VIOMUNDO

Diário da Resistência


“Dos 392 professores feridos, mais de 90% foram atingidos da cintura para cima: cabeça, tronco, rosto, até nos olhos”
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“Dos 392 professores feridos, mais de 90% foram atingidos da cintura para cima: cabeça, tronco, rosto, até nos olhos”


04/05/2015 - 15h20

professores feridos do Paraná

Quatro dos 392 professores feridos: Elaine Antunes, Marcio Henrique dos Santos, Affonso Cardoso e Cláudio Franco. Cláudio é agente penitenciário e professor da rede particular de ensino

por Conceição Lemes

Curitiba, 29 de abril de 2015. Pela manhã, professores, funcionários da rede estadual de ensino e de outras categorias do serviço público do Paraná começaram a chegar à Praça dos Três Poderes. O Centro Cívico da cidade. Aí, ficam a Assembleia Legislativa (Alep), o Palácio Iguaçu (sede do governo do Estado) e o Tribunal de Justiça.

Já havia policiais a postos, por todo lado. O governador Beto Richa (PSDB) trouxe 1.600 do interior, que se juntaram aos 4 mil de Curitiba e Região Metropolitana. Eles ficaram se revezando.

Os trabalhadores resolveram permanecer o dia todo em frente à Alep para fazer pressão sobre os deputados estaduais para que não votassem o projeto de lei que confisca a poupança previdenciária de 200 mil servidores públicos do Estado. A votação estava prevista para as 14h30.

O projeto, agora lei aprovada pelos parlamentares e já sancionada por Richa, permite ao governo tucano sacar mensalmente R$ 150 milhões – ou R$ 2 bilhões ao ano em valores corrigidos – do fundo ParanaPrevidência.

Havia uma liminar para que 480 trabalhadores acompanhassem a votação dentro da Assembleia. Só que o Tribunal de Justiça cassou-a.

Por volta das 14h, um grupo de deputados pró-professores foi até o presidente da Alep, Ademar Traiano (PSDB), para tentar convencê-lo a liberar a entrada dos 480.

O presidente da Assembleia não liberou o acesso nem mesmo dos diretores da APP-Sindicato dos Trabalhadores da Educação Pública do Estado do Paraná.

Parêntese. APP significa Associação dos Professores do Paraná (APP). Como até 1988, funcionário público não podia ser sindicalizado, os professores criaram-na . A partir de 1989, a proibição caiu e os professores puderem criar o seu sindicato. Só que eles quiseram manter a marca APP. O sindicato é de professores e funcionários de escolas públicas.  Fechando o parêntese.

Tarso, Mario Sérgio e José CândidoO advogado/blogueiro Tarso Violin e os professores Mário Sérgio Ferreira Souza e José Cândido de Moraes

“Na hora em que essa notícia chegou lá fora, um helicóptero com policiais militares começou a fazer voos rasantes sobre os milhares de professores que estavam na praça”, relembra José Cândido de Moraes. “O intento, acredito, era desviar a atenção dos professores para começar o ataque. Foi o que ocorreu.”

José Cândido é professor de História e Filosofia e integra um grupo chamado Cinema da Luta, que nasceu em fevereiro deste ano. Ele está fotografando e fazendo vídeos da greve e das manifestações, para produzir um documentário.

“Como os professores já estavam  bastante assustados com os voos a baixíssima altitude do helicóptero, ficou mais fácil iniciar o ataque”, expõe. “De repente, os policiais começaram a lançar bombas e tiros de balas sobre os professores e demais funcionários públicos.”

Concentrados na Praça dos Três Poderes, eles foram atacados covardemente pelas tropas do tucano Beto Richa e do seu secretário de Segurança, o delegado  Fernando Franscischini, reeleito deputado federal em 2014 pelo Solidariedade.

Durante quase duas horas, 1.800 policiais lançaram sobre os manifestantes aproximadamente 1.500 bombas de efeito moral, além de balas de balas de borracha, gás lacrimogêneo, spray de pimenta e cães. Isso sem falar dos cassetetes pra todo lado.

“Eu nunca vi tamanho aparato policial”, avalia, ainda perplexo, Mário Sérgio Ferreira Souza. “Nós não esperávamos nem estávamos preparados para o massacre do dia 29.”

Mário Sérgio é professor aposentado rede pública estadual (deu aula de matemática) e secretário de Assuntos Jurídicos da APP-Sindicato.

“Os policiais não agiram para conter ou dispersar a manifestação, como é a norma; eles nos atacaram”, prossegue. “Foi um ataque premeditado. Ao entrar na área do Centro Cívico, a tropa de choque foi dividindo e encurralando o pessoal que estava na praça. Ao mesmo tempo, jogava bombas de efeito moral, gás lacrimogêneo, balas de borracha, spray de pimenta e cães em cima da gente.”

Sobrou até para o jornalista da Band, que foi mordido por um pitbull do Richa.

“Por ordem do governador e do secretário de Segurança, os policiais vieram preparados para o massacre”, observa Mário Sérgio. “Tanto que foram jogando as bombas  indiscriminadamente em todos os cantos da praça, a ponto de atingir duas creches do outro lado da rua, deixando as crianças muito assustadas.”

Mário Sérgio participou de todas as mobilizações de professores nos últimos 35 anos: 1978, 1980, 1981, 1982, 1986, 1988, 1990, 2001, 2014 e 2015.

Há divergência sobre o número de feridos. Segundo a Prefeitura de Curitiba, seriam 213. Para a APP-Sindicato,  bem mais.

“Dos 392 professores feridos, mais de 90% foram atingidos da cintura para cima: cabeça, tronco, rosto, até nos olhos”, denuncia Mário Sérgio, secretário de Assuntos Jurídicos da entidade. “Na nossa avaliação, foi ordem do comando para que os policiais atirassem assim nas pessoas.”

Um dos feridos é o advogado e blogueiro Tarso Cabral Violin. É dele o Blog do Tarso.

O vídeo abaixo retrata o início do massacre. Mostra o exato momento em que o rosto de Tarso foi atingido por estilhaço de uma bomba. “Por dois centímetros, não fiquei cego”, observa o blogueiro, que fez BO e exame de corpo de delito.

“Os tiros de balas de borracha visavam atingir o rosto das pessoas. Os soldados miravam as nossas cabeças”, reforça José Cândido. “A impressão é de que queriam nos acertar de qualquer forma. Depois de um ataque com bombas e tiros, eles paravam um pouco. Esperavam a gente se aproximar e reiniciavam o ataque. Esse processo durou aproximadamente duas horas.”

“Mulheres, senhoras idosas, estudantes e professores aposentados, todos foram atacados como bandidos”, continua, indignado. “Havia a intenção de ferir as pessoas. Os policiais miravam para acertar. Parecia que estavam fazendo um treinamento, utilizando os professores e professoras como alvo!”

A truculência e covardia dos ataques não pararam por aí.

Bastava ter um aglomerado de três ou quatro pessoas, para os policiais atirarem nelas.

“Eles não respeitaram sequer a retirada dos feridos da praça”, enfatiza Mário Sérgio.

Do caminhão de som da APP-Sindicato, o pessoal implorava para que os policiais esperassem a retirada dos feridos. Mas os pedidos eram ignorados e as bombas sucediam.

Os feridos tinham que ser resgatados sob o “fogo” cerrado das balas de borracha e bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral lançadas às vezes de longa distância.

“Os que caíam no chão eram ainda agredidos com cassetetes até que os colegas conseguissem levá-los para longe da linha de frente”, observa José Cândido.

Os policiais não portavam apenas as chamadas armas não letais, mas que podem matar, sim. Muitos carregavam também no coldre armas de fogo, como este soldado que está atrás das professoras. Na mão, ele tinha escopeta calibre 12 para balas de borracha. Na cintura, aparentemente uma pistola 380, que usa no dia-a-dia de trabalho.

professores do paraná e soldado

A foto dessas professoras foi feita na parte da manhã de 29 de abril; a barbárie foi à tarde

Além disso, muitos dos policiais, que estavam dentro da Assembleia Legislativa na hora da votação, portavam uma submetralhadora.

“Portar armas de fogo em manifestações é um perigo a mais”, atenta Mário Sérgio. “O soldado é um ser humano. Na hora da pressão, pode acabar atirando.”

Ele observa: “90% dos professores da rede pública do Estado do Paraná são mulheres. E a mulher tem mais o espírito de cuidar. Não é uma categoria que vai atropelando o outro. Ao contrário. Se a categoria tivesse mais homens, o massacre teria sido maior”.

“Na verdade, não foram as bombas e balas que me assustaram”, conclui José Cândido. “O que mais ainda me assusta é que os policiais não demonstraram qualquer compaixão, qualquer senso de humanidade.”

Vergonha nacional. A excessiva violência do governo Richa no fatídico 29 de abril maculou a história do Paraná e do Brasil inteiro, como bem observaram os professores da USP num abaixo-assinado em solidariedade “com os todos os professores, funcionários e estudantes em luta”.

Agora veja quais deputados estaduais, mesmo sabendo do massacre dos trabalhadores na praça. votaram a favor da reforma da ParanaPrevidência. Veja também quem votou contra. O infográfico é de jornal Gazeta do Povo.

paraná pacotaço 1-001 Paraná pacotaço 2Abaixo dois trechos do vídeo de quase duas horas gravado pelo professor José Cândido de Moraes. A íntegra será entregue ao Ministério Público estadual.

Vídeo da  Abridor de Latas Comunicação Sindical, sugerido por Larissa e Guilherme Mikami, no Facebook

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 Leia também:

Dr. Rosinha, sobre o Beto “Hitler” e o Fernando “Fascischini”: A dor não se expressa 





29 comentários

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Rosilene

09 de maio de 2015 às 11h49

Onde tem PSDB, tem truculência, preconceito, fofoca, distorção dos fatos, mentira, miséria, desemprego, dengue, falta de água, injustiça, violência, arrocho salarial, corrupção, engavetamentos de processos, etc.
Fora PSDB!

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Julio Silveira

07 de maio de 2015 às 17h04

Uma pergunta que repito sempre, a cada movimento de professores, com quem estarão trabalhando para eleger nas próximas eleições? Afinal, penso, fazendo uma simples contabilidade, se todos se os trabalhadores, olhassem mais o contexto e menos para seus umbigos, que os fazem eleger seus adversários, passada a tempestade, e se empenhassem para eleger gente comprometida com os educadores e com a educação, sinceramente, esse tipo de gente, como esse governador tirano, jamais teriam vez.

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cesar

06 de maio de 2015 às 23h13

no dia do pronunciamento do pt na tv tinha uns palhacos batendo panela em maringá e londrina! eta povo burro!

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Marat

05 de maio de 2015 às 20h50

O pessoal da direita (leia-se psdb) é assim mesmo. Gosta de bater. Uns batem panelas, feito bobos, outros batem em professores, feito bandidos!

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Vargas

05 de maio de 2015 às 18h04

O secretário de segurança (em minúsculas, mesmo) está culpando a PM. A PM, irá culpar a cadeia de comando inteira até chegar nos praças (estes tem as fotos). Estes irão pagar o pato. Ou então a falha poderá ser creditada para a PM2, que pode ter feito uma análise errada da situação … Nunca esqueçam: eles são Tucanos. Eles são blindados pela mídia e judiciário.

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abelardo

05 de maio de 2015 às 16h56

O que poderia livrar os policiais de uma tentativa de chacina seria a alegação de que as balas eram de borrachas. Porém, segundo o “Domínio do Fato” (tão exaltado, propagado e enaltecido pelo judiciário, via STF), a intenção e o conhecimento pleno do que se fazia e do que poderia se provocar sobrou com folgas. Portanto, a velha e conhecida intenção, aliada a certeza do conhecimento de causa e efeito (do fato) é mais que suficiente para enquadrar a Polícia Militar na tese do “Domínio do Fato”. A pergunta que se faz é: Qual seria a tese de crime mais grave? Seria a que julgou ações de corrupção ou seria ações escancaradas, intencionais e conscientes de violências, agressões e danos físicos gratuitos e imperdoáveis, provocados por artefatos de material bélico contra cidadãos e cidadãs indefesos e desarmados? Qual das duas é mais grave? A verdade plena é que ocorreu uma tentativa premeditada e planejada de rechaçar o protesto através de um bombardeio bélico bestial, desumano e covarde. Uma tentativa de chacina, isso sim, foi o que ocorreu contra os professores e professoras no Paraná, conforme reforça a própria teoria do “Domínio do Fato” usada recentemente pelo STF. E agora? O que fará o judiciário, se os réus são o governo e a polícia do PSDB? Haverá condenação, se não há PT como réu? E, se as balas não fossem de borracha, quantas pessoas poderiam ter sido assassinadas? Ninguém morreu, mas vontade, desejo e intenção, para tanto, havia em excesso.

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Diógenes

05 de maio de 2015 às 16h50

Será que o povo do Paraná continuará alimentando e elegendo esse partido nazista do PSDB?
Sera que vão continuar protestando contra Dilma e contra o PT e querendo a volta éo PSDB na presidência da república? Sera que eles querem mesmo tirar o partido do trabalhadores, que nasceu da luta nos movimentos sociais e nos sindicatos por mais direitos para os trabalhadores e por melhores condições de trabalhalho? Vão querer tirar o PT que é o único que luta pelos seus direitos, direitos do povo trabalhador, para colocar o PSDB partido que odeia o povo e adora o patrão e os mais ricos, que não sabe o que é a luta do trabalhador por melhores condições, que não veio dos movimentos sociais de professores e das demais classes principalmente as mais pobres? Veremos! Continuando como está o PSDB vai roubar e tirar por completo o direito dos trabalhadores , como já vem tentando , votando a favor da terceirização da atividades fim no mercado de trabalho. Logo logo os professores teram que aceitar ganhar metade do que ganham hoje ou seram demitidos e em seus lugares serão contratados professores terceirizados, ganhando uma miséria , sendo explorados e sem direitos. Esse é o PSDB que essas pessoas manipuladas pela mídia tucana esta ganhando apoio nesses protestos anti PT, patrocinados pela direita e pelo PSDB e mídia tucana golpista. A diferença entre PT e PSDB existe. Os trabalhadores votando contra o partido dos trabalhadores é suicídio. Depois reclamam da violencia e da perca de direitos, do roubo da aposentadoria que tem direito, votando no PSDB… Esta ai uma pequena amostra do que é o PSDB no poder, ferro nos trabalhadores!

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Bernardo

05 de maio de 2015 às 16h48

Conceição, a respeito dessa informação:

“O presidente da Assembleia não liberou o acesso nem mesmo dos diretores da APP”

Você tem condições de confirmá-la? Ouvi relatos de que a diretoria na verdade escolheu ficar do lado fora apoiando o movimento. Achei importante desfazer essa dúvida porque a liminar do TJ (concedida pelo Desembargador Jorge Xisto), que cassava a anterior, indicava que a Alep deveria permitir a entrada das lideranças sindicais.

Se verdadeiro que a diretoria foi barrada em descumprimento à liminar, seria mais um elemento muito forte pela ilegitimidade da repressão aos professores.

Abraços

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    Conceição Lemes

    05 de maio de 2015 às 19h02

    Bernardo, essa informação me foi passada pelos dois professores entrevistados: Mário Sérgio, que é secretário de Assuntos Jurídicos da APP, e José Cândido. De qualquer forma,vou consultar a direção APP- Sindicato mais uma vez. abs

mineiro

05 de maio de 2015 às 15h25

nao tem como dizer nada , sem comentario , depois dessa , se o povo do brasil todo nao acordar e ver o que sao os facistas da direita , o pig golpista , e os demonios tucanos , nao veem mais.

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maria do carmo

05 de maio de 2015 às 12h02

Conceicao Lemes, sempre especial, sensibilidade a flor da pele, etica, sempre com bom senso, eqilibrio, honestidade e consciencia, nota mil Conceicao, Fernando Brito. Luis Nassif jornalistas corajosos, Azenha tambem. Isso e verdadeiro jornalismo!

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RONALD

05 de maio de 2015 às 10h57

Esse Beto Hitler está acabado politicamente e o PSDB também. Imaginem este partido fascista no poder com Anéscio?
Não basta os desacertos da seca de Alckmim, do trensalão, ainda vem este energúmeno do Beto Hitler bater e massacrar professor?!
Professor é o formador dos cidadãos deste país; merece respeito e total consideração; são uns heróis !!!!
Acho que os professores e demais cidadãos de todo o país deveriam marchar em protesto contra este governador estúpido e canalha !!!!!
PSDB, minhas condolências, porque você morreu !!!!!

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abolicionista

05 de maio de 2015 às 10h43

A única tristeza dos PMs é ter de usar bala de borracha. Mas não se preocupem na próxima as autoridades irão liberar as de chumbo. É nossa pátria educadora…

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Eliani santos

05 de maio de 2015 às 09h41

Conceição

A APP não coneguiria reunir e divulgar as fotos dos feridos com a identificação de cada um? Apesar de ser uma ideia meio sanguinolenta, penso que, postar estas fotos, uma a uma e sem comentários, seria muito impactante. Contra imagens, não há argumento , e o que aconteceu foi um massacre. O Brasil precisa saber que não foi Black block que causou o ataque, e sim a certeza da impunidade pela seletiva divulgação dos fatos e pela blindagem da mídia. Tenho certeza que os professores de todo o Brasil divulgariam.

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    Conceição Lemes

    05 de maio de 2015 às 12h11

    Eliani, acho uma ótima ideia. Vou repassar a tua sugestão a eles. abs

Fabio SP

05 de maio de 2015 às 09h09

O Sindicato dos Professores do Rio Grande do Sul acabou de votar sua desfiliação da CUT (braço sindical do PT)…

Quem sabe, se os outros sindicatos estaduais assim procederem, acabemos com esse Fla x Flu de professores x Estado…

Não é por acaso que somente nos Estados do Paraná (PSDB), São Paulo(PSDB), Goiás(PSDB), Pará(PSDB) e Pernambuco(PSB), todos oposicionistas, estes problemas estejam acontecendo…

O PT tentando tirar um pouco o foco do Petrolão…

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    Almir

    05 de maio de 2015 às 12h11

    Eu quero ver a cara dos neobabacas quando eles forem substituídos por terceirizados “muito mais em conta”. Quem mandou votar na direita? Ah, foi a rede globo… Então preparem o lombo, futuros escravos!!!

    RONALD

    05 de maio de 2015 às 14h40

    Fabio, você é um facínora !!!!!
    Vai fazer dupla com o carniceiro do Paraná !!!!

Flavio Wittlin

05 de maio de 2015 às 07h41

E, por rixa ou Richa, FHC propõe que o povo cuspa, jogue bosta, bote pra apanhar…o Lula?!

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abelardo

04 de maio de 2015 às 22h10

“Governo cínico, mercenário e demagógico induz a policia tornar-se tão vil quanto ele”

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Marat

04 de maio de 2015 às 22h01

E a tal da Human Rights Watch, o que tem a dizer? E as ONG dos EEUU e de seus poodles europeus? Algum questionamento? E o pessoal da indignação seletiva, via feicibuqui, algum comentário?

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Marat

04 de maio de 2015 às 20h05

Apesar de sabemos de quem se trata, e quem os paga, causa espanto a cobertura do PIG neste caso. A semelhança é muito grande com as coberturas das redes estadunidenses quando da chamada Guerra do Iraque. Os ianques só mostravam os belos e imponentes aviões, nunca os civis destroçados. Era algo como que cosmético. O PIG apenas noticiou (até porque não havia como esconder!!!) e mostro ma ou outra foto de algum professor levemente ferido, mas sempre dava a contrapartida, indicando que havia policiais feridos, e abrindo o microfone para o Governador dizer que agiu dentro da lei.

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Cláudio

04 de maio de 2015 às 19h13

:
Ouvindo A Voz do Bra♥S♥il e postando:
* 1 * 2 * 13 * 4
*************
Um poema (acróstico) para Dilma Rousseff, a depenadora de tucanus :
.
D ilma, coração valente,
I magem de todo o bem em que se sente
L ivre o amor maior pela brasileira gente
M uito humana e inteligente
A PresidentA do nosso Lula 2018 de novo Presidente
:
D uas vezes contra o espectro atro
I nscreveu já seu nome na história
L utando contra mídia venal & Cia e seu teatro
M ulher forte de mais uma vitória
A deixar tucanus na ó-posição de quatro ! ! ! ! de quatro ! ! ! ! de quatro ! ! ! ! DE QUATRO ! ! ! !
.
* * * * * * * * * * * * * Lula 2018 ! ! ! ! Ley de Medios Já ! ! ! !

Responder

Bacellar

04 de maio de 2015 às 18h21

Credo, a assembléia paranaense é completamente tomada pelos partidos reaças…Por isso o Paraná ta nessa draga.

Responder

Eva

04 de maio de 2015 às 18h19

Vamos pregar esses nazistas no poste. Não vamos deixar a população esquecer.

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Valdeci Elias

04 de maio de 2015 às 17h48

No infográfico, que mostra em que os deputados votaram, o simbolo da mão foi mal escolhido. A mão com dedo para baixo passa uma ideia negativa. Que os 20 que votaram contra fizeram uma coisa ruim.

Responder

    Conceição Lemes

    04 de maio de 2015 às 18h14

    Vc tem razão, Valdeci. abs

José Carlos Vieira Filho

04 de maio de 2015 às 16h11

Qual é a origem desse tanque na fotografia? Não é brasileiro.

Responder

    Marat

    04 de maio de 2015 às 20h15

    Creio que seja do Exército que tem Estado, e não um Estado que tem um exército… Um certo país que pratica genocídios e se esconde no passado (e nas calças de seu pai psicopata) para que ninguém os perturbe… Ou é de fabricação do país-pai ou do país-filho, ou de um dos poodles europeus!


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