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Juliana Borges e Pedro Martins: Polícia militar é incompatível com a democracia

publicado em 11 de janeiro de 2012 às 13:35

por Juliana Borges e Pedro Martins

“Você sai de casa e não sabe se vai voltar.
A sociedade está em apuros, quando isso vai mudar?
Com sua violência e corrupção, a polícia não ajuda o pobre cidadão.
Segurança é o que queremos!
Violência é o que nos temos!
Polícia decadente…decadente!”

(Garotos Podres)

Na última segunda-feira, assistimos a mais um exemplo da truculência e da brutalidade da Polícia Militar de São Paulo. Um estudante foi agredido de forma arbitrária e discriminatória por um sargento, enquanto guardas universitários e policiais militares tentavam expulsar, sem qualquer justificativa, um grupo de estudantes da sede do DCE-Livre da USP.

Por meio de vídeos feitos pelos presentes, pudemos ver o policial pedindo identificação e partindo para cima do único jovem negro no local. A tentativa de diálogo do estudante foi respondida com empurrões, tapas e o policial chegou até a apontar a arma para ele. Os vídeos, que tiveram rápida circulação nas redes sociais, repercutiram também na mídia e resultaram no afastamento do policial e abertura de sindicância para apuração dos fatos.

Em outro lugar de São Paulo, mais especificamente no centro da cidade, vimos outro exemplo de violência policial. A chamada “Operação Sufoco”, organizada pela Polícia Militar, Governo do Estado e Prefeitura de São Paulo com o objetivo de “resolver o problema da Cracolândia” baseada na tática de “dor e sofrimento”. Os usuários de crack são tratados como animais, enxotados das ruas com bombas de gás e balas de borracha. Até agora, uma “grande operação” midiática, mas com resultados pífios.

Não é uma novidade tanto para os estudantes quanto para a população esse tipo de atitude por parte da Polícia Militar. Infelizmente esse tipo de atitude por parte de policiais militares não se trata de um fato isolado, é recorrente em nosso estado, principalmente em relação a jovens e negros.

Os jovens são as maiores vítimas da violência no país – estão mais presentes entre agressores e vítimas da violência. Já é comprovado por estudos que criminalizar a juventude, com políticas repressoras (taxando os jovens como problema), aprofunda este panorama. Existe uma percepção, difundida em nossa sociedade, de que os jovens são desordeiros e, para os jovens pobres e negros isso se agrava porque são vistos como “suspeitos”. É sob essa visão que são pensadas a maior parte das políticas e ações do Estado – incluindo-se aí um cenário de violência institucional.

O problema da Polícia Militar não está em sua presença na Cidade Universitária, que se trata de um ambiente com dinâmica diferente de outros espaços urbanos, a questão é a existência em si de uma polícia militar, que em sua concepção é incompatível não só com um ambiente universitário, mas com a Democracia.

Além disso, Segurança Pública em São Paulo não é pensada de modo integrador, mas simplesmente como uma questão policialesca. Ou seja, a ações são focadas em policiamento ostensivo e em mais prisões, cadeias e praticadas de modo totalmente repressivo.

As políticas de Segurança Pública deveriam ser pensadas junto aos cidadãos, com foco em prevenção, policiamento comunitário, capacitação e cursos sobre Direitos Humanos e sobre uso moderado da força, mecanismos de controle social da ação policial, o reforço aos valores democráticos, além de integrar políticas educacionais, culturais, de esporte, de saúde (com uma forte política de redução de danos), trabalho e renda.

Apesar de alguns programas e ações já existirem nesse sentido em âmbito federal – como o Pronasci, pensado e articulado de modo transversal com o EJA, ProJovem (MEC), Paz no Campo (MDA), Segundo Tempo (Esportes), projetos de Economia Solidária que envolvem os familiares – é preciso que eles sejam articulados estadualmente. Mesmo porque, os programas federais neste sentido são direcionados para uma ação integrada entre estados e municípios, que são os responsáveis pela Política de Segurança.

Infelizmente, nosso estado não só reforça políticas repressoras, como não participa eficazmente dos programas federais, seja não apresentando projetos seja, em alguns casos (principalmente dos programas educacionais), devolvendo verbas à União, que poderiam beneficiar milhares de cidadãos paulistas.

O que ocorre na USP e na “Cracolândia” não são ações isoladas, fazem parte de uma política conservadora, higienista, autoritária e racista.

Este é o momento de movimentos, juventudes partidárias progressistas e sociedade civil organizada debaterem e formularem conjuntamente um novo projeto de Segurança Pública para o nosso estado. A criação de uma Frente seria um bom começo.

Juliana Borges é graduada em Letras pela USP e militante do PT e Pedro Martinez,  estudante de Direito da USP, militante do Movimento ParaTodos e da JPT.

Leia também:

Mulher denuncia que foi à delegacia registrar acidente, apanhou e foi presa

 

43 Comentários para “Juliana Borges e Pedro Martins: Polícia militar é incompatível com a democracia”

  1. seg, 23/01/2012 - 17:36
    apio

    As coisa fiam assim: em mais de nove anos de governo petista, essa deu uma refinaria bilionária para os pobres da Bolívia; fez esmpréstimo da fundo perdido do BNDES para Cuba construir porto e cubano tem um pouco mais de comida, já que nenhum nunca passou fome, e o amigo Eike ficou mais bilinonário do que a ditadura já tinha feito. Enquanto isso, não fez nenhum conjunto residencial para doar as milhões de miseráveis como essse que há pelo Brasil todo.
    Tem mais: a ditadura deu golpe acabando com eleições porque o povo seria idiota para votar. O petismo da USP fez o mesmo dando gople no DCE.

  2. qui, 12/01/2012 - 22:16
    Outro Antonio

    A Polícia Militar não serve aos interesses do povo. Ele está aí para defender o político eleito governador e sua ideologia. Por isso SP é uma vergonha, pois a cara da polícia é a cara de seu comandante. Até os excessos dos policiais têm a cara de seu comandante. Uma guarda para o povo acontecerá quando esses sujeitos que estão aí quase duas décadas sairem e deixarem SP respirar. Neste momento, SP está sufocado de tanta corrupção, má administração, enchente e autoritarismo.

  3. qui, 12/01/2012 - 12:20
    André

    PM nao serve pra nada hein.

    Por que essa "mlitante" do PT não comenta a taxa de homicídios de São Paulo em comparação com a dos estados governados pelo partido dela?

  4. qui, 12/01/2012 - 12:14
    Luiz

    Ahaa! Então, vcs estão acordando?
    bom.

  5. qui, 12/01/2012 - 10:54
    vladimir

    ano eleitoral, vemos muitas pessoas fazendo política a favor de seus interesses e partidos.
    tenhamos ações impessoais. façamos críticas com argumentos sólidos.
    isso sim é democrácia – liberdade de pensamento com responsabilidade.
    As instituições policiais brasileiras foram em certo grau estigmatizadas como “tampa da lata do lixo social”, como aquelas que deveriam manter afastadas as pessoas à margem da sociedade (BATTIBUGLI, 2009).
    O ex-Secretário Nacional de Segurança Pública e sociólogo, Luis Eduardo Soares, no documentário Ônibus 174, do Diretor José Padilha, de 2005, disse: “(….) à polícia cabe o trabalho sujo que a sociedade não quer ver, mas que em algum lugar obscuro dos seus pensamentos deseja que se realize (….)”.
    O PT está no comando, não é mais vidraça.

  6. qui, 12/01/2012 - 10:52
    RicardãoCarioca

    Quem sabe o modelo de tratamento de cracolândias do RJ possa inspirar SP?
    http://oglobo.globo.com/rio/contra-crack-rio-tera

  7. qui, 12/01/2012 - 10:19
    Gilvan

    Muita coisa aqui no Brasil é incompatível com a democracia: O Sistema de justiça, eleitoral, social, financeiro, políticas públicas ("res-privada")…

  8. qui, 12/01/2012 - 3:43
    Gerson Carneiro

    <img src=http://www.pm.ce.gov.br/noticias/desfilecolegiodapm36.JPG>

    Aliciamento de menores não é crime?

  9. qua, 11/01/2012 - 23:46
    milton anesio

    Ora, os casos de violência policial são sim casos isolados.
    O que vemos são policiais que arriscam suas vidas por salários irrisórios .
    Isto sim é um tipo de violência que Juliana comete contra estes policiais trabalhadores.
    Estes homens e mulheres da policia estão a todo momento na possibilidade de serem alvejados por algum marginal, são obrigados a perseguir bandidos perigosos armados até os dentes.
    Que profissão terrível.Louca.
    A maioria absoluta dos policiais tem treinamento social e conhecimento da necessidade de comportamento adequado com a população. Alguns deles saem da linha. Eventualmente são punidos.
    A população não é tola e sabe que as acusações que a policia sempre recebeu vem de setores que fomentam a desmoralização de todas as instituições que compõem o nosso mundo ocidental.
    Além disso, como qualquer estudante de psicologia sabe de cor, o policial sendo vindo do povo, tem que ser é claro, o retrato deste povo.
    O povo em sua total maioria é honesto e trabalhador, e uma parte mínima sai da linha.
    Logo, a policia idem.
    Este tratamento que a Juliana dá aos policiais , não corresponde a realidade.
    Talvez ela quisesse que aos policiais desocupassem a cracolândia com rosas nas mãos.
    Ela talvez nunca tenha passado por lá.
    Eu estive varias vezes por lá e pude constatar o verdadeiro inferno presente.O nível de agressividade é muito alto por partes dos dependentes.
    Será que ela acha que eles são dóceis e amáveis?
    É uma vergonha para todos nós aquela situação.
    Esta Juliana, na realidade só fala besteiras, e só pode receber aplausos de quem gosta de ouvir besteiras

    • qui, 12/01/2012 - 0:18
      Hermes Halley

      Só tenho uma pergunta: Até quando vocês vão se enganar ao dizer que "isso foi um abuso isolado" por parte de alguém da corporação?
      A Polícia Militar é uma instituição fascista apoiada pela mídia e pela sociedade conservadora.
      Alguém aqui teria dúvidas do que lhe aconteceria se você discutisse com um PM no trânsito?
      Alguém acompanha os inúmeros abusos que essa corporação faz dia-a-dia com qualquer um que lhe atravesse o caminho? Basta um policial cismar com a sua cara (os mais comuns são pobres, pretos, putas, sindicalistas ou sem-terra) para que você leve um tapa na cara, seja espancado ou até mesmo preso. Será que eu estou ficando louco sozinho ao perceber isso? Alguém aí se lembra de um juiz no Rio de Janeiro que foi preso, ameaçado e ridicularizado na viatura, mas conseguiu ligar para a Polícia Judiciária e ao chegar à delegacia deu voz de prisão aos policiais? E se ele não fosse juiz? Alguém aí se lembra que praticamente todo o estado possui grupos de extermínios dentro da PM? Alguém aí se lembra dos inúmeros "desvios" praticados por policias militares diariamente? Alguém aí se lembra de um dentista negro que foi assassinado por policias em São Paulo? E daquele outro que foi morto na frente da mãe espancado? E a juíza assassinada por policiais? E a sessão de espancamento ocorrida em Diadema? E o estudante africano morto por um policial em Cuiabá? Tudo isso são "ações isoladas"?
      Eu não estou nem falando do que eles se "aproveitam" quando ocorre uma ação de despejo ou perseguição a criminosos ou desocupação de reitorias… Em situações como essa eles vão estar com a mídia e os saudosistas da ditadura ao seu lado. É sem-terra? Mete o pau! É trabalhador fazendo greve? Mete a porrada! É maconheiro? Peia muita! É assaltante? Fuzila!
      O que mais me preocupa é a cultura do medo que o policial militar ostenta. Ninguém respeita um PM. Todos o temem. E o pior de tudo é a impunidade que existe nestas situações. Quantos abusos denunciados não são punidos? E aqueles que nem chegam às câmeras de TV ou sites?
      Esse cenário é fruto de uma sociedade que não julgou os crimes da Ditadura, uma sociedade que declama "bandido bom é bandido morto". A tortura hoje em presídios, delegacias ou favelas só aumenta. A violência e arrogância policiais só cresce no Brasil. E ainda tenho de ler os proto-fascistas se multiplicando na internet…
      Quando uma sociedade elege como herói o Capitão Nascimento do filme Bope I (o II poucos comentaram porque ele justamente perseguia a milícia de… policiais) algo está profundamente errado. Essa espiral de violência policial gerou o PCC. Muitos não querem aceitar. E muito provavelmente a mesma espiral vai te atingir, vai me atingir ou vai atingir alguém conhecido. E quando isso ocorrer vamos ouvir as mesmas história de “casos isolados” da corporação. Até lá, continuem enaltecendo as ações fascistas da PM, e depois, descansem em Paz (sem Voz, claro).

      • qui, 12/01/2012 - 12:04
        edson dassunçào

        Um caso isolado foi o do artista plástico q teve seu dia de fúria e saiu barbarizando a cidade, dando tiros e causando acidentes. Rodou vários km, atirando e batendo em carros, em plena luz do dia e não foi detido, escapou ileso. Onde estava a polícia?
        Claro que, por mais q polícia estivesse deslocando suas forças para o centro, haveria de ter alguma ronda pelos diversos KM q o maluco rodou.
        Mas o atirador nesse caso tinha um diferencial, era BRANCO. Agora imagina a PM revistando e prendendo suspeitos brancos. Impensável. Fosse o atirador negro e qquer fulano na esquina poderia ser enquadrado como suspeito e mesmo q as suspeitas não se confirmassem, "tudo bem", a PM teria dado uma resposta imediata.
        Fosse o atirador um negro e não faltariam elementos suspeitos, agora no caso de um BRANCO a coisa já fica diferente.
        Agora q já sabemos q o Atirador era apenas um artista plástico, q apenas teve um dia ruim, e q é apenas de uma família bem apanhada da cidade, tudo bem, quem vai querer um bom homem desse preso.
        Agora vai um preto explicar q saiu atirando por aí, q não se lembra do q aconteceu, e etc. Se pro preto explicar q é universitário já é inaceitável, imagina esse papo de dia de fúria.
        vai lá na quebrada explicar o q é caso isolado.
        Na minha humilde opinião é exatamente com os casos isolados q a ação da PM conta. Ou seja, tirar os craquentos da visibilidade da cidade, para q se diluam pelas periferias, onde os grupos de extermínio possam fazer seu trabalho. Afinal na perifa o q significa a morte de mais um nóia? Para o resto da cidade seria apenas mais um caso isolado.

      • sáb, 14/01/2012 - 19:32
        Maria Libia

        Eu tenho medo da polícia, Já conversei com bandido me roubando mas não consigo abrir a boca com policial militar. A polícia é a cara do governador, que é da Opus Dei, uma organização que conviveu dioturnamente com o General Franco, o assassino espanhol que barbarizou os espanhois e destruiu Gernica. É esse governador que é a cara da polícia militar. Os dois se entendem.

    • qui, 12/01/2012 - 14:20
      Paulo

      A crítica não é direcionada ao indivíduo, ao policial trabalhador honesto. A crítica é dirigida à instituição policial, mais específicamente militar, que é sem dúvida uma forma de opressão contra movimentos estudantis e de mobilizações populares.

      • qui, 12/01/2012 - 17:37
        milton anesio

        Pô Paulo, então policia serve para o quê?
        Pense, ela recebe ordens do judiciário e do executivo.
        Ela não age por conta própria.
        Tanto o judiciário quanto o executivo tem como tarefa cuidar do estado legal atual. Quer seja este estado de qualquer ideologia .
        Existem suspeitas concretas que estes movimentos estudantis não são só para liberação da maconha.
        Desvios de conduta acontecem.

  10. qua, 11/01/2012 - 23:12
    O_Brasileiro

    Uma outra coisa que chamou a atenção foi que o PM pediu a identificação do estudante, mas quando os estudantes pediram sua identificação, ele se negou a dar. Devia ter dado o exemplo…

  11. qua, 11/01/2012 - 23:11
    O_Brasileiro

    O grande problema do artigo é que ele dá ênfase às críticas ao Estado de São Paulo, quando, na verdade, o uso político da Polícia Militar ocorre em TODO o país.
    Como o problema é NACIONAL, não deve ser partidarizado.

  12. qua, 11/01/2012 - 17:35
    Klaus

    Engraçado que os militantes do PT não pedem que se extinga a polícia militar nos estados que governam. Uai, façam uma campanha na Bahia e peçam ao Padim Jaques Wagner para acabar com a PM de lá. Exemplo é tudo nesta vida e acabando com a PM nos estados que governam, o PT vai poder esfregar no nariz destes demo-nazi-tucanos-brancos-dazelite-paulistas o que fizeram. Mãos a obra! Façamos um abaixo assinado para acabar com a PM da Bahia e em todos estados governado pelo PT. Onde eu assino?

    • qua, 11/01/2012 - 22:03
      Scan

      Uai! Tu sabes assinar?

    • qua, 11/01/2012 - 22:11
      Gerson Carneiro

      São Paulo não é a locomotiva?
      Creio que se imitarmos a minha conterrânea Ministra Dra. Eliana Calmon e começássemos pela locomotiva o resto do país copiaria. Mas criança feia não tem pai, né.

      • qui, 12/01/2012 - 10:46
        Klaus

        Como sempre, tergiversando…

      • seg, 23/01/2012 - 17:50
        apioli

        Foi por isso que petismo preferiu antes conquistar a presidência. Sarney, Renan, Jader e turma são mais negociávelis do que o povo da periferia de SP.

    • qui, 12/01/2012 - 3:32
      Raphael

      Agora os governos estaduais petistas tem poder de modificar a Constituição. Não sabia que a ditadura lulo-marxista-pteba estava nesse nível.

    • qui, 12/01/2012 - 10:03
      Sagarana

      Também quero assinar.

    • qui, 12/01/2012 - 10:13
      Sagarana

      Quando será que os petistas vão por em prática o seu "discurso"?

    • qui, 12/01/2012 - 10:37
      Cassius Regazzoni

      Geralmente não concordo com o Klaus, mas tenho de admitir que o argumento é válido.

      É certo que a ideologia da corporação da Bahia foi forjada durante quase 3 décadas de governos Carlistas, porém, já temos 6 anos de governo do PT sem que nada nesse sentido tenha sido sequer ventilado, e olha que a Bahia é hoje o estado mais violento do Brasil.

      Não dúvidas que o PT deveria tomar a rédea da ideia de extinguir estas corporações fascistas, porque, esperar isto do PSDB seria impossível.

      Neste sentido estamos reféns de governadores covardes e pusilânimes. sejam do PT, PSB, PSDB ou qualquer outra sigla que o valha.

  13. qua, 11/01/2012 - 17:24
    Roberval

    Também assino embaixo.__Um (des)governo que trata seu povo doente com violência só mostra que está muito mais doente. O Governo do Estado de São e assim sua Secretaria de Segurança Pública e as autoridades policiais desse Estado sofrem da doença do preconceito, do racismo, do facismo, da intolerância, da falta de trabalho e de propostas na área de assistência social, e portanto de uma ética social e comunitária humanista.__Se a polícia de São Paulo é violenta, assim o é porque os seus mandatários carregam em si toda uma potência de violência que desencadeia na praxis estatal contra o seu próprio povo. Assim, o algoz do povo de São Paulo é o próprio Estado e seus mandatários, infelizmente.__São Paulo precisa recrudescer um grande e forte movimento em prol da democracia, dos direitos humanos, dos direitos sociais, do direito e da prática do amor ao próximo a fim de que todos os cidadãos paulistas sejam tratados e se tratem com dignidade e respeito. É preciso uma ampla mobilização do povo paulista contra as elites de ética fascista para combater a violência.

  14. qua, 11/01/2012 - 17:21
    rodrigo.aft

    e só pra fechar com chave de ouro o assunto "(in)seguraça", aí vai uma notícia sobre a exportação de know-how brasileiro na área…(rsrs)

    "Jogador brasileiro é preso na Itália por assaltar postos de gasolina

    11/01/2012 – 15h09 | Do UOL, em São Paulo

    O brasileiro Maicon Alfredo Oliva foi preso nesta quarta-feira na Itália, acusado de ter cometido pelo menos três assaltos a postos de gasolina. Os incidentes fora registrados em Scalea, na província de Cosenza, no sul do país. A informação é da agência de notícias Ansa.

    Interrogado nesta quarta-feira pela polícia de Scalea, onde vivem seus pais, Maicon Alfredo Oliva admitiu a participação nos assaltos.

    Aos 20 anos, Oliva atua como zagueiro pelo Vibonese, equipe da Quarta Divisão do Campeonato Italiano".

    (http://noticias.bol.uol.com.br/esporte/2012/01/11/jogador-brasileiro-e-preso-na-italia-por-assalto-de-postos-de-gasolina.jhtm)

  15. qua, 11/01/2012 - 15:30
    rodrigo.aft

    Azenha e demais colegas,

    quando vai haver a droga da unificação da pol. civil e pol. militar?

    Quando Vai Haver a Droga da Unificação da Pol. Civil e Pol. Militar?

    QUANDO VAI HAVER A DROGA DA UNIFICAÇÃO DA POL. CIVIL E POL. MILITAR?

    quando vai ser feita alguma tentativa para acabar com a militarização da polícia e para unificar os comandos?

    a quem interessa manter as polícias como estão? (pense!)

    • qua, 11/01/2012 - 17:06
      rodrigo.aft

      Falando em coisas desagradáveis,

      o SINISTRO Hibernardo "das Teles" continua (IN)ativo e (IN)operante, não?

      a internet e os celulares só são BONS NEGÓCIOS para as operadoras, pois para o cliente, É UM SERVIÇO CARO, FALHO E ATENDIMENTO PROPOSITALMENTE PORCARIA PARA NÃO RESOLVER OS PROBLEMAS Q ELES MESMOS ARRANJAM PARA OS OTÁRIOS Q TEIMAM EM USAR SEUS SERVIÇOS!!!

      e tudo fica como dantes no quartel de Abrantes!!!
      obrigado — por N.A.D.A — querido, prestativo, amado e competente minstro… melhor dizendo… SINISTRO, por trabalhar para o POVO, não para as transnacionais da comunicação e internet!!!
      Saiu o empréstimo do BNDES para a "muito" Vivo REcomprar ações e maximizar o envio de lucros IMORAIS para a matriz??? brasileiro é tão bonzinho…)

      .

      voltando ao assunto segurança, alguém sabe se aquela história do SINISTRO zé "DANTAS" cardozo ter um projetinho para privatizar boa parte da segurança (hoje pública)?

      será q é por isso q está havendo esse "sucateamento" da (IN)segurança pública???

      depois o PIG (ou PUM), em ação sincronizada com alguns elementos infiltrados no setro púiblico (já está tomado pelo golpe branco, como venho repetindo) começam uma campanha intensa e contínua para "convencer-nos" das "vantagens" da segurança privada, nos moldes da campanha prostitutivatista da ENTREGA do Estado no (DES)governo do psdb (argh!)????

      E VCS SABEM QUEM ESTÁ ENVOLVIDO NESSE FILÃO MILIONÁRIO DE PROSTITUTIVAÇÃO DO ESTADO?
      se não me falha a memória, a rede esgoto, empresa de segurança e de armas estrangeiras (aliás, a rede esgoto é estrangeira por definição e por atuação!)

      (alguém teria mais detalhes desse novo DESMONTE e ENTREGA do Estado para "amigos" do setor privado?)

      durma-se com um barulho desses…

      (noticias boas: os lucros dos bancos, bem como a prisão dos [IR]responsáveis pela ocupação das áreas de risco na tragédia de 2010-2011 VÃO BEM, OBRIGADO! SÓ perto de 1.000 pessoas faleceram e outras milhares perderam tudo… nada de mais… apenas pequenos danos colaterias… brasileiro não tem memória mesmo e tudo volta ao normal após os primeiros jogos de futebol e BBB…)

      • qua, 11/01/2012 - 22:55
        Scan

        Rodrigo.aft, vale lembrar que o Bernardo não é franco atirador. Ele tem chefe e cumpre ordens.
        Agora, se as ordens não são dadas…a culpa não é do Bernardo.
        Se a Dilma acha que assim está bem, assim é se lhe parece, meu caro.
        O mesmo se pode dizer do Cardozo. É incompetente para o cargo que ocupa? É venal? É vendido? É capacho do Dantas? Um lixo humano? (não querendo compará-lo com o Roberto Freire, sempre imbatível).
        Tampouco este zé ninguém tem agenda própria.
        Vamos dar nome aos bois e cobrar de quem deve?
        []'s

  16. qua, 11/01/2012 - 14:35
    Guanabara

    A PM já provou por suas ações que é uma polícia POLÍTICA. Ela não investiga o crime e realiza prisões como FOI a Polícia Federal do início do governo Lula (hoje, não mais…). Está sendo vastamente usada contra cidadãos comuns para repressão de quaisquer reivindicações sociais. É, sem dúvida, uma tropa DA elite.

  17. qua, 11/01/2012 - 14:27
    joão33

    resumindo a policia militar ,em uma frase lida em um comentário , é um leão com preto e pobre e uma cadela com rico e poderoso.

  18. qua, 11/01/2012 - 14:25
    Miriam

    Um parte muito dolorosa disso tudo é ver a mídia aumentando e alimentando os retratos mais que tortos dos envolvidos. O resultado é o telespectador, o leitor e qualquer outro batendo palma pra policia e achando que ela tem mais é que descer o cacete.

  19. qua, 11/01/2012 - 13:50
    leandro

    Sou contra o sistema de polcias uma civil e outra militar, mas tentar passar a ideia que só a pm paulista é ruim é uma palhaçada. De acordo com o site da record R7 hoje: "Rio e SP comemoram a diminuição da violência, enquanto nordestinos só veem ela disparar". http://noticias.r7.com/videos/rio-e-sp-comemoram-
    E no Piauí e em Vitória-ES a policia atacou estudantes que protestavam contra aumento das tarifas públicas.

    • seg, 23/01/2012 - 17:41
      apio

      São duas coisas diferentes. Nenhum governo petista ou apoaido por esses vai negar se for feito requerimento dizendo onde será a manifestação, qual horário, quantas e quais pessoas vão participar.

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