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Diário da Resistência


Fátima Oliveira: Banheiros luxuosos não são para negros
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Fátima Oliveira: Banheiros luxuosos não são para negros


23/04/2013 - 08h52

Interdição racista: banheiros luxuosos não são para negros

ELE BATEU NA ESPOSA. LULA SOUBE E MANTEVE O NOME.

Fátima Oliveira, no Jornal OTEMPO 
Médica – [email protected] @oliveirafatima_

Depois que o dr. Joaquim Barbosa foi sagrado ministro do STF, não escrevi sobre ele. Reconheço seus méritos intelectuais, conquistados com sacrifícios impensáveis. No concernente à moralidade e à ética, ele não deveria estar lá. Os motivos, relatarei abaixo.

Na aventada imoralidade dos banheiros de luxo (“STF gasta R$ 90 mil em reforma para Joaquim Barbosa”, Andreza Matais e Rubens Valente, FSP, 20.4.2012), vou defendê-lo. Entendo que a base do achincalhamento é de cunho racista. A mensagem subliminar é que é interditado a uma pessoa negra atender às suas necessidades fisiológicas em banheiros decentes – negros não devem sair do tempo do penico de latão (para a aristocracia, era de porcelana) -, já que dizem que “negro, quando não caga na entrada, caga na saída”. Dispensa banheiro.

O governo federal mantém habitações funcionais. Posso discordar da regalia, mas ela é legal. Cuidar, com dinheiro público, para que não se deteriorem, é dever do governo. Quando a ministra Ellen Grace instalou uma hidromassagem, a mídia tentou dar faniquitos. Ela, tranquilamente, disse: “É claro que vou colocar uma banheira lá. E tem de ser paga com dinheiro público porque ela vai estar num apartamento público”. Assunto encerrado. Era 2005, e a reforma do apartamento custou R$ 133 mil.

O estopim curto do ministro JB, sobre reforma similar e mais barata, sete anos depois, explodiu ao ser perguntado, por Felipe Recondo, do Estadão. Perdendo a compostura, o chamou de “palhaço” e mandou que fosse chafurdar no lixo. O Estadão silenciou, mas a FSP, em 20.4.2013, estampou: “STF gasta R$ 90 mil em reforma para Joaquim Barbosa”.

Para JB? Ora, me compre um bode! O assunto caiu na web, e muita gente insuspeita caiu na armadilha racista. Contraditoriamente, os dois jornais elevaram JB à posição de Deus no julgamento do mensalão, mas ele ter direito de usar banheiros de luxo é inaceitável!

Na indicação de JB ao STF, eu e umas três feministas negras fomos contra nas “listas raciais”. Primeiro, ele bateu na esposa, à época, funcionária do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, inclusive com registro de BO no DF. Lula soube e manteve o nome, argumentando que a ex-esposa enviara carta inocentando-o, com o mesmo teor dito à imprensa, que “apanhou de meia”: “Na verdade, houve uma agressão mútua. Isso aconteceu num dia de ânimos acirrados. Somos amigos até hoje” (Enfim, um negro chega lá, Veja, 14.4.2003).

Lula foi cúmplice, corroborando o dito pelo saudoso poeta negro Arnaldo Xavier: “O único espaço de cumplicidade efetiva existente entre o homem negro e o homem branco é o machismo”. Exigíamos que JB declarasse arrependimento. Ele e Lula não deram a menor pelota pras ziquiziras das feministas!

O segundo motivo: sou testemunha dos ânimos violentos do ministro. Em Santiago do Chile, na Preparatória Latino-americana de Durban (2000), JB, por motivo fútil, partiu pra cima do hoje jurista e ex-secretário de Justiça do Estado de São Paulo Hédio Silva Jr.

Quem foi pro sopapo foi JB, o outro se defendeu. Imaginem como fiquei tentando separá-los! Um espetáculo deprimente visto por várias negras brasileiras. Ali, soube que JB havia batido em sua mulher. Ali, selei a opinião do destempero dele, portanto, achei a sua indicação para o STF inadequada.

Não tenho motivos para louvá-lo, pois compactuar com violência de gênero e índole violenta fere meus princípios, mas ele tem a minha solidariedade contra o racismo, base da suposta denúncia dos banheiros de luxo.

 Leia também:

A denúncia sobre os banheiros de Joaquim Barbosa





140 comentários

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José Vilar da Silva

11 de maio de 2013 às 12h15

A autora foi de uma hipocrisia desmedida na abordagem, mesmo quando fingia defender a pele do Ministro não deixou de reproduzir os clichês racistas, ela deixa mensagens subliminares que ferem impoedosamente o caráter do Ministro, apercebe-se claramente isto na oponião com sarcasmo dos leitores. Parabéns, você fez um excelente papel de advogado do diabo!

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    luiz

    20 de agosto de 2013 às 20h38

    Impossivel agredir o caráter DE QUEM NÃO TEM. O tal Barbosa, espancador de mulheres, é so mais um aloprado do PT colocado pelo Lula, o chefe da quadrilha do mensalão, no Supremo.

Rinia Laboissiere

11 de maio de 2013 às 11h54

Fatima. Fatima . Voce não apareceu em FATIMA. Voce, dooutora, apareceu com sabedoria, neste momoento em que nós precisamos de uma sabia. Voce disse o que quase todos querem dizer.Em frente!

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Lu Witovisk

28 de abril de 2013 às 16h12

Nossa, Fatima, nessa vc pegou pesado. 90 mil é demais sim, banheira para a Helen foi demais também, assim como toda a pompa que cerca a vida publica de Brasilia. Já está no inconsciente de todos: ninguem quer ir para a vida publica para servir o povo, estão indo para servir-se do povo. E o problema do seu texto é esse: se os outros fizeram pior, pq ele, o NEGRO não pode?

O Brasil é racista? É e muito, mas esse argumento que você usou tá ruimmmm demais.

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Alan

28 de abril de 2013 às 02h02

Qualquer deste preco e caro.Nao interessa se e negro,branco ou indio.
Quanto a banheira em apreco outro exagero. Sem bom senso fica dificil,Modus in rebus.

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Otacílio

27 de abril de 2013 às 00h38

90 mil pra reformar um banheiro é caro…

Com uns 10 mil daria pra fazer um bom banheiro. Com 30 mil, um magnífico.

Não entendo porquê um imóvel que é funcional – como o próprio nome diz, privilegia (ou deveria privilegiar) a funcionalidade em detrimento de outros aspectos – precisa de um banheiro de 90 mil.

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Larissa Dias

25 de abril de 2013 às 21h34

Valei-me como o racismo causa cegueira. E como tem gente cega fazendo comentários por aqui. A gente só vê mesmo racismo quando quer. Se a Folha não foi racista, não há racismo mesmo no Brasil. Tá certo!

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Marcelo Ramos

25 de abril de 2013 às 10h25

Não vejo na matéria da Folha nenhum indício de que seja “achincalhe de cunho racial”. A própria matéria anterior, com a ministra que botou a banheira foi do mesmo nível.
O que está acontecendo é um distorção. Nenhum, repito, nenhum funcionario público deveria ter esse tipo de luxo pago com dinheiro do estado. qualquer outra discussão, é a projeção da experiência pessoal “de dentro da cabeça” da pessoa.

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Fernanda Cairós

25 de abril de 2013 às 08h34

A esquerda é menos completa como ferramenta cultural para produzir uma visão de si mesma. A espiritualidade de esquerda é rasa. Aloca toda a responsabilidade do mal fora de você: o mal está na classe social, no capital, no estado, na elite. Isso infantiliza o ser humano. Ninguém sai de um jantar inteligente para se olhar no espelho e ver um demônio. Não: todos se veem como heróis que estão salvando o mundo por andar de bicicleta.

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Evandro

25 de abril de 2013 às 08h20

Vamos extrair o suco dessa discussão:
1. – Cadeia para os mensaleiros, JÁ!
2. – Liberdade para os mensaleiros, JÁ!
3. – Lula sabia!
4. – Lula era ignorante!

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Julio De Bem

24 de abril de 2013 às 23h15

Parabéns a quem esta administrando os comentarios. Siga censurando todos que discordam. Ja eh meu terceiro dia de censura. E olha que venho aqui a mais de 7 anos. Uma pena mesmo…

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Vera Borda

24 de abril de 2013 às 22h36

Que bobagem, doutora, que bobagem. Banheiros luxuosos podem e devem ser adquiridos por quem os paga com dinheiro do próprio bolso, de sua conta bancária particular. Banheiros que fazem parte de prédios públicos devem ser bem equipados, com manutenção perfeita, justamente porque são de propriedade pública; luxo não é necessário, é uma ostentação pomposa de riqueza que não deve ser paga pelo bolso dos contribuintes. Principalmente quando se trata de valores exorbitantes, que levam a pressupor superfaturamento – conduta reprovável para um presidente de Suprema Corte. O demais é vitimização que não tem menor cabimento.

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    Alice Matos

    25 de abril de 2013 às 06h58

    Bobagem sem mistura a sua Vera Borda, o dinheiro público bancou cobstruções luxuosas em Brasília e os reparos e reformas nelas devem ser custeados com dinheiro público. Pode até se enforcar de raiva, mas só quem perde é vc que vai morrer.
    Em que mundo você vive, filha? Vai mandar implodir todos os prédios da União em Brasília e contruir casas de pau a pique, é isso? Caia na real. As reformas devem ser compatíveis com o local onde elas são feitas. Os apartamentos e mansões funcionais existem há meio século, foram construídos por JK. De acordo total que não deveriam existir, cada funcionário que pague do seu bolso a sua moradia.

    gustavoh

    25 de abril de 2013 às 09h33

    Com todo respeito, senhora Alice, mas bobagem é o que vc diz em seu comentário. Implodir prédios e construir casas de pau a pique, que argumento é esse? Vc acha mesmo que a senhora Vera sugeriu isso? Em que mundo vc vive? Da mesma forma a senhora Fátima fala em penico de latão. Putz, que nível raso de debate. É lógico como dois mais dois são quatro que 90 mil pra reforma de banheiro é uma ostentação absurda num país como o Brasil. Fosse JB loiro dos olhos azuis o absurdo seria o mesmo. Pelo seu raciocínio posso supor que se alguém comprar um Rolls Royce para cada ministro do supremo hoje teremos que bancar eternamente esses carros no futuro porque é um padrão. Quando alguém reclamar vc vai dizer querem por fogo nos RR e comprar Uninhos para os ministros. Fala zério Alice.

JOACIL DA SILVA CAMBUIM

24 de abril de 2013 às 19h45

Brilhante, doutora Fátima. Joaquim Barbosa foi endeusado pela grande imprensa – notadamente Rede Globo, jornal o Globo, Folha de São Paulo O Estado de São Paulo e revista Veja – porque, ele inebriado com os afagos ao seu ego (e que ego!), conduziu o julgamento do chamado mensalão do modo com eles – os órgãos da imprensa – queriam. Veja o que fizeram com Ricardo Lewandowski: execrado apenas porque ousou votar de acordo com sua consciência, desagradando, em alguns pontos, os barões da grande mídia. Mas, conforme disse eu em outras oportunidades, essa mesma mídia hipócrita acabará por execrar o grande paladino antipetista. (Embora sem um governo petista jamais chegasse ao cargo que ocupa). Basta ele perder o enorme poder e grande visibilidade que o cargo de presidente do STF lhe proporciona. Como profetizou o poeta paraibano Augusto dos Anjos: “A mão que afaga é a mesma que apredeja

Responder

Bonifa

24 de abril de 2013 às 11h07

Temos todo o direito de desconfiar, quando as circunstâncias levam claramente a isso. O problema central não é este ou aquele, racismo ou loucura. Uma pessoa deficiente pode necessitar de um banheiro especial, com barras de segurança e outros adereços. O problema é que, em nossa concepção, ninguém poderá jamais provar com documentação fidedigna que gastou 90 mil reais na reforma de quatro baneiros de prédio funcional. Com grande luxo e até esbanjamento, impróprio para o imóvel, tal gasto não passaria de 40 mil reais.

Responder

Carlos Alberto Nunes

24 de abril de 2013 às 10h47

90 mil para um banheiro é caro. mas, se for ma casa do Sarney, tá barato. As obras do senador são magníficas.

Responder

Maria Rita

24 de abril de 2013 às 10h38

Conceição, seu texto é impecável, mas não dá para concordar com tudo. Joaquim já representou para mim um avanço por ser o primeiro negro a entrar no STF. Há problemas de racismo sim no país, sabemos disso. Depois de vibrar por ele ter tido a coragem de enfrentar Gilmar Mendes, quando veio a história do Mentirão, a impressão foi mudando. Hoje da mesma forma que não apoio as ações de ministros como Gilmar, Marco Aurélio de Mello, Fux, Ayres de Brito, também desaprovo esse deslumbramento de JB com os holofotes. Nada que fosse diferente dos outros citados, independente da cor ou raça (embora antropólogos já não utilizem o critério de raças, somos miscigenados mesmo). E o mesmo falo da Juíza Eliana Calmon,a quem já admirei mais. O fato dela ter recebido os atrasados milionários, maliciosamente divulgado pelos jornais, não demonstram que ela se beneficie individualmente.É o corporativismo de uma classe que nos envergonha, porque quando acusam políticos por suas benesses e satisfação de interesses particulares, as negociatas que se sobrepõem aos interesses públicos, que motivo nos dão ao seguirem os mesmos padrões de seus acusados? Seus interesse e demonstrações de poder pessoal parecem estar sempre em primeiro lugar. Me desculpe, mas concordo nessa vez com você.

Responder

    Conceição Lemes

    24 de abril de 2013 às 10h40

    Maria Rita, o texto é da Fátima Oliveira, médica, escritora, feminista. Um beijo

    Maria Rita

    24 de abril de 2013 às 20h43

    Desculpa, Conceição. Falha minha.Um grande abraço.
    Maria Rita

José Ricardo Romero

24 de abril de 2013 às 09h38

Os defensores dos direitos das minorias não perdem uma única oportunidade de fazer tempestade em copo d´água. Os brancos que se cuidem. A segunda lei de Newton aplicada à sociedade faz a reação ser muito mais forte e desproporcional que a ação. Não basta ser defensora dos direitos humanos; é preciso ter discernimento e justeza de opinião para não inventar casos onde possa desfilar os eternos argumentos do racismo. Esta ligeireza no tratamento destas questões ofendem o senso comum (a quase totalidade das opiniões aqui mostram que os leitores, estes sim, têm discernimento. São todos racistas?) enfraquecem a defesa legítima da igualdade dos direitos.

Responder

    Christian Fernandes

    24 de abril de 2013 às 20h53

    “Segunda” Lei?

    A TERCEIRA Lei versa sobre IGUAL força e sentido contrário.

    Não existe mágica na mecânica clássica: para algum movimento, é necessário aplicar alguma força.

    Senão, esqueça a PRIMEIRA Lei.

    E autocrítica não faz mal a ninguém: muita gente da esquerda embarcou nesse moralismo barato, se esquecendo que a denúncia é da Fôia e só apareceu para mostrar ao negro “o seu lugar”. Qual seja, ai do JB se ele contrariar a mídia gorda, apenas um dos rostos do nosso famigerado status quo.

    Rapidim, rapidim a capa do Batman vira o sorriso do Coringa.

    A Física

    27 de abril de 2013 às 00h32

    “A segunda lei de Newton aplicada à sociedade faz a reação ser muito mais forte e desproporcional que a ação”.

    Não, não e não, querido.

    A segunda lei de Newton não fala sobre ação e reação.
    Se houver ação, a reação é de mesma intensidade da ação.
    As leis de Newton se aplicam a movimentos não relativísticos, e não à sociedade.

Edvaldo

24 de abril de 2013 às 09h30

Quanto mais se mexe na privada do Exmo. Sr. JB mais ânimos ela levanta entre os leitores e a imagem do Exmo. Sr. Ministro tá ficando cada vez mais vermelha, tamanhas iras, e vai chegar ao roxo do Collor com a soberba que lhe subiu a cabeça.

E fecho com o leitor Ricardo Carvalho, que postou aqui sua opinião no dia 23.

Aproveitem a oportunidade para assistir “O banheiro do Papa”. Será que o Exmo. Sr. JB vai ter tempo para ficar numa privada analisando o seu “parcial” ou “completo”?

http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Banheiro_do_Papa

Fui acusado de racista por lembrar que foi o ex-presidente Lula quem pôs Exmo. Sr. JB lá: “Preto sempre depende de um branco pra chegar em algum lugar, né racista? “, disse um tal leitor Willian. Mal sabe ele que Lula não é branco.

http://www.ie.ufrj.br/apart/pdfs/aparte_qual_a_cor_do_presidente_lula.pdf

Com certeza o Ex-presidente Lula tinha outros pendores altruístas para escolher o Sr. JB, e não foi por cumplicidade machista, contrariando o poeta e a jornalista desta matéria, pois pra mim isso diminui a imagem do ex-presidente. Ele escolheu mal, o tiro saiu pela culatra assim como a Presidenta Dilma escolheu mal o Sr. Fux.

Segundo Leandro Fortes, em A direita que ri extasiada, “Joaquim Barbosa, o irascível relator do mensalão, o “menino pobre que mudou o Brasil”, não teria chegado a lugar nenhum, muito menos, alegremente, à capa de um panfleto de subjornalismo de extrema-direita, se não fosse Lula, o único e verdadeiro menino pobre que mudou a realidade brasileira. ”

https://www.viomundo.com.br/politica/leandro-fortes-a-direita-que-ri.html

Sorte que o povo soube escolher, mas há contraditória.

Responder

Jose Mario HRP

24 de abril de 2013 às 09h01

-“Eles vivem falando mal de mim, dizem que sou puxa saco de patrão, me ajuda!”

-“Tá bom Mel, essa eu mato no peito!”

Responder

Mardones

24 de abril de 2013 às 08h35

Pode até ser racismo por parte de muitos, mas acho absurdo que qualquer pessoa negra, branca, parda, amarela ou índia possa desfrutar de um banheiro, cuja reforma custe aos cofres públicos os valores de R$ 90 ou 133 mil. Isso demonstra que quem aprovei a lei acredita que certas pessoas merecem tratamento distinto e revela uma imoralidade. Pode ser legal, mas é imoral. E não tem nada a ver com racismo.

Responder

Joana

24 de abril de 2013 às 08h06

É impressionante o quanto as pessoas se comportam como ovelhas à beira do precipício: se uma cai no precipício, as outras vão atrás. É o caso da maioria dos comentários, que não conseguiram chegar no ponto central do artigo da Fátima Oliveira: ficaram repisando do é ou não é racismo. Coisa inútil e que não serve para mudar a opinião de quem quer que seja.
A cronista avalia como racismo de dá as motivações da sua avaliação. Para mim achar que é racismo ou não é, não muda em nada a matéria da Folha de São Paulo e nem a visão de quem acha que é ou não é.
Por outro lado, é gritante os bastidores de como Joaquim Barbosa chegou ao STF, por obra e graça de Lula e de José Dirceu, que preferiam acreditar, a despeito das provas que diziam que ele era um espancador de mulheres. Sabe o que acho? Que o desequilíbrio emocional do referido ministro é tão grande que ele pagou com ódio o acolhimento que teve por parte do governo Lula. Uma coisa é ser justo, outra é demontrar ódio.

Responder

    Tiago M. Bevilaqua

    24 de abril de 2013 às 12h13

    E quem sabia que ele havia batido na mulher? Ou como diz a senhora, um espancador. Não se faz comentário apenas e tão somente para tentar mudar a opinião de outrém.

    Pedro Costa Neves

    24 de abril de 2013 às 20h35

    À época a Sra. Marileuza, ainda mulher do Joaquim, lavrou um Boletim de Ocorrência, em Brasília. UM BO não é uma prova? A carta que a Sra. Marleuza mandou para Lula explicando o ocorrido, que não negou, mas perdoando-o e pedindo ao presidente que não levasse o passado em conta. É um fato PÚBLICO, que veio à tona quando ele foi indicado ao STF.
    LEIA: Enfim, um negro chega lá:

    Enquanto o governo decidia o que fazer, os comentários pipocaram no próprio Supremo. A ministra Ellen Gracie, a única mulher da corte, no intervalo entre uma sessão e outra, mostrou-se preocupada. “Vai vir para cá um espancador de mulher?”, perguntou ao colega Carlos Velloso. “Foi uma separação traumática”, conciliou Velloso. “Mas existe alguma separação que não é traumática?”, interveio o ministro Gilmar Mendes. Para desanuviar o ambiente, o ministro Nelson Jobim saiu-se com uma brincadeira machista, a pretexto de justificar a agressão: “A mulher era dele”. O governo preocupou-se à toa. Indagado sobre o episódio pelo ministro da Justiça, Barbosa Gomes explicou que fora um desentendimento árduo, mas superado. Dias depois, Barbosa Gomes encaminhou ao Gabinete Civil da Presidência da República uma carta, assinada pela ex-mulher, reafirmando que tudo fora superado. Mais que isso, na carta Marileuza abonou o ex-marido – que não voltou a se casar e hoje mora com o filho do casal. “Na verdade, houve uma agressão mútua. Isso aconteceu num dia de ânimos acirrados. Somos amigos até hoje”, disse Marileuza a VEJA. “Foi uma briga de família provocada por ressentimentos naturais numa separação”, explicou Barbosa Gomes à revista. Com isso, o governo completou a trinca do Supremo sem temor. Agora, falta apenas o Senado aprovar o nome dos três candidatos.

    http://veja.abril.com.br/140503/p_050.html

    Sagarana

    24 de abril de 2013 às 13h53

    Pagou? Mas ele devia o quê?

Licurgo

24 de abril de 2013 às 04h31

“Fátima Oliveira: Banheiros luxuosos não são para negros” Errado! banheiros luxuosos pagos com dinheiro público não devem ser para NINGUÉM”

Responder

FrancoAtirador

24 de abril de 2013 às 03h24

.
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Preliminarmente entendo que ninguém tem maior legitimidade do que Fátima Oliveira para tratar do assunto, não apenas por ser mulher e negra, e sertaneja maranhense desgarrada dos pais na infância (“aos 10 anos, desterrada para estudar em Colinas” ou “menina sertaneja que bateu asas e voou, ultrapassando as fronteiras do sertão e percorreu o mundo duas vezes carregando-o no peito”, como ela própria afirma, com nostalgia e ternura, nas saborosas crônicas: http://bit.ly/ZNHbN3 e http://bit.ly/14NTbH1),
que, portanto, sofreu na própria pele (literal e figurativamente) as agruras sociais decorrentes do simples fato de haver nascido, no Brasil, com essas condições naturais associadas (boa hora para ouvir, de novo, as lições da Professora Marilena Chauí em: http://bit.ly/PBoU0u),
mas também porque, diante de dificuldades vivenciadas pessoalmente,
conseguiu, pela luta e por mérito, galgar os degraus escolares até conquistar o diploma universitário, na Universidade Federal do Maranhão, em uma das profissões mais socialmente elitizadas do País, ainda mais na época da Ditadura Militar, nas décadas de sessenta e setenta, em que sequer havia legislação adequada, que dirá política de cotas nas universidades e de afirmação das mulheres, tudo isso sem perder a simplicidade e a dignidade, mormente no exercício da profissão médica, talvez até por isso sempre dedicada à prática da medicina social.

Por conseguinte, Fátima Oliveira fala sobre Joaquim Barbosa com conhecimento de causa, mesmo porque, nos aspectos extrínsecos, a trajetória de ambos guarda muita similaridade. E por haverem vivenciado, no ambiente social, situações individuais semelhantes, eles, mais do que sabem, sentem que a coloração da tez não os fazem melhores ou piores que quaisquer outros, isto é, a maior ou menor quantidade de melanina na pele é “um dado da Natureza”, como a “velhice” de Marilena Chauí, que socialmente não implica ou não deveria implicar em nada além do que uma simples aparência visual anatômica, uma percepção que, inclusive, varia de pessoa para pessoa.

É em termos intrínsecos à personalidade que Joaquim Barbosa sofre a análise crítica de Fátima Oliveira.

Ela o respeita como Ser Humano, mas não o aprova como homem, não simplesmente por oposição de gênero, que é outro “dado da Natureza”, mas pelo caráter comportamental.

Além disso, objetivamente, Fátima Oliveira foi testemunha ocular de atitudes abruptas e violentas praticadas por Joaquim Barbosa que absolutamente o desabonam.
As agressões presenciadas e acima narradas pela médica, e ainda outras de conhecimento público e não negadas pelo jurista, foram as que a levaram a afirmar, antes da indicação pelo Presidente da República, que ele não satisfazia um dos requisitos constitucionais para preenchimento da vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal, qual seja: “conduta ilibada”.

Um abraço camarada e libertário a todos, especialmente à Médica Social Fátima Oliveira, a quem não conheço pessoalmente, mas é como se intuitivamente conhecesse.
.
.

Responder

Alex

24 de abril de 2013 às 00h56

Funcionário das elites e do PIG! Contra o povo! Cadê Privataria Tucana? Lista de Furnas? Mensalão Tucano? E o grotesco Mentirão? Olha…Ministro do STF é o cara! Pensava eu, até o início do julgamento do Mentirão, já que o Mentirão/Globo/Jô engavetador mostrou a verdadeira face de várias figuras. O episódio banheiro de 90 mil é só um espetáculo oferecido ao povo pra dizer: – Brasil, tá vendo? Nós, imprensa, não estamos do mesmo lado do jb, estamos metendo o pau nele! Falem globo, foia, estado, veja, digam ao povo que o stf não toca pra frente os grandes “feitos” da oposiçãozinha medíocre brasileira, e que isso é errado! Ahh, não dá né? Vcs fazem parte da oposição, né?

Responder

Carioca

24 de abril de 2013 às 00h09

Uma grande cagada merece um banheiro de ouro.

Responder

    Isabel

    24 de abril de 2013 às 17h47

    Francamente….

João-PR

23 de abril de 2013 às 23h03

Vou discordar da articulista: 90 mil pela reforma de banheiros é dinheiro demais! Não é questão de racismo não, é questão de decência com o dinheiro público.

Responder

lulipe

23 de abril de 2013 às 22h53

Nos blogs progressistas temos os bons, aqueles que endeusam lula e estão do lado do PT, e os maus, aqueles que criticam lula e fazem oposição ao PT.Este é o critério utilizado pelo jornalismo “independente” e “imparcial”.

Responder

    renato

    24 de abril de 2013 às 11h50

    Se você vai num presídio, você encontra o que?
    Duas coisas.
    Os bandidos presos ( PSDB)
    O guardas que cuidam dos presos (PT)
    Se você, esta no presidio preso, você só vê
    PT, do lado de fora.
    É assim Lulipe, você se coloca na posição que
    achar melhor e vê quem você quer ver.
    Não é questão de Verdade ou Justiça.
    Isto não existe aqui ou ali.
    Por exemplo eu não acredito no acontecido de Boston
    outros já acreditam.Me chamarão do que eu quiser dependendo
    do meio em que eu estiver…ENTENDEU.
    Acho legal os teus contra pontos…Não desista.

Mário SF Alves

23 de abril de 2013 às 21h38

Com a consolidação do PT no Governo chegamos a um ponto no qual a direita local tutelada pela CIA anda cada vez mais excitada com o macunaísmo da pior elite do mundo. Chegou-se a um ponto no qual quanto mais mau caráter for o indivíduo endinheirado, melhor. Claro, neste caso, tal estratégia é a melhor para aqueles que há séculos indiretamente nos colonizam.
____________________________________
Depois do PT, aí já será outra estória. Aí vai haver uma certa (e necessária) depuração. Até porque se deixar correr à solta tal macunaísmo da elite, a coisa tenderia a fugir do controle. O que traria prejuízos tanto à elite, quanto à direta que historicamente a instrumentaliza.

Responder

H. Back™

23 de abril de 2013 às 21h37

Caramba! E eu aqui precisando de um imóvel para morar! Vou fazer minha inscrição no programa “Meu Banheiro Minha Vida”. hehehe

Responder

Francisco

23 de abril de 2013 às 21h09

Joaquim Barbosa elegeu, de sua livre e espontanea vontade, os padrões morais em que deve ser julgado, ao julgar – sem provas – seus semelhantes.

Sou afro-brasileiro. José Genuino não tem um banheiro desses na casa dele e esta sendo mandado para a cadeia e tachado de ladrão.

Quem é o ladrão?

Que Barbosa seja ferido com o ferro que forjou.

Responder

Fabio Passos

23 de abril de 2013 às 20h57

Olha… acho que é verdade. Negão com banheiro bom é inadmissível pra “elite” branca, rica… e racista. Aposto que é por isso que o PiG, mesmo constrangido e sem muito alarde, deu a notícia.

Acredito também que ele bateu na esposa. joaquim barbosa ja provou que gosta de bater em quem não consegue se defender. covardão.

Responder

JOSE ANTONIO BATATA

23 de abril de 2013 às 19h09

A Imprensa do PIG deixa de defender o BATMAN.Eles derrubaram o REITOR da Unb por causa da lixeira de mil Reais . Hoje a GRANDE Imprensa não fala NADA do Banheiro de OURO Agora eu defendo LEY dos Médios JÀ!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Responder

JOSE ANTONIO BATATA

23 de abril de 2013 às 19h07

Eles derrubaram o REITOR da Unb por causa da lixeira de mil Reais . Hoje a GRANDE Imprensa não fala NADA do Banheiro de OURO Agora eu defendo LEY dos Médios JÀ!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Responder

JULIO*Dilma2014/Contagem(MG)

23 de abril de 2013 às 18h56

Dona Fátima(psolista) perdeu uma grande oportunidade de ficar com o bico fe
chado.

Responder

    Margareth Rocha

    24 de abril de 2013 às 07h55

    Júlio a sua ignorância sobre quem é Fátima Oliveira não tem paralelo. Deveria se envergonhar de dizer coisas sobre pessoas que o senhor não conhece. Na política quando você chegou para comer caju ela estava assando as castanhas. Mais respeito senhor. Deveria ter mais um pouco de vergonha de defender malfeitorias petistas. A isto se chama cegueira política, falta de vergonha também.
    Por que não pára e pensa na grave denúncia feita por ela sobre Lula e Zé Dirceu terem bancado o nome do Dr. Joaquim Barbosa quando ele não tinha qualificações morais suficientes para ser ministro do STF?

leia

23 de abril de 2013 às 18h33

Oh! Meu Deus, e eu precisando de um moradia, que com certeza eu pagaria com os 90 mil, ficaria satisfeita e feliz da vida, mas como näo posso, me escrevi no programa minha casa minha vida e desde 2010 espero pelo täo sonhado apartamentinho de 48 metrinhos quadradinhos, com 2 quartinhos, uma salinha, uma coziinha, um banheirinho, tudo pequinininho. Ganho só dois salariozinho e tenho que ficar contentíssimo.

Responder

Pedro Costa Neves

23 de abril de 2013 às 18h31

Não entendi a denúncia como racista, mas lendo o artigo da Fátima tenho de dar a mão à palmtória. Há racismo na matéria da Folha, que não questiona a existência dos apartamentos funcionais para quem ganha o suficiente para ter uma casa ou pagar um aluguel

Responder

Sávio Maciel

23 de abril de 2013 às 17h52

A articulista encontrou pelo em ovo. Primeiro, que a denuncia saiu na Folha, que até pouco tempo atrás jogava confetes no Ministro; segundo, que gastar R$ 90.000,00 na reforma de um banheiro, seja branco ou negro, é indecente. Ninguém disse que o Ministro não tem direito a um banheiro digno e decente. Mas a articulista há de convir que há banheiros nessas condições por preço bem mais em conta, não? Dignidade não se confunde com luxo. Queria ver se um deputado ou senador do PT fizesse tal reforma. Era cassação por falta de decoro parlamentar, na certa.

Responder

renato

23 de abril de 2013 às 17h51

A quem serve tais comentários?
Banheiros? Banheiros?Banheiros?
Para os Brancos(é assim que chama quem não é negro).
Ele é uma Geni.
Vão deixa-lo apenas usar o banheiro e depois descartá-lo.
Coisa de gente séria!
Banheiro? Banheiro?Banheiro?
Dona Fátima, como vai a Transposição do Rio São Francisco.
PS: Quer respeitar uma pessoa, ame – a ou odeie-a.
Meios termos levam a agressão.

Responder

Paulo

23 de abril de 2013 às 17h34

Imóveis Funcionais

A Secretaria do Patrimônio da União, conforme disposto no Decreto n° 980, de 11 de novembro de 1993, é responsável pela administração dos imóveis residenciais à disposição do Poder Executivo.

Ressalta-se que tal Decreto faz ressalva aos imóveis de propriedade das autarquias, empresas públicas, sociedades de economia mista, fundações e entidades controladas direta ou indiretamente pela União, bem como aqueles administrados pelas Forças Armadas, Casa Civil da Presidência da República e pelo Ministério das Relações Exteriores.
A Secretaria do Patrimônio da União, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão – SPU/MP, possui hoje sob sua administração 500 imóveis funcionais, situados no Plano Piloto e em algumas cidades do DF, com características bastante variáveis.

Veja ainda:
Requisitos para ocupação de imóveis funcionais
Requisitos para ocupação de imóveis funcionais

O Decreto n° 980, de 11 de novembro de 1993, estabelece os requisitos para que o servidor tenha acesso ao benefício de uso de imóveis funcionais, a saber:
1.O servidor deverá estar em exercício no Poder Executivo, nos cargos DAS 4, 5, 6, Natureza Especial, Ministro, ou cargos equivalentes1;
2.O servidor e cônjuge não poderão ser proprietários, promitentes compradores, cessionários ou promitentes cessionários de imóvel residencial em Brasília, incluída a hipótese de lote edificado sem averbação de construção;
3.O servidor e cônjuge não poderão ter quantias devidas, a qualquer título, aos cofres públicos, em decorrência de utilização anterior de imóvel residencial pertencente à Administração Federal, direta ou indireta.

Critérios de priorização do atendimento
Orientações ao Beneficiário
Relação dos Imóveis Funcionais*
Relação de ocupantes de Imóveis Funcionais*
* entenda as relações dos imóveis e dos ocupantes de imóveis funcionais
http://patrimoniodetodos.gov.br/imoveis-funcionais

Responder

spin

23 de abril de 2013 às 17h20

Nada a ver essa história de racismo apontado por Fátima. Se fosse branco o ministro estaria sofrendo as mesmas críticas. Cor não deve ser atestado de idoneidade de ninguém, seja ela que cor seja.

Responder

Liz Almeida

23 de abril de 2013 às 17h20

Não acho que tenha tido relação com racismo.

Na minha opinião houve exagero por parte da autora nesse texto…

Deve ter sido mais uma reação do jornalista, por Joaquim Barbosa ter mandado ele ir ‘chafurdar no lixo’.

Responder

Silva

23 de abril de 2013 às 17h11

A autora está completamente equivocada. Apesar de existir racismos no Brasil, a questão é a hipocrisia em relação aos gastos públicos. Quer dizer que utilizar 90 mil reais ( sendo que, poderia gastar bem menos e mesmo assim, ter-se excelentes banheiros) para reformar banheiros pode, mas criar novos tribunais para dar mais agilidade à nossa lenta e complicada justiça, não pode?

Responder

    Sávio Maciel

    23 de abril de 2013 às 17h56

    Essa foi na veia!!!

Antonio Sousa

23 de abril de 2013 às 15h54

Preto ou branco, não há justificativa alguma para nenhum servidor ocupar um apartamento de mais de quinhentos metros quadrados. Há apartamentos menores que abrigam tão confortavelmente quanto esse mastodonte mantido pelos milhões de contribuintes que utilizam banheiros bem mais modestos. Indecente não é apenas o valor gasto na reforma do banheiro do JB. É a manutenção de centenas de servidores,que vão desde vereadores dos socavões aos ministros do supremo, vivendo às expensas do contribuinte.
A safadeza não tem cor.

Responder

    Tati

    23 de abril de 2013 às 17h08

    Antônio Sousa,
    Totalmente de acordo contra a existência de apartamentos funcionais. Eles não deveriam existir. Mas existem desde JK e atendem a castas de funcionalismo. Ou seja, há diferentes tipos de apartanentos funcionais, conforme a graduação do morador. Subiu de casta sobe em local de moradia.
    JK estabeleceu a mamata para convencer o funcionalismo público a se mudar da beira da praia, Rio de Janeiro, para a inóspita Brasília. Aí já se vão meio século!
    Sendo imóveis da União, cabe a ela fazer reformas e tudo o que for preciso.
    Ao mudar de apartamento funcional, Joaquim Barbosa só segue a regra estabelecida, que considero imoral
    ….
    Em Debate: Direito X Moral

    Tornou-se tão normal no nosso país escândalos com o dinheiro público que é muito difícil uma novidade estarrecedora neste campo da safadeza.
    Quando enveredamos pela doutrina do direito, estudamos os limites do que é legal e moral, pois nem tudo que é moral é legal e nem tudo que é legal é moral.

    Ao analisarmos qualquer situação prática da Administração Pública, não é raro encontrarmos ilegalidades somadas à imoralidade, mas também imoralidade aliada à ilegalidade sem qualquer punição.

    É o caso recente da reforma dos apartamentos funcionais dos Parlamentares de Brasília. Todos têm direito a um apartamento funcional de 250 metros quadrados ou a saudável opção de R$ 3.000,00 reais para custear a locação normalmente de um Flat Hotel. Tal situação é legal, mas de moralidade questionável, pois cada parlamentar já recebe um bom salário e se não quiser dispor dele para moradia, como todo brasileiro, é só não concorrer. Mas, quando o parlamentar não aceita o imóvel funcional, este fica abandonado, o que provoca um duplo e imoral gasto ao país. Resultado deste abandono é que a maioria dos apartamentos funcionais foi se deteriorando, obrigando a uma reforma de custos altíssimos parra que sejam colocados em condição de uso ou venda. Não para aí, já foram identificadas em múltiplas ocasiões ex-deputados, assessores, parentes, amantes e outras modalidades de crápulas ocupando por anos tais imóveis custeados pelo cidadão sem pagar um centavo.

    É legal: sim. É moral: não.

    Quando me deparo com tais imoralidades, lembro da vida sofrida da esmagadora maioria dos servidores públicos deste país, em especial meus companheiros policiais. Lembro que em São Paulo de cada 4 policiais 1 mora em sub-habitação: cortiço, favela ou pensão; que 90% de 140 mil policiais civis e militares de São Paulo não ganham 3 mil reais, que é o auxílio moradia dos nobres colegas federais. Servi 29 anos no serviço ativo de polícia e, hoje, como Deputado Estadual, recebo 2,5 vezes o que ganho como Major aposentado.

    Com todas as vantagens do tempo de serviço está certo que ganhar mais que policial não é grande vantagem, mas me sinto constrangido, pois me sentia muito mais útil à sociedade como policial que agora como deputado. Mas, minha profissão é policial e não político. Findo um mandato, volto a amargar a miséria que assola meus pares.

    A única coisa que não justifica, nem aos políticos nem aos policiais, é alegarem que ganham mal como argumento para se corromperem.

    Fonte: Major Olimpio

    Sávio Maciel

    23 de abril de 2013 às 18h04

    Major, é uma vergonha que os homens encarregados de nossa segurança, da prevenção, investigação e repressão de crimes, sejam tão mal remunerados, e sejam obrigados a viver em condições indignas. Não se deve esquecer de incluir nesse rol médicos e professores. Os médicos, em sua grande maioria, obrigam-se a ter dois ou três empregos, para ter um salário melhor. Do mesmo modo, professores abraçam duas ou três cadeiras, para poder fazer frente às necessidades. O resultado disso é o serviço precário que esses profissionais presta. Ainda assim, é de todo luvável que, mesmo mal remunerados, a grande maioria de policiais é honesta e corajosa, a exemplo de médicos e professores, cuja dedicação não permitiu, ainda, a falência da saúde e da escola públicas.

Urbano

23 de abril de 2013 às 15h47

Se em contrapartida houvesse um trabalho decente e justo…

Responder

antonio carlos ciccone

23 de abril de 2013 às 15h44

Não tem nada de racismo.90 mil para um banheiro é um absurdo. Para brancos, negros, amarelos, cristão, judeus e muçulmanos.É o valor da reforma de um banhero que é absurdo. Dinheiro que construiria uma muito boa casa popular.

Responder

Tati

23 de abril de 2013 às 15h39

Apartamento funcional de 160 m² é transformado em déposito de queijo

Luiz Roberto Magalhães

Publicação: 23/09/2011 07:52Atualização:

Encravada no coração da capital, praticamente colada ao Banco Central e à Esplanada dos Ministérios, a SQS 203 é um dos endereços mais nobres do Plano Piloto. Seu metro quadrado é orçado no mercado imobiliário em torno de R$ 8 mil. E é ali, no Bloco H, precisamente no apartamento 303, que mais um desrespeito no uso de imóveis funcionais ocorre diariamente, sob a inusitada forma de queijos, especificamente da marca Tirolez.

O apartamento de 160m² e três quartos é avaliado em cerca de R$ 1,3 milhão. Há mais de uma década, a proprietária, a Secretaria de Patrimônio da União (SPU), do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, tenta, em vão, reaver o bem público. A Portaria n° 1.324, publicada no Diário Oficial de 3 de setembro de 1999, determinou “rescindir o termo de ocupação do imóvel residencial funcional situado na SQS 203, Bl. H, aptº 303, em nome de Clineo Monteiro França Netto”.

Clineo é um dos 498 inquilinos envolvidos atualmente em casos de ocupação irregular de imóveis da União no Distrito Federal (leia para saber mais). O Ministério do Planejamento gasta, por ano, cerca de R$ 5,15 milhões apenas com a manutenção de residências funcionais na capital. Clineo se mudou para o apartamento em 29 de fevereiro de 1980, após ter sido nomeado para cargo DAS no Ministério do Trabalho, onde ficou de 1980 a 1985, ano em que deixou a pasta — e o cargo que lhe dava direito à moradia especial. Mas ele nunca desocupou o imóvel.

O caso de Clineo extrapola os limites da ocupação irregular de uma propriedade do governo. O apartamento em questão não serve apenas de moradia para ele e sua esposa, Maria Isabel França. Ali funciona uma espécie de centro de estoque de queijos da CF Comércio de Alimentos Ltda., distribuidora no Distrito Federal da empresa Tirolez, que tem um quadro de 780 funcionários espalhados por cinco fábricas — nas cidades mineiras de Tiros, Arapuá e Carmo do Paranaíba; em Monte Aprazível (SP); e em Caxambu do Sul (SC).

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2011/09/23/interna_politica,271072/apartamento-funcional-de-160-m-e-transformado-em-deposito-de-queijo.shtml

Responder

Tati

23 de abril de 2013 às 15h36

Câmara gasta R$ 280 milhões em reforma de apartamentos funcionais Só em banheira de hidromassagem os gastos devem atingir R$ 1,5 milhão
Agência Estado
Publicação: 12/01/2013

Cerca de 90 deputados estão na lista de espera por um apartamento. Objetivo é gastar menos com auxílio-moradia e otimizar uso de prédios que antes estavam vazios

A reforma dos 432 apartamentos funcionais destinados aos deputados federais vai custar pelo menos R$ 280 milhões aos cofres públicos, segundo estimativas da Câmara – o que equivale a R$ 650 mil para cada imóvel. Até agora, a Casa gastou cerca de R$ 108 milhões com os nove prédios que já passaram ou ainda estão sendo reformados. Nos outros nove edifícios devem ser gastos mais R$ 172 milhões – valor que pode subir, porque será feito um novo edital de licitação. Só em banheira de hidromassagem os gastos devem atingir R$ 1,5 milhão.

http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2013/01/12/interna_politica,342889/camara-gasta-r-280-milhoes-em-reforma-de-apartamentos-funcionais.shtml

Responder

Elias

23 de abril de 2013 às 15h26

Gente! O problema não está nos banheiros. Está na sala de jantar. Nas articulações entre um vinho e um canapé. É na sala de jantar que discutem o “domínio do fato” e chegam à conclusão que o próprio autor da teoria nega tal certeza. Reforma de banheiros em Brasília não é papo de empreiteiro. É assunto de arquitetos e designers experts. E nesse caso só uma coisa interessa: A licitação foi correta? Se for, não há de que se espantar. Brasília é Patrimônio Cultural da Humanidade. Claro que a reforma de um banheiro lá equivale a um restauro na Capela Sistina. Deixemos o ministro em paz no seu apartamento. O que realmente interessa é a expectativa de sua atuação na presidência do STF.

Responder

João Guilherme

23 de abril de 2013 às 15h20

A volta do sabugo para coçar, pentear e limpar as pregas:

Pau da Gata
Leila Jalul

Lá na terra onde eu morava
Para trás quarenta anos
O saneamento básico
Só existia nos planos
Governo só prometia
A construção das latrinas
Só de promessas o povo
Já não se satisfazia

Privada com fossa séptica
Era coisa de barão
O povim das capoeiras
Com sol, com chuva, ou trovão
Independente da hora
Tinha que correr pro mato
Pra não sofrer da agonia
Pra não morrer de vergonha
De borrar o próprio chão

Tinha um tal de pau da gata
Atravessado em fileira
Dispostos dois, lado a lado
Exigia do marmanjo
Um equilíbrio difícil
Se o tijolo fosse duro
O negócio era mais brando
Mas quando o troço era mole
Não raro fazia rima
A melequeira voltava
O que descia pra baixo
Voltava logo pra cima

Na escuridão do mato
Para limpar o senhorio
Valia qualquer folhagem
Só urtiga não servia
Em casa de muita gente
Até sabugo faltava
A molecada cagona
Comia coisa estragada
Acabando com o estoque
No paiol da milharada
A coisa ficava preta
Quando a turma enfileirada
Tinha que esperar calada
O desocupar do trono
Do maldito pau da gata

Hoje tudo é moderno
Acabou a desgraceira
De ficar acocorado
Na escuridão da mata
Fazendo as necessidades
No diabo do pau da gata
Qualquer casinha de pobre
Tem lá sua outra casinha
Às vezes bem perfumadas
Às vezes bem fedidinhas
Não há lugar mais distante
Que não saiba da existência
Do tal papel enrrolado
Que assumiu as funções
Do sabugo e das folhinhas.

http://migre.me/eff9G

Responder

    Sávio Maciel

    23 de abril de 2013 às 18h09

    Fantástico!

João Guilherme

23 de abril de 2013 às 15h11

E que Joaquinzinho se prepare para voltar ao tempo do sabugo!
Gente, pelo que entendi a vontade do povo brasileiro, apenas os que aqui comentaram, é claro, que eles não têm procuração de todo o povo, é Dilma fechar os cagatórios dos apartamentos funcionais e comprar umas carragadas de sabugo para essa gente se limpar. Talvez fique mais barato.

As utilidades do sabugo

– Óia, sabuco é um trem muito importante, gente! Cheio de utilidade. Além de limpá, o danado coça e ainda penteia… Tem coisa mais mió?
http://migre.me/effaE

A SAGA DO SABUGO
Dalinha Catunda

Meu amigo quem acha,
Que o sabugo é vilão.
Nunca correu pro mato,
Bem cheio de precisão.
E após fazer o serviço
Com muito sacrifício
Lhe faltou papel a mão.
.
Um sabugo perdido,
No meio do milharal,
É a salvação da lavoura
E até que não pega mal.
Quem é que vai recusar,
De com ele se limpar
Se não há escolha afinal?
.
Não fiquem de boca aberta.
Nem pensem que é novidade.
Ele já foi muito apreciado,
Nos campos e na cidade.
Passou na bunda de gente
Que se dizia bem decente,
E de uma alta sociedade.
.
O sabugo meu camarada,
Já foi de grande valia.
Bunda de ricos e pobres,
Era ele quem acudia.
Mas o povo é bem cruel
Agora que existe papel,
O pobre sabugo repudia.
.
Nos tempos idos era tido,
Como a melhor solução.
Ele limpa, coça e penteia,
Propagava a população.
Que hoje o sabugo renega,
Mas já teve ele nas pregas,
Meu Deus! Que ingratidão.

http://migre.me/eff9G

Responder

ADILSON SANTOS

23 de abril de 2013 às 14h49

A Tucanalha se utiliza de mentiras e calunias para passar ao ataque áquele do qual sequer possuem dignidade de lamber as botas, cujo o nome é Lula . Apenas lembrando a Tucanalha analfabeta e vagabunda que pulula pelo site , que só com a Privataria Psdbundista imposta ao país nos nefastos anos da Peste Negra Tucanalha ( 1995-2002) , foram desviados dso Erário Publico Federal a insignificante quantia de 1 T R I L H A O D E R E A I S ?? O que será que os coliformes fecais agregados da Tucanalha ignara pensam (???) á respeito deste “pequeno” desvio . Sem contar comn todos os outros escandalos e maracutais perpetrados pela Corja Tucanalha , tais como Raytheon, compra da reeleição por 200 mil por deputado , quebra do Brasil 3 X , desemprego de 25% , inflação a 17%, Risco Brasil estratosférico , Massacre em Eldorado de Carajas , Tentativa de Doação da Base Espacial de Alcantara na calada da noite para O Imperio dos Comedores de Hot Dog , etc, etc , etc .

Quanto a vida pessoal , pelo que consta Henriquinho de Bourbom I, o Grande Traidor , meliante nacionalmente conhecido pelo carinhosa alcunha de ” Boca de Sovaco ” , traia a sua esposa com uma Jornalista global e escondeu isto de todos , incluso um pseudo filho que seria seu , mas que um exame de Dna comprovou que até mesmo Viagra e Catuaba não fazem millagres.

A Tucanalha Late de forma feroz e hidrófoba…

O Departamento de Zoonoses deveria ser comunicado para tomar as devidas providencias quanto á assepsia ou talvez algum bacteriologista….

Responder

Eduardo Guimarães

23 de abril de 2013 às 13h37

Caramba, meu banheiro é indecente, pois não deve custar nem 1% de 90 mil reais. Se só banheiros desse preço forem “decentes”, acho que nem 0,001% dos brasileiros pode fazer suas necessidades fisiológicas decentemente.

Responder

    Janice Freitas

    23 de abril de 2013 às 14h29

    A reforma deve ser compatível com o imóvel. Imoral é a existêmcia de imóveis funcionais e de luxo, desde que foram feitos em mármore de Carrara e granito especial. Mas se existem, as reformas devem ser bancados pelo governo, que é dono. A gritaria da FSP é sim porque o morador é negro e não merece tanto segundo a ótica racista.

    Agora, dou meus parabéns a Fátima Oliveira por repetir que ele não deveria estar no STF

    Bonifa

    24 de abril de 2013 às 22h49

    Ao que parece, foram 90 mil reais pela reforma de quatro banheiros em prédio funcional. Supomos que um deveria ser o lavabo, sempre estreito, e dois de quartos comuns, ficando um maior para ser a estrela de luxo. Para serem gastos 90 mil em uma reforma, mesmo mudando todo o piso e revestimento de paredes, instalando barras de segurança, armários desenhados por arquitetos, banheira jacuzzi, não caberiam jamais 90 mil em reforma de tal banheiro. A não ser que se ponha lá uma tela do Di Cavalcanti, que a família do pintor não saiba ou dará processo.

    Alberto

    23 de abril de 2013 às 14h36

    Eduardo, não distorça e não se faça de besta. A autora não falou isso e nem escreveu sobre o seu banheiro. Vc não é burro e sabe que um apto de 500 metros quadrados, tudo nele é de luxo. Foi uma reforma num espaço de luxo e sempre será assim.
    Com certeza vc também não viu racismo na matéria da FSP. E NEM VERÁ. Com certeza Lula e Zé dirceu foram corretos quando indicaram Joaquim, em detrimento dele ter espancado a mulher, não foram? Agora estão recebendo o troco. Foram avisados e fizeram ouvidos de mercador.

    Eduardo Guimarães

    24 de abril de 2013 às 00h46

    A frase que motivou meu comentário foi esta: “A mensagem subliminar é que é interditado a uma pessoa negra atender às suas necessidades fisiológicas em banheiros decentes”. Meu comentário: um banheiro não precisa custar 90 mil reais para ser decente. E dizer que a Folha usou racismo contra Barbosa é uma cretinice. A Folha só falta lamber o chão que ele pisa depois que fez o que o jornal queria. Por último, só quem não tem a menor ideia de quem sou para achar que eu compactuaria com qualquer tipo de racismo. Essa é uma outra cretinice, só que ainda maior.

    Gerson Carneiro

    23 de abril de 2013 às 14h41

    Rapaz, tu me obriga a contar.

    Lá pelos dez anos de idade eu morava em uma casa que ficava em um pé de serra na beira de um açúde no interior da Bahia. E nessa casa não havia privada. A gente arriava no mato, igual bicho. Lembro que eu limpava com pedra quente do sol. Limpava não, cauterizava.

    Imagine a cena: fritava e saía fumacinha.

    É o Brasilzão. Vai cutucando que tu vai descobrindo é coisa.

    pretextato

    24 de abril de 2013 às 05h45

    Gerson, o meu caso é semelhante ao seu. Nasci no sertão do Ceará. Bem, eu limpava mesmo era com folha de marmeleiro, macias e com aquele cheiro de mato. Era um buraco cercado com palhas e tampado com pequenas tábuas. Tive muitas lombrigas mas nada que uma “piula” do mato não curasse.

    pretextato

    24 de abril de 2013 às 05h37

    É o meu caso Edú. Se há cinco anos meu ap custou 300 mil, chego a conlusão que nossos 3 banheiros não só são indecentes, mas verdadeiros pardieiros, talvez meras latrinas se o conceito de banheiro decente necessariamente ter que custar 90 mil. Outra coisa: não é caso de racismo a denúncia. Se por acaso essa reforma fosse no apartamento do ministro Lewandowski as manchetes ganhariam maiores proporções, mesmo ele sendo branco…mas tem na sua ficha uma agravante: contrariou a grande mídia no processo do chamado mensalão.

Pedro Macambira

23 de abril de 2013 às 13h32

Barbosa está lá porque é um negro de alma branca, tem o jeito que a Casa Grande gosta. Já o Gilmar Mendes e o Luiz Fux porque são brancos de alma encardida.

Responder

    Mário SF Alves

    23 de abril de 2013 às 17h52

    Não. E é aí que a gente se engana. Ele era, sim, o mais bem preparado pra o papel [quem dera fosse apenas ridículo] que lhe foi incumbido e desempenhado. Imagine se havia outro tão bem talhado para função. Imagine se havia algum outro vindo tão de baixo, tão dos porões do navio; circunstancialmente em pé, enquanto os outros estavem sentados, e, de lambuja, indicado pelo Lula.
    ____________________________
    Claro, se ele não existisse ali, um outro assumiria o papel. Mas o assumiria com tamanho fervor, destemor (só contra o PT)e dedicação à causa anti-democrática que lhe foi imposta?

Jose Mario HRP

23 de abril de 2013 às 12h55

Lendo os comentários e vendo que o apt. tem 500 metros quadrados , pergunto:
Para que um juiz, que dá aula no Rio, e fez daquela cidade sua casa, precisa dum imóvel de 500 metros quadrados?
Sendo negro ou não? O que me dá a seguinte impressão: No poder negros e brancos se igualam nos devaneios de seus egos agigantados!

Responder

carlos Roberto

23 de abril de 2013 às 12h41

Parece que a lua de mel de JB com a mídia golpista está chagando ao fim.
E bom para ele aprender não cuspir no prato que come fazendo e que fez com
O José Dirceu,que o indicou a LULA para o STF.Sem falar no espetáculo que
deu no julgamento do mensalão só para prejudicar o PT e agradar a Rede
Globo enfim a imprensa golpista.Bem feito.

Responder

Jose Mario HRP

23 de abril de 2013 às 12h38

Gastar a toa o dinheiro público é crime.
Num país pobre e com horrorosa distribuição de renda é ainda mais injusto.
Depois me dou ao direito de criticar a reforma por ser indecente.
Mas racismo?
Isso cheira a fuga!
Essa de dizer que é racismo é fuga!
Não há argumento a favor de se gastar num banheiro de uso funcional(com meu dinheiro pagando tudo) marmores e luxuosos equipamento que o JB pode ter em casa, mas que não pode exigir, em sacrificio, do povo brasileiro.
A questão é moral e não ser ou não racista.
Não sou negro, mas certamente com antepassados negros, e considero totalmente equivocado esconder-se, diante do mau uso de nossos impostos, atrás dessa coisa de “pobrezinho menino pobre e negro!
Se o Azenha não permitir que eu poste minha opinião compreenderei, mas é isso que , reafirmo, penso dessa coisa toda.

Responder

Willian

23 de abril de 2013 às 12h17

Licitação de lençóis de centenas de fios egípcios usados por Lula e Dilma nunca receberam o mesmo cuidado da blogosfera progressista pois não interessava. Já com Joaquim Barbosa, que é inimigo, matéria mesmo que seja do PIG, mesmo que não tenha relevância, merece destaque.

Sei que não fazem isto por racismo. Seja branco, negro ou amarelo, os inimigos do PT são tratados do mesmo jeito por aqui, haja vista o que estão fazendo com Eduardo Campos que, inclusive é socialista e tem olhos azuis.

O que iguala ou diferencia as pessoas por aqui é sua utilidade ao projeto petista, não importando o gênero, cor, opção sexual ou partidária, se é corrupto ou honesto, se bate ou não na mulher.

Responder

Leonardo Meireles Câmara

23 de abril de 2013 às 12h06

Vou direto ao assunto. Discordo, isso é conversa mole, não há nada de racista na matéria. Simplesmente mostra as contradições de um santarrão.

Responder

    francisco pereira neto

    23 de abril de 2013 às 13h07

    De pleno acordo Leonardo.
    Não tem nada de racismo, tanto na matéria bem como nos comentários.
    A indignação é com relação a sua postura como ícone da moralidade pública, desenhada pelo PIG.
    Coisa que, como demostrou a autora da matéria, não corresponde a realidade.
    Ele é um indivíduo instável emocionalmente, e isso ficou provado em várias situações perante seus pares, e agora contra jornalistas.
    Em contra partida, seus colegas de STF, vão ao outro extremo com uma passividade simplesmente irritante. Caso de Marco Aurélio de Mello, Celso Mello e os inespressivos, Luis Fux, Rosa Webber e Tóffoli.
    Hoje o STF se resume a isso. E, tanto Lula quanto Dilma deram as suas “contribuições”.

    Vinícius

    23 de abril de 2013 às 13h54

    Exato, o problema não é ele ser negro. É como a mídia constrói e destrói seus caçadores de marajás.

    O senso comum acha que o único mérito de um juíz é ser duro, e que o único mérito de uma figura pública é ser simples. Por isso o banheiro de 90 mil é matéria. E vamos combinar que é mesmo? Eu até me pergunto como é possível uma reforma de banheiro chegue a este valor. Mesmo que esteja correto, se a mídia não divulgasse essa aparente contradição do JB, a gente não ia ficar puto do mesmo jeito?

    Sobre a questão da agressão, eu não duvido da capacidade de um juiz de esconder seus crimes. Mas além da “presunção de culpa” que a gente impõe sobre ele por ser turrão e arrogante, tem alguma prova de que o que aconteceu não foi mesmo um agressão mútua?

Elias

23 de abril de 2013 às 11h52

Joaquim Barbosa foi chamado de Batman brasileiro pela revista Exame do Grupo Abril. Então, convenhamos, 90 mil reais é merreca se comparado com o sofisticado super-herói de Gothan City.

Lembrem-se amigos, Requião sugeriu mais humor nos blogs.

Responder

Conceição Oliveira (@maria_fro)

23 de abril de 2013 às 11h45

Finalmente Fátima Oliveira conta esta história publicamente, quem sabe agora Guellwaar Adún Fabio Arruda Antero e demais amigos do movimento entendam minhas diferenças com Joaquim Barbosa, mas que passam ao largo de usar de sua cor para desqualificá-lo. Minha questão é política e é bom que companheiros do movimento entendam que a mesma mídia venal que usou Joaquim Barbosa na capa de Veja para atacar Lula e o PT é a que usará dos mais vis e ardis motivos para jogá-lo à sarjeta se ele ousar julgar os tucanos mensaleiros.

Responder

    Vinícius

    23 de abril de 2013 às 13h56

    A mídia não tem vergonha de construir e depois destruir seus caçadores de marajás.

    Mas Frô, sobre a questão da agressão, eu não duvido da capacidade de um juiz de esconder seus crimes. Mas além da “presunção de culpa” que a gente impõe sobre ele por ser turrão e arrogante, tem alguma prova de que o que aconteceu não foi mesmo um agressão mútua?

Claudionor Damasceno

23 de abril de 2013 às 11h23

a cor de pele não elimina a imoralidade de ambas as caríssimas reformas pagas com dinheiro público. Entretanto, quem foi louvado pela mídia como paladino da moral deve uma explicação.

Responder

Alemao

23 de abril de 2013 às 11h13

Antes de mais nada gostaria de deixar claro que também acho um absurdo essas contas.

Porém, gostaria de apontar o fato de que todas as empresas que prestam serviços ao governo inflam descaradamente os preços. Ou seja, não praticam o mesmo preço do mercado.

Infelizmente o jornal foi infeliz ao destacar um caso que não é isolado. Claramente fica a evidência de querer atingir o ministro. Depois reclamam que a Folha faz parte do PiG. Cortem a publicidade e verão.

Responder

H. Back™

23 de abril de 2013 às 11h10

Temos que separar as coisas. Não é porque o JB seja um negro, que ele está sendo alvo de críticas que, em minha opinião, tem até razão de ser, mas sim porque os gastos estão mesmo exagerados. Não se gasta tanto para reformar um banheiro, a não ser que aja o famoso “bribe”. Outra coisa; porque não se dá a mesma atenção quando essas excrescências acontecem sob o mando de brancos?

Responder

    H. Back™

    23 de abril de 2013 às 11h51

    Correção: haja

J Ferreira

23 de abril de 2013 às 11h08

Não tem nada de racismo nisto tudo. Moradias de luxo são super caras, mesmo. Não adianta querer viver com hipocrisia de achar que noventa mil reais é muita coisa construções de luxo. Só quem fala é quem tem total desconhecimento do mercado de construção civil.
O que nós devíamos estar discutindo aqui, é o motivo de quem ganha um salário mínimo ter que se virar para conseguir um local para morar e quem ganha 300 salários mínimos, ter a regalia de ter casa, comida, roupa lavada, automóvel, motorista, segurança privada, etc., etc., etc., sem tirar um centavo dos seus 300 salários.

Responder

    Julio Silveira

    23 de abril de 2013 às 11h15

    Excelente ponto. O cidadão costuma seguir para onde os perdigueiros apontam e esquecem o que está debaixo de seu nariz.

José Maria

23 de abril de 2013 às 11h01

kkkk, racismo? Faça-me o favor!!! Parem de querer inventar ou se é contra a imoralidade de se gastar tanto para um com o dinheiro de todos ou não. Querer ver racismo aí é demais!!! Alguém tentou dizer “mas o apartamento é de luxo”… Vendam-se todos os apartamentos de luxo pagos com dinheiro público, de homens e mulheres (já sei a autora do texto vai dizer que “não, aí vai ser machismo!”), brancos, amarelos, negros… é simples! Se um servidor público quer viver no luxo que pague do seu bolso e nao do povo. Outro parece ter matado a charada: a pessoa está mais preocupada em dizer se brancos podem, negros podem mais, ou seja, está mais é querendo estar na pele do opressor do que romper com a lógica de uns por cima oprimindo os de baixo.

Responder

    Magda Viana Areias

    23 de abril de 2013 às 11h37

    Racismo sim senhor! Tão natural e banal que vc está rindo. Deveria se envergonhar de compactuar com o racismo dos mesmos (PIG, generalizando) que o elevaram á condição de um Deus. Concordo com Fátima, que foi muito justa: “Reconheço seus méritos intelectuais, conquistados com sacrifícios impensáveis. No concernente à moralidade e à ética, ele não deveria estar lá. Os motivos, relatarei abaixo.”
    E demonstrou através de 2 fatos degradantes que ele não deveria estar no STF (ela, que uma negra, se opôs!). Mas quem mandou Joaquim Barbosa para o STF? Lula e o todo poderoso Zé Dirceu! Por que? Porque são uns machistas!
    “Lula foi cúmplice, corroborando o dito pelo saudoso poeta negro Arnaldo Xavier: “O único espaço de cumplicidade efetiva existente entre o homem negro e o homem branco é o machismo”. Exigíamos que JB declarasse arrependimento. Ele e Lula não deram a menor pelota pras ziquiziras das feministas!”
    A justiça de Fátima Oliveira faz com que ela declare tudo isso sobre o Joaquim, mas também se solidariza com ele quando está sendo vítima de RACISMO, esse mesmo do qual voc~e ri, descaradamente

    José Maria

    23 de abril de 2013 às 20h07

    kkkk, você é muito engraçada também! Seus argumentos são “ótimos”!! Quer dizer que quando “branco” faz é imoral, mas quando “negro” faz é normal!! kkkkkk, patético!!! Deus me livre essa sua defesa da opressão (invertida ou não) continue existindo.

Paulo Fernandes

23 de abril de 2013 às 10h51

Os comentários em sua maioria são de uma esquerda branca e que flutua no assunto nos braços do PIG, que decidiu escantear o Barbosão, agora que não há mais serviço sujo a ser feito.
O episódio dos banheiros luxuosos tem racismo sim, disfarçado de indignação pelo preço da reforma e até com suspeita de superfaturamento, segundo disse um comentário de um suposto funcionário do Judiciário, que não disse uma palavra sobre a moral machista e violenta do ministro! Decerto concorda.
Mas os que odeiam Joaquim Barbosa, se recusam a ver o racismo gritante do fato. Normal. É a banalização do racismo com toda a sua força.
Pra que negro precisa de banheiro de luxo? Mesmo sendo um negro que tem direito a ele? Por acaso nos 530 metros do apartamento do ministro os banheiros não são de luxo? Como ao reformá-los eles deixariam de ser de luxo? Só por que um negro vai morar lá?
Eu acho o ministro Joaquim Brabosa um cara sem educação, com ar de dono do mundo e sem equilíbrio emocional nenhum. Lula, Zé Dirceu e et caterva sabiam disso! Mesmo assim ungiram o cara no STF.
Ele mostrou ser violento. O artigo relata dois momentos de violência dele bem reprováveis, mas Lula não achou nada demais. Zé Dirceu também não, com certeza! Mas também discordo que ele deve defecar no mato, no meio da rua. Que é isso que a matéria da Folha de São paulo diz nas entrelinhas.

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Ricardo Carvalho

23 de abril de 2013 às 10h47

Independente da cor da pele, qualquer um pode usar o banheiro que quiser. O problema do JB foi ter assumido o perfil moralista. Como uma pessoa que fez manobras estapafúrdias para enquadrar aqueles a quem julgou terem usado indevidamente “recursos públicos”, pode aceitar gastar 90 mil na reforma de banheiros enquanto o limite de imóvel financiado pelo Minha Casa, Minha Vida é de R$ 190 mil? Para ser coerente ao seu discursinho moralista não deveria ter exigido uma reforma mais “modesta”? A incoerência não tem cor e é disso que se trata.

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    Jose Mario HRP

    23 de abril de 2013 às 12h49

    Na mosca!

Ana Cruzzeli

23 de abril de 2013 às 10h38

Quando alguns fazem o comentario sobre a matéria da Folha a respeito do banheiro do Joaquim é tipo catarse coletiva daqueles que viram como o Joaquim foi injusto na AP 470.
A questão é sim racista por parte da Folha, mas aí tem alvo certo, o mensalão mineiro.
Concordaria com você Conceição se o Joaquim não fosse se confratenizar com o beneficiado do Mensalão ( esse verdadeiro e riquissimo de provas como bem o Joaquim em entrevista declarou), Aécio Neves.
Ali ele se coloca como escravo, ali ele se apequenou por uma misera COMENDA que não o livrará disso que você tão bem relatou.
Os imoveis funcionais de Brasilia são da década de 60, muitos sim precisam de reformas. Foram 4 banheiros que o Joaquim reformou cujo o valor foi menos de 22 mil/cada que comparada a banheira da Ellen Grace é pouca coisa, mas volto a dizer é catarse dos revoltados pela INJUSTIÇA DA AP 470, afinal esses mesmos banheiros serviam muito bem ao seu morador-ministro anterior.

Ele serviu à casa grande, até hoje é servidor. Aí que mora a catarse daqueles que falam sobre a merda de ouro.

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paulo roberto

23 de abril de 2013 às 10h32

Pra mim tanta faz que seja uma branquela ou um negão, o tamanho dos gastos é um tapa na cara de quem trabalha de verdade e tem que pagar seus impostos em dia.

Responder

    Julio Silveira

    23 de abril de 2013 às 10h59

    Concordo com isso. Mas veja se você vê uma cruzada contra essas ilegalidades conjunturais, a questão é muito bem focada no individuo que querem atingir. Usam e abusam do efeito galera.

    paulo roberto

    24 de abril de 2013 às 11h02

    A intenção do PIG é clara: manter o ministro cooptado sob pressão. É o jeito de fazê-lo entender que assim como construíram o mito, podem destruí-lo quando bem quiserem.

    Julio Silveira

    24 de abril de 2013 às 11h50

    Paulo, com muito pesar, para quem quer um Brasil com menos hipocritas e hipocrisias, vejo que isso acontece dos dois lados.

Josean Araújo

23 de abril de 2013 às 10h31

Lula e Dilma não tem nhum laço de amizade com algum desses ministros indicados, certo??? FHC e Gilmar “Dantas” são mais q amigos..como é tambem do senador cassado Demóstenes Torres e pr aí vai. entendo q isso sempre aconteceu..nos mais remotos tempos de criação desse poder aqui em terras brasilis. concordo tambem q alguns acontecimentos, ficaram em evidencia a partir do governo petista: mensalões(issso sempre existiu!!!!)as farras desses ministros…parlamentares e etc..tudo em Brasilia é extravagancia. a cidade respira isso…PODER!!!!Uma baita imponencia hein!! Tenho um palacete..só a reforma do banheiro custou R$ 90.000,00..O mais interessante de tudo é essa discussão!!!Que bela discussão!!

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Julio Silveira

23 de abril de 2013 às 10h19

Fatima, Fatima, Fatima, disse tudo o que eu gostaria. E acrescento que as manipulações atendem aos hipocritas de todos os lados.
O Presidente do Supremo Joaquim Barbosa, assim como todos os indicados nesse orgão pelos governos petistas, está lá pelas prerrogativas governamentais e pelo sistema muito bem identicado, pelo heroi de muitos, Dirceu, o Zé. Sistema que serve a todos no particular, em detrimento do interesse cidadão. O que vejo estampado acontecendo são apenas chantagens, ilegais. Querem pautar o ministro para agir conforme conveniências, ao sabor de interesses particulares, que todos os lados praticam sem qualquer pudor ou ética, muito bem disfarçada sob o titulo de interesses ideologicos. Só se engana quem quer, por que a coisa está escancarada.

Responder

André LB

23 de abril de 2013 às 10h11

Nada, mas NAAAADA a ver.

Que JB tem os problemas sabidos de agressividade e quetais, é uma questão à parte. O que a Fátima Oliveira levanta é basicamente o seguinte: “se brancos fazem, tudo bem negros fazerem”. Passa LOOOONGE da questão.

Talvez os racistas se aproveitem do tema, mas ninguém em sã consciência DEFENDE ou é INDIFERENTE a reformas de R$90 mil para nababos custeados com dinheiro público, sejam homens ou mulheres, brancos, negros, amarelos ou indígenas, hetero ou homossexuais, etc etc etc.

Visto de outro prisma: homens brancos também batem em mulheres (aposto que um Tasso Jereissati, que parte até pra cima de padre, bate). Diante disso, vai ser racismo divulgar que JB gosta de usar mulher para treinar golpes?

Queria é ver um cidadão desses partindo pra cima do Anderson Silva ou do Minotauro. São uns canalhas covardes, isso sim.

Responder

Amarilio Dantas

23 de abril de 2013 às 10h04

Pelo que eu li, por ser da Raça negra da o direito do Dr. Joaquim Gastar uma fábula no banheiro do seu Ap e os outros mortais não podem nem reclamar porque se coloca o viés racista! Tenha paciência, isso é um acinte a inteligencia dos outros e um descalabro com o dinheiro publico independente de quem o faça, se negro, branco ou pardo! Acho que essa mesma coisa acontece nos outros poderes, um erro também!

Responder

JOSE ANTONIO BATATA

23 de abril de 2013 às 09h56

90.000 Reais NA REFORMA de um Banheiro de OURO é muito dinheiro. A MONARQUIA acabou faz mais de 100 anos. Esta matéria é muito PARCIAL. Estão fazendo um GRUPO de PUXA-SACOS do BATMAM….

Responder

augusto2

23 de abril de 2013 às 09h52

sucede, conceiçao, que ele foi o campeão.
Da moralidade, da midia falsa, do oportunismo aplicado ao Direito e da
pressa politica sem provas, do “jus” taylor made. Nao foi a gracie, que só acompanhou a onda. Entao, tanto fez que jogaram na cara dele. Fosse o campeão disso homem de outra cor, tambem se jogaria, querendo mostrar q o campeão não é tão cioso assim. Vai ate aonde o sistema viciado permite. E alem. E fosse de outra alma, nem ocorreria. Entao esta tua ilação é facil. Ele é como pelé nesse aspecto. Ambos abjuraram e se isolaram de sua raça, ao se proclamarem apenas homens brilhantes, um como jogador outro como jurista.Com a diferença q o primeiro não alterou sua arte para customizado da midia hegemonica do momento.

Responder

Marcius

23 de abril de 2013 às 09h50

Como servidor do Judiciário, estou envergonhado pela reforma milionária dos banheiros do presidente do STF.
Não há nada de racismo na crítica, é apenas um absurdo gastar R$ 90 mil para reformar banheiros, com claríssimos indícios de superfaturamento.
O STF tem a obrigação de zelar pela legalidade e pelo zelo com o dinheiro público, e essa reforma absurda é simbólica do desperdício e da prepotência de quem foi elevado a “deus” por ter condenado os inimigos da elite.
Como já comentado, se fossem os banheiros do Lula, os órgãos da grande imprensa (que estão ignorando os banheiros de JB) estariam estampando em capa como se fosse um grande escândalo da República.

Responder

    Paulo Fernandes

    23 de abril de 2013 às 10h54

    Marcius o que envergonha a mim, e deveria engonhá-lo também, é o seu presidete ser um espanacador de mulheres e nem demonstra arrependimento. É ele ser violento, partindo para a porrada como fez no Chile. Como vc que é do Judiciário não sabe que quem é responsável pelos reparos e reformas dos apartamentos funcionais é o governo? Que o governo sempre pagou tais despesas? Por que só se envergonha agora que a reforma é no apartamento do ministro preto? Peça demissão moço!

Marta D.

23 de abril de 2013 às 09h46

A matéria sobre os banheiros é a mídia escanteando o Deus que ela mesma criou. Em outras palavras: vá cagar no mato e se limpar com sabugo.
Joaquim Barbosa está no lugar errado, erradísismo, por culpa de Lula que foi bem avisado e resolveu não dar crédito ao que diziam as feministas: le bateu na mulher!. Se fosse agora com a lei Maria da Penha, ele não estaria onde está. Não tem moral para tanto.
Admiro o senso de justiça de Fátima Oliveira: ela quis dizer, ao detectar os sinais de racismo na denúncia que teve motvos motivos para ser contra a indicação dele ao STF (dois episódios gratuitos e fúteis de viol~encia física!), mas não compactua com a prática racista da mídia nos episódios dos banheiros.
Reformas em prédios públicos a União tem de meter a mão no bolso, é da sua responsabilidade.
O que está errado não é o governo cuidar dos apartamentos funcionais, o errado é que eles existem!

Fico pensando que um apartamento de 500 metros quadrados é um palacete e não pode ter banheiros de luxo quando o morador é um negro. Então que retirem os banheiros de todos e mandem todo mundo cagar na rua, no mato, por aí.

Responder

    MariaC

    23 de abril de 2013 às 10h13

    Não gostam de privatizar tudo?

    Privatizem os apartamentos e usem a grana pra construir alguma coisa útil para o povo.

walter Guimarães

23 de abril de 2013 às 09h40

Noventa mil reais para reforma de um bannheiro é dinheiro em demasia. É essa a questão.

Responder

    Marta D.

    23 de abril de 2013 às 09h53

    O apartamento funcional do ministro Joaquim Barbosa tem QUATRO banheiros de luxo! Concordantes com o tamanho do imóvel: 523 metros quadrados. Na verdade, é uma mansão em formato apartamentos. São do governo, ao reformá-los cabe ao governo manter o padrão, ou não?
    Sabe há quantos anos existem os apartamentos funcionais? Há quantos anos o governo cuida deles? É para detonar os quatro banheiros? É racismo querer que Joaquim barbosa vá cagar no mato e se higuenizar com sabugo, num lugar como Brasília que nem sabugo deve ter.
    O racismo é patente. Não vê quem não quer. É uma das facetas da naturalização do racismo.

    André LB

    23 de abril de 2013 às 10h13

    O racismo é todo SEU, ao ver racismo em uma crítica à “reforminha” de R$90.000. Devemos ser contra tudo isso, independente da quantidade de melanina na pele do cidadão.

Magui

23 de abril de 2013 às 09h31

Eu estava me perguntando o por que da denúncia, mas depois de ler o artigo entendi. A grande imprensa transformou Joaquim Barbosa em Deus. Agora que ele fez o que ela queria, é preciso descer o negrão-autoridade do pedestal. Mostrar que ela não tem direito de defecar em banheiros de luxo, mesmo quando pode, tem dinheiro para tanto e regalias também. Helle Grace foi perfeita: apartamento da união quem banca so cuidados com ele, inclusive de reformas é a União.
Eua cho que cada um defeca como pode. E ele pode usar uma banheiro d eluxo, mas a gritaria é porque é negro mesmo! É o racismo incrustado em nossas mentes e corações que nos trai em uma hora assim

Responder

Gerson Carneiro

23 de abril de 2013 às 09h24

Discordo da tese de que o racismo seja base da suposta denúncia dos banheiros de luxo.

A folha de São Paulo notíciou no pé da página, quase imperceptível, o que assim não seria se acaso a reforma dos banheiros fosse em imóvel, ainda que público, mas cujo morador fosse Dilma ou Lula.

Fosse o Lula, não tenho dúvida alguma da capa caricata que a revista Veja iria produzir.

Aliás, ao que sei, Dilma não é negra, e observem aqui o tratamento dispensado pela imprensa quando da reforma na residência oficial da Base Naval na Bahia.

“O custo da pisadela no mar de Dilma: R$ 657,9 mil

Marinha desembolsou valor para reformar residência oficial da Base Naval na Bahia, onde presidente passa férias. Só com cortinas foram gastos R$ 37,3 mil

Após o tsunami de denúncias de corrupção em seu governo, a presidente Dilma Rousseff teve no início dessa semana um momento de refresco. Ergueu o vestido e molhou os pés nas águas calmas da Praia de Inema, na Base Naval de Aratu, na Bahia.”

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/o-custo-da-pisadela-no-mar-de-dilma-r-657-9-mil

Aí sim com uma pitadela de machismo.

Então, se é para fazer barulho, que se faça com todos, independente da cor das coxas ou da bunda. Ou não se faça.

Responder

Palomino

23 de abril de 2013 às 09h22

O que era ruim, piorou com Lula e Dilma. As indicações do STF e PGR ao tempo do governo petista tem sido de uma extravagância sem par. Nunca o STF foi mais conservador do que agora. O discurso do PT continua de progressista, mas a prática o desmente. Mudar como!!!

Responder

    Gerson Carneiro

    23 de abril de 2013 às 09h46

    “Nunca o STF foi mais conservador do que agora.”

    Engano. O que acontecia é que as questões que chegam ao STF antes não chegavam, eram interceptadas e abafadas antes de chegar, o que recrudesce ainda mais o conservadorismo. É só o PT deixar o poder que o touro se acalma.

    MariaC

    23 de abril de 2013 às 10h12

    Fato!

    Eu me lembro de apenas três fatos do governo FHC:

    A invasão de sua fazenda, noticia provocada pela CUT, claro, pois na Veja é que não sairia, mas no final todos veículos publicaram.

    Que ele estava sempre em Paris.

    Que houve a comemoração dos 500 anos de Brasil.

    Palomino

    23 de abril de 2013 às 13h34

    Se o STF não é mais conservador agora do que antes, é no mínimo “tão” conservador quanto antes. Lembrando, porém, que a maioria da corte é indicação petista o que mostra uma clara contradição com as propostas de mudanças apregoadas pelo PT nas eleições. Não vejo diferenças ideológicas entre GM e JB ou Fux, ou Ayres Brito, etc. O parâmetro de escolha continua o mesmo da velha oligarquia que não quer apear do poder.

Alice Matos

23 de abril de 2013 às 09h21

AVE Fátima Oliveira, agora Joaquunzão vai ficar bom da coluna. A sua solidariedade foi perfeitamente contextualizada: o cara é um brutamontes. Isto é uma coisa e não gosto dele por tal motivo. Mas daí a ser vítima de racismo e quererem que use penico de latão, são outros quinhentos.
Nota dez para: “Ali, selei a opinião do destempero dele, portanto, achei a sua indicação para o STF inadequada.
Não tenho motivos para louvá-lo, pois compactuar com violência de gênero e índole violenta fere meus princípios, mas ele tem a minha solidariedade contra o racismo, base da suposta denúncia dos banheiros de luxo”.

Responder

Ricardo Leite de Albuquerque

23 de abril de 2013 às 09h21

Gosto muito dos textos de Fátima Oliveira, mas a associação absolutista que ela faz entre criticar o ministro pela reforma do banheiro e uma posição de cunho racista, é excessiva.
Eu, por exemplo, acho o comportamento do ministro uma contradição com a sua própria postura, como presidente do STF, frente ao que ele considera gastos excessivos do poder público.
Por exemplo: ele fez um deboche, na crítica à criação de 4 novas instâncias dos Tribunais Regionais Federais, afirmando, em público e de maneira premeditada, que esses novos tribunais seriam construídos em estações de veraneios, praias, etc… e ainda afirmou que a criação dessas instâncias deu-se de forma “sorrateira”, no Congresso, desconhecendo (será???) que o assunto tramitava há quase dez anos nos porões do Legislativo.

Fátima, nessa você errou. Não deixou brecha para a crítica aos banheiros, colocando-as, todas, na trouxa do racismo. Um raciocínio enviesado, unilateral e excludente, portanto, reacionário.

Ainda sou seu fã, mas, cuidado!!! Mantenha as portas da comunicação abertas para o diálogo. Abraço.

Responder

    Berenice

    23 de abril de 2013 às 10h07

    Caro Ricardo, eu não apenas achei a análise da Fátima perfeita, como corajosa, ao dizer, sem rodeios, os bastidores da indicação do ministro Joaquim Barbosa.
    Lula pariu Joaquim Barbosa contra todas as evidêencias de que embora ele tivesse todas as qualidades intelectuais para ser ministro do STF, não tinha as qualidades morais. Lula não foi apenas avisado, mas recebeu uma carta-exposição de motivos assinada por feministas negras de renome, mas acreditou na mulher que apanhou, que também escreveu uma carta inocentando o sujeito. Pensa bem na moral de um cara que para ocupar um cargo de importãncia pede a ex-mulher na qual ele bateu que escreva uma carta ao presidente? E pensa no presidente que aceita as desculpas?
    E mais Fátima Oliveira relata um fato do qual ela testemunhou: a violência de Joaquim Barbosa contra Hédio da Silva jr. num evento internacional, no Chile, quando eles representavam o Brasil.
    “O segundo motivo: sou testemunha dos ânimos violentos do ministro. Em Santiago do Chile, na Preparatória Latino-americana de Durban (2000), JB, por motivo fútil, partiu pra cima do hoje jurista e ex-secretário de Justiça do Estado de São Paulo Hédio Silva Jr.

    Quem foi pro sopapo foi JB, o outro se defendeu. Imaginem como fiquei tentando separá-los! Um espetáculo deprimente visto por várias negras brasileiras. Ali, soube que JB havia batido em sua mulher. Ali, selei a opinião do destempero dele, portanto, achei a sua indicação para o STF inadequada.
    Não tenho motivos para louvá-lo, pois compactuar com violência de gênero e índole violenta fere meus princípios, mas ele tem a minha solidariedade contra o racismo, base da suposta denúncia dos banheiros de luxo.”

Marianne

23 de abril de 2013 às 09h10

Banheiros de luxo não devem ser pagos com o dinheiro público, principalmente quando a autorização para a despesa depende do próprio usuário. O que é errado para outros, não passa a ser correto para o Joaquim Barbosa, só porque ele é negro. Se a imprensa não denuncia os outros que, com certeza, fazem o mesmo, é preciso criticá-la corretamente e cobrar dela as denúncias que não faz. Se a parcialidade da imprensa nesse caso se deve ao racismo (que não lhe falta) ou tem outro motivo, isso também precisa ser verificado, não se pode assumir automaticamente que é assim.

Responder

    Aline C Pavia

    23 de abril de 2013 às 09h23

    Concordo plenamente. 90 mil reais em um banheiro é um tapa na cara de qualquer cidadão que frequenta lojas de materiais de construção e já reformou seu banheiro em casa alguma vez na vida.
    Não pago meus ricos impostos para que um ministro de STF qualquer use 90 mil reais em tampos sanitários, válvulas de descara e misturadores. 90 mil reais é o preço de um bom apartamento de 2 quartos aqui em Sorocaba.

    Alice Matos

    23 de abril de 2013 às 09h26

    Mariane, um momento. A regalia de apartamentos funcionais pode estar errada, mas eles são apartamentos da UNIÃO e são legalizados enquanto prática. Muitos apartamentos funcionais são MANSÕES de alto luxo. Basta ver que o apto que Joaquim ocupará mede 523 metros quadrados, logo os banheiros devem ser compatíveis, são de luxo. Já eram de luxo e apenas estão sendo reformados pelo dono, a UNIÃO! Ou vc queria que Joaquim Barbosa usasse naquela mansão um penico de lata ou no máximo uma cadeira-penico?
    A denúncia é racismo sim. A grande mídia agora pode descartá-lo, pois não precisa mais dele. Ou seja, é negro: que cague no mato! O seu pensamento é o mesmo?

    H. Back™

    23 de abril de 2013 às 11h47

    Se o gasto é da União (contribuinte), então cabe a União a escolha dos materiais e outras iniciativas que se fizerem necessárias, e não ao morador. Seria correto o JB gastar tanto se o imóvel em questão fosse dele.

    paulo roberto

    25 de abril de 2013 às 13h23

    Se ele fosse assim tão “heróico” como querem alguns, deveria recusar essa mordomia e morar em sua própria casa, afinal, o salário dele dá perfeitamente pra isso, ou estou enganado? A partir do momento em que ele se aproveita do sistema para se dar ao luxo de ter banheiros tão caros, não pode criticar esse mesmo sistema. Fica claro que é só mais um hipócrita e não um exemplo de honestidade e zelo com a coisa pública.

    Alberto

    23 de abril de 2013 às 09h33

    Mariane, como vocêe acha que são os banheiros de um apartamento com mais de 500 metros quadrados? Pense! Não seja boba e ridícula minha filha. Apartamentos funcionais dão do governo, que tem mesmo a obrigação de cuidar deles, e é com dinheiro público, como disse a Fátima, tão apropriadamente:
    “O governo federal mantém habitações funcionais. Posso discordar da regalia, mas ela é legal. Cuidar, com dinheiro público, para que não se deteriorem, é dever do governo. Quando a ministra Ellen Grace instalou uma hidromassagem, a mídia tentou dar faniquitos. Ela, tranquilamente, disse: “É claro que vou colocar uma banheira lá. E tem de ser paga com dinheiro público porque ela vai estar num apartamento público”. Assunto encerrado. Era 2005, e a reforma do apartamento custou R$ 133 mil.”

    André LB

    23 de abril de 2013 às 10h16

    Pelamordedeus, colega!! Isso foi um absurdo gritante, um tapa em nossas caras quando foi com a Ellen Gracie e agora é mais um!! Agora se um racista disser que o Beira-Mar é um traficante perigoso para a sociedade vamos dizer que é racismo, que o Beira-Mar tem o direito de ser traficante porque há muitos brancos que traficam??

    O que é isso, vocês estão perdendo a medida das coisas!

    Marianne

    23 de abril de 2013 às 12h02

    Obrigada pelo ´boba´. E não sou chamada de minha filha há muitos, muitos anos. Claro que a União tem que custear as obras nos imóveis que lhe pertencem. Só não acho correto que a despesa seja autorizada pelo futuro usuário das benfeitorias. Acho que a imprensa deve denunciar TODOS os casos semelhantes e a sociedade se indignar com TODOS.

    MariaC

    23 de abril de 2013 às 10h17

    Metade das contas pagas em Brasilia certamente são superfaturadas.
    É a média do Brasil. As figuras que abocanham são sempre as mesmas. Outras não conseguem entrar devido aos meandros.

    É provável que os preços em Brasília já sejam bem outros.

    Sobre isso, alguém pode desenvolver o assunto, por favor?

    FrancoAtirador

    24 de abril de 2013 às 04h16

    .
    .
    Bem, se a notícia partiu do Grupo Folha, da Famíglia Frias,

    que forneceu veículos para torturadores, militares e civis,

    no período da Ditadura dos Generais que golpearam o Brasil,

    inclusive colaborando na prisão de Rose Nogueira, jornalista,

    quando, sendo lactante do filho recém nascido, foi apartada

    e torturada sendo empregada da própria Folha de S. Paulo,

    certamente não foi publicada por espírito público do jornal.

    Há dúvidas se o foi para atacar a negritude de Joaquim Barbosa.

    Subliminarmente, como disse a Dra. Fátima, pode ser até que sim.

    Tratando-se da Folha de S.Paulo, não se descarta segunda intenção.

    O objetivo pode ter sido tentar uma intimidação a Joaquim Barbosa,

    já que, além de ser Presidente do STF, continua sendo “o relator”

    que apreciará a admissibilidade dos recursos interpostos pelos réus.

    Pode ser que seja a primeira de uma série articulada pelo G.A.F.E.*,

    para promover a desmoralização do conjunto da Administração Pública.

    Nos próximos dias poderemos ver o banheiro de ouro de Dilma Rousseff.

    A má-fé dessa Mídia Mafiosa abominável chega às raias da insensatez.
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