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As pressões para tirar Fernanda Giannasi da fiscalização do amianto


24/03/2011 - 11h25

por Conceição Lemes

Semana passada, aconteceu nas Astúrias, Espanha, a Conferência Internacional da OMS [Organização Mundial de Saúde] sobre Determinantes do Câncer Ambiental e Ocupacional – Intervenções para Prevenção Primária.

O consultor ambiental Barry Castleman, dos Estados Unidos, foi um dos conferencistas convidados. Testemunha-expert nas cortes americanas e consultor dos principais organismos internacionais de saúde, trabalho e meio ambiente em questões referentes ao amianto, ele recebeu à última hora telefonema dos organizadores, solicitando para que, na palestra, descrevesse as pressões da indústria do amianto sobre os profissionais de saúde pública.

“Relatei a situação de Fernanda Giannasi”, observa Castleman. “Não conheço outro país no mundo dito ‘civilizado’ onde os ativistas contra o amianto e profissionais de saúde pública tenham sido processados ou ameaçados de processo criminal, como está acontecendo com essa engenheira de segurança do trabalho.”

“O indiciamento dela pelo FBI brasileiro [Polícia Federal] me parece absurdo”, diz Castleman. “Pelo que sei a Justiça a tem apoiado na interdição de exportação de cargas de amianto a partir do porto de Santos, já que o amianto é proibido no estado de São Paulo. Como pode a Polícia Federal da região portuária tentar incriminar a Fernanda por abuso de poder, se ela estava simplesmente fazendo o seu trabalho de fiscalização e seguindo a legislação em vigor?”

Castleman refere-se à engenheira de segurança no trabalho Fernanda Giannasi, auditora fiscal do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e coordenadora da Rede Virtual pelo Banimento do Amianto na América Latina.

O amianto é proibido em São Paulo, desde 4 junho de 2008, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) validou a lei paulista 12.684, que veda o uso do mineral em todo o estado. Foi por 7 votos a 3.

O ministro Carlos Ayres Britto foi um dos que votaram a favor: “A lei estadual se contrapõe por modo tão frontal à lei federal que simplesmente proíbe a comercialização, a produção, o transporte de todo e qualquer tipo de amianto no Estado de São Paulo”.

“Pela primeira vez o STF eliminou as questões preliminares e foi ao cerne do problema, tomando por base trabalhos científicos idôneos”, avaliou, na ocasião, para o Viomundo o advogado Mauro Menezes, das associações Brasileira dos Expostos ao Amianto (Abrea) e Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANTP). “O STF considerou de forma muito convicta que todo tipo de amianto, em função da lesividade ao ser humano, não se compatibiliza com uma questão maior que está garantida na nossa Constituição, que é o direito à saúde e à vida.”

Explica-se. Todas as formas e todos os tipos de amianto são comprovadamente cancerígenos ao ser humano, inclusive a crisotila, existente no Brasil. Não há dose segura para o risco de câncer; a única quantidade de amianto que protege é a exposição zero, ou seja, exposição nenhuma.

É a posição da OMS, da IARC (Agência Internacional para a Pesquisa do Câncer), da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da Organização Mundial do Comércio (OMC) e do Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica, o INSERM, da França, do Instituto Nacional de Saúde Ocupacional, o NIOSH, dos Estados Unidos. Também a da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e do Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Brasil.

GIANNASI: LEI PAULISTA RESPALDA INTERDIÇÃO DE CARGAS

“Assim, respaldados pela lei paulista e a decisão do STF, eu e as vigilâncias sanitária estadual e a do Guarujá flagramos, em 8 junho de 2009, 26 toneladas de amianto in natura chegar à Cortês [Transportadora e Armazéns], no Guarujá, via Rápido 900”, relata Fernanda Giannasi. “Interditamos a carga, determinando imediato retorno a Minaçu. Interditamos outras 3.100 toneladas, já estocadas no pátio e que iam ser despachadas para a Ásia.”

As cargas de amianto são da SAMA, empresa responsável pela única mina de amianto em exploração no Brasil. É a mineradora do grupo Eternit, o maior do país no setor. Ela fica em Minaçu, norte de Goiás, para onde as 26 toneladas retornaram.

A Rápido 900 é uma das duas transportadoras autorizadas pelo MTE a levar o produto in natura de Minaçu para os estados onde ainda é permitida a sua utilização. A São Expedito, a outra. A auditora fiscal do MTE e as vigilâncias sanitárias interditaram ambas por trafegarem no estado de São Paulo, carregando o material proibido aqui.

A Cortês atua como despachante alfandegário da SAMA junto à Receita Federal. Circulam pelas suas instalações cerca de 180 mil toneladas de amianto por ano, exportadas principalmente para a Ásia, já que o mercado interno do mineral cancerígeno está cada vez mais restrito. Em seus pátios e armazéns, as cargas são transferidas para contêineres marítimos, armazenadas e desembaraçadas. Depois, transportadas ao porto de contêineres da Santos-Brasil, a 6 km de distância.

AUTUADA: “DIREITOS ILEGALMENTE CERCEADOS PELA AUDITORA”

A Cortês entrou com várias medidas judiciais contra a interdição das cargas e a proibição de exportação, visando também afastar Fernanda Giannasi das inspeções. A empresa diz ao Viomundo:

A auditora fiscal do trabalho, sra. Fernanda Giannasi, realmente interditou indevidamente algumas cargas de amianto alocadas em nossa sede. Essas cargas já foram desinterditadas em razão de ordem judicial e encaminhadas ao destino. Ressalte-se que nessas medidas jurídicas ficou constatado por perito judicial que nossa empresa adota e cumpre todas as normas de segurança sem expor nossos trabalhadores ou o meio ambiente a qualquer risco. Assim, resta evidente, que as medidas judiciais apresentadas visaram restabelecer os nossos direitos que foram indevida e ilegalmente cerceados pela auditora fiscal.

Entendemos que sra. Fernanda Giannasi não possui a necessária isenção de ânimo, tampouco desinteresse, para fazer fiscalizações em instalações que digam respeito ao amianto, tendo em vista que é ativista pelo seu banimento e, nessa condição, participa pelo menos das seguintes entidades contrárias ao amianto: ABREA-Associação Brasileira dos Expostos ao Amianto e Ban Asbestos Network no cargo de Coordenadora da Rede Virtual Cidadã pelo Banimento do Amianto na América Latina.

Não foi por outro motivo que o juiz da 24ª Vara Federal de São Paulo concordou que referida funcionária pública não pode fiscalizar a nossa empresa. É tão evidente sua parcialidade que o próprio juiz disse: “… é pertinente o pedido de determinar que a Sra. Fernanda Giannasi se abstenha de fiscalizar a empresa dado que a sua participação em rede virtual para banimento do amianto na América Latina, na qual é coordenadora, revela evidente parcialidade na condição de Fiscal do Ministério do Trabalho”.

DESEMBARGADORA ANULA DECISÃO CONTRA FERNANDA FISCALIZAR AMIANTO

“A guerra de liminares favoreceu inicialmente a Cortês, permitindo que exportasse as primeiras 3.100 toneladas interditadas; a Justiça de Santos cancelou a ação da vigilância sanitária municipal”, diz Fernanda Giannasi. “Só que a empresa continuou a receber, transportar e exportar o amianto. Autuei-os novamente. Ela obteve, então, uma sentença de primeira instância da Justiça Federal de Santos que determinou que me abstivesse de fiscalizar a empresa. O juiz aceitou a tese de que não havia imparcialidade na minha ação, mas frustrou as pretensões da empresa quando a proibiu de continuar a receber cargas de amianto até decisão final.”

“Como a minha defesa está a cargo da Advocacia Geral da União [isso ocorre quando funcionários públicos federais são processados devido ao exercício da função], a AGU entrou com recurso [agravo de instrumento], que foi apreciado pela desembargadora federal Salette Nascimento”, prossegue. “A desembargadora [segunda instância] não detectou nada que me impossibilitasse de fiscalizar a Cortês e anulou a decisão de primeira instância.”

A propósito, a Sama, dona das cargas interditadas, entrou com ação na Justiça Federal do Distrito Federal (trechos abaixo), para afastar Fernanda Giannasi, da fiscalização do amianto da empresa. Pediu que antes mesmo de julgada a ação, fosse concedida tutela antecipada. Ou seja, a auditora fosse afastada imediatamente da inspeção. O juiz Jamil Rosa de Jesus Oliveira, da 14ª Vara Federal, negou a tutela antecipada (documento mais abaixo).

“A Cortês tem recorrido em várias instâncias do Poder Judiciário para impedir a fiscalização da empresa”, continua a auditora fiscal. “Num desses processos, o juiz pediu à Polícia Federal que investigasse o caso.”

Em 25 de agosto de 2010, o delegado Cássio Luis Guimarães Nogueira convocou-a para depor nos autos do inquérito policial instaurado a pedido do Juiz da 3ª Vara da Justiça Federal de Santos/SP, em decorrência de outro processo movido pela Cortês para impedir a fiscalização em suas instalações.

“MEU INDICIAMENTO PELO DELEGADO DA PF JÁ ESTAVA DECIDIDO”

O depoimento de Fernanda Giannasi foi no dia 9 de fevereiro de 2011. Saiu indiciada por abuso de poder.

“Estou perplexa, pois compareci para prestar esclarecimentos e colaborar no processo. Estranhei o tom agressivo do delegado, o tempo todo. Desde o início, deixou claro que não se influenciaria pelo o que eu dissesse, o meu indiciamento já estava decidido.”

“Ele me perguntou se já havia sido processada criminalmente. Disse que sim, e pelos detratores de sempre, que querem me tirar da fiscalização do amianto, para ter no setor alguém sem experiência que não lhes crie problemas. Mas sempre fui absolvida.”

O delegado Cássio Luis bateu na tecla de que Fernanda Giannasi não pode ter opinião e tem de declinar conflito de interesses. Sobre isso, ela diz ao Viomundo:

“Não tenho conflitos de interesse, pois não trabalho para ninguém a não ser o Ministério do Trabalho e Emprego, e não tenho qualquer outra remuneração. Sou concursada há 28 anos, tenho dedicação exclusiva e sou carreira típica de Estado. Coordeno uma rede virtual de cidadão, pela internet, trocando experiências e debatendo os riscos do amianto à saúde dos trabalhadores e da população.”

“Sigo à risca o parecer da AGU, que determinou que eu fizesse ações conjuntas com a vigilância sanitária, embora alguns Juízes do Trabalho entendam que a competência da fiscalização dos ambientes de trabalho e onde haja vínculo empregatício é exclusiva do Ministério do Trabalho e Emprego. As vigilâncias sanitárias (do estado, regional e municipal) só não vão junto quando há liminares que as impedem, como ocorreu nas fábricas de fibrocimento usuárias de amianto em Leme e Hortolândia. Aí, fui com o Ministério Público do Trabalho.”

“Nas fiscalizações, não emito juízo de valor acerca da exposição às fibras de amianto. Apenas aplico a lei em vigor no estado de São Paulo, referendada e ratificada pelo STF desde 2008. Só autuo empresas com irregularidades, entre as quais as que transportam, armazenam  e exportam o amianto, bem como as que o comercializam e o utilizam.”

“Como o meu direito de defesa foi cerceado – o delegado não me permitiu concluir uma resposta! -, optei por permanecer calada e somente ser ouvida em Juízo, onde terei assegurado amplo direito de defesa garantido por lei”, explica Fernanda. “Até agora não sei o completo teor das denúncias contra mim, pois ele [o delegado da Polícia Federal de Santos] não quis me fornecer sequer cópia da mesma ou detalhes de seu conteúdo.”

Ao final do depoimento, Fernanda assinou um documento onde estava escrito:

Cientificada das imputações que lhe são feitas e de seus direitos constitucionais, inclusive o de permanecer calada, a interrogada respondeu que ‘a interrogada devidamente esclarecida de seus direitos constitucionais, manifesta neste ato desejo de permanecer calada e de só responder às perguntas que lhe forem formuladas em juízo e se forem objeto afinal de processo criminal, de forma que possa melhor se orientar com seu advogado ou aquele que lhe for designado pela Advocacia Geral da União…’

Indiciamento significa que o inquérito, depois de concluído, será enviado ao Ministério Público Federal. Lá, um promotor de justiça federal analisará o caso, para então decidir se instaura ou não processo crime pelo suposto abuso de poder.

Solicitamos à assessoria de comunicação da Polícia Federal entrevista com o delegado Cássio Luis Guimarães Nogueira para falar sobre o indiciamento de Fernanda Giannasi. A resposta à solicitação veio no e-mail abaixo.

RECONHECIMENTO MUNDIAL VS. AMEAÇAS DE MORTE E IINTIMIDAÇÕES

Fernanda é incontestavelmente a maior referência no Brasil sobre o amianto. Seu trabalho é reconhecido no mundo inteiro.

“Ela é a agente de saúde pública mais dedicada, corajosa e talentosa enfrentada pela indústria do amianto em qualquer lugar do mundo”, elogia Barry Castleman. “Ela combina as funções de funcionária pública (como auditora-fiscal do trabalho), ativista (como coordenadora de uma rede virtual) e, sobretudo, cidadã exemplar.”

Fernanda também incomoda, aqui e lá fora. Em abril de 2001, Denis Hamel, diretor do Instituto do Crisotila do Canadá mandou uma carta ao então Ministro do Trabalho e Emprego do Brasil, Francisco Dornelles, pedindo “para repreendê-la e enquadrá-la”.

No documentário franco-canadense A morte lenta pelo amianto, Hamel justifica a retaliação: “Ela dá declarações mentirosas, exageradas, que prejudicam enormemente os esforços da indústria”. Ele se refere aos esforços da indústria para convencer sobre a inocuidade do amianto branco crisotila e seu uso seguro e responsável pela indústria em sua tese chamada de “uso controlado”.

Nem uma ameaça de morte calou Fernanda. Em 28 janeiro de 2004, três auditores fiscais do trabalho e o motorista do Ministério do Trabalho e Emprego foram assassinados em Unaí, Minas Gerais. Cinco dias depois da chacina, uma carta anônima, intimidatória, ameaçando-a abertamente, foi enviada à sua casa.

É um dos casos documentados no relatório Linha de Frente: Defensores dos direitos humanos no Brasil de 2002 a 2005, organizado pela Justiça Global e enviado à ONU.

Na ocasião, segundo esse relatório, Fernanda Giannasi enviou e-mail pessoal ao então ministro do Trabalho, Ricardo Berzoini (ex-presidente da CUT e atualmente deputado federal PT-SP), pedindo garantias de vida e apoio para realizar seu trabalho na fiscalização trabalhista. Ele respondeu de forma muito solidária.

Na prática, porém, Fernanda foi impedida de inspecionar e designada a fazer serviços burocráticos numa sala sem telefone e computador. Era o arquivo-morto da seção. Assim, em vez de protegê-la, Berzoini puniu-a com o confinamento, impossibilitando-a de fazer o seu trabalho por quase dois meses, sob os olhares indignados de parte do movimento sindical e revolta das vítimas do amianto. Sob pressão, inclusive da imprensa, o então superintendente regional do trabalho, Heiguiberto Della Bella Navarro (“Guiba” ), determinou o retorno de Fernanda à fiscalização, sem maiores explicações.

Recentemente, Fernanda recebeu duas cartas da Alemanha, postadas na Universidade de Berlim. O autor faz ameaças de morte e defesa radical do amianto, apresentando-o como sinônimo de Eternit, material indestrutível, capaz de salvar a humanidade da contaminação radioativa.

“Quem deveria estar protegendo a Fernanda é justamente quem tenta, agora, incriminá-la por abuso de poder”, diz, indignado, Eliezer João de Souza, 69 anos, presidente da Abrea, que, em 2000, teve de extrair nódulos dos pulmões.

POR ANO, O AMIANTO CAUSA 107 MIL MORTES EM TODO O MUNDO

Todos os tipos de amianto causam: 1) asbestose — endurecimento  do pulmão, que perde progressivamente a capacidade de expandir, levando lentamente à morte por asfixia; 2) câncer de pulmão, laringe, aparelho digestivo e ovário; 3) mesotelioma, que pode ser de pleura (membrana que reveste o tórax), peritônio (membrana que reveste a cavidade abdominal) ou pericárdio (membrana que recobre o coração). É  um tumor maligno e extremamente agressivo, incurável e fatal, que pode aparecer 35, 40 e até 50 anos após o primeiro contato com o amianto.

“Por ano, o amianto causa 107 mil mortes em todo o mundo. Entre as vítimas, não estão só trabalhadores, mas também consumidores do produto, desmentindo a indústria que diz ser apenas um problema de saúde ocupacional”, informa Castleman. “Em 10 de março, testemunhei num julgamento em Oakland, Califórnia, num caso de mesotelioma de pleura em homem que vendia alimentos nos arredores de fábricas. De 1970 a 1980, ele passava uma hora por dia na frente de uma fábrica de produtos de construção, de onde os trabalhadores saíam cobertos de poeira de amianto, para comprar comida dele. Esse amianto era a crisotila, que ainda hoje é extraída no Brasil.”

“A mídia deveria gastar menos tempo em falar sobre astros de cinema e TV e mais sobre pessoas exemplares, como a Fernanda Giannasi. Os jovens também deveriam ler sobre as pessoas que fazem do mundo um lugar melhor e não exigem como pagamento nada além do que poder fazer o seu trabalho bem”, arremata Castleman.

PS do Viomundo 1: Fernanda Giannasi foi ouvida quinta-feira, 24 de março, em São Paulo, pela equipe técnica do Programa Nacional de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (PNPDDH/SDH/PR). O grupo fará um levantamento completo das intimidações, ameaças e ações judiciais que Fernanda vem sofrendo.

PS do Viomundo 2: A Rede Brasileira de Justiça Ambiental divulgou nesta sexta, 25 de março, carta de apoio à engenheira de segurança no trabalho Fernanda Giannasi , auditora fiscal do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), onde denuncia as agressões e intimidações que ela vem sofrendo. A carta será enviada a várias autoridades federais.

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59 comentários

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STF decide se lei do uso controlado do amianto viola o direito constitucional à saúde « Viomundo – O que você não vê na mídia

31 de outubro de 2012 às 09h03

[…] As pressões para tirar Fernanda Giannasi da fiscalização do amianto […]

Responder

Malu

23 de outubro de 2012 às 21h27

Estou feliz por saber que Zilton Rocha está nessa luta. FORA AMIANTO. A reportagem que saiu na revista Carta Capital de 19 de setembro está muito boa.
Zilton, já votei em você. Valeu meu querido, sempre dando aulas de cidadania.
Professora Malu

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nala almeida

28 de junho de 2011 às 04h41

O amianto é especialmente perigoso quando é danificado, o que acontece quanto é manipulado sem cuidados especiais. Normas rígidas da ABNT mostram como deve ser manipulado e transportado para o descarte, trajes adequados ao manipulador, isolamento do entorno, tudo impressionante. O fabrico de produtos de amianto, seu transporte, colocação, limpeza, desgaste, exposição ao sol, substituição etc. são nocivos para os manipuladores sem preparo e para a população inocente. As fibras são mínimas, voam com o vento, grudam nas superfícies, até se soltarem novamente, quando podem ser inaladas e nunca mais sairem do corpo.
Caixa d´água é sinônimo de amianto. Muitos bairros das grandes cidades e mesmo o interior do Brasil são uma festa de amianto em telhas, muros e tudo que puder ser feito com esse veneno, assim como seu descarte é feito como lixo doméstico por todo o país. O desconhecimento do tema assusta. Se não sai na novela ou no telejornal, a população ignora. O lobby agradece. Os governantes apoiam. Ou vice-versa.

Responder

JOSÉ

07 de maio de 2011 às 08h26

temos que manifestar todo nosso apoio à Fernanda giannasi

Responder

Ivan Valente: Pelo banimento do amianto, em defesa de Fernanda Giannasi | Viomundo - O que você não vê na mídia

05 de maio de 2011 às 20h34

[…] Leia aqui a denúncia publicada pelo Viomundo sobre as pressões para tirar a engenheira Fernanda Gi…   […]

Responder

Zilton Rocha

06 de abril de 2011 às 23h52

Está provado que o amianto é um cancerígeno de alta periculosidade. Alguns o chamam de fibra assassina. Para mim, assassinos e criminosos são aqueles que sabem da sua nocividade e, pensando apenas nos lucros, permitem que milhares de pessoas morram a cada ano vítimas do seu descaso e ganância.
Desculpem a longa narrativa.
À luta, sempre, com meu irrestrito apoio a Fernanda Giannasi.
Zilton Rocha

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Zilton Rocha

06 de abril de 2011 às 23h52

) vários pesquisadores da Fac. de medicina da Bahia e vítimas que vivem nos municípios atingidos, na Univers. Estadual do Sudoeste da Ba, onde a mina se encontra.
Peço desculpas àquelas pessoas que não citei por não lembrar os nomes de todas de pronto e por que tornaria impossível neste espaço.
Deixei, na Assemb. Legislat., Projetos banindo o uso da fibra no estado da Bahia. Um proibindo que a própria Assembléia, nas suas construções ou reformas, faça uso do asbesto.
Conseguimos, também, produzir um vídeo, pela Comissão de Meio Ambiente, que se chama: AMIANTO, desinformação mata. Não sei se Conceição Lemes e Azenha conhecem. Fernanda, possivelmente, já lhes mostraram. Ele tem 50 minutos. Não sei se é possível disponibilizá-lo na internet. Já está, inclusive, legendado em inglês.

Responder

    Conceição Lemes

    07 de abril de 2011 às 08h39

    Zilton, eu conheço. Vc teria o link deste vídeo? Abs

    Zilton Rocha

    07 de abril de 2011 às 21h15

    Conceição, antes de postar o comentário ontem, liguei pra meu filho, que é jornalista e foi quem produziu o vídeo, se ele estava disponibilizado em meio eletrônico e ele disse que não. Ele é longo para ser posto no you tube, são 50'. Conseguimos verter para inglês a fim de facilitar a divulgação em outros países. Não sei se Fernanda conseguiu algo nesse sentido. Com certeza o mundo ficará chocado com os depoimentos que colhemos. Principalmente os franceses, de onde veio a tal SAMA, se chocarão, não tenho dúvida, quando virem o tratamento que a multinacional de aos trabalhadores. Mais grave é que dese quando aqui chegaram a partir de 1937, a Europa já tinha informações sobre o nexo causal entre amianto e doenças ocupacionais por ele causadas.
    Como se trata de questões sociais, objeto de sua atenção, aproveito para lhe seugerir ver outro vídeo que produzimos, chamado O AVESSO DO PELÔ. Grande abraço,
    Zilton

    rodrigo.aft

    12 de abril de 2011 às 11h32

    Zilton e Conceição,

    sugestão para colocar na internet:

    1) mude o formato do vídeo para .avi ou .rmvb ou até .wmv.
    Um vídeo de 50 min sem formato compacto (como .mp3 é formato compacto do .cda ou .wav) deve ter perto de 1,5 GB. No formato compactado (.avi e semelhantes), deve ficar com perto de 300 MB em .avi ou perto de 200 MB no formato .rmvb.
    obs.: se for o caso, insira uma marca d'água no vídeo ao fazer a conversão (ao compactar para .avi, por ex.) para preservar direitos autorais ou fonte (assim é mais difícil de outros usarem sem citar a fonte).

    2) se ficar ainda meio grande, use um editor de vídeo e separe o filme em duas partes (lógico q em um trecho propício para tal… não no meio de uma cena… rsrs);

    3) não sei qual o tipo de vídeo q o youtube aceita para upload, mas para download, qdo vc consegue "capturar" o vídeo do youtube, com alguns adds-on no navegador, ele está em formato .flv

    4) moral da história: compactem o vídeo original, q deve estar no formato de dvd, se for o caso editem o vídeo em duas ou 3 partes, façam o upload e pronto! O VÍDEO ESTÁ NO YOUTUBE!!!

    ebaaaa… achei umas dicas mais técnicas, e vai o link depois

    "Formato de vídeo

    A tecnologia de reprodução dos vídeos do YouTube é baseada no Adobe Flash Player. Essa tecnologia permite que o site exiba os vídeos com qualidade comparável a tecnologias mais estabelecidas no mercado (como o Windows Media Player, QuickTime e RealPlayer) que geralmente requerem um download e instalação de um plugin no navegador para a visualização. Flash também necessita de um plugin, mas Adobe considera que o plugin do Flash 7 esteja presente em mais ou menos 90% dos computadores com acesso à Internet.[15] Os vídeos do YouTube são reproduzidos usando o Flash Video (.flv) e codec de vídeo Sorenson Spark (H.263).[16][17]

    Os usuários podem ver o vídeo no modo janela ou tela cheia, e é possível trocar entre os modos no meio da reprodução sem a necessidade de carregar de novo o vídeo por causa da função full-screen do Adobe Flash Player 9. O vídeo também pode ser reproduzido com players como GOM Player, gnash, VLC assim como outros players baseados em FFmpeg.

    Os vídeos enviados ao YouTube estão limitados a quinze minutos e arquivos de no máximo dois Gb. Só pode ser enviado um vídeo por vez através da interface padrão, ou múltiplos vídeos usando o plugin para Windows.[18] Quando o YouTube foi lançado em 2005, era possível enviar vídeos mais longos que dez minutos, assim as contas não poderão enviar vídeos mais longos que dez minutos, mas as contas antigas ainda possuem esse recurso, fazendo com que alguns vídeos do YouTube tenham uma duração maior do que o limite atual. Esse limite de duração foi introduzido em Março de 2006, quando o YouTube descobriu que a maioria dos vídeos excedendo esse limite eram uploads de programas de televisão e vídeos não autorizados.[19][20]

    YouTube aceita o envio de filmes na maioria dos formatos, incluindo .wmv, .avi, .mov, mpeg, .mp4, DivX, FLV e .ogg. O site possui suporte a 3GP, permitindo que vídeos sejam enviados diretamente do celular[21]"

    fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/YouTube
    obs.: talvez as informações possam estar defasadas, mas na página do youtube, ao se cadastrar, deve ter páginas de ajuda explicando tudo isso. NÃO DEIXE DE VER AS INFORMAÇÕES MAIS RECENTES NA PÁGINA DO YOUTUBE…. ESTAS AQUI PODEM ESTAR DEFASADAS.

Zilton Rocha

06 de abril de 2011 às 23h49

O Dr. Paulo Pena, hoje professor e pesquisador da Univ. Federal da Ba, providenciou a vinda da auditora que veio acompanhada da Dra. Cecília Zavariz, médica da DRT-SP, que, após visitar a antiga mina e o inenarrável passivo ambiental deixado pela Sama, exclamou “Isto aqui é uma segunda Chernobyl”. Estou fazendo esse relato para as pessoas espalhadas pelos diversos estado do Brasil terem uma idéia da dimensão do problema. O que pude fazer, como parlamentar e pres. da Comissão de Meio Ambiente, para fortalecer a luta coletiva pelo banimento do uso do amianto, foi organizar várias audiências públicas, junto com instituições, órgãos públicos como o MP, a Funasa, a ABEA – Assoc. Baiana dos Expostos ao Amianto e personalidades como Fernanda Giannasi, as médicas Letícia Nobre,Cecília Zavariz, os médicos Paulo Pena, Fernando Carvalho, o geólogo Wilson Rossi, a promotora Hortência, os ex-funcionário da Eternit, Belmiro, Djama (um lutador que não se encontra mais entre nós) vários pesquisadores da Fac. de medicina da Bahia

Responder

Zilton Rocha

06 de abril de 2011 às 23h48

A certa altura perguntei-lhe se ela recebesse um convite se admitia a possibilidade de vir à Bahia para conhecer a mina. Essa mina foi a primeira do Brasil de exploração do amianto. Há uma cratera imensa abandonada pela multinacional francesa, que alcançou o lençol freático, formando um lago artificial que está lá, até hoje, sem qualquer medida, mínima que seja, para impedir que animais e pessoas utilizem suas águas. Mostrei fotos à Dra. Fernanda onde jovens estavam fazendo pic-nic em torno do lago. Pois bem, à pergunta se aceitaria vir conhecer a mina, Fernanda me respondeu: – "Isso é tudo que eu desejo. Conheço essa mina através de textos, conheço-a através de fotos só me falta conhecê-la ao vivo".

Responder

Zilton Rocha

06 de abril de 2011 às 23h47

Fernanda, Conceição e Azenha,
Quando o Dr. Paulo Pena, prof. da Univ. Fed. da Bahia, exercia um cargo no MTE, como presidente da Comissão de Proteção ao Meio Ambiente da Assemb. Legisl. da BA, mantive contato com ele para falar da situação em que viviam os ex-funcionários da SAMA, sertanejos simples, vivendo no entorno da mina de São Felix do Amianto, no município de Bom Jesus da Serra, próximo à cidade de Vitória da Conquista, ele entre outras informações me disse que havia uma engenheira, auditora do MTE-SP que sabia tudo sobre amianto, seus efeitos, o tratamento que os países mundo afora estavam dando a seu uso etc. Mantive contato imediato com a Dra. Fernanda Giannasi e fiquei impressionado com o grau de engajamento em defesa das vítimas do produto.

Responder

Rosana Pereira

04 de abril de 2011 às 23h31

os deputados deveriam fazer algo de útil para honrar o alto salário que pagamos a eles e começarem a tomar conta do que realmente nos interessa: não queremos mais, nunca mais que a história de Itapira e de tantas outras cidades se repitam- chega de amianto, chega dessa industria assassina e inescrupulosa. Se os deputados se interessassem um pouco mais pela saúde dos cidadãos já teriam banido essa m… . Ai fica uma pergunta para ser pensada: o que será que eles estão ganhando com isso. Deixe a Fernanda em paz e trabalhando contra essa porcaria, porque ela é competente e muita corajosa. Uma mulher admirável, uma profissional nota dez. E voces deputados vão trabalhar para acabar com essa industria horrorosa.

Responder

ROMPATO

04 de abril de 2011 às 17h27

Apoio total da Eng. Fernanda, sou de Leme e meu pai morreu de Asbetose, conheço mais caso, inclusives de mesotelioma, aqui na cidade de Leme fora os trabalhados que morreram e não tem nem conhecimento da Causa mortis o simplimente são declaros como DPOC.

Responder

GilTeixeira

28 de março de 2011 às 07h38

Impressionante esse país, nos debatremos com funcionários que fazem o trabalho à meia-boca. Só que quando um funcionário honra sua função, se recusando a pegar propina ( ela não disse, mas com certeza ofereceram e ela recusou) mandam a polícia em cima!

Fernanda você tem o apoio do povo, pode ter certea. e obrigado por não se curvar à essa quadrilha.

Responder

HERMAR PEREIRA

27 de março de 2011 às 15h08

Que desagradavel!!!
Não é facil começar o dia tendo que digerir uma noticia dessas.
Ao se insurgir contra os poderosos interesses do lobby da cadeia produtiva do amianto e ousar preocupar-se com uma gravissima questão de saude publica a dra. Fernanda Giannasi amealha um exercito de inimigos e detratores que de forma velada ou escancarada tentam minar seu trabalho digno e honesto.
Ser chamada às falas pelo sr.delegado federal por fazer a defesa intransigente da lei é o cumulo do absurdo
Paga-se um preço altissimo por ser um agente serio do Estado Brasileiro dedicada a uma causa popular e sem a força de nenhum lobista. precisamos sim de mais e milhares de funcionarios como a senhora dispostos a dender a lei e o bem comun e não os milhões de barnabés acomodados que tanto infelicitam e atazanam a vida desta Nação.
É uma vergonha o Brasil ter que passar pelo vexame de ser citado em forum da OMS para se tentar barrar tal truculencia contra uma pessoa digna e honrada enquanto tantas mazelas são perpretadas pelo pais afora.
Toda força e apoio à dra Fernanda Giannasi
Hermar Pereira
Sind. dos Metalurgicos de Oasco e Região
Partido dos Trabalhadores Itapevi-SP

Responder

Normando

27 de março de 2011 às 13h50

Com relação ao comentário de outro leitor a respeito das caixas-d'água antigas ainda em uso: pelo que entendi, o amianto é carcinogênico se _aspirado_ na forma de pó. Se por acaso for ingerido juntamente com a água, não acredito que cause os mesmos efeitos nocivos. Por isso mesmo não há nenhuma lei que obrigue os cidadãos a substituir suas caixas-d'água por outra de material inerte.

Responder

Haroldo Cantanhede

26 de março de 2011 às 14h05

Interessante é que nenhum de seus detratores, perseguidores, exatores, executores, e por aí vai, seria homem o suficiente para entrar em uma mina de crisotila e lá dentro, respirar, com a consciência tranquila. Parece que todo mundo é burro, e acredita que todas as pessoas que já morreram e que ainda vão morrer por conta do amianto e do fibrocimento, simplesmente não existem. Estas pessoas que a atacam com tanta "disposição" usam fibrocimento em suas casas???

Responder

Roberto Ribeiro

26 de março de 2011 às 11h13

O amianto é tão nocivo quanto o glifossato e outros venenos agrícolas, deveríamos mudar o nome do Planeta Terra para Planeta Fukushima.

Responder

MA_Jorge

26 de março de 2011 às 09h26

Amianto (asbestos) não é perigoso somente para o ser humano, causam problemas, verdadeiros canceres, também nas empresas. Um dos casos mais notórios foi o que quase levou a bancarrota, uma das maiores multinacionais, a ABB – Asea Brown Boveri. Após receber uma chuva de processos judiciais por conta das operações de suas empresas em solo americano, a Combustion Engineering / Lummus Global, ela fechou um acordo com a justiça, não sem antes abrir a carteira, vender ativos e gastar algo próximo a 2,5 bilhões de dolares para terminar a disputa.

O dia que aqui no Brasil, houver justiça séria defendendo a vida humana e esta mesma justiça começar a aplicar às empresas de amianto, o mesmo tratamento jurídico e de compensação monetária aos atingidos pela exposição, como foram os casos americanos, aí então nós veremos esta vergonha sendo eliminada e menos pessoas corrompidas pelo lobby da indústria.

Meu apoio e respeito a Sra. Fernanda Giannasi pela sua obstinada luta e, o mais importante, por manter-se sempre a postos como cidadã no esclarecimento da sociedade sobre os perigos deste material.

Responder

claudio meira

26 de março de 2011 às 07h39

Incrivel é perceber a falta de informação total que continua sobre o assunto, principalmente
nas prefeituras e estados governados pelos partidos de esquerda como o PT.

Responder

Aracy_

26 de março de 2011 às 05h27

O amianto é material de risco, e seus resíduos devem ser destinados a aterros especiais para lixo perigoso, mas quem faz isso com telhas e caixas d´água velhas? Dá-lhe fiscalização!
Pesquisadores brasileiros já desenvolveram alternativas seguras ao uso do amianto, como as fibras cerâmicas de alta resistência para construção civil. Elas são feitas com a escória dos altos fornos das indústrias siderúrgicas e possuem as mesmas características do amianto, porém sem o potencial de danos à saúde, ou com fibras vegetais como a folha de bananeira, para produção de telhas.
É importante que a população apóie todas as iniciativas para banir definitivamente o amianto. Somente com a participação maciça da sociedade vamos conseguir eliminar essa vergonha nacional.

Responder

Garcia

26 de março de 2011 às 05h19

Se o amianto é proibido no estado de São Paulo, como é que em qualquer casa de materiais de construção do interior se compra telhas que contém amianto em sua composição.

Responder

Rede de Justiça Ambiental divulga carta de apoio a Fernanda Giannasi | Viomundo - O que você não vê na mídia

25 de março de 2011 às 20h19

[…] Viomundo denunciou nessa quinta-feira, 24 de março,  as pressões  para tirar a engenheira de segurança Fernanda Giannasi, auditora fiscal do Ministério do Trabalho e Empregro, da fiscalização do […]

Responder

daniel

25 de março de 2011 às 19h20

Colegas
eu não me manifesto muito, mas sou um leitor faz tempo.
Acho que este problema é mais profundo que simplesmente o tema do amianto, não que ele não seja importante como assunto de saúde individual e coletiva.
Entendo que o maior problema é a sociedade indiferente, parece-me que já nada escandaliza ao ponto de sair na rua e colocar um basta na sociedade político –empresaria –mediática -judicial-mafiosa que governa este pais.
Ate que a gente não consiga fazer entender os juízes e delegados de que trabalham para o povo e tem que render contas ao povo este pais vai continuar como esta.
Hoje li com horror que se celebrou o golpe de estado do Brasil, gente como assim?
Como se permite que se faça uma alegoria ao golpe de estado, e ainda saia publicado em todos os meios como a folha; entanto na argentina se mobilizam milhares de pessoas, de três gerações, em repudio a ditadura militar e a reclamação de memória, justiça e liberdade. E aqui o clube militar se atreva a fazer o painel "A Revolução de 31 de Março de 1964, onde se defenderam a necessidade do golpe em 1964 para frear o comunismo e criticaram a intenção de setores ligados ao governo federal de criar uma comissão da verdade sobre a ditadura militar.
“Já Cavalcanti e Coutinho disseram considerar que a democracia está atualmente ameaçada no país. "O Brasil vem mantendo a sua versão de democracia, não uma democracia de fato. Sub-repticiamente, nós vivemos hoje sob uma tirania. Está em pleno andamento hoje uma república sindicalista", disse a ex-deputada.”
Enfim, ficha limpa não, para não contrariar a constituição, contrariar a todo um pais podem. Lei legal e ilegítima isso que é o sistema judiciário atualmente.

Responder

Silvio I

25 de março de 2011 às 19h19

Azenha:
As trinta moedas correm soltas!

Responder

Fernando

25 de março de 2011 às 11h48

Pesquisadora da UFMT que descobriu contaminação do leite materno por agrotóxico é ameaçada na internet:
http://www.aspta.org.br/por-um-brasil-livre-de-tr

Responder

@orivaldog

25 de março de 2011 às 11h27

Credo, ser indiciada criminalmente por cumprir com o seu dever, acho que isso só acontece por aqui.
E, o que é pior, tem pessoas que ainda defendem os criminosos da indústria do amianto, faz tempo que é divulgado o mal que estes produtos fazem à saúde e, atualmente, existem diversos outros produtos que o substituem com vantagens econômicas e que não fazem mal à saúde.

Responder

mages

25 de março de 2011 às 11h20

Pessoal voces estão fora da casinha…!!!!

É LEI …. tem que ser cumprida. O funcionário público esta ali para fiscalizar o cumprimento da lei. Melhor ainda se o funcionário tiver o conhecimento do estrago que o não cumprimento da lei causa a sociedade. A fiscalização será feita com zelo redobrado; é o minimo que se espera do funcionário público.

Tudo que é legal é foco de interesse da pessoas de bem…

A ilegalidade esta no foco de interesse de bandidos, corruptos, canalhas etc…

LEI É PARA SER CUMPRIDA.

Estão achando a lei ruim, se candidatem a camara federal e formulem as suas leis.

Responder

Lindomar Hansen

25 de março de 2011 às 09h13

Continuando => Ela tem interesse na causa, ela pretende banir o amianto então ela não pode atuar na causa. Conflito de interesse. Ela representa o Ban Asbesto e ainda a Rede Virtual Cidadã. Como ela diz que não tem interesse na causa? Por favor, não chame o leitor de ignorante.

Bastar colocar no Google e escrever seu nome na busca: Fernanda Giannasi está vinculado na campanha pró-banimento.

Responder

    Leider_Lincoln

    25 de março de 2011 às 16h58

    Como assim, chapa? O interesse é cumprir a LEI, e isso ela vem fazendo. Pode estar sendo contrário ao SEU interesse ou ao de quem te paga, nunca ao da LEI a que ela deve obediência.

    Guilherme

    11 de abril de 2011 às 23h42

    A lei sobre o amianto não é clara. Diz apenas que o uso do amianto é proibido no estado de SP. O amianto está sendo transportado não manipulado. A PF está certa. Essa mulher só quer aparecer na mídia. Não conseguiu atenção da mídia brasileira apelou pro exterior.

Lindomar Hansen

25 de março de 2011 às 09h12

Parabéns a Polícia Federal. Se ela o fez, cumpriu a lei e seu dever. A lei é clara e a Fernanda Giannasi não cumpriu seu dever de servidor público. Ela como auditora fiscal tem que seguir as seguintes legislações:

Lei 10.593, de 6/12/2002, art. 11:
art. 11: Os ocupantes do cargo de Auditor-Fiscal do Trabalho têm por atribuições assegurar, em todo o território nacional:
V – o respeito aos acordos , tratados e convenções internacionais dos quais o Brasil seja signatário;

Convenção 81 da OIT, art. 15
art. 15 – REssalvadas as exceções que a legislação nacional possa prever, os inspetores do trabalho:
a) não terão direito a qualquer interesse direto ou indireto nas empresas submetidas a seu controle

Decreto nº 4552, de 27/12/2002 (Regulamento da Inspeção do Trabalho), art. 35
art. 35 – É vedado aos Auditores-Fiscais do Trabalho e aos Agentes de Higiene e Segurança do Trabalho:
IV – inspecionar os locais em que tenham qualquer interesse direito ou indireto, caso em que deverão declarar o impedimento.

Responder

    Leider_Lincoln

    25 de março de 2011 às 16h59

    Lei 10.593, de 6/12/2002, art. 11:
    art. 11: Os ocupantes do cargo de Auditor-Fiscal do Trabalho têm por atribuições assegurar, em todo o território nacional:

    V – o respeito aos acordos , tratados e convenções internacionais dos quais o Brasil seja signatário;
    art. 15 – REssalvadas as exceções que a legislação nacional possa prever (…)

    daniel

    28 de março de 2011 às 10h56

    Quantos milhões ela estara ganhando? Interesse é "MONEY" meu chapa!

Henrique Augusto

24 de março de 2011 às 22h11

Algo que nunca li nestas denúncias sobre o nefasto amianto – e sempre me encucou – é se ele adoece apenas os trabalhadores que o produzem ou usando caixas d'água e telhas de amianto em casa também estaremos em risco? Há pesquisas indicando o risco de moradores serem empesteados com o pó da degradação natural de uma telha de amianto, por exemplo? Por fim, se fosse voce, faria a substituição de caixa d'água e telhas de amianto se as tivesse em casa?

Responder

    Conceição Lemes

    25 de março de 2011 às 08h45

    Henrique, o amianto não é só um problema de saúde ocupacional, isto é, dos trabalhadores. É um problema de saúde publica, que diz respeito à toda população, direta ou indiretamente exposta.

    Portanto, se eu tivesse telhas e caixa d'agua de amianto em casa, eu certamente as trocaria.

    Quanto a pesquisas, como se trata um produto popular, ou seja, dirigido às populações menos abastadas, há desinteresse em se investigar a causa mortis e quando é câncer, qual o fator responsável.

    A única pesquisa feita no Brasil sobre a exposição da população foi patrocinada pela industria do amianto (a Eternit detém cerca de 70% do mercado), via Instituto Brasileira do Crisotila, entidade que faz o lobby do setor.

    Claro que os resultados mostraram que não há riscos para a população consumidora dos produtos, mas ela tem falhas importantes.

    A propósito, você confiaria numa pesquisa patrocinada pela indústria do tabaco que concluísse que o cigarro não faz mal à saúde?

    Abs

    MA_Jorge

    26 de março de 2011 às 10h08

    Complementando a informação da Conceição, existe perigo mesmo para quem reside próximo às minerações do amianto e mesmo fábricas que dele fazem uso.

    Existem finos de amianto/asbestos com tamanho igual ou inferiores a 20 microns (ou 0,02mm), boa parte deles não percebidos pelo olho humano e que podem ser avaliados apenas como sendo "poeira" que estaria acumulando na residência ou áreas do entorno destas instalações. Como tal, poderia ser inalado por estar livre na atmosfera.

    Como pode ser visto, ainda que as instalações industriais tenham filtros, o simples fato de não haver manutenção adequada nos ditos filtros, a matéria poderia estar em circulação nos arredores das instalações e sendo livremente inalados pelas pessoas.

Regina Bueno

24 de março de 2011 às 17h53

Todo apoio a Fernanda. Como podemos ser mais ativos neste caso?
Regina

Responder

    Aline C Pavia

    25 de março de 2011 às 14h58

    Assim postei no meu Facebook:

    1. Assinando a petição online http://www.gopetition.com/petitions/ban-asbestos-

    2. Boicotar e divulgar as empresas da Lista Suja do Amianto/Asbesto no país: http://www.mte.gov.br/seg_sau/asbesto_cadastro.pd… – Conceição, aqui na lista do MTE tem bem mais empresas do que as que vc listou no seu post acima

    3. Divulgando o site da maior empresa mineradora de amianto no Brasil, a SAMA, que lucra em cima das doenças incuráveis, câncer, invalidez e morte de milhares de pessoas causadas pelo seu produto: http://www.sama.com.br/fale_con.htm – bem lembrado, Marconi Perillo, PSDB – lógico

    4. Todos os tipos de amianto causam: 1) asbestose — endurecimento do pulmão, que perde progressivamente a capacidade de expandir, levando lentamente à morte por asfixia; 2) câncer de pulmão, laringe, aparelho digestivo e ovário; 3) mesotelioma, que pode ser de pleura (membrana que reveste o tórax), peritônio (membrana que reveste a cavidade abdominal) ou pericárdio (membrana que recobre o coração). É um tumor maligno e extremamente agressivo, incurável e fatal, que pode aparecer 35, 40 e até 50 anos após o primeiro contato com o amianto.

    5. Não usem, nem comprem, nenhum tipo de produto contendo amianto. É proibido no estado de SP mas a Assembleia Legislativa está se movendo para derrubar a lei pelo lobby da SAMA e da Eternit. Podemos mandar emails para os deputados estaduais solicitando a manutenção da lei, e para a Polícia Federal para retirar as pressões contra a Fiscal do Ministério do Trabalho Fernanda Giannasi (citada na OMS). – Aqui neste item faltam todos os endereços de email dos deputados da ALESP e da PF.

    Publiquei no meu FB com os devidos créditos ao VioMundo.

José Ruiz

24 de março de 2011 às 14h26

SAMA, defendida com unhas e dentes pelo governador de Goiás, Marconi Perillo, do PSDB.

Responder

Gustavo Pamplona

24 de março de 2011 às 14h11

Como eu sou leitor antigo do site que este negócio chamado "amianto" de tempos em tempos ronda o "Vi o Mundo"…. tem horas que acho que não é somente questão de saúde… e que vocês tem algum interesse por trás disto.

Mas como vocês não vão me responder… então fica por assim mesmo… e tenho minhas dúvidas se este comentário será aprovado…

Responder

    Rios

    24 de março de 2011 às 20h39

    Deixa eu te responder… Gustavo você matou a pau… eu, por exemplo, sou um dos que tem "algum interesse" e DOS GRANDES nesse assunto… e se chama SAÚDE, a minha e a dos outros…

    Luiz Carlos Azenha

    24 de março de 2011 às 22h51

    Nossa, Gustavo, você faz qualquer coisa, mesmo, para aparecer. Infelizmente, ofendendo até mesmo os que produzem o site do qual você é antigo leitor. abs

    Aline C Pavia

    25 de março de 2011 às 15h02

    Azenha, enquanto continuarmos respondendo particularmente aos comentários do sujeito, dando a ele os holofotes, ele vai continuar se comportando dessa forma. Acho que a pluralidade de ideias é fundamental num debate democrático de blogs progressistas; mas quando o único interesse de um certo leitor contribuinte do blog é a auto-promoção pessoal, a criação de polêmicas onde não existem, e o desvio do assunto principal do post para focar em si próprio, cabe mais o deixarmos falando sozinho. Quem sabe após mais algumas dezenas de posts idiotas, incoerentes e egocêntricos ele se cansa de falar aos ventos sem eco e sem resposta, e vai arranjar coisa melhor pra fazer com o imenso tempo livre dele – contar formigas no chão ou pássaros no céu, por exemplo.

    gilberto

    25 de março de 2011 às 07h59

    Ta de brincadeira né…o amianto é uma produto que pode ser facilmente substituido , e seu uso no Brasil tende a ser escasso. Já matou milhões de pessoas no mundo. Leia , pesquise,sabes usar o google ? …vai lé e verifique.

    rodrigo.aft

    25 de março de 2011 às 11h40

    Gustavo,

    por que vc e sua família não vão trabalhar numa empresa de amianto? na Eternit, por ex.?
    assim vc prova pro Azenha q as doenças q vc irão adquirir ao trabalhar lá é só mero acaso.

    sabe o a indústria faz com o empregado doente? normalmente joga fora! manda embora! e joga pro governo (nós) pagar a conta da sanha assassina por lucro fácil.
    o funcionário poderia trabalhar ganhando um salário decente por mais 10 anos, por ex, e é obrigado a se aposentar por invalidez com um salário micharia, fora q vai ter q ficar tomando remédio pro resto da vida, e salário micharia não dá pro cara comprar nem aspirina… COMO ELE VAI FAZER PRA COMPRAR O REMÉDIO PRA DOENÇA Q ELE NEM DEVERIA TER PEGO SE ELE GANHA POUCO?
    (mas talvez não tenha problema pra vc… o sofrimento dele não é seu, e vc não tem nada com isso… problema dele, quem mandou ficar doente por precisar trabalhar com amianto, certo?)

    quem sabe assim, se o amianto ao adoecer seu corpo, não afeta se cérebro e melhora seu bom senso e o senso de noção (por enquanto vc é sem noção, pra ser educado com vc e não usar outros adjetivos mais exatos).

    o problema não é fazer uma crítica, é COMO fazer a crítica, e nisso vc é craque… sempre faz da forma errada.

    Gustavo, vc não é um cara "ruim", mas fala cada bobagem q faz com q as pessoas mais sensíveis, educadas, de mais bom senso, se afastem de vc.
    no fim, vai ficar só tua mãe te aturando, pois mãe é mãe e não vai jogar vc fora.

    rodrigo.aft

    25 de março de 2011 às 14h07

    Gustavo, só para ser justo, na frase
    "nisso vc é craque… sempre faz da forma errada", leia-se
    "nisso vc é craque… QUASE sempre faz da forma errada" ou
    "nisso vc é craque… NA MAIORIA DAS VEZES faz da forma errada" (tem vez q vc acerta, mas quase nem lembro, pois os comentários e piadas de mau gosto encobrem seus poucos acertos).

    Antes de ter falado q acha bobagem falar de amianto, por q não fez a seguinte pesquisa? http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&sour
    tem pouca doença causada por amianto, não?

    vc quis causar polêmica com um comentário de mau gosto ou não sabe fazer pesquisa com o google?
    "quem planta vento, colhe tempestade"… vc consegue atrair momentaneamente a atenção de alguns, mas em compensação, atrai a antipatia de MUITOS.
    faça isso duas ou três vezes em seguida e a maioria das pessoas já vai saber como vc age e não vai te dar mais atenção, mesmo qdo postar alguma coisa útil ou de forma educada.
    sabe a fábula de "Pedro e o Lobo"? vc fica gritando "é o lobo!" toda hora… entendeu? qdo disser a verdade, ninguém vai acreditar.

    faça outra pesquisa no google "saber criticar": http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&q=sa

    vlw e boa sorte!

    Haroldo Cantanhede

    26 de março de 2011 às 14h09

    Prezado Gustavo, é melhor você pendurar uma caixa d'água (de amianto, é claro) no pescoço e sair por aí, para chamar a atenção das pessoas. Imagino que vc tenha capacidade pesquisar na Internet, não? Pois tente. E quando for fazer isto, tire a caixa d'água do pescoço.

    daniel

    28 de março de 2011 às 11h00

    "e que vocês tem algum interesse por trás disto. "
    Claro que tem interesse! Tem interesse em banir essa porcaria de vez do Brasil! Tem material muito mais seguro pra se usar. O problema são os "capitalistas" (capitalista de verdade sabe do risco do negócio, se dá errado ele tenta outra coisa) que se recusam a entender que seu produto é um lixo e que tem que procurar outro meio pra sobreviver. É assim como na indústria da música.

Rios

24 de março de 2011 às 12h50

Quem são as empresas (NOMES) que ainda fabricam e/ou comercializam esse produto pernicioso no Brasil?

Responder

    Conceição Lemes

    24 de março de 2011 às 20h20

    Rios, as empresas que usam amianto no Brasil são estas:

    * Infibra e Permatex — Estado de São Paulo. Ambas utilizam irregularmente e isso já foi denunciado pelo Ministério Público do Trabalho.

    * Confibra — Hortolandia (SP). Tem liminar provisória para usar amianto.

    * Eternit — Bahia, Paraná, Goiânia e Rio de Janeiro (estado do RJ baniu o amianto)

    * Multilit — Paraná

    * Isdralit — Paraná e Rio Grande do Sul ( que proíbe o amianto)

    * Casalite — Rio de Janeiro

    * Precon — Rio de Janeiro e Minas gerais

    * Imbralit — Santa Catarina

    * Precon/Eternit — Goiânia

    gilberto

    25 de março de 2011 às 07h57

    Que tal uma campanha contra tduo que eles vendem ? Seja de amianto ou não ….È possivel uma mobilização em todos os Blogs que lemos por aqui (,caf,nassif,viomundo,mariafro,escrivinhador,vermelho etc)….

Cético

24 de março de 2011 às 12h26

Os deputados é que deveriam tomar ciência desse caso e de outros ligados aos malefícios do desnecessário amianto! Já está na hora dos deputados votarem uma lei banindo definitivamente o amianto do Brasil, a exemplo de outros (muitos) países verdadeiramente comprometidos com a saúde e bem-estar de seus cidadãos e não com o lucro de indústrias sem escrúpulos! Os trabalhadores dessas indústrias deveriam receber subsídios e outros incentivos e assessoria para serem realocados em outros postos de trabalho. Chega de indústrias gananciosas, criminosas e sem responsabilidade social!

Responder

    Recruta

    25 de março de 2011 às 17h57

    Você não acha que deve-se justamente aos nossos excelentissimos deputados o fato de haver leis que permitem o amianto ser legal no pais? Acorda… eles defendem os interesses de seus verdadeiros patrões, não do povo…

    Zilton Rocha

    06 de abril de 2011 às 21h44

    Fernanda, Conceição e Azenha,
    Quando o Dr. Paulo Pena, prof. da Univ. Fed. da Bahia, exercia um cargo no MTE, como presidente da Comissão de Proteção ao Meio Ambiente da Assemb. Legisl. da BA, mantive contato com ele para falar da situação em que viviam os ex-funcionários da SAMA, sertanejos simples, vivendo no entorno da mina de São Felix do Amianto, no município de Bom Jesus da Serra, próximo à cidade de Vitória da Conquista, ele entre outras informações me disse que havia uma engenheira, auditora do MTE-SP que sabia tudo sobre amianto, seus efeitos, o tratamento que os países mundo afora estavam dando a seu uso etc. Mantive contato imediato com a Dra. Fernanda Giannasi e fiquei impressionado com o grau de engajamento em defesa das vítimas do produto. A certa altura perguntei-lhe se ela recebesse um convite se admitia a possibilidade de visitar a mina abandonada pela SAMA no sertão da Bahia.


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