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Arthur Chioro: Planos privados de saúde vão economizar e paulistas pagarão a conta


15/08/2011 - 11h52

por Conceição Lemes

Nessa semana, o Ministério Público do Estado de São Paulo (MPE) deu entrada à ação civil pública contra a lei complementar nº 1.131/2010, que permite aos hospitais públicos geridos por Organizações Sociais de Saúde (OSs) destinar até 25% dos seus leitos e serviços para planos de saúde e particulares.

A lei da Dupla Porta, como é conhecida, é do ex-governador Alberto Goldman (PSDB), obteve aprovação da Assembleia Legislativa e foi regulamentada em julho de 2011 pelo atual governador Geraldo Alckmin (PSDB).

A ação do MPE responde à representação de diversas entidades da sociedade civil, entre as quais o Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo. Em assembleia realizada na cidade de Santos, em 31 de março, o Cosems-SP votou por unanimidade contra a lei paulista. O Cosems-SP representa os 645 municípios do estado.

“A lei 1.131/2010 é uma política Robin Hood às avessas, tira dos mais pobres para dar às empresas privadas de saúde e aos mais abastados”, denuncia o médico Arthur Chioro, atual presidente do Cosems-SP e secretário de Saúde de São Bernardo do Campo, no Grande ABC. “Reduz em até 25% a capacidade dos hospitais públicos que hoje já é insuficiente para atender aos usuários do SUS. É uma afronta às constituições estadual e federal. É uma lei anti-SUS [Sistema Único de Saúde].”

“Em fevereiro deste ano, durante audiência, os sete prefeitos do ABC pressionaram o secretário estadual de Saúde [Guido Cerri] contra a lei 1.1.31/2010”, revela Chioro. “Ele tranquilizou-os, dizendo que os hospitais mantidos pelo estado no ABC por meio de OSs não entrariam nessa lógica de vender leitos e serviços para planos de saúde e particulares. Disse também que estava pensando em adotar essa política para o Icesp e o Brigadeiro. Foi o que aconteceu. Eles são as jóias da coroa, que aliviarão os custos dos planos privados de saúde e todos os cidadãos paulistas pagarão por isso.”

Chioro presenciou a audiência. O Icesp é o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo. O Brigadeiro é o atual Instituto de Transplantes do Estado de São Paulo “Dr. Euryclides de Jesus Zerbini”. São hospitais públicos de alta complexidade, seguramente de ponta nas respectivas áreas.

Mestre em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e doutor em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Chioro já foi secretário da Saúde de São Vicente (Baixada Santista), diretor do Departamento de Atenção Especializada do Ministério da Saúde e consultor da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS). É a segunda vez que ocupa a presidência do Cosems-SP.

Sugiro que leiam a entrevista dele na íntegra. Depois, respondam nos comentários: a lei paulista que reserva leitos dos hospitais públicos para usuários de planos de saúde e particulares é ética?

Viomundo – O senhor costuma dizer que a lei 1.131/2010 é uma política Robin Hood às avessas. Por quê?

Arthur Chioro – O Robin Hood tirava dos ricos para dar aos pobres. A lei 1.131/2010 faz o oposto. Tira dos pobres para dar à classe média alta, aos planos privados de saúde. Por isso eu a chamo de Robin Hood às avessas. Ela rompe o princípio da equidade, que é um dos princípios do SUS: cuidar mais de quem precisa.

Viomundo – De que maneira?

Arthur Chioro – De duas formas. Primeiro, na fonte, na origem. Depois, no acesso aos hospitais públicos de alta complexidade.

Viomundo – De que modo na origem?

Arthur Chioro — Peguemos a situação do Icesp e do Brigadeiro, que é o atual Instituto de Transplantes, os  primeiros hospitais geridos por OSs a receber autorização da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo para vender até 25% da sua capacidade.

O paciente não pode ir direto para nenhum dos dois. Só vai para um hospital de alta complexidade se for encaminhado pelo médico que o atendeu no consultório particular, no caso de ser cliente privado ou de plano de saúde. Ou, se for SUS, pela Central de Regulação do Sistema Único de Saúde, quando atendido na unidade básica de saúde ou no serviço público especializado.

Assim, o paciente SUS para ser atendido tem de passar primeiro por uma unidade básica ou pela equipe da Saúde da Família. Na hipótese de a avaliação física ou os exames laboratoriais iniciais levantarem a suspeita de câncer ou a necessidade de transplante, ele é encaminhado para um serviço especializado. Aí, serão pedidos novos exames para descartar ou fechar o diagnóstico e fazer o estadiamento do tumor se a suspeita for câncer.

Só com o diagnóstico confirmado esse serviço poderá solicitar o encaminhamento para o Icesp para cirurgia, quimioterapia, radioterapia e acesso à assistência farmacêutica. Ou a inclusão na fila de transplantes e uma vaga para o Instituto de Transplantes.

Já o paciente particular ou de plano faz logo os exames complementares e o diagnóstico é fechado rapidamente por seu médico que o atende na clínica privada ou da empresa médica e que muitas vezes pertence ao corpo clínico desses hospitais. Todos nós que atuamos na gestão em saúde sabemos o quanto é determinante para garantir acesso ao hospital a intervenção do próprio médico, que acaba criando mecanismos de microrregulação e controlando o acesso aos leitos muito mais do que as centrais de regulação de leitos.

Assim, acabará ocorrendo acesso mais rápido e privilegiado dessa clientela ao Icesp e ao Instituto de Transplantes, como já se observa em hospitais públicos universitários.  Ao arrepio da lei, eles mantêm a dupla porta para os planos de saúde. A experiência demonstra que essa situação acabará ocorrendo.  E, dessa maneira, os principais equipamentos construídos e comprados com recursos públicos, passam a ser ocupados por uma clientela privada, aliviando os custos dos planos de saúde e a classe média alta e da elite que pode pagar por serviços particulares.

Viomundo – Quanto tempo leva, em média, para o usuário do SUS fazer toda a peregrinação: agendar consulta, fazer exames, receber resultados, ir ao especialista, fazer exames confirmatórios…?

Arthur Chioro – Pode levar meses, pois a rede pública é insuficiente para atender à demanda. No serviço público, há um verdadeiro gargalo na atenção especializada. Já o paciente particular ou de plano privado pode ter o diagnóstico fechado em uma ou duas semanas. Por isso, a lei 1.131/2010 cria, de cara, já na origem, na fonte, uma desigualdade de acesso.

Aliás, o diagnóstico rápido é muito bom para as operadoras de saúde suplementar [planos e seguros de saúde], pois elas podem repassar mais depressa a conta para o sistema público pagar ou aliviar os custos que seriam muito maiores se esse paciente fosse acompanhado em serviços privados. Além disso, é mais vantajoso para as operadoras de planos de saúde utilizar uma rede pública de excelência do que investir na construção e manutenção de serviços privados.

Viomundo – Essa maior demora não pode retardar o tratamento e influir no prognóstico?

Arthur Chioro – Pode, pois de saída o paciente SUS demora mais para ter o diagnóstico fechado. Mas não é o único obstáculo no seu caminho. Depois, feito o diagnóstico, demora para conseguir vaga num hospital de alta complexidade, pois é o grande gargalo da rede pública de saúde.

E agora, com a nova lei, a situação tende a piorar. Como os serviços já são insuficientes para atender à demanda dos usuários do SUS, com a venda de até 25% dos leitos e serviços dos hospitais de alta complexidade, haverá menos vagas. O que significa mais tempo de espera para o paciente SUS iniciar o tratamento.

No caso de câncer, dependendo da agressividade do tumor, essa postergação poderá exigir tratamento mais agressivo, cirurgia mais mutilante e aumentar a mortalidade. Isso não é justo! Não é à toa que os protocolos internacionais preconizam que entre a suspeita de um diagnóstico de câncer e o início do tratamento devem transcorrer 45 dias, no máximo. Em alguns tipos de tumores, um tempo ainda menor.

Viomundo – Mas os defensores da lei 1.131/2010 alegam que os pacientes SUS não serão prejudicados.

Arthur Chioro – Balela. Vamos supor que um hospital público tenha 200 leitos  destinados ao SUS, o que corresponde a 100% de sua capacidade operacional.  Com a nova lei, até 50 vagas poderão ser comercializadas com a iniciativa privada.

O que vai acontecer? Em vez de 200 vagas para o SUS, serão 150. Se as 200 já eram insuficientes, o que dirá 150, concorda?

Ou seja, a lei 1.131/2010 vai diminuir o acesso do paciente SUS a um serviço de alta complexidade e de excelente qualidade quando ele precisar. E o que já é demorado vai demorar mais ainda.

Viomundo – O senhor é totalmente contra o atendimento de usuários de planos de saúde e particulares em hospitais públicos de excelência?

Arthur Chioro – O SUS produziu avanços enormes, inegáveis. Só que historicamente a rede pública de saúde trabalha com subfinanciamento e tem uma série de restrições. A rede de serviços ainda é insuficiente para dar conta do crescente número de usuários e das mudanças no padrão de necessidades em função das condições de vida, como o envelhecimento e a violência.

Eu, no entanto, não sou xiita. Se nós tivéssemos vagas sobrando, aí, poderíamos, sim, imaginar o que fazer com a capacidade ociosa e negociar um valor diferente para usuários de saúde suplementar, buscando maior otimização e melhor relação custo/benefício.

Mas essa não é a realidade. Na atual situação, é restringir o acesso de quem precisa – o usuário do SUS — para quem deveria ter isso contratualmente – os clientes de plano privados.

Viomundo – Explique melhor isso.

Arthur Chioro – Ao contrário do que muita gente acredita equivocamente, os hospitais públicos de alta complexidade no Brasil são excelentes. No caso de São Paulo, são referência nacional.  Tanto que quando alguém precisa de um tratamento de ponta vai geralmente para esses serviços públicos. Já a rede privada de hospitais com capacidade de realizar tratamentos de primeira linha é pequena, insuficiente, limitada e caríssima para as operadoras de planos de saúde.

O que acontece? Na hora de vender, os planos privados estabelecem a lógica de mercado: cobram mensalidades caríssimas dos seus clientes para oferecer os hospitais particulares topo de linha. Porém, na hora de pagar a conta, querem dividir o custo com o sistema público de saúde, que é universal e gratuito. Não é raro o paciente de plano privado ter de fazer uma cirurgia X ou Y no hospital público pelo SUS, porque o seu plano não cobre o procedimento ou porque na rede privada não há quem o faça. Ou seja, não cumprem o que está no contrato. Tiram, portanto, vaga do paciente do SUS.

Viomundo – Com a possibilidade de o Icesp e do Instituto de Transplantes venderem até 25% dos serviços, como ficará a situação?

Arthur Chioro – Os planos privados terão interesse em fazer com rapidez os exames, fechar o diagnóstico e passar logo o paciente para um desses hospitais públicos, dependendo da doença. É uma maneira de empurrar para o sistema público de saúde o financiamento da privada, de aliviar os seus custos.

Viomundo – De que modo já que os planos terão de pagar de qualquer jeito os tratamentos de câncer e os transplantes?

Arthur Chioro – Aí está um dos pulos do gato. Pagarão, é verdade, mas bem menos do que se esses procedimentos fossem realizados na rede privada de primeira linha.

Eu explico. Os poucos serviços privados de qualidade que podem tratar câncer e realizar transplantes custam muito caro. Assim, se esses serviços fossem prestados na rede privada, as operadoras de planos teriam de gastar muito mais do que vão pagar agora ao Icesp e ao Instituto de Transplantes.  Então aquilo que é caro, onera o lucro do empresário, vai ser dividido pelos paulistas como um todo. Isso é inconcebível para o sistema público.

Viomundo – Mas os defensores da lei dizem que o atendimento de usuários de planos privados seria uma forma de levar dinheiro para a instituição e, assim, ampliar a assistência aos pacientes do SUS.

Arthur Chioro – Essa é outra balela. É um falso argumento para a privatização desses hospitais. Quanto desse dinheiro de convênio e particular financiará o hospital? Quanto irá para o pagamento dos médicos, enfermeiros e demais profissionais da equipe? Os recursos captados serão utilizados para ampliar o gasto em saúde ou para aliviar o déficit público? É sabido que a Secretaria de Estado de Saúde de São Paulo precisa operar um ajuste de R$ 950 milhões em 2011 para fechar o seu orçamento.

Sei que alguns vão rebater dizendo que os hospitais públicos recebem pela tabela SUS, que é muito baixa. Só que os hospitais de ensino, os hospitais de alta complexidade, como é o caso do Icesp e do Instituto do Transplantes, recebem recursos do tesouro estadual e são custeados também com recursos diferenciados do Ministério da Saúde.  Há muito tempo a tabela do SUS não é mais utilizada como referência para financiá-los. Mais precisamente desde 2004, quando foi estabelecida a política nacional para reestruturação dos hospitais de ensino.

Querem ressarcir os gastos com pacientes de planos de saúde que são tratados gratuitamente pelo SUS? Ótimo. Os secretários municipais de Saúde são favoráveis. A lei atual que regula o ressarcimento ao SUS tem realmente muitas deficiências. Vamos aperfeiçoar as regras do jogo. Vamos pressionar a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para estabelecer um sistema de regulação mais eficiente para o ressarcimento.

O governador Geraldo Alckmin e a bancada federal paulista, de todos os partidos, têm força política suficiente para ajudar o Ministério da Saúde e o Conselho Nacional de Saúde a enfrentar esse debate e aperfeiçoar a lei que regulamenta os planos de saúde, onde está previsto o ressarcimento.

Se a questão é mesmo financiamento, vamos também mobilizar senadores e deputados de todos os partidos em Brasília para aprovar a emenda 29 e uma fonte de financiamento permanente e suficiente, para que definitivamente haja recursos para a saúde.

Mas isso tem de ser decidido a priori. E não selecionar a clientela dos planos de saúde pra vir ocupar as vagas dos pacientes dos SUS. Eu não vejo nenhuma argumentação plausível para aceitar essa lei estadual, que já está sendo aplicada em dois hospitais.

Tirar de quem precisa para financiar indiretamente o Estado e aliviar o caixa das operadoras de planos de saúde, valha-me meu Deus!

Viomundo – Desde o ano passado, quando o ex-governador Goldman encaminhou à Assembleia o projeto dessa lei, eu ouço o boato de que o foco dela seriam principalmente o Icesp e o antigo Brigadeiro…

Arthur Chioro – Foi o que aconteceu. Isso já estava previsto. Em fevereiro deste ano, durante audiência, os sete prefeitos do ABC pressionaram o secretário estadual de Saúde [Guido Cerri] contra a lei 1.1.31/2010. Ele tranquilizou-os, dizendo que os hospitais mantidos pelo estado no ABC por meio de OSs não entrariam nessa lógica de vender leitos e serviços para planos de saúde e particulares. Disse também que estava pensando em adotar essa política para o Icesp e o Brigadeiro. Não deu outra. Eles são as jóias da coroa, que aliviarão os custos dos planos privados de saúde e todos os cidadãos paulistas pagarão por isso. Não consigo, entretanto, imaginar que ficará restrita aos dois hospitais.

Eu só consigo entender essa lei como uma política de Robin Hood às avessas.  É tirar dos pobres para dar aos abastados, para a classe média alta, para aqueles que têm plano de saúde. É uma perversão da lógica, que objetiva a desestruturação do SUS, um sistema universal, baseado na equidade e na integralidade.

Viomundo – Aposto que a essa altura usuários de planos devem estar querendo fazer a seguinte pergunta ao senhor: considerando que o SUS é um sistema universal, ao qual todo brasileiro pode ter acesso, por que eles não poderiam ser também atendidos nesses hospitais públicos de excelência e alta complexidade?

Arthur Chioro – Eu não vejo problema no atendimento, desde que entrem na mesma fila dos pacientes do SUS, que haja igualdade de oportunidades. Não é o que acontece e nem o que os usuários dos planos querem. Como estão pagando, querem ter o privilégio de serem atendidos primeiro. Aí, há uma fila para os pacientes do SUS e outra para a dos convênios e particulares. Estes, como eu já disse, vão ser atendidos logo. Para os do SUS a espera será bem mais longa.

Viomundo – O fato de o Icesp e o Instituto de Transplantes terem sido as primeiras instituições autorizadas a negociar os 25% significa o quê?

Arthur Chioro – O que está pela frente?

Viomundo – Sim.

Arthur Chioro – Restrição de acesso à população.

Viomundo — E por trás?

Arthur Chioro — A dupla porta, a privatização. Os interesses de vários setores  envolvidos nessa questão.

Viomundo – E agora que lei foi regulamentada e já está em prática?

Arthur Chioro – No dia a dia, como secretário da Saúde de São Bernardo do Campo e presidente do Cosems-SP, tenho tido um excelente diálogo com a Secretaria Estadual de Saúde, pactuando várias políticas de interesse para o SUS e para os municípios paulistas, estabelecendo parcerias com o governo do Estado, assim como já temos com o Ministério da Saúde. Mas nessa questão da lei 1.131/2010 não há acordo.

Ela é uma afronta às constituições estadual e federal, ao SUS. O caminho possível agora é tentar derrubá-la na Justiça. A sociedade paulista vai ter também de se envolver nessa discussão, pois vai interferir diretamente na assistência à saúde dela. Para nós, é impossível aceitar essa política anti-SUS, que é uma conquista de todos os brasileiros.

PS 1 do Viomundo: Considerando que a lei paulista é anti-SUS, reitero ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha,  as perguntas que fiz na reportagem publicada em 11 agosto:

1) Até quando o Ministério da Saúde vai continuar dando dinheiro para São Paulo entregar aos planos privados de saúde?

2) Não seria o caso, ministro,  de já iniciar o processo de desabilitação de São Paulo da gestão plena do SUS?

PS2 do Viomundo: Desde o dia 10 , solicito entrevista com o ministro Padilha para conversar sobre o assunto. Até a postagem desta matéria com doutor Arthur Chioro,  às 11h52 de segunda-feira, 15 de agosto, não obtive resposta.

PS 3 do Viomundo: Se os usuários de planos de saúde acham que o problema não lhes diz respeito, pois acreditam que serão atendidos nesses hospitais de excelência e alta complexidade, sinto desapontá-los. Primeiro, nem todos os planos serão aceitos. A tendência é os contratos serem fechados com os planos melhores; os demais, ficarão a ver navios, como já acontece nos hospitais públicos de ensino que atendem convênios e particulares. Segundo, hoje, vocês têm condições de arcar com os custos de um bom plano. Mas quem garante que amanhã continuará a ter?  Todos nós estamos sujeitos às trombadas da vida, portanto pensar solidariamente hoje nos que precisam, pode beneficiar vocês, mesmos, no futuro.

Ministro Alexandre Padilha, até quando vai dar dinheiro do SUS para SP entregar aos planos privados de saúde?

Alckmin vende até 25% dos leitos hospitalares do SUS para reduzir rombo de R$ 147 milhões nas OSs

Hospitais públicos gerenciados por OSs: o rombo acumulado é de R$ 147,18 milhões

Saiba quais deputados paulistas votaram pela lei que destina leitos do SUS a planos de saúde e particulares

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94 comentários

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Operante Livre

16 de agosto de 2011 às 19h58

Penso que os trabalhadores da saúde no sistema público devem se cuidar porque com esta lei passarão a trabalhar para o setor privado. Perigoso. O próximo passo é expulsá-los dos equipamentos como já fazem em muitas UBSs administradas por estas Organizações Satânicas (OS). Pergunte aos que trabalham nos ESF (equipamentos de saúde da Família) privatizados. Começam pisando no jardim, amassando nossas flores e já sabemos no que dá.

Para quem não sabe, tucano tem comportamento de ave de rapina

Responder

antonio

16 de agosto de 2011 às 12h07

A presidenta acaba de mudar o nome do INCA (UNICO HOSPITAL FEDERAL DE REFERENCIA AO CANCER) para hospital Jose de Alencar. Foi uma boa solução já que não dava para mudar o nome do Hospital Sirio Libanes! Quá, quá ,quá.

Responder

O_Brasileiro

16 de agosto de 2011 às 10h30

Já que a "elite" e a classe média de SP aceitam tão bem cotas para ricos nos hospitais públicos, devem aceitar também as cotas para pobres nas universidades públicas…

Responder

Marco Ferreira

16 de agosto de 2011 às 10h07

Em um país que gasta 45% do orçamento em dívida pública, e menos de 3% em Saúde, um governo que mobiliza sua base pra garantir um SM pífio, que empurra a emenda 29 com a barriga e a PEC300 também…Espero que a onda de revolta da juventude chegue ao Brasil, é um absurdo as coisas que acontecem e a passividade do povo.

Responder

CartaCapital: No Paraná, a xepa está de volta? | Viomundo - O que você não vê na mídia

16 de agosto de 2011 às 01h56

[…] Privatizando os leitos do SUS em São Paulo   […]

Responder

Silvio I

16 de agosto de 2011 às 01h31

AzenhaEstamos todos de acordo, que o SUS paga provavelmente muito pouco, a os hospitales conveniados. Mais feito à lei, feito o jeitinho. O paciente concorre inutilmente durante um tempo, e de esta forma esse convenio sai caro ao SUS, porque em vez de ser uma o dois consultas, são 50. Os convênios médicos são empresas comerciais, que em alguns casos são formadas por médicos, em outros por capitalistas que o que interessa, o a obtenção do maior lucro possível. Para isso explora médicos, e determina uma quantidade de coisas a que muitos médicos se some tem. Os convênios hoje em dia, estão da mesma forma que o SUS. Se tem que agendar uma consulta e se tem que esperar também 2 meses.Tem tantos conveniados, que não dão cumprimento, a atender corretamente.

Responder

Henrique

16 de agosto de 2011 às 00h18

Tudo isso nada mais é do que, há quase duas décadas em SP, a permanência do sistema estabelecido de dominação juntamente com a "vulgar" colaboração da mídia corrupta, onde, através dela, o povo de SP paga pela sua lavagem cerebral.
O que virá depois?
Já existe os "bretes" no metrô de SP – agora terá os "bretes" nos hospitais públicos de SP(só para quem não possui plano de saúde – é lógico!)

Responder

Flávio Sereno

15 de agosto de 2011 às 23h18

Será que o Projeto de Lei 1749/2011 vai ser votado (está acabando o prazo) no Congresso e este blog não vai denunciá-lo? Se aprovado sem nenhuma emenda, a admisnitração dos 45 Hospitais Universitários brasileiros será desvinculada das Universidades Federais, ficando a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) responsável não só pela gestão dos Hospitais, como do atendimento à população e o apoio ao ensino e à pesquisa, sendo este apoio, regulamentado pelo estatuto desta empresa.

Responder

FrancoAtirador

15 de agosto de 2011 às 23h11

.
.
Sob o pretexto do equilíbrio fiscal,

os governos rasgam a Constituição Federal.
.
.

Responder

    Operante Livre

    16 de agosto de 2011 às 19h50

    Permita-se um adendo:
    Sob o pretexto de equilíbrio do fisco celebra-se o confisco dos bens comuns sociais.

Pedro Luiz Paredes

15 de agosto de 2011 às 20h25

Se tiver saneamento e higiene sobra mais de 50% dos leitos do SUS.

Responder

    beattrice

    16 de agosto de 2011 às 00h31

    Neste país a cadeira de Parasitologia e Moléstias Infecciosas deveria ser ensinada na escola…de ENGENHARIA.

    Pedro Luiz Paredes

    16 de agosto de 2011 às 20h44

    Vai demorar para isso acontecer nas escolas públicas brasileiras pois para isso precisaríamos ter escolas públicas.
    Se trata de um artefato raro no Brasil onde normalmente colocam as crianças em creches.
    Creches para crianças de 7 a 17 anos de idade.
    Elas ficam lá por meio período e quando saem vão transar sem camisinha, usar drogas ou vender.
    Matança em 3D e MSN também encabeçam a lista de atividades preferidas desse lote que vai nos substituir daqui há alguns anos.

O outro lado da notícia « entrelinhas Blog

15 de agosto de 2011 às 19h59

[…] sua excelente entrevista a respeito do sistema de duas portas em hospitais públicos de São Paulo (https://www.viomundo.com.br/denuncias/arthur-chioro-planos-privados-de-saude-vao-economizar-e-todos-o…). Um leitor pergunta, por exemplo, onde estão a OAB e o CRM-SP, que não metem a boca no […]

Responder

Luiz Carlos, o velho

15 de agosto de 2011 às 19h58

Azenha.
Infelizmente a saúde pública é caótica em todo o Brasil; infelizmente! No Rio, o INTO —Instituto Nacional de Trauma ortopedia— está com uma fila de mais de 20 mil pacientes aguardando por uma cirurgia ortopédica. O tempo de espera para algumas especialidade; próteses de quadril e de joelhos, por exemplo, passa de cinco anos.
Estas enfermidade (artrose severa)incidem mais sobre idosos, os quais, só conseguem alívio com o uso continuado de anti-inflamatórios, remédios que, entre outras contra indicações, causam males irreparáveis aos rins. Muitos terminam com insuficiência renal aguda e vão para a hemodiálise. Outros, infelizmente, morrem antes da cirurgia.
No Piauí, há poucos dias, a imprensa mostrou uma fila de 1600 crianças aguardando por cirurgias de várias especialidades, desde as mais simples.
Oxalá o problema fosse só em S.Paulo!

Responder

O_Brasileiro

15 de agosto de 2011 às 19h14

Vi alguns comentários tentando isentar as instituições e, principalmente o povo de SP das críticas e colocando toda a responsabilidade na mídia corrupta que "governa" SP.
Se fosse simples assim, não teria havido movimento "Diretas Já" no Brasil.
A verdade é que a classe média paulista contentou-se em se enjaular em casa, em pagar planos de saúde que são satisfatórios enquanto não se precisa deles, e de pagar escolas e universidades particulares que lhes dão menos oportunidades do que aos egressos das boas universidades públicas!
O que deve ser questionado é o papel dos sindicatos e dos partidos de oposição de SP, que têm um MEDO incompreensível da "grande" mídia corrupta de SP!

Responder

    beattrice

    16 de agosto de 2011 às 00h29

    O PT-SP não existe, basta ver o que houve no ano passado, quando teve medo de pedir recontagem em uma eleição mais que questionável.

    Leider_Lincoln

    16 de agosto de 2011 às 07h38

    Voilá! Você disse tudo. PT de são Paulo é tão petista quanto os trabalhistas britânicos defendem os trabalhadores. É só um nome!

Milton Quadros

15 de agosto de 2011 às 18h22

Sugestão de campanha publicitária, baseada em recente campanha de sucesso: O eleitor/paciente vai para a porta de hospital do SUS em São Paulo, e a recepção informa que não há vagas, pois 25% estão ocupadas pelos planos de saúde privados. O eleitor grita "TUCANOS MALDITOS" e ai aparece uma urna se abrindo e os tucaninhos (coitados) cantado "Adoramos a elite econômica, detestamos o povo………te quero" :-)

Responder

Avelino

15 de agosto de 2011 às 17h49

Caro Azenha
É o governo tucano querendo votos de uma classe média, para quem nada mais existe, a não ser eles. Conheço alguns assim.
Saudações

Responder

O_Brasileiro

15 de agosto de 2011 às 17h45

Gostaria de saber onde estão o Conselho Regional de Medicina de SP (CREMESP) e a Ordem dos Advogados do Brasil de SP (OAB-SP) que não vêm a público repudiar veementemente essa atrocidade cometida pelo governo e pelos deputados paulistas? E os sindicatos dos trabalhadores em saúde do Estado de SP? Não vão se manifestar? Todos eles e seus familiares têm planos de saúde?
Então, quem não tem plano de saúde pode morrer a míngua na fila?

Responder

Luiz Carlos, o velho

15 de agosto de 2011 às 17h41

A verdadeira discussão, no entanto, é esta: A parcela do Orçamento do governo brasileiro destinada à saúde, 6%, é inferior à média africana (de 9,6%) . Os dados são da Organização Mundial da Saúde (OMS), que divulgou ontem(13 de maio de 2011) em seu relatório anual.
Os EUA, por exemplo, investe cerca de 15% e o Canadá -+10%.

Responder

Jair

15 de agosto de 2011 às 17h31

Sou conveniado da uni… consulta com um suposto ortopedista de renome em sjcampos com tempo de espera de 12 (isso mesmo, doze! meses.
Gostaria de saber por qual motivo não se constroem hospitais de referência de norte a sul e de leste a oeste. A cidade de São Paulo, para simplificar, recebe pacientes do Paraná, de Minas Gerais, do Rio de Janeiro e sabe se lá de onde mais. Por que, então, não se investe mais em saúde fora do Estado de São Paulo? Até quando vamos ficar discutindo e fazendo as mesmas perguntas?
´Tá na hora da corja de políticos/lobistas vagabundos (principalmente esses) tomarem vergonha nessas caras de pau e trabalharem pelo bem do povo e para o bem do povo!

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Luiz Carlos, o velho

15 de agosto de 2011 às 15h40

O povão, de modo geral, deveria se interessar um pouco pelas leis do país e ter cuidado com seus intérpretes. Esta lição de 400 anos deixada por BECCARIA é ''esquecida'' atualmente.
Vejamos, sobre o tema: Poder Judiciário Federal do… – 28 de Março de 2011
A Justiça Federal indeferiu ação movida pelo Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM) para impedir a licitação de contrato de gestão do Estado com uma organização social para administrar o Hospital Metropolitano de Várzea Grande.. Para o juiz Cesar Augusto Bearsi, não há inconstitucionalidade ou ilegalidade no modelo de gestão proposto.
O magistrado argumenta que o CRM parte da premissa equivocada de que a saúde é típica do Estado e só por ele pode ser executada, quando na CF de 88 consta que cabe ao Poder Público garantir a saúde mediante políticas sociais e econômicas, sem dizer que ele deve executar diretamente tudo. O juiz cita ainda o artigo 197 da Constituição, que determina que o serviço de saúde pode ser executado diretamente pelo Estado ou através de terceiros e pessoa física ou jurídica de direito privado.

O cidadão que procura socorro médico não lhe interessa o regime contratual do profissional. Isso é absolutamente irrelevante.

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Luiz Carlos, o velho

15 de agosto de 2011 às 15h22

No entanto, o governo não precisava ter ''vergonha'' de terceirizar a saúde pública uma vez que a CF de 88 em seu Art.197. dá-lhe amparo lega. Constituição Federal de 1988
Art. 197. ''São de relevância pública as ações e serviços de saúde, cabendo ao Poder Público dispor, nos termos da lei, sobre sua regulamentação, fiscalização e controle, DEVENDO SUA EXECUÇÃO SER FEITA DIRETAMENTE OU ATRAVÉS DE TERCEIROS e, também, por pessoa física ou jurídica de direito privado.''

Responder

    NELSON NISENBAUM

    15 de agosto de 2011 às 16h19

    Sr Luiz Carlos "o velho": A constituição diz neste artigo sobre AÇÕES E SERVIÇOS DE SAÚDE (sensu latu), e não sobre AÇÕES E SERVIÇOS DE SAÚDE PÚBLICA (sensu strictu), esta, regulamentada pela lei 8080/90. É aí que nasce a grande vertente de má interpretação do texto. Sobre as ações de QUALQUER (incluso saúde) serviço público, reporte-se ao artigo 37 da CF. Então, velho, eu trouxe algo de novo?

    Luiz Carlos, o velho

    15 de agosto de 2011 às 17h20

    Pois é Sr.Nelson. A justiça está entendendo que o ''Estado não tem a pretensão de privatizar, porque o hospital ou qualquer parte do serviço será "simplesmente entregue" para a iniciativa privada, e sim será estabelecida parceria com organização social sem fins lucrativos.''

    A lei 8.080 diz, no Art. 24. ''Quando as suas disponibilidades forem insuficientes para garantir a cobertura
    assistencial à população de uma determinada área, o SUS
    poderá recorrer aos serviços ofertados pela iniciativa privada.''
    Veja, pois Sr.Nelson. Pela lei, o SUS poderá recorrer à iniciativa privada…'' como eu disse noutro post, para o cidadão isso é o de menos; é, repito; trata-se de uma absoluta absolutamente irrelevância que, a rigor, só interessa às corporações sindicais.

    NELSON NISENBAUM

    15 de agosto de 2011 às 18h07

    O artigo 24 de lei 8080 não autoriza a transferência de gestão de equipamentos hospitalares públicos para a gestão privada ou qualquer que seja. Ela abre uma porta para situações excepcionais onde não exista o equipamento público instalado. Sobre interessar a corporações sindicais, novamente o velho se equivoca. Todos os serviços públicos tem a obrigatoriedade de prestar contas aos conselhos de saúde (municipal, estadual e nacional) o que não ocorre nas modalidades terceirizadas, OSS, OSCIP e assim por diante. Então, trata-se de TRANSPARÊNCIA E CONTROLE SOCIAL, coisas que o PSDB detesta.

    Luiz Carlos, o velho

    15 de agosto de 2011 às 19h21

    ''O artigo 24 de lei 8080 não autoriza a transferência de gestão de equipamentos hospitalares públicos para a gestão privada ou qualquer que seja.''
    E eu não disse isso. Claro que não. Não faz sentido.
    A lei autoriza uso de Clínicas privadas. Não se fala em ''uso'' dos equipamentos.

    NELSON NISENBAUM

    16 de agosto de 2011 às 11h35

    Mas o estado de SP autorizou por LEI ESTADUAL a transferência do patrimônio público para a gestão das OSS, decretando assim o fim dos hospitais geridos pela administração direta em SP.

    Paulo Navarro

    16 de agosto de 2011 às 14h07

    Na verdade, há uma lei federal, de 1998, sobre isso, que inclusive está em julgamento no STF devido a uma ADIn movida pelo PT e pelo PDT.

    Conceição Lemes

    16 de agosto de 2011 às 14h25

    Exatamente, Navarro. PDT e PT são contra. abs.

    Pedro

    15 de agosto de 2011 às 18h49

    Pelo que me consta, o fato de a lei, mesmo a Lei Maior, dar amparo legal à algo não é, necessariamente, o mesmo que dizer que não há por que nos preocuparmos com as sobreditas mudanças, ou que, mesmo assim, sejam de pronto morais ou faticamente eficientes. Assim como, conforme foi explicitado anteriorment,e por Nelson Nisenbaum, você errou no que atina a interpretação da lei que não deve ser feita do ponto de vista puramente literal.

    Luiz Carlos, o velho

    15 de agosto de 2011 às 19h19

    Não Pedro.
    De jeito nenhum.
    A CF não pode ser mudada ou interpretada à moda.

Tomudjin

15 de agosto de 2011 às 15h14

A unica certeza que poderemos obter da paulista é que a qualquer momento os farois irão abrir.

Responder

Operante Livre

15 de agosto de 2011 às 15h13

É..o Ministério da Saúde está mais para BNDES das operadoras. Esses tucanos estão sempre ciscando.
Mas, esta é a última gestão deles e estão querendo fazer todo o desserviço bem rápido.
Diiiillllmmmaaaaa, olhaí ô Dilma. Veja bem antes que seja tarde para se arrepender. Eu não vou perdoar.

Responder

Luiz Carlos, o velho

15 de agosto de 2011 às 14h50

Um minutinho aí gente; mas, é o governo federal que está tentando uma o''privatização'' envergonhada na saúde públiva. Vejam: Em 05/07/2011, o governo federal apresentou ao Congresso Nacional o Projeto de Lei 1749/2011, que “autoriza o Poder Executivo a criar a empresa pública denominada Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares S.A. – EBSERH e dá outras providências”.
O PL foi apresentado para tramitar em regime de urgência a pedido da presidência da República…
E, atenção:
O formato de empresa pública possibilitará a contratação de profissionais SOB REGIME CELETISTA.

Responder

    betinho2

    15 de agosto de 2011 às 15h25

    Luiz Carlos, o velho (que não tenha esclerozado)
    Agora explica onde criar uma empresa PÚBLICA é privatização. Privatizar é entregar para empresa PRIVADA.

    Luiz Carlos, o velho

    15 de agosto de 2011 às 15h59

    Então não há privatização em nenhuma situação no Brasil. Qualquer empresa está sujeita às determinações do estado em suas várias configurações.
    Eu disse tratar-se de uma privatização ''envergonhada''. O simples fato de contratar funcionários pela CLT —sem estabilidade— já é, por si só, uma privatização aos olhos dos puritanos estatizantes.
    Tô errado?

    betinho2

    15 de agosto de 2011 às 17h00

    Você tá é de brincadeira, velho mas voltou a ser criança. Os netinhos vão adorar…rsrs

    Luiz Carlos, o velho

    15 de agosto de 2011 às 18h15

    Então você não entendeu nada meu caro.
    Petrobras, BB e outras que ainda existem, são paraestatais e, assim, não se sujeitam ao Art.37 da CF.

    betinho2

    15 de agosto de 2011 às 18h42

    E ai?…o que isso tem a ver com a privataria fernandina? Onde está o "erro" em uma empresa pública ou "paraestatal" estarem em alguns casos sujeitas ao art. 37?
    Espera passar o fumacê, respira fundo, volta da viagem e raciocína, Pode ser que passes a entender o que está sendo aqui descutido.

    Luiz Carlos, o velho

    15 de agosto de 2011 às 19h18

    ''E ai?…o que isso tem a ver com a privataria fernandina? Onde está o "erro?''
    A privatização de estatais deficitárias é uma exigência das economias modernas. Estado não é, nunca foi empresário. E se um dia foi ou ainda é, trata-se de um erro crasso.
    Estatais, na maioria, são cabidões de emprego à disposição dos governantes para devolver-lhes favores eleitoreiros.
    No Brasil, por exemplo, só funcionam as rodovias concessionadas (privatização envergonhada). O Brasil, só tem 13% das rodovias pavimentadas, sendo que, pelo o menos, 70% estão com a iniciativa privada. Do mais, não são rodovias; são trilhas!

    Helio Filho

    15 de agosto de 2011 às 23h54

    A privataria financia, com um volume de dinheiro muito maior, os interesses eleitoreiros
    que O Velho Luis Carlos aparentemente defende.
    Estado minimo? Olha pela janela e veja o mundo, Luis Carlos.
    Este discurso ja era. Envelheceu.

    Luiz Carlos, o velho

    16 de agosto de 2011 às 10h16

    Helio.
    Não confunda um preceito, ou um modelo, com os desvios dos operadores. Você, com certa razão, reclama da ''roubalheira'' no processo de privatizações. Por favor, uma coisa é diferente da outra.
    Mas, no Brasil, mesmo com desvios —se é que houve— à época não havia alternativas. Até porque meu caro, as privatizações sinalizaram ao mercado uma abertura da economia e, com isso, investidores foram atraídos para o Brasil gerando estes excedentes exuberantes que hoje desfrutamos, inclusive o PT se esbalda e nada de braçadas.
    Ou não?
    Ora, ora, o PT prometia mudar tudo isso que tá aí na campanha. Por que não o fez?
    Sejamos razoáveis, pois.

    Helio Filho

    17 de agosto de 2011 às 00h22

    Caro Luis Carlos.
    Sejamos razoaveis, pois.
    A Guerra Fria ja acabou ha mais de 20 anos.
    O modelo de capitalismo – bem operado ou nao – louvado por tantos, e ao qual voce parece tao apegado, esta naufragando.
    A Historia ressuscitou, apos ter sido sepultada por Fukoyama e seus epigonos.
    O PT que contestava o sistema tambem acabou, infelizmente. Os petistas de hoje,
    olhando bem, ate que sao bem razoaveis do seu ponto de vista.
    Eu, que nunca fui petista, continuo vivo e lucido.
    Seja menos razoavel e pare de olhar o futuro pelo retrovisor.
    E aceite um abraco.

    Luiz Carlos, o velho

    16 de agosto de 2011 às 10h29

    Sim.
    Olho para o mundo e vejo a Coréia do Norte, Cuba e me lembro da Alemanha Oriental, comparando-a com à ocidental; mundo opostos: atraso versus progresso. A anexação da Alemanha Oriental custou mais de 100 bilhões de dólares aos ocidentais e, ainda custa muito. O desastre da planificação ganhou contornos de irreversibilidade.
    Veja as duas Coréias; compare-as.
    Tá respondido?

    Alexei_Alves

    16 de agosto de 2011 às 19h29

    Luiz Carlos, o simplista

    NELSON NISENBAUM

    16 de agosto de 2011 às 11h39

    Você está fazendo confusão. Há serviços públicos ditos essenciais, contínuos, onde é o estado obrigado a prestá-los diretamente, como judiciário, educação e saúde. A Petrobrás e o Banco do Brasil não se enquadram nesta categoria de serviço público.

    P Pereira

    15 de agosto de 2011 às 17h20

    Um exemplo, para um bom entender basta:
    Os funcionários do Banco do Brasil são celetistas.

    Luiz Carlos, o velho

    15 de agosto de 2011 às 18h28

    O BB é paraestatal. Na saúde, Educação e Segurança, funções estritamente Estatais é onde há problemas com a CF, no INC, IX do Art 37.
    Mas; há exceções, os quais, alguins doutores chamam de desvios. Um exemplo de desvirtuamento nas contratações temporárias que pode ser apontado é o caso dos professores nas universidades públicas. A seleção é regulamentada pelos §§ 1º e 2º da Lei nº 8.745/1993, com redação dada pela Lei nº 9.849/1999, os quais dispõem que a contratação de professor substituto será realizada exclusivamente para suprir falta de membros docentes da carreira, nas hipóteses decorrentes de exoneração ou demissão, falecimento, aposentadoria, afastamento para capacitação e afastamento ou licença de concessão obrigatória.

    Pedro

    15 de agosto de 2011 às 18h52

    É fato: é comum se achar que por que alguém é regido pela CLT, pode ser demitido sem justificativa qualquer que seja. Não é essa, sequer a diferença, entre quem é regido celetista e quem é estatutário.

    Luiz Carlos, o velho

    15 de agosto de 2011 às 19h09

    Pode sim Pedro.
    Ao empregador lhe é dado este direito. Para tanto, basta que arque com o aviso prévio e a multa contratual que incide sobre o montante do depósito do FGTS.
    Estabilidade meu caro, nem no casamento.
    Já demitir um estatutário não é fácil.

    Julio Silveira

    15 de agosto de 2011 às 18h52

    Ou seja uma figura Juridica que já existe, por exemplo, nos correios, que funciona muito bem, e a anos.
    Chama-se empresa publica de direito privado.
    Nem por isso diz-se que os correios é uma empresa privada, vamos apelar mas com classe.

    Flávio Sereno

    16 de agosto de 2011 às 00h39

    Luiz Carlos, sua crítica é, na minha oppinião, muito procedente. A criação desta empresa traz outras questões importantes além do regime celetista de seus funcionários. Ela será criada com cápital público mas será uma S.A., ou seja, nada impede que mais tarde, tenha seu capital aberto e negociado na bolsa para captar recursos.

    Outro ponto importante é que o projeto de lei, diz que a empresa irá ADMINISTRAR os 45 Hospitais Universitários que existem no Brasil, e farão isso na forma de seu estatuto que ainda não é conhecido. Em seu estatuto, será definido como as atividades de ensino e pesquisa dos cursos de saúde das Universidades Federais serão "apoiados" O nome que consta no projeto é exatamente esse, a empresa irá apoiar as atividades de ensino, pesquisa e extensão das Universidades que perderão o poder de definir como se dará a gestão destes hospitais.

    Flávio Sereno

    16 de agosto de 2011 às 00h39

    Para continuar o problema, nada impede que a empresa para captar recursos, negocie parte de seus leitos com planos de saúde criando com isso a famigerada fila dupla que irá acontecer em São Paulo.

    Por último também ficará em aberto, a possiblidade de convênios com faculdades particulares, para oferecimento de vagas de residência neses hospitais, reduzindo assim o espaço dos acadêmicos das Universidades Públicas.

    Continuo sem entender por que esse blog não faz esse debate tão urgente e importante.

    Operante Livre

    16 de agosto de 2011 às 19h45

    E eu não entendi bem o que quis dizer.

    NELSON NISENBAUM

    16 de agosto de 2011 às 12h03

    Velho, esta empresa foi a resposta do governo federal à inércia das universidades públicas que administravam hospitais por terceiros. Foi o próprio TCU que recomendou a mudança administrativa, e a EBSERH é estatal e sem fins lucrativos.

    Operante Livre

    16 de agosto de 2011 às 19h43

    É isso. E ser celetista não é incompatível com trabalhar em empresa pública e eficiente. Eu mesmo trabalhei num banco estatal por 14 anos e um dos maiores do Brasil, era celetista, concursado e o banco um dos protagonistas do desenvolvimento do país, e 100% estatal.

    Flávio Sereno

    16 de agosto de 2011 às 20h52

    Nelson, as Universidades usavam e usam tercerizados porque não há autorização do governo pra abertura de concursos públicos suficuentes. O problema da EBSERH vai muito além disso, o projeto de lei diz que ela vai ADMINISTRAR os HU´s e não simplesmente utilizar mão de obra celetista )regida pela CLT). O estatuto dessa empresa é que determinará como se darão as atividades de ensino e pesquisa nos hospitais, papel fundamental de um hospital-escola.

Alexandre Felix

15 de agosto de 2011 às 14h48

Palos comentários aqui escritos, só falta exigirem um pedido de desculpas do povo de São Paulo por ter reeleito esses tucanos. Tenham dó! Se não podem nos ajudar a derrotar essa corja, pelo menos sejam mais sensatos com quem também não vota neles. Abs.

Responder

betinho2

15 de agosto de 2011 às 14h07

Roriz e Gilmar Mendes: Toma lá, dá cá
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A família de Joaquim Roriz está mesmo muito grata ao ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, pela enfática defesa quer ele fez na votação do recurso impetrado pelo ex-governador de Brasília contra a aplicação da Lei do Ficha Limpa.

Uma das filhas de Roriz, a deputada distrital Liliane Roriz (PRTB) conseguiu aprovar a concessão do título de Cidadão Honorário de Brasília ao jurista.

Reveja abaixo o discurso de Gilmar no STF:[youtube M14tZqgEfkA&feature=player_embedded http://www.youtube.com/watch?v=M14tZqgEfkA&feature=player_embedded youtube]

http://colunistas.ig.com.br/poderonline/2011/08/1

Responder

    betinho2

    15 de agosto de 2011 às 16h32

    Parece que o IG levou um puxão de orelha e mudou o título da matéria, agora não é mais
    "Roriz e Gilmar Mendes: Toma lá, dá cá "
    Passou a ser
    "Filha de Roriz consegue cidadania brasiliense para Gilmar Mendes"

Ivani Ollier

15 de agosto de 2011 às 13h39

Que horror esses comentários!!! Não se pode esquecer que não é 100% dos paulistas que elegeram esses últimos governantes.Há mais de 40% de paulistanos margando muita decepção com os rumos de nossa política. Não se esqueçam que o Sr. FHC governou o Brasil por 8 anos e que o Serra também teve uma votação expressiva e assustou muito a todos que queriam que o Brasil seguisse respeitando os brasileiros.
Sou totalmente contra a venda de leitos dos hospitais públicos para particulares com também sou contra essa nebulosa parceria público/privado na sáude, que repassa a instituições particulares o patrimônio e dinheiro públicos, sem mecanismos claros de controle.
Por mim o PSDB estaria extinto, sepultado, esconjurado!

Responder

    beattrice

    16 de agosto de 2011 às 00h19

    E os paulistas como nós que abominam as aves bicudas não conseguem se livrar delas porque aqui não tem OPOSIÇÃO!

Alexandre

15 de agosto de 2011 às 13h16

Não concordo pelo fato de o SUS ser totalmente ineficiente já com o atendimento que faz hoje. O problema principal não é o acesso de um ou outro a determinado hospital e sim que o Sistema Unico não funciona já como existe. Na própria entrevista foi dito que demoram meses para serem feitos os exames e outros procedimentos para conseguir ter aceso a estes tratamentos complexos. O problema principal é o SUS.
As operadoras de saúde são constantemente vilãs para seus clientes. Cobram muito e dão pouco.
No nosso Brasil, inteiro e não só em São Paulo, quem pode um pouco contrata algum plano de saúde para a sua família para poder ter acesso a um atendimento "melhorzinho" e não só a classe-média alta como dito na matéria.
É dever do estado prover a saúde, segurança, transporte e habitação para os não validos, mas em todas as questões ele não cumpre com qualidade.
O SUS é falido, seja pela corrupção generalizada, seja por má administração.
É fato que o governo gasta muito e mal.
Deveriam estes hospitais citados, participantes na lei que cobrassem o mesmo preço dos hospitais particulares.

Responder

fatimacoelhosantanna

15 de agosto de 2011 às 13h11

o povo do Estado de Sao Paulo ,nao sabem que a tucanada so que roubar entao tem que aguentar,mais essa corvardia deles.tomara que consigam derubar esta lei ok.

Responder

    lia vinhas

    15 de agosto de 2011 às 15h29

    E por que se fala só em São Paulo, se aqui no Rio as OS estão sendo introduzidas tanto na saúde em geral, como na educção, o que está levando os profissionais concursados a se aposentarem precocemente? Afinal, para que trabalhar tanto e receber um terço do que recebem os não concursados das tais " cooperativas"? É vergonhoso.. O César Maia acabou com a saúde e educação e nada lhe aconyeceu, mesmo tendo roubado milhões também no PAN e na Cidade da Música. E o Paes segue a mesma trilha com políticas de maquiagem, igual como seu padrinho Cabral.

    Conceição Lemes

    15 de agosto de 2011 às 15h49

    Lia, porque o sistema de OSs nasceu em São Paulo, se estruturou aqui, serve de "modelo" para o restante do Brasil. Também porque só em São Paulo por enquanto existe uma lei que permite vender até 25% dos serviços dos hospitais públicos. abs

    Luiz Carlos, o velho

    15 de agosto de 2011 às 19h32

    Não. As OSs não nasceram em S.Paulo não. Nada disso.. Ministério da Administração
    Federal
    Lei Nº 9.637, de 15/05/1998
    ''Organização Social é uma qualificação dada às entidades privadas sem fins lucrativos (associações, fundações ou sociedades civis), que exerçem atividades de interesse público. Esse título permite que a organização receba recursos orçamentários e administre serviços, instalações e equipamentos do Poder Público, após ser firmado um Contrato de Gestão com o Governo Federal.''

    A questão é outra.
    É de fiscalização.

    Conceição Lemes

    15 de agosto de 2011 às 20h23

    Luiz Carlos, as organizações sociais de saúde (OSs) começaram em SP. A lei federal foi feita para legitimar o que já estava acontecendo na prática. E o que é feito aqui está servindo, sim, de modelo para todo o Brasil. Na época, Serra era ministro da Saúde e Covas, governador. E o Incor foi o primeiro hospital do Brasil a usar o esquema de dupla porta, isso há mais de 20 anos. Foi a partir do Incor que esse modelo se espalhou. E por trás da lei 1.131/2010 está a tentativa de legitimar a dupla porta nos hospitais públicos, que é uma afronta à ética, aos princípios do SUS, aos direitos humanos. abs

    Marcio H Silva

    15 de agosto de 2011 às 21h05

    O pior nesta estória, Conceição, é que o MPE-SP está fazendo alguma coisa. Já o MPE-RJ não está nem aí. E pior ainda é que a população não sabe de nada que está acontecendo, porque a midia aqui do RJ não da uma linha. SP tá nas mãos do PSDB, RJ na do PMDB, não demora muito MG adere e o PSB difunde no NE.

    Luiz Carlos, o velho

    15 de agosto de 2011 às 21h59

    Pois é Conceição.
    O problema central que nós não estamos discutindo é outro; o que o SUS repassa para entidades Estaduais e Federais são absolutamente insuficientes para arcar com os altos custos da medicina. Em S.Paulo há o governo do PSDB para se achar um culpado. Mas, o mesmo acontece no país inteiro e, aí, a história é outra; justifica-se e explica-se. A discussão, neste caso, perde isenção.

Antonio

15 de agosto de 2011 às 13h05

Vamos divulgar os nomes do Governador e dos deputados que votaram pela privatização dos Serviços de Saúde Pública do Estado de São Paulo. Temos que desmascarar esses sujeitos que dizem representar a vontade do povo. Quem souber ou tiver como levantar o nome desses caras, favor publicar.
Alckmin age como se os equipamentos públicos do Estado de São Paulo fossem dele e dos deputados.

Responder

NELSON NISENBAUM

15 de agosto de 2011 às 12h49

O Dr.Arthur Chioro é o atual secretário de sáude de S.Bernardo do Campo, onde trabalho há 21 anos. Está fazendo a mais espetacular gestão que o município já teve, e provavelmente, sem risco de errar, do Brasil. É uma autoridade acadêmica, adminstrativa e política, e suas palavras devem ecoar por todo o país. Extremamente feliz de vê-lo por aqui.

Responder

Julio Silveira

15 de agosto de 2011 às 12h31

Sem maldade, mas acho que os cidadãos de São Paulo merecem e até apoiam toda qualquer iniciativa de seus governantes que lhes introduzam mais e aumentos e mesmo omissões como está ocorrendo.
Minha visão se dá em função da constatação de que se os estado vive no processo democratico legal, e se tem eleito esse grupo politico a pelos menos 16 anos, indo para vinte, é por que gostam. Se a cada 4 anos, que tem a chance de mudar, reafirmam esses homens no poder francamente existe algo errado com os que de lá criticam. Vejam, não concordo com isso, e graças a Deus não resido em São Paulo, só que como democrata acredito que nada perdura quando não é bem quisto, e espero que fiquem sómente por lá, onde todos, inclusive os que os criticam, tem merecido.

Responder

    Miriam

    15 de agosto de 2011 às 15h37

    Tá esquecendo do poder da mídia?

    anna db

    15 de agosto de 2011 às 16h15

    Questão de gosto não se discute. Os paulistas gostam da gestão tucana e apoiam votando pela manutenção.

    Augusto

    15 de agosto de 2011 às 17h02

    Só quem está aqui sabe como são as coisas. Ora, eu discordo de tudo o que o PSBD faz aqui no estado. Cada vez que eles ganham as eleições fico pasmo e até hoje não sei como conseguem isso. Só posso atribuir ao fato da imprensa, o PIG, 'blindar' esses infames políticos.
    Em todo caso, acho um saco vocês de outros estados ficarem sempre dizendo que gostamos desse governo. O que há aqui é um monte de alienade e muitos desses são próprio produto do ensino proporcionado por esse maldito governo! E não venham dizer que todos gostamos disso. Sempre há exceções!

    Jair

    15 de agosto de 2011 às 17h42

    Corretíssima Miriam! Assim foi com a propaganda nazista nos anos de 2ª Guerra. Depois outra, o problema não me parece tanto o partido (sei lá), mas principalmente do caráter (ou falta de) de boa parte dos políticos.
    Tenho uma conhecida que tentou se eleger prefeita de uma cidade durante duas vezes. Ganhou na terceira tentativa, fazendo alinça com vários partidos. Verdade que os prefeitos anteriores (pmdbesta) eram uma m…, mas, eleita (pelo pt), descobriu-se que dentro das alianças havia muito puxador de tapete e corrupto. Sozinha (ou quase) fica difícil implementar boas políticas que favoreçam os mais necessitados. É uma briga feia de se ver.

    silviakochen

    15 de agosto de 2011 às 18h55

    Olha, a questão é outra. Para se ter democracia, é preciso ter acesso a informação. Essa questão das duas portas, por exemplo, é completamente ignorada pelos jornais aqui. Como os cidadãos poderão escolher direito seus governantes quando ignoram o que eles fazem?

    beattrice

    16 de agosto de 2011 às 00h28

    O PSDB vai ganhar enquanto não houver oposição, o PT-SP é mais tucano que o original.
    Ex: Palocci, Padilha y otros que tais.

paulo chacon

15 de agosto de 2011 às 12h25

O povo paulista/paulistano merece. Ha 20 anos esta corja de tucanos vem solapando o Estado de São Paulo e continuam sendo eleitos por eles.
Acho que vão ter de sofrer muito mais para aprenderem a votar em quem não vai por a corda no pescoço deles.
Bando de idiotas.(PSDB e seus eleitores.)

Responder

    Augusto

    15 de agosto de 2011 às 17h11

    Não mereço não! Nâo votei no Alckmin, mas infelizmente ele ganhou. E outra, muito chato isso de ficar jogando praga para os outros. Ora, você gostaria que eu desejasse que o PSBD ganhasse no seu estado? Acho que não. Não deseje para os outros aquilo que você não quer para si!

    beattrice

    16 de agosto de 2011 às 00h26

    Ninguém merece, além disso o PSDB ganha em SP porque o PT não joga, eles vencem por WO.


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A mídia descontrolada

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