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Emanuel Cancella: Aves de rapina sobrevoam a Petrobras


08/02/2013 - 18h35

Prejuízo da Petrobrás: a grande mentira

Por Emanuel Cancella*

A Petrobrás é uma empresa estatal. Uma das diferenças entre uma empresa privada e uma estatal é o seu compromisso não apenas com o lucro mas com um projeto de desenvolvimento nacional. Por isso é preciso desconfiar quando se alardeia que “a Petrobrás teve prejuízo em 2012”, o que é uma grande mentira. Como nada acontece por acaso, não demorou a serem plantadas justificativas para a privatização, como “saída inevitável para a crise”. O fato é que as aves de rapina não descansam. Estão sempre prontas a dar o bote.

Vamos colocar os pingos nos is: a Petrobrás lucrou em 2012 RS 21,1 bilhões. Isso depois de produzir, refinar, comercializar, transportar e garantir o abastecimento de derivados de petróleo em todo o país. Aliás, essa é a sua função constitucional.

A título de comparação, entre as empresas brasileiras, a Petrobrás continuou na liderança. Depois dela veio o Banco Itaú que lucrou R$ 13,59 bi. Mas os bancos se utilizam de várias brechas legais para burlar o pagamento de impostos e não têm compromisso social, não investem no desenvolvimento nacional (ao contrário do que fazem as empresas estatais).

Por exemplo: a Petrobrás paga royalties à União, aos estados e municípios. A companhia também financia 50% do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC. É, ainda, a empresa que mais paga impostos para União, estados e municípios. Sem contar os inúmeros projetos culturais.

Alguma outra empresa ficaria oito anos com o preço da gasolina congelado, para impedir que a inflação e os preços disparassem? E isso pode ser considerado ruim para o povo brasileiro? É bom refletir sobre o papel social da empresa, antes de aplaudir aqueles de raciocínio estreito que só calculam o lucro imediato. Historicamente, quem sempre financiou o desenvolvimento do nosso país foi o capital estatal.

Mas por que a Petrobrás lucrou menos em 2012?

A crítica à Petrobrás é por conta da queda de seu lucro em 32%. Um dos principais motivos da queda nos lucros da Petrobrás foi a importação de gasolina durante certo período, em consequência da necessidade de suprir o mercado interno. Para estimular a indústria de automóveis, o governo isentou os compradores do pagamento do IPI. Resultado: aumentou significativamente a frota de automóvel nas ruas, sem esperar que a empresa se preparasse para a nova demanda.

Para atender o crescimento do consumo, a Petrobrás precisou importar parte da gasolina, pagando mais caro, e revendeu no mercado interno subsidiando parte do seu custo. Mas, a pergunta que não quer calar: por que a Petrobrás também teve que subsidiar a gasolina repassada aos postos de bandeira estrangeira (Shell, Esso, Texaco, Repsol etc)? Por que os postos de bandeira estrangeira não dividiram o prejuízo no custo final da gasolina com a Petrobrás? Com a palavra, a responsável pela fiscalização, Agência Nacional de Petróleo e Gás Combustível – ANP.

Mas a Petrobrás – repetimos – ainda é uma empresa estatal e, por isso, pensa no futuro e não apenas no lucro imediato. A preocupação com o futuro levou à construção de mais cinco refinarias o que, além de suprir o mercado interno, vai permitir a exportação de derivados de petróleo.

Então, por que privatizar?

A sociedade tem que ficar atenta já que a presidente da companhia, Maria das Graças Foster, encabeça uma campanha junto à grande mídia para desgastar a companhia e possibilitar a privatização da Petrobrás, seja por inteiro ou, como já se cogita nos bastidores: a criação de uma empresa de refino e a venda de 30% das ações dessa empresa.

Foster também já vendeu blocos de petróleo, o BS-4, na Bacia de Santos, para o mega empresário Eike Batista, através do plano de desinvestimento. Ou seja, Foster está entregando nossos poços de petróleo, que são patrimônio de todo o povo brasileiro. Será que teremos uma nova “privataria” pela frente?

Como os trabalhadores já fizeram no passado – nas campanhas Fora Collor e Fora FHC — principalmente por conta das privatizações, está na hora da campanha Fora Graça Foster Já! Será que as crises nos Estados Unidos, na Europa e que se refletem em todo o mundo, não foram suficientes para mostrar o quanto o neoliberalismo é nocivo?

Sindicatos discutem saída da presidente Graça Foster

Os sindicatos de petróleo ligados à Federação Nacional dos Petroleiros – FNP já discutem ação na justiça para a destituição da presidente da Petrobrás e de sua diretoria, por priorizarem metas alheias ao interesse nacional, e por macular a imagem da Petrobrás.

Foster tem anunciado na imprensa a necessidade de sucessivos aumentos nos preços dos combustíveis, o que prejudica a sociedade que é quem paga a conta, e também alimentaria a alta da inflação. Uma das formas de resolver esse problema seria rever a margem de lucro das distribuidoras, por exemplo.

Por outro lado, os aumentos favorecem os acionistas. Em Londres, no dia 3/7/12, publicado em o Globo, Foster declarou a investidores estrangeiros: “Vamos dedicar as nossas vidas para recuperar o valor das suas ações”.

Além disso, Foster tem sido a grande defensora dos leilões de petróleo, que é a entrega do nosso petróleo. A presidente da Petrobrás utiliza a mesma estratégia das privatizações da era Collor e FHC: deprecia a empresa para justificar a privatização.

A presidente da Petrobrás se auto-intitulou ex-catadora de papel. Mas como ex-baixa renda deveria se preocupar com as donas de casa brasileiras que no interior estão abandonando o gás de cozinha e utilizando lenha e carvão por conta do preço do botijão. Foster também poderia se esforçar para aumentar o subsídio do diesel, aliviando o bolso dos trabalhadores que gastam metade de um salário mínimo para ir e voltar do trabalho. Mas Foster parece preocupada apenas com o investidor estrangeiro.

*Emanuel Cancella é coordenador da FNP e do Sindipetro-RJ.

Leia também:

Ivo Pugnaloni: O interesse político em desvalorizar a Petrobras

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31 comentários

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Observatório da Energia

25 de setembro de 2017 às 18h41

[…] como o dos tucanos. Mas continua, como demonstram Paulo Metri e Emanuel Cancella (aqui, aqui e aqui). Em outras palavras, 30 bilhões de barris que já sabemos que existem nós vamos […]

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Fracking e a defesa das fontes de energia da América do Sul - Viomundo - O que você não vê na mídia

09 de abril de 2013 às 23h54

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Nixon, Aécio e a crise na Petrobras « Viomundo – O que você não vê na mídia

17 de março de 2013 às 21h55

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Graça Foster: “Não há crise na Petrobras” « Viomundo – O que você não vê na mídia

12 de março de 2013 às 18h14

[…] Emanuel Cancella: Aves de rapina sobrevoam a Petrobras […]

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Nedi

14 de fevereiro de 2013 às 22h24

Graça Fortes entregando a PetrobráS para os caras…como diria o Ciro Gomes: Que Porra é Essa?

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MariaC

14 de fevereiro de 2013 às 18h30

Estou estranhando que o preço ao consumidor tenha atrapalhado a vida do sitiante, que passa a consumir lenha em seu fogão… pois para mim, não parece que o gás tenha aumentado durante o mandato de Graça. Era uns 45 e são agora quanto? uns 55?

Moro só, e cozinho para mim, sempre em fogo baixo, uso fogão de alta pressão e viro o botão para a direita. Sempre vigio para não apagar e não encher a casa de gás. Assim um botijão dura 1 ano, cozinahando todos os dias.

Responder

Rômulo Gondim – Petrobras e os porta-vozes da privataria

11 de fevereiro de 2013 às 00h16

[…] Emanuel Cancella: Aves de rapina sobrevoam a Petrobras […]

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Renato Rabelo: Petrobras e os porta-vozes da privataria « Viomundo – O que você não vê na mídia

09 de fevereiro de 2013 às 23h57

[…] Emanuel Cancella: Aves de rapina sobrevoam a Petrobras […]

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emerson57

09 de fevereiro de 2013 às 20h23

a presidenta da petrobrás, em última instância, é dilma rousef.

Responder

FrancoAtirador

09 de fevereiro de 2013 às 16h44

Responder

    FrancoAtirador

    09 de fevereiro de 2013 às 17h07

    .
    .
    A Petrobras e os porta-vozes da privataria

    Por Renato Rabelo*, no VERMELHO

    Quantas empresas no mundo podem ostentar a cifra de R$ 21 bilhões em lucro líquido?
    A resposta desta questão pode elucidar sobre o que está por trás da tentativa, insólita e desonesta, da mídia e da oposição de desestabilizar não somente a Petrobras e o governo, mas principalmente o nosso país.

    A tática é simples e simplista.
    Observa-se a queda da taxa de lucros de uma grande empresa em relação ao ano anterior.
    O passo seguinte é espalhar uma onda capaz de atingir milhões de pessoas – utilizando grandes meios de comunicação e assim provocar uma corrida pela venda de papéis da empresa e assim beneficiar (financeiramente) a especulação.
    E a especulação sobre uma empresa com grandes expectativas de futuro é um negócio muito rentável, quase risco zero.

    Política e especulação financeira andam lado a lado não somente neste caso.
    O PSDB governou em função dos interesses da especulação financeira a ponto de ter transformado o BNDES numa agência de repasse de dinheiro público ao financiamento de privatizações (e que foi pensado para financiar a privatização e desnacionalização completa da própria Petrobrás).
    Sendo a Petrobras um grande símbolo de competência nacional que ganhou muita força durante o governo Lula, não é de surpreender que os porta-vozes da privataria tentem utilizar esta grandiosa empresa num dos calcanhares de Aquiles do governo.

    E o oportunismo ganhou relevo diante do “problema” gerado aos acionistas privados (a União é dona de 50,26% das ações ordinárias e os acionistas privados contam com 39,6%).
    É muito claro que com a queda de rendimentos da empresa é seguida pela queda de lucros dos acionistas privados e é esse filão que a oposição tenta encampar com o discurso da excessiva interferência do Estado na Petrobrás.

    E essa “interferência” do Estado é explicável ao menos por dois motivos:
    um é óbvio, pois o controle da maioria das ações pertence ao Estado, portanto é mais do que normal que o Estado tenha maior poder de decisão.
    O outro motivo está relacionado com o fato de nenhuma empresa do mundo que opera num setor tão estratégico quanto a energia estar fora do escopo da própria estratégia nacional de seus respectivos Estados Nacionais.

    Portanto existe somente uma explicação para este nível de gritaria: oposição política.
    Todos querem ter uma carta na manga do porte da Petrobras, seja para desestabilizar o governo, seja como moeda de troca com os especuladores e o capital estrangeiro interessados no futuro quase certo de uma empresa deste nível de solidez.
    São porta-vozes e herdeiros da privataria e a Petrobrás deve ser a bola de vez desta gente caso alcancem o governo central.

    Porém, o campo da análise deve ser mais amplo e deve envolver que tipo de Estado e projeto de nação queremos – do ponto de vista estratégico.

    Existe um fato concreto a ser assinalado: uma potência da estatura do Brasil, prestes a se transformar num grande produtor e exportador de petróleo, ainda importa gasolina.
    Trágico e cômico ao mesmo tempo se esse tipo de observação não fosse lastreado pela própria explicação dada pela presidenta da Petrobras, Maria das Graças Foster, afirmando que a queda dos lucros teve como causa “o aumento da importação de derivados a preços mais elevados, pela, desvalorização cambial, que impacta tanto nosso resultado financeiro como nossos custos operacionais”.

    Dois problemas objetivos relacionados a falta de planejamento que acomete nosso Estado desde a década de 1990.
    Ao invés de lamentar a desvalorização cambial, dever-se-ia ter uma resposta – buscando meios e maneiras de aproveitar esta situação criada pelo aumento de demanda de gasolina e da própria desvalorização cambial – que induzisse a substituição deste tipo de importação dado o impacto não somente na balança de pagamentos da Petrobras, mas do país como um todo. Este mesmo raciocínio vale para a dita “inflação de alimentos” que ocorre num dos gigantes mundiais da produção de cereais.

    O delicado momento político deve servir para sistematização de um discurso político ofensivo contra a oposição.

    Mas a história ensina que momentos-limite são ótimos para se repensar os nossos próprios limites, a história destes limites e a necessidade de recolocação tática e estratégica.

    Certamente, a Petrobrás e o governo Dilma estão sofrendo este ataque justamente num momento de transição na política monetária cuja consequência é a própria recomposição da política macroeconômica do país diante da herança maldita da década de 1990.

    *Renato Rabelo é presidente nacional do PCdoB

    http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=205598&id_secao=2

Mateus Silva Ferreira

09 de fevereiro de 2013 às 12h07

Fora FHC de saias!

Responder

Willian

09 de fevereiro de 2013 às 10h32

Sindicato contra a presidente da Petrobras. Eles não estão pensando no Brasil, pensam em si mesmos. Sempre.

Responder

Jose Mario HRP

09 de fevereiro de 2013 às 06h46

Nossa oposição atualmente:

Responder

Sandro Couto

09 de fevereiro de 2013 às 05h18

NÃO SEI POR QUE A DILMA TIROU O SÉRGIO GABRIELI QUE ESTAVA INDO DE VENTO EM POPA NA PETROBRÁS. AGORA A MÍDIA NACIONAL PLANTA INFORMAÇÕES DE PROBLEMAS NA ECONOMIA E A MÍDIA INTERNACIONAL ATACA O MANTEGA. SE A DILMA OUSAR TIRAR O MANTEGA, SEU GOVERNO FOI PARA O BREJO. QUE PENA, LOGO ELA QUE NO PASSADO ATUOU ATÉ EM MOVIMENTOS ARMADOS CONTRA A DITADURA DE DIREITA QUE ASSOLOU O PAÍS, AGORA QUE ESTÁ NO PODER PARECE ACOVARDAR-SE E JOGAR A TOALHA PARA ESSAS AVES DE RAPINA QUE NÃO TIRAM AS GARRAS DO PAÍS. QUE TRISTEZA EM VER ISSO! ESPERO QUE O LULA INTERVENHA E NÃO PERMITA ESTA BARBARIDADE E PONHA ORDEM NO GALINHEIRO! CHEGA DE BIZANTINICES PSEUDO-PROGRESSISTAS, COMO EDITAR LEI PARA FLEXÃO DE GÊNERO, O GOVERNO TEM QUE TOMAR RUMO E ACERTAR OS PONTOS SOLTOS. A PRIMEIRA COISA A FAZER É CONVOCAR O GABRIELI DE VOLTA À PETROBRÁS E DAR SUPORTE AO GRANDE GUIDO MANTEGA, QUE É A ALMA DO GOVERNO LULA E A DILMA DEVERIA VALORIZÁ-LO MAIS.

Responder

João-PR

09 de fevereiro de 2013 às 01h37

Eu achava a Graça Foster uma pessoa séria…será que ela teve alguma conversa com algum emissário da Chevron ou BP???
Jisuis! Acorda Dilma!!!

Responder

rudi

08 de fevereiro de 2013 às 22h37

O autor do texto é sindicalista. Estaria em confronto com a direção da empresa, talvez? Tem em mente preferencialmente os interêsse da nação ou os dos petroleiros? Curioso um ataque destes a um dos quadros mais prestigiados do governo.

Responder

ROBERTO

08 de fevereiro de 2013 às 22h29

A CULPA NAO É DA GRAÇA ELA SEGUE ORDENS DO GOVERNO SEU SUPERIOR HIERARQUICO É O MINISTRO DE MINAS E ENERGIA EDSON LOBAO E ACIMA DELA A PRESIDENTE DILMA ENTAO GRAÇA ESTA CUMPRINDO ORDENS DE QUEM ?

Responder

jaime

08 de fevereiro de 2013 às 22h17

Não vai ser privatizada como gostaria o PSDB; será apenas uma concessão.

Responder

Willian

08 de fevereiro de 2013 às 20h32

A situação da Petrobras deve ser desesperadora. Começou a campanha “Salvem a Petrobras”. O que vocês sabem que nós não sabemos?

Responder

Marat

08 de fevereiro de 2013 às 20h32

Dá nojo… DÁ NOJO!!!
O que podemos fazer ante a avassaladora máquina capitalista?

Responder

edson tadeu

08 de fevereiro de 2013 às 20h21

Estar mais do que nao hora da nossa Presidente mandar essa Graça Foster ir plantar batata, ou babar o ovo de americanos la nos EUA, aqui ela é inimiga do patrimonio nacional e nao devemos ter complacencia com ela, Se o Brasil perder a petrobras muitos projetos sociais vai por agua abaixo pois é ela quem os mantem. alem de outras funcoes que a petrobras tem sendo um patrimonio dos brasileiros. Essa é tambem a intençao dos que querem privatiza-la, pois sabem que de um lado ganha os magnatas do petroleo americanos chantagistas, criminosos que fazem de tudo para alcançar seus objetivos. do outro fica o governo norte americana que vai ver o Brasil bater as portas do FMI pedindo emprestimos, e outra vez nós cabisbaixo.

Responder

renato

08 de fevereiro de 2013 às 20h02

Fui a um zoológico de Curitiba.
E estava entediado vendo os bichinhos presos.
Mas fui tirando fotos de flores e da bicharada,
quando derepente na área das aves, acabou a bateria
de minha máquina, fiquei mais aborrecido…pois havia
uma orquídea esplendorosa a minha frente…que pena..
duas gaiolas a frente, para a minha alegria, e uma
gargalhada tipo humor negro…VI, dois espécimes de
Tcham…tcham..tcham TUCANOS…os únicos passáros que
grasnavam no zoologico.
Valeu a Viagem…
Mas não vi Aguia Americana, Aguia America como Tucano.
Ou Tucano tem Sindrome de Estocolmo.

Responder

Luiz

08 de fevereiro de 2013 às 19h57

Também com esse nome FOSTER EUA, sai MALUCA, some porra, chama DILMA !!!!!!

Responder

Urbano

08 de fevereiro de 2013 às 19h49

Os cretinos da oposição ao Brasil estão bem mais para hiena.

Responder

Ana Cruzzeli

08 de fevereiro de 2013 às 19h32

Muito bom o artigo.
Apoiado

Responder

Giorgio

08 de fevereiro de 2013 às 19h23

“Graça Foster conta com a confiança e o apoio da presidenta Dilma Rousseff. No final do ano passado, ela foi uma das poucas integrantes da comitiva presidencial que participou de reuniões políticas e econômicas de Dilma em Bruxelas, na Bélgica.”

http://www.cartacapital.com.br/economia/graca-foster-sera-indicada-para-presidencia-da-petrobras/

o PT atucando?!

Responder

J Souza

08 de fevereiro de 2013 às 19h19

O lucro divulgado leva em consideração os maciços investimentos da empresa?

Privatizada ou não, a hora é de comprar ações da Petrobrás…

Se lucrar mais, vai valer mais!

Se for privatizada, vai valer mais!

P.S.: O Serra está infiltrado no governo da Dilma para pensarem em privatizar a Petrobrás?

Responder

    Geralda

    08 de fevereiro de 2013 às 22h23

    Serra é a maior ave de rapina, fica esperando para dar o bote. Brasileiros,leiam a Privataria Tucana, vocês irão ver quem é Serra e seus aliados.

    Apoio ao Liberal

    09 de fevereiro de 2013 às 06h36

    Que ladainha mais velha!!

    Luciano Bastiani

    09 de fevereiro de 2013 às 21h05

    Ô apoiador de não-sei-quem, a ladainha é velha mas a cretinice e rapinice do cerra é a mesma, em qualquer tempo.


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