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Cartas de Minas
Cartas de Minas

Mauro Santayana: O que incomoda EUA e seus prepostos no Brasil não é o suposto comunismo mas o nacionalismo possível

06 de junho de 2015 às 09h18

Brics - agência Brasil

A SOBERANIA E O BANCO DOS BRICS

por Mauro Santayana, em seu blog

(Jornal do Brasil) – O Senado Federal aprovou, esta semana, a constituição do Novo Banco de Desenvolvimento, o chamado Banco dos BRICS, formado pelos governos do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, com capital final previsto de 100 bilhões de dólares. A Câmara dos Deputados já havia dado sua autorização para a participação do Brasil no projeto, além da constituição de um fundo de reservas para empréstimos multilaterais de emergência também no valor de 100 bilhões de dólares.

Fazer parte do Banco dos BRICS, e do próprio grupo BRICS, de forma cada vez mais ativa, é uma questão essencial para o Brasil, e para a sua inserção, com alguma possibilidade de autonomia e sucesso, no novo mundo que se desenha no Século XXI.

Neste novo mundo, a aliança anglo-norte-americana, e entre os Estados Unidos e a Europa, que já por si não é monolítica, cujas contradições se evidenciaram por sucessivas crises capitalistas nestes primeiros anos do século, está sendo substituída, paulatinamente, pelo deslocamento do poder mundial para uma nova Eurásia emergente – que não inclui a União Europeia – e, principalmente, para a China, prestes a ultrapassar, em poucos anos, os EUA como a maior economia do mundo.

Pequim já é, desde 2009, o maior sócio comercial do Brasil, e também o maior parceiro econômico de muitos dos países latino-americanos.

A China já é, também, a maior plataforma de produção industrial do mundo.

Foi-se o tempo em que suas fábricas produziam artigos de duvidosa qualidade, e, hoje, suas centenas de milhares de engenheiros e cientistas – mesmo nas universidades ocidentais é difícil que se faça uma descoberta científica de importância sem a presença ou a liderança de um chinês na equipe – produzem tecnologia de ponta que, muitas vezes, não está disponível nem mesmo nos mais avançados países ocidentais.

Nesse novo mundo, a China e a Rússia, rivais durante certos períodos do século XX, estão se preparando para ocupar e desenvolver, efetivamente, as vastas estepes e cadeias de montanhas que as separam e os países que nelas se situam, construindo,nessa imensa fronteira, hoje ainda pouco ocupada, dezenas de cidades, estradas, ferrovias e hidrovias.

A peça central desse gigantesco projeto de infraestrutura é o Gasoduto Siberiano.

Também chamado de Gasoduto da Eurásia, ele foi lançado em setembro do ano passado em Yakutsk, na Rússia, e irrigará a economia chinesa com 38 bilhões de metros cúbicos de gás natural por ano, para o atendimento ao maior contrato da história, no valor de 400 bilhões de dólares, que foi assinado entre os dois países.

Nesse novo mundo, a Índia, cuja população era massacrada, ainda há poucas décadas, pela cavalaria inglesa, possui mísseis com ogivas atômicas, é dona da Jaguar e da Land Rover, do maior grupo de aço do planeta, é o segundo maior exportador de software do mundo, e manda, com meios próprios, sondas espaciais para a órbita de Marte.

E o Brasil, que até pouco tempo, devia 40 bilhões de dólares para o FMI, é credor do Fundo Monetário Internacional, e o terceiro maior credor externo dos Estados Unidos.

Manipulada por uma matriz informativa e de entretenimento produzida ou reproduzida a partir dos EUA, disseminada por redes e distribuidoras locais e pelos mesmos canais de TV a cabo norte-americanos que podem ser vistos em muitos outros países, a maioria da população brasileira ignora, infelizmente, a existência desse novo mundo, e a emersão dessa nova realidade que irá influenciar, independentemente de sua vontade, sua própria vida e a vida da humanidade nos próximos anos.

Mais grave ainda. Parte da nossa opinião pública, justamente a que se considera, irônica e teoricamente, a mais bem informada, se empenha em combater a ferro e fogo esse novo mundo, baseada em um anticomunismo tão inconsistente quanto ultrapassado, que ressurge como o exalar podre de uma múmia, ressuscitando, como nos filmes pós-apocalípticos, milhares de ridículos zumbis ideológicos.

Os mesmos hitlernautas que alertam para os perigos do comunismo chinês em seus comentários na internet e acham um absurdo que Pequim, do alto de 4 trilhões de dólares em reservas internacionais, empreste dinheiro à Petrobras, ou para infraestrutura, ao governo brasileiro, usam tablets, celulares, computadores, televisores de tela plana, automóveis, produzidos por marcas chinesas, ou que possuem peças “Made in China”, fabricadas por empresas estatais chinesas ou com capital público chinês do Industrial &Commercial Bank of China, ICBC, o maior banco do mundo.

Filhos de fazendeiros que produzem soja, frango, carne de boi, de porco, destilam ódio contra a política externa brasileira, assim como funcionários de grandes empresas de mineração, quando não teriam para onde vender seus produtos, se não fosse a demanda russa e, em muitos casos, a chinesa.

Nossas empresas com negócios no exterior são atacadas e ridicularizadas, como se só empresas estrangeiras tivessem o direito de se instalar e de fazer negócios em outros países, inclusive o nosso, para enviar divisas e criar empregos, com a venda de serviços e equipamentos, em seus países de origem.

É preciso entender que ao formar uma aliança estratégica com a Rússia, a China, a Índia e a África do Sul, o Brasil não precisa, nem deve, necessariamente, congelar suas relações com os Estados Unidos ou a União Europeia.

Mas poderá, com eles, negociar em uma condição mais altiva e mais digna do que jamais o fez no passado.

É nesse sentido que se insere a aprovação do Banco dos BRICS pelo Congresso.

Apesar de termos escalado, desde 2002, sete posições entre as maiores economias do mundo, a Europa e os EUA se negam, há anos, a reformular o sistema de quotas para dar maior poder ao Brasil, e a outros países dos BRICS, no FMI e no Banco Mundial.

Se não quiserem que não o façam. Como mostra o Banco dos BRICS, podemos criar as nossas próprias instituições financeiras multilaterais.

Os BRICS, têm, hoje, como grupo, não apenas o maior território e população do mundo, mas também mais que o dobro das reservas monetárias dos EUA, Japão, Alemanha, Inglaterra, Canadá, França e Itália, somados.

O que incomoda os Estados Unidos e a Europa, e os seus prepostos, no Brasil, não é o suposto comunismo ou “bolivarianismo” do atual governo, mas o nacionalismo possível, até certo ponto tímido, politicamente contido, e sempre combatido, dos últimos anos.

Existe uma premeditada, permanente, hipócrita, subalterna, entreguista, pressão, que não se afrouxa, voltada para que se abandone uma política externa minimamente independente e soberana, que possa situar o Brasil, geopoliticamente, frente aos desafios e às oportunidades do mundo cada vez mais complexo e competitivo do século XXI.

Leia também:

Wadih Damous: Manobra de Cunha para aprovar doação empresarial violou cláusulas pétreas da Constitutição

 

44 Comentários escrever comentário »

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Almir

07/06/2015 - 09h41

Até os haitiano já sabem, há anos, que a nova conjuntura mundial deslocou a meca dos empregos para o Brasil. Só os neoburrões ainda não sabem.

Responder

    Almir

    07/06/2015 - 09h46

    Até os coyotes já abandonaram a fronteira México-Estados Unidos e deram no pé para cá. Mas os neoburrões manipulados pela rede globo ainda não se deram conta disso.

FrancoAtirador

07/06/2015 - 02h27

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JOSÉ GRAZIANO DA SILVA É REELEITO PRESIDENTE DA FAO
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Brasileiro recebeu 177 Preferências entre 182 Países Votantes
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O ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio LULA da Silva, participou neste sábado de manhã (6),
em Roma, da abertura da 39ª Conferência da Organização para Alimentação e Agricultura (FAO) das Nações Unidas.
No discurso, que durou quase uma hora, LULA foi aplaudido diversas vezes
pela plateia composta por chefes de Estado e de Governo, e ministros do mundo todo.
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06 de Junho de 2015
RFI – Português
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Em discurso na FAO, em Roma,
Lula defende programas
e critica imprensa braZileira
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Lula criticou abertamente, várias vezes, a imprensa braZileira.
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A primeira, ao falar da opinião dos jornalistas no empenho de José Graziano no Brasil como ministro extraordinário de Segurança Alimentar e Combate à Fome.
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“O companheiro José Graziano da Silva foi orientador do primeiro projeto de criação do Fome Zero, quando nós ainda não estávamos no governo. Só Deus sabe o quanto ele foi criticado pela imprensa brasileira porque disse que era preciso fazer uma doação em dinheiro para os pobres”.
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Lula depois alfinetou mais fundo:
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“O maior obstáculo que enfrentamos para implantar o nosso programa
foi o preconceito por parte de um setor da imprensa no meu país,
de setores na área intelectual, de alguns setores ricos da sociedade,
que diziam que o Bolsa Família iria estimular a vadiagem, a preguiça
e que o pobre não ia querer mais trabalhar, que aquilo era uma esmola do governo
e que fazia parte da campanha eleitoral para que o Lula ganhasse as eleições.
Vocês não imaginam a quantidade de matérias negativas contra este programa.
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Coitado do Graziano. Cada vez que ele entrava na minha sala com os recortes de jornal,
parecia que o mundo tinha acabado.
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Eu nunca pensei que dar um prato de comida ao pobre causasse
tanta intimidação àqueles que comem carne três vezes por dia”.
.
Lula lembrou que 12 anos atrás havia 11 milhões de famílias
na extrema pobreza no Brasil.
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E falou dos avanços feitos no combate à fome e miséria desde 2003,
quando foi assumida essa luta como prioridade de governo.
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“Estamos vendo crescer a primeira geração de brasileiros
que não conheceram o drama da fome” disse.
.
Segundo ele, é necessário incluir os Pobres no Orçamento Público
e não tratá-los como estatística, mas como Seres Humanos.
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(http://www.portugues.rfi.fr/geral/20150606-na-fao-lula-diz-que-brasil-esta-superando-fome-e-pobreza-com-politicas-sociais)
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Responder

Lucas

06/06/2015 - 19h51

o nacionalismo possível aplica economia neo-liberal quando a burguesia nacional assim o determina?

Responder

    Almir

    06/06/2015 - 23h10

    Neoliberalismo é igual a “estado mínimo”, que dispensa funcionários públicos, e não banca aposentadoria de seu ninguém. Tá bom pra você, ô neoburrão?

Anor Carvalho

06/06/2015 - 17h26

Então vamos aprender Mandarim e Russo … além de Inglês e Português … Ni how !!!

Responder

Liberal

06/06/2015 - 16h11

Entreguismo para a China pode né?

Responder

    Almir

    06/06/2015 - 23h15

    A China investiu 50 bi na Petrobrás (melhor que comprar papéis poderes dos Estados Unidos). O plano do Moro de quebrar a Petrobrás desMOROnou. Satisfeito, neoburrão?

    Liberal

    07/06/2015 - 09h29

    Venderam partes da Petrobras a preço de banana e vc vem falar em investimento?

    Liberal

    07/06/2015 - 09h32

    A culpa da corrupção é do Moro, entendi.

FrancoAtirador

06/06/2015 - 14h31

.
.
No início do Século 20,
Rosa Luxemburgo exclamou:
“Socialismo ou Barbárie!”
.
Hoje, no início do Século 21,
estamos perplexos testemunhando
a opção adotada pelo Ocidente:
.
Líder da Extrema-Direita Francesa
afirmou em entrevista à Rádio RTL
que “Ditadura Laica” é melhor
que uma “Ditadura Islâmica”.
.
(http://www.portugues.rfi.fr/franca/20120917-lider-da-extrema-direita-francesa-diz-que-protesto-contra-filme-e-intimidacao)
.
.

Responder

Luiz

06/06/2015 - 14h28

O grande êxito do Estado Brasileiro é conseguir a tão sonhada cadeira na ONU como membro permanente de seu conselho, isso significaria ter voz ativa no mundo e deixar de ser considerado país de Terceiro Mundo.

Responder

FrancoAtirador

06/06/2015 - 13h27

.
Agora, é Guerra Total contra os BRICS
.
Por Pepe Escobar
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(http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/blog/2014/11/06/pepe-escobar-agora-e-guerra-total-contra-os-brics)
.
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BRICS sapateiam sobre os EUA na América do Sul
.
Por Pepe Escobar
.
(http://redecastorphoto.blogspot.com.br/2015/05/pepe-escobar-brics-sapateiam-sobre-os.html)
.
.
Vídeo
.
BRASIL SOB ATAQUE DO BIG BROTHER DO NORTE
.
BRICS’ Brazil President Next Washington Target
.
Artigo de F. William Engdahl, norte-americano, engenheiro e jurisprudente
(Princeton, EUA-1966), pós-graduado em economia comparativa (Estocolmo, Suécia-1969).
.
Publicado no NEO – New Eastern Outlook
(http://journal-neo.org/2014/11/18/brics-brazil-president-next-washington-target)
.
Texto transcrito no “Patria Latina” com tradução de Renato Guimarães.
(http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e&cod=14736)
.
Narração: Cibele Laura
.
(https://youtu.be/tkYATwjAwJk)
.
.

Responder

Bacellar

06/06/2015 - 13h26

Bote fé no velinho…

Responder

FrancoAtirador

06/06/2015 - 12h00

.
.
Curiosidade
.
O FBI está investigando as Confederações de Futebol
.
que receberam Suborno para que a Copa do Mundo
.
se realizasse nos United States of America, em 1994?
.
.

Responder

lulipe

06/06/2015 - 11h25

Esses chineses são tão bonzinhos…..,

Responder

    Roberto Locatelli

    06/06/2015 - 12h19

    As relações entre países não são filantrópicas. Todos buscam seus interesses. O interesse dos EUA é que o Brasil não se desenvolva, que continue a ser quintal dos fundos do Tio Sam. A China, muito mais esperta, quer ter como parceiros países prósperos e cheios de consumidores.

    Julio Silveira

    06/06/2015 - 12h42

    Cidadão, o sr. como bom defensor dos defensores do anglicismo estadunidense já deveria ter aprendido uma expressão por eles muito difundida, náo há sentimentalismos “são só business”.

    Vinicius

    06/06/2015 - 16h00

    Como se os EUA fossem santos…

    Rita

    06/06/2015 - 17h54

    Pode ficar sossegado. Em matéria de “bondade”, ninguém supera os EUA.

    Francisco

    06/06/2015 - 19h24

    Tão bonzinhos quanto os EEUU, mas… a China precisa mais da gente do que os EEUU (pelo menos por enquanto).

    Diplomacia pendular foi a estratégia de Getúlio Dornelles Vargas que industrializou o Brasil.

    Almir

    06/06/2015 - 19h36

    Negócio em que apenas uma das partes leva vantagem, não é negócio. É espoliação. Entendeu, seu neoburrão?

    CHARLESMAND

    06/06/2015 - 21h07

    Quanta profundidade..

Lukas

06/06/2015 - 11h13

41 bilhões virão da China. Vou aprender mandarim.

Responder

    Almir

    07/06/2015 - 09h34

    Até os americanos (que devem até o fundo das calças pros comunistas chineses) estão aprendendo mandarim. E outra: nunca ouvi falar que a China estivesse manobrando pra afastar a Petrobrás do pré-sal. Vocês anda estão pensando no golpe? Já combinaram com os chineses? Então esquece, que não vai rolar golpe algum, neoburrão.

Dica Guimarães Jr

06/06/2015 - 10h38

Bem,lí atentamente essa matéria sobres os BRICS incluindo ICBC,agora entendo melhor
o que vejo no Jornais e nas TVs,espero que isso aconteça de verdade e que os brasileiros da próxima geração façam um país diferente do que vivemos.
O ataque midiático é tão intenso que deixa aqueles desaviados atônitos,perdidos.
Certamente não mais aqui,mas que assim seja.

Dica Guimarães Jr.

Responder

Julio Silveira

06/06/2015 - 10h36

O Santayana, tenho dito, é um brasileiro que deveria inspirar a geração dos que se querem brasileiros. Tem se firmado cada vez mais como um idolo para mim, tal a sintonia entre sua visão e a minha sobre o Brasil. Infelizmente e não é de hoje, personalidades como ele, nacionalistas, sofrem uma perseguição dos principais indutores culturais nacionais, adeptos do anglicismo cultural, que, no meu entender, lutam contra a historia deste país aspirando reconstruí-lo nos moldes anglos-estadunidense. Usam de diversas formas para retirar o brilho e o merito dos que se querem brasileiros, autonomos, soberanos, inclusive através da estigmatização feita por palavras, expressões, que são repetidas (por que teem esse poder) até ser absorvida como verdade, do tipo Dinossauro, antiquado, etc… Usando o tempo para corroer nossa construção cultural, nos tornando a cada dia mais perdidos, para finalmente virarmos mais uma estrela, mas sem importância, numa bandeira de um estado que costuma anexar colonias de forma maquiavelicamente pacifica, terminando com a identidade cultural dos povos conquistados. Ao Santayana meus agradecimentos, por que sei que enquanto houverem indutores culturais como ele, sempre haverá uma chance de chamar ao coração os verdadeiros brasileiros, diminuindo a chance de definitivamente entrarem em extinção.

Responder

    Antonio Gracias Vieira

    06/06/2015 - 12h09

    Concordo!

    Azrael Marco Antônio Lula

    06/06/2015 - 18h00

    Verdade Júlio, mas não estamos só!

    Mário SF Alves

    06/06/2015 - 21h36

    Entendo. E acho natural que seja assim. Afinal, ele, além de brasileiro, é uma das poucas exceções à regra nesse tão vilipendiado universo do jornalismo brasileiro.

    edgard

    09/06/2015 - 23h25

    Nacionalismo… Em um País com uma população de 200 milhões de habitantes, Nacionalismo é uma palavra quase que inexistente em nosso dicionário. Um texto para lá de esclarecedor, parabéns Mauro Santayana!

Almir

06/06/2015 - 10h30

Mas os coxinhas querem é continuar sendo o quintal (e a despensa) dos americanos. Tomem vergonha nessa cara, seus capachos.

Responder

    Lukas

    06/06/2015 - 14h03

    Você, pelo visto, ficará feliz em ser capacho dos chineses.

    Zhu Ni Hao Yun!

    Liberal

    06/06/2015 - 16h36

    Eike que eu quero ser capacho dos china!

    Mário SF Alves

    06/06/2015 - 21h38

    Muito bem, Almir.

Marat

06/06/2015 - 10h27

Lendo este texto fica mais claro entender porque os conservadores de sempre (impern$$$a, judiciário, classe média etc.) apoiaram tanto e de forma tão doentia o psdb… Com esse partidinho extremista no poder, o Brasil seria um belo capacho para o velho carcomido Tio Sam.

Responder

    Mário SF Alves

    06/06/2015 - 21h44

    Sim, e sempre. E parece que essa coisa aí de ser capacho e/ou sócio num grande [e antipatriótico] negócio chamado Brasil, negócio este publicamente inconfessável e sempre por debaixo dos panos, deve ser mesmo deveras envolvente. Bom… de fato, literalmente envolvente… isso até enquanto a casa não cai e o sol não passe a nascer quadrado.
    Não à toa o desespero.

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