VIOMUNDO

Voto eletrônico: Hacker de 19 anos revela no Rio como fraudou eleição

11 de dezembro de 2012 às 19h57

 por Apio Gomes, no portal do PDT, via Amilcar Brunazzo Filho

Um novo caminho para fraudar as eleições informatizadas brasileiras foi apresentado ontem (10/12) para as mais de 100 pessoas que lotaram durante três horas e meia o auditório da Sociedade de Engenheiros e Arquitetos do Rio de Janeiro (SEAERJ), na Rua do Russel n° 1, no decorrer do seminário “A urna eletrônica é confiável?”, promovido pelos institutos de estudos políticos das seções fluminense do Partido da República (PR), o Instituto Republicano; e do Partido Democrático Trabalhista (PDT), a Fundação Leonel Brizola-Alberto Pasqualini.

Acompanhado por um especialista em transmissão de dados, Reinaldo Mendonça, e de um delegado de polícia, Alexandre Neto, um jovem hacker de 19 anos, identificado apenas como Rangel por questões de segurança, mostrou como — através de acesso ilegal e privilegiado à intranet da Justiça Eleitoral no Rio de Janeiro, sob a responsabilidade técnica da empresa Oi – interceptou os dados alimentadores do sistema de totalização e, após o retardo do envio desses dados aos computadores da Justiça Eleitoral, modificou resultados beneficiando candidatos em detrimento de outros – sem nada ser oficialmente detectado.

“A gente entra na rede da Justiça Eleitoral quando os resultados estão sendo transmitidos para a totalização e depois que 50% dos dados já foram transmitidos, atuamos. Modificamos resultados  mesmo quando a totalização está prestes a ser fechada”, explicou Rangel, ao detalhar em linhas gerais como atuava para fraudar resultados.

O depoimento do hacker – disposto a colaborar com as autoridades –  foi chocante até para os palestrantes convidados para o seminário, como a Dra. Maria Aparecida Cortiz, advogada que há dez anos representa o PDT no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para assuntos relacionados à urna eletrônica; o professor da Ciência da Computação da Universidade de Brasília, Pedro Antônio Dourado de Rezende, que estuda as fragilidades do voto eletrônico no Brasil, também há mais de dez anos; e o jornalista Osvaldo Maneschy, coordenador e organizador do livro Burla Eletrônica, escrito em 2002 ao término do primeiro seminário independente sobre o sistema eletrônico de votação em uso no país desde 1996.

Rangel, que está vivendo sob proteção policial e já prestou depoimento na Polícia Federal, declarou aos presentes que não atuava sozinho: fazia parte de pequeno grupo que – através de acessos privilegiados à rede de dados da Oi – alterava votações antes que elas fossem oficialmente computadas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

A fraude, acrescentou, era feita em benefício de políticos com base eleitoral na Região dos Lagos – sendo um dos beneficiários diretos dela, ele o citou explicitamente, o atual presidente da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), o deputado Paulo Melo (PMDB). A deputada Clarissa Garotinho, que  também fazia parte da mesa, depois de dirigir algumas perguntas a Rangel  – afirmou que se informará mais sobre o assunto e não pretende deixar a denúncia de Rangel cair no vazio.

Fernando Peregrino, coordenador do seminário, por sua vez, cobrou providências:

“Um crime grave foi cometido nas eleições municipais deste ano, Rangel o está denunciando com todas as letras –  mas infelizmente até agora a Polícia Federal não tem dado a este caso a importância que ele merece porque  ele atinge a essência da própria democracia no Brasil, o voto dos brasileiros” – argumentou Peregrino.

Por ordem de apresentação, falaram no seminário o presidente da FLB-AP, que fez um histórico do voto no Brasil desde a República Velha até os dias de hoje, passando pela tentativa de fraudar a eleição de Brizola no Rio de Janeiro em 1982 e a informatização total do processo, a partir do recadastramento eleitoral de 1986.

A Dra. Maria Aparecida Cortiz, por sua vez, relatou as dificuldades para fiscalizar o processo eleitoral por conta das barreiras criadas pela própria Justiça Eleitoral; citando, em seguida, casos concretos de fraudes ocorridas em diversas partes do país – todos abafados pela Justiça Eleitoral. Detalhou fatos ocorridos em Londrina (PR), em Guadalupe (PI), na Bahia e no Maranhão, entre outros.

Já o professor Pedro Rezende, especialista em Ciência da Computação, professor de criptografia da Universidade de Brasília (UnB), mostrou o trabalho permanente do TSE em “blindar” as urnas em uso no país, que na opinião deles são 100% seguras. Para Rezende, porém, elas são “ultrapassadas e inseguras”. Ele as comparou com sistemas de outros países, mais confiáveis,  especialmente as urnas eletrônicas de terceira geração usadas em algumas províncias argentinas, que além de imprimirem o voto, ainda registram digitalmente o mesmo voto em um chip embutido na cédula, criando uma dupla segurança.

Encerrando a parte acadêmica do seminário, falou o professor Luiz Felipe, da Coppe da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que em 1992, no segundo Governo Brizola, implantou a Internet no Rio de Janeiro junto com o próprio Fernando Peregrino, que, na época, presidia a Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro (Faperj). Luis Felipe reforçou a idéia de que é necessário aperfeiçoar o sistema eleitoral brasileiro – hoje inseguro, na sua opinião.

O relato de Rangel – precedido pela exposição do especialista em redes de dados, Reinaldo, que mostrou como ocorre a fraude dentro da intranet, que a Justiça Eleitoral garante ser segura e inexpugnável – foi o ponto alto do seminário.

Peregrino informou que o seminário  será transformado em livro e tema de um documentário que com certeza dará origem a outros encontros sobre o mesmo assunto – ano que vem. Disse ainda estar disposto a levar a denuncia de Rangel as últimas conseqüências e já se considerava um militante pela transparência das eleições brasileiras: “Estamos aqui comprometidos com a trasnparência do sistema eletrônico de votação e com a democracia no Brasil”, concluiu. (OM)

Leia também:

Amilcar Brunazo: Nova evidência de que o Brasil está na contramão

Investigação VIOMUNDO

Estamos investigando a hipocrisia de deputados e senadores que dizem uma coisa ao condenar Dilma Rousseff ao impeachment mas fazem outra fora do Parlamento. Hipocrisia, sim, mas também maracutaias que deveriam fazer corar as esposas e filhos aos quais dedicaram seus votos. Muitos destes parlamentares obscuros controlam a mídia local ou regional contra qualquer tipo de investigação e estão fora do radar de jornalistas investigativos que trabalham nos grandes meios. Precisamos de sua ajuda para financiar esta investigação permanente e para manter um banco de dados digital que os eleitores poderão consultar já em 2016. Estamos recebendo dezenas de sugestões, links e documentos pelo [email protected]

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Você acredita em Urna Eletrônica? | Anonymous FUEL

17/06/2016 - 10h56

[…] Hacker de 19 anos revela no Rio como fraudou eleição […]

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Hacker de 19 anos mostrou como fez para fraudar eleições no Rio de JaneiroEG News

26/04/2016 - 16h43

[…] Fonte: Eu Vi o Mundo, Galileu, Youtube, AnonBrasil e outros […]

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LUIS BREN DIAS

01/12/2015 - 00h54

RESPEITEM O POVO CARIOCA
PARA SER RESPEITADO.
A FIM DE QUE SE TENHA CREDIBILIDADE É PRECISO TER AUTORIDADE DEMOCRÁTICA
E NÃO SER CONIVENTE COM A DITADURA.
É LÓGICO QUE AS FALHAS E INSEGURANÇA NO PROCESSO EXISTEM.
MAS, A CRITICA VAI AO PRÓPRIO SITE QUE PARECE
DESCONHECER O MUNDO JURÍDICO E O QUE É SER CONIVENTE COM A DITADURA.
NÓS CARIOCAS SOMOS CARIOCAS.
ESSA BLASFÊMIA ANTAGÔNICA AO GENTÍLICO CARIOCA
PERTENCE A DITADURA DE 1974/1975 QUE O PDT É OMISSO ATÉ HOJE.
UM PRESIDENTE DE PARTIDO TORCEDOR DE TIME DE FUTEBOL
QUERER TAXAR O POVO CARIOCA DE OUTRO NOME GENTÍLICO É UMA VERGONHA.
UM DETALHE, TANTO CAMPOS E MACAÉ PERTENCIAM AO ESPIRITO SANTO,
AS TERRAS FORAM COMPRADAS PELO RIO DE JANEIRO.
O NOME RIO DE JANEIRO PERTENCE AO CARIOCA FOI DESCOBERTO NAS ENSEADAS DA GLÓRIA, FLAMENGO BOTAFOGO E URCA E NÃO NO INTERIOR.
SEGUE A CARTA CARIOCA ABAIXO.

CARTA CARIOCA

EM DEFESA DO POVO CARIOCA CONTRA A TIRANIA.

EM DEFESA DA MORALIDADE; DA LEGALIDADE E DO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO.
O NOME RIO DE JANEIRO PERTENCE AO CARIOCA DESDE A SUA ORIGEM, A PARTIR DE 1497, 1502
E, EM 1503 CONSAGRA-SE A DATA DO BATISMO.
EM 1497 NOSSA HISTÓRIA É DEFINIDA PELO MAIOR NAVEGADOR, O ITALIANO AMÉRICO VESPÚCIO, QUE SABEDOR DAS TERRAS DO ATLÂNTICO, ENTREGA OS PLANOS DA VIAJEM A CONQUISTÁ-LAS PELA COROA PORTUGUESA, QUE ENTREGA O COMANDO A GASPAR LEMOS. EM 1501 CHEGA A BAÍA DE GUANABARA (Guanabara nome indígena significa enseada do mar (ou rio e mar) – hoje as enseadas do Flamengo e Botafogo), E, PRECISAMENTE EM 01 DE JANEIRO DE 1502 OS PORTUGUESES ENTRAM NA BAÍA DE GUANABARA E BATIZAM A TERRA DE RIO DE JANEIRO. E, EM 1503 PASSAMOS A SER CHAMADOS DE CARIOCAS, QUANDO AO SUBIR A MONTANHA PELOS FUTUROS BAIRROS DE BOTAFOGO, FLAMENGO E SANTA TERESA, SEGUINDO O CAMINHO DO RIO QUE SERIA DENOMINADO DE CARIOCA, OS PORTUGUESES CONSTROEM UMA BENFEITORIA (CASA) E PASSAM A SER RECONHECIDOS E DENOMINADOS PELOS ÍNDIOS DE “CARIOCA” (casa de branco). ASSIM, NASCE O PRINCIPAL NOME GENTÍLICO DA HISTÓRIA, FRUTO DA MAIOR POPULAÇÃO INDÍGENA. DESSA FORMA O NOME RIO DE JANEIRO PASSOU A PERTENCER AO CARIOCA. A MONARQUIA PARA ABRIGAR A CAPITAL Monárquica SEPAROU A PROVÍNCIA CARIOCA DE FORMA CONFUSA E TAMBÉM DE FORMA EQUIVOCADA, SEM PLEBISCITO A DITADURA REUNIFICOU AS TERRAS CARIOCAS DE FORMA INCONSTITUCIONAL ATRAVÉS DA LEI COMPLEMENTAR nº 20, de 01 de julho de 1974. ASSIM, RASGANDO CLÁUSULA PÉTREA DA CONSTITUIÇÃO DE 1946(artigo 2°), A QUAL VOLTOU A SER INSERIDA EM 1988(artigo 18°). SEPARADOS OU NÃO, O NOME RIO DE JANEIRO PERTENCE AOS CARIOCAS. O OUTRO NOME FLUMINENSE PERTENCE A UMA DERIVAÇÃO LATINA, PRÓPRIA AOS DITADORES, PERSEGUIDORES, AOS QUE VERBERAM COMO INIMIGOS DOS CARIOCAS, QUE SE APROVEITAM DOS ATOS SANGRENTO DO REGIME DE EXCEÇÃO. A VOZ DO POVO É CARIOCA. BOA PARTE DOS NOMES DAS NOSSAS CIDADES, MUNICÍPIOS CARIOCAS, RIOS, LOCAIS, PRAIAS E BAIRROS SÃO CARIOCAS, VEJA; Carioca; Guanabara, Ipanema, Guaratiba, Paquetá, Turiaçu, Joá, Cacuia, N. Iguaçu, Sepetiba Tijuca, Paranapuã, Campos dos Goytacazes; Itaperuna; Cambuci, Itaocara; Nova Iguaçu; Mangaratiba, Parati, Pirai, Ibicuí, B. de Itabapoana, Macaé; Mangaratiba; Italva; Tanguá; Japeri; Miracema; Magé; Niterói; Sepetiba; Itaguaí; Marica; Andaraí, Inhaúma, Itacuruçá, Pavuna, Grajaú, Jacarepaguá, Grumari, Cachambi, Irajá, Itanhangá, Taquara, Catumbi, Curicica, Humaitá, Maracanã, etc … . Quase todos os nomes são indígenas nesse Estado. SEM A MANIFESTAÇÃO DO POVO (PLEBISCITO) NÃO SE PODE IMPUTAR UM NOME GENTÍLICO AO OUTREM (PESSOA). Diga-se de passagem boa parte dos estados no país são oriundos de nomes indígenas( Paraíba; Paraná; Amazonas; Pará; Amapá; Ceará; Piauí; Goiás; Tocantins; Acre; Maranhão; Pernambuco; Roraima; Sergipe e etc..
ABAIXO A TIRANIA.
DEFENDER O DIREITO, O ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO, O NOME GENTÍLICO E A HISTÓRIA É UMA OBRIGAÇÃO DE TODOS. O RESTO É POR CONTA DOS DITADORES, CÚMPLICES E OMISSOS QUE SE APROVEITAM DOS ATOS DA FORÇA SANGRENTA. O ESTADO DO RIO DE JANEIRO É CARIOCA ATÉ QUE SE FAÇA UM PLEBISCITO. SOMOS CARIOCAS DESDE 1497. CONSTITUIÇÃO 1946. Artigo 2 – Os Estados podem incorporar-se entre si, subdividir-se ou desmembrar-se para se anexarem a outros ou formarem novos Estados, mediante voto das respectivas Assembleias Legislativas, plebiscito das populações diretamente interessadas e aprovação do Congresso Nacional. CONSTITUIÇÃO 1988. Artigo 18 – A organização político-administrativa da República Federativa do Brasil compreende a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, todos autônomos, nos termos desta Constituição. § 2º – Os Territórios Federais integram a União, e sua criação, transformação em Estado ou reintegração ao Estado de origem serão reguladas em lei complementar. § 3º – Os Estados podem incorporar-se entre si, subdividir-se ou desmembrar-se para se anexarem a outros, ou formarem novos Estados ou Territórios Federais, mediante aprovação da população diretamente interessada, através de plebiscito, e do Congresso Nacional, por lei complementar. § 4º A criação, a incorporação, a fusão e o desmembramento de Municípios, far-se-ão por lei estadual, dentro do período determinado por Lei Complementar Federal, e dependerão de consulta prévia, mediante plebiscito, às populações dos Municípios envolvidos, após divulgação dos Estudos de Viabilidade Municipal, apresentados e publicados na forma da lei. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 15, de 1996) Vide art. 96 – ADCT.
SEÇÕES ELEITORAIS CARIOCAS. PARTIDOS CARIOCAS, DIRETÓRIOS REGIONAIS,
REFORMA POLÍTICA E AUTONOMIA DE ESTADO

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Jatiniel

30/09/2015 - 10h23

Hacker só tem acesso a dados se estes dados estão em rede, o hacker pode até manipular os dados trafegados na rede mas os originais eles não conseguem ter acesso, aí fica a prova, é só comparar os dados originais com os transmitidos.

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Voto eletrônico, um voto inseguro?

24/11/2014 - 11h13

[…] 2012, o blog Vi o Mundo repercutia material publicado no portal do PDT em que se denunciava a manipulação de dados do […]

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Lourenço Maciel

05/11/2014 - 15h03

Nunca tinha ouvido e lido tanta sandice. A urna eletrônica, sim, é passível de fraude. Mas, porque depois de tantos anos de votação eletrônica os derrotados nunca reclamaram? Onde está a fonte da notícia? Porque outras mídias não falam desse assunto? Mais um mito criado na internet um bando de idiotas que acreditam.

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Santos

31/10/2014 - 14h43

Se a justiça obrigasse o político corrupito adevouver o que robou vender seus bem que não é deles mas do povo e se perdese o direito de ocupar qualquer corgo público e mais fácil um ladrão de galinha ser condenado a prisão do que um político corrupto ser preso a te então eles cheio de saúde quando o bicho pega pra eles adoese a justiça põe no braço leva pra casa e vai desfruta da aposentadoria justiça direito o político e qual quer pessoa tem direitos quando andamos reto saiu da linha perde privilégio

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    jose

    04/11/2014 - 19h53

    Por isso que o PT ganha todas , sem contar com o bolsa esmola

Nilson Vianna

31/10/2014 - 14h36

Em conversa com um amigo meu,(que sabe muito sobre informática)ele me dizia que era muito simples alterar resultados das eleições brasileiras, pois as urnas foram criadas para serem adulteradas. Na época eu não acreditei, mas agora veio a comprovação. Que vergonha, onde vamos parar desse jeito???????

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A armadilha do PT | Canal Morrinhos

30/10/2014 - 23h01

[…] Olha essa matéria aqui! […]

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odair alves

28/10/2014 - 23h37

Olha o porque o Aécio ganhou quase ate o final da apuração….

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Fraude nas pesquisas boca de urna ou fraude eleitoral? | CRÍTICA DA ECONOMIA POLÍTICA

13/10/2014 - 09h30

[…] a operação das urnas nesta eleição de 2014 para empresas privadas. No fim de 2012, um hacker, em audiência pública, com a presença de deputados e vereadores, simplesmente confessou… no Rio de Janeiro. Incrivelmente, sua denúncia não foi apurada, a imprensa não publicou nada, a […]

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“Aquela-cujo-nome-não-deve-ser-dito”: Fraude eleitoral » QTMD? Quem Tem Medo da Democracia?

12/10/2014 - 13h34

[…] terceirizado a operação das urnas nesta eleição de 2014 para empresas privadas. No fim de 2012, um hacker, HYPERLINK “http://www.viomundo.com.br/denuncias/voto-eletronico-hacker-de-19-anos-r… no Rio de Janeiro. Incrivelmente, sua denúncia não foi apurada, a imprensa não publicou nada, a […]

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Contraponto 15.520 – “Gustavo Castañon: Houve fraude eleitoral ou na pesquisa de boca de urna?” | MANHAS & MANHÃS

12/10/2014 - 11h12

[…] a operação das urnas nesta eleição de 2014 para empresas privadas. No fim de 2012, um hacker, em audiência pública, com a presença de deputados e vereadores, simplesmente confessou… no Rio de Janeiro. Incrivelmente, sua denúncia não foi apurada, a imprensa não publicou nada, a […]

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Gustavo Castañon: Houve fraude eleitoral ou na pesquisa de boca de urna? « Viomundo - O que você não vê na mídia

11/10/2014 - 21h47

[…] a operação das urnas nesta eleição de 2014 para empresas privadas. No fim de 2012, um hacker, em audiência pública, com a presença de deputados e vereadores, simplesmente confessou… no Rio de Janeiro. Incrivelmente, sua denúncia não foi apurada, a imprensa não publicou nada, a […]

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Gill

13/09/2014 - 09h40

Nunca em minha vida tinha lido tanta bobagem em um mesmo lugar. Quer dizer então que estamos fraudando eleições desde 1996 e ninguém nunca fez nada. Só sendo muito incauto pra pensar assim. Por acaso os senhores já procuraram informações com os técnicos da Justiça Eleitoral sobre o assunto? Me parece que estes sim poderão fornecer informações qualificadas, pois sem dúvidas, são os maiores especialistas no assunto. Os demais estão em busca dos seus 15 minutos de fama.

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    Claudiney

    17/09/2014 - 17h57

    Mais um inocente,não sabe o que diz. Com as ferramentas e pessoas certas, se elege qualquer um.

    Roberto

    03/12/2014 - 22h30

    Pedir para os técnicos é a mesma coisa que pedir para o ladrão se roubou, o que será que vai responder?

URNA ELETRÔNICA ? | My Blog

14/08/2014 - 14h45

[…] Atualizado em 11/04/2014 Você confia nas urnas eletrônicas? As últimas informações dão conta que o Hacker que demonstrou as falhas das urnas no RJ está sob proteção policial. A identidade do mesmo não é revelada pelas forças policiais qu acompanham o caso, em face do risco à vida do jovem. LEIA: Sistema eleitoral brasileiro é uma fraude. E agora? VEJA MAIS: Juiz eleitoral diz que fraudar urna eletrônica é mais fácil que infectar computador com vírus Reveja no site: Centenas de suspeitas de fraudes em urnas eletrônicas usadas no Brasil põe em dúvida a legitimidade das eleições. Acesse o site: http://www.fraudeurnaseletronicas.com.br O registro do caso é oficial e ocorreu durante as eleições Municipais em 2012, no Rio de Janeiro. Acompanhado por um especialista em transmissão de dados, Reinaldo Mendonça, e de um delegado de polícia, Alexandre Neto, um jovem hacker de 19 anos, identificado apenas como Rangel por questões de segurança, mostrou como — através de acesso ilegal e privilegiado à intranet da Justiça Eleitoral no Rio de Janeiro, sob a responsabilidade técnica da empresa Oi – interceptou os dados alimentadores do sistema de totalização e, após o retardo do envio desses dados aos computadores da Justiça Eleitoral, modificou resultados beneficiando candidatos em detrimento de outros – sem nada ser oficialmente detectado. Fácil, fácil, diz o Hacker “A gente entra na rede da Justiça Eleitoral quando os resultados estão sendo transmitidos para a totalização e depois que 50% dos dados já foram transmitidos, atuamos. Modificamos resultados mesmo quando a totalização está prestes a ser fechada”, explicou Rangel, ao detalhar em linhas gerais como atuava para fraudar resultados. Especialistas ficaram de boca aberta após demonstração O depoimento do hacker – disposto a colaborar com as autoridades – foi chocante até para os palestrantes convidados para o seminário, como a Dra. Maria Aparecida Cortiz, advogada que há dez anos representa o PDT no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para assuntos relacionados à urna eletrônica; o professor da Ciência da Computação da Universidade de Brasília, Pedro Antônio Dourado de Rezende, que estuda as fragilidades do voto eletrônico no Brasil, também há mais de dez anos; e o jornalista Osvaldo Maneschy, coordenador e organizador do livro Burla Eletrônica, escrito em 2002 ao término do primeiro seminário independente sobre o sistema eletrônico de votação em uso no país desde 1996. Sob proteção policial 24 horas por dia… Rangel, que está vivendo sob proteção policial e já prestou depoimento na Polícia Federal, declarou aos presentes que não atuava sozinho: fazia parte de pequeno grupo que – através de acessos privilegiados à rede de dados da Oi – alterava votações antes que elas fossem oficialmente computadas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Fraude em benefícios de políticos locais… A fraude, acrescentou, era feita em benefício de políticos com base eleitoral na Região dos Lagos – sendo um dos beneficiários diretos dela, ele o citou explicitamente, o atual presidente da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), o deputado Paulo Melo (PMDB). A deputada Clarissa Garotinho, que também fazia parte da mesa, depois de dirigir algumas perguntas a Rangel – afirmou que se informará mais sobre o assunto e não pretende deixar a denúncia de Rangel cair no vazio. Fernando Peregrino, coordenador do seminário onde foi apresentado como foi burlada a eleição, por sua vez, cobrou providências: “Um crime grave foi cometido nas eleições municipais deste ano, Rangel o está denunciando com todas as letras – mas infelizmente até agora a Polícia Federal não tem dado a este caso a importância que ele merece porque ele atinge a essência da própria democracia no Brasil, o voto dos brasileiros” – argumentou Peregrino. Fonte: http://www.viomundo.com.br/denuncias/voto-eletronico-hacker-de-19-anos-revela-no-rio-como-fraudou-el… […]

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Sindicato dos Trabalhadores em Cooperativas do Estado do Mato Grosso – A urna eletrônica é realmente segura?

08/08/2014 - 08h16

[…] teórico. Na prática, provavelmente o caso mais notório tenha sido de um hacker de 19 anos que assumiu ter executado fraudes nas eleições municipais do Rio de Janeiro, a fim de beneficiar determinados candidatos em detrimento de outros. E esse tampouco é um […]

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A urna eletrônica é realmente segura? « SINTRACOOP – ALAGOAS

08/08/2014 - 08h15

[…] teórico. Na prática, provavelmente o caso mais notório tenha sido de um hacker de 19 anos que assumiu ter executado fraudes nas eleições municipais do Rio de Janeiro, a fim de beneficiar determinados candidatos em detrimento de outros. E esse tampouco é um […]

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A urna eletrônica é realmente segura?

08/08/2014 - 08h13

[…] teórico. Na prática, provavelmente o caso mais notório tenha sido de um hacker de 19 anos que assumiu ter executado fraudes nas eleições municipais do Rio de Janeiro, a fim de beneficiar determinados candidatos em detrimento de outros. E esse tampouco é um […]

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sirley williams

13/06/2014 - 20h52

Quer dizer que as maquinas caça niqueis são fraudadas em favor dos cassinos e quando se trata das urnas eletronicas implantadas pelo PT são confiáveis??? Algumas pessoas das minhas relações acreditam (nao sabem nada inocentes) e ainda “arrotam” que o Brasil tem um sistema de votação de primeiro mundo… que o resultado é apresentado logo após o ultimo voto.

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    Geralv

    01/11/2014 - 16h46

    Escreveu bobagem.
    No ano 2000, no governo FHC, o projeto votação eletrônica foi implementado em sua totalidade, ocasião em que todo eleitorado votou por meio eletrônico.
    O brasileiro não se informa, age como papagaio repetindo o que ouve.

silva

07/05/2014 - 23h47

QUEM TEM MEMORIA É PAPEL, PAPAI…

Responder

robertoBarros

29/01/2014 - 06h30

A verdade seja dita, porque a mídia “REDE GLOBO” tão poderosa que é!!!! e as más línguas diz ser o quarto poder, não ajuda a fiscalizar e apurar este conteúdo? gostaríamos de uma resposta né!

Responder

    Fernando

    23/10/2014 - 13h57

    Porque a Globo está pendurada no BNDS assim como os milhões de beneficiados com o bolsa familia estão pendurados no meu contracheque.

Reginaldo

23/01/2014 - 14h40

Espero que não usem fraude nas próximas eleições para beneficiarem candidatos evangélicos. Essa gente deveria ficar longe da política. Bando de fundamentalistas religiosos que não respeitam o Estado laico.

Responder

Marcos Bomche

21/01/2014 - 11h07

O Brasil não é um País democrático?
Onde há democracia, a transparência não é um dos seus maioes vetores?
Então por que voto secreto?
Sejamos democráticos e apliquemos a democracia como se deve!
Eleições tansparentes através do voto aberto e divulgado!
Ou tem muita gente de rabo preso e que precisa esconder a sua opinião?

Responder

kazumo yokobatake

14/01/2014 - 00h45

Tudo que é publico principalmente quando envolve votação deveria ser público e não secreto, desde as votações de todos os homens públicos, seja ela eleição em todos os níveis onde possa ocorrer votação.
Seja ela na camara legislativa e em outras estâncias.
Kazumo Yokobatake

Responder

Jose Angelo

11/01/2014 - 23h57

Só existe uma maneira de manter a lisura numa eleição. É o fim do voto secreto para o eleitor. Quando todos clamam pelo voto aberto nas votações do congresso porque o voto do eleitor tem de ser secreto? Para votarem em candidatos sem escrúpulos a troco de dinheiro,de saco de cimento,de emprego e outra compensações? E sem essa de perseguição política. Jamais um funcionário público será demitido pelo simples fato de não ter votado no candidato eleito.
Com o voto aberto, seria emitida uma listagem de cada urna, com a relação nominal dos eleitores daquela seção e seu respectivo voto, onde todos teriam acesso para conferencia.
ESTÁ ABERTA A DISCUSSÃO.

Responder

Evandro

05/01/2014 - 17h49

Todas as possibilidades de fraudes precisa ter o envolvimento de pessoas próximas para corromper o sistema. É bandidagem de tudo quanto é lado, ê povo brasileiro, basta ter uma chance para ganhar dinheiro fácil, principalmente quando se vive em uma atmosfera como o de Brasilia ou do tráfico que para mim não tem muita diferença.

Responder

    Silvia

    24/10/2014 - 00h04

    não acho que precise ter privilégio nenhum pra burlar as urnas basta ser um racker com interesse de fazer o resultador que lhe der na telha pois os computadores que são utilizados para transmitir os votos ou resultados das urnas são computadores simples que no dia a dia são utilizados para entrar na internet fazer trabalhos do dia a dia é só plantar o vírus na internet que ele chega ali e quando forem utilizar este computador pronto ta feito o estrago e da o resultado que o racker que fez o treco quiser

LUIZ

05/01/2014 - 11h14

ISSO TEM QUE SER DIVULGADO

Responder

nilson antonio fogaça

03/01/2014 - 17h28

se fosse tão segura os outros pais ja tinha adotado o sistema
demorokkkkkkkk

Responder

carlos augusto souza do nascimeto

31/12/2013 - 22h18

Imprescindível comentar que “brasileiro só fecha a porta depois de roubado”!…As autoridades na verdade fecharam a porta e ignoraram a participação e talentos na área.O

Responder

Alexandre Tomas Ramos da Silva

21/07/2013 - 15h47

Boa tarde Srs.,

Esse assunto não é novidade, isso é fato, e já vem acontecendo ha muitas eleições, não somente no RJ, más, também em BH, SP e outros estados.

Este rapaz de 19 anos não foi o 1º e não vai ser o último.

Vários testes de segurança mentirosos são realizados nas urnas eletrônicas para que se haja uma sensação de segurança.

Na verdade não temos profissionais especializados em segurança digital eletrônica, pois no Brasil é sempre assim, insere uma pessoa para um setor muito sério envolvendo a segurança por partidarismo ou coleguismo.

Os verdadeiros profissionais nunca vão estar presentes pois vão atrapalhar as ações de muitos.

Responder

    WANDERLEY

    02/01/2014 - 07h21

    A tECNOLOGIA NÃO SURGIU NO bRASDIL, MAS SIM NO jAPÃO, aLEMANHA, eSTADOS uNIDOS, E PORQUE LÁ NÃO TEM URNAS ELETRÔNICAS? para acabar seria simples cada urna eletronica entregaria a cada partido ao encerrar a votação um cd antes da apuração com os resultados. Assim na hora de apurar não poderia mudar o resultado porque os partidos teriam em mãos o resultado antes.

    Amadeu Filho

    11/01/2014 - 13h50

    Meu caro Wanderley, alguém tinha que ter pensado numa coisa desse tipo e coube ao Brasil pensar nisso, mas podia ter sida a Suécia Estados Unidos
    assim comotambém em outros países só existem secretarias que cuidam das eleções e não um aparelho caríssimo como é a Justiça eleitoral brasileira.
    talvez seja por isso que há tantos problemas no nosso País.

    Manoel

    18/09/2014 - 13h56

    Ao final da votação, cada sessão eleitoral emite um boletim de urna com a quantidade de votos para cada candidato e o mesmo é afixado na porta da sessão. Fiscais de partido podem passar durante o horário de votação e pedir que seja impressa uma cópia para eles levarem ao final. Trabalho de mesário e várias vezes já atendi fiscais de partido representando algum candidato que tem interesse em saber como vai sua votação no bairro, por exemplo. Mas serviria também para uma totalização paralela…

Maurício

11/07/2013 - 21h16

No mínimo estranho em um país que NADA que seja publico funciona o sistema de voto eletrônico é perfeito?

Responder

    Gleidson Ferreira

    03/01/2014 - 11h18

    Faz todo sentido…

Fabiano

11/07/2013 - 19h38

Quem se recorda quando Nelson Jobim era ministro do STF e presidente do TSE, vangloriava-se da segurança do sistema de urnas eletrônicas? Pois é, esse mesmo senhor confessou anos atrás, quando foi deputado e relator na constituinte, o qual ele próprio alterou textos da nossa constituição as escondidas, sem que fosse passado pelo plenário do congresso nacional. Posteriormente, virou ministro da defesa do Governos PeTralha! Essa é a nossa democracia, o nosso Brasil!

Responder

Tatiana guerra

08/07/2013 - 10h09

Voto deve ser facultativo. Sistema eleitoral vergonhoso!

Responder

Edson Resende

04/07/2013 - 18h24

Tenho dúvida sobre se este evento ocorreu e se as afirmações foram feitas mesmo por especialistas. É que a forma de fraude anunciada é muito ingênua e inócua, demonstrando certo desconhecimento do funcionamento do sistema.
As urnas eletrônicas, durante a recepção de votos, não são interligadas e, por isso, não se comunicam entre si e nem com o sistema de totalização. Funcionam ligadas apenas na energia elétrica ou na bateria. Ao final do dia, encerrada a votação, SÃO TOTALIZADAS UMA A UMA, separadamente e ainda sem qualquer comunicação. ANTES DA TRANSMISSÃO dos dados, pela Intranet (onde ocorreria a fraude anunciada), as urnas emitem o BU (boletim de urna), ainda na seção eleitoral, sob as vistas dos mesários e dos fiscais dos partidos. Uma via impressa é entregue a cada fiscal e uma última é afixada na porta daquele local, para conhecimento público.
Ora, se a fraude ocorre durante a transmissão dos dados ao TRE, alterando-se os votos, que chegariam ao Tribunal em favor do candidato que se pretende beneficiar, o resultado final divulgado pela Justiça Eleitoral divergiria daquele constante de cada BU impresso, que ficou afixado no local de votação e que foi entregue aos partidos.
Porque os partidos, SIMPLESMENTE SOMANDO os Boletins de Urna, não denunciariam a fraude que os prejudicou? Essa fraude, como disse no início, seria absolutamente ingênua, porque de fácil comprovação.
De outro lado, se o hacker confessou que fraudou as eleições, tendo ao seu lado um Delegado de Polícia, cometeu o crime do art. 72, da Lei n. 9.504/97, cuja pena é de 5 a 10 anos de reclusão. Será que o Delegado pelo menos o indiciou, ou pediu a sua prisão?

Responder

    Whatever

    06/07/2013 - 22h03

    Seu comentário procede.

    Mas será que os votos são conferidos em sua totalidade?
    Na apuração dos votos na televisão, por exemplo, são mostrados para a maioria da população, números como… Fulano está com 58,5% dos votos, com 59% das urnas apuradas… Quais foram as urnas apuradas, afinal? A que você votou e anotou o número dos votos de cada candidato no seu bloquinho já foi contabilizada? Digamos que você tenha anotado todas as urnas de sua escola, região… whatever… Eleições para presidencia… Brasil todo? Até no fim do mundo lá, na escolinha da estrada de chão que demora 4 horas para receber os votos…? Eu acho que é bem difícil alguém rastrear todos os valores divulgados… só nos resta acreditar no resultado final.

    Isso sobre o assunto em questão… agora nem vou entrar no mérito de o próprio software desenvolvido não ter falcatruas… seria tão fácil pegar 100% dos votos de uma urna e distribuir aleatoriamente x% para candidato A e x% para candidato B… mas aí você vem e me diz: “mas não… é impossível, isso é auditado pela empresa X, e pelo ministério, e mais não sei o que… sei… e quem auditou eles? =)

    Cada vez mais acredito menos nessas mentiradas todas que contam para o povão engolir.

    Rafael Rossi

    10/01/2014 - 18h49

    Concordo com você, Edson.
    Além disso, no momento em que os dados são transmitidos, seria muita ingenuidade (para não dizer burrice) de quem desenvolveu o sistema, não utilizar nenhum tipo de criptografia. Claro que devem existir maneiras de ‘quebrar’ a criptografia de dados transmitidos mas não é algo trivial. Ou então, pelo o que entendi do procedimento realizado, substituir os pacotes originais, por pacotes forjados (MiM), ainda sim seria necessário que os pacotes forjados fossem gerados com a mesma ‘chave’ utilizada para descriptografar os pacotes no destino. Não acredito na segurança desse sistema, mas essa história ficou um pouco estranha.

    Joaquim

    12/01/2014 - 18h42

    Caro Edson Resende,

    Tua argumentação está muito melhor embasada que o próprio artigo postado aqui.
    Tenho lá minhas dúvidas que uma forma tão simplista de ataque tenha o resultado anunciado.
    Mas também passei a ficar muito desconfiado do fato de, no último pleito municipal, um candidato à Câmara de Vereadores teve ZERO votos e tenho parentes e amigos que votaram nele, ou seja, nem o voto dele foi computado.
    Visões simplistas comparam nossa urna eletrônica com a maior fraude que foi a eleição do George W. Bush, que perdeu a eleição, mas foi eleito presidente, dada a complexidade do sistema eleitoral estadunidense.
    Como todo detetive de seriado barato, o que está faltando explicar é o motivo pelo qual o hacker, só agora, ganha o devido destaque e também a não aplicação da citada lei para penalizar o envolvido com a fraude, conforme muito bem relataste.
    Um hábito muito comum é colocar TODO o sistema eleitoral sob suspeita, quando há indícios de má fé do próprio hacker ao se oferecer para explicar como agia.
    Se comprovada a denúncia, grave, que se punam todos os envolvidos, não só o hacker, pois como bem dito aqui nos comentários, não se executa essa ação sem auxílio da infraestrutura.
    Talvez isso explique porque o Tiririca foi eleito.

Denúncia: Hacker conta como fraudou urna eletrônica do RJ | Bedelho.com

04/07/2013 - 18h20

[…] essa reportagem no Viomundo e achei super pertinente. Reproduzo-a […]

Responder

José Renato

27/06/2013 - 08h58

Então, para quem acredita nas urnas eletrônicas eu também tenho um relato…
Eu ainda não tinha transferido meu título de eleitor do DF para o RJ então eu sempre tinha que ir no correio justificar o voto.
No dia do segundo turno da eleição eu estava acamado e sem condições de ir ao correio.
Meses depois munido de um atestado médico, vou ao TRE explicar porque não votei e nem justifiquei, caso contrário teria de pagar uma multa.
Quando cheguei lá esse foi o diálogo:
– Amigo, o Sr deve ter se esquecido, mas VOCÊ VOTOU…
– Eu não votei, estava doente…
– VOTOU E NÃO SE LEMBRA!
– Eu tenho certeza que não votei, então houve FRAUDE!!!
Daí a mulher ficou puta, subiu a voz, falou que o TRE era um órgão sério e etc, e pediu educadamente para eu ir embora…

Deve ter sido a única vez que eu votei no RORIZ, ele ganhou a eleição.

Responder

    Massarioli

    27/06/2013 - 19h22

    Qdo se vota vc é obrigado a assinar um documento… pede p/ conferir sua assinatura… Se o orgão é competente irá disponibilizar p/ conferência tal lista.

    av baldini

    29/12/2013 - 08h00

    responder o que si isto ja existe desde o Getulio.

Jovem de 19 anos revela no Rio como fraudou eleição no Brasil – Ipitanga Com Você

26/06/2013 - 10h48

[…] Viomundo O que achou dessa matéria?Incrível (0) Interessante (0) Legal (0) Normal (0) […]

Responder

Hipólito José da Costa

12/06/2013 - 16h00

Em Saquarema-RJ, curral eleitoral do presidente da ALERJ, deputado Paulo Melo, a lei da mordaça têm a conivência dos três poderes constituídos. Todos os jornais de oposição foram ‘cassados’ com processos judiciais e residências de trabalhadores invadidas pela polícia para apreensão de computadores, notebooks, pendrivers etc. Tudo isso com a colaboração, arbitrária, de um provedor de internet local. Enquanto isso o jornal ‘chapa branca’, O Saquá, é financiado pelo poder público para só falar bem do atual governo e do deputado omitindo tudo aquilo de ruim que acontece no município, mesmo aquelas notícias que alcançam expressividade no estado, no país e no exterior.

Responder

    AVANIR CARVALHO PONTES

    24/06/2013 - 18h48

    Esse é o Presidente da ALERJ (Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro do qual não podemos esquecer nas próximas eleições para defenestrá-lo da política brasileira. Ele que nos aguarde em 2014 junto com todos aqueles da base do governo de Cabral. IH, FORA!!!

Voto

30/05/2013 - 19h30

Desde 2004 vem surgindo inúmeras denúncias sobre fraudes nas urnas, mas o TSE pernamece sem resolver o problema e sem anular a eleição denunciada e estamos prestes a entrar em uma ditadura.

Responder

Jana

27/05/2013 - 00h30

Só eu que fico me corroendo de vontade de saber a verdadeira identidade do Hacker?

Responder

Joh Doe

05/02/2013 - 18h19

O que me estranha é de que os votos eram transmitidos encriptados, se não são, por que não criar um PKI entre os computadores que transmitem e a intranet do TE? Sendo que a estrutura poderia assinar digitalmente também os arquivos.

Responder

ROBERTO

30/01/2013 - 13h58

Fica uma pergunta no ar: Por que paises como Estados Unidos, Inglaterra, França, entre outros, o voto NÃO É ELETRÔNICO ???

Responder

Noticias da Semana (10/12/2012) | Gilberto Sudre

21/01/2013 - 15h27

[…] Segurança: Voto eletrônico: Hacker de 19 anos revela no Rio como fraudou eleição O que é pior do que não termos segurança nos nossos sistemas… é termos a FALSA sensação de segurança […]

Responder

Adwilhans

15/01/2013 - 12h50

Como o próprio hacker afirmou, a fraude consiste em interceptar os dados transmitidos e alterá-los, ou seja, não se trata de fraude na urna, mas sim na rede. Dessa forma, ao contrário do que é defendido na matéria, a fraude é facilmente detectável, pois cada urna emite um boletim contendo todos os votos computados. Assim, basta comparar os resultados obtidos da somatória dos boletins de urna (que são impressos ao final da votação e vistados pelos mesários) com o resultado obtido da transmissão de dados. Havendo divergência, prevalecem os dados dos boletins de urna. Enquanto os hackers não encontrarem um meio de fraudar as urnas (e não meramente interceptar os dados na rede), o sistema continuará seguro, no meu entendimento.

Responder

roberto seabra

21/12/2012 - 20h11

É muito simples, sobre manipalação de resultados os interessados discordam, os prejudicados concordam e tem até aqueles que ficam espantados, comendo moscas. Eu acredito sim em manipulação de resultados, me informei com vários amigos, profundos conhecedor desse sistema, e sempre me informaram da grande possibilidade dessas urnas serem manipuladas. O jeito tambem é simples, vamos fazer um movimento para que o voto seja facultativo, chega de reclamar o leite derramado, a todo momento estamos vendo manobras, articulação para proteger corruptos, eleger os que interessam, vamos lutar pelo voto FACULTATIVO…

Responder

Hudson

20/12/2012 - 22h55

Entrevista esclarecedora sobre o voto eletrônico no Brasil.
E com perguntas inteligentes do jornalista:

http://www.cic.unb.br/~pedro/trabs/entrevistaTVS.html

Responder

Falha de Segurança em Urna Eletrônica no RJ, algo preocupante! | Mundo Tecnológico

20/12/2012 - 10h07

[…] Viomundo reproduziu, aqui, a denúncia publicada no portal do PDT, um dos promotores do […]

Responder

Claudia

19/12/2012 - 14h49

Soube que o documentário sobre o caso será produzido no melhor estilo “Inimigo do Estado” (ou muuuui amigo, haha)… Agora sim, teremos chance no Oscar.

A Justiça Eleitoral, a exemplo de Lula, NEGA possíveis fraudes.

É claro que precisam negar. Desestabilizar o governo democrático é abrir as portas para um novo golpe de Estado.

Como qualquer coisa é melhor do que uma ditadura, vamos fechar os olhos, Brasil!!!

Aliás, se Stanley Kubrick fosse vivo poderia dirigir o documentário. Seria a continuação de “De Olhos Bem Fechados”…

Responder

Edson G Silva

18/12/2012 - 23h04

Estão de brincadeira. Não apresentaram qualquer prova. Bastaria que demonstrassem que em apenas uma das seções ocorreu uma fraude. Teriam que demonstrar que em determinada seção o espelho do boletim de urna não condizia com o resultado divulgado pelo tre. Apenas isso seria o bastante para provar a existencia de fraude durante o sistema de transmissão de dados.Não fizeram isso porque é tudo balela. O que querem é o retorno do voto do papelzinho. Adivinhem porquê!Olha só quem estava compondo a mesa: representante do PR. Tem 34 deputados e 16 já foram cassados. Pequeno no tamanho, mas grande na corrupção.

Responder

    Hudson

    19/12/2012 - 13h21

    Eles não teriam fraudado seções isoladas, mas a totalização, que tem sido muito problemática (com votos diminuindo ao longo do processo, em diversas denúncias documentadas).

    Como não há documentos para verificar (alguém tem todos os BUs impressos e ASSINADOS aí?), é necessário melhorar a transparência e verificabilidade das eleições.

    As principais lições deste caso são que:

    – Juízes e mesários devem parar de violar a lei e entregar aos partidos os BUs (boletins de urna) assinados, IMEDIATAMENTE após a votação em cada seção;

    – O processo de totalização precisa ser aprimorado para se tornar transparente, conferível e dái confiável. Atualmente ele é secreto e ninguém pode fiscalizar — nem mesmo os fiscais de partido.

    – Os BUs eletrônicos precisam ser publicados em formato eletrônico (via internet) em formato simples para que se tornem viáveis TOTALIZAÇÕES PARALELAS (isto é: que o resultado seja conferível);

    – Os documentos (totais, BUs, tabelas etc.) precisam ser publicados EM TEMPO HÁBIL para que todos os interessados (candidatos, partidos, além dos próprios eleitores) possam conferir, e se necessário, questionar caso ocorra algo estranho.

    SAIBAM MAIS SOBRE O SEMINÁRIO:
    http://www.cic.unb.br/docentes/pedro/trabs/seminarioIR-AP.html

Franco

17/12/2012 - 19h59

Não entendi a opinião do tal Pedro Rezende. Primeiro ele disse que as urnas são 100% seguras, mas logo em seguida declarou que são “ultrapassadas e inseguras”? Deve ter tido algum erro de redação.

Responder

    Hudson

    17/12/2012 - 20h54

    O Prof. disse que o TSE afirma que as urnas são 100% seguras. Há uma silepse de número no texto:

    “deles” = “do TSE”

LAELSON

17/12/2012 - 00h54

Vamos compartilhar no face com todos os nossos contatos, pois a mídia não vai divulgar por que ela também faz parte desse circo que tem manobrado todos nos brasileiros. Tem um pequeno grupo em nosso Pais que manda em tudo vivemos na verdade uma ditadura disfarçada de democracia. Eles vão tentar calar este rapaz. Bom o caso vai ter que ser abafado, se não vai abrir procedente para os candidatos que perderam entrar na justiça. Imagina se eles oferecessem milhões para este rapaz ficar calado????

Responder

jorge ubiratan c da costa

15/12/2012 - 22h14

Como é do conhecimento de todos, enquanto tiver-mos parte das ações de segurança nas mãos de seres humanos, irresponsáveis e sem caráter não haverá segurança e sim a sensação de segurança, pois ela jamais irá existir enquanto depender do executor. Sr ser apontado como humano, não adianta ninguém tentar explicar, dizer o nome do caminho para a fraude a resposta sempre será “SENSAÇÃO DE SEGURANÇA”.o que se pode fazer é tamponar estas brechas com a vergonha de profissionais que se acham supra sumo com suas programações impenetraveis, repensarem.

Responder

Cláudio

15/12/2012 - 14h39

Num mundo onde as coisas são feitas pelo seres humanos, desenvolvidos por eles, monitorados por pessoas, dá para transparecer imparcialidade?
Ainda mais quando o destino de nossos direitos são fraudados. Vai saber se manipularam os votos e colocaram políticos que não estão nem aí com o povo.
Esperem o presente de Natal e o pacote surpresa do Ano Novo.

Responder

Professor acompanhou relato de hacker: ‘Fraude plausível, muito séria’ « REPÚBLICA BANANA PEOPLE

14/12/2012 - 15h37

[…] Viomundo reproduziu, aqui, a denúncia publicada no portal do PDT, um dos promotores do […]

Responder

enilda

13/12/2012 - 23h40

É BABADO FORTE, GENTE.

Responder

Paulo

13/12/2012 - 23h14

SÓ EXISTE UMA SOLUÇÃO…UM ABAIXO ASSINADO EM TODOS OS ESTADOS E MUNICÍPIOS, COM O SEGUINTE TEXTO: FIM DA VERGONHA MUNDIAL.

FIM DA OBRIGATORIEDADE DO VOTO.

É UMA VERRR-GON-HA!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Responder

Hudson

13/12/2012 - 20h56

Se a fraude for mesmo como descrita — ou seja, sem adulterar os dados das versões eletrônicas dos BUs — talvez seja possível refazer a totalização.

De qualquer modo, é um absurdo que a totalização (além da apuração) seja impossível de fiscalizar, e que o TSE continue a dificultar qualquer possibilidade de fiscalização efetiva.

É nisso que dá o fiscalizado controlar a fiscalização…

Responder

Professor acompanhou relato de hacker: ‘Fraude plausível, muito séria’ | Samico

13/12/2012 - 19h52

[…] Viomundo reproduziu, aqui, a denúncia publicada no portal do PDT, um dos promotores do […]

Responder

Hacker revela como fraudou eleição no Rio | Calangos Tecnologia

13/12/2012 - 14h38

[…] Hacker, que contém uma série de pessoas engajadas em usar a tecnologia para o bem; e por fim o Portal Vio Mundo, conhecido por ser a  ”contra-inteligência” da imprensa de direita brasileira. Marco […]

Responder

Jovem frauda urna eletrônica do Johnbim » Defesa Popular | Defesa Popular

13/12/2012 - 13h58

[…] Voto eletrônico: Hacker de 19 anos revela no Rio como fraudou eleição […]

Responder

Voto Eletrônico Hackeado

13/12/2012 - 11h01

[…] O Hacker identificado apenas como Rangel (por motivos de segurança), acompanhado de um especialista em transmissão de dados e um delegado, mostrou ser possível fraudar os dados, interceptando os mesmos acessando ilegalmente a rede do TSE: “A gente entra na rede da Justiça Eleitoral quando os resultados estão sendo transmitidos para a totalização e depois que 50% dos dados já foram transmitidos, atuamos. Modificamos resultados  mesmo quando a totalização está prestes a ser fechada”, explicou Rangel. Veja a matéria completa. […]

Responder

Roberto Seixas

13/12/2012 - 10h35

Ele fraudou “através do acesso ilegal e privilegiado à intranet da Justiça Eleitoral no Rio de Janeiro, sob a responsabilidade técnica da empresa Oi.” … “fazia parte de pequeno grupo que – através de acessos privilegiados à rede de dados da Oi – alterava votações antes que elas fossem oficialmente computadas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE).”

De acordo com o texto, o problema não está na segurança das urnas, e o acesso se efetuou como se o “hacker” e seu grupo tivesse acesso a uruários e senhas da rede. Isso pode ter acontecido de duas formas :
•Usando uma técnica chamada engenharia social para ter acesso a usuários e senhas da rede : Em Segurança da informação, chama-se Engenharia Social as práticas utilizadas para obter acesso a informações importantes ou sigilosas em organizações ou sistemas por meio da enganação ou exploração da confiança das pessoas. Para isso, o golpista pode se passar por outra pessoa, assumir outra personalidade, fingir que é um profissional de determinada área, etc. É uma forma de entrar em organizações que não necessita da força bruta ou de erros em máquinas. Explora as falhas de segurança das próprias pessoas que, quando não treinadas para esses ataques, podem ser facilmente manipuladas.
•Com participação ativa de funcionários ou colaboradores da Justiça Eleitoral ou da Oi, que fariam parte da quadrilha também, para ter acesso a usuários e senhas.

Este é o tipo mais comum de falha de segurança, em torno de 80%, onde as informações são fornecidas por pessoas internas às organizações que serão invadidas. O ponto mais fraco dos sistemas de segurança sempre é o “fator humano”. É um ato de corrupção interna à Justiça Eleitoral ou da prestadora de serviços, no caso a Oi.

Responder

Clésio

13/12/2012 - 10h35

Pelo que a reportagem descreveu a coisa parece bem simples de se contornar, basta fazer a validação com os discos flash das urnas em loco após a totalização. O que vi pela reportagem é uma pessoa com acesso privilegiado a rede oi, com acesso privilegiado a rede do Tribunal Eleitoral, mas quem deu acesso privilegiado a essas pessoas é que pra mim é o grande problema.

Responder

Professor acompanhou relato de hacker: ‘Fraude plausível, muito séria’ « Viomundo – O que você não vê na mídia

13/12/2012 - 10h34

[…] Viomundo reproduziu, aqui, a denúncia publicada no portal do PDT, um dos promotores do […]

Responder

Francisco L D Silveira

13/12/2012 - 10h19

De fato é necessário um sistema que permita uma auditagem posterior. A impressão de cada voto, p conferencia do eleitor, depositado em urnas tradicionais, permitiria controlar a transmissão e totalização.
Agora, é estranhíssimo que o denunciante cite como beneficiários inimigos políticos da “família garotinho”. Dá pra imaginar o “pastor” num culto histérico de exorcismo, insinuar que ganhou eleições e foi fraudado. Que ele pode, sem as ditas fraudes, se eleger Presidente. E dá medo isto. Vamos perder royalties exatamente por isto, ainda que ninguém o diga. Este país não quer um cristão fundamentalista, “xiita como Bush e Condoliza”, na Presidência. A forma encontrada foi a de restringir violentamente as receitas orçamentárias de Campos RJ, de onde saiu esta ameaça ao nosso futuro.”Levantar esta lebre” agora vai é prejudicar a solução encontrada, que já nos penaliza e muito. Havendo a hipótese do “garotinho ressurgir da tumba política onde se encontra” (depois de ser condenado por formação de quadrilha, tendo um integrante da mesma, Secretário de Segurança nos 2 (des)governos garotinhos, sido preso pelos crimes pelos quais foi condenado) a negociação da questão dos royalties voltará a estaca zero. Até quando esta gente irá prejudicar o povo fluminense?

Responder

Zezinho

13/12/2012 - 09h52

Toda vez que o PT perder uma eleição agora já saberemos o motivo…

Claro que o contrário não vale!

Responder

MariaC

13/12/2012 - 09h44

Basta que eu fale de asssuntos polêmicos na NET e meu reles e-mail de pobre já é invadido. Já avisei 10 vezes o site e nada.

É a coisa mais banal. Afinal quem controla esses sites são o poder paralelo.me espantou uma certa eleição em SP em que o candidato de direita ganhou por 300 000 votos. Isso é diferença construida.

Responder

Daniel

13/12/2012 - 08h35

Não há sistema de informática inviolável, período. E qualquer um que diga o contrário é um grosseiro mentiroso.

E ESPECIALMENTE em um país de cultura corrupta como o nosso, aonde qualquer um se vende facilmente.

O melhor que se pode fazer em um caso desses – e eu sou um profissional de informática com anos de estrada para dizer isso – é certificar-se de que o sistema de informação possa ser auditado caso necessário, o próprio hacker sugeriu uma boa opção que é a urna manter armazenados dentro de si os votos, para caso seja necessário conferir se o que foi recebido pelo TSE foi de fato o que ela tentou enviar.

Responder

    Marcos Vinicius

    13/12/2012 - 11h47

    Falou muito bem!

    É isso mesmo, não existe sistema informatizado que seja 100% seguro.

    E parem de ficar pensando apenas na urna eletrônica. Fo**-se se a urna é segura. Se o “sistema eleitoral eletrônico” não é seguro então temos um problema.

    E nesse caso pensem em “sistema” como algo abrangente, que não envolve apenas máquinas e softwares, mas também pessoas.

    A solução para isso é simples: transparência. Não adianta pregar BU de urna em porta de sala de aula de escola municipal do interior do país. O TSE, como órgão central das eleições e agregador dos dados de todo o país, tem o dever de divulgá-los em formato acessível por máquina (xml, json etc) como prevê a Lei de Acesso a Informação (Lei 12527/2011).

    Se os dados dos BUs estivessem disponíveis em formato amigável poderiam ser desenvolvidos softwares que fariam facilmente uma apuração paralela, para que a sociedade civil pudesse exercer seu direito de checar a lisura do processo eleitoral.

    Isso é democracia, o resto é Sarney, Calheiros, Dirceu, etc, etc

    Lucio

    13/12/2012 - 16h00

    Caros,
    Não digo que a Urna é inviolável, mas com certeza é uma das formas mais seguras existente no mundo.
    Quem trabalha, ou já trabalhou, pra justiça eleitoral sabe que se houve realmente uma fraude na transmissão dos dados, basta ir na urna eletrônica e retransmitir os dados, pois a após as eleições as urnas ficam fechadas aguardando algum recurso existente. E além disso existem os Boletins de Urna que ficam nos cartórios eleitorais após a conclusão do pleito e não somente os que foram afixados na porta da sessão eleitoral.
    Tenho a impressão que essa notícia não passa de um “fake” para descredibilizar a urna.

    Hudson

    13/12/2012 - 17h56

    É preciso mais transparência.

    Atualmente, é PRATICAMENTE INVIÁVEL fiscalizar a totalização, enquanto é COMPLETAMENTE IMPOSSÍVEL fiscalizar a apuração.

    Os boletins que as “urnas” imprimem poderiam, TEORICAMENTE, ser usados para detectar tal fraude. Mas infelizmente, os juízes eleitorais DESCUMPREM o Código Eleitoral e sonegam o acesso a esses documentos (aos quais os partidos TEORICAMENTE têm direito).

    Por isso a gente vê “fakes” defendendo o indefensável, fingindo que a totalização fosse conferível.

Julio Silveira

13/12/2012 - 07h56

Isso é grave, mas será ignorado. Como sempre faltará humildade aos que decidem pelo sistema, do modo que está, pelo reconhecimento na urgente necessidade de aprimorá-lo. Quero crer ser apenas isso.

Responder

Romanelli

13/12/2012 - 07h22

Interessante que não vejo isso em destaque noutras mídias de maior penetração.

Pq será ? Será que dizer que é pq talvez todos estejam de certa forma ganhando, seria maldade ?

Este tema esta denunciado de a muito na Internet (c/inúmeros vídeos e casos no youtube) ..só não entendo pq a Justiça eleitoral ainda não apressou a exigência do voto AUDITÁVEL e impresso.

E pensar que até o meu VOTO BRANCO/nulo dado em SP pode ter sido rasurado ..que pena…

Responder

Notívago

13/12/2012 - 03h27

Fora de pauta, mas nem tanto

MAIS UM JUIZ GAIATO QUERENDO SACANEAR COM O PT

Juiz põe sob suspeita pagamento de R$ 21 milhões a marqueteiro João Santana por campanha de Haddad
123

Guilherme Balza e Julianna Granjeia
Do UOL, em São Paulo

“O juiz eleitoral Paulo Furtado de Oliveira Filho, da 6ª Zona Eleitoral (Vila Mariana), que desaprovou a prestação de contas da campanha de Fernando Haddad (PT) à Prefeitura de São Paulo, colocou sob suspeita o pagamento de R$ 21 milhões da campanha do prefeito eleito ao publicitário João Santana, marqueteiro do petista”.

Tão querendo tomar o mandato do Haddad no tapetão e prender (ou pelo menos desmoralizar) o João Santana.

Quem mandou o Marqueteiro sugerir o nome do Lula para concorrer com o Alckmin em 2014, hem?

Responder

Júlio De bem

13/12/2012 - 02h21

Baita mentira. Qualquer um que trabalhou de mesário sabe que, encerradas as votações, a urna comandada pelo presidente da mesa imprime um “comprovante” com porcentagens e numeros de votos de cada candidato sem haver transmissão pra lugar algum. Também é sabido que a urna tem uma memória interna que grava exatamente o que foi impresso no BU (comprovante da urna). Qualquer disparidade do que foi impresso e do que chegou ao sistema de contagem final dos votos das urnas seria facilmente detectado.

O rapazinho ai pode realmente ter conseguido algo, mas é facilmente detectavel. Como foi pego e obrigado a contar tudo que sabe, usa do alarmismo barato pra tentar desqualificar o trabalho dos desenvolvedores das urnas eletrônicas. E tem burro que gospe um monte de merda pela boca que só consegue críticar sem ao menos ter o trabalho de pesquisar. A urna eletrônica é um equipamento eletrônico como um computador ou celular. Obvio que não é 100% seguro. Nem a urna de voto no papel é segura. Mas o que me espanta são os geniais cabeças de bagre que acreditam em tudo que lêem e ouvem e usam isso pra criticar o país. Frases do tipo “só no Brasil msm” “esse lixo de país que só tem ladrão” são proferidas por estas antas, que caem como otários no bla bla bla furado de um rapazinho de 19 anos, que sim conseguiu um acesso no meio de algo que deveria ter segurança, mas que em pouco tempo seria encontrada a disparidade dos votos que chegaram ao servidor principal e os que estão nos flashs das urnas. Mas há de ser ressaltado que o acesso que ele conseguiu não foi pela internet e sim de dentro, com passagem dada pela Oi. Etnão esse hacker, não é hacker de merda nenhuma. Desde quando entrar na conta de alguém que você sabe o usuário e senha é hackear? Faça me o favor…

Responder

    Marcelo

    13/12/2012 - 10h51

    Falou e disse

Maria Carvalho

13/12/2012 - 01h01

Não sei se o comentário já foi, minha conexão, desde ontem, está péssima…
Querem saber o resultado dessa descoberta? Já, já, vai sair na “imprensa golpista” que, o Presidente Lula e a Presidenta Dilma se elegeram com esse artifício!

Responder

João-PR

13/12/2012 - 00h24

Temos que ter mais segurança. Talvez a impressão do voto da pessoa,sendo qeu um ficaria para o eleitor, e outro em uma urna daquelas antigas, pudesse dar mais medo aos fraudadores.

Mas, ficará sempre a dúvida: quem contará os votos um a um, urna por urna, para que possamos aferir cada eleição???

Responder

Fraude em urnas eletrônicas: será? - Bhaz

12/12/2012 - 23h59

[…] no Grande Sertão Veredas, e foi a primeira coisa que me veio à cabeça quando vi que um cara de 19 anos disse ter hackeado a urna eletrônica e fraudado as eleições do Rio de Janeiro este ano. Na verdade acho que é o que passa pela cabeça de todo brasileiro quando pensa nas tais urnas […]

Responder

Solange Lima

12/12/2012 - 23h46

Ai, ai…
desde que o mundo é mundo as eleições sofre de fraudes….
Na Bahia, com o voto no papelzinho o Dr.Wladir Pires levou quase 5 anos para provar que foi roubado no papelzinho, detalhe, quando seu mandato já havia vencido… que adiantou? Necas…

Responder

Fabio SP

12/12/2012 - 22h10

Xiii… lá vem aquela turma que quer acabar com nossas matas fazendo papelzinho pra por em urna…

Responder

☠TADEU JUNIOR ☠TJ®™

12/12/2012 - 22h09

Mas esse ai foi muito sofisticado …

O Golpe é mais simples do que parece . E se valem das falhas virtuosas do processo .

Quem fiscaliza quem são os “voluntários” que estão trabalhando nas eleições ??? Existem lugares que a equipe da mesa , liberamsua urna , assinam e votam por você .

Com o grande indice de abstenções quem audita as assinaturas ??? Quem cruza os dados da seção de votação do dia x com as justificativas de ausência para ver se a metemática bate ???

Como sabemos , todo processo para funcionar depende da ética dos operadores .

Não deveria haver um protocolo além do título , como um número de identidade ou cpf ( que os ocupantes da mesa só teriam acesso com a presença do eleitor ) e só poderiam liberar a urna com o preenchimento desse código. Assim evitamos falhas e contribuimos contra a manipulação do processo pelo fator humano .

Fica a dica !!!

Responder

☠TADEU JUNIOR ☠TJ®™

12/12/2012 - 21h35

Mas esse ai foi muito sofisticado … O Golpe é mais simples do que parece . E se valem das falhas virtuosas do processo .

Quem fiscaliza quem são os “voluntários” que estão trabalhando nas eleições ??? Existem lugares que a equipe da mesa , liberam sua urna , assinam e votam por você .

Com o grande indice de abstenções quem audita as assinaturas ??? Quem cruza os dados da seção de votação x justificativas para ver se a metemática bate ???

Estamos de olho !!!

Responder

Francisco

12/12/2012 - 19h34

Mas o judiciário acha que não e eles mandam.

Cale a boca eleitor e vá para casa sem dar alteração.

Responder

Gersier

12/12/2012 - 19h29

Está explicado porque o senhor togado e tucanês celso mello é persistentemente contra a impressão do voto eletrônico.Com certeza é sabedor de que a urna pode até ser segura,mas a transmissão dos dados não.

Responder

    Paula

    12/12/2012 - 21h47

    Na vdd a totalização por sessão é impressa sim nos BUs e os partidos podem usar isso como material de auditoria. A impressão do voto individual seria um completo desastre em termos de coronelismo e não adiantaria absolutamente nada.

    Diego de Freitas Aranha

    12/12/2012 - 22h29

    Na verdade, não. As versões impressas dos votos são automaticamente depositadas em urnas convencionais para apuração posterior. 30% das urnas nas eleições de 2002 tinham impressora acoplada exatamente para esse propósito. Você ouviu falar de algum problema sério com sigilo ou voto de cabresto? Pois é.

    Francisco L D Silveira

    13/12/2012 - 08h28

    De forma alguma! o voto impresso seria depositado em urna, como era no passado, e depois da proclamação dos resultados, sorteadas “x” urnas para auditoria, se verificaria se aquelas urnas “batem” com a totalização.

Gersier

12/12/2012 - 19h28

Está explicado porque o senhor togado e tucanês celso de mello é persistentemente contra a impresão do voto eletrônico.Com certeza é sabedor de que a urna pode até ser segura,mas a transmissão dos dados não.

Responder

Jovem frauda urna eletrônica do Johnbim | Conversa Afiada

12/12/2012 - 19h02

[…] Voto eletrônico: Hacker de 19 anos revela no Rio como fraudou eleição […]

Responder

Mi

12/12/2012 - 18h27

Confiabilidade das Urnas Eletrônicas no Jurídico News – JustTV – 23/05/12

http://youtu.be/kpinZwI3gfs

Responder

edson

12/12/2012 - 18h21

A impressão do voto COM FOTO antes da confirmação do voto pelo eleitor é imprescindível. O Voto impresso deverá ser depositado em uma urna e enviado junto com a urna eletrônica para os TREs.

Responder

Luciano

12/12/2012 - 18h20

A PF tem que contratá-lo.

Responder

juan ferro

12/12/2012 - 18h19

Vejam o caso de São paulo. Como o Adad iria vencer os outros candidatos conhecidos nacionalmente se não fosse por meio de fraude ? :P É obvio que ele mais o ibope e o Datafolha armaram um grande circo para o cara vencer e as empresas de pesquisas limparem sua barra já que está bem evidente que essas empresas vendem resultados.
Toda e quaisquer máquina micro-processada e/ou micro-controlada tem um software rodando dentro dela e feito por um ser humano. Paga-se ao ser “humano” e se tem o resultado desejado……… ;)

Responder

    Luiz Stinghen

    12/12/2012 - 19h26

    Juan Ferro, não é Adad e sim Haddad. Não acuse sem provas. Além de infantil, a sua colocação mostra um derrotado inconformado. Saiba perder a eleição com altivez. Não desrespeite o eleitorado paulistano.

Jefferson Banks Miranda

12/12/2012 - 18h06

Mentira.
Ao final da eleição a urna eletrônica imprime o BU (Boletim de Urna) Esse Boletim informa o número de votos em cada candidato, número de votos em branco e nulos.

Caso fosse constatado diferença do BU com os dados informados pelo TSE a urna seria investigada.

Responder

    Hudson

    12/12/2012 - 22h46

    Você conferiu? Alguém conferiu? Alguém teve acesso e realmente verificou se os BUs não foram sonegados (prática ilegal dos juízes eleitorais, que infelizmente é o padrão)?

    Tem que apurar isso aí, sim!

fabio

12/12/2012 - 17h22

as pessoas ficam criticando a urna eletronica como se não fosse possivel fraurda eleições no papel ou so pq os estados unidos não adotoram ainda a urna eletronica…é o ETERNO COMPLEXO DE VIRA-LATA DO BRASILEIRO…somos um pais de pessoas relamentes COLONIZADAS!!

Responder

Pisquila

12/12/2012 - 16h14

Está se vendo então, e não é de hoje (lembrem-se de Brizola), que a urna eletrônica brasileira tem mais furos do que queijo suíço.

Responder

    Pisquila

    12/12/2012 - 16h21

    Confirmando-se então que esse adolescente conseguiu burlar a segurança do TSE e fraudar votações o que mais não fizeram por aí einh? E aquela ida de Alkimin para o segundo turno em 2006 einh? Esse assunto é gravíssimo e o Congresso Nacional deveria abrir uma CPMI para tratar desse assunto. Do jeito que o rapazinho explicou, de acordo a matéria, tem outros que fazem isso. Vocês já pensaram quantos novos casos “Proconsult” já ocorreram por esse Brasil à fora e não soubemos. Ministra Carmen Lúcia,grande conterrânea, a senhora tem que dar uma satisfação imediata à sociedade brasileira e convocar uma entrevista coletiva para prestar esclarecimentos a respeito desse assunto seriíssimo para a nossa democracia.

demetrius

12/12/2012 - 15h48

É claro que o voto é obrigatório, senão que votos eles iriam manipular?
Antes de sermos brasileiros, somos otários.

Responder

Sancler Mello

12/12/2012 - 15h42

Parabens Peregrino a DEMOCRACIA corre risco com essas fraudes , precisamos de gente como você , lideres de verdade que nao tem medo dessa camarilha que enfrenta o sistema de peito aberto , nos te admiramos .

Responder

Fernando Villa Alvarez

12/12/2012 - 15h41

Na penúltima eleição,ao votar na minha Zona Eleitoral,fui surpreendido pelo PRESIDENTE da banca dizendo que eu já havia votado.Fiz ver que isso não era possivel pois não havia assinatura comprovando o meu voto.Ele não sabia como proceder,e, com isso, a eleição naquela urna não poderia prosseguir o que impedia os demais de votar.Como não achei certo, um erro não justificava outro,sugerí que aceitava o voto como meu e solicitei que me encaminhasem a Zona Eletoral para comunicar o ocorrido.Assim foi feito.Saí dali e fui direto à zona Elitoral, no Jardim Botânico,e fiz a decalração da ocorrência.Até hoje não soube do resultado!Nunca recebi qualquer comunicação sobre esse fato.

Responder

    Ricardo Lino Olonca

    25/06/2013 - 17h09

    Seu problema era simples de resolver. Bastaria usar o título de algum idoso, pois a folha de votação tem o número de todos os eleitores, e cerca de 10% não comparece na votação. E como idoso não precisa justificar, ninguém ficará sabendo.

    Agora, o problema é como alguém votou com o seu número. Provavelmente alguém com o nome próximo ao teu chegou na seção apenas com o rg e o mesário se confundiu pegando o número do teu título no lugar do dele.

sergio m pinto

12/12/2012 - 15h36

Logo, pode-se depreender uma de duas coisas, sobre o TSE: ou é leniente ou está de má fé.
No entanto, desde que nada mude, está previsto que as urnas imprimirão,a partir de 2014, um comprovante de votação, que permitirá a recontagem dos votos.
Só não sei se isso vai resolver a falta de segurança da urna eletrônica

Responder

Fred Beltrão

12/12/2012 - 15h09

Antes de divulgar uma notícia dessas, deveriam ter o cuidado de comparar os BUs (Boletins de Urna) impressos com os que foram totalizados http://www.tse.jus.br/eleicoes/eleicoes-2012/boletim-de-urna-na-web

Os BUs são impressos pela urna antes do resultado ser gravado na mídia.

Responder

Bruno S

12/12/2012 - 14h37

Me preocupa muito mais do que supostas fraudes na totalização de votos (poderiam ocorrer com urnas marcianas ou com votos de papel) é essa aliança do PDT com o partido do Garotinho.
É isso mesmo?

Com todas as suas possíveis fraquezas, não dá para comparar o sistema atual com o voto manual, onde eleição era ganha na mesa de apuração.

Responder

    Hudson

    12/12/2012 - 23h22

    Bruno,

    Esse seminário era SUPRApartidário, como costumam ser os debates sobre o voto eletrônico. Mesmo políticos de lados rivais e ideologias opostas têm sofrido problemas e notado o obscurantismo e consequente não-confiabilidade do voto eletrônico brasileiro, e participado de painéis sobre o assunto. Conheço gente tanto de esquerda quanto de direita que é crítica do voto inconferível e infiscalizável.

    Quanto às alianças partidárias específicas no Rio, não tenho conhecimento. Mas é preciso separar os assuntos. O obscurantismo das nossas eleições é um problema bem mais amplo!

André

12/12/2012 - 14h36

A centralização é feita em nas zonas eleitorais a partir dos pen-drives das urnas – não há comunicação em rede até então, de modo que a fraude indicada seria muito grosseira e facilmente detectável a partir do comparativo por zona eleitoral, sem contar que cada urna emite seu resultado em papel já no momento do encerramento da votação.
Por favor não forcem a barra com essa barriga jornalística, que o golpe é outro, é no judiciário com a influência da mídia, despachante de grandes interesses econômicos, inclusive os seus.

Responder

    Maria Libia

    12/12/2012 - 15h51

    O que move uma pessoa, pretensamente entendida, a não aceitar que, pelo menos, uma investigação deveria ser feita pela Policia Federal? Foi lançada a denúncia, O André, do alto de sua sapiência rejeita a mesma. A URNA É INEXPUGNÁVEL? Não não é. Oras, André, se há pessoas que entram até no computador da NASA, imagine aqui no Brasil. Santa inocência ou Santa Ignorância?

    Gus

    12/12/2012 - 18h40

    O próprio artigo acaba dizendo que a fraude foi da Justiça Eleitoral a pedido do político e que ficou por isso mesmo. O garoto foi só um bode expiatório. No processo de votação – e eu trabalhei com isso – há conferência dos votos registrados no boletim de urna de cada uma com os votos que são registrados no sistema da Justiça Eleitoral. É óbvio que se houver diferença, alguém vai perceber.

Rodrigo

12/12/2012 - 13h21

Todo sistema informatizado, é passível de falhas e fraudes. Ainda mais se tratando de eleições, que aqui no Brasil é a “mina dos ovos de ouro”

Responder

PATOTA BOLA QUADRADA - Voto eletrônico: Hacker de 19 anos revela no Rio como fraudou eleição

12/12/2012 - 13h20

[…] leia o restante aqui   « Semelhança é mera coincidên… No Comments    Clique aqui para cancelar a resposta. […]

Responder

Jórdan

12/12/2012 - 13h12

[…]“A gente entra na rede da Justiça Eleitoral quando os resultados estão sendo transmitidos para a totalização e depois que 50% dos dados já foram transmitidos, atuamos. Modificamos resultados mesmo quando a totalização está prestes a ser fechada”, explicou Rangel…

[…]Já o professor Pedro Rezende…mostrou o trabalho permanente do TSE em “blindar” as urnas em uso no país, que na opinião deles são 100% seguras…Porém, elas são “ultrapassadas e inseguras”…

[…]a Justiça Eleitoral garante ser segura e inexpugnável – foi o ponto alto do seminário.[…]

Então quer dizer que primeiro o cara mostra que é possível burlar, e mostra como fez, e depois eles ainda dizem que são 100% seguras?
Por favor, por isso que não consertam isso, pois parece que as pessoas fingem que as provas não estão ai, e deixam tudo como está.

Responder

    Joao

    12/12/2012 - 14h56

    A reportagem estah superficial, se ele realmente tivesse alterado os dados os partidos teriam descoberto no mesmo dia, pois na seção eleitoral a urna imprime no mínimo 5 vias com o resultado.
    Na seção jah tem o resultado, logo tentar alterar os dados da totalziação é algo facil de verificar.

    Hudson

    12/12/2012 - 22h40

    Fácil, né?

    Quero você me dizer pelo menos 1 (SÓ UM!) candidato/partido no país inteiro que tenha tido acesso a todos os boletins de urna de um município, devidamente assinados ainda no local de votação. E olha que teoricamente isso é direito garantido por lei, mas na prática é sonegado pelos “juízes” eleitorais.

Marcelo de Matos

12/12/2012 - 12h53

Dia 29.11.12 fui votar na eleição da OAB/SP, no centro de Sampa. O voto é em cédulas de papel e havia uma grande fila do lado de fora do prédio. Lembrei-me das eleições americanas. Nessas horas a gente sente que chegou ao primeiro mundo. Muito em breve ninguém precisará de documento algum para votar. As urnas serão todas biométricas e bastará colocar o dedão para conferir a digital e apertar a tecla. Tem gente que gosta de eleição demorada, com fila. Alguns porque são saudosistas. Outros porque gostariam de fornecer apetrechos de impressão ao governo. Alegam que a urna é vulnerável a fraude. Qual sistema eletrônico não o é? Há fraudes em bancos, mas, alguém quer voltar ao tempo em que os extratos bancários eram lançados caligraficamente em caderneta, por escriturário do banco? Finalmente, tem a turma que apregoa o voto facultativo. O nosso quase o é: se não votar paga uma merreca de multa, ou tem 60 dias para justificar. Nos países em que o voto é plenamente facultativo os governos gastam fortunas para incentivar o cidadão a votar.

Responder

Fernando Augusto

12/12/2012 - 12h37

http://www.avaaz.org/po/petition/Investigacao_da_Policia_Federal_para_a_denuncia_de_fraude_eleitoral/?fspQYbb&pv=0

Há anos ocorrem fraudes eleitorais na urna eletrônica brasileira e a Justiça Eleitoral nega-se a apurar estas denuncias considerando que o sistema do voto eletrônico é absolutamente à prova de fraudes, a ponto de um ministro do Tribunal Superior Eleitoral do Brasil dizer que duvidar da urna eletrônica no Brasil é litigância de má fé. A continuar do jeito que está o Brasil continuará a ser vítima de um golpe de Estado através das urnas eletrônicas. Eis que agora surge mais uma denúncia que prova de maneira factual a fragilidade da urna eletrônica brasileira, revelando que a Justiça Eleitoral no Brasil não merece o nome de Justiça, por não poder dar ao cidadão a necessária segurança para a auditoria e recontagem dos votos em caso de dúvidas. Investigação da polícia federal já para mais esta denúncia: http://www.viomundo.com.br/denuncias/voto-eletronico-hacker-de-19-anos-revela-no-rio-como-fraudou-eleicao.html

Responder

Victor

12/12/2012 - 12h29

Em Magé tbm a população até hoje não entendeu a diferença da votação entre os candidatos a prefeito.. Na semana antes da eleição e até no dia, ninguém sabia quem ganharia, todos diziam que votariam no candidato da oposição a cidade tava mudada.. e na hora do resultado o candidato não ganhou em nenhuma das urnas!!!!!! NENHUMA.. foi absurdamente ridículo, todos estão descrentes desta urna..

Responder

mucio

12/12/2012 - 12h26

E a doutora Quirô ou Curê sei lá o nome do diabo da procuradora eleitoral que persegue os governos trabalhistas e que é contra a impressão do voto, terá algo a dizer?
Virgindade perdida é virgindade perdida. Não tem cirurgia que resolva a questão do simbolismo.

Responder

Sergio Souza

12/12/2012 - 12h16

Pessoal, se a rede é acessível através de VPN, o cara invade o PC de fora e tem acesso aos computadores de dentro da rede… Isso não é nada de outro mundo não, qualquer aluno de Ciencias ou Engenharia de computação, pesquisando um pouco conseguiria fazer um ataque nesse nível… E essa criptografia é das fornecidas gratis pelos do mercados?!
Sei não hein… Preferiria o voto no papel como na América do norte…

Responder

    Daniel Serodio

    12/12/2012 - 14h13

    Sergio, o único tipo de criptografia confiável são justamente as gratuitas e de código aberto. Criptografia proprietária é insegura por natureza.

Jav

12/12/2012 - 11h58

Uma pergunata só. Pra que existe o TSE.
Trabalham só quando tem eleição, e pouco. Por que, quem trbalha mesmo são os convocado compulsoriamente. Sem contar que é gasto milhões em cada
eleição. Dinheiro gasto desnecessariamente. Por que representação política nunca tivemos em qualquer estado ou município brasileiro. Se eu fosse presidente, meu primeiro ato seria acabar com o TSE e implantar o voto facultativo.

Responder

URNA ELETRÔNICA: Hacker de 19 anos prova que é possível fraudar eleição. |

12/12/2012 - 11h42

[…] por: viomundo Compartilhe :FacebookTwitterGoogle +1ImprimirPinterest Categoria: Destaques da semana […]

Responder

Marcos Vinicius

12/12/2012 - 11h38

Não importa muito se o hacker invadiu, conseguiu acessar os dados e descriptografar, ou se teve acesso privilegiado fornecido por alguém. O importante é que houve fraude.
A quase totalidade da invasão a dados de empresas e governo acontece pela chamada “engenharia social”, ou seja, gente que trabalha ou já trabalhou e manteve acesso privilegiado. Pequena parcela dos ataques de segurança hoje em dia acontece por métodos de “força bruta”, quebra de criptografia ou etcs.
É mais fácil e barato subornar para ter acesso do que perder horas/dias/meses quebrando chave de 128 bits.
E não importa se a urna em si é “100% segura” ou não. A urna é apenas uma parte de um processo maior, chamado “processo de coleta e apuração eletrônica de votos”. E o processo é falho, tem muitos pontos vulneráveis e precisa ser revisto e melhorado urgentemente.
E só vai melhorar com transparência e não escondendo os casos problemáticos.
Nenhum país se torna maduro democraticamente escondendo casos problemáticos. Deu problema? Divulga, corrige e refaz!

Responder

    Rafa Maruqes

    12/12/2012 - 11h56

    Marcos, complicada essa sua afirmação, né?!?!?!?!?!

    “O importante é que houve fraude.”

    Vc acredita que houve fraude apenas pelo fato de um evento realizado por partidos políticos contrários ao governo dizer que houve?!

    Marcos Vinicius

    12/12/2012 - 15h17

    E você acha que não houve porque os partidos contrários ao governo sempre mentem e o governo é bonzinho?

    Não existe governo bom, nem oposição forte o suficiente. Existe transparência e pronto. O “sistema eletrônico de coleta e apuração de votos” deveria ser tratado com transparência, como tudo dentro do governo.

    Porque só a transparência cumpre efetivamente o texto da Constituição Federal que diz que “todo poder emana do povo”.

    Mas essa discussão resta inócua quando, por exemplo, o novo ministro do STF diz que é preciso rever as transmissões ao vivo das sessões da suprema corte pois isso dá “transparência demais” ao judiciário.

    Esse país não tem jeito mesmo. E como já disseram, nem os meus próprios ladrões eu posso escolher…

Voto eletrônico: Hacker de 19 anos revela no Rio como fraudou eleição « Blog do Tarso

12/12/2012 - 11h27

[…] Viomundo (Apio Gomes , portal do PDT, via Amilcar Brunazzo Filho) Um novo caminho para fraudar as […]

Responder

Vítor Santana

12/12/2012 - 11h11

Engraçado mesmo, é o pseudo-sistema de comunicação globo não transmitir isso no JH ou JN, afinal quem quer romper os laços estreitos e manipuladores com a população??

Responder

Servidor TRE

12/12/2012 - 10h11

Aos bobinhos, especuladores e xiitas, a justiça eleitoral tem a solução mais segura do mundo contra invasão no dia da eleição, simplesmente desliga-se o roteador da rede de dados um dia antes e alem disso, todo a transmissão dos BUs é criptografada com chave de 128bits e agora com a transmissão diretamente dos pontos de votação em no máximo 1/2 hora após a liberação das MR(mídia de resultado) esses dados já estão nos servidores do TSE. PS: Procurem no google quanto tempo demora pra quebrar uma chave de 128bits ??????

Responder

    Diego de Freitas Aranha

    12/12/2012 - 10h29

    Se o roteador é desligado, como é possível transmitir os resultados parciais para a totalização? Criptografia não torna nenhum sistema magicamente seguro. Se a implementação não for correta, Criptografia não faz qualquer diferença, independente do tamanho da chave.

    José X.

    12/12/2012 - 12h53

    Pelamordedeus né, subentende-se que é o roteador de inter-ligação com a internet…

    Que o sistema eletrônico de votação tem problemas é acaciano: qualquer sistema de informática não trivial tem problemas…mae eu prefiro mil vezes mais o sistema atual do que o sistema anterior de papeizinhos, muito, mas muito mais susceptível a fraudes.

    Acho que dois pontos precisam ficar claros:

    (1) não vão ser discussões técnicas que vão sensibilizar o TSE; como estamos vendo “ao vivo e a cores” o judiciário brasileiro é extremamente autoritário, faz o que quer e ponto final; vai ter que haver muita pressão política para o TSE mudar de atitude, mas na situação atual isso é impossível, já que o judiciário está querendo até mesmo usurpar competências de outros poderes

    (2) mesmo a discussão técnica tem que ser feita de forma honesta e não mistificadora; essa história aí do “hacker de 19″ que conseguiu mudar as totalizações do TSE, pelo amor de deus, é completamente tosca; a única coisa que vai fazer será alimentar teorias conspiratórias e vender jornais…ops, nem vender jornais conseguir, já que os jornais estão moribundos…

    Hudson

    12/12/2012 - 23h30

    Diego,

    Esse parece ser um ataque interno, por agentes (no plural!) com acesso privilegiado à intranet. Então, criptografia não pode ser considerada obstáculo/desculpa, não é mesmo?

    O problema maior é que os juízes eleitorais há anos têm VIOLADO A LEI, sonegando os Boletins de Urna aos partidos. E a maioria dos partidos e candidatos não têm condições de fiscalizar nem mesmo a totalização (já que fiscalizar a apuração é completamente impossível). E quem questionar qualquer coisa, segundo Ricardo Lewandowski, Ministro do Supremo, já está com sentença de condenação pré-determinada…

    Joerge Sted MST

    12/12/2012 - 10h30

    Quebrar 128 bits num pentium 4 pode demorar mesmo. Mas quem é que garante o programa totalizador?

Márcia

12/12/2012 - 09h56

Não vi nada que desmoralize as urnas eletrônicas. Pelo visto o problema é fácil de ser solucionado. Bastaria impedir o acesso privilegiado. Um comprovante em papel depositado numa urna sob a fiscalização dos mesários poderia também ajudar.

Responder

    Diego de Freitas Aranha

    12/12/2012 - 10h27

    Fácil de ser solucionado? Se de fato houve fraude na totalização, como fica a reputação do TSE para conduzir novas eleições?

    José X.

    16/12/2012 - 13h06

    https://sites.google.com/site/dfaranha/projects/relatorio-urna.pdf

    Este trabalho está muito bom, deveria ser criada uma versão simplificada para disseminação para o público em geral, talvez aqui mesmo no Viomundo. Aquela reportagem do prof. Dourado para o Viomundo é completamente ininteligível para o público em geral.

    Mas não tem nada a ver com o cenário do “hacker de 19 anos”…

Antonio

12/12/2012 - 07h16

Eita o fantasma do Proconsult acordou ! Sr Engenheiro, e agora ?

Responder

    Hudson

    12/12/2012 - 22h48

    Infelizmente, parece que esse fantasma nunca dormiu.

    (Organizado mesmo, só o crime.)

Extra! Extra! Hacker explica fraude em urnas eletrônicas! « Pr.SalomaoCarvalho's Blog

12/12/2012 - 01h41

[…] traz matéria em que um hacker demonstra como invadiu o sistema de urna eletrônica.  Leia aqui. […]

Responder

André Thomé

12/12/2012 - 00h41

Bastante pertinente essa matéria, e até mesmo o comentário do Sr. Aparício Américo.

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    André Thomé

    12/12/2012 - 00h46

    Desculpa, Aparício Fernando… de onde eu tirei Américo?!

Nelson

11/12/2012 - 21h14

Cade o papelzinho???

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    Thiago Passos

    12/12/2012 - 11h59

    Papelzinho não iria resolver. Por mais que você fosse receber um papel confirmando seu voto no candidato X, nada impede que na transmissão de dados magicamente seu voto mude pro candidato Y.

    Fernando

    12/12/2012 - 15h39

    Claro que impede. Pois aí só depende de nós. É só fazer uma conferência, um batimento. Nós eleitores podemos criar um mecanismo, que após cada um votar (na urna), confirme o voto no mecanismo. Só nisso já daria para confirmar e/ou desmentir muita coisa.

Aparício Fernando

11/12/2012 - 21h07

Realmente em Saquarema-RJ aconteceu um fato muito estranho que deixou toda a população perplexa e estarrecida. Antes das eleições era só andar pelas ruas e perguntar em quem o eleitor iria votar que a resposta era unânime: Pedro Ricardo, candidato da oposição. Pois bem, o rapaz perdeu em todas, eu disse todas as 173 urnas da cidade. Perdeu e perdeu de muito. O mais estranho é que hoje, dois meses após as eleições, você vai às ruas e os eleitores continuam unânimes em dizer que votaram em Pedro Ricardo. Seria muito mais cômodo para o eleitor dizer que votou na candidata vitoriosa. Mas não, o eleitor bate o pé afirmando que votou no outro. Curiosamente, é difícil encontrar alguém que confirme que votou na candidata vencedora, que coincidentemente é a esposa do deputado estadual Paulo Melo, presidente da ALERJ. Existem vários relatos da internet e inclusive vídeos no YOUTUBE atestando a vulnerabilidade das urnas eleitorais. Está lá pra quem quiser assistir. Esse triunvirato: Sérgio Cabral, Luiz Zveiter e Paulo Melo atenta contra a democracia. Todos os poderes encontram-se de um lado só da balança, prejudicando a alternância do poder, principal filosofia da democracia. O fato é que não adianta espernear, pois o TSE, por mais que existam evidências que comprovem, jamais irá admitir fraudes em suas ‘caixas pretas’. O ideal seria que a urna eletrônica emitisse, também, um cupom onde mostrasse em quem o eleitor votou. E que esse cupom fosse colocado numa urna tradicional ao lado dos mesários, para fins de comprovação posterior. Uma coisa é certa: nenhum outro país no mundo, depois de examinar, quis comprar nosso ‘avançadíssimo, rápido e moderno’ método de escrutínio, nem o Paraguai.

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    Joriun

    12/12/2012 - 03h50

    não resta duvidas então que foram totalmente fraudados esses dados! malditos !

    angela

    12/12/2012 - 10h07

    Oi Aparício!
    Pq as pessoas da cidade, diante do que posto acima, não entram com processo no TSE?

    Hudson

    12/12/2012 - 23h46

    Boa pergunta, Ângela.

    Você sabe quem regulamenta as eleições? O TSE.
    Você sabe quem realiza as eleições? O TSE.
    Você sabe quem deve apurar e julgar possíveis erros e ilícitos sob responsabilidade de qualquer membro da Justiça Eleitoral? A Justiça Eleitoral.

    Além disso:
    Você sabe quem arca com as despesas de qualquer auditoria/investigação de problemas nas eleições?
    Você imagina as possíveis conseqüências para partidos e candidatos que questionarem legalmente a Justiça Eleitoral?

    PESQUISE sobre o caso de ALAGOAS/2006, em que um candidato DEMONSTROU que havia incongruências em 2/3 das urnas do estado, foi instado pela “justiça” a PAGAR 2 milhões para que se realizasse auditoria/perícia, mas como não pagou, foi MULTADO!!! E nada mais foi apurado (“apenas” porque o erro parecia estar, no fim das contas, sob responsabilidade do TSE)…

    Será que, depois de sofrer uma ditadura militar, estaremos caminhando para uma ditadura judiciária? Honduras e Paraguai são modelares?

    Hudson

    12/12/2012 - 23h53

    Corrigindo-me a mim próprio: a proporção das inconsistências em Alagoas 2006 foi de 1/3 das urnas (não 2/3).

    1/3 das urnas eletrônicas utilizadas em 2006 em Alagoas apresentaram funcionamento irregular e impróprio.

    http://www.brunazo.eng.br/voto-e/textos/alagoas1.htm

    Ceiça Araújo

    12/12/2012 - 11h40

    O mesmo aconteceu no município de Aliança(PE). O candidato perdedor não obteve maioria de votos em urna nenhuma! É isso mesmo! Urna nenhuma!!!!! Quando eu soube disso achei muito estranho… Agora começo a duvidar e a estranhar menos. E muita gente disse ter votado nele, que até podia não sair vencedor das eleições, mas perder com altíssimo diferença em TODAS AS URNAS??????????

Antonio_oficial

11/12/2012 - 21h04

Legal, ocorre que, toda urna também solta um boletim com a quantidade de votos em 4 vias, uma fica no MP, uma no Fórum, uma é publicada e a outra é arquivada. Sendo assim, os números que o Tribunal superior ou o programa Divulga solta, apesar de oficiais, podem ser recontados em caso de dúvida. O problema não é o programa e nem a urna eletrônica e sim esse acesso privilegiados aos dados da Oi ou Brasl telecom!

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    José X.

    11/12/2012 - 23h54

    “Legal, ocorre que, toda urna também solta um boletim com a quantidade de votos em 4 vias, uma fica no MP, uma no Fórum, uma é publicada e a outra é arquivada. Sendo assim, os números que o Tribunal superior ou o programa Divulga solta, apesar de oficiais, podem ser recontados em caso de dúvida.”

    Exatamente. Não adianta (supostamente) alterar as totalizações do STF, o acesso ao resultado original da urna está disponível a todo mundo. Duvido muito que os partidos não façam uma conferência, mesmo que seja amostral ou informal, dos resultados.

    “O problema não é o programa e nem a urna eletrônica e sim esse acesso privilegiados aos dados da Oi ou Brasl telecom!”

    Até onde sei a rede do TSE é desconectada da internet, então o suposto “hacker” não “invadiu” coisa alguma, alguém do TSE ou da OI deu a ele as informações para entrar no sistema.

    Além disso (e aqui estou só especulando, não sei com certeza) muito provavelmente os dados são transmitidos criptografados. Como é que o “hacker” conseguiu alterar esses dados ? Só se alguém do TSE passou para ele as informações…

    Em outras palavras, este caso específico, se realmente ocorreu (tenho minhas dúvidas), foi causado por falha humana, não por falha da urna.

    Diego de Freitas Aranha

    12/12/2012 - 01h21

    Não que a urna não forneça suas próprias vulnerabilidades para serem exploradas:

    https://sites.google.com/site/dfaranha/projects/relatorio-urna.pdf

    Danilo

    12/12/2012 - 10h05

    Os dados são transmitidos criptograficamente… mesmo se o hacker conseguisse modificar os dados na totalização, os dados que continuam na urna eletrônica, em uma flash card interna não seriam modificados. Como foi dito acima, é impresso 4 vias com o resultado de cada urna e na apuração dos votos, os jornalistas, funcionários da zona eleitoral e principalmente os representantes dos partidos ficam contando os votos de cada urna eletrônica e comparando com o resultado on-line, qualquer diferença seria sentida na hora e os protestos começariam no mesmo instante. Não digo que seja impossível e acho que deve ser apurado, mas acho beeeem dificil que esta fraude aconteça.

Abel

11/12/2012 - 20h57

Tecnicamente, o que esse hacker fez foi invadir o sistema de dados do TRE (algo que acontece e aconteceu nas maiores empresas e instituições do mundo), não violação do sigilo da urna eletrônica. A urna brasileira não é 100% segura (já que nada é 100% seguro no mundo), mas, ainda assim, temos um sistema de apuração eleitoral melhor do que o norte-americano, por exemplo.

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    José X.

    11/12/2012 - 23h57

    “Tecnicamente, o que esse hacker fez foi invadir o sistema de dados do TRE (algo que acontece e aconteceu nas maiores empresas e instituições do mundo)”

    Pelo que entendi da reportagem nem isso o “hacker” fez, já que (até onde eu sei) a rede do TSE é uma rede privada, não está conectada na internet. Alguém do TSE ou da OI permitiu a ele o acesso.

    Carlos Menandro

    12/12/2012 - 02h44

    Durante as eleições a rede do TRE pode ser acessada por VPN.

    Danilo

    12/12/2012 - 10h09

    Eu trabalhei em algumas eleições, diretamente com a urna eletrônica e acredito no sistema. É claro que possui falhas mas é bem segura. Todo o processo é feito em acompanhamento de um juiz eleitoral.

    Sobre a rede, a intranet do TSE não tem acesso à intranet. é uma VPN direto com o TSE, tudo é criptografado e os computadores que transmitem os dados possuim certificados que garantem que só a partir daquele computador os dados serão enviados.

    Cara, é muito difícil uma fraude.

    Rodrigo Mello

    12/12/2012 - 00h19

    Talvez tenhamos o modelo de apuração mais rápido, mas com certeza o menos confiável. Falar do sistema eleitoral americano é balela. País que tem os fundadores da APPLE, MICROSOFT,FACEBOOK. Tem o VALE DO SILÍCIO, e vc vem me falar de invenção da urna eletrônica? Pode ser uma das ferramentas utilizadas pela quadrilha para se perpetuar no poder. É esperar para ver.

    José Ruiz

    12/12/2012 - 07h37

    APPLE, MICROSOFT,FACEBOOK, VALE DO SILÍCIO, isso não quer dizer absolutamente nada.. você manifestou a síndrome de vira-latas.. existem tecnologias muitíssimo superior às americanas no Brasil, China, Índia, etc.. aliás, a maioria dos “gênios” que compõem essas empresas vem justamente desses países.. o sistema brasileiro de eleições é muito superior ao americano..

    Leandro

    12/12/2012 - 12h05

    Impressionante a galerinha vira-lata que vivem diminuindo o que fazem aqui.

FrancoAtirador

11/12/2012 - 20h53

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Vocês acham que isso só acontece no Rio de Janeiro

para beneficiar uns mequetrefes na região dos Lagos?

Aqueles 50,63% do Alckmin estão entalados na garganta…
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Responder

Roberto Locatelli

11/12/2012 - 20h32

A questão é política. Queremos saber POR QUE a Justiça Eleitoral abafou os casos de fraude relatados em várias cidades. A quais interesses a Justiça Eleitoral serve?

A situação é extremamente grave, pois a Polícia Federal também tem demonstrado má vontade com a questão.

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    Leandro

    12/12/2012 - 12h07

    Como ocorre nas instituições financeiras, muitas fraudes não são reveladas pra evitar euforia.

    Todo dia ocorrem várias ocultações de diversas naturezas por parte do governo.

    Leo

    12/12/2012 - 14h22

    Realmente …..rs…. O que vai ter de Político eufórico com essa possibilidade kkkkkkkkkkkkkkk

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