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Cartas de Minas

Promotora diz que o que faz na vida privada não interessa a ninguém

08 de fevereiro de 2013 às 18h06

por Conceição Lemes

Na terça-feira 5, o Ministério Público Estadual de São Paulo (MPE-SP) denunciou 72 estudantes e funcionários da USP por formação de quadrilha, posse de explosivos, danos ao patrimônio público, desobediência e crime ambiental por pichação devido a ocupação da reitoria, em novembro de 2011. A autora de denúncia é a promotora Eliana Passarelli, que em declarações à imprensa chamou os estudantes de bandidos e criminosos.

Ontem, recebemos de Stanley Burburinho um e-mail, dizendo que a promotora que condenou os alunos da USP por formação de quadrilha não gosta de Lula, Dilma, Dirceu e o PT. Em anexo, um arquivo com imagens de tweets e retweets de @ElianaPassareli (abaixo algumas) e respectivos links, para comprovar que não era montagem. Rei Lux (@rei_lux) foi quem os descobriu e mandou para Burburinho.

O Viomundo contatou a assessoria de imprensa do MP, para saber se o perfil do twitter era mesmo da promotora e enviou, por e-mail,  algumas dessas imagens.

Resposta: “Conversei com a dra. Eliana Passarelli e ela me disse que não tem perfil no twitter nem no Facebook”.

Aprofundada a busca, descobrimos um perfil no Facebook em nome da mesma pessoa.  Cotejamos as fotos exibidas no twitter e no Facebook com outras da promotora Eliana Passarelli que aparecem publicadas em entrevistas dadas à mídia.

Liguei então para o celular da promotora Eliana Passarelli, do MPE-SP, para perguntar-lhe  diretamente se o perfil no twitter era ou não dela. A dra. Eliana disse que o que faz na vida privada não interessa a ninguém e que não tinha de dar explicações sobre ela. E desligou.

Hoje, o perfil de Eliana Passarelli promotora (@ElianePassareli) foi retirado do ar. No Facebook, uma seguidora lamenta.

 

PS do Viomundo: Depois de postada a reportagem, recebemos de Rei Lux e Stanley Burburinho o link de um vídeo no You Tube. É um trecho do programa de Sônia Abrão, na RedeTV, onde a promotora Eliana Passarelli confirma que o perfil dela no twitter é @ElianaPassareli (com um l só).

Leia também:

Pela retirada imediata da denúncia do MP: Nota e abaixo-assinado

Em defesa dos 72 alunos processados pela ocupação da reitoria da USP

DCE da USP repudia denúncia do MP: “Ataque ao movimento estudantil”

 

 

169 Comentários escrever comentário »

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OS 72 DA USP: DENÚNCIA DA PROMOTORA DIREITISTA É INEPTA | Náufrago da Utopia

01/11/2014 - 22h44

[…] o vetusto  Estadão  admite (ver aqui) ser inepta a denúncia de uma promotora direitista (ver aqui) contra 72 estudantes, professores e funcionários que honraram as tradições da Universidade de […]

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Rodrigo

06/07/2013 - 23h23

Boa tarde:

Gente ‘famosa’ assim sempre é polêmico… ainda mais “políticos” (ou pessoas ligadas ao DIREITO)!
A vejo no tal programa sensacionalista e acho o que diz a pura verdade; entendo a razão dela em ser discreta – parece que foi agradida por policiais há algum tempo e xingada.
Gente nesse ramo deve se resguardar até por segurança…
Conheço uma pessoa que trabalha nessa área que MUDA DE AMBIENTE DE TRABALHO CONSTANTEMENTE!
Outra coisa: como esta não tem (e parece nunca ter tido) PERFIS EM REDES SOCIAIS (alias isso é perda de tempo… e carência!), muitos criam PERFIS FALSOS – uma vez o CAUÃ REYMOND disse que NÃO SABIA QUE TINHA UM PERFIL COM NOME DELE; alguém criou se fazendo pessar por tal.
E como os PAPARAZZI no Brasil são chatos mesmo_se expor o menos possível (em redes sociais/sites).

Valeu,
Rodrigo

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Armando do Prado

09/06/2013 - 18h07

Com essa cara horrorosa só poderia mesmo beijar o cão. Além disso, como classe mérdia, é fascista, violenta e ignorante.

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Wildner Arcanjo

28/02/2013 - 08h32

É a cara da riqueza da nossa Zelite Brazileira!

Responder

TIAGO PT

27/02/2013 - 17h46

Esse Burburinho!!!!

Se ferrou em dra??? pensou que ia passar assim?

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Cancão de Fogo

19/02/2013 - 21h03

Além de reacionária, elitista, saudosa da ditadura, a mulherzinha é mal educada e não assume sua identidade! Que coisa feia, Doutora!

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Fatima Sousa

17/02/2013 - 20h36

Os cães ladram e a caravana passa…. ou mais atual: “a elite se rasga e o PT manda ver” kkkkkkk

Responder

Oliveira

17/02/2013 - 18h44

Não vi nada relevante nesta matéria, além de não ter objetividade alguma.
Primeiro, começam falando das delclarações da promotora sobre os estudantes da USP e depois começam a falar das declarações dela sobre políticos Petistas.
Conclusão: Na verdade, o autor da postagem quis somente tentar desqualificar a imagem e o posicionamento de um membro do Ministério Público apenas porque esse membro não simpatiza com os políticos do PT. Porém, vale lembrar ao autor da postagem, que todo cidadão tem direito a opinião, INCLUSIVE, a tal promotora em questão.

Responder

Nigro

17/02/2013 - 08h16

Ocupação de imóveis e destruição de bens é crime sim. praticadopor quem quer que seja. É a lei. São sim moleques desmiolados e baderneiros.
Quanto ao perfil do facebook a meu ver ela tem o direito de ter a posição que quiser. No caso, por sua posição eu tomaria mais cuidado em me expor, contudo.

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    José Reinaldo Rosado

    17/02/2013 - 15h46

    Uma pessoa do judiciário defender a ditadura? Pelo jeito vc seria advogado do Hitler ( se fosse contemporâneo) e defenderia a posição do mesmo de eliminação dos judeus.

    Nigro

    20/02/2013 - 07h15

    Sim ela tem esse direito. Se nao gosta nao leia.

PedroAurelioZabaleta

16/02/2013 - 12h35

O Judiciário é, de longe, o pior dos três poderes de nossa República, já não há dúvidas. É um freio-de-mão puxado que impede o avanço de nossa principiante democracia. O Executivo e o Legislativo são atacados, em tentativas desmoralizantes, todos os dias pela mídia corporativa. Por que? Porque lá estão os que foram eleitos pelo voto. No Judiciário não há eleitos. E o judiciário jamais é atacado pela mídia corporativa, nem pela “direitona”. É na caixa preta do Judiciário que a “direitona” se garante. Ali está o poder, que não é exercido em nome do povo, nem pelo povo, nem para o povo.
A questão é: como reformar o Judiciário?
Urge!

Responder

Reinaldo César Zanardi

16/02/2013 - 11h11

Quem controla o Ministério Público? As manifestações pessoais de promotores, e por que não juízes, devem ser limitadas para o bem da justiça?

Responder

Cristina

15/02/2013 - 17h36

Ficar falando do quanto a promotora é em sua aparência não resolverá o problema.Argumentos nessa hora são imprescindíveis. A Promotora talvez tenha algum motivo para tomar essas decisões que nem de longe condizem com aquela mulher que lutou na tv pela justiça no caso Isabela Nardone, Caso Elisa Samudio, Eloá,etc.
Hoje ela disse no Programa A Tarde é sua que seu Twitter está rastreado e os que a injuriaram vão ser pegos.
Se isso acontecer será inovador no Brasil.

Responder

H. Back™

15/02/2013 - 16h10

Agora ela está fazendo na vida pública o que faz na privada.

Responder

Guanabara

15/02/2013 - 11h53

É esse o nível dos profissionais de direito desse país? É isso que sai das faculdades de Direito, DIREITO!, do país? Quanto que é mesmo o salário dela como funcionária pública? Quero meu imposto de volta.

Responder

Zé das Couves

14/02/2013 - 19h21

Gente!!!!
Ela é a cara daquela bruxa do mar do desenho da pequena sereia.

Responder

Zamora

13/02/2013 - 15h05

Não interessa desde que seja necessariamente na privada…

Responder

henrique de oliveira

13/02/2013 - 13h25

Não é por nada não , mas com essa cara essa “promotora” deve ter ódio da propria vida.

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Urbano

12/02/2013 - 13h22

Da vida privada não, mas da vida de agente público sim, e muito. Portanto, é de bom gênio preservar da melhor forma possível essa posição que exerce.

Responder

Carlos J. R. Araújo

12/02/2013 - 13h03

Azenha: ampliei a imagem do vídeo e fiquei espantado. E me espantei com a imagem da criatura, os gestos, o olhar, o balançar nervoso da perna. O semblante, então, meu Deus, a gente não sabe se ri ou chora. É este tipo de personagem que “defende” a sociedade? Pensei, de imediato, no Gunther Grass que, no seu livro de memórias, diz: “confesso, sou hóspede involuntário de um hospício”.

Tenho uma certeza, fruto de uma constatação pessoal: a quase totalidade dos personagens dos MPs da vida é de classe média e, como não poderia deixar de ser, todos ou quase todos são reacionários. Um perigo social, disfarçado, enrustido e que, aqui e ali, não consegue manter o disfarce. E o reacionarismo da criatura é tão forte que conseguiu patrocinar aquela esdruxularia processual. E o twitter, então…

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Narr

12/02/2013 - 00h07

O que a Promotora teria que fazer é apresentar provas, se houver. Xaso contrário, seja ela de extrema-direita ou da extremíssima-direita, tanto faz, o Tribunal vai absolver.

Responder

JOSUE

11/02/2013 - 20h44

ESSA SENHORA NÃO MERECE NEM COMENTÁRIOS.

Responder

Fernando Luis

11/02/2013 - 18h47

Essa senhora representa um poder, o judiciário. Como é que ela fica fazendo (pré)conceitos sobre partidos e pessoas se ela pode julgar processos contra quem ela destrata? Qual a sua imparcialidade na interpretação da lei? Deveria sofrer um processo administativo do Conselho Nacional de Justiça – CNJ, para aprender a não misturar as esferas publica e privada.

Responder

Maria Rita

11/02/2013 - 17h18

É mais uma oportunista que quer se oferecer à mídia, se possível a global.

Responder

Caracol

11/02/2013 - 17h03

Acho que não li direito.
A promotora disse que “o que faz na sua vida privada não interessa a ninguém” ou o que ela disse é que “o que faz na privada de sua vida não interessa a ninguém”?

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Luís Carlos

11/02/2013 - 13h52

Mais uma que foi desmascarada sobre sua “imparcialidade”. E agora?!? O Conselho Nacional do Minsitério Público vai fazer alguma coisa???

Responder

milton schelb filho

11/02/2013 - 13h28

Obrigado pela retificação. Assim funciona a liberdade de comunicação.

Responder

milton schelb filho

11/02/2013 - 13h24

Melhor se me fosse indicado onde falta moderação. Estou sendo censurado pela promotora?

Responder

milton schelb filho

11/02/2013 - 13h20

O diálogo que se faz por esta via é o melhor sinal de que nesta “demo-
cracia” entre aspas e relativa, alguma coisa há para salvar. A promotora que se cuide com suas besteiras. Liberdade para falar ela a tem, mas aguente o revide. Viva a classe trabalhadora, a única que realmente produz.

Responder

Antonio

11/02/2013 - 13h12

A sra. Promotora evidencia que a Ditadura no Brasil ainda não acabou, segue arraigada em muitas cabeças!

Responder

Julio Silveira

11/02/2013 - 10h45

Como promotora disse uma grande bobagem.

Responder

Mino Carta: Nada assusta mais a direita do que a tentativa de demolir a senzala « Viomundo – O que você não vê na mídia

11/02/2013 - 10h20

[…] Promotora diz que o que faz na vida privada não interessa a ninguém […]

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Eduardo Raio X

10/02/2013 - 23h46

Essa senhora fala do pessoal que lutou contra a ditadura militar, e sempre aponta seu dedo para o pessoal do PT, porque ela não aponta para a turma que esta também no PSDB? Lá existe alguns que participou ativamente, inclusive nos comandos de ações táticas das frentes guerrilheiras. Quando ela vai a TV, principalmente na rede TV sempre ataca alguma coisa do governo federal! Ela tem sim todo direito de fazer de sua vida particular o que quiser, inclusive apoiar outra ditadura, exílio, censura, cassações, tortura,execuções, injustiças, subdesenvolvimento, pobreza, subalternidade aos prazeres internacionais, venda do nosso patrimônio natural a troco de banana e sabe porque ela faz parte da elite que sempre governou o Brasil com desdenho, indiferença,desprezo, pouco caso, soberba e sempre viu nossa sociedade e cultura como inferior, acha nossa gente incapaz de qualquer capacidade de produzir, realizar, desenvolver e progredir. Vive no meio da elite racista, preconceituosa, exclusivista, separatista e raivosa. Infelizmente tem pessoas que escuta e aplaude esse tipo de gente que pensa ter uma mente de cultura com um estado de intelectualidade “avançada, moderna e sofisticada”, seguidores do nazismo do passado e do presente alimenta do mesmo ideal de fé e convicção de conceitos “morais”.

Responder

Regina Braga

10/02/2013 - 21h04

Existia duas Elianas…uma com bagagem,com propostas,com argumentos,com ousadia e existe uma outra que Passará.Fico com a Calmon…mulher de classe!

Responder

Rafael

10/02/2013 - 17h55

Promotores e juízes são de direita por uma questão de classe…vcs já viram um pobre passar para em um concurso destes? Muito raro! Já é difícil para uma pessoa mais humilde concluir o ensino superior, quanto mais ter tempo para estudar. O concurso público consagra a chamada “meritocracia”, mas como aferir o mérito em um país tão desigual?

Responder

Hélio Pereira

10/02/2013 - 15h00

Passarelli vem de Passaro e Passaro lembra Tucano,sera por isto que Dona Eliana faz comentários que lembram os “Bicudos”?

Responder

Hélio Pereira

10/02/2013 - 14h55

A vida Privada da Promotora com certeza só diz respeito a ela,
Ora sendo assim a Promotora não deveria ter esta página na Internet se apresentando como “Promotora Eliana Passareli”,pois quem comenta ali se refere a ela pelo cargo que ocupa e ela responde como Promotora,não como uma pessoa comum.
A corregedoria deve investigar esta Promotora,ver se ela vem cumprindo seu horário de Trabalho normal,ou se usa a Internet para Postar comentários durante o expediente,se usa computadores do estado em beneficio próprio,pois se utilizar bens públicos em seu beneficio deve ser punida com os “Rigores da Lei”.
A corregedoria deveria solicitar todos os acessos da Promotora a Internet,feitos em horário de Trabalho e se for o caso,dar lhe uma punição exemplar,caso tenha feito uso de Bens Públicos em proveito próprio.

Responder

Gerson Carneiro

10/02/2013 - 14h29

Como a pessoa pode dizer que o que faz na vida particular não interessa a ninguém se o que ela faz, faz no twitter?

Responder

Fabio Passos

10/02/2013 - 12h45

Evidente que esta promotora da ignorância lê revista veja.
Além de preconceitrosa é inteligente como uma porta. rsrs

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    Miriam

    11/02/2013 - 01h41

    “Inteligente como uma porta giratória.”

Mário SF Alves

10/02/2013 - 12h10

De uma coisa podemos ter certeza: o PT acendeu o fogo. O ar está mais quente e rarefeito; as moléculas da reação dançam sua dança eternamente dúbia, eternamente caótica. A direita, casa grande-BraZil-eterna-senzala, em desespero ante ao poder popular garantido pela nossa ainda frágil e pusilânime Democracia, parte alucinada para o tudo ou nada. Jogo perigoso, casa grande. Jogo perigoso, estás a confiar demais nos ventos do Norte.

Responder

Roberto Weber

10/02/2013 - 11h38

Mas afinal de contas, como é que alguém que posta o que ela postou no FACEBOOK (!!!), quer ter vida privada? Ela precisa saber que NÃO EXISTE privacidade na REDE!

Responder

Jose Mario HRP

10/02/2013 - 10h05

Essa moça é pau mandado do Alckimin, mais uma marionete fazendo seu trabalho nojento.

Responder

luiz pinheiro

09/02/2013 - 23h33

Parabéns à Conceição Lemes, por este grande trabalho jornalístico. Parabéns também à OAB paulista, por esta lista de malfeitores que parece ter sido feita conm muito critério. Mas tem que divulgar mais, eu vivo nos blogs, e ainda me dou ao trabalho de ler a grande imprensa, e só agora tomei conhecimento dessa lista.

Responder

Yacov

09/02/2013 - 23h02

A justiça, e o sistema prisional, são a cara da sociedade que os produziram. Um ET que chegasse agora a SP e visse a ficha dessa juíza, certamente nos acharia criaturas horrorosas…

1 MILHÃO DE VEZES FORA GURGEL !!!!

NO PASSARÁN!! VIVA GENOÍNO!! VIVA ZÈ DIRCEU!! VIVA A LIBERDADE, A DEMOCRACIA E A LEGALIDADE!! VIVA LULA!! VIVA DILMA!! VIVA O PT!! VIVA O BRASIL!! ABAIXO A DITADURA DO STF, MÍDIA E SEUS LACAIOS & ASSECLAS!! CPI DA PRIVATARIA TUCANA, JÁ!! LEI DE MÍDIAS, JÁ!! “O BRASIL PARA TODOS não passa na gLOBo – O que passa na gloBO é um braZil-Zil-Zil para TOLOS”

Responder

Luiz

09/02/2013 - 22h33

Ela se desmoralizou com esse tipo de publicação. Perdeu qualquer credibilidade.

Responder

Gilberto

09/02/2013 - 22h29

FAÇO NA MINHA VIDA PÚBLICA O QUE EU FAÇO NA PRIVADA. (Gen. Lott)

Responder

luiz carlos

09/02/2013 - 20h33

Azenha,
Difícil não concordar com a Dra. Promotora. Realmente, o que se faz na privada não se faz na vida pública.

Responder

sergio m pinto

09/02/2013 - 20h20

De fato, não interessa a ninguém o que a procuradora faz na privada.

Responder

damastor dagobé

09/02/2013 - 17h38

Não é só ela, não é somente o pessoal da área dela (jurídico), – se bem que esses parecem mesmo serem os piores de todos – não são somente os médicos que odeiam pobres, não são somente jornalistas marrons e venais, nem é somente engenheiros que não passam de capatazes do eito onde arrancam o ultimo alento do trabalhador em semiescravidão, ou plenamente escravizado em muitos casos…não, não são somente esses. É tudo que é produzido pelo sistema de ensino dito “superior” em nosso país. Na escola está a o ninho onde se choca o ovo da serpente…uma massa de cretinos que se acham e que estão qualificados a sair por aí fudendo todo mundo.
Por isso alerto sempre. Chegará o dia que teremos nosso Khmer Vermelho, nosso Sendero Luminoso, todos herdeiros da revolução cultural chinesa que passarão pelas armas todos os letrados e sabidos dessa terra. E recomeçara de zero tudo novamente. Longe de mim defender tal “solução” ou achar que é uma boa. Mas que tem neguinho e neguinha pedindo isso, ah isso tem…

Responder

    renato

    09/02/2013 - 19h47

    Não vamos deixar, uma pessoa nefasta azedar nossos
    sonhos de um país melhor.
    Estas pessoas passarão…Mesmo fazendo estragos…
    Mas passarão.
    Felizes daqueles que vivem em harmonia.
    Aí, não chega nem a riqueza nem a pobreza.
    É o lugar de nossos sonhos. Arma poderosa.

    Jaimão

    10/02/2013 - 10h45

    “Estas pessoas passarão…” Tá Renato, estas pessoas passarão, mas outros virão, do mesmo naipe, e assim sucessivamente. Se não arrancar pela raiz a tiririca volta.

    Francisco

    09/02/2013 - 20h51

    Numa coisa concordo com você: é apavorante o que a universidade brasileira tem produzido de cretino.

    Um egoista, um carreirista, um elitista seria visto como um verdadeiro pária na minha época de faculdade.

    O bom era ser generoso, iconoclasta, chinelo de couro, reverenciar o “Brasil profundo”. Contava pontos (até na paquera) ser pela inclusão, pela ascensão do pobre e do marginalizado.

    Será que os cretinos de agora são fruto da cultura MacDonalds ou fruto da universidade privada? Uma escola apta em formar esnobes e inepta em formar prêmios Nobel…

    damastor dagobé

    11/02/2013 - 21h00

    eu acho que é so fruto de escola ruim mesmo..a “educação” que o povo enche a boca pra falar que seria a salvação nacional, a panaceia universal,
    em nosso caso faz parte do problema e nao da solução..

FrancoAtirador

09/02/2013 - 17h23

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Procuradores de manchete

Por Luciano Martins Costa, no Observatório da Imprensa, via Luis Nassif OnLine

Interessante observar como as relações da imprensa brasileira com o Ministério Público, em suas variadas instâncias, podem retratar certas motivações da pauta jornalística.

Na década passada, quando o procurador da República Luiz Francisco de Souza encarnou no ex-secretário geral da Presidência da República Eduardo Jorge Caldas Pereira, amontoando sobre ele acusações de tráfico de influência, os jornais se dividiram entre indícios que prometiam excelentes pautas e a desconfiança de que o procurador exagerava.

Eduardo Jorge acabou apanhado no fogo cruzado de interesses políticos e, mesmo inocentado das acusações, ainda tem sua reputação chamuscada. Luiz Francisco foi posteriormente queimado após denunciar o banqueiro Daniel Dantas.

Induzidos, pela própria natureza de seu trabalho, a atuar eventualmente contra poderes institucionais, em casos que envolvem representantes do Executivo, do Parlamento e até do Judiciário, os paladinos do MP também podem aparecer no noticiário no papel de vilões.

O ex-senador Demóstenes Torres é um caso exemplar dessa dupla possibilidade: sua carreira de procurador foi alavancada pela relação com o bicheiro Carlos Cachoeira e, depois de ser transformado pela imprensa em baluarte da moralidade pública, acabou caindo em desgraça justamente por seus negócios com o bicheiro.

No entanto, é mais comum ver um juiz ou desembargador do que um membro do Ministério Público acusado de falcatruas. Quando exercem seu papel com empenho, a ação desses auxiliares da Justiça ganha destaque na imprensa porque eles encarnam a figura do campeador solitário contra o crime. Realizam, de certa forma, o ideal de origem dos repórteres.

Essa talvez seja a principal causa do perfil radical que apresentam em suas incursões pela mídia: no papel de acusadores, eles encarnam a ponta de lança da Justiça e produzem sempre boas histórias. Se essas pautas vão conduzir a condenações, se serão confirmadas ou desmentidas pela Justiça, pouco importa: para o jornalista, vale a reportagem do dia.

Relação ambígua

Nesta quinta-feira (7/2), representantes do Ministério Público frequentam novamente o noticiário por motivos variados.

O Estado de S. Paulo noticia que a Assembleia Legislativa paulista prepara emenda constitucional para tirar dos promotores a competência para executar investigações, concentrando essa função apenas nas mãos do procurador-geral de Justiça.

A motivação da iniciativa dos deputados não poderia ser mais rasteira: dois promotores, Saad Mazloum e Silvio Marques, acabam de obter uma liminar no processo para cortar o auxílio-moradia dos parlamentares, benefício que custa R$ 2,5 milhões por ano aos cofres do Estado.

Em outra reportagem, os jornais dão repercussão à iniciativa do Ministério Público Estadual de denunciar por formação de quadrilha e outros quatro crimes 55 estudantes, dez professores e doze funcionários da Universidade de São Paulo, envolvidos na ocupação da reitoria, ocorrida em novembro de 2011.

A ação, de iniciativa da promotora Eliana Passarelli, vem sendo criticada até mesmo por estudantes que se opuseram à invasão, segundo a imprensa.

A tendência dos jornais é abrigar a opinião segundo a qual a promotora agiu movida por sentimentos pessoais, criminalizando uma questão que já estava resolvida no âmbito interno da universidade.

De fato, parte dos acusados já havia sido absolvida na semana passada em processo administrativo conduzido por uma comissão de professores da USP.

Ao classificar a ocupação da reitoria de uma iniciativa “burra”, a promotora estaria manifestando sentimento que colocaria em questão seu equilíbrio para analisar o caso.

O exagero de sua ação, de acordo com citações da imprensa, pode ser medido pelas possíveis consequências da denúncia: se condenados, os acusados podem ser presos por até oito anos.

Além disso, advogados ouvidos pelos jornais consideram a denúncia inepta, porque engloba os 72 acusados sob os mesmos crimes, quando a legislação exige que cada conduta deve ser individualizada.

A relação entre representantes do Ministério Público e a imprensa é marcada por uma interessante ambiguidade: promotores são uma fonte certa de bons casos jornalísticos, mas nem sempre as causas que defendem são simpáticas aos padrões dos jornais.

Como o repórter, o procurador ou promotor precisa se destacar em carreira solo, o que muitas vezes produz uma simbiose proveitosa para ambos os lados.

Por isso, se quiser um impulso na carreira com a ajuda da imprensa, o integrante do Ministério Público precisa ler atentamente os editoriais.

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-relacao-da-imprensa-com-o-ministerio-publico

Responder

    renato

    09/02/2013 - 20h16

    Universidade da Vida.
    Aula de Introdução à Jornalismo e Direito.
    Discurso de Final de Curso para Jornalismo.
    Discurso de Formatura para Direito.
    Para Jornalistas e Promotores.
    Futuros donos de Revistas, jornais, radio e TV.
    Futuros advogados, Promotores e juizes.
    Este Relato será apresentado na Universidade
    Do Mercosul a ser Inaugurada em Foz do Iguaçu.

Mário Puzzo

09/02/2013 - 17h16

Engraçado, havia um procurador da republica há uns anos atras que estava no jornal todos os dias com uma nova acusação contra o governo da época. Uma tabelinha impressionante entre procurador, alguns políticos depois condenados e alguns jornalistas. . Depois de 2003 o cara se calou. Emudeceu. Nunca vi ninguém entre os “progressistas” protestando quanto a atuação partidária naquela época. Mas tudo depende se,pre de quem critica e e criticado, nao e mesmo? Gramsci já dizia, nao existe vicio nem virtude, exceto os interesses do novo príncipe, a quem vcs servem bonitinho.

Responder

    PauloH

    09/02/2013 - 20h51

    Você certamente não está se referindo ao Procurador que, no governo de FHC, ficou conhecido como “Engavetador Geral da República”, está? Se não o conhece, procure saber! Procure saber!

    Mário Puzzo

    12/02/2013 - 06h58

    Certamente nao. Ate porque se for engavetador nao pode estar fazendo denuncias todo dia com fins políticos. Quer que eu desenhe?

Pafúncio Brasileiro

09/02/2013 - 16h53

Azenha,
Mais um personagem do MP a enlamear a instituição. Deve ser cria do JôGurgel. Se ela quiser fazer política, que deixe o MP e tente se eleger.
Como pode uma pessoa tão parcial a usar o cargo que tem ?

Responder

PauloH

09/02/2013 - 16h23

O mais grave de tudo isso é uma promotora de justiça -cuja função básica é velar pelo cumprimento e pela aplicação da lei- fazer apologia da ditadura: ou seja, temos aí uma promotora de justiça cujas “idéias privadas” contrariam as cláusulas fundamentais da Constituição. Que beleza, né?

Responder

Sideval Jr.

09/02/2013 - 15h56

E aí, “dotora”, como está sendo provar do próprio veneno?

Responder

Hélio Pereira

09/02/2013 - 15h54

Fiquei chocado com esta Foto,sera que a Sociedade Protetora dos Animais não vai se manifestar?
Sera que ela pelo menos escovou os Dentes,antes de tascar um Beijo,no au- au?

Responder

Hélio Pereira

09/02/2013 - 15h45

Fiquei com pena do Cachorro,que parecia que estava desmaiado!

Responder

Estevão Zanch

09/02/2013 - 15h02

Esse monte de patrulheiros da vida alheia vão acabar descobrindo que a promotora usa roupa de baixo VERMELHA e aí quero ver só…

Responder

leia

09/02/2013 - 14h23

Quando a gente ouve isso de uma mulher, a gente fica mesmo sem esperanca, pois nós mulheres que temos mais sensibilidade que o homem, que temos aquela caracteristica toda especial de mäe, de irmä, de tia, de prima, de avó, deparamos com certo sentimento frio, calculista, preconceituoso, amargo ,vindo de uma mulher que está num cargo para julgar pessoas, entäo nos tráz um sentimento de desamparo perante a lei. Pobre de nós, negros e pobres, näo temos mesmo para onde correr, nem onde se esconder desta gente.
Tenho plena certeza, que entre a palavra de um rico e um pobre, na mäo dela, sem pestenejar, será condenado o pobre, mesmo tendo razäo. È por isso que nossas prisöes estäo cheias de pobres e negros. Isso é Brasil.

Responder

Vixe

09/02/2013 - 13h33

Pois é…
Quando digo que estamos numa “JUDICIODITADURA” me chamam de louco exagerado.
A prova está aí.

Responder

Fabio Passos

09/02/2013 - 13h16

Promotora da estupidez disseminada pelo PiG. rsrs

Responder

ma.rosa

09/02/2013 - 12h53

A “zinha”, ainda diz que o seu perfil é, “famoso” e depois nega que tenha um!!! É muita prepotência!!!! Dá NOJO.

Responder

Kazu

09/02/2013 - 12h47

E as ultra esquerdistas, também atacando o PT achando que vai levar vantagem política. O grupo que se enroscou no enquadramento da promotorazinha são da Conlutas, que agora precisa de toda a solidariedade de todas as esquerdas.

Responder

FrancoAtirador

09/02/2013 - 12h18

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07/02/2013

OS MENINOS DA USP FORAM DENUNCIADOS À JUSTIÇA.
ATÉ QUANDO AINDA PODEREI DIZER QUE ME UFANO DE MEU PAÍS?

Por Hildegard Angel

Quando o Ministério Público brasileiro mostrou sua nova cara, ou melhor, o jovem rosto de seus promotores, alguns até com jeito imberbe, corajosos, intrépidos, sedentos de um país justo e saneado dos aproveitadores, do coronelismo histórico, da história sem fim dos saqueadores aos nossos cofres, ficamos todos felizes.

Era a juventude que, enfim, vinha passar o Brasil a limpo. A primeira leva desses jovens chegou ainda com a herança das informações recebidas em casa ou gravada em sua própria memória das arbitrariedades cometidas pela ditadura, dos estragos promovidos pelo período de trevas em nosso Brasil.

Alguns ainda traziam na mente as cicatrizes deste passado horroroso. Jovens conscientes de nossos horrores, prezavam os ideais libertários, a democracia reconquistada a duras penas.

Mas, entre esses jovens, que já não estão mais tão jovens, também havia aqueles com reacionarismos adormecidos, recolhidos, reservados, calados pelos novos tempos de liberdade.

Com o passar do tempo, e com essa campanha contínua e persistente na mídia, muito bem articulada, contra os governos Lula e o agora governo Dilma, aquele reacionarismo adormecido da direita despertou, saiu do armário, ressuscitou feroz, com toda a volúpia do tempo perdido. Sentindo muita sede e fome.

É um sentimento meu, que a cada dia causa-me mais preocupação.

Não estou identificando ninguém como tal, mas eu estava apenas divagando sobre isso quando, por coincidência, li que a promotora do Ministério Público de São Paulo, Eliana Passarelli, apresentou denúncia à Justiça, acusando os meninos da USP de danos ao patrimônio público, pichação, desobediência judicial e formação de quadrilha. Falo dos 72 estudantes detidos durante a violenta reintegração de posse do prédio da reitoria em 2011.

A promotora Eliana Passarelli, que chamou os meninos da USP de “bandidos”, na Folha de São Paulo, é uma mulher de convicções políticas definidas. Como eu, ela está no Twitter, onde tem uma presença ativa e passa uma boa imagem na apresentação de seu perfil @elianapassareli, com foto fofa, beijando boca-focinho o cachorro de estimação. A promotora gosta de animais, isso inspira simpatia. Assim como a promotora demonstra ser, em vários posts e pelos perfis que segue, uma mulher de princípios morais e de religiosidade, o que inspira respeito.

Mas vejam suas opiniões muito bem registradas em sua TL no Twitter.

No último dia 20 de dezembro, o perfil @elianapassareli “retuitou” o seguinte comentário do perfil @noticiarista, de Sergio Malta Cardoso: “BARBOZA ESTÁ CERTÍSSIMO EM QUERER MUDAR O CRITÉRIO PARA A ESCOLHA DE MINISTROS PARA O STF. VIRA UMA CONFRARIA DO PRESIDENTE.HILÁRIO.”

Um mês depois, em 20 de janeiro, ela deu retuíte à pergunta do perfil @Tom_brz: “Cadê Dilma de gibão de couro pra levantar as vacas morrendo de seca no Nordeste?”.

No mesmo dia, outro retuite seu, do @diario tucano, do PSDB: “Custo da transposição da maior obra do PAC aumentou 80% destaca o Fantástico, que chama o empreendimento de colcha de retalhos”.

Muito ativa no Twitter, em 18 de janeiro, Eliana Passarelli comparou o PT ao PCC num diálogo com o perfil @LeilaDaRolt sobre o jantar dos petistas para levantar recursos para os condenados na ação AP 470. Diz a promotora: “Os irmãos se ajudam como podem! O Pcc também é assim!”.

Ainda no dia 18, ela deu retuíte ao perfil @MosaicoDeLama que classificava o site Brasil247 de “ninho de PeTralhas”.

Há muitos outros posts com teor semelhante, daquela que se apresenta, no Twitter, como a promotora Eliana Passarelli, e que acredito seja.

Expressar opinião não é proibido. É até um mérito. Denota transparência.

Mas quando na opinião expressa por uma promotora pública vem embutida uma dose de radicalismo político e até de aparente preconceito, a ponto de endossar que um site de apoio ao governo seja qualificado de “ninho de PeTralhas” (alusivo aos “Irmãos Metralha”) ou a ponto de ela própria fazer analogia entre petistas e o PCC e de aceitar ironias à presidenta da República pela seca no Nordeste (!), aí as posturas da promotora causam preocupação.

Eu, por exemplo, divirjo da promotora no que se refere aos meninos da USP, à capacidade da presidenta Dilma de ressuscitar vacas na seca e ao apoio financeiro aos condenados na ação AP 470.

Os meninos da USP (a USP do reitor Grandino Rodas, de triste atuação na Comissão dos Desaparecidos Políticos, quando muito se esforçou para manter um véu negro sobre a Ditadura) foram denunciados à Justiça.

Até quando poderei respirar fundo e livremente e dizer que ainda me ufano de meu país? Até quando?

Aqui, humildemente, apelo à promotora Passarelli, pensando nos pais e familiares dos 72 meninos da USP, para que lance um outro olhar, mais ameno, mais compreensivo, mais próximo das emoções complexas da juventude, para com todo aquele episódio, que pode significar apenas uma página virada no passado deles, uma página de arroubo próprio da coragem que a idade inspira, ou pode significar uma sentença que há de lhes marcar para sempre uma vida agora no seu alvorecer. Pense nisso, promotora, lhe peço, pois confio na sua sensibilidade!

Leiam abaixo um post meu de 13 de novembro de 2011:

Por que eu estou com os meninos da USP e não abro
(http://www.hildegardangel.com.br/?p=7374)

http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:FH1ipcsP53cJ:www.hildegardangel.com.br/%3Fp%3D17658+OS+MENINOS+DA+USP+FORAM+DENUNCIADOS+%C3%80+JUSTI%C3%87A.+AT%C3%89+QUANDO+AINDA+PODEREI+DIZER+QUE+ME+UFANO+DE+MEU+PA%C3%8DS%3F&cd=1&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br

Responder

    leia

    09/02/2013 - 16h43

    grande Hilde.

    Antônio

    09/02/2013 - 22h17

    Pobre Hildegard!

ma.rosa

09/02/2013 - 12h11

KKKKK… A CASA CAIU, DRA., A TUA VIDA É PRIVADA, MAS O TEU TELHADO É DE VIDRO, KKKKK. Agora todos nós sabemos dos seus achincalhes contra a vida privada dos outros! Que vergoooonha! Pessoal parábens, bom trabalho de investigação.

Responder

abolicionista

09/02/2013 - 12h08

O que acontece na USP é algo criminoso. É preciso fazer uma auditoria nas contas da universidade. Há fortes evidências de que a verba da universidade está sendo desviada para o bolso dos banqueiros do Santander. Vale lembrar que a USP possui um orçamento de 4 bilhões de reais, que NÃO PASSOU PELA APROVAÇÃO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO. Trata-se de algo inconstitucional, um verdadeiro assalto aos cofres públicos promovido por um reitor colaboracionista que chama o golpe militar de revolução de 64. E nada é feito a respeito? Vergonhoso…

Responder

Gerson Carneiro

09/02/2013 - 12h02

O cão chupando manga é muito mais bonito.

Responder

Regina

09/02/2013 - 11h58

Por que não criminalizar as pessoas que fazem essa apologia à ditadura? NUma escala menor podemos comparar os males da ditadura a um nazismo. Qq pessoa que faça apologia ao nazismo e/ou ao holocausto é veemente criticada. Fazer apologia à ditadura e aos militares da época deveria ter uma equivalência.

Responder

    Mário SF Alves

    09/02/2013 - 15h53

    Se foi nazi, se foi aquela outra coisa também com terminação em “ismo” eu não sei, mas que foi – assim como o Chile – laboratório de teste para “o quase tudo isso”, mais conhecido como neoliberalismo, ah!, sim, estou quase convicto de que foi.

    Regina

    10/02/2013 - 11h03

    Exatamente, Mário SF Alves. A ditadura militar foi sim um laboratório para o neoliberalismo. Ora bolas, se eram os EUA que a patrocinavam, seus totós tinham que fazer o que seus donos mandavam. O teste laboratorial foi nas aparências menos evidente que o do Chile, mas que aconteceu aconteceu. Mas o que eu me refiro é à criminalização à apologia da ditadura. Seria algo mais do que justo, não? Afinal e as barbáries praticadas…Dizer que a ditadura foi boa é afirmar que torturar foi bom! Matar foi bom!

Samuel

09/02/2013 - 11h56

A ação movida pelo MP é ividentemente irregular, cheia de vícios e vai ser anulada por algum advogado competente dentro em breve, isso se o advogado ainda não conseguir comprovar que a promotora incorreu no Artigo 319 do Código Penal (prevaricação), enfim, algum advogado que esclareça melhor os méritos, deméritos e vícios do ato judicial intentado pela promotora. Não é disso que vou tratar aqui.

Contudo, o que eu não entendo é porque alguém que é “anti-PT” iria mover uma ação contra estudantes que com certeza não são – também – simpatizantes do PT. Ao contrário, o movimento estudantil do estado de SP faz notoriamente oposição à esquerda do PT (são do PSOL, PSTU, PCO, etc). O mérito ou demérito dos estudantes nesta posição também não cabe a mim. O que me intriga é: muito embora possa-se provar que a promotora é “anti-PT”, não é possível estabelecer um nexo de causalidade que faça sentido entre isso e a ação movida por ela, tendo em vista que os estudantes provavelmente também o são. Ou seja, que importa se ela é “anti-PT” ou não?

Responder

    Samuel

    09/02/2013 - 11h57

    Teve um “typo” no comentário anterior, onde lê-se “ividentemente”, leia-se: evidentemente.

    Narr

    09/02/2013 - 19h08

    Você pode ser anti-corinthiano porque detesta futebol paulista. Então também é anti-palmeirense, etc. Se a pessoa é anti-petista porque é anti-esquerda (e considera o PT de esquerda), então é compreensível que a antipetista ataque gente do PSOL, do PSTU, etc. Ora, é sabido que para muita gente o PT representa a esquerda, ou seja, o que consideram ser a pior coisa no mundo. Então, com maior razão ainda, atacarão organizações esquerdistas.

    Jotace

    10/02/2013 - 17h06

    Seguramente é o caso, Narr. As justas reinvindicações dos estudantes levaram a mulher da privada a condenar tudo que não se originasse da direita. E o PT, que está no poder, funcionou como o bode expiatório De qualquer forma ela prevaricou ao se mostrar saudosa da ditadura numa atitude covarde de desrespeito à Constituição. Jotace

Jairo Falcucci Beraldo

09/02/2013 - 11h46

O curioso, é que esta distinta fala claramente que odeia Lula, Dilma e o PT, e o atual presidente do STF, fala que votou em Lula, Dilma e no PT. Mas suas ações são identicas. Emporcalham a constituição, substimam a inteligencia alheia e partidarizam suas ações, quando tudo que se pede ao judiciário é I-SEN-ÇÃO! Simples assim!

Responder

Marcius Cortez

09/02/2013 - 11h42

Dra.Eliana: Estou a sua disposição para prestar esclarecimentos sobre os estudantes da usp acusados de formação de quadrilha.Estive na reitoria antes da ação da Tropa de Choque e tanto o prédio quanto as suas instalações estavam preservados. Sou mais uma voz a testemunhar que as contundentes provas contra os estudantes foram plantadas pela polícia. Atenciosamente, Marcius Cortez.

Responder

Mateus Silva Ferreira

09/02/2013 - 11h23

Atenção Sociedade Protetora dos Animais! Aquele pobre cachorro corre perigo!

Responder

Morais

09/02/2013 - 11h22

Se o governo não der uma mexida nestes promotores pelo pais afora não vamos conseguir avançar pois eles estão sempre contra o governo e atrapalhando o desenvolvimento do pais.

Responder

francisco pereira neto

09/02/2013 - 11h11

Ela não é valentona?
Por que não admite que o perfil é dela.
Cara-de-pau!
É por isso que querem censurar a internet.
Para bandidos a usarem dessa forma.
Ou isso não é banditismo?

Responder

Ozzy Gasosa

09/02/2013 - 11h07

Não há o que se estranhar.
A promotoria do Estado de São Paulo é tucana de carteirinha e de plumagem azul e amarela…
Vide a corrupção desenfreada que existe no estado e nada nem sequer é apurado.

Responder

Geysa Guimarães

09/02/2013 - 10h43

Bom dia, Conceição:

Por favor e se possível, acrescente que a mídia não dá espaço ao “passado” do ex-chefe da Casa Civil…..
Também repeti “líder do PSDB” mas acho que é até bom, pra gravar que ele é direita 45.
Abraço.

Responder

Marcelo de Matos

09/02/2013 - 10h41

“o que faz na vida privada não interessa a ninguém.” Não é bem assim, doutora. A senhora sabe disso, tanto que tirou o perfil do ar. José Cretella Júnior, meu professor de Direito Administrativo nos idos de 60, encarece que “a violação dos deveres do funcionário pode ocorrer por faltas cometidas fora do serviço, mas que repercutam sobre a honra e a consideração do agente, a ponto de, por ressonância, refletir-se no prestígio da função pública”. A “falta” da doutora não é grave. Ela padece de um processo de hipertrofia do ego que já acometeu outros agentes da Justiça, como Marco Aurélio Mello e Joaquim Barbosa. É uma síndrome de midiatização da conduta. Os agentes públicos em geral, e os que atuam como auxiliares da Justiça, em especial, devem recalcitrar contra essa tentação. Promotor público tuiteiro, ou habitué de programa policial da televisão, é algo indesejável. A ilustre promotora pode achar que os petistas são canalhas, e nossa elite branca, em sua quase totalidade, concorda com ela. Dispensável, porém, colocar no twitter. Discrição é a palavra.

Responder

Geysa Guimarães

09/02/2013 - 10h35

Alguém precisa informar a dra. Eliana que o senador 300 mil, Aloysio Nunes – líder do PSDB na Casa – foi injustamente esquecido na postagem sobre ex-guerrilheiros.
O atual líder do PSDB no Senado protagonizou o assaltou ao trem pagador Santos-Jundiaí e ao carro forte da Massey Ferguson.´
Talvez a promotora não saiba porque a mídia não dá espaço ao ex-chefe da Casa Civil de Serra e amigo de peito e bolso do Paulo Preto.

Responder

Tarso Freire

09/02/2013 - 10h14

Se sujar os muros da USP é formação de quadrilha, o que será que essa promotora acha dos crimes denunciados na A PRIVATARIA TUCANA, do jornalilsta Amaury Jr.?

Responder

SILVIO

09/02/2013 - 09h40

COITADO DO CACHORRINHO!!!!!

Responder

SILVIO

09/02/2013 - 09h40

às vezes fotos enganam. Pelo visto, é feia pra caramba!!!!

Responder

    Gerson Carneiro

    09/02/2013 - 11h37

    Parece que a foto do facebook te enganou. É feia mesmo.

    Narr

    10/02/2013 - 10h25

    Gerson, você é um cara engraçado e faz muitas observações inteligentes. Mas essa aí é bola fora. Ninguém diz que a Teoria da Relatividade é falsa por que Einstein era feio. Além disso, “acusar” a promotora de ser feia é um tanto machista, não é não? Você não é o único que veio com essa, mas respondo a você porque o companheiro se destaca pela colocações espertas, o que não é o caso no momento. Então, a sugestão de autocrítica é solidária, não me leve a mal.

    renato

    10/02/2013 - 10h41

    A família Monstro vivia como uma típica família trabalhadora de classe média dos subúrbios das grandes cidades, apesar da casa em que moravam se parecer com uma mansão gótica de estilo vitoriano. O chefe da família era Hermam, mas quem tomava as decisões era a esposa MORTÍCIA. HERMAN possui a aparência clássica do monstro de Frankenstein, muito forte e de mentalidade um pouco infantil. Ele trabalhava numa funerária. Assim como MORTÍCIA. o vovô era um vampiro (ele se vestia como o Conde Drácula dos filmes antigos e parecia o CERRA de peruca). O vovô vivia com o casal e as vezes arrumava algum trabalho para ajudar nas despesas. O filho era AÉCIO, um lobisomem mirim ainda na escola. Havia também a adolescente muito bonita Marilyn, sobrinha do casal, a única de aparência humana. Quando ela trazia um pretendente para casa (o que acontecia com frequência), a aparência de MORTÍCIA os fazia fugir. ElA e HERMAM achavam que isso acontecia por ser ela “muito feia”.
    A MORTÍCIA se integrava na comunidade, com os vizinhos tolerando-os em função da sua PROFISSÃO . Mas assustavam todos os que os QUE A viam pela primeira vez.

Magui

09/02/2013 - 09h30

Esta senhora deveria estar onde? Ela se acha acima da LEI! Pensa que é uma justiceira. Mais ela não pensa e nem se acha: tem certeza

Responder

Mr. Chance

09/02/2013 - 08h57

“Promotora diz que o que faz na vida privada não interessa a ninguém”

Verdade; ela pode roubar, matar, incentivar racismo e preconceito que ninguém tem nada com isso… resultado de 20 anos do PSDB no poder que contaminou até quem deveria justamente cuidar da justiça do cidadão e não promover confrontos políticos.

Responder

Gerson Carneiro

09/02/2013 - 06h21

Justiça pressupõe e requer Verdade e Coragem. O resto é Mentira e Covardia.

Responder

    Gerson Carneiro

    09/02/2013 - 06h39

    “A verdade é uma ofensa, mas não um pecado!” Bob Marley

Gerson Carneiro

09/02/2013 - 05h08

Como alguém que mente e se mostra covarde quer prestar serviço de justiça à Sociedade?

Responder

    Gerson Carneiro

    09/02/2013 - 05h25

    Coloquei esse questionamento na caixa de mensagem do MPE-SP no facebook. Com o link desse post. Certamente ela verá.

    Ela exerce função de Servidora Pública e o comportamento dela é passível de questionamento sim. Por qualquer cidadão.

Gerson Carneiro

09/02/2013 - 04h53

Eliane Passareli é promotora sim. De covardia.

Mostrou-se covarde. Primeiramente quis se mostrar valente dizendo que o que faz na vida privada não interessa a ninguém e que não tinha de dar explicações sobre ela. Desligando o telefone em seguida.

Covarde. Prega publicamente uma ideologia mas não tem coragem de assumir quando questionada.

Esse tipo de gente que tem esse comportamento está avacalhando a Justiça. Promove a descrença na Justiça.

Bezerra da Silva define bem essa gente: “com um revólver na mão é um bicho feroz. Sem ele, anda rebolando até muda de voz”.

Responder

Francisco

09/02/2013 - 04h41

PS.

Ela não cometeu crime nenhum, porque ser a favor de ditadura, no Brasil, não é crime, nem garante constrangimento social algum.

Na verdade ser a favor de tortura (arrancar mamilos com alicate, eletrocutar vaginas e pênis, estrupar adolescentes idealistas – tanto do sexo masculino, como do mesmo sexo que a humanista em questão, etc), praticar genocidio contra povos indigenas, enfim, tudo isso, foi autorizado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) ao referendar a Lei da Anistia.

O STF, orgão público brasileiro, que gasta consideravel energia para não se submeter à sensatez das cortes internacionais de direitos humanos.

Às vezes penso que procuro o sentido na vida no lugar errado…

Responder

Francisco

09/02/2013 - 04h30

Considerar que o mais longo periodo democrático do Brasil é pior que o periodo da ditadura militar, dá uma pálida idéia de para quem o PSDB/DEMO faz o seu show…

É aterrorizante imaginar a liberdade de pensamento, de expressão, de associação, de imprensa, de religião, de tudo enfim, que gente da estirpe desta operadora do direito garantiria estando no poder.

É aterrorizante…

Até porque, no Judiciario, ela esta no poder.

Terrivel.

Responder

leia

09/02/2013 - 04h24

Essa dever ser mais uma,daqueles que mamou a vida toda nas tetas do estado. Provavelmente estudou em uma faculdade publica (paga pelo contribuinte) e hoje recebe alto salário e vantangens provenientes dos impostos que pagamos. Toma tento senhora.

Responder

    Chomsky

    09/02/2013 - 12h10

    E trabalha pouco, pode crer.

leia

09/02/2013 - 04h12

Que vergonha , que sadismo, esta senhora deveria ter um pouco de moral, pois recebe vencimentos proveniente dos nossos impostos, e trabalha em defesa de uma menoria. Tem que perder o cargo, e se quiser ser funcionária pública, vai ser datilógrafa.

Responder

João-PR

09/02/2013 - 01h32

Alguém tem que pedir a suspeição dos atos da “promotora”!
E, quem sabe, caberia uma denúncia à Corregedoria do MP? Ou ao CNJ?
So sei de uma coisa: impune essa moça não pode ficar!

Responder

Advogada

08/02/2013 - 23h42

surpresas da web:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u123108.shtml

pesquisem, tem muito mais; ela consta como envolvida em situação que atinge juiz no CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA, porque tem vários crimes de homicídios e ambos combinaram respostas idênticas contra representações que referem atentado programado por policiais militares. Os antecedentes do juiz, amigo dela são ainda mais graves e estão em extenso relatório internacional: http://www.cidh.oas.org/annualrep/2005port/BRASIL.12397port.htm
imagens do mesmo juiz:
http://www.google.com.br/search?q=ronaldo+jo%C3%A3o+roth&hl=pt-BR&tbo=u&tbm=isch&source=univ&sa=X&ei=oqgVUdCdO5Hi9gS8zYHYAQ&sqi=2&ved=0CDgQsAQ&biw=1280&bih=641

Responder

Eduardo Guimarães

08/02/2013 - 23h35

O MP e a Justiça estão tomados pela direita. Difícil vai ser resolver isso.

Responder

    FrancoAtirador

    09/02/2013 - 10h49

    .
    .
    “Bacharéis em Direito” ou “Baixaréis em Direita”?

    A resposta está inscrita na ‘Pirâmide Sócio-Cultural’:

    – Se no conservadorismo me formei, conservador(a) serei.
    .
    .
    24/04/1999

    “ALUNO MEU NÃO FALA, ENQUANTO EU NÃO DER LIBERDADE!”

    “É tudo muito liberal hoje.
    O professor tem um papel fundamental na educação.
    Como professora universitária, o aluno não entra na minha sala na hora que tem vontade, nem sai quando quer, e não fala (SIC!!!) enquanto eu não der liberdade.
    Aluno meu também não entra com traje incompatível na sala.
    Eu não sou obrigada a ver perna de menino, nem sunga, e por aí vai.
    A faculdade em que leciono é de Direito, que é um curso extremamente formal.
    Então, não adianta vir assistir aula de regata e chinelo, que não entra.”

    Promotora Eliana Passarelli, professora de Direito da PUC-SP.

    (Em entrevista a Sérgio Duran, da ARN, em SP; no DGABC)

    (http://www.dgabc.com.br/News/9000026836/usp-estudantes-vao-falar-diz-promotora.aspx)
    .
    .
    31/07/2012

    RODANDO A BOLSA NAS LOJAS DUMONT

    “A pior coisa para quem vai às compras é ser atendida por um gay mal amado, que é muito pior do que por vendedora com TPM.
    Entrei numa loja, disposta gastar uma graninha com bolsas;
    uma delas apresentou pequeno defeito, (a compraria de qualquer forma), mesmo que pudesse trocá-la em uma semana; na verdade, estava riscada.
    Como boa consumidora, pedi um desconto, mas não era necessário, bastaria um sorriso.
    Gil, vendedora equilibrada e solícita, diz que tentaria um desconto com o gerente, o gay mal amado, aguardei… (pois não estava na loja).
    Passados alguns minutos entra o simpático, esbaforido, metido, deselegante, falando alto ao celular, e, ao ser interrompido, em sua conversa, para atender uma pobre mortal, sua vendedora, já alterado falou que o produto estava em promoção;
    portanto, nem um real a menos.
    Mal (sic) gerente, mal (sic) ser humano com sua vendedora (que ganha por comissão), sem noção da importância de seu trabalho, por estar mais preocupado com o telefonema ( absolutamente fora de hora).
    Fez perder a venda, a boa imagem da marca e uma cliente, euzinha!
    Ah, Lojas “Dumont”, com o desconto de um real ou apenas com um sorriso, como já referido, teria levado a bolsa vermelha, no valor de R$ 270, mais um sapatinho básico! Beijos!”

    (http://madcerv.blogspot.com.br/p/eliana-passarelli.html)


    http://madcerv.blogspot.com.br/2012/07/a-pior-coisa-para-quemvai-as-compras-e.html

    Marcelo de Matos

    09/02/2013 - 12h00

    Será que tem solução? Nesse caso, pelo menos, sou pessimista.

Estevão Zanch

08/02/2013 - 23h28

Tem tanto político que faz na vida pública o que faz na privada, porque se preocupar com uma promotora?

Responder

RicardãoCarioca

08/02/2013 - 23h26

E O Goebbles defendendo o seu alidado. Só podia, né?

http://oglobo.globo.com/pais/aliados-de-renan-preparam-retaliacao-procurador-geral-7534598

Texto vergonhoso, recheado de ódio e opiniões editoriais. Aquilo não é jornalismo.

Preferiria passar o dia inteiro limpando potinhos em clínica de análises clínicas a praticar esse tipo de jornalismo.

Responder

    Narr

    09/02/2013 - 09h31

    A matéria de O Globo é sem-vergonha porque em nenhum momento identifica os motivos pelos quais o senador Collor acusa o Gurgel(ou seja, por supostamente ter engavetado as provas contra Demóstenes, por supostamente ter armado licitação para favorecer a multinacional Apple).
    Trata as acusações do senador como mera retaliação, como se o senador não tivesse apresentado nenhum documento para sustentar a acusação, como se tudo não passasse de vingança sórdida e sem fundamento.

Marat

08/02/2013 - 22h39

Há promotores e promotores (sendo que alguns estão mais para promoters…). Só que há os promotores que não promovem a justiça…

Responder

Márcio Gaspar

08/02/2013 - 22h09

Essa é a nossa justiça que, infelizmente, têm em sua maioria uma composição de representantes originados das “elites” conservadoras do Brasil, e carregam para os tribunais e processos que avaliam, todo o seu preconceito(ódio) de classe e a sua formação preconceituosa hereditária.

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Marcos

08/02/2013 - 22h03

O SB parece o Zorro combatendo os poderosos vilões PIG+PSDB+Aliados.

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José X.

08/02/2013 - 22h03

Meu deus do céu, o MP e o judiciário brasileiros estão sendo dominados por monstros!!! E pior, não se pode fazer nada para responsabilizar esses monstros, são intocáveis. Urge fazer uma reforma nesse sistema, estamos DE FATO virando uma ditadura togada.

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Ademir Teixeira Bastos

08/02/2013 - 21h59

Engraçado, à pouco tempo, o CQC, aquele programa da BAND, pegou ,o hoje presidente do supremo, em uma situação particular, em uma casa qualquer, tomando lá seus pileques, e o questionou sobre a sua atuação no supremo,ou sua falta, já que o mesmo estava sob licença medica, e não destravava o STF com o seu voto.
Ele ,truculento ,respondeu… minha vida PRIVADA, não condiz com a cadeira !!!

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sergio m pinto

08/02/2013 - 21h43

Tá mais do que provado qual é o problema do nosso judiciário, de modo geral – a origem. Penso que a grande maioria desse “poder”, que quer voltar a ser o “poder moderador do império”, é proveniente de nossa classe mérdia.

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Smilinguido

08/02/2013 - 21h43

mais uma que faz na vida publica o mesmo que faz na privada…

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Ramalho

08/02/2013 - 21h36

Facebook e twitter são instrumentos que PUBLICAM manifestações. Portanto, a promotora manifestou-se publicamente, sim senhor, embora não profissionalmente. E a promotora, pela função que exerce, é pessoa pública. Então, mesmo que sua manifestação fosse realmente privada, ainda assim, estaria sujeita ao crivo da sociedade.

Presumindo que a Dra. tenha realmente agido na presunção de que o fazia na esfera privada, quando, na realidade, o fez na pública, não há como não lembrar da célebre frase do Barão de Itararé: “faz na vida pública o que faz na privada”.

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jeanette

08/02/2013 - 21h16

Essa aí não é aquela comentarista do programa da Sônia Abrão? Se não é, parece…

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jcm

08/02/2013 - 21h12

Uma promotora dessas acaba com o restinho de respeito que se tem pela Justiça. Parece piada, mas ela é promotora de justiça!!! Valha-me meu padim padi ciço!

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enio

08/02/2013 - 21h02

Se fosse privado deveria tirar a alcunha “promotora”, deixar só o nome e escrever em destaque que trata-se de opinião particular. Como ficou, a própria instituição deve ser questionada. Um dos problemas da nossa sociedade patrimonialista e de origem escravista é que os elementos da elite sempre consideraram que o estado é propriedade deles.

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assalariado.

08/02/2013 - 21h00

Atenção blogosfera, para que tanta surpresa. Esta tribuneira, entre tantas(os), nas casas juridicas, apenas está coerente com seu status social, ideologico, politico e juridico, a qual o Estado burgues reserva para os membros dos tribunais, nos seus três niveis. Para isso são treinados, doutrinados e muito bem pagos, para exercer o seu papel executor, do serviço sujo para a classe dominante, oculta nas letras mortas da constituição.

Não é mera coincidencia, este tipo de juizo, é fato, é ideologico, de quando se trata com os movimentos sociais e seus possiveis defensores. Está cheio de gente na blogosfera “suja” que ainda tem coragem de esperança, acreditar e, ainda escrever, que essse tipo de atuação juridica contra qualquer tipo de reação social contra o sistema só acontece, vez ou outra. Muito pelo contrário, esses atos politicos e tipo de atitude dos tribunais da burguesia tem um perfil, cara e lado. Ou não? Isso mesmo estou afirmando (mais uma vez), que a justiça é um jogo de cartas marcadas, e que isso (é regra, não exceção), nos braços das casas grande juridica.

Dá até para visualizar, de onde partiria/ partirá, um possivel golpe de Estado, visto que, esta na cara e nos atos juridicos que, os tribunais da burguesia levam em suas testas, uma sina, a sina, a qual a nascente democracia brasileira será golpeada, mais uma vez. Reagiremos, não passarão, não passarão, …

Abraços Fraternos.

Responder

Luana

08/02/2013 - 20h48

Isso ajuda a entender muita coisa no MP, principalmente no paulista.

Responder

Helder

08/02/2013 - 20h44

Mais um triste capítulo na história de São Paulo, quer dizer, Tucanistão…

Responder

Terezinha

08/02/2013 - 20h39

Que falta faz Ulisses Guimarães. Que falta faz Raimundo Faoro. Que falta fazem os verdadeiros democratas. Onde estão os intelectuais e os cientistas? Criminalizar o movimento estudantil assim como já tentaram criminalizar o Movimento dos Sem Terra é um absurdo inexplicável. Se alguem souber de algum manifesto publico contra postura tão nazi-fascista, por favor publique que quero assinar e repassar.

Responder

Cibele

08/02/2013 - 20h32

Parabéns ao Viomundo e ao SB!

Responder

abolicionista

08/02/2013 - 20h32

Como alguém tão tacanho ocupa um cargo tão importante? Isso sem falar no nefasto elogio à ditadura.

Responder

doutor natas

08/02/2013 - 20h17

manas e manos,
essa gente nao tem conserto. desde maio de 1888 eles ficaram inconformados com o ato de isabel e no ano seguinte, em 15 de novembro, criaram um mecanismo esquizoide que apelidaram de republica, em que a vida privada e sua relacoes pessoais e materiais sao completamente dissociadas daquilo que fazem quando assumem a “mascara publica”. como tao bem caracterizou aquele meio campista fenomenal, o didi: “facam o que eu digo, nao o que eu faco”. enfim, e especialmente nesta provincia de sao paulo, a republica ainda necessita urgentemente ser implantada, particularmente nesta caixa preta chamada de justica…

Responder

juliani

08/02/2013 - 20h12

Perseguição ideológica, em nível pessoal, por parte dos crentes em políticos(sim, vcs mostram que isto existe). E isto tudo devido à promotora que não segue o mesmo credo de vcs fazer o trabalho que lhe cabe…

Responder

    Paulo Figueira

    08/02/2013 - 23h19

    O que chama a atenção não é a ideologia, é o primarismo e o apreço por ditaduras que volta e meia se manifesta entre membros do judiciário e também do Ministério Público

    leia

    09/02/2013 - 09h41

    No meu entender, um juiz, um promotor, um desembargador, ministro do STF (todos que usam togas ) e julgam ,näo deve ter preferencia política, pois acabam agindo como näo deve. A justica como a religiäo näo deve ter partido político.

    Luciano Bastiani

    09/02/2013 - 21h46

    Caro comentarista:
    os ‘crentes em políticos’, que, sim, existem aos milhões, não estão fazendo nada mais que seus papéis na vida cotidiana.
    Afinal, o sistema é esse e temos mesmo que acreditar em alguém, pois do contrario, pra que eleições, congresso, governos, etc?
    Aproveito para lhe perguntar se existe algo melhor, e também, se existe, porque não é implementado?
    E, no tocante á promotora, afirmo categóricamente que tudo isso se trata de excesso de aparição na mídia.
    Ir no programa da sonia abraão, pra dizer ou fazer o quê?
    Até aparecer em programa policial pra dar parecer sobre caso de estupro, sequestro, assassinato, e outros, vá lá. Mas, na sonia abraão?
    E concluo com aquela batida e manjada mas muito pertinente ” que ela não faça na vida pública o que faz na privada”…

nelton

08/02/2013 - 20h11

O que a constituição de 88 previa como um avanço pelo aprimoramento da democracia e pela busca da cidadania, mostrou-se um monstro. É preciso rever os extraordinários poderes concedidos a instituições como o MP e outras instituições que se transformaram em poderes autônomos, ameaçando os poderes legitimamente constituídos.
A democracia brasileira corre um sério risco com a aliança PIG/polícia/judiciário.
A mídia hoje exibe vários programas policiais que violam direitos (de pobres) individuais e o MP não move uma palha sequer para corrigir as distorções e punir os abusos. Mas, recentemente, vimos o STF editar súmulas contra a chamada espetacularização da ação policial contra ricos.
LULA e DILMA tem uma parcela enorme de responsabilidade sobre essa esdruxularia.
“O povo não quer só comida”.

Responder

Maxwell

08/02/2013 - 20h09

Vejamos o que diz DECRETO Nº 1.171, DE 22 DE JUNHO DE 1994:

CAPÍTULO I

Seção I

Das Regras Deontológicas

VI – A função pública deve ser tida como exercício profissional e, portanto, se integra na vida particular de cada servidor público. Assim, os fatos e atos verificados na conduta do dia-a-dia em sua vida privada poderão acrescer ou diminuir o seu bom conceito na vida funcional.

Portanto promotora, o que você faz na sua vida privada diz respeito sim. E o que você publica nas redes sociais é público.

Responder

Lucas Costa

08/02/2013 - 19h58

Como tem promotor e juiz falando besteira nesse Facebook… Parecem adolescentes!

Responder

JORGE

08/02/2013 - 19h49

Azenha

Continuo acreditando que a ditadura udenomilitar (UDN, ARENA E AFILIADOS DA GLOBO ETC E TAL) não acabou como dizem, de 1964 a 1985.

Explico: a ditadura não fazia concursos públicos limpos, portanto, seus filhos, netos e bisnetos não têm compromisso nenhum com ética, moral e cidadania.

Assim, como dizia o Gonzagão, de PAI PARA FILHO, a ditadura VIROU UM IMENSO CAMALEÃO, hoje encastelado NAS MELHORES POSIÇÕES DO ESTADO BRASILEIRO, como JUDICIÁRIO E MINISTÉRIO PÚBLICO.

Portanto, a ditadura udenomilitar brasileira fez o curso de DIREITO e só não vê quem não quer. As provas são tão fartas que daria pena de CONFISSÃO FICTA À DIREITA BRASILEIRA EM QUALQUER JULGAMENTO ISENTO DA HISTÓRIA.

Um abraço.

Um abraço.

Responder

renato

08/02/2013 - 19h48

Parabéns, Conceição.
Não paro de admira-la.

Responder

renato

08/02/2013 - 19h38

Desculpa gente!
Mas Vejo esta senhora, como um dos ícones
da nossa Justiça. Apareceu como nossa representante
no caso da menina jogada do Prédio pelo pai.
Enfim tenho nela a maior confiança, quando se trata
de Igualdade, Fraternidade e Liberdade.
Se ela tem sua posição politica isto a Democracia
garante!
A Ética e a decência com certeza ela aprendeu na escola
que cursou, e eu acho que foi pública, pois as publicas
são as melhores.
Relacionar partidos políticos com quadrilhas do PCC, que
deveria ser a especialidade de seu domínio profissional.
Não é verdade pois isto não esta estampado em seu rosto.
MAS….MAS….e só MAS.
Se for ela, provavelmente, ela deve estar se achando a
cereja do bolo, ou esta querendo trabalhar em alguma novela
da Globo, depois que de ora em ora aparece na TV.
MAS..MAS…não posso acreditar…Uma Promotora?!
Não, Não…isto é coisa de menininha mimada..Não!?
Distante estaria a cem anos Luz do DR. Francisco Cembranelli.

Responder

    assalariado.

    08/02/2013 - 21h46

    Renato, que ilusão é esta com a turma que atua nas areas jurisdicionais do “Estado de Direito”?

    Então, faça voce mesmo uma pesquisa de opinião, com um tema politico qualquer, descobrirá que, na area juridica do Brasil qual é a verdadeira face politica, do judiciário nacional.

    A hierarquia é essa, são os órgãos judiciários. Supremo Tribunal Federal; Conselho Nacional de Justiça; Superior Tribunal de Justiça; Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais; Tribunais e Juízes do Trabalho; Tribunais e Juízes Eleitorais; Tribunais e Juízes Militares; Tribunais e Juízes dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios.

    Abraços.

Luis

08/02/2013 - 19h35

Ela fere pelo menos 4 dispositivos da Lei Orgânica do MP. Já representei contra ela no site do CNMP. Qualquer cidadão pode fazê-lo.

Responder

lindalva

08/02/2013 - 19h17

Ei… APRIVATARIA !Tucana !!!

Responder

Ed

08/02/2013 - 19h13

Ela pode dizer oque quiser na vida privada dela -incluisve em horario de expediente, isso é democracia ( que a gente não tinha na ditadura que ela defende). Não vamos policia-la.

Mas é vetada de exercer atividade politico partidária, pelo estatuto do MP.

Responder

Fernandes

08/02/2013 - 19h04

Além de reacionária é tosca.

Responder

J Souza

08/02/2013 - 19h00

Como confiar num judiciário que tem gente que pensa mais em promoção pessoal do que em fazer justiça???

Responder

Luiz

08/02/2013 - 18h55

Sobre a sujeira inerente ao sistema judiciário brasileiro, recomendo o link abaixo, Azenha e colegas leitores

http://www.redebrasilatual.com.br/temas/cidadania/2010/11/elites-controlam-o-sistema-judicial-confirma-pesquisa-da-usp

Responder

    renato

    08/02/2013 - 19h45

    Cheira a Golpe, igual ao vizinho ao lado!

Rasec

08/02/2013 - 18h52

Parabéns ao site pela busca!

Responder

Rasec

08/02/2013 - 18h51

Esses promotores de SP, pelo amor de Deus, são caso de polícia.
Fiz pós graduação lá na época da reeleição da Marta! Era porrada todo dia, de todos os professores, com uma única exceção, um professor, que nos revelou em aula que eles têm braços no Judiciário. Pediam pro Judiciário criação de vagas em creche e os juízes davam 15 dias pra que Marta criasse as vagas!!! Quando eram outros prefeitos, o Judiciário dava prazo mais alargado!
E ainda querem ampliar os poderes dessa corja?
E o que dizer daquele Procurador da República que implica com o Enem?
Uma vergonha!

Responder

Panino Manino

08/02/2013 - 18h50

“Caiu” na rede já era, o xml agora é “público”.

Ninguém é obrigado a produzir provas contra si, mas se produziu de espontânea vontade, ai não tem jeito.

Responder

    renato

    08/02/2013 - 19h46

    MAS e daí..e daí..hein…e daí.
    Sou promouter…e daí… hein.
    Humpf…

Neila

08/02/2013 - 18h45

Só que o que ela faz na privada contamina suas decisões na vida pública. Com a palavra o Conselho Nacional do Ministério Público.

Responder

Urbano

08/02/2013 - 18h37

A justiça, de gente desse quilate, está encharcada…

Responder

francisco niterói

08/02/2013 - 18h23

Conceicao, parabens.

Ela diz que o que faz na vida privada nao interessa a ninguem, concordo mas, como ela nao é boba, ela percebeu que uma coisa é a individualidade e outra coisa, muitissimo diferente, é expor publicamente opinioes que transpareçam que vc possui posicoes politicas e, portanto, se afasta da isencao ao propor acoes contra individuos do outro espectro politico.

Foi por isso que ela apagou tudo. Por covardia para nao enfrentar o debate sobre a motivaçao da açao proposta.

Mas é claro que os alunos acusados podem e devem levar estes elementos em conta. E talvez ir ao CNMP para que se verifique que o fato foi feito pela profissional ou pela militante politica. Verificar se foi dever de oficio ou abuso de poder.

Responder

    FrancoAtirador

    09/02/2013 - 18h09

    .
    .
    Acontece, meu caro Francisco Niterói,

    que o Presidente do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP)

    é o Procurador-Geral da República, Roberto (“prevaricador?”) Gurgel,

    que já demonstrou nas eleições passadas, no decorrer do “Mentirão”,

    se não as preferências, as notórias antipatias político-partidárias.

    Daí que teremos de aguardar, pelo menos, até 22 de julho de 2013.

    Isso, se a Presidente Dilma não nomear outro, digamos, de mesma índole.
    .
    .

Leandro Fortes: Todas as fichas na fraqueza do coração alheio « Viomundo – O que você não vê na mídia

08/02/2013 - 18h20

[…] Conceição Lemes: Promotora diz que o que faz na vida privada não interessa a ninguém […]

Responder

Lucas

08/02/2013 - 18h18

quer aparecer, agora aguenta o tranco da vida pública!

Responder

    FrancoAtirador

    09/02/2013 - 11h29

    .
    .
    OS INIMIGOS DO DIREITO DE DEFESA
    .
    .
    11-11-2006
    Correio Forense

    OAB paulista consolida lista com nomes de inimigos da advocacia

    A lista de inimigos da advocacia no Estado de São Paulo, que gerou grande revolta na comunidade jurídica, foi consolidada na sexta-feira (10/11) pela Comissão de Direitos e Prerrogativas da OAB paulista. (http://www.conjur.com.br/2006-nov-10/oab_paulista_consolida_lista_nomes_inimigos)

    São 211 nomes que aparecem na lista (neste número, estão incluídos os reincidentes).

    Na famigerada lista [ou seria na lista de famigerados?], aparecem os nomes de 54 Juízes, 21 Delegados de Polícia, 17 Promotores, 3 Procuradores da República e 11 Policiais Militares, 6 Escrivães.

    Aparece uma Câmara de Vereadores completa, a de Mogi Guaçu, e integrantes avulsos das Câmaras de São Paulo, Mogi Mirim, Campinas e Rancharia.

    Segundo a OAB paulista, caso essas pessoas peçam a inscrição na Ordem para exercer a advocacia, terão o pedido negado.

    Para a presidente em exercício da seccional paulista, Márcia Regina Machado Melaré, a polêmica sobre o cadastro daqueles que não são bem-vindos na Ordem foi causada pelo título dado pela Consultor Jurídico – “lista de inimigos”, e não pela lista em si. (http://www.conjur.com.br/2006-nov-03/oab_sao_paulo_faz_lista_inimigos_advocacia)

    “É um processo legal, disposto em lei, garantido pelo Estatuto da Ordem dos Advogados, conferindo esse direito ao advogado, que preserva o direito do cidadão na busca da ampla defesa.
    Para a advocacia, o impacto da divulgação consolidada dos nomes foi positivo, porque os advogados ansiavam por essa prestação de contas de seu
    órgão de classe.”

    Depois que a ConJur divulgou a lista, no dia 3 de novembro, diversas entidades de classe já se manifestaram contra o cadastro, entre elas a Associação dos Magistrados Brasileiros, a Associação dos Juízes Federais e a Associação Nacional dos Procuradores da República.

    De acordo com a presidente da OAB, Márcia Melaré, todos aqueles inscritos na lista tiveram a oportunidade de se defender, mas muitos preferiram abrir mão desse direito. “Não é um processo de exceção como foi dito. Há observância ao direito de defesa”, explicou a presidente.

    Para ela, o objetivo do cadastro não é promover uma condenação pública, mas reconhecer que determinada pessoa violou as valiosas prerrogativas dos advogados.

    “Por exemplo, se você está numa audiência e o juiz de uma forma arbitrária, ilegal, não dá a palavra ao advogado para produzir a defesa do seu cliente, isso é uma violação às prerrogativas do advogado e um cerceamento do direito de defesa do próprio cidadão.
    Quando esses fatos ocorrem, eles são reportados à OAB, que, por meio da Comissão de Direitos e Prerrogativas, analisa o caso.”

    Veja a lista:

    – Abner de Oliveira, vereador da Câmara Municipal de Mogi Mirim
    – Aciones Diniz, juiz de Direito da 1ª Vara Cível de Limeira
    – Adalberto Guerreiro, funcionário do Cartório da 1ª Vara Cível de Catanduva
    – Adalgisa Lins Dornellas Glerian, juíza substituta da 1ª Vara do Trabalho de São Vicente (à época)
    – Adilson Aparecido Rodrigues Cruz, juiz de Direito da Vara Única de Agudos
    – Adilson Francisco de Assis, policial militar da 1ª CIA do 1º BPMRV
    – Adriane Bandeira, juíza substituta da 2ª Vara Cível de Bebedouro
    – Airton Douglas Honório, delegado de Polícia titular da DIG e São José do Rio Preto
    – Airton Vieira, juiz de Direito da 28ª Vara Criminal da Capital
    – Alan Bazalha Lopes, delegado e diretor da Cadeia Pública de Franca
    – Alcides Marcondes da Veiga Filho, perito judicial de Osasco
    – Aldaiza Sposati, vereador da Câmara Municipal de São Paulo
    – Aldemir Ribeiro Caldas, diretor do Núcleo de Segurança e Disciplina do Centro de Detenção Provisória de Guarulhos II
    (à época)
    – Alessandro Moretti, delegado da Polícia Federal de Araraquara
    – Alessandro Moretti, delegado da Polícia Federal de Araraquara, reincidente
    – Ana Maria Fligerio Molinari, promotora de Justiça de Praia Grande
    – Andréia Paola Nicolau Serpa, juíza da 2ª Vara do Trabalho de Cotia
    – Antonio Domingos Padovan, sargento da 4ª CIA do 10º BPM de Piracicaba
    – Antonio Sérgio de Almeida, perito judicial de Osasco
    – Ariberto Aires Ferreira Lima, secretário municipal da Administração de Itapeva
    – Arildo Pires Costa, escrivão diretor do 2º Ofício Criminal da Comarca de Sorocaba (à época)
    – Arthur de Paula Gonçalves, juiz de Direito da 4ª Vara Cível de Bauru
    – Atis de Araújo Oliveira, juiz de Direito da Comarca de Teodoro Sampaio
    – Atis de Araújo Oliveira, juiz de Direito da Comarca de Teodoro Sampaio (à época), reincidente
    – Atis de Araújo Oliveira, juiz de Direito da Vara Única de Teodoro Sampaio, reincidente
    – Aurea Sueli dos Santos, diretora da 31ª Vara Cível da Capital (à época)
    – Auro Lucas, comandante da 4ª CIA do 18º BPM de São Paulo
    – Carlos Alberto Rodrigues da Silva, escrivão de Polícia da 7ª Delegacia Seccional
    – Carlos Eduardo Borges Fantacini, juiz de Direito da 1ª Vara do Anexo Fiscal de Atibaia
    – Carlos Eduardo Delgado, juiz da 1ª Vara Federal de Sorocaba
    – Carlos Fonseca Monnerat, juiz de Direito da 177ª Zona Eleitoral de São Vicente (à época)
    – Carlos Francisco Signorelli, presidente da Câmara Municipal de Campinas
    – Carlos Henrique Abrahão, juiz de Direito Titular da 42ª Vara Cível de São Paulo
    – Carlos Henrique Garcia Andolfatto, diretor da Secretaria da 2ª Vara do Trabalho de Sorocaba (à época)
    – Carlos Pereira da Silva Junior,. PM da 4ª CIA do 10º BPM de Piracicaba
    – Célia Gilda Titto, juíza da 64ª Vara do Trabalho da Capital
    – Cesar Augusto Fernandes, juiz de Direito da 4ª Vara Cível de São Vicente (à época)
    – Cintia Taffari, juíza da 2ª Vara do Trabalho de Guarulhos (à época)
    – Claudemir Batalini, 9º promotor de Justiça da Comarca de Jundiaí
    – Claudete dos Santos Peiti, policial civil do Deic
    – Cláudia Giglio Veltri Correa, juíza da 1ª Vara de Trabalho de São Carlos
    – Claudia Zerati, juíza da 7ª Vara do Trabalho da Capital
    – Cláudio Antonio Marques da Silva, juiz de Direito auxiliar da 19ª Vara Cível da Capital (à época)
    – Cristiano Canezin Barbosa, juiz de Direito da 1ª vara da Comarca de Pereira Barreto (à época)
    – Dalila Tondi, encarregada técnica da UIP 3 – Febem
    – Daniel Fabretti, juiz do Anexo do JEC na Universidade de Guarulhos
    – Daniel Issler, juiz de Direito da Vara da Infância e Juventude de Guarulhos
    – David Camargo, 2º Tenente do Comando de Policiamento Metropolitano da Polícia Militar de São Paulo (à época)
    – Débora Basso, escrivã de Polícia de Sorocaba
    – Denise Cavalcanti Fortes Martins, juíza de Direito da Vara Distrital de Vargem Grande Paulista
    – Deucélia Gonzales Lecca, investigadora de Polícia de Dracena
    – Dimas Masson, delegado de Polícia Titular do 1º Distrito Policial de Caraguatatuba
    – Edmar Francisco de Oliveira, investigador de Polícia
    – Edmundo Lellis Filho, juiz de Direito da 39ª Vara Cível da Capital (à época)
    – Edmundo Lellis Filho, juiz de Direito da 39ª Vara Cível da Capital (à época), reincidente
    – Eduardo Francisco dos Santos Júnior, promotor de Justiça da 4ª Vara Cível da Comarca de Jales
    – Elaine Omine Pedrico, chefe da Seção de Benefícios do INSS – Agência Sorocaba
    – Elaine Regina Sampaio, funcionária da Previdência Social – agência Ermelino Matarazzo
    – Eli Carrion Frandoling Romã, agente de Fiscalização do Fórum Central
    – ELIANA PASSARELLI, promotora de Justiça do 5º Tribunal do Júri de Pinheiros (à época)
    – Eliani Aparecida da Silva Pedroso, juíza da 1ª Vara do Trabalho de S. B. Campo (à época)
    – Elio Gaspari, jornalista da Folha da Manhã
    – Elvira de Moura Queiroz Neta Souza, funcionária da 2ª Vara de Campos do Jordão
    – Emerenciana Lúcia de Oliveira, diretora do Sindicato dos Trabalhadores Domésticos do Município de São Paulo
    – Erica K. C. Ferreira, funcionária do Sindicato dos Bancários de São Paulo
    – Evaldo Gabriel de Almeida, agente da Polícia Federal de Santos
    – Fabíola de Oliveira Alves, delegada de Polícia do 95º Distrito Policial da Capital (à época)
    – Fernanda de Carvalho Queiroz, juíza de Direito da 4ª Vara Cível de Guarulhos
    – Fernanda de Carvalho Queiroz, juíza de Direito da 4ª Vara Cível de Guarulhos (à época), reincidente
    – Fernanda de Carvalho Queiroz, juíza de Direito da 4ª Vara Cível de Guarulhos (à época), reincidente
    – Fernando Terzidis, delegado de Polícia do 93º DP/SP
    – Flávio Luis Trivella, delegado da Polícia Federal de São Paulo
    – Florentina Maria de Jesus Moraes, conselheira do Conselho Tutelar de Sapopemba
    – Gilmara Aparecida Ferraz Piaia Barcella, funcionária do INSS – Agência de Itu
    – Gilson Barreto, vereador da Câmara Municipal de São Paulo
    – Henrique Rodriguero Clavisio, juiz de Direito da 25ª Vara Cível da Capital (à época)
    – Hudson Leandro Tavares de Souza, soldado da PM
    – Isabel Cristina Maceiras Ferreira, juíza de Direito da 4ª Vara da Comarca de Carapicuíba
    – Isabel Ines Palomo, soldado PM de São Vicente
    – Ivo Manoel Lacava Júnior , vereador da Câmara Municipal de Cafelândia
    – Jader Augusto Pimenta, técnico parlamentar da Câmara Municipal de São Paulo
    – Jamil Luiz Simon, promotor de Justiça da 2ª Vara de Campos do Jordão
    – João Antunes dos Santos Neto, juiz de Direito da 5ª Vara Cível de Santo André
    – João Eduardo Gesuaudi Xavier de Freitas, procurador de Justiça
    – João Geraldo de Faria Galdino, delegado de Polícia da Comarca de Iperó
    – João Scomparin, policial militar da 1ª CIA do 1º BPMRV
    – Joaquim Rodrigues, investigador de Polícia do Garra de Guarulhos
    – Joelson Pereira da Costa, 2º Tenente do 27º Batalhão da Polícia Militar da Capital
    – José Alencar Branbila, agente de Vigilância do Fórum de Itaquera (à época)
    – José Alexandre Pereira, delegado titular da 4ª Delegacia de Polícia de Guarulhos
    – José Antônio da Silva, diretor da 2ª Vara de Campos do Jordão
    – José Aparecido Rabelo, juiz de Direito da 1ª Vara Cível de Caçapava
    – José Cláudio Abrahão Rosa, jiz de Direito da 2ª Vara de Campos do Jordão (à época)
    – José Eduardo Olivé Malhadas, juiz da 2ª Vara do Trabalho de Cubatão
    – José Francisco Dias Gomes, jiz da Vara Distrital de Pirapozinho
    – José Gomes da Silva, esrivão da Delegacia Seccional de Diadema
    – José Marcos Silva, juiz de Direito da Vara do Júri da Comarca de Osasco
    – José Maria das Flores, vereador da Câmara Municipal de Rancharia
    – José Otaviano de Carvalho Prestes, juiz de Direito da 21ª Vara Criminal da Capital (à época)
    – José Roberto Fernandes Miranda, delegado de Polícia da Delegacia de Itaqua
    – José Roberto Leme Alves de Oliveira, juiz corregedor da 1ª Vara Judicial da Comarca de Socorro
    – Josué Vilela Pimentel, juiz da Vara Distrital de Ilha Bela
    – Juvenal José Duarte, juiz de Direito da 3ª Vara da Família e Sucessões do Foro Regional de Santana
    – Larissa Corotta Martins da Silva Scarabelim, juíza da Vara do Trabalho de Santa Bárbara D’Oeste (à época)
    – Leandro César Giora, carcereiro da Cadeia Pública de Franca
    – Leandro da Silva Neves, oficial de Promotoria do MP de Jales
    – Leoneti Maria da Silva, juíza de Direito da 3ª Vara Cível de Barueri
    – Luciana Antunes Ribeiro, juíza de Direito da 2ª Vara de Piracaia
    – Luciana Antunes Ribeiro, juíza substituta da 3ª Vara Criminal de Piracicaba, reincidente
    – Luciana Vieira de Oliveira, PM da 4ª CIA do 10º BPM de Piracicaba
    – Lucila Toledo Pedroso de Barros Padilha, juíza de Direito da 9ª Vara Cível de S. B. Campo (à época)
    – Lucio Pereira de Souza, juiz da 2ª Vara do Trabalho de Santo André (à época), reincidente
    – Lucio Pereira de Souza, juiz da 2ª Vara do Trabalho de S. B. Campo (à época), reincidente
    – Luis Antônio Ramão, delegado de Polícia da Delegacia de Cândido Mota
    – Luis Claudio, tenente da PM de Sorocaba
    – Luis de Paulo Giacoia, agente policial da Delegacia de Polícia de São Manuel
    – Luis Fernando Nishi, juiz de Direito da 10ª Vara da Fazenda Pública da Capital
    – Luiz Angelo D’Amore, investigador de Polícia da Delegacia de Serra Negra
    – Luiz Antonio dos Santos, vereador da Câmara Municipal da Estância Balneária de Ilha Bela
    – Luiz Eduardo Sciuli de Castro, promotor de Justiça da Comarca de Bauru
    – Luiz Evandro Sousa Medeiros, delegado de Polícia da Delegacia de Guarujá
    – Luiz Ricardo Oliveira Leite, investigador de Polícia do 4º Distrito Policial de S. J. dos Campos (à época)
    – Manoel Antônio Ariano, juiz da 74ª Vara do Trabalho da Capital
    – Manoel Torralbo Gimenez Júnior, 2º Promotor de Justiça do Fórum de Itanhaém
    – Marcelo de Rosa Oliveira, 2º Tenente de Infantaria da Aeronautica em São José dos Campos
    – Marcelo Pedroso Goulart, promotor de Justiça da Procuradoria do Meio Ambiente e Infancia e Juventude de Ribeirão
    Preto
    – Marcelo Silva Liger, investigador de Polícia
    – Marcelo Tsuno, juiz de Direito da 7ª Vara Cível de Guarulhos
    – Márcia Blanes, juíza da 1ª Vara de Cotia
    – Márcia Oliveira de Faria, soldado PM do 18º BMP de São Paulo
    – Márcia Pereira Cruz Pavoni, delegada de Polícia do 2º Distrito Policial de Itu
    – Marcos Eduardo Marques, delegado de Polícia da Delegacia de Investigações Gerais de Barretos
    – Marcos Mendes Lyra, promotor de Justiça da Comarca de Barueri
    – Marcus Augustus de Augusto Pulice, juiz de Direito da 2ª Vara Criminal de S. J. Campos
    – Margareth Ferraz França, promotora de Justiça da 1ª Vara Criminal de Guarulhos
    – Margarette F. Correa Barreto Gracio, delegada de Polícia da 1ª Delegacia do ECA
    – Maria Aparecida Albuquerque, gerente do Banco Nossa Caixa S/A
    – Maria Aparecida Rosa Vargas, diretora da 63ª Vara do Trabalho da Capital
    – Maria Cristina Mattioli, juíza da 4ª Vara do Trabalho de Bauru
    – Maria Cristina Simões Amorim, procuradora da República
    – Maria Eugênia Pires, juíza de Direito da 1ª Vara Criminal de Mauá
    – Marta Tereza O. Ayres Cardum, delegada de Polícia de Sorocaba
    – Mauri Angelo Bottezini, juiz de Direito da 31ª Vara Cível da Capital
    – Mauricio Caprioli, gerente do Banco Nossa Caixa S/A
    – Maurício Geraldo da Silva Dantas, diretor presidente do SAAE do Município de Itu
    – Mauro Shiguetoshi Chiyoda, delegado de Polícia de Dracena
    – Melissa Garcia Blagitz, procuradora da República
    – Michel Feres, juiz de Direito do Fórum Distrital de Mairinque (à época)
    – Mitiaky Yamamoto, delegado da Delegacia Seccional de Diadema
    – Moyses Eduardo Ferreira, delegado da Polícia Federal de Santos
    – Myleni Pereira Ramos, juíza da 63ª Vara do Trabalho da Capital
    – Myleni Pereira Ramos, juíza da 63ª Vara do Trabalho da Capital, reincidente
    – Myleni Pereira Ramos, juíza da 63ª Vara do Trabalho da Capital
    – Nanci Nuevo Guedes de Sá, diretora de Divisão do 3º Ofício da Família e Sucessão do Foro Regional de Santana
    – Neide Baptista dos Santos Cruz, escrivã diretora da 7ª Vara Cível de Guarulhos
    – Newton Hugolino Michelazzo, capitão e Presidente do Conselho de Disciplina da Polícia Militar de Taubaté
    – Nicolau Sinisgalli Sobrinho, presidente da CEMTRAN de Tatuí
    – Nidea Rita Sorco, juíza de Direito da 3ª Vara Criminal da Capital
    – Nilo Faria Hellmeister Junior, delegado de Polícia
    – Nilton Santos Oliveira, juiz de Direito da 2ª Vara Cível de Araçatuba
    – Nivaldo Bernardi, delegado da Polícia Federal de São Paulo
    – Odacir Cesário da Silva, delegado de Polícia Titular da Delegacia de Investigações Gerais de Ribeirão Preto
    – Osmarino Leite, vereador da Câmara Municipal de Rancharia
    – Osni Rodrigues de Siqueira, conciliador dos empregados da CINTEC de Jacareí
    – Osvaldo Palocci Júnior, juiz de Direito Titular da 17ª Vara Criminal de São Paulo
    – Patricia Esteves da Silva, juíza da 78ª Vara do Trabalho da Capital
    – Paulo Alexandre Ayres de Camargo, juiz de Direito da Comarca de Mirandópolis (à época)
    – Pedro Ivo Tavares de Carvalho, delegado da Polícia Federal de Araraquara
    – Raquel Maria Leone de Almeida César Barbosa, promotora de Justiça da 3ª Promotoria da Infância e da Juventude da
    Capital
    – Reginaldo Siqueira, juiz de Direito da 5ª Vara Criminal de S. J. do Rio Preto
    – Ricardo Apostólico Silva, juiz da 43ª Vara do Trabalho da Capital
    – Ricardo Bezerra da Silva, investigador de Polícia
    – Ricardo Navarro Soares Cabral, promotor de Justiça Substituto da 3ª Vara de Taubaté
    – Ricardo Piccolomini de Azevedo, co-proprietário e diretor do jornal A Comarca de Mogi Mirim
    – Roberto Aparecido Blanco, juiz substituto da 63ª Vara do Trabalho da Capital (à época)
    – Roberto Aparecido Blanco, juiz substituto da 63ª Vara do Trabalho da Capital (à época)
    – Rodrigo Merli Antunes, promotor de Justiça da Comarca de Eldorado Paulista
    – Rodrigo Merli Antunes, promotor de Justiça da Comarca de Eldorado Paulista, reincidente
    – Rodrigo Moreira Sanchez, delegado de Polícia de Tabarai
    – Rodrigo Oliveira Freitas, investigador de Polícia de Dracena
    – Rodrigo Otávio Haidar Monteiro, delegado de Polícia do 5º DP de Campinas
    – Rogério Lopes de Figueiredo, delegado de Polícia da 7ª Delegacia Seccional
    – Ronaldo Vetorazzi, comandante de Infantaria da Aeronautica em São José dos Campos
    – Rubens Calvo, vereador da Câmara Municipal de São Paulo
    – Sandra Renata Azeredo, encarregada chefe da Cadeia Pública 1 – Pinheiros
    – Sebastião Flávio da Silva Filho, desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo
    – Sérgio Abdalla, delegado titular da Delegacia Seccional de Diadema
    – Sérgio Clementino, promotor de Justiça da Comarca de Santa Fé do Sul
    – Sergio Gardenghi Suiama, procurador da República
    – Sergio Lugão, investigador de Polícia da Delegacia de Guarujá
    – Sérgio Ribas, juiz de Direito da 27ª Vara Criminal de São Paulo
    – Silvana Lousada Lamattina Cecília, juíza da 3ª Vara do Trabalho de Santo André
    – Silvio Marques Neto, desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo
    – Simone Pinto de Freitas, escrivã de Polícia
    – Sugui Kendi, delegado de Polícia do Deic
    – Talma de Oliveira Bauer, chefe de investigação policial
    – Tânia Christina Zotto, assessora econômica do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região
    – Tânia Yuka Karoku, juíza de Direito da 25ª Vara Cível da Capital
    – Thereza Cristina Nahas, juíza da 61ª Vara do Trabalho da Capital
    – Trajano de Oliveira Filho, escrivão de Polícia da Delegacia de Itaporanga
    – Vagner dos Santos Queiroz, promotor de Justiça da Comarca de Osasco
    – Valdir Mendes Moreira, presidente do Conselho Tutelar de Itupeva (à época)
    – Valter da Silva Carvalho, investigador da 4ª Delegacia de Polícia de Guarulhos
    – Vicente Cândido, vereador da Câmara Municipal de São Paulo
    – Vicente Cândido, vereador da Câmara Municipal de São Paulo, reincidente
    – Vinicius Alexandre Marine, delegado de Polícia de Franco da Rocha (à época)
    – Virgilio Antonio Ferraz do Amaral, promotor de Justiça da 4ª Vara do Júri de Penha de França
    – Walter Wells Tompson, diretor da Vara do Trabalho de Santa Bárbara D’Oeste (à época)
    – Wanderlei Burguês, sargento PM de São Vicente
    – Wanderson Aparecido de Souza, vereador da Câmara Municipal de Rancharia
    – Wilson Ricardo Coelho Tafner, promotor de Justiça de Campinas
    – Yin Shin Long, juiz de Direito da 17ª Vara Criminal da Capital (à época)

    http://www.correioforense.com.br/noticia_pdf/id/17476/titulo/OAB_paulista_consolida_lista_com_nomes_de_inimigos_da_advocacia.html

    renato

    09/02/2013 - 20h27

    Franco, você é um prestador de serviços sem igual
    para esta nação.

    Luciano Bastiani

    09/02/2013 - 22h03

    Caraca, e a madame tá no meio da lista.
    Que será que ela fez?
    E o mais esquisito: pra ser promotor tem que ser bacharel de direito, não?
    Ou seja, tá chutando a própria raça….
    É algo como se eu, eletricista, fosse contra o pessoal da eletropaulo…
    É… excesso de exposição na mídia, ninguém me tira da cabeça que é isso!

    ted tarantula

    19/02/2013 - 08h48

    inimigos de advogados??? devem ser as melhores pessoas desse país…

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