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Cartas de Minas
Cartas de Minas

Emiliano José: Veja flertou com o crime

30 de agosto de 2011 às 12h27

PRONUNCIAMENTO ENCAMINHADO PELO ORADOR EMILIANO JOSÉ (PT-BA)

do mandato do deputado, via José Augusto Valente

Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, temos dito aqui, Senhor Presidente, da necessidade de caminhar no sentido da democratização da comunicação no Brasil.

E nunca no sentido de converter muitos dos grandes atores midiáticos à democracia, já que vários deles têm uma compreensão já consolidada sobre o Brasil, têm projeto político para o Brasil, e têm uma posição absolutamente contrária ao projeto que desenvolvemos no País desde 2003, que segue agora sob a direção da presidenta Dilma.

Quando falamos em democratização falamos, primeiro, no sentido de regulamentar os artigos da Constituição referentes à comunicação e, segundo, de modo a garantir a emergência das muitas vozes silenciadas país afora.

Temos falado sobre os descaminhos, os erros crassos da imprensa, e os climas artificiais de crise que são montados, face à posição da maioria dos grandes grupos midiáticos.

Repito sempre Paulinho da Viola: tá legal, eu aceito o argumento, mas não me altere o samba tanto assim. Se há tudo o que eu disse acima, há o paroxismo, há o exagero, há o absoluto descaminho, háa mentira, de parte da revista Veja, que eu tenho denominado uma autêntica usina de idéias da extrema-direita.

Não apenas por ser uma usina de idéias da extrema-direita, seria um direito dela ser simplesmente isso. Éque ela se utiliza de todos os meios para tentar atingir o PT e o nosso projeto político. Não ataca ministros à toa o faz na perspectiva de desestabilizar o governo da presidenta Dilma.

E a revista sabe que esse projeto político foi quem seriamente começou a combater a corrupção, com a criação da Controladoria Geral da União. Mas, não adianta argumentar. A revista Veja não ouvirá. Continuará a tentar pautar o resto da mídia, e sempre contra o nosso projeto político.

Só que agora Veja extrapolou. Ultrapassou todos os limites. Flertou com o crime.

Melhor, cometeu crimes. Utilizou-se de meios criminosos na tentativa de desqualificar o ex-ministro e dirigente do PT, José Dirceu. Queria, com a matéria que publica esta semana, desqualificá-lo e condená-lo previamente, sabendo que o processo que o envolve e a outros está próximo de ser julgado.

Tentou invadir o apartamento em que se hospeda num hotel de Brasília, instalou câmeras no hotel para flagrar pessoas que o visitavam, entre outros crimes. A liberdade de imprensa não inclui esse tipo de procedimento. O bom jornalismo não usa o crime. No jornalismo, como, aliás, em nenhuma atividade humana, os fins não justificam os meios, ainda mais quando o fim, o objetivo, não tem nada de nobre, como neste caso.

A revista Veja vai se caracterizando, de modo cada vez mais consistente, como um Rupert Murdoch à brasileira, um Murdoch convertido em partido político, um Murdoch que utiliza quaisquer meios para testar suas hipóteses, para garantir a consecução de suas pautas previamente orientadas, tal e qual o império midiático britânico fazia.

Tanto quanto lá, no entanto, um dia a casa cai, um dia os crimes são descobertos, um dia, digamos assim, a tecnologia murdochiana criminosa vem à tona, como aconteceu agora, no caso de Veja.

Não há nada de mais que um jornal, que uma revista, que uma tevê, tenha posição política. Nada de mais que qualquer órgão de imprensa defenda uma posição política.

Melhor, se defender, devia deixar clara sua posição política, e não escondê-la, como o faz a maior parte de nossa mídia. O que não se admite são práticas antidemocráticas, contrárias à lei, que afrontem a Constituição, que desrespeitem os direitos dos cidadãos, que invadam a sua privacidade sem qualquer permissão legal.

Agora, foi José Dirceu. Amanhã, quem mais? Qualquer cidadão está exposto a isso.

Veja acha-se no direito de agir como se não tivesse que prestar contas a ninguém. Como se estivesse inteiramente acima da Constituição e das leis do País. São necessárias providências enérgicas para punir esse comportamento, punir esses procedimentos, garantir que o Estado de Direito não seja desrespeitado como o foi neste caso.

Trata-se até de resgatar o bom jornalismo. De levar os fatos a sério. De fazer coberturas jornalísticas sem a necessidade de utilizar-se de meios criminosos.

Não vamos sequer lembrar o volume de matérias mentirosas, caluniosas, cheias de invencionices contra o PT uma delas recentemente desmascaradas pelo Wikileaks, aquela que acusava o PT de ter ligações com as FARC da Colômbia e de receber dinheiro da organização.

Não dá para aceitar isso passivamente. Este não é um problema do PT. É um problema da democracia brasileira, que não pode se render a atitudes criminosas por parte de quem quer que seja. Seja quem for. Ninguém pode estar acima da lei, muito menos a revista Veja.

Muito obrigado.

Leia também:

Paulo Teixeira repudia o jornalismo de Veja: Provocação e delinquência

Humberto Costa, no Senado: É preciso debater ética da mídia

Devanir Ribeiro, fotografado no hotel: Jornalismo “podre e mentiroso”

A denúncia original de Zé Dirceu: Repórter cometeu crime

Escritório de advogados diz que Veja é versão tupiniquim de tabloide inglês

Uma entrevista com o gerente do hotel Naoum

Walter Pinheiro: “É bandalheira”

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34 Comentários escrever comentário »

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Daniel Vieira

05/12/2011 - 12h08

Caro Azenha.

Porque o governo federal continua com publicidade no pig ? Pode responder?
Onde andam os deputados progressistas ?

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Operante Livre

01/09/2011 - 07h03

Flerte da Veja com o crime é INCESTO.

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Marcio H Silva

31/08/2011 - 23h02

Audiência pública da Falha, Veja cometendo crime ( e não flertando ), Globo lançando código de ética ( pra mim é prevenção contra marco regulatório ), estadão cravando espada em Dilma são bons motivos para o executivo lançar, com apoio do congresso o nosso marco regulatório. Já está na hora de sair do discurso e começar as ações. só falta coragem.

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Sergio Barbosa

31/08/2011 - 19h23

Quando a "FAMÍLIA" CIVITA e seus AGREGADOS vão estar devidamente instalados na cadeia vendo o sol nascer quadrado?

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ZePovinho

31/08/2011 - 12h10

Quando eu estudava termodinâmica ,Azenha,diziam que a entropia era uma medida da desordem em um sistema.Eu sempre suspeitei que,na realidade,a entropia é uma medida da energia para que um estado da matéria se transforme em outro estado(pressão,volume,densidade e outras propriedades que podemos medir).
Para que um estado se rearranje em outro estado,óbvio,você tem uma reconfiguração do sistema.É,mais ou menos,como rearranjar os móveis da sua casa e ter uma medida da energia para isso com o suor que vc gastou(o suor sai devido ao calor que isso gera no seu corpo).
Se você considerar que a mudança de um estado para outro envolve INFORMAÇÃO( a maneira como a matéria está arranjada e se rearranja,como a mudança na posição dos móveis),vemos que a matéria prima dos jornalistas é uma coisa muito perigosa.Essa entidade,a informação,pode levar a rearranjos da sociedade altamente dependentes de como a informação é passada durante as trasformações pelas quais os sistemas passam.
Estamos vivendo uma época de profundas transformações.O acesso à informação de qualidade é essencial(na visão desse humilde imbecil que sou eu)por isso também.

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Oscar

31/08/2011 - 12h07

Onde está o MP, a OAB e o Gilmar Mendes, defensores dos direitos individuais?
Quem é pior: o Zé Dirceu ou o Daniel Dantas?
Por que o Supremo não interfere?
Que vergonha, um país que tem em seus quadros um alto escalão que mais parece uma confraria.
O Prótógenes quase foi para forca, com o beneplácito da veja por capturar um bandido. Agora ficou claro, os fora da lei se ajudam.

Responder

mello

31/08/2011 - 11h06

Desculpe, mas vou discordar do Deputado: a imunda revista não flertou com o crime, está com êle ( o crime) indissoluvelmente unida, comprometida perenemente com a falsidade, a calúnia, a falta de escrúpulos, a difamação, a baixaria.

Responder

Rodrigo Leme

31/08/2011 - 10h55

Flertou com o crime, mas o crime recusou porque já está em uma relação séria com o Zé.

Responder

    ZePovinho

    31/08/2011 - 11h52

    Zé Serra???????????????????????

    Rodrigo Leme

    31/08/2011 - 23h29

    Só pode ser. Afinal, todos sabemos que Zé Dirceu NÃO é chefe de quadrilha.

Floriano Jr

31/08/2011 - 10h34

A veja está tão certa da impunidade que cometeu um crime às claras e sem preocupação nenhuma em esconder nada. É sempre assim e, pelo jeito, sempre vai ser. O governo sempre fica com medo de tomar uma atitude e ser chamado de ditador, foi assim com Lula e parece que vai ser assim com Dilma. Quem vai mecher com a revistinha preferida da elite branca separatista paulistana!?

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Gerson Carneiro

31/08/2011 - 10h17

E a grande mídia diz: "EU NÃO SABIA"

#VejaTrombadinha

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Morvan

31/08/2011 - 09h56

Bom dia.
Como disse o Orellano Paz (abaixo), não é "flirt", é comunhão de ideias e procedimentos; aqui no Ceará, dir-se-ia, em bom regionalismo, que a InVeja e o crime estão "amancebados", amasiados, "juntos", concubinados.

O problema, como já tão bem pontuado por muitos aqui, é se ficar só no nível da indignação e dos discursos. Tem que aberturar estes fascistas. Ficar só no discurso não ajuda mesmo!

Morvan, Usuário Linux #433640.

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Julio Silveira

31/08/2011 - 09h45

Olhem, fiquei indignadíssimo com mais uma das "escorregadelas" de nossa imprensa que as fazem na ilegalidade. Mas contemporizei por que percebi que a atitude da veja não é causa é consequência.
E ontem tive mais uma prova de que o verdadeiro flerte criminoso vem de dentro do congresso, que permitiu, ocultados pelo anonimato, que uma de suas mais "ilustres" representantes, que foi filmada recebendo propina, escapasse ilesa com argumentos ridículos, no minimo. Deduzi pelo numero de seus apoiadores, que numa investigação séria poderiam ser considerados cúmplices no assalto ao dinheiro publico, pelo menos 60% do membros acham natural a locupletação. E é por isso, por essa esculhambação criminosa congressual que faz com que a veja seja mais uma vitima, pelos aprendizado dos maus hábitos, ensinados por quem deveria ser exemplo.

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zemedeiros

31/08/2011 - 09h29

É obvio que uma atitude democratica contra parte da nossa imprensa precisa ser tomada, a imprensa não pode está acima da verdade. Qualquer jornal, revista ou televisão tem o dever de informar, mas informar a verdade com imparcialidade, fora disso deve ser punida. Eu particularmente não tenho que reclamar, não sou leitor de veja, fôlha e não sintonizo a tv globo, band , e outras que omitem a verdade, confesso que já fui ligado em todos os que mencionei, mas depois de 2006 nem sei se eles existem.

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ZePovinho

31/08/2011 - 09h19

Hoje o Banco Central(a agência reguladora que defende os interesses dos bancos privados) deve manter ou aumentar a SELIC.A dívida pública é indexada à SELIC e toda vez que a SELIC aumenta a dívida pública aumenta,os bancos que negociam títulos da dívida pública ganham lucros altíssimos e pagam quantias enormes para a imprensa-empresa mentir e dizer que tem de aumentar os juros porque "os gastos do governo aumentraram",como o Sardenberg fez ontem no Jornal da Globo- aquele último jornal no fim da noite.
O esquema imprensa-empresa e bancos é todo casado.O COPOM consulta cerca de 100 economistas de bancos privados,eles dizem que os juros têm de aumentar(afinal ganharão bonus altos em seus salários) e a imprensa-empresa(patrocinada por bancos privados) faz a doutrinação para justificar o roubo dos impostos dos cidadãos com o aumento dos juros para rolar a dívida pública interna.
O maior negociador dos títulos da dívida pública interna é o BRADESCO,que não por coincidência(e sim muita sapiência) patrocina o JORNAL NACIONAL da GLOBO.Vejam: http://www4.bcb.gov.br/pom/demab/dealers/rel_prim

O Senador Lindbergh Farias(PT-RJ) está com um projeto para acabar com essa patifaria:
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMos

Projeto proíbe governo de indexar dívida pública ao juro do BC

Senador Lindbergh Farias (PT-RJ) apresenta proposta para que Tesouro Nacional não possa mais vender títulos públicos atrelados à taxa de juros do Banco Central, a Selic. Para ele, indexação, que só existe no Brasil, prejudica contas públicas e dá poder ao "mercado" para pressionar BC contra redução de juros. Um terço da dívida atual varia junto com a Selic.

André Barrocal

BRASÍLIA – O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) vai apresentar projeto de lei para proibir o uso da taxa básica de juros do Banco Central (BC) e do dólar como indexadores da dívida pública. A proposta, que altera uma lei de 2001 que define as regras gerais para a gestão de títulos públicos pelo Tesouro Nacional, estabelece prazo de dois anos para o fim da venda de papéis com aqueles dois indexadores.

Para o senador, o atrelamento de títulos ao juro básico do BC, a chamada Selic, é uma jaboticaba que só existe no Brasil e prejudica o país por três razões principais.

Primeira: quando o banco, de olho no controle da inflação, decide subir o juro, aumenta a dívida automaticamente. “O esforço fiscal para administrar essa dívida tem sido gigantesco”, disse Lindbergh à Carta Maior.

Segunda: o atrelamento dá poder ao “mercado” contra o interesse público. “Estou convencido de que, a cada discussão sobre juros, há uma pressão destes credores para o BC não baixar a Selic porque eles ganham dinheiro com isso”, afirmou o senador.

Terceira: indexar ajuda a atrair especuladores estrangeiros ao Brasil, que vêm em busca de lucro alto. Se houvesse um freio no ingresso de dólares, a moeda norte-americana deixaria de baratear. O câmbio valorizado afeta as exportações e estimula a entrada de importados.

Dívida selicada: um terço
De acordo com os dados mais recentes do Tesouro Nacional, relativos a julho, a Selic indexa 34% dos papéis negociados com o “mercado” em reais dentro do Brasil. Em dinheiro, a dívida “selicada” era de R$ 565 bilhões, de um total de R$ 1,659 trilhão. A dívida total equivale hoje a 42% do produto interno bruto (PIB).

O Tesouro Nacional costuma dizer que reconhece que o juro do BC não é o índice mais adequado para administrar dívida, pois a Secretaria não o controla e ele tira previsibilidade à gestão dos débitos.

Existem outros três tipos de indexadores utilizadores pelo Tesouro no comércio de títulos com o “mercado”: um juro pré-fixado no ato da venda do título, a inflação e o dólar. O primeiro grupo tem o maior peso no total da dívida, 35% (R$ 586 bilhões). O segundo responde por 30% (R$ 499 bilhões). E a moeda norte-americana, por 0,5% (R$ 8,5 bilhões).

Há alguns anos que o Tesouro tenta eliminar de vez a dolarização da dívida, por isso que ela é hoje prarticamente nula. Mesmo quando a dívida externa, que é aquela negociada em moeda estrangeira fora do país, entra na conta, o peso do dólar no total de títulos públicos continua baixo (4%). A dívida externa soma hoje R$ 74 bilhões.

Apesar disso, o senador acredita que a lei deve proibir a possibilidade de volta da dolarização da dívida. Ele lembra que, no passado, em momentos de crises cambiais, este atrelamento impôs um enorme custo às contas públicas. Quando especuladores em pânico fugiam do país por causa de problemas no “mercado” dentro ou fora do Brasil, o dólar disparava e a dívida, também.

O projeto será apresentado formalmente nesta terça (30/08) ou quarta-feira (31/08).

Responder

    ZePovinho

    31/08/2011 - 11h04

    Vajam que os CDB´S,um dos papéis da dívida pública,está gerando uma febre de rentismo no Brasil:

    "O CDB atrelado ao CDI tem sido uma excelente opção de investimento, especialmente com a alta dos juros", diz Angela Nunes Assumpção, consultora financeira certificada e sócia da Moneyplan Consultoria.
    http://economia.uol.com.br/financas/investimentos

    31/08/2011 – 06h00
    Aplicações em CDB saltam 5 vezes em um ano; conheça o investimento
    Anne Dias

    Uma das aplicações mais populares do momento é o CDB. Segundo dados da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), as captações líquidas subiram de R$ 10 bilhões para R$ 48 bilhões entre junho do ano passado e julho deste ano. Ou seja: tem quase cinco vezes mais dinheiro entrando na conta dos CDBs hoje do que há pouco mais de um ano………………………..

eraklito

31/08/2011 - 09h11

Que tal fazermos um grande protesto em frente a Editora Abril, mas margens do sujo rio Tietê que essa revista ignora.

Vamos lá pessoal, vamos começar a convocar via internet uma grande manifestação no meio da marginal Tiete. Já que é pra bagunçar vamos dar o chute inical e partir pra cima dos inimigos.
Quem vai ????

Responder

    ana

    31/08/2011 - 14h37

    é melhor fazer esse protesto às margens do rio pinheiros, onde fica o suntuoso prédio da abril. na marginal tietê só restam as máquinas.

emerson57

31/08/2011 - 07h49

aqui um equivoco do sr deputado:
"Não há nada de mais que um jornal, que uma revista, que U-M-A T-E-V-E, tenha posição política. Nada de mais que qualquer órgão de imprensa defenda uma posição política."
digo teve não pode ter posição partidária. tv é concessão pública e não partido político.

Responder

SILOÉ-RJ

31/08/2011 - 02h05

E ninguém vai pedir CPI não???
Só discurso não basta, quero ver ação!!!
PT cadê você!!!

Responder

    beattrice

    31/08/2011 - 14h08

    Beijando a mão do Tavinho & similares.

FrancoAtirador

31/08/2011 - 02h03

.
.
STF responde à Veja

Leia abaixo nota encaminhada à revista Veja no dia 17 de agosto de 2011.

Nota de esclarecimento

Diversamente do que foi publicado na coluna Holofote da edição 2.230 de Veja, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Cezar Peluso, presidente da Corte, e Gilmar Mendes nunca tiveram reunião ou conversa reservada para definir qualquer tipo de ação em relação ao julgamento dos réus denunciados no caso conhecido como “Mensalão”.
A Ação Penal 470 está sendo conduzida pelo relator, ministro Joaquim Barbosa, sem que os demais ministros tenham tido, até agora, acesso à totalidade da instrução da causa.
Como previsto na Constituição Federal, todos os julgamentos em plenário são públicos e transmitidos ao vivo pela TV Justiça e pela Rádio Justiça.

Secretaria de Comunicação Social

Supremo Tribunal Federal

Enviado por luisnassif, seg, 29/08/2011 – 15:20

Responder

Orellano Paz

31/08/2011 - 00h28

A indigitada publicação não flerta com o crime,
ela vive em alegre concubinato com o crime,
e continua semanalmente parindo atentados contra a ordem e o estado de direito.
Até quando?
Onde está o dedo da Justiça?
Não existe um promotor de justiça com culhões para enquadrar estes criminosos?
E o ministro da Justiça, tá esperando o que? Que o povo, a turba, faça o seu trabalho?
E as estatais federais vão continuar pagando publicidade para sustentar estes criminosos?

Responder

João PR

30/08/2011 - 23h20

Veja, não dá para ler!!

Veja, jornalismo de esgoto!

Veja, podridão em forma de revista

Por estas e por outras, não assino, e jamais assinarei qualquer revista do Grupo Abril.

Responder

Sérgio

30/08/2011 - 22h35

Parábens ao deputado, infelizmente, são poucos os políticos com coragem de enfrentar a máfia midiática.
Enquanto isso, os que se auto-denominam "mídia", cospem na democria brasileira.

Responder

FrancoAtirador

30/08/2011 - 21h12

.
.
O problema maior é que são poucos os políticos
que não levam alguma vantagem, direta ou indiretamente,
dos órgãos da mídia oligárquica familiar mercantil.

Como disse o JORNALISTA LEANDRO FORTES, no #2BlogProg:

"A maioria dos políticos quer mesmo é aparecer no Jornal Nacional
e dar entrevistas nas páginas amarelas da Veja"

Só a massa na rua fará mudar esse estado de coisas.
.
.

Responder

Leonardo Ferreira

30/08/2011 - 19h29

A Veja não está só nesta empreitada. Ela vai continuar fazendo amesma coisa. Tem apoio da oposição e dos donos das comunicações. Ela publica a farça e os colunista de plantão trata de repercutir o assunto
como verdadeiro.

Responder

Silvio I

30/08/2011 - 18h11

Azenha:
As varas da justiça a esta hora já fecharão, alguém me pode informar se José Dirceu, entrou na justiça contra a Veja, como tinha falado?

Responder

Mauro Silva

30/08/2011 - 17h01

Caro Azenha
O Ilustre Deputado deveria cobrar do Governo Federal por que gasta-se uma fortuna do erário, sem licitação, em propagandas numa revista que pratica crimes?
Por que o Governo Federal autoriza que as estatais federais, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Petrobras etc, gastam uma fortuna em propaganda numa revista que pratica crimes?

Responder

Cristiana Castro

30/08/2011 - 16h53

Pois é, Ricardão; só que tem o seguinte, se a espionagem da Veja não é crime, então o alvejamento da RPC, tb não é.

Responder

RicardãoCarioca

30/08/2011 - 16h24

Ok, vários discursos. Mas e aí? Qual é a ação prática do Dirceu, do PT, do Zé Cardoso e da PF? Estão esperando aparecer no JN para que os crimes da Veja 'venham à existência'? Porque é isso o que parece: Se não passa no JN, não existe! Cadê as ações práticas???

Responder

    Vinícius

    30/08/2011 - 17h08

    concordo. Já estou ficando nervoso, mas logo mais estarei bocejando.

    Nesse meio tempo, no reddit "estão" tentando levantar a notícia pra ver se reverbera internacionalmente… é muito rápido pra se registrar, acho que vale atentativa.
    Acessem por aqui: http://redd.it/jxuy2

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