaço “antecipou” – estava marcada para quando? – a informação, já vão os documentos reproduzidos abaixo, para não dar trabalho.

E, para evitar que a tropa de advogados de Doria queira me arrancar o que não tenho e que não tirei nunca do BNDES ou de qualquer banco público, repito que a questão não é de legalidade: é de hipocrisia com o discurso de destruição do Estado e da ficção de que o privado é “muito mais eficiente e honesto”. Financiado com dinheiro público, não é?

Responder

Nelson

12/02/2018 - 13h06

Isto me faz lembrar de um outro avião que carregava quase meia tonelada de cocaína e que tinha ligações mais ou menos estreitas com um outro candidato a presidente também das turma dos bicudos.

Após divulgação bastante tangencial do fato, a mídia hegemônica resolveu calar o bico e, sem trocadilho, a notícia virou pó.

Responder

jose carlos lima

12/02/2018 - 06h24

Golpe contra Jango+ Dilma, golpe da retirada de JK + Lula do cenário politico = eleição indireta;
O plano do golpe é emplacar um tucano “não politico” tipo Huck no lugar de Lula. O golpe procura o Castelo Branco da vez.

Responder

Cláudio

12/02/2018 - 04h19

:: * * * * 04:13 * * * * .:. Ouvindo As Vozes do Bra♥♥S♥♥il e postando:
Poesia contra a distopia (Distopia = Ideia ou descrição de um país ou de uma sociedade imaginários em que tudo está organizado de uma forma opressiva, assustadora ou totalitária, por oposição à utopia. “Distopia”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, 2008-2013, consultado em 13-10-2016].)

Poema acróstico para o maior e melhor brasileiro de todos os tempos :

L ouvemos quem bem merece o mais pleno louvor
U m homem simples como as coisas boas da vida
Í ntimo camarada, nosso irmão e amigo de valor
Z elando sempre pelo bem da humanidade querida

I nimigo dos maus, amigo dos bons, trabalhador
N ascido do povo que muito o ama e admira
Á rvore de bons frutos, os de melhor sabor
C onsciência plena de tudo que no mundo gira
I magem perfeita do homem de si senhor
O humano defensor de humana lira

L uz de nossa gente, lutador incansável
U m verdadeiro herói do povo brasileiro
L úcido e consciente do mais admirável
A mor pelo ser humano e verdadeiro

D igno e sincero, fraterno e muito humano
A migo do povo, honesto e sempre lhano

S eja o meu/nosso canto para te louvar
I sso que a voz do povo já disse várias vezes
L ula, o BraSil vive mais feliz só por te amar
V itória da melhor sorte no número treze
A fazer do brasileiro a humanidade a se ampliar.
::
Autor: Cláudio Carvalho Fernandes ( poeta anarcoexistencialista )
.:.
L uz do povo brasileiro
U m digno e fiel lutador
L astreando com real valor
A honra do BraSil inteiro.
.:.
L ula livrou 36 milhões da pobreza
U m feito memorável sem precedentes
L utando contra a mídia venal, teve a certeza
A bsoluta de estar ao lado dos brasileiros conscientes
.:.
L ivrando da miséria extrema 36 milhões de brasileiros
U m feito sem igual que por si só já bastaria
L ula segue sendo no mundo um dos primeiros
A fazer de seu povo a eterna rima rica de sua poesia
.:.
♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥
* * * * * * * * * * * * *
* * * *
Por uma verdadeira e justa Ley de Medios Já pra antonti (anteontem. Eu muito avisei…) ! ! ! ! Lul(inh)a Paz e Amor (mas sem contemporizações indevidas) 2018 neles/as (que já PERDERAM, tomaram DE QUATRO nas 4 mais recentes eleições presidenciais no BraSil) ! ! ! ! !
* * * *
* * * * * * * * * * * * *
♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥

Responder

willian

11/02/2018 - 22h42

Sempre achei engraçado que as “musas” brasileiras sempre tenham olhos e cabelos claros.

Num país onde 86% da população tem mais de 10% de herança africana e indígena.

Onde a esmagadora maioria da população tem olhos e cabelos escuros e rosto miscigenado.

As “musas” que a mídia empurra geralmente se parecem com europeias do norte

Responder

willian

11/02/2018 - 22h39

A principal arma dos conservadores é o chamado “bode expiatório”.
Bode expiatório, na tradição religiosa, é um objeto, pessoa ou animal que concentra em si todo o pecado ou maldade presente em determinada sociedade.
Esse objeto é então sacrificado para que tudo o que poderia colocar em perigo a existência de tal sociedade sumisse com ele ou ao menos fosse controlado por um tempo.
Ele mesmo não precisa ser pecador ou malvado, mas no momento de sua morte, ele passava a encarnar todo o mal da sociedade.
Jesus é um exemplo, pois, com sua morte, em tese, levou consigo todo o pecado da humanidade.
Aproveitando-se dessa tradição religiosa, os conservadores vendem a mesma ideia sempre que sentem que os privilégios da elite está ameaçado.
Hitler usou os judeus, ciganos e comunistas como bode expiatório.
Os norte americanos sempre se utilizaram da figura do comunista para manter a ordem interna. Mas com o fim da URSS, passou a ser o terrorista (árabe de preferência). Negros, latinos e outras minorias também sempre foram bodes expiatórios na sociedade norte americana.
No Brasil, o bode expiatório favorito é a figura do corrupto. Como somos um povo miscigenado, não dá para usar minorias raciais. Como não somos ameaçados por terroristas por nossa insignificância política, não dá para usar o terrorista. Então resta o corrupto. Sempre que a classe média alta ou a elite sentem que o povo está ganhando algum tipo de poder, a figura mágica do corrupto é colocada sobre a mesa. Essa figura geralmente vem amalgamada com a figura do comunista destruidor da moral e dos bons costumes.
A ideia é: basta matar ou destruir o bode expiatório, que vai tudo ficar bem.
Uma ideia simplória e estúpida, mas usada e abusada pela nossa classe média alta ignorante.
Segundo a classe média alta udenista, Vargas era corrupto, Jango era corrupto, Juscelino era corrupto, Lula e Dilma os exemplos mais recentes. E não apenas corruptos, mas corruptos num nível muito acima do tolerável. O bode expiatório bananeiro aproveita-se do moralismo hipócrita da nossa sociedade, onde até o final do século XIX havia religião oficial de Estado. Os que bradam contra a corrupção são os mais corruptos.
E todos os brasileiros sabem que nosso moralismo é hipócrita.
Mas é que nossa sociedade é uma sociedade barroca da aparência.
Não importa o que se pensa e o que se faz de verdade. Importa o que aparece aos olhos dos outros. E não importa se esses outros saibam que é tudo jogo de cena hipócrita.
Basta lembrar da coroação de D. Pedro 2, feita a partir de um golpe, mas cheia de fausto barroco….
É uma ideia que faz com que determinados grupos sociais sejam atacados pela turba ensandecida.
O fascismo brasileiro, que eu chamo de elitismo, é a união entre uma burguesia verdadeira de 0,5% da população que é a burguesia da rapina financeira, que usa juros altos para rapinar o povo por meio de uma dívida que é 90% ilegal e a classe média que tem qualificação profissional ou pequenos negócios. O que une esse povo é o ódio ao pobre, visto ou como matável, ou como burro de carga. Usam sempre o discurso da corrupção e do bode expiatório como cortina de fumaça para manter seus privilégios;
O caso do Brasil não pode ser pensado com ferramentas para se analisar a Europa. Esses caras não são nacionalistas, pelo contrário. Problema deles é questão de ódio aos pobres. Não é como na Alemanha ou Itália que a adesão ao fascismo era feita pela glória de seus povos. Aqui é feito pela glória dos EUA. O problema de brasileiro de classe média, a verdadeira que tem qualificação profissional, é o ódio ao pobre. Sempre o ódio ao pobre. E o medo de ver o pobre se qualificando e brigando pela sua vaga no mercado de trabalho. Pobre aqui é visto como burro de carga e não ser humano. Não há amor algum dessas pessoas pelo povo brasileiro. Só há ódio pelo povo ser miscigenado. Classe média não liga para corrupção, classe média só liga de ver seus símbolos frágeis de status serem apropriados também pela classe baixa.

Responder

Julio Silveira

11/02/2018 - 22h03

Eu gostaria de saber sob qual governo foi tomado esse indecente emprestimo especial, para nacionais especiais? povão fora.

Responder

assim falou golbery

11/02/2018 - 21h37

o fato é essa empresa pooderia ter pego mais até de R$ 300 bi e sumido com tudo, o que devemos é agradecer por ter pego apenas o que irá pagar

Responder

Deixe uma resposta